Desejo hedonista

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Sem dúvidas este é o século em que as pessoas mais vivem em busca de prazer, desligando-se um pouco da vida material.
Antigamente este privilégio era dado apenas aos ricos, ricos não, milionários! Hoje em dia, o hedonismo não é mais privilégio de meia dúzia de nascidos “com a bunda prá lua”. Ele já é costume da classe média mundial. Basta vontade e também um pouco de dinheiro (pois tudo pode ser pago em suaves prestações) para se ter a arte de cultivar o prazer.
O crescimento do hedonismo decorre da geração do “eu mereço”.
Eu mereço uma vida boa, tranqüilidade, um dia de paz, massagens relaxantes, terapias, escutar músicas agradáveis, conversar com pessoas legais e interessantes, rir à toa“(…) eu quero uma casa no campo do tamanho ideal, pau a pique, sapê (…) onde eu possa guardar meus amigos, meus discos e livros e nada mais…”
A Revista Época desta semana, nº 354, traz o prazer como matéria de capa, como o bem supremo da vida, o qual possui adeptos que, mesmo sem nunca ter ouvido falar de seu maior defensor, o filósofo Epicuro (não me perguntem de que época é este filósofo), estavam dispostos a colocar sua teoria em prática. Todas as épocas tiveram bon-vivants que não pouparam dinheiro para comer, beber, viajar, ter amantes e dar festas. Mas a atual geração é que mais sabe aproveitar os prazeres.
Gostar e apreciar vinho está na moda, interessar-se por gastronomia também. Fazer massagem é um direito que as pessoas se dão com freqüência, haja vista o tanto de spas que se tem notícia todos os dias, não só com fins de emagrecimento, mas de proporcionar grande relaxamento às pessoas.
Ai quem me dera passar alguns dias num spa, por conta do ócio… sem pensar em nada… sentindo o cheiro do dia, o calor do sol, adorando o simples fato de viver!
Na busca por uma vida que parece com um filme ou uma novela, as pessoas vão atrás de cenários perfeitos, querem unir o charme de uma praia deserta com o conforto de um hotel cinco-estrelas. Aproveitar a vida, sentir-se bem é o maior desafio e a melhor conquista!
Vera Aldrighi, da Vera Aldrighi Clínica de Comunicação e Marketing diz que “Atualmente é mais importante ser que ter. É mais bonito alguém dizer que entende de vinho que trocar de carro todo ano. As pessoas estão revendo o que vale a pena, valorizando o prazer, o tempo. Muitos profissionais preferem ter mais férias a mais dinheiro.”
Eu concordo plenamente com ela. Muitas pessoas já não se importam tanto em poupar dinheiro e adquirir bens exorbitantes e exóticos, mas preferem gastar o dinheiro que ganham com a sua autogratificação. A tradicional ética protestante, que previa poupar primeiro para gastar depois, já não tem mais vez. Tudo bem que devemos sempre pensar no futuro, não podemos esquecer que amanhã seremos velhos, aposentados e que a previdência social no Brasil e no mundo vai de mal a pior. Mas aproveitar a vida AGORA é o ideal!
Estamos no fim da mentalidade patrimonialista: melhor ter viajado para cem países que ter um apartamento maior. E diga a verdade, como é bom desfrutar das delícias de um bom restaurante, tomando um vinho delicioso, num país novo, ouvindo uma música clássica ao fundo ou mesmo nossa Bossa Nova, com Vinícios e Tom… ai que vontade, ainda mais neste dia de chuva fina que está em BH…
Não é raro ver as pessoas buscando prazeres e momentos especiais e aproveitando ao máximo novas experiências. Isso porque, apesar de uma vida tumultuada de coisas para fazer, as pessoas estão carentes de autogratificação. Trabalham demais, estão sujeitas à violência, seus relacionamentos vão mal e elas ainda pegam trânsito. Isso tudo “ninguém merece”. Mercemos carinho… Às vezes o apoio que não se recebe do chefe, do marido/esposa ou dos filhos, busca-se na comida, na bebida, nos perfumes gostosos, no prazer de escutar uma música…
O que importa é o bem-estar, e sou adepta a ele. Desfrutar o melhor da vida, tudo como se fosse o último dia… só com PRAZER!

