Papo Sério

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Cultura Geral no Mineiras, Uai! – O BRASIL NA ONU

Pois é, pessoal, depois de a Dôdô contar causos de bebedeiras, da vida e afins, a Lú falar de preconceito e da situação do ensino em nosso país, cá estou eu, atrasada como sempre com o meu post da semana (era prá ter publicado algo na 2a feira), e com um texto um tanto quanto sério…

Achei importante fazer este texto hoje, não apenas pela brilhante aula do Prof. Márcio Luíz (UFMG e Praetorium) de hoje, mas também porque ultimamente tive algumas discussões com amigos/colegas sobre o posicionamento do Brasil e sua insistência para ser membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. O problema é que este assunto está sendo muito falado pela mídia, pelos políticos, desde a “era” FHC… E agora, o governo Lula despirocou geral, e quer porque quer por o país naquele lugar (no bom sentido, é claro… ou será que o sentido figurado não cabe aí também?) 😉

E aí, como é tão falado e “refalado”, o POVO acha que é uma coisa boa… As pessoas estão “rezando na conta benta”, fazendo figa e enchendo a boca prá falar que é “importantíssimo” o Brasil ser membro do Conselho, etc, e etc, mas na verdade NEM SABEM O QUE É ESTE CONSELHO, PARA QUÊ SERVE E EM QUAIS TERMOS SERIA A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL!!!

Como o blog é público, e atrai visitas do mundo inteiro, é importante divulgar a REALIDADE dos fatos por aqui, não é meninas (Dô e Lú)?

Então, o “negó” é o “seguin”: O Conselho de Segurança da ONU é o órgão das Nações Unidas encarregado de salvaguardar (pô, falei bonito!!!) a PAZ mundial. O que ele faz? Manda os exércitos dos países que o compõem para outras nações que estejam em guerra civil ou com outros países, etc, etc. Aí vem o Brasil e manda soldado pro HAITI, igualzinho ao que foi feito há algum tempo atrás, mandando exércitos nacionais pro Timor Leste. Se o Brasil entra pro Conselho de vez, como membro permanente, tudo quanto é país que estiver nestas situações, prá lá irão as tropas brasileiras. Até aí, mais ou menos ok.

O problema é que os atuais membros – dentre eles, claro, o país do “bucho” (EUA, claro) – querem que estes novos membros (sim, serão mais 05 novos membros permanentes no Conselho, BR + 4) entrem mas SEM DIREITO A VETO! Ou seja, não podem “discordar” das decisões do Conselho, não teriam voz praticamente nenhuma! E o nosso governo está aceitando isso!

Desta forma, os 05 novos membros (provavelmente Brasil, Japão, Índia, Alemanha e África do Sul ou Egito) compartilhariam apenas os ÔNUS de ser do Coselho: envio de tropas, segurança nas fronteiras com os outros países, investimento pesado em poderio militar, perigo de sofrer ameaças terroristas, etc etc. COMO SE JÁ NÃO BASTASSEM TODOS OS PROBLEMAS QUE TEMOS EM NOSSO PAÍS, AGORA AINDA TERÍAMOS QUE PREOCUPAR COM GUERRAS DOS OUTROS!!!? Isso sem contar nos milhares de jovens brasileiros a partir dos seus 18 anos que virão a morrer em tais guerras… E suas famílias, o sofrimento delas, de suas mães, etc? E SUAS VIDAS???

Bom, gente, é isso! Meu papel é de informar, e, claro, expor minha opinião pessoal, que acho que ficou bem clara aqui. Agora, se houver algum plebiscito (consulta ao povo brasileiro) sobre a participação do Brasil no Conselho de Segurança da ONU, vocês todos já sabem do que se trata, e se pensarem bem a respeito, e refletirem sobre minhas palavras, tenho certeza, votarão NÃO!

Abraços a todos,

Ana Letícia.

Ps: E aí, Zanini, falei certo? Qualquer coisa comenta aí e dá aula prá gente, tá?

Eu quero é uma pinga!

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“Eu bebo sim, estou vivendo, tem gente que não bebe está morrendo. Eu bebo sim…”

Essa música estimula a veia alcoolica, fala sério! A acho sugestiva para um bom porre sem culpa. Falando nisso, no domingo passado fiquei o dia todo em casa, não parou de chover nem um segundinho. Mas, à noite fui dar uma volta em Macacos e quando retornei fui fazer companhia para minha irmã, que estava assistindo TV (É FANTÁSTCO – GLOBO). Parece que esta estreando um quadro com a Fernanda Torres, era mais ou menos assim:

“Ela acordava no sofá, com aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca, a blusa toda errada e tudo rodando. Resultado de vários copos de cerveja do dia anterior. Então, ela começa a se lembrar, vagamente, de alguns vexames cometidos no dia anterior, devido ao abuso do álcool… engraçadíssimo!”

