Arquivo da categoria: Causos

Cantigas de Assustar

Padrão

Ou:
Boi da Cara Afro-Americana (?!)

Sempre fui muito musical. Inclusive tenho mania de brincar com músicas e letras de músicas, como até mesmo já comentei neste texto, além de ter aprendido a tocar piano aos 06 anos, e ainda fazer desta atividade uma de minhas terapias pra enfrentar o dia a dia. Sem contar que minha família também é musical, meu pai toca vários instrumentos, meus irmãos tocam samba de raiz, meu avô já tocou em banda na cidade dele, meu avô materno toca violão e acordeon desde moço, etc.

Nada mais natural que eu, enquanto criança em desenvolvimento num ambiente amplamente musical, gostasse de cantigas de ninar… Certo? Errado! Uma coisa que sempre me intrigou muito foram as tais “cantigas de ninar”, ou “cantigas de roda”, tradicionais em Minas, e creio que em todo o Brasil. Isto porque, muitas vezes – quando criança – eu não conseguia nem dormir se alguém cantasse pra mim uma dessas músicas, de tão assustadoras que eu as achava. Sempre ficava imaginando as cenas da letra das músicas, e muitas vezes o que eu conseguia era ter um pesadelo daqueles…

Você já parou pra pensar e examinar a fundo?

Dá só uma olhada: “Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta”. Ou então: “Atirei o pau no gato / mas o gato / não morreu / Dona Chica / admirou-se / Do berro / do berro que o gato deu / Miau!”. São ou não são letras de um certo mau gosto, e pra piorar, politicamente incorretas?

Aí outro dia recebi um e-mail contando a história de um brasileiro que morava nos Estados Unidos, e trabalhava de “baby-siter” pra complementar a renda, e este rapaz começou a ficar extremamente sem jeito e preocupado ao comparar as nossas cantigas de ninar com as de língua inglesa, que eram em geral bem mimosas, inofensivas e infantis mesmo. Além disso, fiquei muito surpresa ao ler na Veja de 22/03/2006 (a que tem o FHC na capa), uma reportagem da jornalista Mônica Weinberg – “Será que Funciona? Cantigas ganham letras politicamente corretas” – exatamente sobre as nossas bizarras cantigas de ninar, e suas versões politicamente corretas (não menos bizzaras, em sua maioria, diga-se de passagem).

Então vejamos:

O “Boi da Cara Preta” virou “Boi do Piauí”:
“Boi, boi, boi, boi do Piauí, pega essa menina que não gosta de dormir”.

(Rá! Tirou o preconceito contra negros e entrou o preconceito contra Nordestinos… Não sei o que é pior. Além do mais, continua fazendo ameaça à criança…)

E o Atirei o Pau no Gato ficou assim:
“Não atire o pau no gato / porque isso / não se faz / o gatinho / é nosso amigo / não devemos / maltratar os animais / Miau!”.
(A letra é até ecologicamente correta, mas não achei que ficou muito legal com a melodia…)

Já O Cravo e a Rosa…
“O cravo brigou com a rosa / debaixo de uma sacada / o cravo saiu ferido /e a rosa despedaçada. / O cravo ficou doente / a rosa foi visitar / o cravo teve um desmaio / a rosa pôs-se a chorar./ A rosa deu um remédio / e o cravo logo sarou / o cravo foi levantado / a rosa o abraçou.”
(Ok, ok, e o início da música? É, parece que a violência doméstica é considerada normal… Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio???)

E as outras canções? Não foram sugeridas mudanças ainda para elas:

“Eu sou pobre, pobre, pobre / de marré, marré, marré / Eu sou pobre, pobre, pobre / De marré de si. / Eu sou rica, rica, rica / De marré, marré, marré / Eu sou rica, rica, rica / De marré de si.”

(Chega a ser uma Ode à Desigualdade Social…)

“Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! / Vem cá, meu bem, vem cá! / Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! / Tenho medo de apanhar.”

(Quem foi o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú…)

“Marcha soldado, cabeça de papel! / Quem não marchar direito, / Vai preso pro quartel. / O quartel pegou fogo / Maria deu sinal / Acode, acode, acode à bandeira nacional”.

(De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se fu*… Sem contar que dá mais valor ao bem material – a bandeira – que à vida dos soldados…)

“A canoa virou / Quem deixou ela virar / Foi por causa da (nome de pessoa) / Que não soube remar”.

(Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante.)

“Samba-lelê tá doente, / Tá com a cabeça quebrada. / Samba-lelê precisava / É de umas boas palmadas”.

(A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada e necessita de cuidados médicos. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do… Bitú!!!)

E aí? Alguma sugestão?

Beijos,

Ana.

Cantigas de Assustar

Padrão

Ou:
Boi da Cara Afro-Americana (?!)

Sempre fui muito musical. Inclusive tenho mania de brincar com músicas e letras de músicas, como até mesmo já comentei neste texto, além de ter aprendido a tocar piano aos 06 anos, e ainda fazer desta atividade uma de minhas terapias pra enfrentar o dia a dia. Sem contar que minha família também é musical, meu pai toca vários instrumentos, meus irmãos tocam samba de raiz, meu avô já tocou em banda na cidade dele, meu avô materno toca violão e acordeon desde moço, etc.

Nada mais natural que eu, enquanto criança em desenvolvimento num ambiente amplamente musical, gostasse de cantigas de ninar… Certo? Errado! Uma coisa que sempre me intrigou muito foram as tais “cantigas de ninar”, ou “cantigas de roda”, tradicionais em Minas, e creio que em todo o Brasil. Isto porque, muitas vezes – quando criança – eu não conseguia nem dormir se alguém cantasse pra mim uma dessas músicas, de tão assustadoras que eu as achava. Sempre ficava imaginando as cenas da letra das músicas, e muitas vezes o que eu conseguia era ter um pesadelo daqueles…

Você já parou pra pensar e examinar a fundo?

Dá só uma olhada: “Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta”. Ou então: “Atirei o pau no gato / mas o gato / não morreu / Dona Chica / admirou-se / Do berro / do berro que o gato deu / Miau!”. São ou não são letras de um certo mau gosto, e pra piorar, politicamente incorretas?

