Lá vem ela… "Super Dodô"!

Padrão
Olá pessoal! Estava com saudade de escrever pra vocês!! (Olha, que mentira!!)rsrs. Vocês devem estar imaginando, porque eu não escrevo nada sério, tipo a Lê, que escreveu sobre Olimpíadas e cultura..”que menina chique”. E a Lú então, que falou sobre política, “nossa, que meninas comportadas e intelectualizadas, ai que meda que dá… rsrsrs!”. Não escrevo coisa tão importante, porque não gosto de ficar séria e o único momento de distração é quando eu estou escrevendo, (trabalhando, estudando e às vezes até nos sonhos) e também porque tem gente demais dando opiniões sobre esses assuntos polêmicos. Prefiro economizar….”metida eu, né”!!! E “às vezes” (sempre) me acho muito atrapalhada, e acho que minhas trapalhadas merecem ser compartilhadas. E não é que paguei o maior mico da minha vida outro dia ( uns 4 meses atrás)!?

Por favor não riam, pois foi traumático… tenho problemas até hoje depois do acontecido (brincadeirinhaaa).

Um amigo, ou melhor, hoje ele é um ex-amigo, num belo dia de sol me fez um convite para almoçarmos juntos. E eu aceitei. Nos encontramos e logo, logo começamos a discutir… o porquê eu não sei…(ah, ele é muito implicante e chato e ridículo, ele é uma “coisa”). Acho que sei sim! Tudo começou porque ele perguntou se eu tinha cagado na minha calça, “olha que antipático”! (Gente, eu tenho uma calça jeans manchada de marron na frente e atrás, ela é legal, juro que não é baranga…só é manchada)… Eu fiquei nervosa e foi uma discussão feia dentro do carro, até chegar no restaurante. A discussão virou uma bola de neve…

Quando descemos do carro, ele continuou resmungando de um lado e eu do outro, então, ele começou a andar rápido na minha frente, eeuuu odééééio isso, com todas as minhas forças. Íamos atravessar a rua (ele na frente) nem deu tempo dele sentir a minha falta, pois, tinha um carro branco do outro lado e um motorista dentro, (logo, o carro era um táxi) fiquei tão nervosa que já fui logo entrando.

Eu: Por favor, o senhor pode seguir para a Praça da Assembléia?

Motorista: Mas, e o moço alí?

Eu: Pode ir, ele já sabe! (pensei que ele tivesse visto a briga e resolvi não render conversa)

No final do percurso….

Eu: Posso pagar com cheque?

O motorista, com uma cara de maníaco, olhou pra mim pelo retrovisor e disse:

“ Sua louca, eu não sou taxista” (eu fiquei assustada, pensando que ele fosse um estuprador, ou sei lá, um palhaço fantasiado de motorista de táxi), e ele continuou falando: “Eu perguntei se você tinha falado com o moço lá dentro, você disse que tinha, era o meu chefe que estava almoçando…. e agora sua doida, vou perder o meu emprego!” Pedi mil desculpas….mas, acho que não adiandou, ele saiu furioso!!!

Pessoal, “dei pala” de tanto rir. O motorista todo nervoso e eu lá todo bonitona de motorista particular prá baixo e prá cima… Eu morrendo de rir e ele querendo acabar comigo…Coitado!!!

Alegria de pobre dura pouco. Pelo menos uma vez, tive o privilégio de ter um motorista particular por alguns minutos, sem ser o motorista do ônibus…

Ah, trem chique…

Bjocas da Donária

Lá vem ela… "Super Dodô"!