Beijos Lú

Desejo hedonista

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Sem dúvidas este é o século em que as pessoas mais vivem em busca de prazer, desligando-se um pouco da vida material.
Antigamente este privilégio era dado apenas aos ricos, ricos não, milionários! Hoje em dia, o hedonismo não é mais privilégio de meia dúzia de nascidos “com a bunda prá lua”. Ele já é costume da classe média mundial. Basta vontade e também um pouco de dinheiro (pois tudo pode ser pago em suaves prestações) para se ter a arte de cultivar o prazer.
O crescimento do hedonismo decorre da geração do “eu mereço”.
Eu mereço uma vida boa, tranqüilidade, um dia de paz, massagens relaxantes, terapias, escutar músicas agradáveis, conversar com pessoas legais e interessantes, rir à toa“(…) eu quero uma casa no campo do tamanho ideal, pau a pique, sapê (…) onde eu possa guardar meus amigos, meus discos e livros e nada mais…”
A Revista Época desta semana, nº 354, traz o prazer como matéria de capa, como o bem supremo da vida, o qual possui adeptos que, mesmo sem nunca ter ouvido falar de seu maior defensor, o filósofo Epicuro (não me perguntem de que época é este filósofo), estavam dispostos a colocar sua teoria em prática. Todas as épocas tiveram bon-vivants que não pouparam dinheiro para comer, beber, viajar, ter amantes e dar festas. Mas a atual geração é que mais sabe aproveitar os prazeres.
Gostar e apreciar vinho está na moda, interessar-se por gastronomia também. Fazer massagem é um direito que as pessoas se dão com freqüência, haja vista o tanto de spas que se tem notícia todos os dias, não só com fins de emagrecimento, mas de proporcionar grande relaxamento às pessoas.
Ai quem me dera passar alguns dias num spa, por conta do ócio… sem pensar em nada… sentindo o cheiro do dia, o calor do sol, adorando o simples fato de viver!
Na busca por uma vida que parece com um filme ou uma novela, as pessoas vão atrás de cenários perfeitos, querem unir o charme de uma praia deserta com o conforto de um hotel cinco-estrelas. Aproveitar a vida, sentir-se bem é o maior desafio e a melhor conquista!
Vera Aldrighi, da Vera Aldrighi Clínica de Comunicação e Marketing diz que “Atualmente é mais importante ser que ter. É mais bonito alguém dizer que entende de vinho que trocar de carro todo ano. As pessoas estão revendo o que vale a pena, valorizando o prazer, o tempo. Muitos profissionais preferem ter mais férias a mais dinheiro.”
Eu concordo plenamente com ela. Muitas pessoas já não se importam tanto em poupar dinheiro e adquirir bens exorbitantes e exóticos, mas preferem gastar o dinheiro que ganham com a sua autogratificação. A tradicional ética protestante, que previa poupar primeiro para gastar depois, já não tem mais vez. Tudo bem que devemos sempre pensar no futuro, não podemos esquecer que amanhã seremos velhos, aposentados e que a previdência social no Brasil e no mundo vai de mal a pior. Mas aproveitar a vida AGORA é o ideal!
Estamos no fim da mentalidade patrimonialista: melhor ter viajado para cem países que ter um apartamento maior. E diga a verdade, como é bom desfrutar das delícias de um bom restaurante, tomando um vinho delicioso, num país novo, ouvindo uma música clássica ao fundo ou mesmo nossa Bossa Nova, com Vinícios e Tom… ai que vontade, ainda mais neste dia de chuva fina que está em BH…
Não é raro ver as pessoas buscando prazeres e momentos especiais e aproveitando ao máximo novas experiências. Isso porque, apesar de uma vida tumultuada de coisas para fazer, as pessoas estão carentes de autogratificação. Trabalham demais, estão sujeitas à violência, seus relacionamentos vão mal e elas ainda pegam trânsito. Isso tudo “ninguém merece”. Mercemos carinho… Às vezes o apoio que não se recebe do chefe, do marido/esposa ou dos filhos, busca-se na comida, na bebida, nos perfumes gostosos, no prazer de escutar uma música…
O que importa é o bem-estar, e sou adepta a ele. Desfrutar o melhor da vida, tudo como se fosse o último dia… só com PRAZER!

Beijos Lú

Gregos e Troianos

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Amigos e Leitores,

Em meu último post, recebi um comentário da Yvonne, o qual transcrevo abaixo:

“Meninas mineiras, essa é a primeira vez que apareço por aqui. Li o texto sobre o infeliz carnaval de vocês na minha cidade e fiquei na dúvida se ficava zangada ou com pena. Sou uma carioca completamente apaixonada pela minha cidade e pelo meu estado também. Não gosto quando alguém fala mal daqui. Esse privilégio eu só reservo para as pessoas que aqui nasceram ou adotaram o Rio como sua cidade.
Foi ingenuidade de vocês fazerem uma viagem dessa em pleno carnaval. Vocês não deviam saber que a Região dos Lagos vira um verdadeiro inferno com gente para tudo quanto é lado. O Rio também fica muito tumultuado com turistas. Aliás, 97% deles afirmam que adoraram vir para cá e recomendariam para seus parentes e amigos (essa informação saiu no jornal O Globo).
É uma pena que vocês fazem parte dos 3% que não gostaram. Da próxima vez, experimente ir para Salvador que lá vocês deverão ter bastante tranquilidade, sem tumulto ou assalto. Sim, em lugar nenhum do Brasil existe violência, apenas aqui no Rio.” (Grifos nossos)
Yvonne e demais leitores,
Apesar de meu Carnaval no estado do Rio ter sido um “inferno” (como você mesma disse), eu não disse (como não o farei) que não gostei, nem escrevi o texto para falar mal do Rio, muito antes pelo contrário! Foi um dos carnavais mais divertidos que já vivi, apesar dos pesares! Não é à toa que já voltei!!!
Eu amo o Rio, acho a cidade mais linda do mundo, as pessoas muito simpáticas, engraçadas e acolhedoras, a cultura e a música cheias de ginga e brasilidade. (Por favor, leia o meu texto “O Rio de Janeiro Continua Lindo” – já que esta foi a 1ª vez que você esteve por aqui, não creio que possa julgar a MINHA OPINIÃO PESSOAL sobre o Rio de Janeiro, quanto menos a das minhas amigas companheiras de blog, lendo apenas um texto sobre um episódio ocorrido COMIGO em sua cidade).

