Arquivo da categoria: Causos

Universalidade – Londres

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Estas fotos, coletadas pela nossa Dô em Londres, retratam muito bem a unviersalidade de raças, credos e culturas que povoam aquela cidade… Ilustração um pouco tardia do texto abaixo

A nossa amiga Luma, que já incluiu Donária em suas orações (fofa, né? Brigada, Luma!), de tanta preocupação com nossa baixinha invocada que a gente adora, nos indicou um blog excelente da Roma, uma brasileira descendente de irlandeses, moradora senior da cidade… A Roma escreveu este texto fantástico, “Advice to live in London” (Conselhos para se viver em Londres), que abre os nossos olhos e cabeças para uma cidade e seus habitantes, o que esperar do pior que lá há… Escreveu ainda outro texto, sugerindo uns roteiros de viagens pela Inglaterra… “dicas de como achar a Inglaterra boa, mesmo visitando a Inglaterra pessoalmente” (palavras de Roma).

Enfim, é diversão garantida ler Roma Dewey!

Saudades de todos, a correria tá braba… Final de ano é isso aí, né?

Beijos,

Ana.

Obs: Mais fotos da Dô em Londres no nosso flickr: http://www.flickr.com/photos/mineirasuai/

Universalidade – Londres

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Estas fotos, coletadas pela nossa Dô em Londres, retratam muito bem a unviersalidade de raças, credos e culturas que povoam aquela cidade… Ilustração um pouco tardia do texto abaixo

A nossa amiga Luma, que já incluiu Donária em suas orações (fofa, né? Brigada, Luma!), de tanta preocupação com nossa baixinha invocada que a gente adora, nos indicou um blog excelente da Roma, uma brasileira descendente de irlandeses, moradora senior da cidade… A Roma escreveu este texto fantástico, “Advice to live in London” (Conselhos para se viver em Londres), que abre os nossos olhos e cabeças para uma cidade e seus habitantes, o que esperar do pior que lá há… Escreveu ainda outro texto, sugerindo uns roteiros de viagens pela Inglaterra… “dicas de como achar a Inglaterra boa, mesmo visitando a Inglaterra pessoalmente” (palavras de Roma).

Enfim, é diversão garantida ler Roma Dewey!

Saudades de todos, a correria tá braba… Final de ano é isso aí, né?

Beijos,

Ana.

Obs: Mais fotos da Dô em Londres no nosso flickr: http://www.flickr.com/photos/mineirasuai/

Universalidade – Londres

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Estas fotos, coletadas pela nossa Dô em Londres, retratam muito bem a unviersalidade de raças, credos e culturas que povoam aquela cidade… Ilustração um pouco tardia do texto abaixo

A nossa amiga Luma, que já incluiu Donária em suas orações (fofa, né? Brigada, Luma!), de tanta preocupação com nossa baixinha invocada que a gente adora, nos indicou um blog excelente da Roma, uma brasileira descendente de irlandeses, moradora senior da cidade… A Roma escreveu este texto fantástico, “Advice to live in London” (Conselhos para se viver em Londres), que abre os nossos olhos e cabeças para uma cidade e seus habitantes, o que esperar do pior que lá há… Escreveu ainda outro texto, sugerindo uns roteiros de viagens pela Inglaterra… “dicas de como achar a Inglaterra boa, mesmo visitando a Inglaterra pessoalmente” (palavras de Roma).

Enfim, é diversão garantida ler Roma Dewey!

Saudades de todos, a correria tá braba… Final de ano é isso aí, né?

Beijos,

Ana.

Obs: Mais fotos da Dô em Londres no nosso flickr: http://www.flickr.com/photos/mineirasuai/

O perigo mora ao lado!!!

