Forno Mal Regulado

Padrão

Caros amigos,

Desculpem pelo post sem inspiração… neste momento, é impossível! Sinto-me como se estivesse dentro de uma sauna, o dia inteiro. Não sei o que é pior, ficar parada ou sair na rua, pois, de uma forma ou de outra, não há vento, nem umidade. Os dias demoram muito a passar, e a paisagem sempre é muito clara e iluminada demais, e em vários pontos da cidade noto muita vegetação seca e ou queimada.

Sábado passado estive em Divinópolis, Oeste de Minas. Lá é um pólo de indústria têxtil, e tudo é tão barato (roupas de malha, jeans, etc) que você até duvida de o vendedor estar lhe dizendo a verdade quando você pergunta o preço!

Não preciso nem falar que, enquanto papai suava (literalmente!) para garantir o “leitinho das crianças”, eu e mamãe nos esbaldávamos no comércio local… Foi aí que notei que, pelo menos ali na região da Rodoviária da cidade, onde tem vários shoppings e centros comerciais, as ruas e calçadas não tinham quase (ou nenhuma) arborização… O sol estava causticante, assim como em BH, e o resultado de 4 horas e meia de compras num local como este só poderia ser leves queimaduras de sol e uma indisposição que em muito parecia com “insolação”.

Chegamos num estado de calor tal, que eu comentei:

– Mãe, este calor está me fazendo lembrar Cabo Frio (Região dos Lagos do RJ) em pleno Janeiro!

Mamãe: – Ana! Até pelo que eu estou entendendo (se é que estou entendendo alguma coisa), nós ESTAMOS EM CABO FRIO!

Não, isto não foi conversa de ET, nem de bêbado, nem de “loucos de todo gênero” rs… Apenas duas mulheres alucinando por causa do sol e do calor!!!

Como foi publicado pelo papai no
Prás Cabeças:

“(…) Não sei se a vida se torna um inferno, ou um forno mal regulado.”

Só sei que quando voltei prá Belo Horizonte, no sábado mesmo, dei Graças a Deus por morar nesta cidade arborizada, no alto da serra, com “clima de montanha” e com brisa fresca, pois aqui só estava fazendo 35 graus, contra os 40 de “Divi”… Apesar de ter amado ir a Divinópolis!






Fala sério! E nós aqui morrendo de calor! O jeito então é se refrescar em Ushuaia!



Ana Letícia.

Ps: Vale destacar que lá em Divinópolis tem um local bem mais aprazível (em termos de arborização) que a região da Rodoviária, e um dos bairros súper charmosos se chama “Savassinha”, uma carinhosa homenagem a nossa Savassi, cheio de bares e restaurantes badalados. Almocei um churrasco de peixe delicioso na Cervejaria Savassi, lá mesmo, em frente ao Clube Estela do Oeste! Vale à pena conferir: comida, boa, barata e farta! Êta Minas Gerais, bom demais, sô!

Forno Mal Regulado

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Caros amigos,

Desculpem pelo post sem inspiração… neste momento, é impossível! Sinto-me como se estivesse dentro de uma sauna, o dia inteiro. Não sei o que é pior, ficar parada ou sair na rua, pois, de uma forma ou de outra, não há vento, nem umidade. Os dias demoram muito a passar, e a paisagem sempre é muito clara e iluminada demais, e em vários pontos da cidade noto muita vegetação seca e ou queimada.

Sábado passado estive em Divinópolis, Oeste de Minas. Lá é um pólo de indústria têxtil, e tudo é tão barato (roupas de malha, jeans, etc) que você até duvida de o vendedor estar lhe dizendo a verdade quando você pergunta o preço!

Não preciso nem falar que, enquanto papai suava (literalmente!) para garantir o “leitinho das crianças”, eu e mamãe nos esbaldávamos no comércio local… Foi aí que notei que, pelo menos ali na região da Rodoviária da cidade, onde tem vários shoppings e centros comerciais, as ruas e calçadas não tinham quase (ou nenhuma) arborização… O sol estava causticante, assim como em BH, e o resultado de 4 horas e meia de compras num local como este só poderia ser leves queimaduras de sol e uma indisposição que em muito parecia com “insolação”.