Não sei se vc notou ao ler o texto (pelo seu comentário, pareceu-me que não), mas em momento algum eu falei mal da cidade, ou do Carnaval que aí acontece, mesmo porque eu sempre frequentei o Rio desde criança e também a Região dos Lagos (Cabo Frio, Rio das Ostras, Búzios).

Meu namorado é de BH mas mora em Macaé há 2 anos e 1/2. Ele não ama aquela cidade, mas não pode reclamar pois é dali que tira seu sustento. Ele, assim como eu, também ama o Rio e tem vários amigos que moram na “Cidade Maravilhosa”.

O problema com aquele Carnaval foi que tudo o que planejamos deu errado, ou pela nossa inocência (por não ter planejado melhor) ou até mesmo por fatos ocorridos alheios a nossa vontade, fatos estes que poderiam acontecer em qualquer lugar do Brasil ou do mundo.

Eu não tenho a menor vontade de ir para Salvador
no Carnaval. Detesto muvuca e Axé (apesar de admitir gostar da Ivete, pela artista e pessoa que ela é, não por seu gênero musical) – soteropolitanos, por favor, não me julguem mal, pois sou louca para conhecer Salvador, mas não no Carnaval, ok?

Não era planejado ficarmos no Rio por 02 dias durante o carnaval, e o cansaço atrapalhou nossos dias seguintes na Região dos Lagos, pois acordávamos tarde e, por isso, pegávamos muito engarrafamento.

Este ano voltei pra Macaé e Região dos Lagos no Carnaval, e foi ótimo!
Mais descansados, saíamos bem mais cedo de casa e nada de engarrafamentos (só mesmo na entrada e saída de Cabo Frio – que já é de praxe, e nós mineiros já estamos mais que acostumados com isso, pois já adotamos aquela cidade como “nossa praia“).

Sendo assim, espero que esta minha resposta esclareça aqui, de uma vez por todas, a minha visão do Rio de Janeiro. Os fatos narrados no “Carnahell” ocorreram há 2 anos e nunca mudaram o que eu penso da sua cidade, do seu estado, do seu povo.

Yvonne, não podemos ser “bairristas”, e eu, de modo algum, o sou com minha Minas Gerais, ou com qualquer outro lugar do Brasil. Não admito que falem mal do meu país, mas reconheço os problemas que ele tem. Reconheço também que há uma propaganda negativa sobre o Rio de Janeiro, a violência, o tráfico de drogas. Sempre defendi o meu Estado, a minha cidade, contra preconceitos externos, e sempre defendi o Rio, quando pessoas falam comigo mal da cidade ou dos cariocas – e já ouvi isso de paulistas e até mesmo de outros mineiros!

Sendo assim, fico por aqui. Espero ter sido deixado a situação devidamente esclarecida, para que não haja más interpretações.

Um grande abraço a todos da mineira, e antes de tudo, BRASILEIRA,

Ana.

"OBSESSÃO !"

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EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!
EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!

E você, acredita? Não diga que não, pois, toda vez que uma pessoa diz que não acredita em fadas, morre uma fadinha num lugar desse mundo!

Toda essa obsessão por quem? SININHO, a mais linda de todas as fadas!

Desde pequena, ou melhor, quando era mais novinha, delirava cada vez que lia ou assistia algum desenho/estória/filme do Peter Pan, só por causa da Sininho.

E vocês acreditam, que eu sonho até hoje em ser essa fadinha e sair voando para a Terra do Nunca? Terra do Nunca, meu sonho de consumo, viver nesse lugar perfeito, onde todos são felizes, ninguém cresce e/ou envelhece e até o temido Capitão Gancho a torna mais interessante, proporcionando aventuras sensacionais àquele povo todo, e ele acaba se tornando um mal necessário.

Bom, ela é pequena, verde, espalha brilho por onde passa e tem o pozinho mágico…Pirlimpimpim… Pozinho, esse, que faz qualquer um voar.

Ano passado, fui à primeira festa à fantasia de minha vida. E, adivinhem com que fantasia??? SININHO é claro. Não tirei a fantasia do meu corpo um só instante, desde quando aluguei até a hora da entrega. Modéstia à parte, estava linda e muito feliz, e com purpurina verde até no dedão do pé. Estava me sentindo a própria fadinha. Foda foi quando bebi um pouquinho a mais, e cismei que queria voar! Êta, que problemão, viu!

Sou cheia de fantasias e acho isso ótimo! Num mundo de pedras em que vivemos é sempre bom sonhar um pouco, o problema é que eu sonho muito! Ah, mas tá valendo! O bom é saber que existem pessoas que admiram isso tudo e com a maior inocência, são capazes de fazer o mesmo!

