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CARNAHELL III – O retorno

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3a. (e última) Parte – Para quem achou que o pesadelo já tinha terminado…

Depois de curtirmos bem a praia lotada do Recreio (porque não conseguimos chegar à prainha de tanto engarrafamento) – e quando digo lotada, é sendo disputado cada pedacinho de areia – e almoçarmos muito bem num restaurante da moda na Barra, pegamos estrada rumo a Macaé.

Quer dizer, só pegamos a estrada mesmo após nos perdermos em plena linha amarela (entramos em locais meio barra pesada) – o Cris se atrapalhou seguindo o Léo no trânsito carioca – e passarmos, por TRÊS VEZES, no MESMO PEDÁGIO!!! Acreditem se quiser, o atendente ficou até com dó e nos deixou passar na lateral (onde não tem cancela), por duas vezes…

Uma vez chegando à Via Lagos, acreditamos estar tudo numa nice, numa boa, pois nada de PIOR poderia nos acontecer…

Mais uma vez, estávamos enganados. Ao chegar à casa dos rapazes em Macaé, encontramos os quartos todos bagunçados, cheios de roupas misturadas (mulher, homem, calcinha, meia, calça jeans), a cozinha e a sala sujas, o chão e a parede meladas de gordura, a geladeira vazia… O que poderia ter causado aquilo??? Furacão? (Em pleno Rio de Janeiro… meio difícil.) Tsunami? (hã-hã, a casa ficava um pouco longe da orla, e no Brasil, né gente, não na Ásia.) Arrombamento? (Pois é, seria a explicação mais plausível)… O detalhe é que nos esquecemos de um figura que também morava na casa chamado Bill, e que tinha dito que iria viajar, pois sabia que estávamos indo pra lá no Carnaval.

O peça rara (e ultra folgado) se “esqueceu” que a casa teria visita das namoradas e chamou TODOS os seus primos e primas pra aproveitar a casa… E foi o que fizeram, né!? Rolou a maior briga entre todo mundo, mas no fim deu tudo certo. Os primos e primas do Bill dormiram juntos, no quarto dele – o que seria até muita sacanagem se não fosse o quarto dele o único da casa com ar-condicionado…

Nos dias que se seguiram, segunda e terça, passamos um Carnaval tranquilo, dentro dos padrões Macaenses, claro, ou seja: sol de rachar e engarrafamentos monstruosos. Para vocês terem uma ideia, gastamos umas 6 horas de Arraial do Cabo até Macaé…. (Haja paciência!!!). Tinha motorista utilizando o acostamento da pista da contra-mão para passar na frente dos outros, algo inimaginável para os padrões mineiros de dirigir.

A Aninha teria que ir embora na 3a à noite, pois teria que trabalhar na 4ª feira de cinzas. Então, resolvemos ir naquele dia para Búzios, pois era mais perto de Macaé e ela ainda não conhecia. O dia foi maravilhoso, o mar maravilhoso, algumas pessoas conhecidas, muita cerveja, peixe, etc. Deveriam ser umas 16h, quando a Aninha pediu p/ o Cris para ver sua passagem de volta para BH, que ele havia comprado pra ela na 6a feira anterior ao Carnaval. Foi aí que ocorreu a nossa última e mais traumática aventura (tá bom, a do assalto a mão armada no túnel traumatizou mais, eu admito) do Carnaval de 2005…

O Cris não conferiu a data da passagem na hora da compra, e o atendente da empresa de ônibus vendeu pra ele passagem para a sexta-feira!!! Para o mesmo dia em que ele estava comprando a passagem!!! E o dia que estava sendo tão maravilhoso, se transformou em uma tormenta sem fim! E foi um tal de liga pra empresa, liga pra Rodoviária, grita daqui, cara emburrada de lá, eu e o namorado no meio do fogo cruzado tentando aliviar a atmosfera, que não estava nada boa.

Por fim, depois de muuuuuito stress e correria, às 18:30h conseguimos convencer o atendente a nos ceder, de favor, um lugar no ônibus das 19h de Macaé para BH que, por um milagre, não estava completamente lotado ainda.

No final das contas, deu “tudo” certo e o resto do meu feriadão foi excelente, com direito à Praia de Costa Azul (Rio das Ostras) na 4a de cinzas, 5a, 6a , sábado e domingo!!! Uhuuuuuulllll! 😀

Enfim, um final feliz, né gente? Acho que eu mereci, depois de tanto sofrimento!!! Ufa!