Chegamos num estado de calor tal, que eu comentei:

– Mãe, este calor está me fazendo lembrar Cabo Frio (Região dos Lagos do RJ) em pleno Janeiro!

Mamãe: – Ana! Até pelo que eu estou entendendo (se é que estou entendendo alguma coisa), nós ESTAMOS EM CABO FRIO!

Não, isto não foi conversa de ET, nem de bêbado, nem de “loucos de todo gênero” rs… Apenas duas mulheres alucinando por causa do sol e do calor!!!

Como foi publicado pelo papai no
Prás Cabeças:

“(…) Não sei se a vida se torna um inferno, ou um forno mal regulado.”

Só sei que quando voltei prá Belo Horizonte, no sábado mesmo, dei Graças a Deus por morar nesta cidade arborizada, no alto da serra, com “clima de montanha” e com brisa fresca, pois aqui só estava fazendo 35 graus, contra os 40 de “Divi”… Apesar de ter amado ir a Divinópolis!






Fala sério! E nós aqui morrendo de calor! O jeito então é se refrescar em Ushuaia!



Ana Letícia.

Ps: Vale destacar que lá em Divinópolis tem um local bem mais aprazível (em termos de arborização) que a região da Rodoviária, e um dos bairros súper charmosos se chama “Savassinha”, uma carinhosa homenagem a nossa Savassi, cheio de bares e restaurantes badalados. Almocei um churrasco de peixe delicioso na Cervejaria Savassi, lá mesmo, em frente ao Clube Estela do Oeste! Vale à pena conferir: comida, boa, barata e farta! Êta Minas Gerais, bom demais, sô!

Católica e comportada

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Comecei a ler o post da Dô de ontem sobre “um desejo incontrolável, quente…” e vi que no final ela tinha mencionado meu nome. Na verdade li primeiro o final e depois a poesia, pois já sabia que tinha sido citada.

Católica e certinha? Eu??? Num aspecto acertou, mas no outro errou. Católica e comportada, seria o ideal.

Muita gente acha que porque sou católica fervorosa não aproveito a vida, muito pelo contrário, tenho que ser católica integrada no mundo.

Certeza? Só Deus tem. Eu tento me comportar segundo a educação que tive, por sinal muito boa (obrigada pais!).

Quanto ao meu catolicismo, para quem não sabe, participo do movimento apostólico de Schoesntatt, precisamente da Juventude Feminina.

Nossa, devem estar pensando… essa deve ser chata, super femininsta. Nada disso, sou FEMININA não FEMINISTA. Prezo a pureza do ser mulher, o ideal de ser uma pequena Maria no mundo (ainda to longe disso!) Não ser vulgar, não ser fácil, não ser d…, p… entendem…

Por outro lado, não acho que a Igreja Católica está certa em todos os aspectos. Apesar de ser cristã, tem coisas que acho que poderiam ser mudadas, adaptadas ao nosso mundo. E tem coisas que não sabemos que a Igreja vê de uma forma mais liberal, pois o que sabemos são os ensinamentos que ouvimos de padres e catequistas.

Um exemplo disso é o casamento, ou melhor, o sexo no casamento. Realmente a Igreja Católica não aprova o sexo antes do casamento, condena mesmo, é impureza! Mas todo mundo acha que ela só aprova o sexo com fins de procriação “crescei e multiplicai”.

Nada disso!

Quem já teve a oportunidade de ler um livro chamado “O Catecismo” vai ver que de A à Z tem assuntos polêmicos sobre o catolicismo, o que se prega e o que se condena…
Este livro diz que o casal além de procriar deve se amar para fins de próprio prazer, para satisfação pessoal. Horrorizaram? Alguém sabia disso?

