Arquivo da categoria: Causos

Voltando a rotina…

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Depois de 15 dias de férias, que contando com o final-de-semana deram 18, volto a minha rotina de trabalho, estudo, descanso… trabalho, estudo, descanso…

É assim a vida do brasileiro, acordar cedo, mesmo no frio e com a cama ainda quente, aprontar pra trabalhar, dar uma olhada na casa, sair sempre correndo, porque com cinco minutos de atraso você perde o ônibus ou pega um engarrafamento gigante, e chegar ao trabalho pra bater ponto. Até que eu tenho o privilégio de não bater ponto, mas também em compensação aceito as “flexibilizações dos direitos trabalhistas” (eta expressão de advogado, ahahahahahah)

Ai do trabalho para os estudos é um pulo, porque enquanto não sou casada, não tenho filhos ou casa para cuidar, posso me dar ao luxo de estudar. Digo luxo porque, além de curso superior, faço cursinho para concursos e não é todo estudante brasileiro que consegue chegar a uma faculdade. E quando chega, ainda depara-se com problemas financeiros para custear e várias outras barreiras.

Depois dos estudos, o descanso, o sono merecido, a cama quente, um chá antes de dormir… beijo de mãe, bênção de pai. Tudo como manda o figurino… E nas orações o agradecimento por tudo que Deus me dá, nada acontece por acaso, tudo é fruto do amor de Deus e tende para que encontre a felicidade!

Essa é a minha rotina, uns dias diferentes, aula de Yôga as terças e quintas, umas idas ao shopping, uns passeios a tarde… mas no geral a vida se resume a trabalhar, estudar e descansar…
Acho que estou reclamando demais, mas hoje volto a rotina de trabalho, depois de férias… então fico assim, querendo estar no ócio da minha casa, fazendo nada até cansar, assistindo TV, lendo e passando um dia tranquilo.
Eta vidão!

Beijos Lú

A CULTURA BRASILEIRA É RIQUÍSSIMA

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Nem é preciso ficar falando aqui o tanto que a música brasileira é rica e faz sucesso em vários países…
Mas a gente sempre repete: quem nunca se apaixonou ao som de Bossa Nova, nunca dançou coladinho uma música do Roberto Carlos, sambou e arrepiou-se com o Chorrinho brasileiro, ensaiou uns passinhos de Axé, Funk e Frevo, rebolou com o Xote e o Forró, vibrou com o nosso Pop Rock, riu das letras barangas e românticas do Sertanejo… tantos estilos para todos os gostos…
É isso aí, vale a pena viver num país tão diversificado, onde podemos escolher e criticar músicas, imagens, acontecimentos e ser feliz ao som de uma boa música brasileira!

Pra completar esse quadro cultural, nesse mês de julho o Brasil inteiro volta-se aos Festivais de Inverno. Do Oiapoque ao Chuí, o brasileiro aproveita o friozinho do inverno e curte filmes, peças teatrais, uma boa música brasileira, acompanhada de um cálice de vinho e uma companhia amigável…
É muito bom passar por isso.

Aqui em Minas indico dois Festivais de Inverno espetaculares: Festival de Inverno de Ouro Preto e Festival de Inverno de Diamantina. Além das atrações culturais, passar por estas cidades é uma ótima oportunidade de conhecer mais a história de Minas, do ciclo do Ouro, da tão falada “Estrada Real”. São passeios curtos e baratos, vale a pena conhecer!

E pra quem for ficar em casa, se tiver pelo menos um tempinho livre, visite os sites, viagem nos livros, aproveitem cada minuto da vida para enriquecer o conhecimento, porque isso vale a pena.

Beijos a todos, vivam intensamente o inverno brasileiro!

A CULTURA BRASILEIRA É RIQUÍSSIMA

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Nem é preciso ficar falando aqui o tanto que a música brasileira é rica e faz sucesso em vários países…
Mas a gente sempre repete: quem nunca se apaixonou ao som de Bossa Nova, nunca dançou coladinho uma música do Roberto Carlos, sambou e arrepiou-se com o Chorrinho brasileiro, ensaiou uns passinhos de Axé, Funk e Frevo, rebolou com o Xote e o Forró, vibrou com o nosso Pop Rock, riu das letras barangas e românticas do Sertanejo… tantos estilos para todos os gostos…
É isso aí, vale a pena viver num país tão diversificado, onde podemos escolher e criticar músicas, imagens, acontecimentos e ser feliz ao som de uma boa música brasileira!

