O último furo…

Padrão

Pois é, depois que eu fiquei desempregada parece que surgiu mais coisa ainda prá fazer, e a falta de tempo prá prá tudo baixou geral.

Hoje é o meu dia de postar algo, mas estou completamente sem inspiração. Também, ontem fiquei até altas horas bolando a minha quebra de protocolo… Então vai ser agora mesmo que vou postar, no último furo, no último prazo, antes de dar meia-noite.

Alguém aí já assisitiu “Olga”? Dizem que é muito bom. Meus pais assistiram e gostaram bastante. Cliquem
aqui para saber das impressões deles, que resultaram num post magnífico no Prás Cabeças do papai.

Outro dia vi um pedaço de uma entrevista com a atriz que interpreta
Olga Benário, Camila Morgado, que me impressionou muito. Abaixo, algumas curiosidades sobre a filmagem do filme mais caro já produzido no Brasil:

  • Todas as cenas foram filmadas no Brasil, inclusive aquelas que se passam na Europa, nos campos de concentração nazistas, na neve…
  • As cenas do campo de concentração foram filmadas no Rio de Janeiro, numa estação desativada (se não me engano – se estiver, alguém por favor me corrija). Estava fazendo mais de 30 graus no Rio à época das filmagens, e a cena era extremamente escura e fria, estava nevando etc. Para conseguirem a iluminação ideal, foi colocado um pano branco enorme (tipo um lençol) sobre a estação – imaginem a sauna que aquilo ali virou.
  • Camila Morgado conta que não sabe como não desmaiou de tanto calor e desitratação.
  • A neve no chão foi feita com sal grosso (o que faz desitratar ainda mais…), e a neve caindo por máquinas geralmente usadas em cinema (tipo aquelas que ficam no shopping na época de Natal).
  • Como a Olga Benário era européia (alemã, né?), ela era mais alta Luiz Carlos Prestes na vida real, e assim deveria ser no cinema. No entanto, a atriz era bem mais baixa, e para dar mais realidade às cenas, teve que, literalmente, subir nas tamancas! E que tamancas! Não sei quantos centímetros de plataforma, mas foi algo tão “exagerado” que a Camila teve que treinar para conseguir se equilibrar sobre aquele “pedestal”. E ela também tinha que andar, correr, pular, tudo com as tamancas…
  • Segundo ela, a técnica de usar a plataforma como sapatos foi dominada no andar, mas para correr e saltar, era impossível não cair. Parece que teve uma cena que foi preciso filmar com três seguranças em volta de Camila, pois ela tinha que correr e saltar, e quando ela estava caindo no chão, estes seguranças a carregavam e a colocavam de pé novamente!!! E isto tudo foi filmado, mas não aparece no filme, nem dá prá perceber que ela estava caindo, etc…

Legal, né? Vou ver este filme ainda, mas como todo mundo que viu me falou que é muito triste (minha mãe nem dormiu no dia em que o assisitiu, de tão impressionada), quero me preparar mais psicologicamente… O tanto que eu já chorei de emoção só com estas Olimpíadas! Imaginem com o filme então! Sei se guento não….

Ah! Alguém viu Ana Maria Braga hoje? O Emanuel (vôlei de praia) DEU a medalha dele de ouro ao Wanderley (carinha da maratona que foi segurado pelo irlandês ex-padre retardado), ao vivo!!! Nem preciso falar, né? Chorei demais. Mas disseram que no intervalo a medalha foi devolvida pelo Wanderley, que disse que não poderia aceitá-la etc. O estúdio inteiro aplaudiu de pé… ai…ai….

Beijoooossss

Ana Letícia

Quebrando o Protocolo!

Padrão
Luciana (Lú, Luli´s) e Donária (Dôdô, Dod´s, Dô)

Adorei a homenagem do post de hoje!!! Quem foi a responsável??? Eu ia responder pelo comments, mas resolvi quebrar o nosso “Protocolo de Posts Diários” (*) e agradecê-las oficialmente!!! Hoje eu não consegui fazê-lo direito, por causa da Festinha! (Sim, leitores, tive direito até a uma festinha de despedida, com bolo Floresta Negra, refri e tudo mais!) Tá certo que era aniversário do Fernando também, mas deixa eu me gabar um pouco, tá? Bom, como eu não tinha a menor idéia de que isto iria acontecer, eu fiquei tão pasma que perdi a reação! Fiquei meio sem graça, sem saber o que falar e/ou fazer.

