Arquivo da categoria: Causos

Pegando um gancho…

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Pegando um gancho nos post desta semana da Lê e da Dô, que escreveram sobre amor e viagem, resolvi contar sobre minha ida à Brasília neste feriado de 07/09, mistura de passeio com namoro!

Mas não vão achando que contarei tintim por tintim…

Na outra viagem conheci muitos lugares legais, culturais, religiosos, e até badalados, como os bares do Pontão. Desta vez os passeios foram mais nos shopping, com direito a jato de água para refrescar e sorvetes, e nos bares do lago, pegando uma brisa…

Lá ainda está tendo Exposição Agropecuária, sendo que no final de semana passado Daniel, Rick e Rener, Bruno e Marrone animaram a galera, e no próximo terá Ivete e J Quest. Quem animar ainda dá para pegar um vôo e chegar lá à noite! Quem me dera…

Sendo feriado nacional, uma das minhas pretensões era assistir ao famoso desfile de 07 de setembro. Desfile? Sol? Multidão? Que isso!!!

Caiu por terra minha vontade de ver tudo ao vivo e à cores. Ninguém merece ficar em pé, num sol de rachar, no meio de uma enorme multidão, tentando assistir um pedaço do desfile, ou ver um cavalinho sequer. Barulho dos carros e aviões cortavam a cidade. O melhor mesmo era assistir pela TV. Minha mãe, como boa patriota, assim que cheguei a BH perguntou: e o desfile? E eu: decepcionada!

Mas tirando isso, a viagem foi ótima! O triste foi a hora da partida… É sempre assim, um choreiro sem fim!

Tentei me controlar mais, e até consegui!!! (palmas)

Mas ao entrar no bus, uma menina que viajou do meu lado disse: há um ano e meio venho fazendo essa viagem para encontrar meu namorado (e ele vice-versa), mas não tem jeito, a hora da partida é sempre assim.

Na verdade, também foi engraçado partir. Na rodoviária tinha um tanto de casal e no final, todas as namoradas entraram no bus e os homens ficaram na plataforma.

– Brasília realmente é a cidade dos homens! (disse meu namorado)

Vim no caminho rindo desse comentário e lembrado de outra viagem que fiz para Fortaleza/CE. Quem já foi lá deve ter conhecido a Ponte Metálica, lindo cartão postal! Lá era o antigo cais e por baixo dela tem a ponte original na qual estão escritos vários recados que os marinheiros deixavam para suas esposas que ficavam em terra.

Deu para comparar? O mundo mudou: agora são as mulheres que partem para terras distantes, enquanto os homens ficam à espera de um reencontro (pelo menos em Brasília!)

Quem nunca namorou à distância dever ter a oportunidade de experimentar, confesso que é difícil, bate uma saudade louca… mas o reencontro é maravilhoso!!!

No mais, Gerais

Beijos Lú

P.S.: amanhã é sabadão, não fiquem chocando jacaré, firmem o corpinho e cara na rua!

O que o amor não faz….

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Pessoas,



Relutei muito em escrever um post sobre “o amor”. Não queria mesmo confundir as duas coisas. Mas ultimamente tenho entrado em alguns blogs muito interessantes de pessoas apaixonadas, que escrevem coisas sobre os seus amores, ou descrevem episódios de suas vidas a dois, que muito me divertem e me inspiram a escrever coisinhas amorosas por aqui.

***(Entre estes blogs, estão o da Afrodite e o da Pacamanca)***



Então, este feriadão, “o amor” esteve aqui em Belô. Na verdade ele é de “Xuix Xi Fuora”-MG, mas mora aqui desde pequenino, sua família mora aqui e tudo. Mas só que ele está morando, há 2 anos, em Macaé – RJ, a trabalho (o que o obriga a vir prá cá quase todo fim de semana, ou às vezes eu vou prá lá também). No sábado, ele foi cortar cabelo (coisa que faz de 2 em 2 semanas, nunca vi isso, gente). Quando o “indivíduo” me chega do cabeleireiro, todo empolgado, com o celularzinho dele. Ele descobriu, com o mocinho que corta seu cabelo, que o seu celular é capaz de gravar sons do mundo exterior. Ah!!!!!! Prá quê!? Sobrou prá mim, né? Ele fez questão de gravar meus “barulhinhos mongos” (que faço prá fazê-lo rir) e mostrar prá todo mundo (leia-se: para toda a família dele, amigos, cachorrinha, etc), achando a coisa mais linda do mundo! E agora, quando eu ligo pro cel dele, toca o seguinte: “iiiiiiihhhhh ihihihihi iiiiiiiiiihhhhhh”!!! Eu güento, gente!? Pedi milhões de vezes prá ele apagar, mas não tem jeito! Agora quem paga o mico, além dele, sou eu também!



