Mãe

Padrão

“Mamãe,

Você é ‘tan’ linda, mas ‘tan’ linda, que parece mais uma ‘tolipa’ vermelha no meu ‘gardim’!

Eu te amo!”

Dicionário: ‘tan’ = tão
‘tolipa’ = tulipa, flor européia muito comum na Holanda e em países de clima
temperado da América do Sul, como a Argentina.
‘gardim’ = jardim

Este poeminha (tsc) eu escrevi prá minha mãe no dia das mães, quando eu tinha uns 06 anos de idade, e abaixo fiz um desenho muito fofo de um jardim florido… Pena que o scanner de casa está quebrado, pois a mamãe guarda até hoje este bilhetinho…

Homenagem das “Mineiras, Uai!” a todas as mamães do mundo!

E mãe, você continua linda do mesmo jeito, tá?

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Desculpem o atraso do post… pelo menos saiu, né?

Mãe

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“Mamãe,

Você é ‘tan’ linda, mas ‘tan’ linda, que parece mais uma ‘tolipa’ vermelha no meu ‘gardim’!

Eu te amo!”

Dicionário: ‘tan’ = tão
‘tolipa’ = tulipa, flor européia muito comum na Holanda e em países de clima
temperado da América do Sul, como a Argentina.
‘gardim’ = jardim

Este poeminha (tsc) eu escrevi prá minha mãe no dia das mães, quando eu tinha uns 06 anos de idade, e abaixo fiz um desenho muito fofo de um jardim florido… Pena que o scanner de casa está quebrado, pois a mamãe guarda até hoje este bilhetinho…

Homenagem das “Mineiras, Uai!” a todas as mamães do mundo!

E mãe, você continua linda do mesmo jeito, tá?

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Desculpem o atraso do post… pelo menos saiu, né?

Quem mais trabalha nesta vida?

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Para muitos passou ileso, para outros foi motivo de revolta, conflito pela fixação do novo salário mínimo, e há quem também xingou porque este ano o dia 1º de maio, Dia dos Trabalhadores, caiu bem num domingo, menos um dia de folga no ano…

Eu também não dei tanta importância para o dia… não recebi nenhum parabéns, comemoração alguma, só meu priminho Deco lembrou da data enquanto eu digitava o trabalho dele de escola. Eu apenas sorri e pensei, trabalho demais!

Mas “Deus ajuda a quem cedo madruga” e nunca ouvi falar que alguém tenha morrido por trabalhar, pelo contrário, o ócio é a arma da morte.
Nem sempre me agrada levantar de manhã cedo, ainda mais neste friozinho, pegar um bus até o trabalho, fazer inúmeras petições, atender clientes, participar de audiências chatas, onde não sou respeitada pelo próprio juiz, que deveria fazer justiça. Mas o cliente acima de tudo, é melhor engolir “sapos”…

Ai fico pensando que em outra época, naquela em que minhas avós viviam era diferente. A vida poderia ser mais fácil, quase nenhuma mulher trabalhava fora, cuidar apenas de casa e filhos… manha…
Que nada, ai sim que elas ralavam… e nem tinham direito ao Dia do Trabalhador.

Minha avó Helenita (+) contava que acordava bem cedo e ia direto para a cozinha. Morava numa fazenda central na região do Serro, na qual passavam muitos tropeiros e sempre eram bem recebidos em sua casa. Assim cozinhava o dia inteiro naquelas panelas gigantes, fogão a lenha, ariava tudo e depois tinha que deixar a casa brilhando… num tempo em que não existia cera, aspirador de pó, tábua corrida, muito menos empregada ou faxineira. Além disso, ela ainda cuidava de uma turma de filhos pequenos, acha que é fácil cuidar de 10 filhos escadinhas?
Com a minha avó Maria (+) era um pouco diferente, ela precisava de trabalhar fora para aumentar a renda familiar e ajudar a mãe nordestina a cuidar dos filhos. Começou a trabalhar bem cedo lá em Recife, e quando veio para Curvelo com a família não parou. Trabalhava na fábrica de tecidos Maria Amália e, graças a Deus, ela tinha a ajuda da sogra e da cunhada para cuidar dos filhos. Com certeza chegava em casa bem cansada e ainda tinha que colocar ordem na casa.