Pra completar esse quadro cultural, nesse mês de julho o Brasil inteiro volta-se aos Festivais de Inverno. Do Oiapoque ao Chuí, o brasileiro aproveita o friozinho do inverno e curte filmes, peças teatrais, uma boa música brasileira, acompanhada de um cálice de vinho e uma companhia amigável…
É muito bom passar por isso.

Aqui em Minas indico dois Festivais de Inverno espetaculares: Festival de Inverno de Ouro Preto e Festival de Inverno de Diamantina. Além das atrações culturais, passar por estas cidades é uma ótima oportunidade de conhecer mais a história de Minas, do ciclo do Ouro, da tão falada “Estrada Real”. São passeios curtos e baratos, vale a pena conhecer!

E pra quem for ficar em casa, se tiver pelo menos um tempinho livre, visite os sites, viagem nos livros, aproveitem cada minuto da vida para enriquecer o conhecimento, porque isso vale a pena.

Beijos a todos, vivam intensamente o inverno brasileiro!

QUEM NÃO ARRISCA, NÃO PETISCA!

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A gente sempre fica imaginando que “se isso não tivesse acontecido…”, “se eu fizesse tal coisa seria diferente”… Se, se, se, se… epa! Calma lá! A vida não é feita de sesss, mas de momentos… não tem como a gente imaginar como seria determinada situação, se a posição tomada por nós tivesse sido outra. Claro que fazemos suposições boas e ruins, mas creio que toda escolha tende a ser para o alcance de nossa felicidade!

Uma vez li um texto que se chama “Empurre sua vaquinha”, onde a moral da história é que toda mudança tende a ser para melhor. E realmente creio nisso. Não fico vivendo de passado (“quem vive de passado é museu!”), lamentando do que não fiz, neste ponto me acho até ousada… e arrisco algumas coisas para tentar alcançar a felicidade. Se a decisão a tomar irá afetar vários fatores da minha vida, pondero mais. Lembrando de algumas fases, como por exemplo quando larguei um estágio com salário alto, para ganhar uma mixaria e aprender mais, vejo que no final fiz as escolhas corretas.

E até em relação às coisas do coração arrisco mais do que fico pensando, “se eu tivesse dado bola pro gatinho…”, “se me dissesse sim…” Acho que vivemos uma vida onde “quem não arrisca, não petisca”, e por isso tenho tido alguns progressos em minha história “O Cravo e a Rosa”. Só abrindo um parêntese, o Cravo esta semana deu à Rosa um arranjo de flores MARAVILHOSO, no dia de seu aniversário, e agradou a ela o máximo durante a noite. Ainda não é namoro, mas o amor realmente é lindo!!! Bem, mas este assunto será publicado em outro post.

Voltando aos “sess” da nossa vida… Li esta semana mais um dos excelentes textos do Fernando Veríssimo, que trata das alternativas da vida e do que poderia acontecer “se tudo fosse diferente”. Acho que vocês irão gostar!
Não vamos viver de lamentações, vamos viver pra valer a realidade e tentar fazer o melhor possível para alcançar a nossa felicidade!

Beijos a todos, Lú

Alternativas

Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido. Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (Unzinho e eu ganhava a Sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, chegado antes, chegado depois, dito “sim”, dito “não”, ido para Londrina, casado com a Doralice, feito aquele teste…
Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz aliás, o nome do bar é Imaginário, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou:

– Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo.
E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo.
– Por quê? Sua vida não foi melhor do que a minha?
– Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei a seleção. Fiz um grande contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia…
– Eu sei, eu sei… disse alguém sentado ao lado dele.
Olhamos para o intrometido. Tinha a nossa idade e a nossa cara e não parecia mais feliz do que nós. Ele continuou:
– Você hesitou entre sair e não sair do gol. Não saiu, levou o único gol do jogo, caiu em desgraça, largou o futebol e foi ser um medíocre propagandista.
– Como é que você sabe?
– Eu sou você, se tivesse saído do gol. Não só peguei a bola como mandei para o ataque com tanta perfeição que fizemos o gol da vitória. Fui considerado o herói do jogo. No jogo seguinte, hesitei entre me atirar nos pés de um atacante e não me atirar. Como era um “herói”, me atirei.
– Levei um chute na cabeça. Não pude ser mais nada. Nem propagandista. Ganho uma miséria do INSS e só faço isto: bebo e me queixo da vida. Se não tivesse ido nos pés do atacante…
– Ele chutaria para fora.
Quem falou foi o outro sósia nosso, ao lado dele, que em seguida se apresentou:
– Eu sou você se não tivesse ido naquela bola. Não faria diferença. Não seria gol. Minha carreira continuou. Fiquei cada vez mais famoso, e agora com fama de sortudo também. Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula. O primeiro goleiro brasileiro a ir jogar na Europa. Embarquei com festa no Rio…
– E o que aconteceu? perguntamos os três em uníssono.
– Lembra aquele avião da VARIG que caiu na chegada em Paris?
– Você…
– Morri com 28 anos.
– Bem que tínhamos notado sua palidez.
– Pensando bem, foi melhor não fazer aquele teste no Botafogo…
– E ter levado o chute na cabeça…
– Foi melhor, continuou, ter ido fazer o concurso para o serviço público naquele dia. Ah, se eu tivesse passado…
– Você deve estar brincando, disse alguém sentado a minha esquerda.
Tinha a minha cara, mas parecia mais velho e desanimado.
– Quem é você?
– Eu sou você, se tivesse entrado para o serviço público.
Vi que todas as banquetas do bar à esquerda dele estavam ocupadas por versões de mim no serviço público, uma mais desiludida do que a outra. As conseqüências de anos de decisões erradas, alianças fracassadas, pequenas traições, promoções negadas e frustração. Olhei em volta. Eu lotava o bar. Todas as mesas estavam ocupadas por minhas alternativas e nenhuma parecia estar contente. Comentei com o barman que, no fim, quem estava com o melhor aspecto, ali, era eu mesmo. O barman fez que sim com a cabeça, tristemente. Só então notei que ele também tinha a minha cara, só que com mais rugas.
– Quem é você? perguntei.
– Eu sou você, se tivesse casado com a Doralice.
– E?
Ele não respondeu. Só fez um sinal, com o dedão virado para baixo…
Sua vida não é feita de decisões que você não toma, ou das atitudes que você não teve, mas sim, daquilo que foi feito! Se bom ou não, penso, é melhor viver do futuro que passado.
Luís Fernando Veríssimo

QUEM NÃO ARRISCA, NÃO PETISCA!

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A gente sempre fica imaginando que “se isso não tivesse acontecido…”, “se eu fizesse tal coisa seria diferente”… Se, se, se, se… epa! Calma lá! A vida não é feita de sesss, mas de momentos… não tem como a gente imaginar como seria determinada situação, se a posição tomada por nós tivesse sido outra. Claro que fazemos suposições boas e ruins, mas creio que toda escolha tende a ser para o alcance de nossa felicidade!

Uma vez li um texto que se chama “Empurre sua vaquinha”, onde a moral da história é que toda mudança tende a ser para melhor. E realmente creio nisso. Não fico vivendo de passado (“quem vive de passado é museu!”), lamentando do que não fiz, neste ponto me acho até ousada… e arrisco algumas coisas para tentar alcançar a felicidade. Se a decisão a tomar irá afetar vários fatores da minha vida, pondero mais. Lembrando de algumas fases, como por exemplo quando larguei um estágio com salário alto, para ganhar uma mixaria e aprender mais, vejo que no final fiz as escolhas corretas.

E até em relação às coisas do coração arrisco mais do que fico pensando, “se eu tivesse dado bola pro gatinho…”, “se me dissesse sim…” Acho que vivemos uma vida onde “quem não arrisca, não petisca”, e por isso tenho tido alguns progressos em minha história “O Cravo e a Rosa”. Só abrindo um parêntese, o Cravo esta semana deu à Rosa um arranjo de flores MARAVILHOSO, no dia de seu aniversário, e agradou a ela o máximo durante a noite. Ainda não é namoro, mas o amor realmente é lindo!!! Bem, mas este assunto será publicado em outro post.