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Desde criancas, aprendemos na escola e com nossos pais sobre a história da escravidão… Todo o preconceito que os negros sofreram e infelizmente ainda sofrem no Brasil e pelo mundo a fora… Aprendemos a respeitar todas as pessoas, com religiões, costumes, hábitos e cores diferentes…
Isso nem deveria ser discutido!? Tenho amigos e conhecidos negros que respeito e admiro como qualquer outra pessoa, de cores e raças diferentes. As negras brasileiras são de dar inveja, são as mais lindas, enfim, pessoas normais que merecem respeito e por consequência têm que respeitar. Seres humanos civilizados e pronto e ponto!
Acho péssimo falar sobre coisas que devemos ou não fazer e também escrever textos com temas que podemos achar todos os dias e em todos os meios de comunicacão…
Estou completamente injuriada com o que eu tenho presenciado através de relatos e fotos aqui em Londres. Se alguém vier morar em Londres, por favor não more em Willesden Junction. A casa que moro e ótima, mas, só moram aqui uns indianos fedorentos (que monopolizaram todo o comércio), jamaicanos e brasileiros que vêm estudar e pagam um absurdo pra morar aqui, “fazemos isso, porque temos que comprovar uma moradia, pelo menos de um mês, para a imigracao e pagamos por agencia e bla…” E claro, uns ingleses aqui e outro acolá.
Voltemos ao assunto central do texto. Ok! Há três semanas estou morando aqui, nessa terra de ninguém, todas as pessoas que encontrei e pedi informacão, foram mega educados e sorridentes comigo. Era completamente o contrário do que pensava. Pois, diziam que os ingleses eram super preconceituosos e nos tratavam como lixo… Pelo menos até agora não tive nenhum problema. E desde que cheguei tenho ouvido com frequência e presenciado algumas vezes o quanto os negros amedrontam as pessoas que nao tem a mesma cor.
FATOS:
-Moro com um casal de gauchos e segundo eles, já viram uns negros baterem numa garota só de zuação e porque era de cor clara.
-A garota que mora aqui teve que sair do lugar onde estava sentada no ônibus, porque uma negra queria sentar naquele lugar, sendo que havia vários lugares vagos (a negona gorda parou em frente a Morgana e gritou: Stand up, now!, ela ficou com medo e saiu. As patricinhas negras daqui ficam te encarando, só pra ter um motivo para você olhar elas procurarem confusão, ai logo dizem: “Porque você está me olhando?” Elas não conversam, elas berram.
-Semana passada, entramos eu e Marcinha no ônibus, e dentro, havia um negão que começou a empurrar as pessoas pra gente passar (ainda bem). Mas, muito mal educado com os outros. Não respeitam ninguém no ônibus, temos que fazer o que eles querem. Caso contrário você é esbofeteado ninguém faz nada.
-Outro dia fomos (eu e Márcia) ao supermercado e sentamos nos bancos traseiros. De frente pra nós havia 2 bancos vagos e mais uns zilhões no ônibus inteiro. A Marcinha colocou os pés no banco da frente, poucos minutos depois entrou um negro de mais ou menos uns quarenta anos de idade e veio sentar-se na nossa frente, quase sobre dos pés da Márcia; ela tirou o pé e colocou num degrauzinho do lado, ele berrou com ela, perguntando se ela queria colocar os pés na calca dele. Que cara seboso, encrenqueiro, nojento, escroto. Se fosse comigo, eu começaria a chorar de tão grosso que ele foi. “Odeio pessoas grossas…”
Eu tenho medo de olhar para um negro aqui e ser espancada. Eu juro que não é exagero e toda regra há excessão. Tem negros bacanas, só não os encontrei…. mas, tenho fé!
Aqui vejo os negros mais preconceituosos que já tive contato. Eles nos olham com um ódio que nos da medo. Até os segurancas dos pubs te olham com inferioridade, quando percebem que você é estrangeiro. É péssimo. Estou indignada!!!
Acho que estou sendo preconceituosa. Mas, pelo menos é um preconceito contra pessoas más, e disso nao me arrependo nem um pouco…
Bjoca da Dodo…

O perigo mora ao lado!!!

