“Jazz is not a what, it’s a how.” (Louis Armstrong)
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Fotos que tirei no Savassi Jazz Festival 2007;
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Vídeo do Nicolas Krassik arrasando no violino;
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Vídeo do Kiko Continentino Trio mandando bem num jazzinho delicioso.
Ana.
“Jazz is not a what, it’s a how.” (Louis Armstrong)
Ana.

Peraí! Eu disse “sem maiores emoções”? Se uma tia-avó com enxaquecas, familiares acidentados, irmãos desaparecidos e telefones celulares fora de área não representam nenhuma emoção para mim, só posso estar ficando louca mesmo!
Pois é, o final de semana não foi nada básico. Muitas emoções. Ruins, diga-se de passagem. Tudo bem que nem coloquei a cara pra fora da janela. Não, não foi o frio que se abateu por aqui somente, mas também as aflições que nos faziam correr no primeiro segundo de cada toque de cada telefonema, à espera de notícias: da tia-avó, dos familiares acidentados, do irmão n° 1 e ou do irmão n° 2. Nem o sambinha esperto no A Gosto de Deus, convite da Dô, me fez querer entrar na roda… E neste tempinho, nada com um cinema em casa!
E foram dois filmes legaizinhos:
Para mim a melhor surpresa deste filme foi me deparar com Daniel Brühl, o brilhante ator de Adeus Lênin (que se você ainda não viu, está perdendo tempo, pois simplesmente é um dos melhores filmes que já assisti na minha vida, sem exagero). Isto sem contar, é claro, com o desenrolar da história, que é sempre surpreendente, uma emoção atrás da outra, e o final então… (Bem, não posso contar aqui, né!) A trilha sonora também é um detalhe à parte, e a paisagem então… Aff! De tirar o fôlego! Só adianto que o filme é sobre uma dupla de rebeldes contemporâneos, que expressam sua indignação de forma pacífica: eles invadem mansões, trocam móveis e objetos de lugar e espalham mensagens de protesto. Interessou? Pois é, assista, vá na fé, que eu recomendo!
Aluguei este filme no escuro. Vi que era com o como personagem principal Lázaro Ramos e com a direção de Paulo Betti e aluguei. Nunca tinha ouvido falar, ninguém me disse nada, ao contrário do Edukators, que o mocinho da locadora de pronto me disse que era “muito, muito bom”. Então, o Cafundó é um filme assim… assim… Não sei explicar. É até interessante, a história é bem diferente, é adaptação de um livro, que conta a história de vida de Nhô João de Camargo. Preto Velho milagreiro, ele viveu no Brasil no final do Século XIX e início do Século XX em Sorocaba, interior do estado de São Paulo. Como a maioria dos filmes nacionais, achei um pouco lento, e a edição meio estranha, principalmente do princípio até quase a metade do filme, mas para quem curte a história do país deste período, e a cultura negra africana, é bem bacana. E ah! A fotografia é cuidadosa, mostrando lugares maravilhosos! Resumindo: recomendo só pra quem estiver a fim de assistir mesmo, se prender aos detalhes, e pessoas que gostam de tudo isso que falei.
Tato chega com sua mochila. Encabulado e cansado, toca no ombro de Line e sorri com os olhos:
– Oi… – Ele diz, meio sem jeito… Sem saber o que dizer, o “Oi” com voz embargada foi a única coisa que conseguiu proferir.
Line se vira assustada, e se espanta mais ainda ao ver Tato bem ali na sua frente. O abraça imediatamente, dando-lhe um beijo estalado no pescoço, próximo à orelha. Sente seu cheiro, escondido atrás dela, próximo do cacho de seus cabelos castanhos: shampoo de camomila, sabonete neutro, cravo, canela, homem. Os mesmos cheiros que ela sentira em seus livros, seu quarto, suas cartas. Ela se lembrava…
– Ahhnn? Como assim? Não acredito que está aqui! – Exclama, transparecendo alegria em seu tom de voz.