Viu, tem muita coisa que a Igreja Católica não condena, mas como nós só aprendemos o que nossos pais sabem e o que ouvimos falar, sem parar para ler a Bíblia ou qualquer outro livro católico, discutimos coisas erradas.

Não é fácil discutir sobre religião, dizem que há três coisas na vida indiscutíveis: religião, política e futebol, mas isso já era! Não devemos é discutir sem fundamentos, só para enfernizar outra pessoa. Além disso, hoje tem muita gente perdida no mundo, sem um rumo, e as Igrejas estão cada vez mais lotadas (todas, principalmente as Universais, será que compensam?). Muita gente procura solução para os problemas na religião.

Eu, como católica praticante, rezo sempre para Deus, Jesus e minha Mãe.

Beijos Lú

Católica e comportada

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Comecei a ler o post da Dô de ontem sobre “um desejo incontrolável, quente…” e vi que no final ela tinha mencionado meu nome. Na verdade li primeiro o final e depois a poesia, pois já sabia que tinha sido citada.

Católica e certinha? Eu??? Num aspecto acertou, mas no outro errou. Católica e comportada, seria o ideal.

Muita gente acha que porque sou católica fervorosa não aproveito a vida, muito pelo contrário, tenho que ser católica integrada no mundo.

Certeza? Só Deus tem. Eu tento me comportar segundo a educação que tive, por sinal muito boa (obrigada pais!).

Quanto ao meu catolicismo, para quem não sabe, participo do movimento apostólico de Schoesntatt, precisamente da Juventude Feminina.

Nossa, devem estar pensando… essa deve ser chata, super femininsta. Nada disso, sou FEMININA não FEMINISTA. Prezo a pureza do ser mulher, o ideal de ser uma pequena Maria no mundo (ainda to longe disso!) Não ser vulgar, não ser fácil, não ser d…, p… entendem…

Por outro lado, não acho que a Igreja Católica está certa em todos os aspectos. Apesar de ser cristã, tem coisas que acho que poderiam ser mudadas, adaptadas ao nosso mundo. E tem coisas que não sabemos que a Igreja vê de uma forma mais liberal, pois o que sabemos são os ensinamentos que ouvimos de padres e catequistas.

Um exemplo disso é o casamento, ou melhor, o sexo no casamento. Realmente a Igreja Católica não aprova o sexo antes do casamento, condena mesmo, é impureza! Mas todo mundo acha que ela só aprova o sexo com fins de procriação “crescei e multiplicai”.

Nada disso!

Quem já teve a oportunidade de ler um livro chamado “O Catecismo” vai ver que de A à Z tem assuntos polêmicos sobre o catolicismo, o que se prega e o que se condena…
Este livro diz que o casal além de procriar deve se amar para fins de próprio prazer, para satisfação pessoal. Horrorizaram? Alguém sabia disso?

Viu, tem muita coisa que a Igreja Católica não condena, mas como nós só aprendemos o que nossos pais sabem e o que ouvimos falar, sem parar para ler a Bíblia ou qualquer outro livro católico, discutimos coisas erradas.

Não é fácil discutir sobre religião, dizem que há três coisas na vida indiscutíveis: religião, política e futebol, mas isso já era! Não devemos é discutir sem fundamentos, só para enfernizar outra pessoa. Além disso, hoje tem muita gente perdida no mundo, sem um rumo, e as Igrejas estão cada vez mais lotadas (todas, principalmente as Universais, será que compensam?). Muita gente procura solução para os problemas na religião.

Eu, como católica praticante, rezo sempre para Deus, Jesus e minha Mãe.

Beijos Lú

DESEJO…

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Desejo, que você tenha a quem amar… e desejo muito mais. No texto que escrevi em homenagem ao meu amigo Youssef, recebi um comentário de uma garota chamada Luma. Como ela tem um blog, resolvi visitá-lo: http://www.exepes.blig.ig.com.br/, que por sinal é interessantíssimo. Li quase tudo, mas, um poema (que eu não sei quem escreveu) me chamou muita atenção, e me deixou, um tanto quanto, digamos que, vermelhinha… Muita ousadia num poema só… ufa… neste calor então!?…
Pasmem!!! Aí vai:

“O nojo do substantivo – foi há trint’anos – ao sol de hoje se derrete.