Semana passada estava conversando com um amigo e horrorizei, prestem atenção no diálogo:
-Eu: Se você pudesse escolher, o que você gostaria de ser?
-Cabeção: Eu? Sei lá! Como assim? Ta doida, Dô?
-Eu: Não. Por exemplo, eu gostaria de ser a Sininho!
-Cabeção: Que Sininho? (muito grave não saber quem é a Sininho)
-Eu: Aquela fadinha linda e verde da estória do Peter Pan.
-Cabeção: rs…Porquê?
-Eu: blá blá blá…(expliquei tudinho, a minha admiração)!
-Cabeção: Então tá! Vamos ao que interessa, ela fica com o Peter Pan no final?
-Eu: Não! O Peter Pan fica com a Wendy.
-Cabeção: Então, a Sininho fica sozinha? Você vai ficar pra titia?rs…

…Silêncio…(música triste no fundo)…Aí, levantei a cabeça e disse:
-A estória nunca vai acabar, a Terra do Nunca existe e a Sininho nunca vai envelhecer ou morrer, ela encontra a felicidade de outras maneiras e ainda vai encontrar algum duende brilhante por aí! Ufa… saí bem dessa!

Como se não bastasse, estava louca pra ir ao cinema assistir ao filme: “Em busca da Terra do Nunca”. Então comentei com uma amiga que eu estava súper ansiosa para ver o filme, só por causa, de novo, da minha obsessão – SININHO. Ela ficou calada, abaixou a cabeça, pensou e disse: “Dodô, se eu fosse você não se iludia muito, pois a Sininho, no filme, não é ninguém, ela é uma luz!” Foi a pior notícia que já recebi nesses últimos dias! Eu desabei! Como que um diretor pode ter a capacidade e falta de sensibilidade, de não colocar uma atriz maravilhosa para fazer a Sininho, se pelo menos fosse uma luz verde…Mas, nem isso.

Acho que não vou ter a coragem de assistir ao filme! Achei um absurdo! Se eu pudesse, organizaria até uma passeata em prol da: “Sininho como gente!” e linchar esse tal diretor insensível!

E, viva à nossa imaginação!!!

Bjoca da Dodô!

"OBSESSÃO !"

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EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!
EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!

E você, acredita? Não diga que não, pois, toda vez que uma pessoa diz que não acredita em fadas, morre uma fadinha num lugar desse mundo!

Toda essa obsessão por quem? SININHO, a mais linda de todas as fadas!

Desde pequena, ou melhor, quando era mais novinha, delirava cada vez que lia ou assistia algum desenho/estória/filme do Peter Pan, só por causa da Sininho.

E vocês acreditam, que eu sonho até hoje em ser essa fadinha e sair voando para a Terra do Nunca? Terra do Nunca, meu sonho de consumo, viver nesse lugar perfeito, onde todos são felizes, ninguém cresce e/ou envelhece e até o temido Capitão Gancho a torna mais interessante, proporcionando aventuras sensacionais àquele povo todo, e ele acaba se tornando um mal necessário.

Bom, ela é pequena, verde, espalha brilho por onde passa e tem o pozinho mágico…Pirlimpimpim… Pozinho, esse, que faz qualquer um voar.

Ano passado, fui à primeira festa à fantasia de minha vida. E, adivinhem com que fantasia??? SININHO é claro. Não tirei a fantasia do meu corpo um só instante, desde quando aluguei até a hora da entrega. Modéstia à parte, estava linda e muito feliz, e com purpurina verde até no dedão do pé. Estava me sentindo a própria fadinha. Foda foi quando bebi um pouquinho a mais, e cismei que queria voar! Êta, que problemão, viu!

Sou cheia de fantasias e acho isso ótimo! Num mundo de pedras em que vivemos é sempre bom sonhar um pouco, o problema é que eu sonho muito! Ah, mas tá valendo! O bom é saber que existem pessoas que admiram isso tudo e com a maior inocência, são capazes de fazer o mesmo!

Semana passada estava conversando com um amigo e horrorizei, prestem atenção no diálogo:
-Eu: Se você pudesse escolher, o que você gostaria de ser?
-Cabeção: Eu? Sei lá! Como assim? Ta doida, Dô?
-Eu: Não. Por exemplo, eu gostaria de ser a Sininho!
-Cabeção: Que Sininho? (muito grave não saber quem é a Sininho)
-Eu: Aquela fadinha linda e verde da estória do Peter Pan.
-Cabeção: rs…Porquê?
-Eu: blá blá blá…(expliquei tudinho, a minha admiração)!
-Cabeção: Então tá! Vamos ao que interessa, ela fica com o Peter Pan no final?
-Eu: Não! O Peter Pan fica com a Wendy.
-Cabeção: Então, a Sininho fica sozinha? Você vai ficar pra titia?rs…

…Silêncio…(música triste no fundo)…Aí, levantei a cabeça e disse:
-A estória nunca vai acabar, a Terra do Nunca existe e a Sininho nunca vai envelhecer ou morrer, ela encontra a felicidade de outras maneiras e ainda vai encontrar algum duende brilhante por aí! Ufa… saí bem dessa!

Como se não bastasse, estava louca pra ir ao cinema assistir ao filme: “Em busca da Terra do Nunca”. Então comentei com uma amiga que eu estava súper ansiosa para ver o filme, só por causa, de novo, da minha obsessão – SININHO. Ela ficou calada, abaixou a cabeça, pensou e disse: “Dodô, se eu fosse você não se iludia muito, pois a Sininho, no filme, não é ninguém, ela é uma luz!” Foi a pior notícia que já recebi nesses últimos dias! Eu desabei! Como que um diretor pode ter a capacidade e falta de sensibilidade, de não colocar uma atriz maravilhosa para fazer a Sininho, se pelo menos fosse uma luz verde…Mas, nem isso.