Aí outro dia recebi um e-mail contando a história de um brasileiro que morava nos Estados Unidos, e trabalhava de “baby-siter” pra complementar a renda, e este rapaz começou a ficar extremamente sem jeito e preocupado ao comparar as nossas cantigas de ninar com as de língua inglesa, que eram em geral bem mimosas, inofensivas e infantis mesmo. Além disso, fiquei muito surpresa ao ler na Veja de 22/03/2006 (a que tem o FHC na capa), uma reportagem da jornalista Mônica Weinberg – “Será que Funciona? Cantigas ganham letras politicamente corretas” – exatamente sobre as nossas bizarras cantigas de ninar, e suas versões politicamente corretas (não menos bizzaras, em sua maioria, diga-se de passagem).

Então vejamos:

O “Boi da Cara Preta” virou “Boi do Piauí”:
“Boi, boi, boi, boi do Piauí, pega essa menina que não gosta de dormir”.

(Rá! Tirou o preconceito contra negros e entrou o preconceito contra Nordestinos… Não sei o que é pior. Além do mais, continua fazendo ameaça à criança…)

E o Atirei o Pau no Gato ficou assim:
“Não atire o pau no gato / porque isso / não se faz / o gatinho / é nosso amigo / não devemos / maltratar os animais / Miau!”.
(A letra é até ecologicamente correta, mas não achei que ficou muito legal com a melodia…)

Já O Cravo e a Rosa…
“O cravo brigou com a rosa / debaixo de uma sacada / o cravo saiu ferido /e a rosa despedaçada. / O cravo ficou doente / a rosa foi visitar / o cravo teve um desmaio / a rosa pôs-se a chorar./ A rosa deu um remédio / e o cravo logo sarou / o cravo foi levantado / a rosa o abraçou.”
(Ok, ok, e o início da música? É, parece que a violência doméstica é considerada normal… Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio???)

E as outras canções? Não foram sugeridas mudanças ainda para elas:

“Eu sou pobre, pobre, pobre / de marré, marré, marré / Eu sou pobre, pobre, pobre / De marré de si. / Eu sou rica, rica, rica / De marré, marré, marré / Eu sou rica, rica, rica / De marré de si.”

(Chega a ser uma Ode à Desigualdade Social…)

“Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! / Vem cá, meu bem, vem cá! / Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! / Tenho medo de apanhar.”

(Quem foi o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú…)

“Marcha soldado, cabeça de papel! / Quem não marchar direito, / Vai preso pro quartel. / O quartel pegou fogo / Maria deu sinal / Acode, acode, acode à bandeira nacional”.

(De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se fu*… Sem contar que dá mais valor ao bem material – a bandeira – que à vida dos soldados…)

“A canoa virou / Quem deixou ela virar / Foi por causa da (nome de pessoa) / Que não soube remar”.

(Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante.)

“Samba-lelê tá doente, / Tá com a cabeça quebrada. / Samba-lelê precisava / É de umas boas palmadas”.

(A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada e necessita de cuidados médicos. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do… Bitú!!!)

E aí? Alguma sugestão?

Beijos,

Ana.

Cantigas de Assustar

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Ou:
Boi da Cara Afro-Americana (?!)

Sempre fui muito musical. Inclusive tenho mania de brincar com músicas e letras de músicas, como até mesmo já comentei neste texto, além de ter aprendido a tocar piano aos 06 anos, e ainda fazer desta atividade uma de minhas terapias pra enfrentar o dia a dia. Sem contar que minha família também é musical, meu pai toca vários instrumentos, meus irmãos tocam samba de raiz, meu avô já tocou em banda na cidade dele, meu avô materno toca violão e acordeon desde moço, etc.

Nada mais natural que eu, enquanto criança em desenvolvimento num ambiente amplamente musical, gostasse de cantigas de ninar… Certo? Errado! Uma coisa que sempre me intrigou muito foram as tais “cantigas de ninar”, ou “cantigas de roda”, tradicionais em Minas, e creio que em todo o Brasil. Isto porque, muitas vezes – quando criança – eu não conseguia nem dormir se alguém cantasse pra mim uma dessas músicas, de tão assustadoras que eu as achava. Sempre ficava imaginando as cenas da letra das músicas, e muitas vezes o que eu conseguia era ter um pesadelo daqueles…

Você já parou pra pensar e examinar a fundo?

Dá só uma olhada: “Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta”. Ou então: “Atirei o pau no gato / mas o gato / não morreu / Dona Chica / admirou-se / Do berro / do berro que o gato deu / Miau!”. São ou não são letras de um certo mau gosto, e pra piorar, politicamente incorretas?

Aí outro dia recebi um e-mail contando a história de um brasileiro que morava nos Estados Unidos, e trabalhava de “baby-siter” pra complementar a renda, e este rapaz começou a ficar extremamente sem jeito e preocupado ao comparar as nossas cantigas de ninar com as de língua inglesa, que eram em geral bem mimosas, inofensivas e infantis mesmo. Além disso, fiquei muito surpresa ao ler na Veja de 22/03/2006 (a que tem o FHC na capa), uma reportagem da jornalista Mônica Weinberg – “Será que Funciona? Cantigas ganham letras politicamente corretas” – exatamente sobre as nossas bizarras cantigas de ninar, e suas versões politicamente corretas (não menos bizzaras, em sua maioria, diga-se de passagem).

Então vejamos:

O “Boi da Cara Preta” virou “Boi do Piauí”:
“Boi, boi, boi, boi do Piauí, pega essa menina que não gosta de dormir”.

(Rá! Tirou o preconceito contra negros e entrou o preconceito contra Nordestinos… Não sei o que é pior. Além do mais, continua fazendo ameaça à criança…)

E o Atirei o Pau no Gato ficou assim:
“Não atire o pau no gato / porque isso / não se faz / o gatinho / é nosso amigo / não devemos / maltratar os animais / Miau!”.
(A letra é até ecologicamente correta, mas não achei que ficou muito legal com a melodia…)

Já O Cravo e a Rosa…
“O cravo brigou com a rosa / debaixo de uma sacada / o cravo saiu ferido /e a rosa despedaçada. / O cravo ficou doente / a rosa foi visitar / o cravo teve um desmaio / a rosa pôs-se a chorar./ A rosa deu um remédio / e o cravo logo sarou / o cravo foi levantado / a rosa o abraçou.”
(Ok, ok, e o início da música? É, parece que a violência doméstica é considerada normal… Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio???)