Nádegas aparecem em anúncios, ruas, ônibus, tevês.



O corpo soltou-se.



A luz do dia saúda-o,nudez conquistada, proclamada.



Estuda-se nova geografia.



Canais implícitos, adianta nomeá-los?



Esperam o beijo do consumidor-amante, língüa e membro exploradores.



E a língüa vai osculando a castanha clitórida, a penumbra retal.



A amada quer expressamente falar e gozar



gozar e falar vocábulos antes proibidos



e a volúpia do vocábulo emoldura a sagrada volúpia.”




Posso até parecer ignorante, mas, sinceramente: Quem escreveu isso, meu Deus do céu??? Fiquei e continuo súper curiosa pra saber quem é este escritor!? Procurei até no Google … Fiquei ainda mais sem graça. Quando eu tentava procurar como: “poemas sensuais”, ou “poesia…” , me deparei com umas cenas totalmente indecorosas, até quando procurei por poemas de Nelson Rodrigues, as tais ceninhas (de pura “putaria”) apareceram… quêqueisso…. Desisti. Se alguém souber, mande através dos comentários, ok!
Estou com medo da reação da Lúlis, ela é super católica e certinha… aiaiai… é só um poema, tá Lú! Já a Anita, vai gostar, hein, Ana banana!!!

Obs.: Luma, espero que você não se importe. Mas, não resisti.

Ai… ai… Perdi o fôlego… Acho que o texto não precisa de mais nada. Concordam?

Bessos calientes!!!

Donária.

DESEJO…

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Desejo, que você tenha a quem amar… e desejo muito mais. No texto que escrevi em homenagem ao meu amigo Youssef, recebi um comentário de uma garota chamada Luma. Como ela tem um blog, resolvi visitá-lo: http://www.exepes.blig.ig.com.br/, que por sinal é interessantíssimo. Li quase tudo, mas, um poema (que eu não sei quem escreveu) me chamou muita atenção, e me deixou, um tanto quanto, digamos que, vermelhinha… Muita ousadia num poema só… ufa… neste calor então!?…
Pasmem!!! Aí vai:

“O nojo do substantivo – foi há trint’anos – ao sol de hoje se derrete.



Nádegas aparecem em anúncios, ruas, ônibus, tevês.



O corpo soltou-se.



A luz do dia saúda-o,nudez conquistada, proclamada.



Estuda-se nova geografia.



Canais implícitos, adianta nomeá-los?



Esperam o beijo do consumidor-amante, língüa e membro exploradores.



E a língüa vai osculando a castanha clitórida, a penumbra retal.



A amada quer expressamente falar e gozar



gozar e falar vocábulos antes proibidos



e a volúpia do vocábulo emoldura a sagrada volúpia.”




Posso até parecer ignorante, mas, sinceramente: Quem escreveu isso, meu Deus do céu??? Fiquei e continuo súper curiosa pra saber quem é este escritor!? Procurei até no Google … Fiquei ainda mais sem graça. Quando eu tentava procurar como: “poemas sensuais”, ou “poesia…” , me deparei com umas cenas totalmente indecorosas, até quando procurei por poemas de Nelson Rodrigues, as tais ceninhas (de pura “putaria”) apareceram… quêqueisso…. Desisti. Se alguém souber, mande através dos comentários, ok!
Estou com medo da reação da Lúlis, ela é super católica e certinha… aiaiai… é só um poema, tá Lú! Já a Anita, vai gostar, hein, Ana banana!!!

Obs.: Luma, espero que você não se importe. Mas, não resisti.

Ai… ai… Perdi o fôlego… Acho que o texto não precisa de mais nada. Concordam?