Ai… ai… as coisas que o amor não faz, né? Nem tem como ficar com raiva, pois não deixa de ser uma forma de amor… (êta post meloso este, heim?)



Além de meu barulhinho mongo (“iiiihhhhhh hihihihi iiiiiiiiihhhhhhh”), também gravou várias vezes a música da “Morte”, do “Programa Pânico”, aquela mesmo, que os infelizes fantasiados de esqueleto e pânico arregaçam as calças e fazem “bunda-lê-lê” para os inocentes transeuntes… Que é engraçado, é, gente!



Acho que todo casal tem seus “barulhinhos mongos”, né? Outro dia estava na porta do cursinho esperando minha carona, e vi uma menina que estuda lá entrando num carro, estacionado bem na minha frente. Dentro do carro estava o namorado dela (suponho), e na hora que ela entrou no carro, os dois soltaram um “ooooooiiiiiiiiiiiiii” mais engraçado e estridente deste mundo, muito mongo mesmo! Ri sozinha, mais por dentro que por fora, para não deixá-los sem graça. Mas a verdade foi que eu achei aquilo muito legal, e pelo menos prova que não somos só nós (eu e “o amor”) os “mongos” até não poder mais! hahahahahahahahaa 😀



Beijinhos a todos



Ana Letícia

Ps.: Não adianta ficarem me pedindo prá repetir ao vivo meus barulhinhos mongos, não. Quem ouvir, vai ouvir pelo celu do amor, e não por mim! Ao vivo? Nunnnncaaa! Jammmmaaaaaiiiisssss!

hihi hihihi iiiiiihhhhhhhh

O que o amor não faz….

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Pessoas,



Relutei muito em escrever um post sobre “o amor”. Não queria mesmo confundir as duas coisas. Mas ultimamente tenho entrado em alguns blogs muito interessantes de pessoas apaixonadas, que escrevem coisas sobre os seus amores, ou descrevem episódios de suas vidas a dois, que muito me divertem e me inspiram a escrever coisinhas amorosas por aqui.

***(Entre estes blogs, estão o da Afrodite e o da Pacamanca)***



Então, este feriadão, “o amor” esteve aqui em Belô. Na verdade ele é de “Xuix Xi Fuora”-MG, mas mora aqui desde pequenino, sua família mora aqui e tudo. Mas só que ele está morando, há 2 anos, em Macaé – RJ, a trabalho (o que o obriga a vir prá cá quase todo fim de semana, ou às vezes eu vou prá lá também). No sábado, ele foi cortar cabelo (coisa que faz de 2 em 2 semanas, nunca vi isso, gente). Quando o “indivíduo” me chega do cabeleireiro, todo empolgado, com o celularzinho dele. Ele descobriu, com o mocinho que corta seu cabelo, que o seu celular é capaz de gravar sons do mundo exterior. Ah!!!!!! Prá quê!? Sobrou prá mim, né? Ele fez questão de gravar meus “barulhinhos mongos” (que faço prá fazê-lo rir) e mostrar prá todo mundo (leia-se: para toda a família dele, amigos, cachorrinha, etc), achando a coisa mais linda do mundo! E agora, quando eu ligo pro cel dele, toca o seguinte: “iiiiiiihhhhh ihihihihi iiiiiiiiiihhhhhh”!!! Eu güento, gente!? Pedi milhões de vezes prá ele apagar, mas não tem jeito! Agora quem paga o mico, além dele, sou eu também!