E as outras canções? Não foram sugeridas mudanças ainda para elas:

“Eu sou pobre, pobre, pobre / de marré, marré, marré / Eu sou pobre, pobre, pobre / De marré de si. / Eu sou rica, rica, rica / De marré, marré, marré / Eu sou rica, rica, rica / De marré de si.”

(Chega a ser uma Ode à Desigualdade Social…)

“Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! / Vem cá, meu bem, vem cá! / Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! / Tenho medo de apanhar.”

(Quem foi o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú…)

“Marcha soldado, cabeça de papel! / Quem não marchar direito, / Vai preso pro quartel. / O quartel pegou fogo / Maria deu sinal / Acode, acode, acode à bandeira nacional”.

(De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se fu*… Sem contar que dá mais valor ao bem material – a bandeira – que à vida dos soldados…)

“A canoa virou / Quem deixou ela virar / Foi por causa da (nome de pessoa) / Que não soube remar”.

(Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante.)

“Samba-lelê tá doente, / Tá com a cabeça quebrada. / Samba-lelê precisava / É de umas boas palmadas”.

(A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada e necessita de cuidados médicos. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do… Bitú!!!)

E aí? Alguma sugestão?

Beijos,

Ana.

PILANTRAGEM, MÁ-FÉ, ANTI-ÉTICA

Padrão

Definitivamente não suporto quem age com má-fé e é anti-ético profissionalmente!

Hoje, mais uma vez, fiquei sabendo de uma amiga que foi chamada para fazer entrevista num escritório de um advogado pilantra. A entrevista é sempre sensata no início, mas para os mais intuitivos, enxerga-se que boa coisa não é trabalhar com ele. Não vou entrar ao mérito do ocorrido, mas infelizmente, tem muito advogado anti-ético por ai, fazendo jus às inúmeras piadinhas que ouvimos.
No escritório que trabalho temos, inclusive, processos cíveis e administrativos junto a OAB contra advogados que roubaram ou deixaram de prestar contas a seus clientes.

Outro trabalho que me deixa com raiva vem das “agências de empregos”. Não das agências sérias, que realmente selecionam os profissionais e os reenquadram no mercado de trabalho. Mas digo daquelas inúmeras agências que cobram caríssimo pra distribuir um currículo e muitas vezes o desempregado nunca é chamado ao emprego por influência da tal agência. Além disso, não conseguem um centavo de desconto pelo trabalho não prestado.

No setor de Engenharia, principalmente civil, também não é diferente. Muito se escuta sobre engenheiros que não sabem nem como se lê uma planta de casa. Condenam toda uma estrutura e depois tentam se eximir da responsabilidade de indenizar vítimas de um possível acidente.

Médicos cometem erros grosseiros em cirurgias, deixam uma agulha, uma gase dentro de um paciente operado. Tudo bem que há uma equipe, porque o “Dr.” sozinho não dá conta de vigiar tudo, mas esse é mais um motivo para tentar não cometer erros. Todos são responsáveis, será que ninguém testou que um paciente seria alérgico a certo medicamento, ou precisava de cuidados mais do que especiais antes de morrer? A vida humana vale muito!

Horrorizada também estou com as cenas da novela “Belíssima” que retratam uma realidade cruel: a ilusão de uma adolescente bonita virar modelo num país longínquo. Quem está por trás da prostituição? Uma “suposta” agência de modelos, concretizando o sonho de uma garota sem instrução. A prosperidade da vida, o dinheiro certo, mas ganhado a custo alto???

Tenho pensado muito sobre a ética profissional, tento ser o mais fiel a meus clientes e esclarecer as coisas aos mínimos detalhes. Não iludo o sonho de ganhar elevadas indenizações por danos morais, quando esta não é mais a realidade do Judiciário. Este já sabe que existe uma fábrica de sonhos por trás do pedido de dinheiro.

Não só nessas, mas em todas a profissões há bons e maus trabalhadores. Gente querendo passar o outro para trás! A ganância e a inveja estão falando mais alto do que o bom senso, a boa-fé, a ética na prestação dos serviços.
Não estou revoltada, mas temos que mudar isso! Que nunca sejamos assim!

PILANTRAGEM, MÁ-FÉ, ANTI-ÉTICA

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Definitivamente não suporto quem age com má-fé e é anti-ético profissionalmente!

Hoje, mais uma vez, fiquei sabendo de uma amiga que foi chamada para fazer entrevista num escritório de um advogado pilantra. A entrevista é sempre sensata no início, mas para os mais intuitivos, enxerga-se que boa coisa não é trabalhar com ele. Não vou entrar ao mérito do ocorrido, mas infelizmente, tem muito advogado anti-ético por ai, fazendo jus às inúmeras piadinhas que ouvimos.
No escritório que trabalho temos, inclusive, processos cíveis e administrativos junto a OAB contra advogados que roubaram ou deixaram de prestar contas a seus clientes.

Outro trabalho que me deixa com raiva vem das “agências de empregos”. Não das agências sérias, que realmente selecionam os profissionais e os reenquadram no mercado de trabalho. Mas digo daquelas inúmeras agências que cobram caríssimo pra distribuir um currículo e muitas vezes o desempregado nunca é chamado ao emprego por influência da tal agência. Além disso, não conseguem um centavo de desconto pelo trabalho não prestado.

No setor de Engenharia, principalmente civil, também não é diferente. Muito se escuta sobre engenheiros que não sabem nem como se lê uma planta de casa. Condenam toda uma estrutura e depois tentam se eximir da responsabilidade de indenizar vítimas de um possível acidente.

Médicos cometem erros grosseiros em cirurgias, deixam uma agulha, uma gase dentro de um paciente operado. Tudo bem que há uma equipe, porque o “Dr.” sozinho não dá conta de vigiar tudo, mas esse é mais um motivo para tentar não cometer erros. Todos são responsáveis, será que ninguém testou que um paciente seria alérgico a certo medicamento, ou precisava de cuidados mais do que especiais antes de morrer? A vida humana vale muito!

Horrorizada também estou com as cenas da novela “Belíssima” que retratam uma realidade cruel: a ilusão de uma adolescente bonita virar modelo num país longínquo. Quem está por trás da prostituição? Uma “suposta” agência de modelos, concretizando o sonho de uma garota sem instrução. A prosperidade da vida, o dinheiro certo, mas ganhado a custo alto???