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Olá pessoal! Estava com saudade de escrever pra vocês!! (Olha, que mentira!!)rsrs. Vocês devem estar imaginando, porque eu não escrevo nada sério, tipo a Lê, que escreveu sobre Olimpíadas e cultura..”que menina chique”. E a Lú então, que falou sobre política, “nossa, que meninas comportadas e intelectualizadas, ai que meda que dá… rsrsrs!”. Não escrevo coisa tão importante, porque não gosto de ficar séria e o único momento de distração é quando eu estou escrevendo, (trabalhando, estudando e às vezes até nos sonhos) e também porque tem gente demais dando opiniões sobre esses assuntos polêmicos. Prefiro economizar….”metida eu, né”!!! E “às vezes” (sempre) me acho muito atrapalhada, e acho que minhas trapalhadas merecem ser compartilhadas. E não é que paguei o maior mico da minha vida outro dia ( uns 4 meses atrás)!?

Por favor não riam, pois foi traumático… tenho problemas até hoje depois do acontecido (brincadeirinhaaa).

Um amigo, ou melhor, hoje ele é um ex-amigo, num belo dia de sol me fez um convite para almoçarmos juntos. E eu aceitei. Nos encontramos e logo, logo começamos a discutir… o porquê eu não sei…(ah, ele é muito implicante e chato e ridículo, ele é uma “coisa”). Acho que sei sim! Tudo começou porque ele perguntou se eu tinha cagado na minha calça, “olha que antipático”! (Gente, eu tenho uma calça jeans manchada de marron na frente e atrás, ela é legal, juro que não é baranga…só é manchada)… Eu fiquei nervosa e foi uma discussão feia dentro do carro, até chegar no restaurante. A discussão virou uma bola de neve…

Quando descemos do carro, ele continuou resmungando de um lado e eu do outro, então, ele começou a andar rápido na minha frente, eeuuu odééééio isso, com todas as minhas forças. Íamos atravessar a rua (ele na frente) nem deu tempo dele sentir a minha falta, pois, tinha um carro branco do outro lado e um motorista dentro, (logo, o carro era um táxi) fiquei tão nervosa que já fui logo entrando.

Eu: Por favor, o senhor pode seguir para a Praça da Assembléia?

Motorista: Mas, e o moço alí?

Eu: Pode ir, ele já sabe! (pensei que ele tivesse visto a briga e resolvi não render conversa)

No final do percurso….

Eu: Posso pagar com cheque?

O motorista, com uma cara de maníaco, olhou pra mim pelo retrovisor e disse:

“ Sua louca, eu não sou taxista” (eu fiquei assustada, pensando que ele fosse um estuprador, ou sei lá, um palhaço fantasiado de motorista de táxi), e ele continuou falando: “Eu perguntei se você tinha falado com o moço lá dentro, você disse que tinha, era o meu chefe que estava almoçando…. e agora sua doida, vou perder o meu emprego!” Pedi mil desculpas….mas, acho que não adiandou, ele saiu furioso!!!

Pessoal, “dei pala” de tanto rir. O motorista todo nervoso e eu lá todo bonitona de motorista particular prá baixo e prá cima… Eu morrendo de rir e ele querendo acabar comigo…Coitado!!!

Alegria de pobre dura pouco. Pelo menos uma vez, tive o privilégio de ter um motorista particular por alguns minutos, sem ser o motorista do ônibus…

Ah, trem chique…

Bjocas da Donária

A "Comédia" (ou "Tragédia")

Padrão
Gente,

Aproveitando o post da Dôdô,
“Fim de semana brilhante”, vou contar prá vocês algo que ocorreu comigo e com minha mãe outro dia mesmo. Meu pai esteve por alguns dias internado no Hospital Biocor, fazendo alguns exames, e eu e a mamãe estávamos lá num certo dia, no horário do almoço, morrendo de fome, e então resolvemos comer algo na cantina que tem no hospital. É muito gostosinha, tem umas coisinhas boas de se comer (pão de queijo, cafezinho…).