Lembro-me perfeitamente do meu primeiro dia no escritório. Quando cheguei e toquei a campainha, a Donária me abre a porta com um pão enorme numa mão, cheio de manteiga, na outra mão um copásso de café, e a cara mais assutada do mundo, achei que tinha até errado de endereço!!! Depois, demorei quase uma semana prá guardar (e entender… rsss) o nome dela, e então eu só chamava a Lú, perguntava tuuuudo prá ela… hahaha

Só quero dizer que estou feliz de sair do escritório, apesar das amigas (Dô e Lú) e de todo o pessoal, que adorei conhecer – e rever – lá (os chefes gente-boníssima – Magna, Hênio, Délio e Fernando -, Gleice, Lívia, “Paulete”, Mardem “Boy”, “Wagner Love”, Thaís, “Já-Já”, “Natá”, Bi Polacchini, Lucas, “Gabi”, Caio … – espero não ter esquecido de ninguém). Mas é que foi uma decisão muito bem pensada e sensata, e preciso estudar muito prá poder passar num concurso! (Vai que “dá um azar” e a pessoa que vos fala vira juíza!?)

E também não é porque não trabalhamos mais juntas que minha passagem pelo “Mineiras, Uai!” vai se acabar, não! Afinal de contas, este era o objetivo principal do blog, e ele não tem nem duas semanas de idade!

Enfim, aaaaamoooooo vocês, meninas!

Muitos beijos

Ana Letícia (Anita, Lê….)

(*) Para vocês que ainda não sabiam do nosso Protocolo de Posts Diários”, a ordem é a seguinte:

– 1 post por dia;

– Primeiro dia é da Dô;

– 2o dia da Lú;

– 3o dia da Ana.

Nos fins de semana não postaremos nada, pois também somos filhas de Deus, e dá um trabalhão danado tirar inspiração prá escrever aqui todo dia, viu?

Ana, Anita, Letícia, Lê

Padrão

Antes de começar o assunto do dia, quero saber o que vocês acharam do novo visual do nosso blog. Ele acompanhou as Olimpíadas de Athenas e agora, mais do que nunca, está a nossa cara!!!

O blog está lindo, alegre, mais acessível ainda… mas eu e a Dô estamos tristes… E tudo por causa da Lê!

Na realidade, o escritório em que trabalhamos está todo triste! A partir de amanhã não teremos mais a agradável companhia da Lê irradiando as manhãs da Advocacia Malheiros. Hummm, bolinhos? Agora só em visitas (snif, snif).

Histórias e papinhos, agora pelo blog ou quando o tempo nos deixar reencontrar (já marcamos um reencontro).

Sentiremos saudades, mas sabemos que algo bom vai acontecer… Caminhos mais seguros farão parte da vida profissional da Lê.

Anita, estude mesmo, lute por seus ideais!

Nossa amizade não vai diminuir por causa da distância, pelo contrário, já demonstramos tantas afinidades (até no jeito de ser, estilo de roupas, sapatos, brincos e anéis…) que nossas histórias ainda vão dar textos e textos para este blog.

Continue na área… sempre em nosso blog!


Quebrando o Protocolo!

Padrão
Luciana (Lú, Luli´s) e Donária (Dôdô, Dod´s, Dô)

Adorei a homenagem do post de hoje!!! Quem foi a responsável??? Eu ia responder pelo comments, mas resolvi quebrar o nosso “Protocolo de Posts Diários” (*) e agradecê-las oficialmente!!! Hoje eu não consegui fazê-lo direito, por causa da Festinha! (Sim, leitores, tive direito até a uma festinha de despedida, com bolo Floresta Negra, refri e tudo mais!) Tá certo que era aniversário do Fernando também, mas deixa eu me gabar um pouco, tá? Bom, como eu não tinha a menor idéia de que isto iria acontecer, eu fiquei tão pasma que perdi a reação! Fiquei meio sem graça, sem saber o que falar e/ou fazer.