Tenho pensado muito sobre a ética profissional, tento ser o mais fiel a meus clientes e esclarecer as coisas aos mínimos detalhes. Não iludo o sonho de ganhar elevadas indenizações por danos morais, quando esta não é mais a realidade do Judiciário. Este já sabe que existe uma fábrica de sonhos por trás do pedido de dinheiro.

Não só nessas, mas em todas a profissões há bons e maus trabalhadores. Gente querendo passar o outro para trás! A ganância e a inveja estão falando mais alto do que o bom senso, a boa-fé, a ética na prestação dos serviços.
Não estou revoltada, mas temos que mudar isso! Que nunca sejamos assim!

Idiossincrasias

Padrão

Manias, excentricidades, extravagâncias, esquisitices. Todos nós possuímos algumas e são elas que nos distinguem das outras pessoas, pois cada um tem sua maneira própria de ver, sentir, e expressar sentimentos e emoções.

Enfim, as “Mineiras, Uai!” foram desafiadas pelo Jerico e pela Elayne a escrever cinco de suas manias, e é esse desafio que viemos cumprir agora! Então, prezados leitores desavisados, preparem-se, pois revelaremos aqui e agora, em primeira mão, sem pudores ou vergonhas, as nossas maiores e/ou piores manias!

Bela

1- Roer unha no cinema

Não tem jeito. Seja qual for o filme, eu sempre saio do cinema com cotocos de unha. O cinema é um entretenimento tão grande para mim que me deixo envolver totalmente pela história. Se estiver assistindo um filme policial, rôo as unhas de nervosismo; se for um suspense, de ansiedade; assistindo um romance, de emoção; e se o filme for ruim, então, é até pior, rôo as unhas por puro tédio!

2- Fazer barulho com o canudinho

Sim, minha mãe me ensinou que isso é falta de educação, mas adoro fazer barulho com o canudinho sorvendo aquelas últimas gotinhas do copo. Eu, perder uma gota de coca-cola? Nem pensar, seja falta de educação ou não!


3- Usar mil e um produtos pro cabelo

O texto publicado no dia 15 de março não é mentiroso: eu passo sim pré shampoo, shampoo, pós shampoo, condicionador, protetor térmico, silicone e pomada nos cabelos todos os dias. Sei que é uma perda de tempo e de dinheiro considerável, mas é uma mania, uai! Assumo mesmo…


4- Conferir o meu e-mail quinhentas vezes por dia

Amo receber e-mails. Amo ter notícias dos meus amigos. Amo receber textos interessantes, a programação do Palácio das Artes, a frase do dia do site Evene, e todo aquele lixo virtual que tem a prerrogativa de me distrair do meu trabalho!


5- Escrever bilhetinhos para o meu namorado

Eu acho muito gostoso mandar um monte de bilhetinhos para o meu amor! Gosto de escondê-los na carteira, no chocolate, no bolso, para ele achar de surpresa e não esquecer nem um minuto como ele é especial para mim! Também adoro procurar papeizinhos diferentes e divertidos para escrever os bilhetes, incrementando-os com adesivos de sapinhos ou corações! Ah, essa até que é uma mania bonitinha!


Ana

1-
Porta Aberta

Sim, crianças. Tenho mania de fazer tudo com a porta aberta: xixi, número 2, me arrumar, tomar banho, trocar de roupa… Vixi, nem sou novidade mais pros vizinhos… Coisa feia, né? Mas o que eu posso fazer? Meus pais também têm esta mania, e numa casa com mais 2 homens (meus irmãos), esta mania provoca brigas homéricas!

2- Café

Não adianta. Até o meu médico já falou que preciso evitar tomar café. Minha gastrite reclama, mas se eu não tomar café preto, com adoçante, de manhã, na hora que eu acordo… Sai de baixo!

3- Musicar

Eu tenho esta mania, que aprendi com minha mãe quando eu era criança, mania que ela e meus irmãos também têm até hoje! É assim: a gente pega qualquer palavra que vem na cabeça e canta uma música conhecida, mas encaixando só aquela palavra na melodia da música. A primeira vez que eu cantei assim na minha vida foi a música “Atirei o Pau no Gato”, só que com a palavra “mamãe”. Entenderam como? Não? Ah… é coisa de maluco mesmo!

4- Batom

Não tem jeito. Só consigo sair de casa se for com a boca colorida. Eu tive um batom da “Fina Flor” que fiquei encarnada váááários anos, todas as minhas amigas me zoavam porque eu só usava aquele batom… Tentei mudar, e agora tenho usado um do Boticário. Mas tenho vários outros também, brilhos, gloss, de todos os tipos e cores.

5- E-mail, blog…

Perco horas do dia na internet… É uma mania, um vício, sei lá o quê! Mas todos os dias eu confiro meu e-mail pessoal, o e-mail das “Mineiras, Uai!”, se tem novos comentários no blog, ou no flickr das “Mineiras, Uai!”, ou no meu flickr pessoal… Ah é! E sempre deixo uma janela aberta no PC o tempo todo com o meu gmail, então assim que entra mensagem nova, eu fico sabendo! Haja vício…



1- Dar 3 espirros de manhã cedo

Mas são 3 mesmo, nunca 4 ou 2. Eu não gosto de espirrar na rua, ai me acostumei a fazer isso, é ritual. E meu irmão mais novo sempre me enche o saco por causa disso. Mas já virou mania há mais de 10 anos.

2- Escovar os dentes segurando na cintura

Até parece que meu corpo vai cair. E em seguida lavo o rosto sem respirar, com o nariz tampado. Nem jogo tanta água no rosto, mas não consigo mudar esse jeito.

3- Banana e ovo

Não comer banana ou ovo à noite, porque segundo a minha teoria: “dá sonhação”. Meu namorado disse que nunca ouviu essa palavra, já ouviu pesadelo, sonho ruim, mas “sonhação” não. Diz ele que é coisa que inventei e não tem jeito de eu mudar.

4- Nomear a mamãe

Mania de chamar minha mãe de vários nomes ou palavras que vêm à minha cabeça, diferentes de mãe ou mamãe. Às vezes a chamo de nomes de países, tipo Itália ou Madagascar (e olha que ela nunca saiu do Brasil); ou chamo de nome de fruta; ou de algum acontecimento que passou na TV, tipo Tssunami, Titanic; ou invento qualquer nome: ela chama Ana Janete e eu grito Florença, Maria, Pipoca, Xuxuca, o que vier na mente.