Voltando aos “sess” da nossa vida… Li esta semana mais um dos excelentes textos do Fernando Veríssimo, que trata das alternativas da vida e do que poderia acontecer “se tudo fosse diferente”. Acho que vocês irão gostar!
Não vamos viver de lamentações, vamos viver pra valer a realidade e tentar fazer o melhor possível para alcançar a nossa felicidade!

Beijos a todos, Lú

Alternativas

Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido. Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (Unzinho e eu ganhava a Sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, chegado antes, chegado depois, dito “sim”, dito “não”, ido para Londrina, casado com a Doralice, feito aquele teste…
Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz aliás, o nome do bar é Imaginário, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou:

– Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo.
E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo.
– Por quê? Sua vida não foi melhor do que a minha?
– Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei a seleção. Fiz um grande contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia…
– Eu sei, eu sei… disse alguém sentado ao lado dele.
Olhamos para o intrometido. Tinha a nossa idade e a nossa cara e não parecia mais feliz do que nós. Ele continuou:
– Você hesitou entre sair e não sair do gol. Não saiu, levou o único gol do jogo, caiu em desgraça, largou o futebol e foi ser um medíocre propagandista.
– Como é que você sabe?
– Eu sou você, se tivesse saído do gol. Não só peguei a bola como mandei para o ataque com tanta perfeição que fizemos o gol da vitória. Fui considerado o herói do jogo. No jogo seguinte, hesitei entre me atirar nos pés de um atacante e não me atirar. Como era um “herói”, me atirei.
– Levei um chute na cabeça. Não pude ser mais nada. Nem propagandista. Ganho uma miséria do INSS e só faço isto: bebo e me queixo da vida. Se não tivesse ido nos pés do atacante…
– Ele chutaria para fora.
Quem falou foi o outro sósia nosso, ao lado dele, que em seguida se apresentou:
– Eu sou você se não tivesse ido naquela bola. Não faria diferença. Não seria gol. Minha carreira continuou. Fiquei cada vez mais famoso, e agora com fama de sortudo também. Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula. O primeiro goleiro brasileiro a ir jogar na Europa. Embarquei com festa no Rio…
– E o que aconteceu? perguntamos os três em uníssono.
– Lembra aquele avião da VARIG que caiu na chegada em Paris?
– Você…
– Morri com 28 anos.
– Bem que tínhamos notado sua palidez.
– Pensando bem, foi melhor não fazer aquele teste no Botafogo…
– E ter levado o chute na cabeça…
– Foi melhor, continuou, ter ido fazer o concurso para o serviço público naquele dia. Ah, se eu tivesse passado…
– Você deve estar brincando, disse alguém sentado a minha esquerda.
Tinha a minha cara, mas parecia mais velho e desanimado.
– Quem é você?
– Eu sou você, se tivesse entrado para o serviço público.
Vi que todas as banquetas do bar à esquerda dele estavam ocupadas por versões de mim no serviço público, uma mais desiludida do que a outra. As conseqüências de anos de decisões erradas, alianças fracassadas, pequenas traições, promoções negadas e frustração. Olhei em volta. Eu lotava o bar. Todas as mesas estavam ocupadas por minhas alternativas e nenhuma parecia estar contente. Comentei com o barman que, no fim, quem estava com o melhor aspecto, ali, era eu mesmo. O barman fez que sim com a cabeça, tristemente. Só então notei que ele também tinha a minha cara, só que com mais rugas.
– Quem é você? perguntei.
– Eu sou você, se tivesse casado com a Doralice.
– E?
Ele não respondeu. Só fez um sinal, com o dedão virado para baixo…
Sua vida não é feita de decisões que você não toma, ou das atitudes que você não teve, mas sim, daquilo que foi feito! Se bom ou não, penso, é melhor viver do futuro que passado.
Luís Fernando Veríssimo

BORN ON THE 4th OF JULY

Padrão


Será que é dele que vamos falar?