Acho que não vou ter a coragem de assistir ao filme! Achei um absurdo! Se eu pudesse, organizaria até uma passeata em prol da: “Sininho como gente!” e linchar esse tal diretor insensível!

E, viva à nossa imaginação!!!

Bjoca da Dodô!

"OBSESSÃO !"

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EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!
EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!

E você, acredita? Não diga que não, pois, toda vez que uma pessoa diz que não acredita em fadas, morre uma fadinha num lugar desse mundo!

Toda essa obsessão por quem? SININHO, a mais linda de todas as fadas!

Desde pequena, ou melhor, quando era mais novinha, delirava cada vez que lia ou assistia algum desenho/estória/filme do Peter Pan, só por causa da Sininho.

E vocês acreditam, que eu sonho até hoje em ser essa fadinha e sair voando para a Terra do Nunca? Terra do Nunca, meu sonho de consumo, viver nesse lugar perfeito, onde todos são felizes, ninguém cresce e/ou envelhece e até o temido Capitão Gancho a torna mais interessante, proporcionando aventuras sensacionais àquele povo todo, e ele acaba se tornando um mal necessário.

Bom, ela é pequena, verde, espalha brilho por onde passa e tem o pozinho mágico…Pirlimpimpim… Pozinho, esse, que faz qualquer um voar.

Ano passado, fui à primeira festa à fantasia de minha vida. E, adivinhem com que fantasia??? SININHO é claro. Não tirei a fantasia do meu corpo um só instante, desde quando aluguei até a hora da entrega. Modéstia à parte, estava linda e muito feliz, e com purpurina verde até no dedão do pé. Estava me sentindo a própria fadinha. Foda foi quando bebi um pouquinho a mais, e cismei que queria voar! Êta, que problemão, viu!

Sou cheia de fantasias e acho isso ótimo! Num mundo de pedras em que vivemos é sempre bom sonhar um pouco, o problema é que eu sonho muito! Ah, mas tá valendo! O bom é saber que existem pessoas que admiram isso tudo e com a maior inocência, são capazes de fazer o mesmo!

Semana passada estava conversando com um amigo e horrorizei, prestem atenção no diálogo:
-Eu: Se você pudesse escolher, o que você gostaria de ser?
-Cabeção: Eu? Sei lá! Como assim? Ta doida, Dô?
-Eu: Não. Por exemplo, eu gostaria de ser a Sininho!
-Cabeção: Que Sininho? (muito grave não saber quem é a Sininho)
-Eu: Aquela fadinha linda e verde da estória do Peter Pan.
-Cabeção: rs…Porquê?
-Eu: blá blá blá…(expliquei tudinho, a minha admiração)!
-Cabeção: Então tá! Vamos ao que interessa, ela fica com o Peter Pan no final?
-Eu: Não! O Peter Pan fica com a Wendy.
-Cabeção: Então, a Sininho fica sozinha? Você vai ficar pra titia?rs…

…Silêncio…(música triste no fundo)…Aí, levantei a cabeça e disse:
-A estória nunca vai acabar, a Terra do Nunca existe e a Sininho nunca vai envelhecer ou morrer, ela encontra a felicidade de outras maneiras e ainda vai encontrar algum duende brilhante por aí! Ufa… saí bem dessa!

Como se não bastasse, estava louca pra ir ao cinema assistir ao filme: “Em busca da Terra do Nunca”. Então comentei com uma amiga que eu estava súper ansiosa para ver o filme, só por causa, de novo, da minha obsessão – SININHO. Ela ficou calada, abaixou a cabeça, pensou e disse: “Dodô, se eu fosse você não se iludia muito, pois a Sininho, no filme, não é ninguém, ela é uma luz!” Foi a pior notícia que já recebi nesses últimos dias! Eu desabei! Como que um diretor pode ter a capacidade e falta de sensibilidade, de não colocar uma atriz maravilhosa para fazer a Sininho, se pelo menos fosse uma luz verde…Mas, nem isso.

Acho que não vou ter a coragem de assistir ao filme! Achei um absurdo! Se eu pudesse, organizaria até uma passeata em prol da: “Sininho como gente!” e linchar esse tal diretor insensível!

E, viva à nossa imaginação!!!

Bjoca da Dodô!

CARNAHELL III – O retorno

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3a. (e última) Parte – Para quem achou que o pesadelo já tinha terminado…

Depois de curtirmos bem a praia lotada do Recreio (porque não conseguimos chegar à prainha de tanto engarrafamento) – e quando digo lotada, é sendo disputado cada pedacinho de areia – e almoçarmos muito bem num restaurante da moda na Barra, pegamos estrada rumo a Macaé.