Enfim, estávamos lá, tranqüilinhas, saboreando nossos quitutes, quando nos aparece a figura mais esdrúxula que poderia aparecer dentro de um hospital. Uma mulher de uns 35, 40 anos mais ou menos, muito alta, morena, cabelão enorme. A figura estava vestida com uma calça destas toda rasgada (que eu acho horrível, mas dizem que está na moda), cheia de correntinhas dependuradas, uma botona de cano alto, bico finississíssimo, toda envernizada… Sente o drama: eram, no máximo, 14h. Prá completar o visual totalmente “fashion”, a “dona coisa” se enfiou em uma blusinha justerrésima, preta, cheia de caveirinhas prateadas desenhadas e correntinhas dependuradas, súper decotada, dava prá ver o umbigo da sujeita!!! e o sol batia na janela da cantina e reluzia nas caveirinhas, que brilhavam mais ainda… E a cada movimento da mulher, podia-se escutar barulhinhos de correntinhas em penduricalhos! Todo mundo ficava olhando, né, claro. Eu, como sou “pouco” crítica, dei uma cotolevada de leve na mamãe, ela me olhou, eu olhei prá ela, e nem precisamos trocar 2 palavras. Sentenciamos com o olhar o péssimo gosto da mulher. Claro, alguém aí pode discordar de mim, e achar este visual super sexy, na moda, sei lá o quê. Pode até ser. Mas pelo amor de Deus, 2 horas da tarde, dentro de um hospital, vestida de caveirinha???? Ahhhhh, prá mim foi demais! Parecia a própria encarnação da morte, do satã, que veio buscar algumas almas no hospital!

Ana Letícia

A "Comédia" (ou "Tragédia")

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Gente,

Aproveitando o post da Dôdô,
“Fim de semana brilhante”, vou contar prá vocês algo que ocorreu comigo e com minha mãe outro dia mesmo. Meu pai esteve por alguns dias internado no Hospital Biocor, fazendo alguns exames, e eu e a mamãe estávamos lá num certo dia, no horário do almoço, morrendo de fome, e então resolvemos comer algo na cantina que tem no hospital. É muito gostosinha, tem umas coisinhas boas de se comer (pão de queijo, cafezinho…).

Enfim, estávamos lá, tranqüilinhas, saboreando nossos quitutes, quando nos aparece a figura mais esdrúxula que poderia aparecer dentro de um hospital. Uma mulher de uns 35, 40 anos mais ou menos, muito alta, morena, cabelão enorme. A figura estava vestida com uma calça destas toda rasgada (que eu acho horrível, mas dizem que está na moda), cheia de correntinhas dependuradas, uma botona de cano alto, bico finississíssimo, toda envernizada… Sente o drama: eram, no máximo, 14h. Prá completar o visual totalmente “fashion”, a “dona coisa” se enfiou em uma blusinha justerrésima, preta, cheia de caveirinhas prateadas desenhadas e correntinhas dependuradas, súper decotada, dava prá ver o umbigo da sujeita!!! e o sol batia na janela da cantina e reluzia nas caveirinhas, que brilhavam mais ainda… E a cada movimento da mulher, podia-se escutar barulhinhos de correntinhas em penduricalhos! Todo mundo ficava olhando, né, claro. Eu, como sou “pouco” crítica, dei uma cotolevada de leve na mamãe, ela me olhou, eu olhei prá ela, e nem precisamos trocar 2 palavras. Sentenciamos com o olhar o péssimo gosto da mulher. Claro, alguém aí pode discordar de mim, e achar este visual super sexy, na moda, sei lá o quê. Pode até ser. Mas pelo amor de Deus, 2 horas da tarde, dentro de um hospital, vestida de caveirinha???? Ahhhhh, prá mim foi demais! Parecia a própria encarnação da morte, do satã, que veio buscar algumas almas no hospital!

Ana Letícia

"Troços" de Beagá

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Pessoal,

Não sei se todos viram, mas aqui no blog tem uma lista com uma série de blogs recomendados. Um deles é o
Carta da Itália, do Allan.