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Desde criancas, aprendemos na escola e com nossos pais sobre a história da escravidão… Todo o preconceito que os negros sofreram e infelizmente ainda sofrem no Brasil e pelo mundo a fora… Aprendemos a respeitar todas as pessoas, com religiões, costumes, hábitos e cores diferentes…
Isso nem deveria ser discutido!? Tenho amigos e conhecidos negros que respeito e admiro como qualquer outra pessoa, de cores e raças diferentes. As negras brasileiras são de dar inveja, são as mais lindas, enfim, pessoas normais que merecem respeito e por consequência têm que respeitar. Seres humanos civilizados e pronto e ponto!
Acho péssimo falar sobre coisas que devemos ou não fazer e também escrever textos com temas que podemos achar todos os dias e em todos os meios de comunicacão…
Estou completamente injuriada com o que eu tenho presenciado através de relatos e fotos aqui em Londres. Se alguém vier morar em Londres, por favor não more em Willesden Junction. A casa que moro e ótima, mas, só moram aqui uns indianos fedorentos (que monopolizaram todo o comércio), jamaicanos e brasileiros que vêm estudar e pagam um absurdo pra morar aqui, “fazemos isso, porque temos que comprovar uma moradia, pelo menos de um mês, para a imigracao e pagamos por agencia e bla…” E claro, uns ingleses aqui e outro acolá.
Voltemos ao assunto central do texto. Ok! Há três semanas estou morando aqui, nessa terra de ninguém, todas as pessoas que encontrei e pedi informacão, foram mega educados e sorridentes comigo. Era completamente o contrário do que pensava. Pois, diziam que os ingleses eram super preconceituosos e nos tratavam como lixo… Pelo menos até agora não tive nenhum problema. E desde que cheguei tenho ouvido com frequência e presenciado algumas vezes o quanto os negros amedrontam as pessoas que nao tem a mesma cor.
FATOS:
-Moro com um casal de gauchos e segundo eles, já viram uns negros baterem numa garota só de zuação e porque era de cor clara.
-A garota que mora aqui teve que sair do lugar onde estava sentada no ônibus, porque uma negra queria sentar naquele lugar, sendo que havia vários lugares vagos (a negona gorda parou em frente a Morgana e gritou: Stand up, now!, ela ficou com medo e saiu. As patricinhas negras daqui ficam te encarando, só pra ter um motivo para você olhar elas procurarem confusão, ai logo dizem: “Porque você está me olhando?” Elas não conversam, elas berram.
-Semana passada, entramos eu e Marcinha no ônibus, e dentro, havia um negão que começou a empurrar as pessoas pra gente passar (ainda bem). Mas, muito mal educado com os outros. Não respeitam ninguém no ônibus, temos que fazer o que eles querem. Caso contrário você é esbofeteado ninguém faz nada.
-Outro dia fomos (eu e Márcia) ao supermercado e sentamos nos bancos traseiros. De frente pra nós havia 2 bancos vagos e mais uns zilhões no ônibus inteiro. A Marcinha colocou os pés no banco da frente, poucos minutos depois entrou um negro de mais ou menos uns quarenta anos de idade e veio sentar-se na nossa frente, quase sobre dos pés da Márcia; ela tirou o pé e colocou num degrauzinho do lado, ele berrou com ela, perguntando se ela queria colocar os pés na calca dele. Que cara seboso, encrenqueiro, nojento, escroto. Se fosse comigo, eu começaria a chorar de tão grosso que ele foi. “Odeio pessoas grossas…”
Eu tenho medo de olhar para um negro aqui e ser espancada. Eu juro que não é exagero e toda regra há excessão. Tem negros bacanas, só não os encontrei…. mas, tenho fé!
Aqui vejo os negros mais preconceituosos que já tive contato. Eles nos olham com um ódio que nos da medo. Até os segurancas dos pubs te olham com inferioridade, quando percebem que você é estrangeiro. É péssimo. Estou indignada!!!
Acho que estou sendo preconceituosa. Mas, pelo menos é um preconceito contra pessoas más, e disso nao me arrependo nem um pouco…
Bjoca da Dodo…

64%, aproximadamente.