Lembro-me perfeitamente do meu primeiro dia no escritório. Quando cheguei e toquei a campainha, a Donária me abre a porta com um pão enorme numa mão, cheio de manteiga, na outra mão um copásso de café, e a cara mais assutada do mundo, achei que tinha até errado de endereço!!! Depois, demorei quase uma semana prá guardar (e entender… rsss) o nome dela, e então eu só chamava a Lú, perguntava tuuuudo prá ela… hahaha

Só quero dizer que estou feliz de sair do escritório, apesar das amigas (Dô e Lú) e de todo o pessoal, que adorei conhecer – e rever – lá (os chefes gente-boníssima – Magna, Hênio, Délio e Fernando -, Gleice, Lívia, “Paulete”, Mardem “Boy”, “Wagner Love”, Thaís, “Já-Já”, “Natá”, Bi Polacchini, Lucas, “Gabi”, Caio … – espero não ter esquecido de ninguém). Mas é que foi uma decisão muito bem pensada e sensata, e preciso estudar muito prá poder passar num concurso! (Vai que “dá um azar” e a pessoa que vos fala vira juíza!?)

E também não é porque não trabalhamos mais juntas que minha passagem pelo “Mineiras, Uai!” vai se acabar, não! Afinal de contas, este era o objetivo principal do blog, e ele não tem nem duas semanas de idade!

Enfim, aaaaamoooooo vocês, meninas!

Muitos beijos

Ana Letícia (Anita, Lê….)

(*) Para vocês que ainda não sabiam do nosso Protocolo de Posts Diários”, a ordem é a seguinte:

– 1 post por dia;

– Primeiro dia é da Dô;

– 2o dia da Lú;

– 3o dia da Ana.

Nos fins de semana não postaremos nada, pois também somos filhas de Deus, e dá um trabalhão danado tirar inspiração prá escrever aqui todo dia, viu?

Ana, Anita, Letícia, Lê

Padrão

Antes de começar o assunto do dia, quero saber o que vocês acharam do novo visual do nosso blog. Ele acompanhou as Olimpíadas de Athenas e agora, mais do que nunca, está a nossa cara!!!

O blog está lindo, alegre, mais acessível ainda… mas eu e a Dô estamos tristes… E tudo por causa da Lê!

Na realidade, o escritório em que trabalhamos está todo triste! A partir de amanhã não teremos mais a agradável companhia da Lê irradiando as manhãs da Advocacia Malheiros. Hummm, bolinhos? Agora só em visitas (snif, snif).

Histórias e papinhos, agora pelo blog ou quando o tempo nos deixar reencontrar (já marcamos um reencontro).

Sentiremos saudades, mas sabemos que algo bom vai acontecer… Caminhos mais seguros farão parte da vida profissional da Lê.

Anita, estude mesmo, lute por seus ideais!

Nossa amizade não vai diminuir por causa da distância, pelo contrário, já demonstramos tantas afinidades (até no jeito de ser, estilo de roupas, sapatos, brincos e anéis…) que nossas histórias ainda vão dar textos e textos para este blog.

Continue na área… sempre em nosso blog!


Novo Sistema de Comentários do Mineiras Uai

Padrão
Pessoal,
Mudamos! Agora estamos utilizando o sistema de comentários do Haloscan, graças às idéias de “improvemment” do nosso blog dadas pela Karla Spader (Keep Walking) e pelo Cláudio Costa (Prás Cabeças). Infelizmente, com esta mudança, perdemos todos os queridos comentários deixados por vocês no antigo sistema… Mas nem por isso deixem de comentar, muito pelo contrário! Achamos que agora sim, vai estar bem mais rápido e prático deixar recados, comentários, críticas, sugestões…….
Um beijo,
E não deixem de “comentar”!!!
Ana Letícia, Donária e Luciana

Novo Sistema de Comentários do Mineiras Uai

Padrão
Pessoal,
Mudamos! Agora estamos utilizando o sistema de comentários do Haloscan, graças às idéias de “improvemment” do nosso blog dadas pela Karla Spader (Keep Walking) e pelo Cláudio Costa (Prás Cabeças). Infelizmente, com esta mudança, perdemos todos os queridos comentários deixados por vocês no antigo sistema… Mas nem por isso deixem de comentar, muito pelo contrário! Achamos que agora sim, vai estar bem mais rápido e prático deixar recados, comentários, críticas, sugestões…….
Um beijo,
E não deixem de “comentar”!!!
Ana Letícia, Donária e Luciana

Meu Deus, que gandaia!!!