Outro dia estava lendo seu post “il mercato” e me peguei pensando nas coisas parecidas que existem aqui em BH. O Allan explica que “il mercato” é uma feira ao ar livre que acontece na cidade em que mora, Piacenza (vale a pena ler o artigo, clicando aqui).

Mas então, continuando. Eu adorei a descrição do post, e cada vez que leio o blog do Allan me dá mais vontade de conhecer a Itália. Ele nos transporta até estes lugares maravilhosamente exóticos, pintando suas cores e delineando as formas, reinventando os odores.
Aqui em Belo Horizonte temos uma feira enorme, a “Feira de Artesanato da Av. Afonso Pena” (vulgarmente chamada de “Feira Hippie”), não sei se alguém aí já ouviu falar. Dizem que é a maior da América Latina deste gênero, não sei se é verdade. Ocorre todos os domingos, sem exceção, ocasião em que se fecham uns 3 quarteirões de uma das principais avenidas de Belo Horizonte. Vende de tudo quanto é artesanato que você pode imaginar: de móveis a sapatos, quadros, bijuterias, roupas de adulto, criança e bebês, acessórios, comidas de todas as regiões do país, etc. Esta feira atrai gente de todas as partes do Brasil, bem como turistas de outros cantos do mundo! É fantástica! Tem coisas de excelente qualidade, que você encontra nas caríssimas boutiques da Savassi e shoppings. Mas tem coisas baranguérrimas e de péssima qualidade também. Tem que saber escolher.

Uma das coisas mais impressionantes desta feira é que tem gente de todo o tipo, de toda classe. Tem Estátuas Humanas, adultas e “mirins”, ceguinhos (as) vendendo bilhetes de loterias, hippies cantando “Hare Krishna”, bandinha de peruanos tocando suas flautinhas e musiquinhas dos Beattles, Elton Jonh, etc, pivete roubando (claro), doceiras vendendo bombons, camelôs vendendo quinquilharias do Paraguai e da China, etc, etc, etc. Resumindo: é a festa do emprego informal. As milhares de lojas, lanchonetes e bingos que ficam na avenida deitam e rolam nesta bagunça organizada de todo domingo: permanecem abertas e fazem promoções, chamando os consumidores a saciarem sua ânsia de comprar, comer e jogar. Isto sem contar que a feira também é point da galera que se forma no sábado, vira a noite no Baile, e de manhã cedo vai pra feira tomar mais cerveja, comer acarajé e bater papo. Depois, o point vai pro Mercado Central, onde a bebedeira continua. Eu nunca fiz isto, mas quem já fez, garante: é bom demaaaaiiisss!

Então, convido a todos a virem a BH, e desfrutarem desta miscelânea criativa…

Ah! E não vai faltar aquela barraquinha de pastel frito!!! (viu Allan!?)

Beijos
Ana Letícia

"Troços" de Beagá

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Pessoal,

Não sei se todos viram, mas aqui no blog tem uma lista com uma série de blogs recomendados. Um deles é o
Carta da Itália, do Allan.

Outro dia estava lendo seu post “il mercato” e me peguei pensando nas coisas parecidas que existem aqui em BH. O Allan explica que “il mercato” é uma feira ao ar livre que acontece na cidade em que mora, Piacenza (vale a pena ler o artigo, clicando aqui).

Mas então, continuando. Eu adorei a descrição do post, e cada vez que leio o blog do Allan me dá mais vontade de conhecer a Itália. Ele nos transporta até estes lugares maravilhosamente exóticos, pintando suas cores e delineando as formas, reinventando os odores.
Aqui em Belo Horizonte temos uma feira enorme, a “Feira de Artesanato da Av. Afonso Pena” (vulgarmente chamada de “Feira Hippie”), não sei se alguém aí já ouviu falar. Dizem que é a maior da América Latina deste gênero, não sei se é verdade. Ocorre todos os domingos, sem exceção, ocasião em que se fecham uns 3 quarteirões de uma das principais avenidas de Belo Horizonte. Vende de tudo quanto é artesanato que você pode imaginar: de móveis a sapatos, quadros, bijuterias, roupas de adulto, criança e bebês, acessórios, comidas de todas as regiões do país, etc. Esta feira atrai gente de todas as partes do Brasil, bem como turistas de outros cantos do mundo! É fantástica! Tem coisas de excelente qualidade, que você encontra nas caríssimas boutiques da Savassi e shoppings. Mas tem coisas baranguérrimas e de péssima qualidade também. Tem que saber escolher.