5- Aquilo roxo

Calma gente! É mania de só comprar escova de dente, chinelo e pijamas ROXO, LILÁS, ou cor semelhante. Isso desde pequena, raramente eu compro de cor diferente, a não ser que não tenha pra vender.




1-
Sininho

Sempre “viaja” achando que é a Sininho e que vive na Terra do Nunca… Para a Dô, o melhor final para a história do menino que não queria crescer era se ele acabasse fazendo um par romântico com a fadinha do pó de pirlim-pimpim.

2- Brigar com a irmã

Todos os dias briga com a irmã, por qualquer motivo, só pra não perder o costume.

3- Meu nome é Maria!

Falar que se chama Maria e não Donária quando vai numa boate ou local barulhento, pois o nome é mais simples e todos entendem mesmo com o som alto.

4- Desobedecer o Hênio

O Dr. Hênio é um dos donos do escritório que trabalhávamos, e ele sempre foi muito sistemático e certinho, mas uma pessoa muito boa e prestativa também. A Donária sempre NÃO fazia algo que ele pedia pra ela, só pra irritá-lo e todos os dias ela morrer de rir com o:

– Donáááááááriaaaa! (Era o Hênio gritando e se irritando todos os dias com ela…).

5- EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia…

A Dô sempre teve mania de achar (e falar) que a vida dela não era no Brasil. Já pensou e fez de tudo pra ir morar nos EUA, Canadá, Austrália e até Nova Zelândia! Não conseguiu ir pra estes lugares, mas tanto fez que agora a danada acabou indo morar em Londres! Será que ela volta?

Idiossincrasias

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Manias, excentricidades, extravagâncias, esquisitices. Todos nós possuímos algumas e são elas que nos distinguem das outras pessoas, pois cada um tem sua maneira própria de ver, sentir, e expressar sentimentos e emoções.

Enfim, as “Mineiras, Uai!” foram desafiadas pelo Jerico e pela Elayne a escrever cinco de suas manias, e é esse desafio que viemos cumprir agora! Então, prezados leitores desavisados, preparem-se, pois revelaremos aqui e agora, em primeira mão, sem pudores ou vergonhas, as nossas maiores e/ou piores manias!

Bela

1- Roer unha no cinema

Não tem jeito. Seja qual for o filme, eu sempre saio do cinema com cotocos de unha. O cinema é um entretenimento tão grande para mim que me deixo envolver totalmente pela história. Se estiver assistindo um filme policial, rôo as unhas de nervosismo; se for um suspense, de ansiedade; assistindo um romance, de emoção; e se o filme for ruim, então, é até pior, rôo as unhas por puro tédio!

2- Fazer barulho com o canudinho

Sim, minha mãe me ensinou que isso é falta de educação, mas adoro fazer barulho com o canudinho sorvendo aquelas últimas gotinhas do copo. Eu, perder uma gota de coca-cola? Nem pensar, seja falta de educação ou não!


3- Usar mil e um produtos pro cabelo

O texto publicado no dia 15 de março não é mentiroso: eu passo sim pré shampoo, shampoo, pós shampoo, condicionador, protetor térmico, silicone e pomada nos cabelos todos os dias. Sei que é uma perda de tempo e de dinheiro considerável, mas é uma mania, uai! Assumo mesmo…


4- Conferir o meu e-mail quinhentas vezes por dia

Amo receber e-mails. Amo ter notícias dos meus amigos. Amo receber textos interessantes, a programação do Palácio das Artes, a frase do dia do site Evene, e todo aquele lixo virtual que tem a prerrogativa de me distrair do meu trabalho!


5- Escrever bilhetinhos para o meu namorado

Eu acho muito gostoso mandar um monte de bilhetinhos para o meu amor! Gosto de escondê-los na carteira, no chocolate, no bolso, para ele achar de surpresa e não esquecer nem um minuto como ele é especial para mim! Também adoro procurar papeizinhos diferentes e divertidos para escrever os bilhetes, incrementando-os com adesivos de sapinhos ou corações! Ah, essa até que é uma mania bonitinha!


Ana

1-
Porta Aberta

Sim, crianças. Tenho mania de fazer tudo com a porta aberta: xixi, número 2, me arrumar, tomar banho, trocar de roupa… Vixi, nem sou novidade mais pros vizinhos… Coisa feia, né? Mas o que eu posso fazer? Meus pais também têm esta mania, e numa casa com mais 2 homens (meus irmãos), esta mania provoca brigas homéricas!

2- Café

Não adianta. Até o meu médico já falou que preciso evitar tomar café. Minha gastrite reclama, mas se eu não tomar café preto, com adoçante, de manhã, na hora que eu acordo… Sai de baixo!

3- Musicar

Eu tenho esta mania, que aprendi com minha mãe quando eu era criança, mania que ela e meus irmãos também têm até hoje! É assim: a gente pega qualquer palavra que vem na cabeça e canta uma música conhecida, mas encaixando só aquela palavra na melodia da música. A primeira vez que eu cantei assim na minha vida foi a música “Atirei o Pau no Gato”, só que com a palavra “mamãe”. Entenderam como? Não? Ah… é coisa de maluco mesmo!

4- Batom

Não tem jeito. Só consigo sair de casa se for com a boca colorida. Eu tive um batom da “Fina Flor” que fiquei encarnada váááários anos, todas as minhas amigas me zoavam porque eu só usava aquele batom… Tentei mudar, e agora tenho usado um do Boticário. Mas tenho vários outros também, brilhos, gloss, de todos os tipos e cores.

5- E-mail, blog…

Perco horas do dia na internet… É uma mania, um vício, sei lá o quê! Mas todos os dias eu confiro meu e-mail pessoal, o e-mail das “Mineiras, Uai!”, se tem novos comentários no blog, ou no flickr das “Mineiras, Uai!”, ou no meu flickr pessoal… Ah é! E sempre deixo uma janela aberta no PC o tempo todo com o meu gmail, então assim que entra mensagem nova, eu fico sabendo! Haja vício…



1- Dar 3 espirros de manhã cedo

Mas são 3 mesmo, nunca 4 ou 2. Eu não gosto de espirrar na rua, ai me acostumei a fazer isso, é ritual. E meu irmão mais novo sempre me enche o saco por causa disso. Mas já virou mania há mais de 10 anos.