Bessos calientes!!!

Donária.

Você sabe o que é YÔGA?

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Instrutora de Swásthya Yôga, Carla Cordeiro



Pessoal, alguns de vocês já sabem que eu comecei a praticar Swásthya Yôga há 3 semanas. Tenho conversado com muita gente sobre isso, e ainda há muitas pessoas que não sabem direito do que se trata, ou por pura falta de informação mesmo, ou por preconceito, ou por desinteresse… enfim. Eu era uma pessoa que não tinha muita informação sobre o que era a Yôga de verdade, e confesso que há algum tempo atrás eu era meio preconceituosa com tudo isso. Foi aí que o panorama da coisa toda começou a mudar, algumas amigas passaram a praticar, foi sendo mais divulgado na televisão por atores/atrizes famosos(as) que a praticavam, academias começaram a oferecer as aulas como modalidade diferente de ginástica, a Uni-Yôga do Mestre De Rose foi inaugurada em BH, e todos só falavam bem desta prática milenar.

Mas afinal, o que é realmente a Yôga? De acordo com Rogério Brant, diretor de uma das Unidades DeROSE da Universidade de Yôga, em Curitiba, “o Yôga é uma arte milenar que surgiu na Índia há mais de 5000 anos. Não se trata de nenhum tipo de ginástica, nem modalidade alguma de Educação Física. O Yôga é uma prática completa, que compreende mais de 2.000 técnicas corporais, 58 modalidades de exercícios respiratórios, 52 métodos de concentração e meditação, além de muitos mantras”.

A Swásthya Yôga é considerada a forma mais autêntica da prática do Yôga, pois é o nome da sistematização do Yôga mais completo do mundo, Yôga Ultra-Integral, baseado em raízes muito antigas (Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga). A característica principal é sua prática ortodoxa denominada ashtanga sádhana. A sua prática completa abrange 8 módulos durante a aula, entre eles: mudrá (gesto reflexológico feito com as mãos); pújá (retribuição de energia); mantra (vocalização de sons e ultra-sons); pránáyáma (domínio da bioenergia através de respiratórios); kriya (atividade de purificação das mucosas); ásana (posição física estável e confortável); yôganidra (técnica de descontração); samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos). A foto no alto do texto representa um ásana, que são tantos quantas são as formas encontradas na natureza. Não pensem que é fácil fazer um ásana como este: exige além de muita concentração, muita força muscular, flexibilidade, e controle profundo da respiração, TUDO AO MESMO TEMPO!!! Obviamente que no início você cai de todos os ásanas, mas depois vai pegando o jeito, a técnica correta, e vai aprendendo, aos poucos, como fazer cada um deles!

O melhor da aula de Yôga é o final: você sente um relaxamento indescritível! Seu corpo parece estar anestesiado, e, ao mesmo tempo, alerta em todos os seus sentidos! E esta sensação de bem estar dura o dia todo, se prolonga contribuindo para um excelente sono à noite, e permanece durante o resto da semana!

O corpo vai mudando aos pouquinhos, se purificando por dentro, “enxugando” as gordurinhas em excesso, e delineando os músculos. Você fica forte e “cortado” sem parecer “bombado”, seu índice de gordura corporal vai diminuindo, pois todo o efeito da Yôga ocorre “de dentro para fora”, é um trabalho muscular isotônico… Eu já estou começando a sentir esses efeitos, mas ainda é muito pouco, não dá prá uma pessoa de fora olhar e já notar não, mas eu já estou sentindo…

Pessoal, o recado que eu quero dar aqui é para todos se atentarem mais à saúde e ao bem estar, tentando praticar algum exercício físico que lhe traga prazer. Não precisa ser necessariamente o Yôga, mas uma dança, caminhada, musculação, escalada, bike, natação, hidro, etc, etc. Todo já sabe que droga não tá com nada, e a parada agora é cuidar do corpo e da mente, pois os tempos de hoje andam muito difíceis, muito stress, muita poluição, muita corrupção… pelo menos mexendo com o corpo um pouquinho a gente esquece de tudo e quem sabe pode começar a fazer um mundo melhor, né? Pelo menos a nossa vida vai ser, eu “agarantcho”!