Uma das coisas mais impressionantes desta feira é que tem gente de todo o tipo, de toda classe. Tem Estátuas Humanas, adultas e “mirins”, ceguinhos (as) vendendo bilhetes de loterias, hippies cantando “Hare Krishna”, bandinha de peruanos tocando suas flautinhas e musiquinhas dos Beattles, Elton Jonh, etc, pivete roubando (claro), doceiras vendendo bombons, camelôs vendendo quinquilharias do Paraguai e da China, etc, etc, etc. Resumindo: é a festa do emprego informal. As milhares de lojas, lanchonetes e bingos que ficam na avenida deitam e rolam nesta bagunça organizada de todo domingo: permanecem abertas e fazem promoções, chamando os consumidores a saciarem sua ânsia de comprar, comer e jogar. Isto sem contar que a feira também é point da galera que se forma no sábado, vira a noite no Baile, e de manhã cedo vai pra feira tomar mais cerveja, comer acarajé e bater papo. Depois, o point vai pro Mercado Central, onde a bebedeira continua. Eu nunca fiz isto, mas quem já fez, garante: é bom demaaaaiiisss!

Então, convido a todos a virem a BH, e desfrutarem desta miscelânea criativa…

Ah! E não vai faltar aquela barraquinha de pastel frito!!! (viu Allan!?)

Beijos
Ana Letícia

Nossa vida política

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Ano de eleição é assim mesmo… candidatos e mais candidatos, cartazes, adesivos e santinhos espalhados por toda cidade…

Não que eu ache isso errado, pois propaganda tem que ser feita mesmo, só assim dá para saber quem são os candidatos e quais as suas propostas, mas tudo tem que ter moderação.

Moderação para fazer propagandas e promessas. Toda eleição estadual tem candidato que promete trazer o mar para Minas…. ridículo!!! Como seria? Já imaginaram?

E as fotos para baners e santinhos, cada uma que dá dó…

Nosso papel como eleitor é escolher um bom político, mas como? Sorteando entre aqueles que têm as melhores propostas mirabolantes?

Sinceramente, é difícil exercitar uma consciência política, para não votar por votar, num país com uma vasta história de corruptos. Nem vou começar a citar nomes para não acabar com meu texto…

O que quero deixar claro, é que temos que fazer a nossa parte. Não “ir na onda” de outras pessoas e votar em quem um amigo indicou. Não vamos votar por conveniência, mas naquelas pessoas que podem nos representar e trabalhar em prol dos fins sociais e políticos de nosso país.

Este é o meu recado, vote consciente!

Beijos a todos


Nossa vida política

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Ano de eleição é assim mesmo… candidatos e mais candidatos, cartazes, adesivos e santinhos espalhados por toda cidade…

Não que eu ache isso errado, pois propaganda tem que ser feita mesmo, só assim dá para saber quem são os candidatos e quais as suas propostas, mas tudo tem que ter moderação.

Moderação para fazer propagandas e promessas. Toda eleição estadual tem candidato que promete trazer o mar para Minas…. ridículo!!! Como seria? Já imaginaram?

E as fotos para baners e santinhos, cada uma que dá dó…

Nosso papel como eleitor é escolher um bom político, mas como? Sorteando entre aqueles que têm as melhores propostas mirabolantes?