Esse episódio me fez lembrar quando fui para Trancoso – Bahia, em janeiro de 2003, com minha amiga Jujú.

Um belo dia, saímos do “complexo” do quadrado e fomos para um bar de uns argentinos (eu acho), e bebemos 02 doses de cachaças, cada uma, (era mais barato) e claro, ficamos daquele jeito. Enquanto eu dançava loucamente, a Dona Juliana sumiu… Fui embora sozinha e por volta das 08:00h da madrugada, eis que aparece a Jujú, chapada ainda e bodou. Depois de uns 40 minutos, a garotinha acordou, então eu perguntei onde ela estava e ela disse que não sabia, perguntei com quem, ela também não sabia, aí ela me disse: “não sei, não sei, não sei quem me trouxe, onde eu estava, quem sou eu…” crises existenciais. Até hoje ela não sabe o que aconteceu, mas, podemos imaginar. Rimos para não chorar.

No outro dia, foi a minha vez. Ai, que mico! Encontramos com uns amigos meus, da minha sala na faculdade e fomos (à noite) para a casa deles, que por sinal tinham conhecido um garoto de Salvador e outro de Porto Alegre que estavam velejando com a família, e resolveram parar em Trancoso.

Só sei que esses garotos chegaram na casa e começaram a fazer a danada da caipirinha. Eu enchi a cara, dancei, tentei ensinar o gaúcho a dançar forró, foi aquela maravilha, falei tanta asneira e com aquela voz mole, que é ridícula, tive que ir embora carregada. Que vergonha! No outro dia, só de levantar a cabeça já queria vomitar. Resultado, fiquei o dia inteiro vomitando, nem dei as caras na praia. Pedi um pouco de boldo a uma senhora que tinha uma casinha ao lado do camping, e ainda pedi, com a cara mais lavada do mundo, que ela fizesse o chá pra mim (dá um desconto, eu estava acampando, né!).

No outro dia, ainda havia um resquício de dor de cabeça. Eu, Jujú e o Lopam estávamos sentados num restaurante do quadrado, almoçando.

Eis que eu comento que a última pessoa que eu gostaria de ver na minha vida era aquele gaúcho, ainda bem que ele é de tão longe. Êta boquinha, viu! Só lembro do Lopam dizendo:

“Ô Dô, não é por nada não, mas aquele garoto vindo em nossa direção não é o Léo (o gaúcho)?”

Pessoal, só não cai pra trás, porque eu fiquei dura. Eu queria enfiar em qualquer buraquinho que existisse por ali e nunca mais sair. E não é que o menino atrasou a viagem dos pais para me buscar para velejar com eles!

O Lopam, até hoje enche o saco que o meu príncipe é tão chique que largou a tradição do cavalo branco e, modestamente veio de veleiro e eu dispensei.

Detalhe, que até hoje, eu o Léo nos correspondemos por e-mail.

Bom, as histórias das cachaças da vida não parou por aí, virão vários episódios, o próximo será com a pinguça da Manú… a maioria das minhas amigas são cachaceiras… Aguardem…

Beijos da Dodô.

Eu quero é uma pinga!

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“Eu bebo sim, estou vivendo, tem gente que não bebe está morrendo. Eu bebo sim…”

Essa música estimula a veia alcoolica, fala sério! A acho sugestiva para um bom porre sem culpa. Falando nisso, no domingo passado fiquei o dia todo em casa, não parou de chover nem um segundinho. Mas, à noite fui dar uma volta em Macacos e quando retornei fui fazer companhia para minha irmã, que estava assistindo TV (É FANTÁSTCO – GLOBO). Parece que esta estreando um quadro com a Fernanda Torres, era mais ou menos assim:

“Ela acordava no sofá, com aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca, a blusa toda errada e tudo rodando. Resultado de vários copos de cerveja do dia anterior. Então, ela começa a se lembrar, vagamente, de alguns vexames cometidos no dia anterior, devido ao abuso do álcool… engraçadíssimo!”

Esse episódio me fez lembrar quando fui para Trancoso – Bahia, em janeiro de 2003, com minha amiga Jujú.

Um belo dia, saímos do “complexo” do quadrado e fomos para um bar de uns argentinos (eu acho), e bebemos 02 doses de cachaças, cada uma, (era mais barato) e claro, ficamos daquele jeito. Enquanto eu dançava loucamente, a Dona Juliana sumiu… Fui embora sozinha e por volta das 08:00h da madrugada, eis que aparece a Jujú, chapada ainda e bodou. Depois de uns 40 minutos, a garotinha acordou, então eu perguntei onde ela estava e ela disse que não sabia, perguntei com quem, ela também não sabia, aí ela me disse: “não sei, não sei, não sei quem me trouxe, onde eu estava, quem sou eu…” crises existenciais. Até hoje ela não sabe o que aconteceu, mas, podemos imaginar. Rimos para não chorar.