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não

Então no referendo que aconteceu ontem o NÃO venceu o SIM e, para minha maior surpresa, em todos os Estados do Brasil, e com larga diferença.
Mais de 20% dos eleitores NÃO VOTOU, o que atestou o nível de enfado e sentimento de perda de tempo que marcou a votação em BH, principalmente na zona sul.
Somente uma manifestação contra a proibição do comércio de armas de fogo e munição foi detectada em nossa capital. Nada de tiros, showmícios, cabos eleitorais uniformizados…
Enfim, só posso concluir que o primeiro Referendo de nosso país não foi bem visto pela população, tendo em vista o grande número de pessoas com as quais conversei e me afirmaram que iriam anular seus votos.
Optei por votar, em respeito ao instituto conquistado com grande luta pelos constituintes de 1988, mas também com a certeza de que, infelizmente, o governo não foi feliz em instaurar este questionamento, já falei e repeti que esta Lei, este referendo, são inúteis, tanto legalmente, quanto praticamente falando.
Se querem instaurar mais plebiscitos, mais referendos, no Brasil, creio que é uma iniciativa legítima fazer valer o que a nossa Constituição da República prevê e que até o momento foi tão pouco e tão mal utilizado.
Enfim, o que nos aguarda é indefinição.
Mas o que espero são mais investimentos na educação deste povo, na conscientização de nossas crianças para a não-violência e o cuidado com o nosso meio ambiente.

Abraços a todos,

Ana Letícia

Ps.1: Foi mal aí o assunto mais-do-que-batido e mais-do-que-chato, afinal de contas falar de política é um saco mesmo… Mas alguém tinha que escrever algo aqui hoje… Que seja eu então, pô! O ruim é que com a falta de inspiração que me acomete nowadays, tá foda falar sobre assuntos “mais criativos”…

Ps.2: (Caso vocês ainda NÃO tenham percebido…) Estamos de novo template!!! (De novo!) O anterior dava uns problemas de configuração de fontes, barra lateral e etc… Este é também do BloggerTemplates. As fotos, tirando a de Belo Horizonte antiga, são de meu pai, e o “design” (= paciência de decrifrar códigos) foi meu mesmo, com a ajuda (= paciência para longas conversas no MSN sobre foto, template e códigos) da Lu e da Dô. 😉

64%, aproximadamente.

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não

Então no referendo que aconteceu ontem o NÃO venceu o SIM e, para minha maior surpresa, em todos os Estados do Brasil, e com larga diferença.
Mais de 20% dos eleitores NÃO VOTOU, o que atestou o nível de enfado e sentimento de perda de tempo que marcou a votação em BH, principalmente na zona sul.
Somente uma manifestação contra a proibição do comércio de armas de fogo e munição foi detectada em nossa capital. Nada de tiros, showmícios, cabos eleitorais uniformizados…
Enfim, só posso concluir que o primeiro Referendo de nosso país não foi bem visto pela população, tendo em vista o grande número de pessoas com as quais conversei e me afirmaram que iriam anular seus votos.
Optei por votar, em respeito ao instituto conquistado com grande luta pelos constituintes de 1988, mas também com a certeza de que, infelizmente, o governo não foi feliz em instaurar este questionamento, já falei e repeti que esta Lei, este referendo, são inúteis, tanto legalmente, quanto praticamente falando.
Se querem instaurar mais plebiscitos, mais referendos, no Brasil, creio que é uma iniciativa legítima fazer valer o que a nossa Constituição da República prevê e que até o momento foi tão pouco e tão mal utilizado.
Enfim, o que nos aguarda é indefinição.
Mas o que espero são mais investimentos na educação deste povo, na conscientização de nossas crianças para a não-violência e o cuidado com o nosso meio ambiente.