Abraços a todos, SWÁSTHYA!



Ana Letícia



Ps.: Gostaram da foto? Vejam mais na página inicial da Uni-Yôga!

Você sabe o que é YÔGA?

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Instrutora de Swásthya Yôga, Carla Cordeiro



Pessoal, alguns de vocês já sabem que eu comecei a praticar Swásthya Yôga há 3 semanas. Tenho conversado com muita gente sobre isso, e ainda há muitas pessoas que não sabem direito do que se trata, ou por pura falta de informação mesmo, ou por preconceito, ou por desinteresse… enfim. Eu era uma pessoa que não tinha muita informação sobre o que era a Yôga de verdade, e confesso que há algum tempo atrás eu era meio preconceituosa com tudo isso. Foi aí que o panorama da coisa toda começou a mudar, algumas amigas passaram a praticar, foi sendo mais divulgado na televisão por atores/atrizes famosos(as) que a praticavam, academias começaram a oferecer as aulas como modalidade diferente de ginástica, a Uni-Yôga do Mestre De Rose foi inaugurada em BH, e todos só falavam bem desta prática milenar.

Mas afinal, o que é realmente a Yôga? De acordo com Rogério Brant, diretor de uma das Unidades DeROSE da Universidade de Yôga, em Curitiba, “o Yôga é uma arte milenar que surgiu na Índia há mais de 5000 anos. Não se trata de nenhum tipo de ginástica, nem modalidade alguma de Educação Física. O Yôga é uma prática completa, que compreende mais de 2.000 técnicas corporais, 58 modalidades de exercícios respiratórios, 52 métodos de concentração e meditação, além de muitos mantras”.

A Swásthya Yôga é considerada a forma mais autêntica da prática do Yôga, pois é o nome da sistematização do Yôga mais completo do mundo, Yôga Ultra-Integral, baseado em raízes muito antigas (Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga). A característica principal é sua prática ortodoxa denominada ashtanga sádhana. A sua prática completa abrange 8 módulos durante a aula, entre eles: mudrá (gesto reflexológico feito com as mãos); pújá (retribuição de energia); mantra (vocalização de sons e ultra-sons); pránáyáma (domínio da bioenergia através de respiratórios); kriya (atividade de purificação das mucosas); ásana (posição física estável e confortável); yôganidra (técnica de descontração); samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos). A foto no alto do texto representa um ásana, que são tantos quantas são as formas encontradas na natureza. Não pensem que é fácil fazer um ásana como este: exige além de muita concentração, muita força muscular, flexibilidade, e controle profundo da respiração, TUDO AO MESMO TEMPO!!! Obviamente que no início você cai de todos os ásanas, mas depois vai pegando o jeito, a técnica correta, e vai aprendendo, aos poucos, como fazer cada um deles!

O melhor da aula de Yôga é o final: você sente um relaxamento indescritível! Seu corpo parece estar anestesiado, e, ao mesmo tempo, alerta em todos os seus sentidos! E esta sensação de bem estar dura o dia todo, se prolonga contribuindo para um excelente sono à noite, e permanece durante o resto da semana!