Ana

************ THE END **************

Cliquem para ler toda a “saga” Carnahell:

1a. Parte;

2a Parte.

SEMANA E FDS

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“Pode ser fácil se você, ver o mundo de outro jeito…”

Esta foi a minha frase companheira da semana passada.
Galera, sentiram minha falta, né? Até que das três mineiras eu estava tentando não furar a lista de posts, mas na semana passada foi inevitável. Meu querido pai esteve doente e precisou ser submetido a uma cirurgia. Não vou entrar em detalhes do problema, mas dos males o menor. Então esfriei a cabeça, segurei fundo para não chorar demais e cuidei dele todos os dias da semana anterior.

A cirurgia ocorreu na terça-feira pela manhã, mas como não ficar ansiosa… anestesia geral, duas horas e meia de cirurgia, e um grande alívio quando o Dr. Salim disse: “Deu tudo certo! Foi um sucesso! Correu tudo bem!” Ai desagüei, coloquei para fora toda minha angústia de três meses de consultas, exames e preparativos para uma cirurgia, chorei de alívio.

O resto da semana ainda foi agitado, pois, mesmo revesando com minha mãe e irmã, dormir em hospital, passar um dia inteiro lá, não é fácil.

Tentei ver o problema pelo lado bom, fazer apenas uma cirurgia e curar. Deus é grande, sabe o que faz e graças a Ele meu paizão já está em casa são e salvo… ainda em repouso por dez dias, mas em ótima recuperação.

Então esta foi a justificativa de não ter postado na semana passada.

Passado o sufoco dos dias de feira, sábado tirei o atraso e saí o dia todo, todinho mesmo.

Logo cedo fui ao shopping fazer umas comprinhas básicas e ao supermercado com a mamãe. De tarde, churrasco quebradeira da turma dos Pipocas, quase todo mundo que estava na casa em Diamantina compareceu devidamente uniformizado (temos uma camisa da turma bem legal, amarelona). Bruno, Rafa, Lalá, Sabrina, Guga, Beto, Carla, Fábio, Cris, Alfredo, Lú, Lets, outra Carla, Pedro, Fernandinho, eu… e mais um tanto de gente legal…

Foi muito bom reencontrar todo mundo, ainda estamos em clima de carnaval e até combinamos a quebradeira do ano que vem, se tudo der certo, vamos bombar!!!

Bebidinhas leves, cerva, caipi, churrasco à vontade, megafone (fez sucesso no carnaval tocando a música do Titanic), forrozinho maroto, músicas de axé e até aquela ridícula “Senta, eu sei que senta…” (cowboy viado) quem ainda não ouviu??? Tudo isso fez parte de um agradável dia, por que nada poderia stressar.

À noite, eu e a Lets, burlando as leis do cansaço, ainda fomos parar no Calle 30, boate ótima no 06 Pistas de BH, e chegamos “bem cedo” em casa. Fim do horário de verão, já viram… Aproveitamos!

Apesar do cansaço no domingão, foi uma satisfação reencontrar uma turma boa, que quero manter contato sempre, pois são excelentes amigos. Além disso, dançar, paquerar, zoar, essas são minhas metas de 2005, que quero cumpri-las com grande estilo.

Beijos a todos, boa semana!

SEMANA E FDS

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“Pode ser fácil se você, ver o mundo de outro jeito…”

Esta foi a minha frase companheira da semana passada.
Galera, sentiram minha falta, né? Até que das três mineiras eu estava tentando não furar a lista de posts, mas na semana passada foi inevitável. Meu querido pai esteve doente e precisou ser submetido a uma cirurgia. Não vou entrar em detalhes do problema, mas dos males o menor. Então esfriei a cabeça, segurei fundo para não chorar demais e cuidei dele todos os dias da semana anterior.

A cirurgia ocorreu na terça-feira pela manhã, mas como não ficar ansiosa… anestesia geral, duas horas e meia de cirurgia, e um grande alívio quando o Dr. Salim disse: “Deu tudo certo! Foi um sucesso! Correu tudo bem!” Ai desagüei, coloquei para fora toda minha angústia de três meses de consultas, exames e preparativos para uma cirurgia, chorei de alívio.

O resto da semana ainda foi agitado, pois, mesmo revesando com minha mãe e irmã, dormir em hospital, passar um dia inteiro lá, não é fácil.