Ai… ai… as coisas que o amor não faz, né? Nem tem como ficar com raiva, pois não deixa de ser uma forma de amor… (êta post meloso este, heim?)



Além de meu barulhinho mongo (“iiiihhhhhh hihihihi iiiiiiiiihhhhhhh”), também gravou várias vezes a música da “Morte”, do “Programa Pânico”, aquela mesmo, que os infelizes fantasiados de esqueleto e pânico arregaçam as calças e fazem “bunda-lê-lê” para os inocentes transeuntes… Que é engraçado, é, gente!



Acho que todo casal tem seus “barulhinhos mongos”, né? Outro dia estava na porta do cursinho esperando minha carona, e vi uma menina que estuda lá entrando num carro, estacionado bem na minha frente. Dentro do carro estava o namorado dela (suponho), e na hora que ela entrou no carro, os dois soltaram um “ooooooiiiiiiiiiiiiii” mais engraçado e estridente deste mundo, muito mongo mesmo! Ri sozinha, mais por dentro que por fora, para não deixá-los sem graça. Mas a verdade foi que eu achei aquilo muito legal, e pelo menos prova que não somos só nós (eu e “o amor”) os “mongos” até não poder mais! hahahahahahahahaa 😀



Beijinhos a todos



Ana Letícia

Ps.: Não adianta ficarem me pedindo prá repetir ao vivo meus barulhinhos mongos, não. Quem ouvir, vai ouvir pelo celu do amor, e não por mim! Ao vivo? Nunnnncaaa! Jammmmaaaaaiiiisssss!

hihi hihihi iiiiiihhhhhhhh

Miséria!

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“Bom dia! Meu nome é Fulano. Eu não estou aqui para roubar, estou vendendo minhas balas! Eu não tenho pai e minha mãe está desempregada e eu tenho que vender as minhas balas para comprar comida para dar para meus irmãos. Quem puder comprar, eu agradeço. Para aqueles que não puderem, agradeço a atenção. Bom trabalho, Deus te proteja.”

Quem nunca ouviu esse discurso nos ônibus de Belo Horizonte?

Todos os dias ao ver essa cena fico pensando na miséria de nosso país. Se em Minas está assim, imagina nas cidades do interior nordestino?

Corta o coração ver aquelas crianças vendendo drops nos ônibus…

Lembro-me sempre de uma menininha de mais ou menos 07 anos, que entrava todos os dias nos ônibus que circulam pela Av. Amazonas. Uma menininha de com uma voz triste, falando um texto decorado, roupa suja e chinelo velho… E o pior… sem educação escolar!

A menina era tão robótica que todos acabavam prestando atenção nela, imagino o que deveria passar na cabeça de cada pessoa do ônibus… Eu, como outras pessoas, várias vezes entreguei a ela um real ou um vale-transporte, sem esperar nada em troca. Pelo simples fato de “tentar” ajudar.

Há dias não encontro com essa menininha. Por onde anda? Só Deus sabe… Seu nome? Miséria! Sua escolaridade? A rua! Ao invés de estudar… é vendedora de balas! Triste!

Minha mensagem de hoje é um apelo ao futuro de nossos brasileiros e de nosso país, ao nosso futuro. Hoje, aquela menininha precisa vender balas para comer. Amanhã, pode ser que nem isso aconteça. Mas não só fome de comida ela sente. Sente fome de educação, de carinho, de amiguinhos, de viver uma infância…

Muitas vezes nos comovemos com situações deste tipo, mas não sabemos o que fazer, como ajudar. E para isso peço a ajuda de vocês: vamos comentar esse blog deixando sugestões de como podemos ajudar o Brasil a mudar seu quadro econômico.

Podemos começar mudando nossos políticos, este ano temos eleições!

Sozinhos não somos nada, juntos mudamos o mundo!

Beijos Lú

Miséria!

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“Bom dia! Meu nome é Fulano. Eu não estou aqui para roubar, estou vendendo minhas balas! Eu não tenho pai e minha mãe está desempregada e eu tenho que vender as minhas balas para comprar comida para dar para meus irmãos. Quem puder comprar, eu agradeço. Para aqueles que não puderem, agradeço a atenção. Bom trabalho, Deus te proteja.”