Sinceramente, é difícil exercitar uma consciência política, para não votar por votar, num país com uma vasta história de corruptos. Nem vou começar a citar nomes para não acabar com meu texto…

O que quero deixar claro, é que temos que fazer a nossa parte. Não “ir na onda” de outras pessoas e votar em quem um amigo indicou. Não vamos votar por conveniência, mas naquelas pessoas que podem nos representar e trabalhar em prol dos fins sociais e políticos de nosso país.

Este é o meu recado, vote consciente!

Beijos a todos


Fim de Semana "Brilhante"!

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Hoje, assim que cheguei no trabalho, já fui logo sendo intimada pelas minhas companheiras de guerra (Lê e Lú) a escrever algo no nosso blog.

O final de semana foi fraco. Eu ainda estava me recuperando do conto do Sapinho f.d.p.. E pra piorar, faleceu a tia da Renatinha, uma grande amiga minha, e ela estava péssima. Então, resolvi ir ao enterro pra dar uma força. No velório dei de cara com uma figuraça. Até agora não sei quem era. Mas garanto que foi a pessoa que mais me chamou a atenção. Vou explicar porque. Ela tinha mais ou menos uns 35 anos, estava vestida, ou melhor, fantasiada, com uma calça de ginástica preta, uma bota de cano longo, também preta, e um jaleco branco grandão, seus cabelos eram castanho escuros, longos e bem lisos. Ela estava com o cabelo solto e com uma mecha prá frente jogada em cima do ombro. Nessa mecha havia um objeto um tanto quanto inusitado, era uma borboleta gigantesca. Pra “melhorar” a situação, a borboleta era todinha de strass (pra quem não sabe, strass são aquelas pedrinhas brilhantes, usadas para enfeitar e dar brilho às jóias). Sem contar dos anéis, que ocupavam quase todos os dedos da mão, e claro, eram todos de strass. Isso porque o horário era super adequado (14:00h) rsrsrs, e um sol rachando a cabeça de todo mundo. E ela lá, toda ” strassvagante”.

Fiquei com essa imagem na minha cabeça, o final de semana todo. Imaginando, como ela deve sair à noite pra balada!? Ela deve ter um chapéu todinho de strass, ou uma bolsa sei lá… A mulher era um strass ambulante… Quêqueisso….

Pra fechar com chave de ouro, ou melhor, de strass, no domingo fui à uma festa (aniversário da Manú) e logo depois, fomos para outra festa, num condomínio fechado. E conheci uma galerinha legal, dentre eles havia um menino que era o “comédia”.

Ele era super tímido. Comecei a puxar conversa com ele, eu adoro falar, às vezes falo até sozinha. Aí, depois de falar nomes e coisa e tal, começou um diálogo muito estranho, onde só eu falava e ele resmungava.

Eu: Você estuda?

Comédia: haunnnnni… (não sei escrever resmungando, entenderam, né? Então tá bom.)

A namorada dele, que era a Comédia II, deu uma cotovelada nele, e disse: “Responde Comédia, ela está perguntando”. Aí, ele respondeu: “Faço universidade”. Como eu não sou nem um pouco insistente, continuei: “Qual o curso?”, Ele disse; “de computador”. Não aguentei e comecei a rir.

A namorada dele disse que ele faz mestrado em Ciência da Computação no Rio de Janeiro, mas, ele tem vergonha de falar, porque acha que as pessoas o admiram por estar fazendo mestrado, e segundo ele tudo o que é feito na vida é admirável, não só o estudo… Doidão ele, não é?

Pra melhorar a situação, eu perguntei: “Onde você mora no Rio de Janeiro?” Ele respondeu: Coooooopacabana. “O quê?” – Eu disse. Ele respondeu novamente: “Coooooopacabana…” Não aguentei e de novo comecei a rir… A namorada dele entrou na conversa, sutilmente, e disse: “Não liga não, ele é gaguinho só quando fala Cooooooopacabana”. Depois dessa, tudo era festa!!!!!