Tentei ver o problema pelo lado bom, fazer apenas uma cirurgia e curar. Deus é grande, sabe o que faz e graças a Ele meu paizão já está em casa são e salvo… ainda em repouso por dez dias, mas em ótima recuperação.

Então esta foi a justificativa de não ter postado na semana passada.

Passado o sufoco dos dias de feira, sábado tirei o atraso e saí o dia todo, todinho mesmo.

Logo cedo fui ao shopping fazer umas comprinhas básicas e ao supermercado com a mamãe. De tarde, churrasco quebradeira da turma dos Pipocas, quase todo mundo que estava na casa em Diamantina compareceu devidamente uniformizado (temos uma camisa da turma bem legal, amarelona). Bruno, Rafa, Lalá, Sabrina, Guga, Beto, Carla, Fábio, Cris, Alfredo, Lú, Lets, outra Carla, Pedro, Fernandinho, eu… e mais um tanto de gente legal…

Foi muito bom reencontrar todo mundo, ainda estamos em clima de carnaval e até combinamos a quebradeira do ano que vem, se tudo der certo, vamos bombar!!!

Bebidinhas leves, cerva, caipi, churrasco à vontade, megafone (fez sucesso no carnaval tocando a música do Titanic), forrozinho maroto, músicas de axé e até aquela ridícula “Senta, eu sei que senta…” (cowboy viado) quem ainda não ouviu??? Tudo isso fez parte de um agradável dia, por que nada poderia stressar.

À noite, eu e a Lets, burlando as leis do cansaço, ainda fomos parar no Calle 30, boate ótima no 06 Pistas de BH, e chegamos “bem cedo” em casa. Fim do horário de verão, já viram… Aproveitamos!

Apesar do cansaço no domingão, foi uma satisfação reencontrar uma turma boa, que quero manter contato sempre, pois são excelentes amigos. Além disso, dançar, paquerar, zoar, essas são minhas metas de 2005, que quero cumpri-las com grande estilo.

Beijos a todos, boa semana!

CARNAHELL – A saga continua…

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2a. PARTE – “POLÍCIA OU LADRÃO?”

Após uma “maravilhosa” (só que não) noite sono ao som do “caminhão-ar-condicionado” (porque o ar-condicionado do quarto do Hotel Rodoviário mais parecia uma turbina ligada no nosso ouvido – detalhe é que pagamos mais caro para ter um quarto com ar!), retornamos à Rodoviária para pegar o ônibus que sairia para Macaé às 09:30h. No entanto, TODOS os carros estavam atrasados mais de 3 horas, igual à noite anterior, e provavelmente o nosso partiria só depois do meio-dia.

Desnorteados com o calor, quase pisamos em cima da Aninha sentada em cima de sua mala, no enorme saguão da Rodoviária, lotada de gente. Ela é namorada do Cris, amigo do meu namorado, residente de Macaé, que também iria passar o Carnaval conosco. Aninha saiu de BH com destino para o Rio na noite da sexta-feira, e só tinha conseguido passagem de ônibus Rio/Macaé saindo às 17h. O Cris então decidiu ir de carro para o Rio, para buscar a Ana no Rio. E por carro, leia-se o “Todynho” – companheiro de aventuras (= UNO MILLE, 1900 e antigamente, cor de leite com Toddy). Provavelmente, ele chegaria no Rio às 12:00h, por isso, mais uma vez devolvemos nossas passagens e resolvemos esperar nossa carona.

O namorado teve a brilhante ideia de ligar pro Léo, amigo dele do trabalho, para passarmos juntos a tarde no Rio, voltando pra Macaé somente à noite. Feito o contato, o Cris chegou no Rio, Léo e Letícia (esposa dele) na Rodoviária para nos guiar no trânsito caótico, rumo ao Barra Shopping. “Coisa de mineiro, merrrrmo!” – disse o casal carioca quando sugerimos almoçar no shopping. Mas de fato seria mais prático, já que meu namorado poderia aproveitar para comprar uma bermuda e uma camiseta – visto que estava apenas com a roupa do corpo, pois tinha saído direto do trabalho (em Macaé) com destino ao Rio, na noite anterior.