Quem nunca ouviu esse discurso nos ônibus de Belo Horizonte?

Todos os dias ao ver essa cena fico pensando na miséria de nosso país. Se em Minas está assim, imagina nas cidades do interior nordestino?

Corta o coração ver aquelas crianças vendendo drops nos ônibus…

Lembro-me sempre de uma menininha de mais ou menos 07 anos, que entrava todos os dias nos ônibus que circulam pela Av. Amazonas. Uma menininha de com uma voz triste, falando um texto decorado, roupa suja e chinelo velho… E o pior… sem educação escolar!

A menina era tão robótica que todos acabavam prestando atenção nela, imagino o que deveria passar na cabeça de cada pessoa do ônibus… Eu, como outras pessoas, várias vezes entreguei a ela um real ou um vale-transporte, sem esperar nada em troca. Pelo simples fato de “tentar” ajudar.

Há dias não encontro com essa menininha. Por onde anda? Só Deus sabe… Seu nome? Miséria! Sua escolaridade? A rua! Ao invés de estudar… é vendedora de balas! Triste!

Minha mensagem de hoje é um apelo ao futuro de nossos brasileiros e de nosso país, ao nosso futuro. Hoje, aquela menininha precisa vender balas para comer. Amanhã, pode ser que nem isso aconteça. Mas não só fome de comida ela sente. Sente fome de educação, de carinho, de amiguinhos, de viver uma infância…

Muitas vezes nos comovemos com situações deste tipo, mas não sabemos o que fazer, como ajudar. E para isso peço a ajuda de vocês: vamos comentar esse blog deixando sugestões de como podemos ajudar o Brasil a mudar seu quadro econômico.

Podemos começar mudando nossos políticos, este ano temos eleições!

Sozinhos não somos nada, juntos mudamos o mundo!

Beijos Lú

O QUE SERIA, "MOVIMENTOS BRUSCOS"???

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Bom, achei péssimo a saída da Ana, principalmente porque sobrou serviço d+ pra mim, rs… Ana, é brincadeirinha tá, você me conhece e sabe que eu agrado muitão de você. Não é, Ana banana?…. Seja feliz, ganhe muito dinheiro e gaste tudo com suas amigas do blog, ok!?



No início dessa semana, antes de mudarmos o estilo chiquérriimmooo do nosso blog, estava eu, por mera curiosidade e falta de ter o que fazer, lendo todos os comentários do nosso blog, foi quando me deparei com o décimo comentário do texto “A princesa e o sapinho”, que dizia mais ou menos assim: “Ê princesa, esse sapinho peludo está mais para lobisomem. Mas, ainda bem que ele fugiu e você ficou SOLTEIRÍSSIMA. E quanto aos movimentos considerados um tanto quanto bruscos, eu posso fazer, ainda mais se tratando de uma princesa…. ass.: paulista fã das mineiras…”

Galera, rachei de rir, primeiro que eu não sei de onde saiu esse ser, depois porque ele é muito ousadim e engraçadim e não entendeu nadica de nada, e eu prefiro me fazer de sonsa. Por isso, resolvi dar 2 conceitos de “movimentos considerados um tanto quanto bruscos”. Aí vai:

· Para as mineiras, esses movimentos bruscos, significam que o “elemento” teria que se esforçar muito durante um exercício, e que, dependendo da idade, não o consiga. É o caso do nosso querido sapinho: como sapos pulam bem alto e fazem movimentos bruscos (pular – impacto… entenderam?), logo, um sapinho de 40 anos esteja mais em forma (de barril..rsrs) para ficar sentado jogando baralho, do que para pular bem alto!! Concordam?

· Para os paulistas, acho que movimentos considerados um tanto quanto bruscos deve significar algo bem selvagem, agressivo, avassalador, quente, explosivo e com uma pitada, eu disse uma P-I-T-A-D-A de intimidade….aiaiaiai, que paulista doidão é esse, gente??!!!!

Meu querido paulistinha, é tudo uma brincadeirinha de uma mineirinha cheia de graça…ok!!!