Padrão

Olá galerinha de plantão! O fim de semana foi irado. A princípio pensei que iria ser super calmo, começando com uma caminhada na Praça do Papa na companhia de um amigo. A night chegou, o calor também e a vontade de ir pra balada apareceu com todas as forças.
Minhas amigas da faculdade, por sinal empolgadíssimas, me convidaram para ir em uma festa num tal de “Cafezinho”, e claro que eu fui. No início pensei que estava em uma boite Gay (Nada contra!!): uns “meninos” com umas calças jeans bem apertadas e as camisetas, mais justas impossível, alguns usavam até óculos escuro. Mas, a situação inverteu, quando me dei conta tinha homem d+, aiaiai… que maravilha!! O barman, era tudo! Ele parecia um pirata gigante, com direito a cabelo grande, brinco e aquele charme de pirata… Sem falar do húngaro que conheci, o nome dele é Lazslo. Ele chegou no Brasil há uma semana, foi para um carnaval fora de época no nordeste, acho que era em Fortaleza, e não parava de cantar uma música baranguérrima e que eu nunca ouvi, claro que era axé… credo!
Olha que coisa “legal”, a letra então, sem comentários: “zum zum zum, zum zum baba, zum zum baba, zum zum baba…”. Detalhe que ele gravou essa música no celular e não parava de tocar. Ele cantando, o celular tocando e eu gritando: “Cala a boca cabeção”! E ele não parava de rir…. Nossa, foi muito bom!
Cheguei em casa muito tarde, ou melhor, muito cedo. Acordei 2 horas da tarde no Domingo, que absurdo, mas, valeu a pena. Piração…

Agora a Dodô está de volta nas baladas. Graças a Deus!!!

Bjocas!!!
Donária.

Meu Deus, que gandaia!!!

Padrão

Olá galerinha de plantão! O fim de semana foi irado. A princípio pensei que iria ser super calmo, começando com uma caminhada na Praça do Papa na companhia de um amigo. A night chegou, o calor também e a vontade de ir pra balada apareceu com todas as forças.
Minhas amigas da faculdade, por sinal empolgadíssimas, me convidaram para ir em uma festa num tal de “Cafezinho”, e claro que eu fui. No início pensei que estava em uma boite Gay (Nada contra!!): uns “meninos” com umas calças jeans bem apertadas e as camisetas, mais justas impossível, alguns usavam até óculos escuro. Mas, a situação inverteu, quando me dei conta tinha homem d+, aiaiai… que maravilha!! O barman, era tudo! Ele parecia um pirata gigante, com direito a cabelo grande, brinco e aquele charme de pirata… Sem falar do húngaro que conheci, o nome dele é Lazslo. Ele chegou no Brasil há uma semana, foi para um carnaval fora de época no nordeste, acho que era em Fortaleza, e não parava de cantar uma música baranguérrima e que eu nunca ouvi, claro que era axé… credo!
Olha que coisa “legal”, a letra então, sem comentários: “zum zum zum, zum zum baba, zum zum baba, zum zum baba…”. Detalhe que ele gravou essa música no celular e não parava de tocar. Ele cantando, o celular tocando e eu gritando: “Cala a boca cabeção”! E ele não parava de rir…. Nossa, foi muito bom!
Cheguei em casa muito tarde, ou melhor, muito cedo. Acordei 2 horas da tarde no Domingo, que absurdo, mas, valeu a pena. Piração…

Agora a Dodô está de volta nas baladas. Graças a Deus!!!

Bjocas!!!
Donária.

Só prá não perder o costume…

Padrão

Banca de frutas do Mercado Central, Basílica de Lourdes, Centro Cultural (antigo museu de Mineralogia), Museu Histórico Abílio Barreto e Parque Municipal.