Na saída do shopping, ao chegarmos no carro parado dentro do estacionamento… Surpresa desagradável: algum espírito de porco furou o pneu do Toddynho, e tivemos que fazer a troca do pneu lá mesmo, sol a pino, barriga cheia, morrendo de vontade de ir para a praia. Mas o Toddynho é isso aí, “companheiraço”…

Depois do almoço e das compras, da troca do pneu, para onde fomos?????? Onde 4 mineiros e 2 cariocas poderiam ir em pleno sábado de carnaval, duas da tarde, sol de rachar???? Obviamente, para a PRAIA. Ficamos batendo altos papos na Barra, até que olhamos no relógio e vimos que já eram quase 8h da noite!!! (Detalhe que ainda tinha sol quente esse horário – Rio é Rio, né, minha gente).

Ante à triste constatação de que chegaríamos a Macaé para lá de meia-noite, e que viajaríamos de noite, sujos de mar e areia (porque mineiro que é mineiro, quando vai à praia tem que nadar para “pegar jacaré”), o Léo nos ofereceu a casa dele para passarmos a noite! Então, poderíamos curtir a noite carioca, a praia do dia seguinte e viajar logo depois do almoço, com céu claro. Aceitamos, com muito prazer.

O programa da noite foi na Lagoa Rodrigo de Freitas, lugar agradabilíssimo, super charmoso, jantar à luz de velas, Bossa Nova ao vivo tocando e, não podia faltar, uma cervejinha long neck ao preço “módico” de R$ 5,00 (neste quesito, ninguém merece!!!). Dormimos super bem e tomamos um café da manhã REAL – digno da realeza mesmo – na casa dos cariocas, com direito até a queijo-de-minas e pão-de-queijo, para não sentirmos “abstinência”. 😉

O dia começara muito bem, obrigada, e resolvemos ir à Prainha, ou Grumari, praias liiiindas, mas super distantes do centro da cidade, beeeem depois da Barra. Mas a aventura não ficou só por aí, por incrível que pareça. Antes de sair do túnel Rebouças, notamos um carro de polícia, com a sirene ligada, vindo atrás de nosso amigo Toddy, como que em perseguição implacável. Como motoristas educados, pegamos logo a pista da direita para dar passagem às “autoridades”. Qual não foi a nossa surpresa (para não dizer desespero mesmo) quando o carro de polícia se emparelhou com o nosso, e os policiais, com escopetas e metralhadoras em punho, nos fizeram sinais para encostar o carro, gritando e gesticulando. Paramos o carro, o Léo parou o dele mais à frente. O policial olhou bem dentro do carro, mandou o Cris sair e levar consigo os documentos. Neste meio tempo, o Léo saiu do carro dele e começou a andar na direção do nosso. O Policial se assustou, pôs a mão sobre a arma da cintura, e perguntou quem era. Cris respondeu que era um amigo, carioca mesmo, e que trabalhavam juntos. Ao ouvir isso, imediatamente o guarda guardou a pistola e voltou correndo pra viatura, nos mandando embora, que estava tudo ok, e arrancou logo o carro. Por um instante, ficamos sem entender muita coisa, mas depois de conversarmos com o Léo, descobrimos que estávamos prestes a ser… ASSALTADOS. Tristeza sem fim! Ele mesmo (Léo), já tinha sofrido 2 assaltos da mesma forma, há poucos meses!!!

Ahhhhh… Fala sério!!!

Ana.

** Para ler os outros capítulos da “saga”, clique:

1ª parte;

3ª parte (final).

O BRASIL COMEÇA DEPOIS DO CARNAVAL! (EU TAMBÉM!)

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Reza a lenda que, no Brasil, tudo só funciona depois do carnaval. É apegada a esse conceito que saio “à francesa” da minha irresponsabilidade.

Explico melhor, primeiramente gostaria de fazer uma súplica a todos os fãs e leitores fieis do “Mineiras uai”. Preciso que vocês me ajudem, através de súplicas e orações, a fazer com que a Lúlis e a Anita (parceiras do blog) não me desvinculem do trio Mineiras. Concordo que fui extremamente irresponsável para com minhas obrigações. Mas, prometo que foi só uma fase da Dodô preguiçosa

Daqui pra frente tudo vai ser diferente…

“Juramento”

“Eu, Donária, mais conhecida como Dodô e/ou Dô,
prometo ser fiel e cumprir todos os meus compromissos
perante o blog: mineirasuai.
E se houver qualquer infração grave, aceito ser punida.”

Aiaiaiaiaiai……pega leve, galera!