No outro dia, foi a minha vez. Ai, que mico! Encontramos com uns amigos meus, da minha sala na faculdade e fomos (à noite) para a casa deles, que por sinal tinham conhecido um garoto de Salvador e outro de Porto Alegre que estavam velejando com a família, e resolveram parar em Trancoso.

Só sei que esses garotos chegaram na casa e começaram a fazer a danada da caipirinha. Eu enchi a cara, dancei, tentei ensinar o gaúcho a dançar forró, foi aquela maravilha, falei tanta asneira e com aquela voz mole, que é ridícula, tive que ir embora carregada. Que vergonha! No outro dia, só de levantar a cabeça já queria vomitar. Resultado, fiquei o dia inteiro vomitando, nem dei as caras na praia. Pedi um pouco de boldo a uma senhora que tinha uma casinha ao lado do camping, e ainda pedi, com a cara mais lavada do mundo, que ela fizesse o chá pra mim (dá um desconto, eu estava acampando, né!).

No outro dia, ainda havia um resquício de dor de cabeça. Eu, Jujú e o Lopam estávamos sentados num restaurante do quadrado, almoçando.

Eis que eu comento que a última pessoa que eu gostaria de ver na minha vida era aquele gaúcho, ainda bem que ele é de tão longe. Êta boquinha, viu! Só lembro do Lopam dizendo:

“Ô Dô, não é por nada não, mas aquele garoto vindo em nossa direção não é o Léo (o gaúcho)?”

Pessoal, só não cai pra trás, porque eu fiquei dura. Eu queria enfiar em qualquer buraquinho que existisse por ali e nunca mais sair. E não é que o menino atrasou a viagem dos pais para me buscar para velejar com eles!

O Lopam, até hoje enche o saco que o meu príncipe é tão chique que largou a tradição do cavalo branco e, modestamente veio de veleiro e eu dispensei.

Detalhe, que até hoje, eu o Léo nos correspondemos por e-mail.

Bom, as histórias das cachaças da vida não parou por aí, virão vários episódios, o próximo será com a pinguça da Manú… a maioria das minhas amigas são cachaceiras… Aguardem…

Beijos da Dodô.

Viver sem medo de ser feliz!

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Olá crianças! Sentiram minha falta? Pois é, passei por alguns momentos conturbados essas duas últimas semanas. Detalhe, que não parou por aí, pois, o problema disso tudo vai se resolver somente na terça-feira da semana que vem (14/12/2004- data inesquecível). Estou falando da bendita monografia, galera… Depois da 8ª versão, só falta a apresentação, que será na terça. ALELUIA! Rezem por mim!

Mas, no mais trabalhei muito e passei por mementos bem agradáveis… que delícia… conto pra vocês numa outra oportunidade…

Nossa, gostaria de escrever sobre tanta coisa e ao mesmo tempo, não sei por onde começar. Brincadeira, né! Depois de 02 semanas sem postar e ainda não tenho inspiração, que espécie de ser sou eu? Vai saber! Por isso tudo, acho que uma bela poesia diz tudo, ainda mais quando ela se encaixa nos acontecimentos… lá vai…

Sossegue coração

Ainda não é agora

A confusão prossegue

Sonhos afora

Calma, calma

Logo mais a gente goza

Perto do osso

A carne é mais gostosa

Paulo Leminski



Olha o nível de inspiração da garota aqui!!!

Às vezes, passamos por coisas inesquecíveis que merecem ser ditas, pensadas, amadas, desejadas e lembradas até o fim de nossas vidas. Essa semana fui surpreendida com alguns acontecimentos que deixou meu coração sem sossego. Engraçado, eu falar isso, mesmo porque estava completamente quieta e tranqüila. De repente tudo mudou. Mas, o mais importante disso tudo é que saibamos dialogar e expressar o que sentimos e o que estamos com vontade de dizer, jamais guardar coisas que tem que ser faladas. Eu não corro o risco de morrer engasgada, a menos que seja com alguma comida…

Só sei que estou feliz, porque me sinto uma pessoa capaz de resolver alguns de meus inúmeros problemas e também estou feliz porque eu amo tudo e todos…

Mas, que o meu coração tem que sossegar, isso ele tem… Sei que não estou dizendo nada com nada, é exatamente como está a minha vida e confesso que está maravilhosa. Vou dar um conselho: Arriscar é a melhor coisa a ser feita!

Vivam com intensidade e façam muita loucura!!! Vocês nunca irão se arrepender!



Beijos meus amores!!! Saudades!

Viver sem medo de ser feliz!