2- Escovar os dentes segurando na cintura

Até parece que meu corpo vai cair. E em seguida lavo o rosto sem respirar, com o nariz tampado. Nem jogo tanta água no rosto, mas não consigo mudar esse jeito.

3- Banana e ovo

Não comer banana ou ovo à noite, porque segundo a minha teoria: “dá sonhação”. Meu namorado disse que nunca ouviu essa palavra, já ouviu pesadelo, sonho ruim, mas “sonhação” não. Diz ele que é coisa que inventei e não tem jeito de eu mudar.

4- Nomear a mamãe

Mania de chamar minha mãe de vários nomes ou palavras que vêm à minha cabeça, diferentes de mãe ou mamãe. Às vezes a chamo de nomes de países, tipo Itália ou Madagascar (e olha que ela nunca saiu do Brasil); ou chamo de nome de fruta; ou de algum acontecimento que passou na TV, tipo Tssunami, Titanic; ou invento qualquer nome: ela chama Ana Janete e eu grito Florença, Maria, Pipoca, Xuxuca, o que vier na mente.

5- Aquilo roxo

Calma gente! É mania de só comprar escova de dente, chinelo e pijamas ROXO, LILÁS, ou cor semelhante. Isso desde pequena, raramente eu compro de cor diferente, a não ser que não tenha pra vender.




1-
Sininho

Sempre “viaja” achando que é a Sininho e que vive na Terra do Nunca… Para a Dô, o melhor final para a história do menino que não queria crescer era se ele acabasse fazendo um par romântico com a fadinha do pó de pirlim-pimpim.

2- Brigar com a irmã

Todos os dias briga com a irmã, por qualquer motivo, só pra não perder o costume.

3- Meu nome é Maria!

Falar que se chama Maria e não Donária quando vai numa boate ou local barulhento, pois o nome é mais simples e todos entendem mesmo com o som alto.

4- Desobedecer o Hênio

O Dr. Hênio é um dos donos do escritório que trabalhávamos, e ele sempre foi muito sistemático e certinho, mas uma pessoa muito boa e prestativa também. A Donária sempre NÃO fazia algo que ele pedia pra ela, só pra irritá-lo e todos os dias ela morrer de rir com o:

– Donáááááááriaaaa! (Era o Hênio gritando e se irritando todos os dias com ela…).

5- EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia…

A Dô sempre teve mania de achar (e falar) que a vida dela não era no Brasil. Já pensou e fez de tudo pra ir morar nos EUA, Canadá, Austrália e até Nova Zelândia! Não conseguiu ir pra estes lugares, mas tanto fez que agora a danada acabou indo morar em Londres! Será que ela volta?

Idiossincrasias

Padrão

Manias, excentricidades, extravagâncias, esquisitices. Todos nós possuímos algumas e são elas que nos distinguem das outras pessoas, pois cada um tem sua maneira própria de ver, sentir, e expressar sentimentos e emoções.

Enfim, as “Mineiras, Uai!” foram desafiadas pelo Jerico e pela Elayne a escrever cinco de suas manias, e é esse desafio que viemos cumprir agora! Então, prezados leitores desavisados, preparem-se, pois revelaremos aqui e agora, em primeira mão, sem pudores ou vergonhas, as nossas maiores e/ou piores manias!

Bela

1- Roer unha no cinema

Não tem jeito. Seja qual for o filme, eu sempre saio do cinema com cotocos de unha. O cinema é um entretenimento tão grande para mim que me deixo envolver totalmente pela história. Se estiver assistindo um filme policial, rôo as unhas de nervosismo; se for um suspense, de ansiedade; assistindo um romance, de emoção; e se o filme for ruim, então, é até pior, rôo as unhas por puro tédio!

2- Fazer barulho com o canudinho

Sim, minha mãe me ensinou que isso é falta de educação, mas adoro fazer barulho com o canudinho sorvendo aquelas últimas gotinhas do copo. Eu, perder uma gota de coca-cola? Nem pensar, seja falta de educação ou não!


3- Usar mil e um produtos pro cabelo

O texto publicado no dia 15 de março não é mentiroso: eu passo sim pré shampoo, shampoo, pós shampoo, condicionador, protetor térmico, silicone e pomada nos cabelos todos os dias. Sei que é uma perda de tempo e de dinheiro considerável, mas é uma mania, uai! Assumo mesmo…


4- Conferir o meu e-mail quinhentas vezes por dia

Amo receber e-mails. Amo ter notícias dos meus amigos. Amo receber textos interessantes, a programação do Palácio das Artes, a frase do dia do site Evene, e todo aquele lixo virtual que tem a prerrogativa de me distrair do meu trabalho!


5- Escrever bilhetinhos para o meu namorado

Eu acho muito gostoso mandar um monte de bilhetinhos para o meu amor! Gosto de escondê-los na carteira, no chocolate, no bolso, para ele achar de surpresa e não esquecer nem um minuto como ele é especial para mim! Também adoro procurar papeizinhos diferentes e divertidos para escrever os bilhetes, incrementando-os com adesivos de sapinhos ou corações! Ah, essa até que é uma mania bonitinha!


Ana

1-
Porta Aberta

Sim, crianças. Tenho mania de fazer tudo com a porta aberta: xixi, número 2, me arrumar, tomar banho, trocar de roupa… Vixi, nem sou novidade mais pros vizinhos… Coisa feia, né? Mas o que eu posso fazer? Meus pais também têm esta mania, e numa casa com mais 2 homens (meus irmãos), esta mania provoca brigas homéricas!

2- Café

Não adianta. Até o meu médico já falou que preciso evitar tomar café. Minha gastrite reclama, mas se eu não tomar café preto, com adoçante, de manhã, na hora que eu acordo… Sai de baixo!

3- Musicar

Eu tenho esta mania, que aprendi com minha mãe quando eu era criança, mania que ela e meus irmãos também têm até hoje! É assim: a gente pega qualquer palavra que vem na cabeça e canta uma música conhecida, mas encaixando só aquela palavra na melodia da música. A primeira vez que eu cantei assim na minha vida foi a música “Atirei o Pau no Gato”, só que com a palavra “mamãe”. Entenderam como? Não? Ah… é coisa de maluco mesmo!