Abraços a todos,

Ana Letícia

Ps.1: Foi mal aí o assunto mais-do-que-batido e mais-do-que-chato, afinal de contas falar de política é um saco mesmo… Mas alguém tinha que escrever algo aqui hoje… Que seja eu então, pô! O ruim é que com a falta de inspiração que me acomete nowadays, tá foda falar sobre assuntos “mais criativos”…

Ps.2: (Caso vocês ainda NÃO tenham percebido…) Estamos de novo template!!! (De novo!) O anterior dava uns problemas de configuração de fontes, barra lateral e etc… Este é também do BloggerTemplates. As fotos, tirando a de Belo Horizonte antiga, são de meu pai, e o “design” (= paciência de decrifrar códigos) foi meu mesmo, com a ajuda (= paciência para longas conversas no MSN sobre foto, template e códigos) da Lu e da Dô. 😉

Feels like London…

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“Hoje eu acordei com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de
bater na porta do vizinho e desejar Bom Dia…”
(Salve! Zeca Baleiro!)

Tá certo que o peso da ressaca sempre fica. Mas, apesar dos pesares, ontem eu me senti realmente em Londres…

d9

Eu e a Marcinha encontramos com a Juju na escola (Covent Garden) e de lá resolvemos ir a algumas agências para prencher os famosos “aplications”.
OBJETIVO: procurar emprego.
DETALHE: objetivo não alcançado.

É que no meio do caminho resolvemos fazer um lanche no Mc Donald’s, e lá ficamos um tempinho conversando (o suficiente pra todas as agências fecharem e a gente ter que deixar pra outro dia a busca pelo trabalho).

Sem pensar muito, decidimos ir para um PUB – para trocar umas idéias sobre a vida – que segundo a Juju é súper famoso por aqui. É um pub australiano chamado O’NEILLS, que fica
em frente à China Town (Picadilly Circus).

d6

De cara, já pedimos uma jarra gigante de cerveja… a melhor do mundo…terminamos a primeira…fomos obrigadas a assistir ao jogo do Arsenal X (nao me lembro o nome, só lembro que o Arsenal ganhou
de 2 X 0). Compramos outra jarra, enquanto a bola rolava, e depois de já estarmos mais pra lá do que pra cá, decidimos ir embora… Claro que a idéia nao pegou: só mudamos de mesa!
Detalhe importantíssimo: a Juju estava com um bonezinho (por causa do cabelo… mega oleoso), sentada virada de costas pra câmera… logo, logo veio o segurança 4×4 e pediu pra ela tirar o boné, aí ela só trocou de lugar
comigo e ficou de frente pra tal câmera, de novo veio o segurança e disse que não era permitido usar nenhum tipo chapéu no pub, pois dificulta o trabalho deles. Ela ficou puta… esta cena aconteceu pelo menos umas 10 vezes…

De repente chega um inglês e pergunta pra Marcinha: “Você gosta de beber?” Ela abriu um sorriso gigante e disse: “Yes!”. Ele perguntou: “O quê?” Ela respondeu: “Yes“. (Ela estava muito bêbada… foi muito
engraçado). Nós respondemos por ela. O tal inglês me fez a mesma pergunta e pra Juju tambêm. De repente chega o idiota com três cervejas pra gente – claro que vimos ele comprar e trazer as cervejas – e não é que o otário só nos deu as cervejas e foi embora!?… Valeu né….

Nos empolgamos novamente. Fui ao banheiro mil vezes e a Marcinha (looouca, bêbada) ia atrás de mim. Tinha uma mulher muito mal humorada tomando conta dos perfuminhos, papel toalha e blá blá blá… a Márcia foi pegar dois papéis-toalha e ganhou um tapa na mão! (Só podia pegar um). Nós ficamos conversando enquanto fazíamos xixi (ela num banheiro e eu no outro), aí eu perguntei: “Porque será que essa mulher é tao mal humorada?” A Márcia: “Ah, Dô, dá um desconto, ela fica cheirando coco e xixi a noite inteira e a gente se divertindo… ela deve ficar puta, morrendo de inveja….”