O corpo vai mudando aos pouquinhos, se purificando por dentro, “enxugando” as gordurinhas em excesso, e delineando os músculos. Você fica forte e “cortado” sem parecer “bombado”, seu índice de gordura corporal vai diminuindo, pois todo o efeito da Yôga ocorre “de dentro para fora”, é um trabalho muscular isotônico… Eu já estou começando a sentir esses efeitos, mas ainda é muito pouco, não dá prá uma pessoa de fora olhar e já notar não, mas eu já estou sentindo…

Pessoal, o recado que eu quero dar aqui é para todos se atentarem mais à saúde e ao bem estar, tentando praticar algum exercício físico que lhe traga prazer. Não precisa ser necessariamente o Yôga, mas uma dança, caminhada, musculação, escalada, bike, natação, hidro, etc, etc. Todo já sabe que droga não tá com nada, e a parada agora é cuidar do corpo e da mente, pois os tempos de hoje andam muito difíceis, muito stress, muita poluição, muita corrupção… pelo menos mexendo com o corpo um pouquinho a gente esquece de tudo e quem sabe pode começar a fazer um mundo melhor, né? Pelo menos a nossa vida vai ser, eu “agarantcho”!



Abraços a todos, SWÁSTHYA!



Ana Letícia



Ps.: Gostaram da foto? Vejam mais na página inicial da Uni-Yôga!

Você sabe o que é YÔGA?

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Instrutora de Swásthya Yôga, Carla Cordeiro



Pessoal, alguns de vocês já sabem que eu comecei a praticar Swásthya Yôga há 3 semanas. Tenho conversado com muita gente sobre isso, e ainda há muitas pessoas que não sabem direito do que se trata, ou por pura falta de informação mesmo, ou por preconceito, ou por desinteresse… enfim. Eu era uma pessoa que não tinha muita informação sobre o que era a Yôga de verdade, e confesso que há algum tempo atrás eu era meio preconceituosa com tudo isso. Foi aí que o panorama da coisa toda começou a mudar, algumas amigas passaram a praticar, foi sendo mais divulgado na televisão por atores/atrizes famosos(as) que a praticavam, academias começaram a oferecer as aulas como modalidade diferente de ginástica, a Uni-Yôga do Mestre De Rose foi inaugurada em BH, e todos só falavam bem desta prática milenar.

Mas afinal, o que é realmente a Yôga? De acordo com Rogério Brant, diretor de uma das Unidades DeROSE da Universidade de Yôga, em Curitiba, “o Yôga é uma arte milenar que surgiu na Índia há mais de 5000 anos. Não se trata de nenhum tipo de ginástica, nem modalidade alguma de Educação Física. O Yôga é uma prática completa, que compreende mais de 2.000 técnicas corporais, 58 modalidades de exercícios respiratórios, 52 métodos de concentração e meditação, além de muitos mantras”.

A Swásthya Yôga é considerada a forma mais autêntica da prática do Yôga, pois é o nome da sistematização do Yôga mais completo do mundo, Yôga Ultra-Integral, baseado em raízes muito antigas (Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga). A característica principal é sua prática ortodoxa denominada ashtanga sádhana. A sua prática completa abrange 8 módulos durante a aula, entre eles: mudrá (gesto reflexológico feito com as mãos); pújá (retribuição de energia); mantra (vocalização de sons e ultra-sons); pránáyáma (domínio da bioenergia através de respiratórios); kriya (atividade de purificação das mucosas); ásana (posição física estável e confortável); yôganidra (técnica de descontração); samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos). A foto no alto do texto representa um ásana, que são tantos quantas são as formas encontradas na natureza. Não pensem que é fácil fazer um ásana como este: exige além de muita concentração, muita força muscular, flexibilidade, e controle profundo da respiração, TUDO AO MESMO TEMPO!!! Obviamente que no início você cai de todos os ásanas, mas depois vai pegando o jeito, a técnica correta, e vai aprendendo, aos poucos, como fazer cada um deles!

O melhor da aula de Yôga é o final: você sente um relaxamento indescritível! Seu corpo parece estar anestesiado, e, ao mesmo tempo, alerta em todos os seus sentidos! E esta sensação de bem estar dura o dia todo, se prolonga contribuindo para um excelente sono à noite, e permanece durante o resto da semana!