Agora falando sério: Estou vendo, ou melhor, estou lendo aqui, que o carnaval das minhas amigas blogueiras foi pra lá de animado. O meu carnaval não ficou pra trás, e claro, não poderia deixar de ser na bucólica Cipotânea. Foi bom demais da conta, sô!!! Encontrei com minhas amigas que estavam de férias (Fernanda e Kátia), e juntas, fomos todos os dias para uma cidade vizinha que chama-se Alto Rio Doce….que piração.

Ah, se Alto Rio Doce, falasse. Acabei encontrando uns garotos de São Paulo, pelo 3º ano consecutivo. Não posso dar muitos detalhes, pois não quero aumentar a minha fama de Dô doidinha. Só sei que esses garotos são tudo de bom, pena morar tão longe. Ano passado fiquei intrigada com um deles, pois pensei que ele fosse gay. De acordo com uma prévia análise, o comportamento dele era uma tanto quanto, esdrúxulo. Acho que foi implicância minha. Tanto foi, que esse ano ele estava sempre ao meu lado. Beijo pra você !
Ah, bjoca também para o Lú, o Jú e o Bruno…ufa…quanto homem bonito, meu Deus!

Na segunda-feira de carnaval estava tão bom, que, lá pelas 22:00h, quando íamos embora para minha cidade. Eis, que eu decidi ficar sem eira nem beira e com a fé e a coragem, na tal cidadezinha. Só dava eu, sozinha no meio da galera (sem detalhes), no outro dia fui embora de ônibus. Cheguei em casa almocei, tomei um mega banho e voltei para o Santuário!! Bebida???? Aiai. Beijos? Ufa.., é melhor ficar caladinha. Já falei demais.

Mudando, novamente, de assunto, estou um pouco chateada comigo mesma. Pois, ultimamente venho decepcionando uma pessoainha muito querida. Pra melhorar, outra vez por causa da danada da minha irresponsabilidade. Apesar dela me considerar um pouco infantil, inconstante, irresponsável e às vezes inconveniente…..nossa, ela me odeia…brincadeirinha. Sei que lá no fundo, ela me ama, né Dotora? Gostaria que ela soubesse que apesar desse meu jeito, que está longe de agradar a gregos e troianos, sou fã de carteitinha dessa dotorinha de cabelos negros e encaracolados, branquinha e baixinha e brava como o cão e com um coração gigante.

Ela nasceu em São Paulo, mas ama Minas e odeia mineirices (diminutivos e girais jecas) odeia gerúndio, ama protetor solar, tem alergia a esmalte, é fã de filmes não hollywoodianos, adora uma boa música, ama arte, ama ler. É competente, inteligente e ultra, mega e super sobrecarregada com serviços advocatícios (um absurdo). É conhecida como: Magnânima, Magnífica… e por aí vai. Ela é nada mais nada menos que minha :”Poderosa Chefinha”. Ela está em pé de guerra comigo por minha culpa, minha máxima culpa. Só me resta 1 semana de convivência diária com ela, pois, já anunciei minha saída. Mas, o pior é admitir que ela tem RAZÃO. Todos os adjetivos descritos acima se encaixam em mim, exceto: “cabelos negros e alergia a esmalte”, deve ser por isso que gosto tanto dela assim. Ô lindona te encontro pelo mundo, e não fica brava não, tá! Só vou te contar um segredinho: “quando você fica brava dá vontade rir, porque não dá pra acreditar”.

Estou prontíssima para vida pós – carnaval! E, que venha a Semana Santa!
Na próxima semana, estarei aqui, com mais novidades!!!

Bjos da Dô!

O BRASIL COMEÇA DEPOIS DO CARNAVAL! (EU TAMBÉM!)

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Reza a lenda que, no Brasil, tudo só funciona depois do carnaval. É apegada a esse conceito que saio “à francesa” da minha irresponsabilidade.

Explico melhor, primeiramente gostaria de fazer uma súplica a todos os fãs e leitores fieis do “Mineiras uai”. Preciso que vocês me ajudem, através de súplicas e orações, a fazer com que a Lúlis e a Anita (parceiras do blog) não me desvinculem do trio Mineiras. Concordo que fui extremamente irresponsável para com minhas obrigações. Mas, prometo que foi só uma fase da Dodô preguiçosa

Daqui pra frente tudo vai ser diferente…

“Juramento”

“Eu, Donária, mais conhecida como Dodô e/ou Dô,
prometo ser fiel e cumprir todos os meus compromissos
perante o blog: mineirasuai.
E se houver qualquer infração grave, aceito ser punida.”

Aiaiaiaiaiai……pega leve, galera!