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Olá crianças! Sentiram minha falta? Pois é, passei por alguns momentos conturbados essas duas últimas semanas. Detalhe, que não parou por aí, pois, o problema disso tudo vai se resolver somente na terça-feira da semana que vem (14/12/2004- data inesquecível). Estou falando da bendita monografia, galera… Depois da 8ª versão, só falta a apresentação, que será na terça. ALELUIA! Rezem por mim!

Mas, no mais trabalhei muito e passei por mementos bem agradáveis… que delícia… conto pra vocês numa outra oportunidade…

Nossa, gostaria de escrever sobre tanta coisa e ao mesmo tempo, não sei por onde começar. Brincadeira, né! Depois de 02 semanas sem postar e ainda não tenho inspiração, que espécie de ser sou eu? Vai saber! Por isso tudo, acho que uma bela poesia diz tudo, ainda mais quando ela se encaixa nos acontecimentos… lá vai…

Sossegue coração

Ainda não é agora

A confusão prossegue

Sonhos afora

Calma, calma

Logo mais a gente goza

Perto do osso

A carne é mais gostosa

Paulo Leminski



Olha o nível de inspiração da garota aqui!!!

Às vezes, passamos por coisas inesquecíveis que merecem ser ditas, pensadas, amadas, desejadas e lembradas até o fim de nossas vidas. Essa semana fui surpreendida com alguns acontecimentos que deixou meu coração sem sossego. Engraçado, eu falar isso, mesmo porque estava completamente quieta e tranqüila. De repente tudo mudou. Mas, o mais importante disso tudo é que saibamos dialogar e expressar o que sentimos e o que estamos com vontade de dizer, jamais guardar coisas que tem que ser faladas. Eu não corro o risco de morrer engasgada, a menos que seja com alguma comida…

Só sei que estou feliz, porque me sinto uma pessoa capaz de resolver alguns de meus inúmeros problemas e também estou feliz porque eu amo tudo e todos…

Mas, que o meu coração tem que sossegar, isso ele tem… Sei que não estou dizendo nada com nada, é exatamente como está a minha vida e confesso que está maravilhosa. Vou dar um conselho: Arriscar é a melhor coisa a ser feita!

Vivam com intensidade e façam muita loucura!!! Vocês nunca irão se arrepender!



Beijos meus amores!!! Saudades!

Não me venha falar de flores

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Hoje eu iria escrever um texto sobre o HAITI. A Veja desta semana trouxe uma extensa reportagem sobre este país precaríssimo, que abriga, já há 08 meses, mais de 1200 homens brasileiros, tropas do exército que foram em missão de paz pela ONU. A reportagem é fantástica, mas meus comentários e impressões ficarão para ser discutidas posteriormente.

O fato é que terei de tocar num assunto que vem gerando revolta nos belorizontinos nos últimos 3 anos, pelo menos: a violência e a impunidade em BH.

Final de semana que passou ocorreu uma tragédia: um seqüestro relâmpago que terminou em acidente, morte e tristeza. Para que vocês se inteirem do assunto, nada melhor que reproduzir aqui a mensagem transmitida pelo Orkut pela minha amiga Bárbara, que era amiga das vítimas, e escreveu de forma muito lúcida sobre o luto, e sobre o mal-estar que se espalha entre os cidadãos desta metrópole:

“Recebi muitos scraps perguntando qualé essa do luto. No dia 28 de novembro, ao sair da festa da Telemig Celular na antiga fábrica da Skol, um amigão do meu irmão, Víctor, e sua amiga, Gabes, foram seqüestrados por quatro meliantes. Esses marginais os colocaram no carro do Vitinho e saíram em alta velocidade pela BR ameaçando com uma arma outros carros que por lá circulavam. Houve uma colisão com outro carro e o carro do Vitinho, dirigido pelos meliantes, capotou, a Gabes ficou bem machucada e o Vitinho faleceu no local. Os quatro meliantes fugiram.

Até agora nada foi feito, nenhuma autoridade se importou com o assunto. A família do Vitinho está péssima, minha família está péssima, eu estou péssima. Ele era um rapaz de 23 anos, quase formando em engenharia elétrica, super alto astral e um irmão pro meu irmão. Nessas circunstâncias vemos que direitos humanos só existem para os bandidos, os marginais.

Cadê o meu direito de sair na rua, ir a festas, namorar? Se um bandido agride uma pessoa, ele comete lesão corporal, se a polícia agride este mesmo meliante, é tortura. Se um pivete me assalta, tudo bem, se eu dou uma porrada na orelha dele, ele é protegido pelo ECA e eu me ferro!!!! O mundo está todo torto, a violência contra pessoas que trabalham, estudam e nada mais querem que viver sua vida, está cada vez mais banalizada!!! EU SÓ QUERO ME SENTIR SEGURA!!!!!!!!! O que, convenhamos, está cada vez mais difícil. E olha que BH ainda é uma das melhores no quesito segurança. Só quero deixar meu grito de indignação.