Voltávamos pra mesa e sempre encontrávamos a Juju discutindo com o segurança, por causa do boné… Conhecemos dois caras, um era americano e o outro era um inglês muito gay que estava usando um cachecol
preto com umas listras amarelas, igual faixa de impedimento, e que ficava dando uma de homem e cantou nós três… Logo depois conhecemos outro cara que jurava ser o Elvis Presley (com a barriga mais gigante do mundo) e um negão cecezento, com a pele muito oleosa, os dois só riam e tomavam água com limão a noite toda…

Quando pensamos que nao iríamos beber mais, chegaram três mexicanos jogando aquele charme: um parecia com o catatau, o outro parecia Ronaldo Fraga e o outro ninguém se lembra. Aí eu sismei que sabia me comunicar em espanhol, e fiquei falando que o México era a terra da Tequila… só falei “Tequila” e o
Ronaldo Fraga nos trouxe 3 rodadas da bebida marvada e então nós enchemos a cara. Eu tomei só uma tequila e dancei a noite inteira, conheci todo mundo, brindei com todas as pessoas, sentei em todas as mesas, fiz amizade com o DJ, enchi o saco dele ate ele tocar Beatles a noite inteira. Voltava pra minha mesa e estavam a Marcinha e Juju enchendo a cara de tequila. O Ronaldo Fraga de 1,30m falava horrores comigo, o Catatau de 40 anos estava querendo a Marcinha e a Juju só brigava com o segurança…

d11

Depois de ter dançado muito, veio a Marcinha Cambaleando para o meu lado e disse: “ôôô Dôôô, vamos embora que a Juliana foi expulsa do pub pelo segurança…” Quando desci, me deparei com a Ju na chuva, do lado de fora e chamando o segurança de “filho da p. (piiiii)” e o mandando ir “tomar no c. (piiii)”… Saímos nós três. Eu estava a mais “normal” de todas… Estávamos famintas e resolvemos parar no Burger King pra comer um sanduba. Detalhe, que já estava fechando… Entramos e pedimos os sanduíches, e a Marcinha sentou num sofá com um tanto de cadeira em cima: o segurança pediu pra ela se retirar, mas ela estava tri-bêbada que saiu do sofá e sentou no chão, e ele pediu para ela se retirar… Novamente não adiantou, ela mudou de lado e sentou-se na escada… Ele xingou todo mundo e fomos expulsas do Burger King. Saímos com o sanduíche na mão e sentamos na porta, do lado de fora, é claro!!!

A Ju queria ir embora pra casa, mas, eu não queria deixar… Ela só disse: “Dô, cuida da Marcinha que ela tá muito mal”. Quando iamos pegar o ônibus, eis que a Dona Márcia (looouca) queria muito fazer xixi. Imaginem, em plena Oxford Street (centro de Londres), paramos e fizemos uma cabaninha para tentar esconder a loura… Mas até que foi tranqüilo… Só que quando ela terminou, eu e a juju saímos andando e a esquecemos pra trás, ela estava indo no sentindo contrário! Buscamos a Marcinha e fomos para os pontos diferentes do busão.
A juju foi embora (chegou bem)! Eu e a loura viemos pra nossa casa (3 horas da matina), eu carregando a minha mochila, a mochila dela e ela… Mas deu tudo certo… Foi ótimo… só não fomos à aula hj, ficamos o dia inteiro morrendo de rir…

Meu Deus, nós somos muito felizes… Por isso, hoje eu acordei com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar Bom Dia…

Dô2

Muitos Bjos da Dôdô!

"Finding Neverland"

Padrão

Mais uma da série: “Em busca da Terra do Nunca”…

DôPeter1

É, parece que desta vez nossa “sininho” encontrou sua Terra do Nunca!!! 😉

bjos

Ana

"Finding Neverland"

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Mais uma da série: “Em busca da Terra do Nunca”…

DôPeter1

É, parece que desta vez nossa “sininho” encontrou sua Terra do Nunca!!! 😉

bjos

Ana