A despeito do 04 de julho e sua importância para os ianques, esta data é também muito especial para nós. O que vou dizer agora não tem nada a ver com o Independence Day, com as manifestações estreladas, com listras brancas e vermelhas, com fogos de artifícios azuis e rubros, com o God Bless America, Hail to the Chief.
Caso esta data não existisse, talvez o blog não existisse, e muitas outras coisas não existiriam.
Não existiria o sorriso doce, a meiguice, o bom coração, a caridade, a inteligência, a fé, o bom-humor, a revolta com as injustiças, a disposição, a amizade, os trabalhos de monografia… E por aí vai.
Ainda não entenderam?
É que foi neste dia que uma menina pequenina e doce, risonha, simpática e bonita nasceu, e esta menininha, mesmo pequenininha, tem a alma e o coração de um gigante. Esta menininha virou uma mulher, uma advogada decidida, amiga, inteligente, estudiosa, trabalhadora, caridosa e escritora de um blog que tem a pretensão de ser o mais feminino do espaço internético, o mais mineiro de todos, o mais atleticano (ops, isso não, né amiga?) rs…
Já sabem de quem estou falando?
Se a LU não existisse, caros, leitores, este espaço divertido e dramático que os cerca talvez nunca existisse… Ficaria perdido para sempre no tempo e no espaço da memória que um dia nasceria…

POR ISSO LU, VOCÊ É MUITO IMPORTANTE E ESPECIAL PARA TODOS NÓS. TE ADORAMOS, MENINA!
PARABÉNS, QUEREMOS QUE VOCÊ SEJA MUUUUUITO FELIZ!
SUCESSO!
REALIZAÇÕES!
DINHEIRO!
AMORES!
PAIXÕES!

Muitos beijos,

Ana Letícia.

BORN ON THE 4th OF JULY

Padrão


Será que é dele que vamos falar?

A despeito do 04 de julho e sua importância para os ianques, esta data é também muito especial para nós. O que vou dizer agora não tem nada a ver com o Independence Day, com as manifestações estreladas, com listras brancas e vermelhas, com fogos de artifícios azuis e rubros, com o God Bless America, Hail to the Chief.
Caso esta data não existisse, talvez o blog não existisse, e muitas outras coisas não existiriam.
Não existiria o sorriso doce, a meiguice, o bom coração, a caridade, a inteligência, a fé, o bom-humor, a revolta com as injustiças, a disposição, a amizade, os trabalhos de monografia… E por aí vai.
Ainda não entenderam?
É que foi neste dia que uma menina pequenina e doce, risonha, simpática e bonita nasceu, e esta menininha, mesmo pequenininha, tem a alma e o coração de um gigante. Esta menininha virou uma mulher, uma advogada decidida, amiga, inteligente, estudiosa, trabalhadora, caridosa e escritora de um blog que tem a pretensão de ser o mais feminino do espaço internético, o mais mineiro de todos, o mais atleticano (ops, isso não, né amiga?) rs…
Já sabem de quem estou falando?
Se a LU não existisse, caros, leitores, este espaço divertido e dramático que os cerca talvez nunca existisse… Ficaria perdido para sempre no tempo e no espaço da memória que um dia nasceria…

POR ISSO LU, VOCÊ É MUITO IMPORTANTE E ESPECIAL PARA TODOS NÓS. TE ADORAMOS, MENINA!
PARABÉNS, QUEREMOS QUE VOCÊ SEJA MUUUUUITO FELIZ!
SUCESSO!
REALIZAÇÕES!
DINHEIRO!
AMORES!
PAIXÕES!

Muitos beijos,

Ana Letícia.

BORN ON THE 4th OF JULY

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Será que é dele que vamos falar?

A despeito do 04 de julho e sua importância para os ianques, esta data é também muito especial para nós. O que vou dizer agora não tem nada a ver com o Independence Day, com as manifestações estreladas, com listras brancas e vermelhas, com fogos de artifícios azuis e rubros, com o God Bless America, Hail to the Chief.
Caso esta data não existisse, talvez o blog não existisse, e muitas outras coisas não existiriam.
Não existiria o sorriso doce, a meiguice, o bom coração, a caridade, a inteligência, a fé, o bom-humor, a revolta com as injustiças, a disposição, a amizade, os trabalhos de monografia… E por aí vai.
Ainda não entenderam?
É que foi neste dia que uma menina pequenina e doce, risonha, simpática e bonita nasceu, e esta menininha, mesmo pequenininha, tem a alma e o coração de um gigante. Esta menininha virou uma mulher, uma advogada decidida, amiga, inteligente, estudiosa, trabalhadora, caridosa e escritora de um blog que tem a pretensão de ser o mais feminino do espaço internético, o mais mineiro de todos, o mais atleticano (ops, isso não, né amiga?) rs…
Já sabem de quem estou falando?
Se a LU não existisse, caros, leitores, este espaço divertido e dramático que os cerca talvez nunca existisse… Ficaria perdido para sempre no tempo e no espaço da memória que um dia nasceria…