4- Batom

Não tem jeito. Só consigo sair de casa se for com a boca colorida. Eu tive um batom da “Fina Flor” que fiquei encarnada váááários anos, todas as minhas amigas me zoavam porque eu só usava aquele batom… Tentei mudar, e agora tenho usado um do Boticário. Mas tenho vários outros também, brilhos, gloss, de todos os tipos e cores.

5- E-mail, blog…

Perco horas do dia na internet… É uma mania, um vício, sei lá o quê! Mas todos os dias eu confiro meu e-mail pessoal, o e-mail das “Mineiras, Uai!”, se tem novos comentários no blog, ou no flickr das “Mineiras, Uai!”, ou no meu flickr pessoal… Ah é! E sempre deixo uma janela aberta no PC o tempo todo com o meu gmail, então assim que entra mensagem nova, eu fico sabendo! Haja vício…



1- Dar 3 espirros de manhã cedo

Mas são 3 mesmo, nunca 4 ou 2. Eu não gosto de espirrar na rua, ai me acostumei a fazer isso, é ritual. E meu irmão mais novo sempre me enche o saco por causa disso. Mas já virou mania há mais de 10 anos.

2- Escovar os dentes segurando na cintura

Até parece que meu corpo vai cair. E em seguida lavo o rosto sem respirar, com o nariz tampado. Nem jogo tanta água no rosto, mas não consigo mudar esse jeito.

3- Banana e ovo

Não comer banana ou ovo à noite, porque segundo a minha teoria: “dá sonhação”. Meu namorado disse que nunca ouviu essa palavra, já ouviu pesadelo, sonho ruim, mas “sonhação” não. Diz ele que é coisa que inventei e não tem jeito de eu mudar.

4- Nomear a mamãe

Mania de chamar minha mãe de vários nomes ou palavras que vêm à minha cabeça, diferentes de mãe ou mamãe. Às vezes a chamo de nomes de países, tipo Itália ou Madagascar (e olha que ela nunca saiu do Brasil); ou chamo de nome de fruta; ou de algum acontecimento que passou na TV, tipo Tssunami, Titanic; ou invento qualquer nome: ela chama Ana Janete e eu grito Florença, Maria, Pipoca, Xuxuca, o que vier na mente.

5- Aquilo roxo

Calma gente! É mania de só comprar escova de dente, chinelo e pijamas ROXO, LILÁS, ou cor semelhante. Isso desde pequena, raramente eu compro de cor diferente, a não ser que não tenha pra vender.




1-
Sininho

Sempre “viaja” achando que é a Sininho e que vive na Terra do Nunca… Para a Dô, o melhor final para a história do menino que não queria crescer era se ele acabasse fazendo um par romântico com a fadinha do pó de pirlim-pimpim.

2- Brigar com a irmã

Todos os dias briga com a irmã, por qualquer motivo, só pra não perder o costume.

3- Meu nome é Maria!

Falar que se chama Maria e não Donária quando vai numa boate ou local barulhento, pois o nome é mais simples e todos entendem mesmo com o som alto.

4- Desobedecer o Hênio

O Dr. Hênio é um dos donos do escritório que trabalhávamos, e ele sempre foi muito sistemático e certinho, mas uma pessoa muito boa e prestativa também. A Donária sempre NÃO fazia algo que ele pedia pra ela, só pra irritá-lo e todos os dias ela morrer de rir com o:

– Donáááááááriaaaa! (Era o Hênio gritando e se irritando todos os dias com ela…).

5- EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia…

A Dô sempre teve mania de achar (e falar) que a vida dela não era no Brasil. Já pensou e fez de tudo pra ir morar nos EUA, Canadá, Austrália e até Nova Zelândia! Não conseguiu ir pra estes lugares, mas tanto fez que agora a danada acabou indo morar em Londres! Será que ela volta?

30 de Março

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Como não poderia deixar de ser, esta data é acompanhada de feitos e pessoas polêmicas, vamos aos exemplos*:

1814 – A Grã-Bretanha e seus aliados que lutaram contra o exército francês de Napoleão Bonaparte entram em Paris, simbolizando o fim do domínio francês no Continente Europeu.
(Assim como a Dô fará no dia 31/03, amanhã, quando sairá de Londres para invadir Paris…)
1842 – A primeira cirurgia usando anestesia é realizada pelo Dr. Crawford Long, na Georgia, Estados Unidos.
(Nossa, nem quero pensar como eram feitas as cirurgias antes disso…)
1867 – O Secretário de Estado norte-americano, William H. Seward, assina um tratado com a Rússia, comprando o Alaska para os Estados Unidos por US$ 7 milhões. Na época, ele foi ridicularizado pela aquisição; anos depois, foi descoberto ouro e petróleo neste novo estado norte-americano.
(Os que o zoaram antes pagaram língua, heim…)
1870 – É ratificada a Emenda de número 15 na Constituição norte-americana, que dá o direito ao voto para homens negros no país.
(Nossa! Viram como esta data – 30 de Março – é importante? Bacana demais!)
1981 – O Presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, é baleado na capital norte-americana, Washington, por John W. Hinkley Jr.
(Na verdade, Hinkley era um cinéfilo que não suportava as atuações de seu presidente no cinema e resolveu por um fim nessa tortura de uma vez por todas…)
1991 – O Sudão começa a receber ajuda externa para aplacar a fome de 7 milhões de pessoas, vítimas do fracasso das colheitas. O número de mortos nunca foi esclarecido.
(Nossa, sem comentários.)
1995 – O Papa João Paulo II lança a 11º encíclica papal na qual condena o aborto e a eutanásia como crimes que nenhum ser humano pode legitimar.
(Lembro que houveram muitos protestos e passeatas contra esta encíclica e o posicionamento da Igreja… Acho melhor não me posicionar aqui pra não causar mais polêmica.)
1998 – Judy Buenoano, conhecida como “Viúva Negra”, é executada na cadeira elétrica na prisão de Starke, na Flórida. Ela foi condenada pelo assassinato do marido, do filho paraplégico e pela tentativa de assassinato do amante.
(Cruzes! Que horror!)
1999 – Um júri, em Portland, Estados Unidos, ordena que a empresa Philip Morris pague US$ 81 milhões à família de um homem que morreu de câncer no pulmão após fumar cigarros Marlboro durante quatro décadas.
(Taí uma decisão muito importante da Justiça… Foi por causa deste precedente histórico que todos os cigarros agora vêm com aquelas fotos horrendas no verso da caixa. Tipo: “Não digam que eu não avisei.”)