BASTA! BASTA!BASTA! Que país é este onde não podemos mais ser jovens?

Obrigado a todos os meus amigos que me deram apoio nesta hora e a todos aqueles que nunca deixam de dar. Beijos indignados, Ba.”

É isso. Preciso falar mais alguma coisa? Não sei o que podemos fazer. Pelo menos espalhar a notícia através do Blog, espalhar a minha indignação, a revolta, o medo… Não quero que a minha cidade se transforme num Rio, no Rio do tráfico, das mortes, da violência, e o pior, da impunidade.

Belo Horizonte é uma das cidades mais belas que conheço, seu clima é encantador, suas paisagens, de tirar o fôlego, suas pessoas especiais e acolhedoras, sua comida, farta e saborosa, marcante… Não deixemos que ela se torne amarga e cruel, inabitável! Isso aqui não é o HAITI! E o nosso direito de ir e vir? E a nossa liberdade de expressão?

“Eu sou da América do Sul. Eu sei, vocês não vão saber. Mas agora eu sou cowboy, sou do ouro, eu sou vocês, sou do mundo, sou Minas Gerais!” (Clube da Esquina)

Um abraço

Ana Letícia

Não me venha falar de flores

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Hoje eu iria escrever um texto sobre o HAITI. A Veja desta semana trouxe uma extensa reportagem sobre este país precaríssimo, que abriga, já há 08 meses, mais de 1200 homens brasileiros, tropas do exército que foram em missão de paz pela ONU. A reportagem é fantástica, mas meus comentários e impressões ficarão para ser discutidas posteriormente.

O fato é que terei de tocar num assunto que vem gerando revolta nos belorizontinos nos últimos 3 anos, pelo menos: a violência e a impunidade em BH.

Final de semana que passou ocorreu uma tragédia: um seqüestro relâmpago que terminou em acidente, morte e tristeza. Para que vocês se inteirem do assunto, nada melhor que reproduzir aqui a mensagem transmitida pelo Orkut pela minha amiga Bárbara, que era amiga das vítimas, e escreveu de forma muito lúcida sobre o luto, e sobre o mal-estar que se espalha entre os cidadãos desta metrópole:

“Recebi muitos scraps perguntando qualé essa do luto. No dia 28 de novembro, ao sair da festa da Telemig Celular na antiga fábrica da Skol, um amigão do meu irmão, Víctor, e sua amiga, Gabes, foram seqüestrados por quatro meliantes. Esses marginais os colocaram no carro do Vitinho e saíram em alta velocidade pela BR ameaçando com uma arma outros carros que por lá circulavam. Houve uma colisão com outro carro e o carro do Vitinho, dirigido pelos meliantes, capotou, a Gabes ficou bem machucada e o Vitinho faleceu no local. Os quatro meliantes fugiram.

Até agora nada foi feito, nenhuma autoridade se importou com o assunto. A família do Vitinho está péssima, minha família está péssima, eu estou péssima. Ele era um rapaz de 23 anos, quase formando em engenharia elétrica, super alto astral e um irmão pro meu irmão. Nessas circunstâncias vemos que direitos humanos só existem para os bandidos, os marginais.

Cadê o meu direito de sair na rua, ir a festas, namorar? Se um bandido agride uma pessoa, ele comete lesão corporal, se a polícia agride este mesmo meliante, é tortura. Se um pivete me assalta, tudo bem, se eu dou uma porrada na orelha dele, ele é protegido pelo ECA e eu me ferro!!!! O mundo está todo torto, a violência contra pessoas que trabalham, estudam e nada mais querem que viver sua vida, está cada vez mais banalizada!!! EU SÓ QUERO ME SENTIR SEGURA!!!!!!!!! O que, convenhamos, está cada vez mais difícil. E olha que BH ainda é uma das melhores no quesito segurança. Só quero deixar meu grito de indignação.

BASTA! BASTA!BASTA! Que país é este onde não podemos mais ser jovens?

Obrigado a todos os meus amigos que me deram apoio nesta hora e a todos aqueles que nunca deixam de dar. Beijos indignados, Ba.”

É isso. Preciso falar mais alguma coisa? Não sei o que podemos fazer. Pelo menos espalhar a notícia através do Blog, espalhar a minha indignação, a revolta, o medo… Não quero que a minha cidade se transforme num Rio, no Rio do tráfico, das mortes, da violência, e o pior, da impunidade.

Belo Horizonte é uma das cidades mais belas que conheço, seu clima é encantador, suas paisagens, de tirar o fôlego, suas pessoas especiais e acolhedoras, sua comida, farta e saborosa, marcante… Não deixemos que ela se torne amarga e cruel, inabitável! Isso aqui não é o HAITI! E o nosso direito de ir e vir? E a nossa liberdade de expressão?