POR ISSO LU, VOCÊ É MUITO IMPORTANTE E ESPECIAL PARA TODOS NÓS. TE ADORAMOS, MENINA!
PARABÉNS, QUEREMOS QUE VOCÊ SEJA MUUUUUITO FELIZ!
SUCESSO!
REALIZAÇÕES!
DINHEIRO!
AMORES!
PAIXÕES!

Muitos beijos,

Ana Letícia.

Preparada para festas e férias

Padrão
Além das festanças do mês de junho, também gosto muito do mês de julho. Claro! Primeiro porque foi neste mês que nasci, dia 04, anotem ai na agenda de vocês e quero receber muitas mensagens na próxima segunda-feira.
Segundo, porque é neste mês que tenho férias… ai vem em mim férias!!! Estarei de folga durante a primeira quinzena do mês, porque tenho que guardar uns dias para curtir em janeiro também…

Ainda não planejei viagem alguma, mas não tendo outra opção irei pra Curvelo e decansarei bastante… vida ócia!
Adoro acordar com aquele cheiro de mato, escutando apenas o apito da fábrica que tem na cidade, curtindo o solzinho frio e o céu azulado… acordar e não ter nada pra fazer, não é bom? Claro que é ótimo, desde que você saiba que vai voltar a trabalhar dali a alguns dias, porque também ficar sem emprego é bem ruim…. ainda mais nessa economia doida que tem no Brasil.

Bom, para o final de semana já estou preparada para curtir o Forró de Curvelo! Dançar, cantar e beber, conversar fiado, paquerar… zoar bastante com uma turma animadíssima! E depois curar a ressaca no meu níver… eta vidão!!! Não quero pensar hora nenhuma que no mundo existe violência, que tem alguém passando fome, que as CPIs estão sendo instauradas, que a corrupção corre solta no país… nada de estress… só sombra e água fresca!

Já combinei com a galera, preparei minha mala com bastante roupa de frio, bota e espero arrumar um “cobertor de orelha”… birinight e amizade não vão faltar: rumo a gandáia!
Amo muito tudo isso!

Beijos Lú

Preparada para festas e férias

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Além das festanças do mês de junho, também gosto muito do mês de julho. Claro! Primeiro porque foi neste mês que nasci, dia 04, anotem ai na agenda de vocês e quero receber muitas mensagens na próxima segunda-feira.
Segundo, porque é neste mês que tenho férias… ai vem em mim férias!!! Estarei de folga durante a primeira quinzena do mês, porque tenho que guardar uns dias para curtir em janeiro também…

Ainda não planejei viagem alguma, mas não tendo outra opção irei pra Curvelo e decansarei bastante… vida ócia!
Adoro acordar com aquele cheiro de mato, escutando apenas o apito da fábrica que tem na cidade, curtindo o solzinho frio e o céu azulado… acordar e não ter nada pra fazer, não é bom? Claro que é ótimo, desde que você saiba que vai voltar a trabalhar dali a alguns dias, porque também ficar sem emprego é bem ruim…. ainda mais nessa economia doida que tem no Brasil.

Bom, para o final de semana já estou preparada para curtir o Forró de Curvelo! Dançar, cantar e beber, conversar fiado, paquerar… zoar bastante com uma turma animadíssima! E depois curar a ressaca no meu níver… eta vidão!!! Não quero pensar hora nenhuma que no mundo existe violência, que tem alguém passando fome, que as CPIs estão sendo instauradas, que a corrupção corre solta no país… nada de estress… só sombra e água fresca!

Já combinei com a galera, preparei minha mala com bastante roupa de frio, bota e espero arrumar um “cobertor de orelha”… birinight e amizade não vão faltar: rumo a gandáia!
Amo muito tudo isso!

Beijos Lú