Agora falando sério: Estou vendo, ou melhor, estou lendo aqui, que o carnaval das minhas amigas blogueiras foi pra lá de animado. O meu carnaval não ficou pra trás, e claro, não poderia deixar de ser na bucólica Cipotânea. Foi bom demais da conta, sô!!! Encontrei com minhas amigas que estavam de férias (Fernanda e Kátia), e juntas, fomos todos os dias para uma cidade vizinha que chama-se Alto Rio Doce….que piração.

Ah, se Alto Rio Doce, falasse. Acabei encontrando uns garotos de São Paulo, pelo 3º ano consecutivo. Não posso dar muitos detalhes, pois não quero aumentar a minha fama de Dô doidinha. Só sei que esses garotos são tudo de bom, pena morar tão longe. Ano passado fiquei intrigada com um deles, pois pensei que ele fosse gay. De acordo com uma prévia análise, o comportamento dele era uma tanto quanto, esdrúxulo. Acho que foi implicância minha. Tanto foi, que esse ano ele estava sempre ao meu lado. Beijo pra você !
Ah, bjoca também para o Lú, o Jú e o Bruno…ufa…quanto homem bonito, meu Deus!

Na segunda-feira de carnaval estava tão bom, que, lá pelas 22:00h, quando íamos embora para minha cidade. Eis, que eu decidi ficar sem eira nem beira e com a fé e a coragem, na tal cidadezinha. Só dava eu, sozinha no meio da galera (sem detalhes), no outro dia fui embora de ônibus. Cheguei em casa almocei, tomei um mega banho e voltei para o Santuário!! Bebida???? Aiai. Beijos? Ufa.., é melhor ficar caladinha. Já falei demais.

Mudando, novamente, de assunto, estou um pouco chateada comigo mesma. Pois, ultimamente venho decepcionando uma pessoainha muito querida. Pra melhorar, outra vez por causa da danada da minha irresponsabilidade. Apesar dela me considerar um pouco infantil, inconstante, irresponsável e às vezes inconveniente…..nossa, ela me odeia…brincadeirinha. Sei que lá no fundo, ela me ama, né Dotora? Gostaria que ela soubesse que apesar desse meu jeito, que está longe de agradar a gregos e troianos, sou fã de carteitinha dessa dotorinha de cabelos negros e encaracolados, branquinha e baixinha e brava como o cão e com um coração gigante.

Ela nasceu em São Paulo, mas ama Minas e odeia mineirices (diminutivos e girais jecas) odeia gerúndio, ama protetor solar, tem alergia a esmalte, é fã de filmes não hollywoodianos, adora uma boa música, ama arte, ama ler. É competente, inteligente e ultra, mega e super sobrecarregada com serviços advocatícios (um absurdo). É conhecida como: Magnânima, Magnífica… e por aí vai. Ela é nada mais nada menos que minha :”Poderosa Chefinha”. Ela está em pé de guerra comigo por minha culpa, minha máxima culpa. Só me resta 1 semana de convivência diária com ela, pois, já anunciei minha saída. Mas, o pior é admitir que ela tem RAZÃO. Todos os adjetivos descritos acima se encaixam em mim, exceto: “cabelos negros e alergia a esmalte”, deve ser por isso que gosto tanto dela assim. Ô lindona te encontro pelo mundo, e não fica brava não, tá! Só vou te contar um segredinho: “quando você fica brava dá vontade rir, porque não dá pra acreditar”.

Estou prontíssima para vida pós – carnaval! E, que venha a Semana Santa!
Na próxima semana, estarei aqui, com mais novidades!!!

Bjos da Dô!

SAUDADES DO CARNAVAL…

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Sábio quem inventou o carnaval…

Não foi só o carnaval da Ana que fez história… já estou com saudades de Diamantina… ótimas lembranças…

O medo de que as chuvas de verão atrapalhassem a festança do carnaval acabou quando embarquei para Diamantina, na sexta-feira a tarde, e tive como companhia, durante todo o trajeto, o sol irradiante. Mas claro que deu umas chuvinhas na cidade e achei até bom para fazer uma rápida limpeza nas ladeiras de Diamantina.

Dentre o pessoal da casa em que fiquei, eu e a Letícia fomos as únicas que chegamos na sexta-feira, o povo queria curtir tanto que viajou na quinta. Mesmo com a casa cheia conseguimos um quartinho para nossa tranquilidade (eu, Lets, Pri e Carol – essas duas últimas minhas amigas de Brasília – dormimos num quarto só).