Bom, mas o fato mesmo mais importante, mais relevante para o Mineiras Uai sobre o dia 30 de Março foi o nascimento de uma pessoa não menos interessante, polêmica e controvertida que todos estes fatos narrados acima… Uma pessoa que é capaz de contagiar a todos com suas palhaçadas, declarações e jeito inconfundível de ser…

Donária!

Seu nome não existe no dicionário de nomes próprios, mas temos nossas crenças que pode ter se originado do latim “donátus“, ‘dado, que recebeu como presente, gratificado, recompensado’, ou ainda uma variação para nome próprio de “donaire“, graça no manejo do corpo, no andar etc.; distinção, galhardia, garbo; atitude de graça e gentileza; gesto distinto, garboso; expressão espirituosa ou picante; gracejo, pilhéria; qualquer enfeite ou adorno usado pelas mulheres; do latim “donarìum“, ‘donativo’ ou em latim “donarìa“, o ‘lugar onde se depositavam as oferendas’; o vocábulo era muitas vezes usado com os adjetivos grande ou bom, segundo o Houaiss.

Mas numa forma mais coloquial, eis o que significa este nome:

D oidinha, né? Como ela não existe igual!
O bjetiva. O que quer, consegue! Sonho para ela não fica no papel.
N otável. Vocês já a imaginaram lá em Londres? O que apronta, o que faz, o que conhece… De Cipotânea para o mundo, foi só cruzar o Atlântico.
A miga sem igual. Quem conhece se apaixona por ela, pela sua vida, suas histórias.
R omântica, Rogério? Ou roqueira, no sentido de gostar de vários ritmos de música, gosta de dançar e rir da vida! Menos de Axé, né amiga?
I rreverente, sempre com suas piadinhas e tiradas infames.
A legre demais. Claro que uns momentos de tristeza sempre existem, mas por onde passa ela irradia alegria.

E se fizessem um clone desta Dô, ao seu nome acrescentaríamos um S, de Sininho, conquistando sua Terra do Nunca e o coração de Peter Pan…

Realmente, é impossível se falar da Donária desprovido de qualquer adjetivo ou superlativo. Ela nem tem noção da falta que faz aqui em BH, especialmente neste blog. Mas não falemos disso hoje.


Dô, parabéns pelo seu aniversário, que ele seja repleto de felicidade, harmonia e amor, que você continue conquistando tudo o que você deseja!

Dô2

Beijos,

Mineiras, Uai!
Ana, Lú e Bela.


*Fonte: Terra.

Burraldas do meu Brasil

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Lendo o blog da Brena, que descobri há pouco tempo, lembrei-me do Mulé Burra, que é simplesmente hilário!

“Quem nunca se sentiu uma idiota? Quem nunca cometeu uma burrice por causa de um homem mais burro ainda? Como é que nós, mulheres, seres dotados de inteligência máxima, conseguimos ser tão ingênuas em determinadas situações?”

Isto porque a Brena conta lá um caso que contém a verdade mais verdadeira na vida de todas as mulheres (pelo menos eu e todas que conheço): que mulher é um bicho burro, muito burro mesmo, no que diz respeito a relacionamentos.

Às vezes fico a pensar como é difícil manter um relacionamento com o sexo oposto… E como é também difícil manter uma amizade verdadeira com outra pessoa, seja ela homem ou mulher, ou ainda como qualquer relacionamento, seja ele amoroso ou não, é uma coisa complicada… Quem aí nunca brigou com a família, pais, irmãos, amigos??? Pois é a tal da convivência… Aí eu fico pensando às vezes em mulheres que se revoltam tanto com o sexo masculino que chutam o balde geral e resolvem gostar de outras mulheres… E fico imaginando como deve ser foooooda um relacionamento amoroso entre duas mulheres, porque mulher, além de ser um bicho burro, ainda por cima é complicaaaaaaado!

Enfim, como já sou experiente no assunto burrice amorosa, e já consegui conquistar um macho sensível, carinhoso, amoroso, que fala que eu sou linda até na hora que eu acordo toda descabelada e sem maquiagem, acho que tenho uma certa propriedade para falar no assunto.

Sabe aquele cara que um dia você cismou de gostar? Aquele que seus pais não gostavam, o mesmo que sumia no final de semana todo pra ficar bebendo com os amigos e assistindo futebol, que nunca lembrava de te ligar, que gostava de cultivar barriga, que dividia conta de R$3,00 com você, e que você (só você!) achava a coisa mais linda do mundo este jeito “rebelde” dele de ser? (Rebelde não, bem, a verdade é que ele não gostava mesmo de você…).

É que tenho uma novidade pra te contar (se é que isso é alguma novidade): é que aquele cara é o mesmo sujeitinho que hoje em dia você percebe que era feio, sujo, fedorento, fumava demais, bebia demais, tinha um beijo muito dos mais ou menos e era ruim pacas de cama! Capitou? A fila anda, a vida passa, as pessoas mudam, e o mais importante: VOCÊ MUDA, aprende com os seus erros, com os tapas na cara, e com os tombos que leva da vida.

Enfim, infelizmente a bem da verdade é que a gente passa a vida tentando entender os homens e fazer com que eles nos entendam… Mas não tem jeito, afinal, as mulheres são de VÊNUS, e os homens são de MARTE, verdadeiros marcianos extraterrestres, verdes, e que a maioria deles não têm a menor vontade de sequer tentar nos entender também!

(Leitores lindos e maravilhosos do sexo masculino, leiam atentamente estas linhas: eu disse A MAIORIA! Portanto, não é 100%! E façam-me o favor de olhar pra si mesmos e fazer por onde para ser excluídos desta massa, ok?)

Mas a verdade mais verdadeira ainda é que não adianta nada gostar dos outros: tem que gostar MAIS, e em PRIMEIRO lugar, é de si mesmo!

“E.T., telefone, minha casa!”

Beijos

Ana.