“Eu sou da América do Sul. Eu sei, vocês não vão saber. Mas agora eu sou cowboy, sou do ouro, eu sou vocês, sou do mundo, sou Minas Gerais!” (Clube da Esquina)

Um abraço

Ana Letícia

Preconceito vem de dentro

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Todo mundo sabe que no Brasil o racismo é considerado crime inafiançável, mas quando o racismo está dentro da própria pessoa que se sente inferior aos outros, qual a punição?

Esta semana presenciei fatos concretos de um amigo que é bem moreno, e que apesar das pessoas o tratarem com igualdade, ele próprio se discrimina. Esta é uma das histórias que conto sobre o Marcos.

Na quinta-feira passada foi formatura da minha amiga Cláudia, em Psicologia, pela PUC (Parabéns Claudinha!). Ela convidou vários amigos legais, dentre eles o Marcos. Até então, tudo bem, pois o Marcos estava super à vontade para ir à colação de grau, apesar dele nunca ter assistido uma, pois não foi na minha formatura no ano passado, por pura vergonha…

Como eu já conheço o jeito dele e precisava de uma carona também, juntei o útil ao agradável e liguei para o Marcos combinando de irmos juntos. Ele passou aqui em casa e fomos eu, Tamara e Andreza (amigas da PUC). Logo que acabou a colação nos dirigimos para os cumprimentos e ai a história começou… Ele estava muito bem arrumado, terno e gravata, mas é tão complexado com sua cor, que achava que todo mundo estava olhando para ele. Cumprimentou a Claudinha e só ficava de longe. A Tamara e a Andreza foram cumprimentar outras pessoas, porque também estudam na PUC, e eu fiquei conversando com as tias da Claudinha. O Marcos foi incapaz de ficar na rodinha com a gente e não cumprimentou nem os pais dela com medo de alguma retalhação… pode?

Depois da colação, teve uma festinha para a Claudinha no Clube da Copasa no Buritis. O Marcos, todo cismado, disse que não iria de jeito nenhum, mas eu e as meninas já estávamos preparadas para ir. Como eu tenho mais intimidade com a família da Claudinha do que a Tamara e a Andreza, a mãe da Cláudia me chamou para ir no carro junto com ela. Meu problema estava resolvido, mas as duas meninas não tinham como ir sozinhas, precisavam do Marcos. Com muito custo conseguiram convencê-lo de ir para a festa.

Chegaram lá e ele ficou, o tempo todo, vermelho de tanta vergonha. Não sei porque, pois a família da Claudinha é super animada e brincalhona, ninguém iria deixá-lo de fora da festa. Mas ele preferia ficar sentado, sem nem conversar. Mal tomou uma cervejinha e resolveu ir embora.

Antes disso, todo mundo estava conversando sobre o baile de formatura, no qual ele também tinha sido convidado (por sinal ganhou dois convites). Mas ele dizia que não ia, pois a festa não tinha nada a ver com ele, com a classe dele, essas coisas… Eu, como sou despachada e falo mesmo, disse a ele que ninguém perde um baile de formatura de bobeira, ainda mais no Catharina, e, além disso, convites de baile são restritos aos convidados que realmente o formando gosta. Ele continuou na pirraça e foi embora.

No outro dia todo mundo se preparando para o baile, as meninas fazendo escova e unhas e o Marcos insistindo na história de que não ia, pois se sentiria mal no meio de tanta gente bonita e branca. Para mim isso é o fim do mundo!

Não só eu, mas muita gente que conhece o Marcos (como a Tamara e a Andreza) fala com ele que tem que acabar com esse preconceito interior. Só ele tem isso!

Por fim, ele resolveu ir ao baile, levando uma irmã mais velha (eu esqueci o nome dela), que é uma mulher super legal e que se valoriza. Ela dançava no meio de todo mundo, conheceu pessoas novas e reparei que não sente nenhuma restrição sobre sua cor. Como o Marcos deveria ser.

No baile, ela e o Marcos encontraram com uma pessoa conhecida. Mas teve determinada hora que esta pessoa passou perto deles e não os cumprimentou, talvez não os tenha visto, mas logo o Marcos disse: somos pretos, ela não iria nos ver. Eu escutei isso e virei uma fera: – “Para com isso, não tem nada a ver sua cor, branco e preto são todos iguais”. Ele calou-se e não discutimos mais sobre o assunto.

O Marcos sabe que adoro ele e que não tenho nenhum preconceito quanto à sua cor ou classe social, mas ele insiste em se achar inferior.

Até quando? Que herança discriminatória é essa que carrega, como se ainda vivesse no tempo da escravidão, onde os negros não tinham vez?

O mundo mudou, graças a Deus! Só continua vivendo com mentalidade de “Brasil Colonial”, com preconceitos, quem é pobre de espírito!