As bochechas rosadas dele não a deixam enganar, corado de timidez e felicidade, tudo ao mesmo tempo. Traz ainda um envelope murcho em sua mão molhada de suor, ansiedade que ele tenta disfarçar.
– Vim te ver… E te entregar… isto. – Estende a mão com o envelope em direção a ela, ainda encabulado, fita o chão.
Line procura seus olhos e toma o envelope. Ele levanta a cabeça e a encara, respirando fundo. Com a outra mão, ela segura a mão livre dele, gelada. O abraça novamente, emocionada. Carinhosamente, ele toca seus lábios num beijo doce e leve. Ela adorava o jeito meio sem jeito que ele a beijava.
Agora ela olha para o envelope.
– Está meio vazio isso aqui, heim? – Ela percebe que o envelope amarelo, apesar de aberto, estava endereçado a ela. Dentro, vê um pequeno bilhete e um selo.
– É a resposta de sua carta, Line… – Tato diz, com convicção. Ele sabia que ela reagiria desta forma, já estava acostumado com seu jeito direto de dizer as coisas, sem papas na língua. Ele gostava daquilo, pois sabia que ela era incapaz de mentir.
– Sério? Poxa, eu escrevo 11 páginas procê, e cê me responde com apenas um bilhete e um selo? – Diz ela sorrindo, com um tom de comédia na voz, só para provocá-lo…
Ele solta sua gargalhada característica, não cai nas provocações dela, apesar de adorar aquele jeitinho meio bravinho e brincalhão que só ela possuía. Ele a entendia e adorava!
– Não, Line: o bilhete, o selo, e EU, né? – Responde ele, apertando-a novamente contra seu peito. Os dois sorriem.
Ela finalmente retira o bilhete de dentro do envelope, dobrado ao meio. Abre e vê a foto dos dois, do último encontro, impressa em branco e preto. Embaixo, a letra dele, cuidadosamente grafada com caneta de tinta preta:
***

Uma das coisas boas de BH é poder assistir shows de ótima qualidade, sem gastar muito. Uma das bandas que mais tenho gostado de assistir é a Hocus Pocus, que toca cover dos Beatles… E como os meninos de Liverpool nunca saem de moda, não custa nada dar uma conferida nos músicos de Minas:
“Desde 1984 o Hocus Pocus interpreta a música dos Beatles e traz de volta a magia de um sonho que não acaba nunca.
Formado por cinco brasileiros das montanhas de Minas, o grupo, além de observar arranjos originais dos Beatles, compartilha com o público a emoção e a alegria que marcaram o quarteto de Liverpool.
Os shows mesclam a ingenuidade das baladas com o vigor do rock & roll, apresentando também canções da fase mística, pacifista e psicodélica.”
Minhas dicas de locais em BH onde sempre tem um rock n’ roll de primeira rolando, y otras cositas más:
– Lord Pub
– The Jack Rock Bar
– Garage d’Caza
– Conservatório Music Bar
– Utópica Marcenaria
– Freud Bar
– Stonehenge Rock Bar
Hocus Pocus na Utópica Marcenaria – Mar/2007 (Foto by Ana.)
Ana.
Eu não sou de perder muita coisa não, geralmente perco brincos, mais por não saber onde os guardei que por descuido mesmo. Já meus irmãos… Só não perdem as cabeças pois estão presas no pescoço! Um amigo meu perdeu as chaves do próprio carro. Ele chegou em casa na madrugada de sábado para domingo, jogou as chaves em qualquer lugar, e depois não saiu mais com seu automóvel. Quando chegou ontem… cadê as chaves? Procurou, procurou… e nada! Foi de chave reserva mesmo. Parou no posto de gasolina para abastecer e…
Engraçado que sempre quando acontece de perdermos algo aqui em casa, minha mãe adota a técnica da “reza para Vovó Rosinha”. Esta foi minha bisavó, uma típica sinhá mineira, que cuidava de tudo e de todos na fazenda em que viviam, em Santa Maria de Itabira. Se ela era boa para achar as coisas quando ainda era viva, eu não sei. Mas não é que sempre dá certo quando rezamos para ela nos ajudar a encontrar algo?