Quer dizer, só pegamos a estrada mesmo após nos perdermos em plena linha amarela (entramos em locais meio barra pesada) – o Cris se atrapalhou seguindo o Léo no trânsito carioca – e passarmos, por TRÊS VEZES, no MESMO PEDÁGIO!!! Acreditem se quiser, o atendente ficou até com dó e nos deixou passar na lateral (onde não tem cancela), por duas vezes…

Uma vez chegando à Via Lagos, acreditamos estar tudo numa nice, numa boa, pois nada de PIOR poderia nos acontecer…

Mais uma vez, estávamos enganados. Ao chegar à casa dos rapazes em Macaé, encontramos os quartos todos bagunçados, cheios de roupas misturadas (mulher, homem, calcinha, meia, calça jeans), a cozinha e a sala sujas, o chão e a parede meladas de gordura, a geladeira vazia… O que poderia ter causado aquilo??? Furacão? (Em pleno Rio de Janeiro… meio difícil.) Tsunami? (hã-hã, a casa ficava um pouco longe da orla, e no Brasil, né gente, não na Ásia.) Arrombamento? (Pois é, seria a explicação mais plausível)… O detalhe é que nos esquecemos de um figura que também morava na casa chamado Bill, e que tinha dito que iria viajar, pois sabia que estávamos indo pra lá no Carnaval.

O peça rara (e ultra folgado) se “esqueceu” que a casa teria visita das namoradas e chamou TODOS os seus primos e primas pra aproveitar a casa… E foi o que fizeram, né!? Rolou a maior briga entre todo mundo, mas no fim deu tudo certo. Os primos e primas do Bill dormiram juntos, no quarto dele – o que seria até muita sacanagem se não fosse o quarto dele o único da casa com ar-condicionado…

Nos dias que se seguiram, segunda e terça, passamos um Carnaval tranquilo, dentro dos padrões Macaenses, claro, ou seja: sol de rachar e engarrafamentos monstruosos. Para vocês terem uma ideia, gastamos umas 6 horas de Arraial do Cabo até Macaé…. (Haja paciência!!!). Tinha motorista utilizando o acostamento da pista da contra-mão para passar na frente dos outros, algo inimaginável para os padrões mineiros de dirigir.

A Aninha teria que ir embora na 3a à noite, pois teria que trabalhar na 4ª feira de cinzas. Então, resolvemos ir naquele dia para Búzios, pois era mais perto de Macaé e ela ainda não conhecia. O dia foi maravilhoso, o mar maravilhoso, algumas pessoas conhecidas, muita cerveja, peixe, etc. Deveriam ser umas 16h, quando a Aninha pediu p/ o Cris para ver sua passagem de volta para BH, que ele havia comprado pra ela na 6a feira anterior ao Carnaval. Foi aí que ocorreu a nossa última e mais traumática aventura (tá bom, a do assalto a mão armada no túnel traumatizou mais, eu admito) do Carnaval de 2005…

O Cris não conferiu a data da passagem na hora da compra, e o atendente da empresa de ônibus vendeu pra ele passagem para a sexta-feira!!! Para o mesmo dia em que ele estava comprando a passagem!!! E o dia que estava sendo tão maravilhoso, se transformou em uma tormenta sem fim! E foi um tal de liga pra empresa, liga pra Rodoviária, grita daqui, cara emburrada de lá, eu e o namorado no meio do fogo cruzado tentando aliviar a atmosfera, que não estava nada boa.

Por fim, depois de muuuuuito stress e correria, às 18:30h conseguimos convencer o atendente a nos ceder, de favor, um lugar no ônibus das 19h de Macaé para BH que, por um milagre, não estava completamente lotado ainda.

No final das contas, deu “tudo” certo e o resto do meu feriadão foi excelente, com direito à Praia de Costa Azul (Rio das Ostras) na 4a de cinzas, 5a, 6a , sábado e domingo!!! Uhuuuuuulllll! 😀

Enfim, um final feliz, né gente? Acho que eu mereci, depois de tanto sofrimento!!! Ufa!

Ana

************ THE END **************

Cliquem para ler toda a “saga” Carnahell:

1a. Parte;

2a Parte.

SEMANA E FDS

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“Pode ser fácil se você, ver o mundo de outro jeito…”

Esta foi a minha frase companheira da semana passada.
Galera, sentiram minha falta, né? Até que das três mineiras eu estava tentando não furar a lista de posts, mas na semana passada foi inevitável. Meu querido pai esteve doente e precisou ser submetido a uma cirurgia. Não vou entrar em detalhes do problema, mas dos males o menor. Então esfriei a cabeça, segurei fundo para não chorar demais e cuidei dele todos os dias da semana anterior.

A cirurgia ocorreu na terça-feira pela manhã, mas como não ficar ansiosa… anestesia geral, duas horas e meia de cirurgia, e um grande alívio quando o Dr. Salim disse: “Deu tudo certo! Foi um sucesso! Correu tudo bem!” Ai desagüei, coloquei para fora toda minha angústia de três meses de consultas, exames e preparativos para uma cirurgia, chorei de alívio.

O resto da semana ainda foi agitado, pois, mesmo revesando com minha mãe e irmã, dormir em hospital, passar um dia inteiro lá, não é fácil.

Tentei ver o problema pelo lado bom, fazer apenas uma cirurgia e curar. Deus é grande, sabe o que faz e graças a Ele meu paizão já está em casa são e salvo… ainda em repouso por dez dias, mas em ótima recuperação.

Então esta foi a justificativa de não ter postado na semana passada.