Vip’s dos Pipocas: esse foi o nome de guerra da nossa turma, que tinha mais ou menos 50 pessoas, divididas em duas casas, mas a maioria do pessoal ficou juntinho numa casa só.
Já primeira noite assistimos quase todo o show da Bartucada, que tocou todos os dias de meia noite às dez da manhã. MARAVILHOSO!!!
Dormir era a nossa última preocupação, não sobrava tempo… dias de liberdade total!
Se fossemos assistir a todos os shows só dormiríamos entre às 10 e 12 horas da manhã, pode? Mas ninguém aguenta, então às vezes apagamos umas horinhas à mais.
Mesmo quando o Barracão (cantor da Bartucada) tocava a última música, quase dez da matina, a Praça do Mercado ainda estava lotada de gente. Sono ninguém tinha.
Ah, e mesmo que o sono batesse pra valer, a galera animadíssima da minha casa não deixava: Rafa, Bruno, Robinho, Lalá, Sabrina, Lu, Cris, Henrique, Beto, OPolicial…
Apitos e músicas constantemente animavam nossa casa:

“Lu Lele, Lu Lelele, Lelelele,
Lu Lelele…”
(Música homenagem das amigas Pri e Carol para eu e Letícia)

“É só amor, é só alegria,
Pere, pere, pere pere,
É perereca noite e dia…”
(Música da turma dos Pererecas que prestigiam todos os anos o carnaval de Diamantina)

“Eu sou o sol, ela é a lua,
quando eu chego em casa,
ela já foi pra rua…”
(Música tema da Bartucada)

Dos momentos mais emocionantes, lembro do Batman, cantor da Bat Caverna, descendo num fio de aço do alto de um dos casarões da Praça do Mercado até o palco, sobrevoando todo o público. Arrepiava também quando via todas as pessoas (todo mundo mesmo) dançando a mesma coreografia nas músicas tocadas pela Bartucada, principalmente nas músicas do Chiclets com Banana. LINDO DEMAIS!!!

A cidade estava muito cheia, mais do que todos os anos em que eu passei lá. Para terem uma idéia, as padarias e restaurantes não davam conta de alimentar tantas pessoas. Funcionavam 24 horas por dia e sempre tinham filas nas portas. E os foliões tinham paciência. Tinha gente que não acabava mais: BH, Rio, SP, Brasília, e vários outros lugares. Quanta gente conhecida encontrei: o pessoal de Curvelo (Renatinho, Henrique, Sânzio, Vivi, Du, Dolfinho, Rafa, Léo, Dé, Fabinho, Camilinha…); a galera da faculdade (Sânzio, Flávio, Daniel, Adriano…); os meninos do Rio (Davi, Rafão e Christian) Quanta gente conheci, fiz amigos inesqueíciveis e solidifiquei amizades (Carol e Pri, amo vocês!)

Foi um carnaval TDB!!!

Ah, e não posso esquecer dos gatinhos que embelezaram o carnaval, tinha na cidade mulheres e homens bonitos. O legal foi que as pessoas não faziam baixarias, chegavam, conversavam e ai então ficavam. Acho que muita gente estava receosa com as câmeras e policiamento em toda parte da cidade.

Saudades… saudades de uma vida incrível…
Com algumas pessoas manterei contato… pessoalmente ou pela internet, até que chegue o próximo carnaval em Diamantina!
Beijos Lú

CARNAHELL

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1a. PARTE – “HOTEL CALIFORNIA”

Não fosse o calor que faz no Rio de Janeiro, o engarrafamento na entrada da cidade tira a paciência de qualquer mortal (menos dos próprios cariocas, pois estes não se estressam com nada).

Não, não estou falando mal do Rio. Adoro aquela cidade, que é realmente maravilhosa, haja vista alguns posts passados. O desfile das escolas de samba é deslumbrante, não há dúvidas. Os bloquinhos são divertidíssimos! Mas voltar ao Rio para passar o Carnaval novamente, para mim e para mais 3 pessoas em particular, já será um caso a se pensar…

Em 2003, assim como este ano, resolvi passar o Carnaval em Macaé-RJ, com meu namorado. No entanto, deixei para comprar a passagem um pouco em cima da hora, e já não havia mais lugares nos ônibus que fazem o trajeto direto BH/Macaé. O jeito foi ir pro Rio, e de lá pegar um outro ônibus para Macaé. Segundo meu namorado, claro que teria passagem para Macaé, sai ônibus do Rio para aquela cidade de hora em hora, etc e tal, não precisava se preocupar, imagina!