E por falar em costume bem mineiro, que tal um passeio pelo Mercado Central?

Para quem não conhece BH, vou resumir aqui o que é o nosso MC: imaginem um imenso galpão (que ocupa uma quadra todinha), com gente de todo tipo, e lojinhas que vendem de tudo. Imaginaram? Não, eu acho que vocês não entenderam: quando eu digo “de tudo”, é T-U-D-O meeeeessssmoooo! De filhotes de animais a pedras semi-preciosas, de temperos e ervas de todo canto do mundo a fumo de rolo, de restaurantes típicos e cafeterias a botequinhos com cerveja geladíssima, de comida para peixe a chocolates e especiarias, rolhas e garrafas, vidros e latarias, colher de pau e pau de canela…. Ah! Agora sim deu pra sacar, né? Mais ou menos? (Não vou continuar, senão encho a página inteira com tudo que pode se achar no Mercado…)

Mas eu ia dizendo sobre o passeio ao Mercado Central. Hoje eu fui lá com meus pais, que vão todos os domingos comprar temperos, acepipes, e fazer um “lanchinho”. Após comprarmos alguns vidrinhos de temperos e queijo canastra meia-cura (delícia de Minas!), resolvemos comer um lombinho na chapa com jiló. (É jiló mesmo, viu? Daquele que você dá pra passarinho comer.)

O botequim lá do MC é uma piada. Não tem mesas nem cadeiras, fica num corredor e todo mundo grita: do freguês que faz seu pedido ao atendente, que solicita ao outro atendente o pedido feito. Resumindo: são dois balcões, um do lado, outro do outro. O povo conversa alto, feliz pelo curioso atendimento, pela cerveja gelada, pela comidinha deliciosa, ou mesmo para se fazer escutar em meio a tanta gritaria. Detalhe: é tudo muito barato, mas super bem feito. Os pratos são preparados na sua frente, numa chapa devidamente engordurada e quente. É um local tradicional de encontro dos mineiros, bem como dos turistas que visitam a cidade.

Hoje, enquanto esperávamos nosso lombinho com jiló, um senhor que estava ao nosso lado puxou papo: uma “figuráça”, de chapéu de boiadeiro, porta óculos no cinto, um semblante muito sofrido de gente “da roça”. Ele disse que era da Bahia, do interior, que a gente podia se servir do prato dele (contrafilé acebolado com jiló) e que deveríamos pedir ao rapaz da chapa para fazer nosso lombo beeemmm passado.

_“É um périgo comer carne de porco mal passada! O dotô me disse notro día, quando fui fázê uma consulta, num sabe? Póde dá bicho!” (Tentem ler com sotaque bem nordestino).

Respondemos cordialmente, concordando com o senhor.

_“Esse povo daqui du mercado num passa muitcho bem passadim não, a rente pede, mar eles num faz direitcho.”

Papai concordou, devolvendo o prato ao atendente e pedindo que fosse passado novamente na chapa. E pegou um pedaço de carne do prato do senhor nordestino. E ele continuou, dizendo que tinha 4 filhas que moravam aqui em BH, que ele gostava muito daqui, mas não de prédio de apartamento, pois se sentia muito preso. Perguntou se a gente era daqui mesmo, pois ele só conhecia uma pessoa que era “nascida e criada” aqui, que vinha a ser o seu genro. Se espantou quando dissemos que sim, éramos daqui sim. Achou o máximo! Quando chegou nosso prato já bem passado, serviu-se de nossa carne bem rapidamente, e comentou que “Agora sim, ta muitcho boa!”. É impressionante, cada figura que a gente vê naquele mercado!

E para que vocês não fiquem pensando o contrário: é muito bem freqüentado, viu? Artistas, jogadores de futebol, “gente da alta”, todo mundo vai ao mercado, junto com gente simples, gente da roça, gente como a gente. Mas ainda assim, tudo é vendido com preços excelentes, muito barato!

Bem, fico por aqui com a minha dica de BH, só pra não perder o costume de contar um pouquinho mais dessa nossa cidade, que é uma verdadeira miscelânea de raças e culturas.

Ah! Querem mais dicas sobre BH? Tentem no Idas Brasil!
Espero que tenham gostado! Beijos!