O corpo vai mudando aos pouquinhos, se purificando por dentro, “enxugando” as gordurinhas em excesso, e delineando os músculos. Você fica forte e “cortado” sem parecer “bombado”, seu índice de gordura corporal vai diminuindo, pois todo o efeito da Yôga ocorre “de dentro para fora”, é um trabalho muscular isotônico… Eu já estou começando a sentir esses efeitos, mas ainda é muito pouco, não dá prá uma pessoa de fora olhar e já notar não, mas eu já estou sentindo…

Pessoal, o recado que eu quero dar aqui é para todos se atentarem mais à saúde e ao bem estar, tentando praticar algum exercício físico que lhe traga prazer. Não precisa ser necessariamente o Yôga, mas uma dança, caminhada, musculação, escalada, bike, natação, hidro, etc, etc. Todo já sabe que droga não tá com nada, e a parada agora é cuidar do corpo e da mente, pois os tempos de hoje andam muito difíceis, muito stress, muita poluição, muita corrupção… pelo menos mexendo com o corpo um pouquinho a gente esquece de tudo e quem sabe pode começar a fazer um mundo melhor, né? Pelo menos a nossa vida vai ser, eu “agarantcho”!



Abraços a todos, SWÁSTHYA!



Ana Letícia



Ps.: Gostaram da foto? Vejam mais na página inicial da Uni-Yôga!

ONGs… ajudam???

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No Brasil, milhares de pessoas participam como “voluntárias” da infinidade de ONGs que temos: ONG para ajudar índio, negro, pobre, idoso, deficiente, analfabeto, etc, etc, etc, animais e tudo mais que pensarmos.

Esta semana li um artigo da revista Veja (mas edição de 1º/09) sobre ONGs e resolvi debater com vocês o assunto…

A matéria dizia que a maioria das ONGs brasileiras tem como lema “não dar o peixe, mas ensinar a pescar” (o provérbio diz + ou – isso). Até ai, tudo bem, pois não basta resolver o problema dando a solução imediata, sendo necessário ensinar como se chega à solução para ter resultando duradouro.

Mas o que me indignou foi saber que as ONGs recebem um grande capital por mês (sendo a maioria de doações) e, ao invés de investir esse dinheiro nas pessoas ajudadas, utilizam os recursos para pagar os altos salários que os professores cobram para estar ali, ensinando os necessitados a “pescar”.

Achei um absurdo!!!

Os professores de ONGs não trabalham voluntariamente não, apesar de várias vezes, até mesmo em sala de aula, falarem em alto e bom tom que estão trabalhando voluntariamente. A cara não queima!!!

Desta forma, muitas pessoas estão desacreditando no trabalho das ONGs, como dizia um professor de geografia do Pitágoras “organização do não fazer nada”!

Outra questão bastante enfocada na matéria dizia respeito ao tipo de ajuda que as pessoas precisam: um alcoólatra não está precisando apenas de cursos de auto-ajuda para largar o vício, necessita de uma mão amiga para ajudar-lhe a levantar… quem tem leucemia não precisa apenas de tratamento, mas sim de carinho, de conversa, de dar risadas… os idosos não precisam apenas de remédios e “um canto” para viverem, precisam de atenção, de alguém para ouvir suas histórias…

Esses são poucos exemplos de como podemos ajudar as pessoas necessitadas. Ninguém necessita só de comer, vestir, ser curado, mas de muito carinho, de muita atenção e principalmente de conversar. Podemos ajudar!

Lembro-me agora das inúmeras pessoas que atendia diariamente nos PROCONs (quando eu trabalhava na Prefeitura e na Assembléia), muitas, principalmente as mais velhas, não tinham um problema a resolver através dos órgãos, apesar de chegarem lá confusas e descontroladas. Depois de uma boa conversa, eu compreendia que eram carentes, que só precisavam de conversar com alguém, e ai saíam tranqüilas… (muitas voltavam depois para conversar mais ou apenas para dizer um “oi”).

Devemos fazer nossa parte, podemos ajudar as pessoas de várias formas, sem gastar nada, apenas doando o que temos de graça, nosso carinho!

Pensem nisso.

Beijos Lú