Nem me lembro mais quando foi que isso começou. Provavelmente minha mãe deve ter perdido algo muito importante que não encontrava de jeito nenhum. Em meio a tanto choro e desespero, começou a rezar para sua avó Rosinha. E aí… Pimba! O objeto perdido apareceu, como que por mágica! Desde então, esta técnica é repetida por todos aqui em casa, sempre com a promessa para a bisavó de mandarmos rezar uma missa em seu nome. O problema é que, do jeito que os favores estão acumulados, terão que ser dez missas, e não uma só!
Uma coisa que todo mundo é danado para perder (e achar) é canetas… Principalmente aquelas da marca BIC, já reparou? Elas somem sem a gente perceber, e aparecem sem que as tenhamos comprado… Já ouvi várias teorias a respeito:
Canetas BIC são extraterrestres que querem dominar o mundo:
(Comunidade “Canetas BIC dominarão o mundo)
Sim, as aparentemente inofensivas canetas BIC são extraterrestres e querem dominar o mundo!!! E eu tenho provas disso:
– São mais baratas e vendem mais;
– Nunca estão sem carga (isso é um fenômeno raro);
– Você nunca as compra, mas sempre têm uma em casa;
– Você é levado a colocá-la na boca, onde ela suga o seu DNA até que a tampa misteriosamente some;
– Elas estão adotando políticas mais subversivas de invasão: vêm de brinde nas caixas de cereais. Conheço um caso em que a pessoa comprou o “Nescau Cereal” e “ganhou” uma caneta BIC Gel COR DE SANGUE!
– Porque esse bonequinho esconde a caneta nas costas??? Vocês não acham suspeito???
Caneta BIC é um objeto de espionagem da NASA
(Comunidade: Caneta Bic é da NASA)
– O furinho que tem apenas nas canetas BIC é uma câmera que transmite informações ao vivo e ainda grava…
– A tampa das canetas BIC tem números de identificação;
– As melhores canetas são BIC, e são as mais baratas… Estranho não?
– Por que todo mundo tem mania de mastigar a tampa e a tampinha de trás das canetas BIC? São coletores de saliva para pesquisas genéticas;
– A BIC some na escola por exemplo, e você a encontra em casa;
– A caneta sempre some antes de terminar a tinta… A carga seria o combustível?
– É a caneta que mais vende e até hoje eu só vi uma propaganda;
– O menino da BIC é cabeçudo como um E.T;
– As BIC são as únicas canetas (testei isso com uma Faber Castel e não deu certo) que grudam na parede.
Ana.
Só mesmo a Marília para me fazer vir aqui dar uma sacudida na poeira deste blog…
Li este livro há alguns anos, quando encontrei sua edição antiga comprada por meu pai na ocasião de nossa mudança para o atual apartamento… Encantei-me pelo realismo fantástico de García Márquez, pela história dos Buendía, pela pequena e fictícia Macondo etc e etc. Esta obra, que deu o Nobel ao seu autor em 1982, é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores livros da literatura latino-americana de todos os tempos.
Creio que tenha sido este um dos primeiros clássicos da literatura que eu tenha lido, afinal, este livro foi considerado “o livro” da década de 80 na Alemanha. O que primeiro me chamou a atenção sobre ele, foi o título, pois sou apaixonada por cheiros, perfumes… Acredito ter uma boa memória olfativa, e quando criança cheguei a sonhar com uma carreira de perfumista! O livro conta a história de um homem possuidor de olfato apuradíssimo e sem cheiro próprio, que se torna um assassino em série por sua busca do perfume perfeito pela França do século XVIII. (Antes que me perguntem: sim, eu assisti o filme e gostei muito. Mas só recomendo assisti-lo para quem tenha lido e gostado do livro antes…)
Como pianista (hã-hã, a gente tenta, né…), e amante da boa música, não poderia deixar de falar neste livro, escrito por Márcio Borges (irmão de Lô Borges), que conta a história do Clube da Esquina, um importante movimento músico-cultural nascido em Belo Horizonte, no bairro de Santa Tereza, e que teve com um de seus expoentes máximos, A VOZ: Milton Nascimento. A edição que possuímos em casa foi comprada no lançamento, e veio acompanhada de um CD com os maiores sucessos do Clube da Esquina.