É mole? Ou quer mais!!! Pois é galera, o meu final de semana mais tranqüilo é assim.

Ah, hoje é niver da Manú….Parabéns Manú e mil flores pra vc…

Beijos!!!!
Donária.

Fim de Semana "Brilhante"!

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Hoje, assim que cheguei no trabalho, já fui logo sendo intimada pelas minhas companheiras de guerra (Lê e Lú) a escrever algo no nosso blog.

O final de semana foi fraco. Eu ainda estava me recuperando do conto do Sapinho f.d.p.. E pra piorar, faleceu a tia da Renatinha, uma grande amiga minha, e ela estava péssima. Então, resolvi ir ao enterro pra dar uma força. No velório dei de cara com uma figuraça. Até agora não sei quem era. Mas garanto que foi a pessoa que mais me chamou a atenção. Vou explicar porque. Ela tinha mais ou menos uns 35 anos, estava vestida, ou melhor, fantasiada, com uma calça de ginástica preta, uma bota de cano longo, também preta, e um jaleco branco grandão, seus cabelos eram castanho escuros, longos e bem lisos. Ela estava com o cabelo solto e com uma mecha prá frente jogada em cima do ombro. Nessa mecha havia um objeto um tanto quanto inusitado, era uma borboleta gigantesca. Pra “melhorar” a situação, a borboleta era todinha de strass (pra quem não sabe, strass são aquelas pedrinhas brilhantes, usadas para enfeitar e dar brilho às jóias). Sem contar dos anéis, que ocupavam quase todos os dedos da mão, e claro, eram todos de strass. Isso porque o horário era super adequado (14:00h) rsrsrs, e um sol rachando a cabeça de todo mundo. E ela lá, toda ” strassvagante”.

Fiquei com essa imagem na minha cabeça, o final de semana todo. Imaginando, como ela deve sair à noite pra balada!? Ela deve ter um chapéu todinho de strass, ou uma bolsa sei lá… A mulher era um strass ambulante… Quêqueisso….

Pra fechar com chave de ouro, ou melhor, de strass, no domingo fui à uma festa (aniversário da Manú) e logo depois, fomos para outra festa, num condomínio fechado. E conheci uma galerinha legal, dentre eles havia um menino que era o “comédia”.

Ele era super tímido. Comecei a puxar conversa com ele, eu adoro falar, às vezes falo até sozinha. Aí, depois de falar nomes e coisa e tal, começou um diálogo muito estranho, onde só eu falava e ele resmungava.

Eu: Você estuda?

Comédia: haunnnnni… (não sei escrever resmungando, entenderam, né? Então tá bom.)

A namorada dele, que era a Comédia II, deu uma cotovelada nele, e disse: “Responde Comédia, ela está perguntando”. Aí, ele respondeu: “Faço universidade”. Como eu não sou nem um pouco insistente, continuei: “Qual o curso?”, Ele disse; “de computador”. Não aguentei e comecei a rir.

A namorada dele disse que ele faz mestrado em Ciência da Computação no Rio de Janeiro, mas, ele tem vergonha de falar, porque acha que as pessoas o admiram por estar fazendo mestrado, e segundo ele tudo o que é feito na vida é admirável, não só o estudo… Doidão ele, não é?

Pra melhorar a situação, eu perguntei: “Onde você mora no Rio de Janeiro?” Ele respondeu: Coooooopacabana. “O quê?” – Eu disse. Ele respondeu novamente: “Coooooopacabana…” Não aguentei e de novo comecei a rir… A namorada dele entrou na conversa, sutilmente, e disse: “Não liga não, ele é gaguinho só quando fala Cooooooopacabana”. Depois dessa, tudo era festa!!!!!

É mole? Ou quer mais!!! Pois é galera, o meu final de semana mais tranqüilo é assim.

Ah, hoje é niver da Manú….Parabéns Manú e mil flores pra vc…

Beijos!!!!
Donária.