Chegando na Rodoviária “Novo Rio”, lá pelas 19h, um calor de mais ou menos 42 graus, o lugar parecia um formigueiro, nunca vi tanta gente em toda a minha vida. Agorafobia define. Adivinha se tinha passagem para Macaé? Necas… Somente lugares EM PÉ (pelo mesmo preço das poltronas, lógico), que sairia somente às 00:15h. O jeito foi ficar por lá esperando quase 4h. Meu namorado ficou muito preocupado comigo, e o coitado foi pro Rio me encontrar, saindo de ônibus, de Macaé, mais ou menos às 17:30h. Geralmente, o trajeto dura 3 horas… Mas como estávamos em plena “sexta-feira” de Carnaval, ele somente chegou no Rio às 00:05h!!! Eu já estava completamente apavorada, pois pelo horário marcado, o ônibus já sairia para Macaé em apenas 10 minutos! Descemos juntos correndo a rampa para o desembarque… eu com, minhas malas e o namorado somente com a roupa do corpo (afinal, não haveria nenhuma necessidade de ele levar mala para si).

Triste engano! Nem na plataforma de embarque conseguimos chegar, a rampa que nos levaria até lá estava congestionada de tanta gente! Fiquei parada no local enquanto meu namorado tentava descobrir se o ônibus já teria saído, e tal. Para o nosso desespero, todas as linhas estavam mais de 3 horas atrasadas! Já era mais de 0h de sábado e os ônibus das 21h de sexta ainda nem tinham chegado lá para embarcar seus passageiros! Neste momento, quase tive um colapso. Não me aguentava em pé, não aguentava mais ficar sentada, pois já tinha viajado o dia inteiro, precisava urgentemente de um banho e de uma cama. O namorado ficou com dó, viu o meu estado e então resolvemos devolver as passagens, passar a noite num hotel ali por perto e ir para Macaé de manhã.

Alguém, aí já ouviu aquela música “Hotel California“? Pois era mais ou menos daquele jeito o “Hotel Rodoviário”, exatamente ao lado da Rodoviária, e estilo aquelas pocilgas da Av. Paraná (de BH), “apartamentos com água quente”… Credo! No meu estado de total letargia, vencida pelo esgotamento físico daquela viagem até então desastrosa, o banho e a cama foram mais que suficientes para me fazer aprofundar no sono… Mas para o namorado, que mede 1,84m, o pé-direito do quarto de 1,80m não o deixaram nem respirar!

Se pensam que já acabou nosso sofrimento, não se enganem, a história continua, e acreditem, cada vez pior…

Ana.

** Para ler os próximos capítulos da “saga”, clique:

2ª parte;

3ª parte (final).

Comunicados Gerais

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Depois de um período displicentes… Voltamos a escrever. (Espero!)

Mês de Janeiro é fogo… uma de férias, a outra trabalhando em dobro, outra viajando, ou com preguiça, sem tempo e ou sem inspiração.

Ano novo, vida nova, e 2005 já chegou há mais de um mês! Já era hora de dar uma agitada neste troço aqui.

Novidade quentíssima: meu avô, de 81 anos, criou um blog neste carnaval, com a ajuda de papai. Já fui lá visitar, e ficou muito interessante, afinal de contas, são oitenta e um anos de causos, muita lucidez e energia de viver! Passem por lá que vão gostar, é só clicar aqui http://ontemehoje.blogspot.com.

Beijos das mineiras

Lê, Dô, e Lú.

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Depois de um período displicentes… Voltamos a escrever. (Espero!)

Mês de Janeiro é fogo… uma de férias, a outra trabalhando em dobro, outra viajando, ou com preguiça, sem tempo e ou sem inspiração.

Ano novo, vida nova, e 2005 já chegou há mais de um mês! Já era hora de dar uma agitada neste troço aqui.

Novidade quentíssima: meu avô, de 81 anos, criou um blog neste carnaval, com a ajuda de papai. Já fui lá visitar, e ficou muito interessante, afinal de contas, são oitenta e um anos de causos, muita lucidez e energia de viver! Passem por lá que vão gostar, é só clicar aqui http://ontemehoje.blogspot.com.

Beijos das mineiras

Lê, Dô, e Lú.