Este romance, escrito pela mineira Ana Maria Gonçalves, que eu tive o privilégio de conhecer pessoalmente em virtude desta blogosfera, é simplesmente fantástico! São mais de 900 páginas e não sei quantos personagens, muitos deles baseados em pessoas que realmente existiram, fruto de uma pesquisa histórica super extensa que ela fez em arquivos antigos de Salvador. Tive a oportunidade de comentar sobre ele aqui.
Como eu disse anteriormente, é muito difícil escolher apenas 5 livros… Afinal, comecei cedo lendo toda a coleção do Sítio do Pica-Pau Amarelo (M. Lobato), sem contar nas fábulas e contos de Perrault, dos irmãos Grimm, e muitos mais…
É verdade, sou meio compulsiva com leitura, sempre tenho vários livros que vou lendo aos poucos, cada dia um, e que ficam em cima do criado-mudo, ao lado da cabeceira da cama. Atualmente, lá se encontram: O Caçador de Pipas (Khaled Hosseini, ainda não comecei), Mentiras no Divã (Irvin D. Yalom, o qual hesito em continuar pois sempre me dá sono e não passo de 1 página por noite), Eugénie Grandet (de Balzac, também não comecei a ler ainda), As Mulheres de meu Pai (do angolano José Eduardo Agualusa), Uma Mulher (do parente Pio Procópio de Alvarenga), e Virgínia Berlim (do amigo Luiz Biajoni, mas este já li duas vezes, estou na terceira!). Aproveitarei as férias para finalizar estas leituras e começar outras novas!
Inté mais ver…
Ana.
Ps.: Quebrarei aqui outra regrinha do meme proposto, ao não passar esta corrente pra frente…
Uma carruagem me levou até lá, cortando a serra por veios de terra vermelha e poeira branca… No meio da noite eu cheguei, e o Rei mandara enfeitar o céu com diamantes tão brilhantes e numerosos, que meus olhos acostumados aos faróis dos carros e ao neon da cidade custaram a acreditar no que viam, teimando em piscar, fazendo brotar água salgada nos verdes lagos que me habitam. Após um grande baile, num castelo branco com luzes coloridas, o dia queria amanhecer.
Muitos dormiram antes de ir pra casa, aproveitando que as ruas do lugarejo mágico são macias como algodão, nem se importanto com os flocos de gelo que teimavam em cair como confetes num dia de carnaval. Gotas de orvalho tocavam meus cabelos, anunciando, num canto suave e anjelical, que era hora de voltar ao nosso castelo.
Como um abraço carinhoso, o sol entrou pela janela, tocando primeiramente meus pés, subindo pelas pernas e coxas, fazendo um carinho gostoso na barriga, nos braços, até chegar ao rosto, quando, então, despertei. A nobre baronesa correu para o quarto de braços abertos, me surpreendendo e embaraçando, pois eu ainda trajava meu pijama cor-de-rosa! No entanto, ela nem ligou, me abraçando, e frisando que o café-da-manhã nos aguardava.
No meio do caminho que percorríamos havia muito mato, pedras, e também, um oráculo. Era uma vaca muito sábia e antiga na região, que ruminava conhecimentos, mas nem sempre respondia quando perguntada. Queríamos passar direto, mas ela nos parou, anunciando, em voz grave, que um perigo logo a frente nos aguardava, que era melhor voltarmos. Donária deu de ombros, e eu, como boa hóspede, resolvi crer na experiência de minha anfitriã, e a segui.