Passado o sufoco dos dias de feira, sábado tirei o atraso e saí o dia todo, todinho mesmo.

Logo cedo fui ao shopping fazer umas comprinhas básicas e ao supermercado com a mamãe. De tarde, churrasco quebradeira da turma dos Pipocas, quase todo mundo que estava na casa em Diamantina compareceu devidamente uniformizado (temos uma camisa da turma bem legal, amarelona). Bruno, Rafa, Lalá, Sabrina, Guga, Beto, Carla, Fábio, Cris, Alfredo, Lú, Lets, outra Carla, Pedro, Fernandinho, eu… e mais um tanto de gente legal…

Foi muito bom reencontrar todo mundo, ainda estamos em clima de carnaval e até combinamos a quebradeira do ano que vem, se tudo der certo, vamos bombar!!!

Bebidinhas leves, cerva, caipi, churrasco à vontade, megafone (fez sucesso no carnaval tocando a música do Titanic), forrozinho maroto, músicas de axé e até aquela ridícula “Senta, eu sei que senta…” (cowboy viado) quem ainda não ouviu??? Tudo isso fez parte de um agradável dia, por que nada poderia stressar.

À noite, eu e a Lets, burlando as leis do cansaço, ainda fomos parar no Calle 30, boate ótima no 06 Pistas de BH, e chegamos “bem cedo” em casa. Fim do horário de verão, já viram… Aproveitamos!

Apesar do cansaço no domingão, foi uma satisfação reencontrar uma turma boa, que quero manter contato sempre, pois são excelentes amigos. Além disso, dançar, paquerar, zoar, essas são minhas metas de 2005, que quero cumpri-las com grande estilo.

Beijos a todos, boa semana!

SEMANA E FDS

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“Pode ser fácil se você, ver o mundo de outro jeito…”

Esta foi a minha frase companheira da semana passada.
Galera, sentiram minha falta, né? Até que das três mineiras eu estava tentando não furar a lista de posts, mas na semana passada foi inevitável. Meu querido pai esteve doente e precisou ser submetido a uma cirurgia. Não vou entrar em detalhes do problema, mas dos males o menor. Então esfriei a cabeça, segurei fundo para não chorar demais e cuidei dele todos os dias da semana anterior.

A cirurgia ocorreu na terça-feira pela manhã, mas como não ficar ansiosa… anestesia geral, duas horas e meia de cirurgia, e um grande alívio quando o Dr. Salim disse: “Deu tudo certo! Foi um sucesso! Correu tudo bem!” Ai desagüei, coloquei para fora toda minha angústia de três meses de consultas, exames e preparativos para uma cirurgia, chorei de alívio.

O resto da semana ainda foi agitado, pois, mesmo revesando com minha mãe e irmã, dormir em hospital, passar um dia inteiro lá, não é fácil.

Tentei ver o problema pelo lado bom, fazer apenas uma cirurgia e curar. Deus é grande, sabe o que faz e graças a Ele meu paizão já está em casa são e salvo… ainda em repouso por dez dias, mas em ótima recuperação.

Então esta foi a justificativa de não ter postado na semana passada.

Passado o sufoco dos dias de feira, sábado tirei o atraso e saí o dia todo, todinho mesmo.

Logo cedo fui ao shopping fazer umas comprinhas básicas e ao supermercado com a mamãe. De tarde, churrasco quebradeira da turma dos Pipocas, quase todo mundo que estava na casa em Diamantina compareceu devidamente uniformizado (temos uma camisa da turma bem legal, amarelona). Bruno, Rafa, Lalá, Sabrina, Guga, Beto, Carla, Fábio, Cris, Alfredo, Lú, Lets, outra Carla, Pedro, Fernandinho, eu… e mais um tanto de gente legal…

Foi muito bom reencontrar todo mundo, ainda estamos em clima de carnaval e até combinamos a quebradeira do ano que vem, se tudo der certo, vamos bombar!!!

Bebidinhas leves, cerva, caipi, churrasco à vontade, megafone (fez sucesso no carnaval tocando a música do Titanic), forrozinho maroto, músicas de axé e até aquela ridícula “Senta, eu sei que senta…” (cowboy viado) quem ainda não ouviu??? Tudo isso fez parte de um agradável dia, por que nada poderia stressar.

À noite, eu e a Lets, burlando as leis do cansaço, ainda fomos parar no Calle 30, boate ótima no 06 Pistas de BH, e chegamos “bem cedo” em casa. Fim do horário de verão, já viram… Aproveitamos!

Apesar do cansaço no domingão, foi uma satisfação reencontrar uma turma boa, que quero manter contato sempre, pois são excelentes amigos. Além disso, dançar, paquerar, zoar, essas são minhas metas de 2005, que quero cumpri-las com grande estilo.

Beijos a todos, boa semana!

CARNAHELL – A saga continua…

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2a. PARTE – “POLÍCIA OU LADRÃO?”

Após uma “maravilhosa” (só que não) noite sono ao som do “caminhão-ar-condicionado” (porque o ar-condicionado do quarto do Hotel Rodoviário mais parecia uma turbina ligada no nosso ouvido – detalhe é que pagamos mais caro para ter um quarto com ar!), retornamos à Rodoviária para pegar o ônibus que sairia para Macaé às 09:30h. No entanto, TODOS os carros estavam atrasados mais de 3 horas, igual à noite anterior, e provavelmente o nosso partiria só depois do meio-dia.