Ah, quem souber de outros conceitos para movimentos bruscos favor nos enviar através dos comentários, ok!?

Bjocas grandonas!!!

Donária.

O QUE SERIA, "MOVIMENTOS BRUSCOS"???

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Bom, achei péssimo a saída da Ana, principalmente porque sobrou serviço d+ pra mim, rs… Ana, é brincadeirinha tá, você me conhece e sabe que eu agrado muitão de você. Não é, Ana banana?…. Seja feliz, ganhe muito dinheiro e gaste tudo com suas amigas do blog, ok!?



No início dessa semana, antes de mudarmos o estilo chiquérriimmooo do nosso blog, estava eu, por mera curiosidade e falta de ter o que fazer, lendo todos os comentários do nosso blog, foi quando me deparei com o décimo comentário do texto “A princesa e o sapinho”, que dizia mais ou menos assim: “Ê princesa, esse sapinho peludo está mais para lobisomem. Mas, ainda bem que ele fugiu e você ficou SOLTEIRÍSSIMA. E quanto aos movimentos considerados um tanto quanto bruscos, eu posso fazer, ainda mais se tratando de uma princesa…. ass.: paulista fã das mineiras…”

Galera, rachei de rir, primeiro que eu não sei de onde saiu esse ser, depois porque ele é muito ousadim e engraçadim e não entendeu nadica de nada, e eu prefiro me fazer de sonsa. Por isso, resolvi dar 2 conceitos de “movimentos considerados um tanto quanto bruscos”. Aí vai:

· Para as mineiras, esses movimentos bruscos, significam que o “elemento” teria que se esforçar muito durante um exercício, e que, dependendo da idade, não o consiga. É o caso do nosso querido sapinho: como sapos pulam bem alto e fazem movimentos bruscos (pular – impacto… entenderam?), logo, um sapinho de 40 anos esteja mais em forma (de barril..rsrs) para ficar sentado jogando baralho, do que para pular bem alto!! Concordam?

· Para os paulistas, acho que movimentos considerados um tanto quanto bruscos deve significar algo bem selvagem, agressivo, avassalador, quente, explosivo e com uma pitada, eu disse uma P-I-T-A-D-A de intimidade….aiaiaiai, que paulista doidão é esse, gente??!!!!

Meu querido paulistinha, é tudo uma brincadeirinha de uma mineirinha cheia de graça…ok!!!

Ah, quem souber de outros conceitos para movimentos bruscos favor nos enviar através dos comentários, ok!?

Bjocas grandonas!!!

Donária.

O último furo…

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Pois é, depois que eu fiquei desempregada parece que surgiu mais coisa ainda prá fazer, e a falta de tempo prá prá tudo baixou geral.

Hoje é o meu dia de postar algo, mas estou completamente sem inspiração. Também, ontem fiquei até altas horas bolando a minha quebra de protocolo… Então vai ser agora mesmo que vou postar, no último furo, no último prazo, antes de dar meia-noite.

Alguém aí já assisitiu “Olga”? Dizem que é muito bom. Meus pais assistiram e gostaram bastante. Cliquem
aqui para saber das impressões deles, que resultaram num post magnífico no Prás Cabeças do papai.

Outro dia vi um pedaço de uma entrevista com a atriz que interpreta
Olga Benário, Camila Morgado, que me impressionou muito. Abaixo, algumas curiosidades sobre a filmagem do filme mais caro já produzido no Brasil:

  • Todas as cenas foram filmadas no Brasil, inclusive aquelas que se passam na Europa, nos campos de concentração nazistas, na neve…
  • As cenas do campo de concentração foram filmadas no Rio de Janeiro, numa estação desativada (se não me engano – se estiver, alguém por favor me corrija). Estava fazendo mais de 30 graus no Rio à época das filmagens, e a cena era extremamente escura e fria, estava nevando etc. Para conseguirem a iluminação ideal, foi colocado um pano branco enorme (tipo um lençol) sobre a estação – imaginem a sauna que aquilo ali virou.
  • Camila Morgado conta que não sabe como não desmaiou de tanto calor e desitratação.
  • A neve no chão foi feita com sal grosso (o que faz desitratar ainda mais…), e a neve caindo por máquinas geralmente usadas em cinema (tipo aquelas que ficam no shopping na época de Natal).
  • Como a Olga Benário era européia (alemã, né?), ela era mais alta Luiz Carlos Prestes na vida real, e assim deveria ser no cinema. No entanto, a atriz era bem mais baixa, e para dar mais realidade às cenas, teve que, literalmente, subir nas tamancas! E que tamancas! Não sei quantos centímetros de plataforma, mas foi algo tão “exagerado” que a Camila teve que treinar para conseguir se equilibrar sobre aquele “pedestal”. E ela também tinha que andar, correr, pular, tudo com as tamancas…
  • Segundo ela, a técnica de usar a plataforma como sapatos foi dominada no andar, mas para correr e saltar, era impossível não cair. Parece que teve uma cena que foi preciso filmar com três seguranças em volta de Camila, pois ela tinha que correr e saltar, e quando ela estava caindo no chão, estes seguranças a carregavam e a colocavam de pé novamente!!! E isto tudo foi filmado, mas não aparece no filme, nem dá prá perceber que ela estava caindo, etc…

Legal, né? Vou ver este filme ainda, mas como todo mundo que viu me falou que é muito triste (minha mãe nem dormiu no dia em que o assisitiu, de tão impressionada), quero me preparar mais psicologicamente… O tanto que eu já chorei de emoção só com estas Olimpíadas! Imaginem com o filme então! Sei se guento não….

Ah! Alguém viu Ana Maria Braga hoje? O Emanuel (vôlei de praia) DEU a medalha dele de ouro ao Wanderley (carinha da maratona que foi segurado pelo irlandês ex-padre retardado), ao vivo!!! Nem preciso falar, né? Chorei demais. Mas disseram que no intervalo a medalha foi devolvida pelo Wanderley, que disse que não poderia aceitá-la etc. O estúdio inteiro aplaudiu de pé… ai…ai….

Beijoooossss

Ana Letícia

O último furo…

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Pois é, depois que eu fiquei desempregada parece que surgiu mais coisa ainda prá fazer, e a falta de tempo prá prá tudo baixou geral.

Hoje é o meu dia de postar algo, mas estou completamente sem inspiração. Também, ontem fiquei até altas horas bolando a minha quebra de protocolo… Então vai ser agora mesmo que vou postar, no último furo, no último prazo, antes de dar meia-noite.

Alguém aí já assisitiu “Olga”? Dizem que é muito bom. Meus pais assistiram e gostaram bastante. Cliquem
aqui para saber das impressões deles, que resultaram num post magnífico no Prás Cabeças do papai.

Outro dia vi um pedaço de uma entrevista com a atriz que interpreta
Olga Benário, Camila Morgado, que me impressionou muito. Abaixo, algumas curiosidades sobre a filmagem do filme mais caro já produzido no Brasil:

  • Todas as cenas foram filmadas no Brasil, inclusive aquelas que se passam na Europa, nos campos de concentração nazistas, na neve…
  • As cenas do campo de concentração foram filmadas no Rio de Janeiro, numa estação desativada (se não me engano – se estiver, alguém por favor me corrija). Estava fazendo mais de 30 graus no Rio à época das filmagens, e a cena era extremamente escura e fria, estava nevando etc. Para conseguirem a iluminação ideal, foi colocado um pano branco enorme (tipo um lençol) sobre a estação – imaginem a sauna que aquilo ali virou.
  • Camila Morgado conta que não sabe como não desmaiou de tanto calor e desitratação.
  • A neve no chão foi feita com sal grosso (o que faz desitratar ainda mais…), e a neve caindo por máquinas geralmente usadas em cinema (tipo aquelas que ficam no shopping na época de Natal).
  • Como a Olga Benário era européia (alemã, né?), ela era mais alta Luiz Carlos Prestes na vida real, e assim deveria ser no cinema. No entanto, a atriz era bem mais baixa, e para dar mais realidade às cenas, teve que, literalmente, subir nas tamancas! E que tamancas! Não sei quantos centímetros de plataforma, mas foi algo tão “exagerado” que a Camila teve que treinar para conseguir se equilibrar sobre aquele “pedestal”. E ela também tinha que andar, correr, pular, tudo com as tamancas…
  • Segundo ela, a técnica de usar a plataforma como sapatos foi dominada no andar, mas para correr e saltar, era impossível não cair. Parece que teve uma cena que foi preciso filmar com três seguranças em volta de Camila, pois ela tinha que correr e saltar, e quando ela estava caindo no chão, estes seguranças a carregavam e a colocavam de pé novamente!!! E isto tudo foi filmado, mas não aparece no filme, nem dá prá perceber que ela estava caindo, etc…