Logo em frente, após ultrapassar alguns mata-burros, armadilhas para os selvagens jegues que habitam as matas do entorno, adentramos por um bosque, de pinheiros tão verdes quanto as esmeraldas mais verdes que esta Terra já viu. As sombras as árvores amenizavam o calor que subia da terra, e dava vontade de ali deitar e dormir.
E mais um dia se passou, outro castelo conhecemos, onde tudo era feito de milho: móveis, baús, caixas, bolsas, tapetes…
Texto e fotos: Ana.
Certa vez, uma amiga minha recusou-se de subir até o 19º andar dentro da claustrofóbica caixinha metálica (palavras da própria, mas podem chamar de elevador) do prédio da Av. Afonso Pena nº 1500, para assistir minha apresentação de Ballet no Teatro Casanova… Subiu os 19 andares de escada! E haja fôlego, pernas, paciência para chegar 1 hora antes do espetáculo, e vontade de me ver dançando, não é mesmo? Isso é que é amiga!
Mas agora falando sério, qual mal pode te acontecer dentro de um elevador? Tirando a estranha sensação de claustrofobia que emerge dentro de nós em ambientes pequenos e fechados, o que mais de tão horrível poderia ocorrer? Se ele travar, morrer sem ar você não vai, pois até que o oxigênio acabe, alguém já terá percebido que o elevador está parado em algum andar, e já terão sentido a sua falta também – ou ainda, terão ouvido seus berros. Despencar ele não vai – pelo menos é muito pouco provável, tendo em vista os fortíssimos cabos de aço e mecanismos de segurança que tais equipamentos são dotados… Então, qual é o problema?
O mesmo ocorre com o infundado medo do escuro… Por que toda criança morre de medo da ausência de luz? Afinal de contas, dentro do útero de nossas mães não existia eletricidade, e nos virávamos muito bem sem ela. Todo mundo já sabe que não existe “Bicho Papão”, e mesmo se existisse, ele não iria aparecer assim, do nada, só porque está escuro… Aliás, é uma maldade dos pais para com os filhos ficar incutindo essas idéias de monstruosidades que, teoricamente, povoam o breu.
Como boa pedestre, sei me virar muito bem caminhando pelas ruas desta cidade de trânsito caótico e má educação da quase maioria absoluta dos motoristas. Só atravesso na faixa, sou prudente, etc, mas choro de rir de algumas amigas que, por incrível que pareça, têm medo de… ATRAVESSAR A RUA! Elas me acham louca e inconseqüente, mas será que elas não exageram demais? Claro que a gente não pode confiar nos rodas-duras que andam soltos e armados com seus automóveis por aí, mas também não precisa exagerar e só atravessar a rua quando há ausência de carros! (Mesmo porque, do jeito que as coisas andam, isso é praticamente impossível de acontecer, para quem mora e ou trabalha na região mais central da cidade, ou em ruas e avenidas de trânsito intenso.)
Medo de seqüestro, violência, terrorismo, medo da fome, da miséria, medo de assalto e armas de fogo, isso sim, infelizmente, são medos plenamente plausíveis na nossa vida atual. (Medo de bala perdida nem adianta ter. Se uma dessas vos achou, meu amigo, é porque infelizmente era sua hora mesmo de ir para o beleléu.)
O pior de tudo é sentir medo dos próprios sentimentos, ter medo de assumir seus erros e agüentar as conseqüências, sentir medo de tomar a dianteira das coisas e tomar suas próprias atitudes de acordo com suas próprias convicções, medo de ser rejeitada e, por isso, não agir, medo de se apaixonar, de se envolver. Estes medos internos, psicológicos e infundados (quase sempre), muitas vezes nos impedem de viver experiências maravilhosas, conhecer pessoas interessantes, fazer novos amigos, arranjar um bom emprego, montar seu próprio negócio, etc.
Enfim, o medo de viver é o que nos paralisa… Penso que não deveria ser assim, afinal, a única certeza que podemos ter nessa vida é a morte, e essa não adianta temer, é implacável, muitas vezes injusta, noutras, tardia, mas não falha não.
Texto e foto por: Ana.