Beijos Lú

Preconceito vem de dentro

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Todo mundo sabe que no Brasil o racismo é considerado crime inafiançável, mas quando o racismo está dentro da própria pessoa que se sente inferior aos outros, qual a punição?

Esta semana presenciei fatos concretos de um amigo que é bem moreno, e que apesar das pessoas o tratarem com igualdade, ele próprio se discrimina. Esta é uma das histórias que conto sobre o Marcos.

Na quinta-feira passada foi formatura da minha amiga Cláudia, em Psicologia, pela PUC (Parabéns Claudinha!). Ela convidou vários amigos legais, dentre eles o Marcos. Até então, tudo bem, pois o Marcos estava super à vontade para ir à colação de grau, apesar dele nunca ter assistido uma, pois não foi na minha formatura no ano passado, por pura vergonha…

Como eu já conheço o jeito dele e precisava de uma carona também, juntei o útil ao agradável e liguei para o Marcos combinando de irmos juntos. Ele passou aqui em casa e fomos eu, Tamara e Andreza (amigas da PUC). Logo que acabou a colação nos dirigimos para os cumprimentos e ai a história começou… Ele estava muito bem arrumado, terno e gravata, mas é tão complexado com sua cor, que achava que todo mundo estava olhando para ele. Cumprimentou a Claudinha e só ficava de longe. A Tamara e a Andreza foram cumprimentar outras pessoas, porque também estudam na PUC, e eu fiquei conversando com as tias da Claudinha. O Marcos foi incapaz de ficar na rodinha com a gente e não cumprimentou nem os pais dela com medo de alguma retalhação… pode?

Depois da colação, teve uma festinha para a Claudinha no Clube da Copasa no Buritis. O Marcos, todo cismado, disse que não iria de jeito nenhum, mas eu e as meninas já estávamos preparadas para ir. Como eu tenho mais intimidade com a família da Claudinha do que a Tamara e a Andreza, a mãe da Cláudia me chamou para ir no carro junto com ela. Meu problema estava resolvido, mas as duas meninas não tinham como ir sozinhas, precisavam do Marcos. Com muito custo conseguiram convencê-lo de ir para a festa.

Chegaram lá e ele ficou, o tempo todo, vermelho de tanta vergonha. Não sei porque, pois a família da Claudinha é super animada e brincalhona, ninguém iria deixá-lo de fora da festa. Mas ele preferia ficar sentado, sem nem conversar. Mal tomou uma cervejinha e resolveu ir embora.

Antes disso, todo mundo estava conversando sobre o baile de formatura, no qual ele também tinha sido convidado (por sinal ganhou dois convites). Mas ele dizia que não ia, pois a festa não tinha nada a ver com ele, com a classe dele, essas coisas… Eu, como sou despachada e falo mesmo, disse a ele que ninguém perde um baile de formatura de bobeira, ainda mais no Catharina, e, além disso, convites de baile são restritos aos convidados que realmente o formando gosta. Ele continuou na pirraça e foi embora.

No outro dia todo mundo se preparando para o baile, as meninas fazendo escova e unhas e o Marcos insistindo na história de que não ia, pois se sentiria mal no meio de tanta gente bonita e branca. Para mim isso é o fim do mundo!

Não só eu, mas muita gente que conhece o Marcos (como a Tamara e a Andreza) fala com ele que tem que acabar com esse preconceito interior. Só ele tem isso!

Por fim, ele resolveu ir ao baile, levando uma irmã mais velha (eu esqueci o nome dela), que é uma mulher super legal e que se valoriza. Ela dançava no meio de todo mundo, conheceu pessoas novas e reparei que não sente nenhuma restrição sobre sua cor. Como o Marcos deveria ser.

No baile, ela e o Marcos encontraram com uma pessoa conhecida. Mas teve determinada hora que esta pessoa passou perto deles e não os cumprimentou, talvez não os tenha visto, mas logo o Marcos disse: somos pretos, ela não iria nos ver. Eu escutei isso e virei uma fera: – “Para com isso, não tem nada a ver sua cor, branco e preto são todos iguais”. Ele calou-se e não discutimos mais sobre o assunto.

O Marcos sabe que adoro ele e que não tenho nenhum preconceito quanto à sua cor ou classe social, mas ele insiste em se achar inferior.

Até quando? Que herança discriminatória é essa que carrega, como se ainda vivesse no tempo da escravidão, onde os negros não tinham vez?

O mundo mudou, graças a Deus! Só continua vivendo com mentalidade de “Brasil Colonial”, com preconceitos, quem é pobre de espírito!

Beijos Lú

"Diários de uma Viagem – Parte 2"

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Continuando a história da viagem, pessoal, com muita chuva na cuca, durante toda a estrada, chegamos em Cabo Frio.