Legal, né? Vou ver este filme ainda, mas como todo mundo que viu me falou que é muito triste (minha mãe nem dormiu no dia em que o assisitiu, de tão impressionada), quero me preparar mais psicologicamente… O tanto que eu já chorei de emoção só com estas Olimpíadas! Imaginem com o filme então! Sei se guento não….

Ah! Alguém viu Ana Maria Braga hoje? O Emanuel (vôlei de praia) DEU a medalha dele de ouro ao Wanderley (carinha da maratona que foi segurado pelo irlandês ex-padre retardado), ao vivo!!! Nem preciso falar, né? Chorei demais. Mas disseram que no intervalo a medalha foi devolvida pelo Wanderley, que disse que não poderia aceitá-la etc. O estúdio inteiro aplaudiu de pé… ai…ai….

Beijoooossss

Ana Letícia

Quebrando o Protocolo!

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Luciana (Lú, Luli´s) e Donária (Dôdô, Dod´s, Dô)

Adorei a homenagem do post de hoje!!! Quem foi a responsável??? Eu ia responder pelo comments, mas resolvi quebrar o nosso “Protocolo de Posts Diários” (*) e agradecê-las oficialmente!!! Hoje eu não consegui fazê-lo direito, por causa da Festinha! (Sim, leitores, tive direito até a uma festinha de despedida, com bolo Floresta Negra, refri e tudo mais!) Tá certo que era aniversário do Fernando também, mas deixa eu me gabar um pouco, tá? Bom, como eu não tinha a menor idéia de que isto iria acontecer, eu fiquei tão pasma que perdi a reação! Fiquei meio sem graça, sem saber o que falar e/ou fazer.

Lembro-me perfeitamente do meu primeiro dia no escritório. Quando cheguei e toquei a campainha, a Donária me abre a porta com um pão enorme numa mão, cheio de manteiga, na outra mão um copásso de café, e a cara mais assutada do mundo, achei que tinha até errado de endereço!!! Depois, demorei quase uma semana prá guardar (e entender… rsss) o nome dela, e então eu só chamava a Lú, perguntava tuuuudo prá ela… hahaha

Só quero dizer que estou feliz de sair do escritório, apesar das amigas (Dô e Lú) e de todo o pessoal, que adorei conhecer – e rever – lá (os chefes gente-boníssima – Magna, Hênio, Délio e Fernando -, Gleice, Lívia, “Paulete”, Mardem “Boy”, “Wagner Love”, Thaís, “Já-Já”, “Natá”, Bi Polacchini, Lucas, “Gabi”, Caio … – espero não ter esquecido de ninguém). Mas é que foi uma decisão muito bem pensada e sensata, e preciso estudar muito prá poder passar num concurso! (Vai que “dá um azar” e a pessoa que vos fala vira juíza!?)

E também não é porque não trabalhamos mais juntas que minha passagem pelo “Mineiras, Uai!” vai se acabar, não! Afinal de contas, este era o objetivo principal do blog, e ele não tem nem duas semanas de idade!

Enfim, aaaaamoooooo vocês, meninas!

Muitos beijos

Ana Letícia (Anita, Lê….)

(*) Para vocês que ainda não sabiam do nosso Protocolo de Posts Diários”, a ordem é a seguinte:

– 1 post por dia;

– Primeiro dia é da Dô;

– 2o dia da Lú;

– 3o dia da Ana.

Nos fins de semana não postaremos nada, pois também somos filhas de Deus, e dá um trabalhão danado tirar inspiração prá escrever aqui todo dia, viu?