Desnorteados com o calor, quase pisamos em cima da Aninha sentada em cima de sua mala, no enorme saguão da Rodoviária, lotada de gente. Ela é namorada do Cris, amigo do meu namorado, residente de Macaé, que também iria passar o Carnaval conosco. Aninha saiu de BH com destino para o Rio na noite da sexta-feira, e só tinha conseguido passagem de ônibus Rio/Macaé saindo às 17h. O Cris então decidiu ir de carro para o Rio, para buscar a Ana no Rio. E por carro, leia-se o “Todynho” – companheiro de aventuras (= UNO MILLE, 1900 e antigamente, cor de leite com Toddy). Provavelmente, ele chegaria no Rio às 12:00h, por isso, mais uma vez devolvemos nossas passagens e resolvemos esperar nossa carona.

O namorado teve a brilhante ideia de ligar pro Léo, amigo dele do trabalho, para passarmos juntos a tarde no Rio, voltando pra Macaé somente à noite. Feito o contato, o Cris chegou no Rio, Léo e Letícia (esposa dele) na Rodoviária para nos guiar no trânsito caótico, rumo ao Barra Shopping. “Coisa de mineiro, merrrrmo!” – disse o casal carioca quando sugerimos almoçar no shopping. Mas de fato seria mais prático, já que meu namorado poderia aproveitar para comprar uma bermuda e uma camiseta – visto que estava apenas com a roupa do corpo, pois tinha saído direto do trabalho (em Macaé) com destino ao Rio, na noite anterior.

Na saída do shopping, ao chegarmos no carro parado dentro do estacionamento… Surpresa desagradável: algum espírito de porco furou o pneu do Toddynho, e tivemos que fazer a troca do pneu lá mesmo, sol a pino, barriga cheia, morrendo de vontade de ir para a praia. Mas o Toddynho é isso aí, “companheiraço”…

Depois do almoço e das compras, da troca do pneu, para onde fomos?????? Onde 4 mineiros e 2 cariocas poderiam ir em pleno sábado de carnaval, duas da tarde, sol de rachar???? Obviamente, para a PRAIA. Ficamos batendo altos papos na Barra, até que olhamos no relógio e vimos que já eram quase 8h da noite!!! (Detalhe que ainda tinha sol quente esse horário – Rio é Rio, né, minha gente).

Ante à triste constatação de que chegaríamos a Macaé para lá de meia-noite, e que viajaríamos de noite, sujos de mar e areia (porque mineiro que é mineiro, quando vai à praia tem que nadar para “pegar jacaré”), o Léo nos ofereceu a casa dele para passarmos a noite! Então, poderíamos curtir a noite carioca, a praia do dia seguinte e viajar logo depois do almoço, com céu claro. Aceitamos, com muito prazer.

O programa da noite foi na Lagoa Rodrigo de Freitas, lugar agradabilíssimo, super charmoso, jantar à luz de velas, Bossa Nova ao vivo tocando e, não podia faltar, uma cervejinha long neck ao preço “módico” de R$ 5,00 (neste quesito, ninguém merece!!!). Dormimos super bem e tomamos um café da manhã REAL – digno da realeza mesmo – na casa dos cariocas, com direito até a queijo-de-minas e pão-de-queijo, para não sentirmos “abstinência”. 😉

O dia começara muito bem, obrigada, e resolvemos ir à Prainha, ou Grumari, praias liiiindas, mas super distantes do centro da cidade, beeeem depois da Barra. Mas a aventura não ficou só por aí, por incrível que pareça. Antes de sair do túnel Rebouças, notamos um carro de polícia, com a sirene ligada, vindo atrás de nosso amigo Toddy, como que em perseguição implacável. Como motoristas educados, pegamos logo a pista da direita para dar passagem às “autoridades”. Qual não foi a nossa surpresa (para não dizer desespero mesmo) quando o carro de polícia se emparelhou com o nosso, e os policiais, com escopetas e metralhadoras em punho, nos fizeram sinais para encostar o carro, gritando e gesticulando. Paramos o carro, o Léo parou o dele mais à frente. O policial olhou bem dentro do carro, mandou o Cris sair e levar consigo os documentos. Neste meio tempo, o Léo saiu do carro dele e começou a andar na direção do nosso. O Policial se assustou, pôs a mão sobre a arma da cintura, e perguntou quem era. Cris respondeu que era um amigo, carioca mesmo, e que trabalhavam juntos. Ao ouvir isso, imediatamente o guarda guardou a pistola e voltou correndo pra viatura, nos mandando embora, que estava tudo ok, e arrancou logo o carro. Por um instante, ficamos sem entender muita coisa, mas depois de conversarmos com o Léo, descobrimos que estávamos prestes a ser… ASSALTADOS. Tristeza sem fim! Ele mesmo (Léo), já tinha sofrido 2 assaltos da mesma forma, há poucos meses!!!

Ahhhhh… Fala sério!!!

Ana.

** Para ler os outros capítulos da “saga”, clique:

1ª parte;

3ª parte (final).