Aliás, o detalhe da chuva eu tinha me esquecido de comentar…. Vcs acreditam que choveu desde a porta da minha casa, em BH, até chegar em Cabo Frio? É sério! Não tivemos um momento sequer de estiagem! Lá em CF, até o cair da noite de sexta, idem… chuva, chuva, chuva. Ficamos até um pouco preocupados, pois queríamos aproveitar a praia, pelo menos no sábado, e o tempo tava muuuuuito feio.

O sábado chegou e aí…. SOOOOLLLLLL! Muito sol! Aliás, não tinha uma nuvenzinha no céu sequer prá te contar a história… O mar estava de um verde azulado, cristalino, que não dá nem prá descrever. Deu prá ver os peixinhos nadando no rasinho, a areia branca (Ah! A areia branca e fina de CF é um show à parte!) no fundo, seus pés caminhando através da água… huuuummmm Só de lembrar lembro-me da deliciosa sensação de geladinho do mar refrescando a gente todo!

A noite de Cabo Frio é muito engraçada: tem o bobódromo oficial, e tem o Canal.

O Bobódromo Oficial é a orla da praia, avenida pavimentada e muito bem iluminada onde se tem, do lado da praia, um deque com parapeito, e do outro lado, restaurantes, botiques chiques, prédios de apartamentos de cair o queixo, hotéis, etc.

Resultado: a diversão do pessoal é ficar encostado no parapeito do deque (virado prá rua, é claro) e ver o “desfile”. Meninas com seus 13, 14 anos prá lá e prá cá, cochichando e dando risadinhas irritantes, geralmente de sainha, blusinha, plataforma, e uma bijoux comprada na feirinha perto da praia, ah, e é claro, o celular na mão.

Os meninos, geralmente usam um visual meio surfista, bermudão, boné, tênis skatista ou então havaianas.

Tá, tudo bem, isso daí é normal, até que ainda vai. Mas putz, ficar ali, sem fazer nada, horas e horas?! Ah, pelo amor de Deus, é muito sem graça, é muito BOBO, daí chamarmos de “Bobódromo”.

Mas os “boys” de CF é que são os maaaaais engraçados: TODOS tem um GOL, 1.0 L. O detalhe é que, também, TODOS incrementam o carro da mesma forma, parece até que foi combinado: dois canos de descarga à mostra prá parecer que o carro é turbo, rebaixam a suspensão, obrigando-os a circular a 2 km/h quando tem um “gelinho de bahiano” (ou “croquete”, como diz o “Zôi do Gú”) mínimo na pista, quebra-molas então, eles praticamente páram o carro. Além disso, insulfime pretão nas janelas, paradinha listradinha nos faróis baranguérrimas, e, prá tirar a tranqüilidade de qualquer um que esteja calmamente tentanto jantar ou conversar em um dos inúmeros restaurantes da orla, um mega som ligado “no talo”, tocando, obviamente, FUNK CARIOCA ou HIP HOP de péssima qualidade…. Sério mesmo? NINGUÉM MERECE!

Já o Canal, é mais chique, e tem restaurantes mais sofisticados, boates, etc. Tirando o cheiro, porque lá realmente tem um canal (do mar) passando, é muito legal ver os barcos de pescadores ancorados em meio a escunas turísticas incrementadas. O movimento por lá começa tarde, depois da meia-noite, horário em que os “bobos” do “Bobódromo” ficam tontos de tanto dar voltas em torno dos mesmos quarteirões e resolvem fazer o “footing” pros lados do Canal. Aí a coisa fica quente, a paquera rola solta. Entre aspas, é lá que as coisas acontecem, ou seja, as paqueras que rolaram no Bobódromo só se concretizam no Canal. Sacaram?

No domingo, nem curtimos praia, pois foi a prova da Prefeitura de Macaé, então saímos de casa bem cedo prá evitar trânsito, e nos dirigimos à cidade do “Ouro Negro” (p/ quem não sabe, é lá que fica a “Bacia de Campos”, e a Sede – de Extração de Petróleo – da Petrobrás).

Terminada a prova, estrada novamente, e aí adivinha quem nos acompanhou todo o trecho? A chuva, claro.

Dormimos em Juiz de Fora, pois já era bem tarde, e segunda de manhã pegamos a estrada, novamente com mais chuva.

Desta vez, na volta, não tinha mais “Jolivan”´s prá nos acompanhar, apenas os motociclistas sem capacete, proteção nem nada, a nos ultrapassar pela esquerda e quase fazer merda…

Só sei que não tivemos maiores problemas, e chegando em BH, um sol maravilhoso se abriu no céu, e lembrei da beleza desta terra que eu amo, com seu MAR…. de MORROS e MONTANHAS, seu clima agradável, suas pessoas bonitas e, o mais importante, a minha caminha!

Abração a todos, até mais ver

Ana Letícia