Não foi uma vida fácil! Elas precisavam dar duro num tempo em que a mulher não tinha vez, onde o trabalho feminino fora de casa era um preconceito (não vamos esquecer que mesmo hoje a mulher é vítima de algumas discriminações no trabalho).

Então quando reclamo do meu trabalho, penso que tenho muito, tenho um local de trabalho e ganho um salário, num tempo em que está tão difícil arrumar emprego. Não devo reclamar! Nossas mães dão um duro danado, tripla jornada (mulher/mãe, empregada e trabalhadora) e ainda dormem com ar alegre, de missão bem realizada. Às vezes, não faço nem a metade das coisas que elas fazem, mas já fico exausta.

Como homenagem as minhas avós, trabalhadoras deste Brasil, escrevi as seguintes palavras no meu convite de formatura: “Dedico, ainda, essa conquista às minhas avós, Maria, já falecida, e Helenita por serem os alicerces das famílias e pelas demonstrações de força no trabalho.”

Amo todas, minhas avós que me olham lá do céu, minha mãe, que trabalha, cuida do meu pai e dos meus irmãos! Obrigada a todas pelo exemplo de vida e coragem!

Que a discriminação da mulher no trabalho não atrapalhe a magnitude do dia das mães!

Beijos Lú

Quem mais trabalha nesta vida?

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Para muitos passou ileso, para outros foi motivo de revolta, conflito pela fixação do novo salário mínimo, e há quem também xingou porque este ano o dia 1º de maio, Dia dos Trabalhadores, caiu bem num domingo, menos um dia de folga no ano…

Eu também não dei tanta importância para o dia… não recebi nenhum parabéns, comemoração alguma, só meu priminho Deco lembrou da data enquanto eu digitava o trabalho dele de escola. Eu apenas sorri e pensei, trabalho demais!

Mas “Deus ajuda a quem cedo madruga” e nunca ouvi falar que alguém tenha morrido por trabalhar, pelo contrário, o ócio é a arma da morte.
Nem sempre me agrada levantar de manhã cedo, ainda mais neste friozinho, pegar um bus até o trabalho, fazer inúmeras petições, atender clientes, participar de audiências chatas, onde não sou respeitada pelo próprio juiz, que deveria fazer justiça. Mas o cliente acima de tudo, é melhor engolir “sapos”…

Ai fico pensando que em outra época, naquela em que minhas avós viviam era diferente. A vida poderia ser mais fácil, quase nenhuma mulher trabalhava fora, cuidar apenas de casa e filhos… manha…
Que nada, ai sim que elas ralavam… e nem tinham direito ao Dia do Trabalhador.

Minha avó Helenita (+) contava que acordava bem cedo e ia direto para a cozinha. Morava numa fazenda central na região do Serro, na qual passavam muitos tropeiros e sempre eram bem recebidos em sua casa. Assim cozinhava o dia inteiro naquelas panelas gigantes, fogão a lenha, ariava tudo e depois tinha que deixar a casa brilhando… num tempo em que não existia cera, aspirador de pó, tábua corrida, muito menos empregada ou faxineira. Além disso, ela ainda cuidava de uma turma de filhos pequenos, acha que é fácil cuidar de 10 filhos escadinhas?
Com a minha avó Maria (+) era um pouco diferente, ela precisava de trabalhar fora para aumentar a renda familiar e ajudar a mãe nordestina a cuidar dos filhos. Começou a trabalhar bem cedo lá em Recife, e quando veio para Curvelo com a família não parou. Trabalhava na fábrica de tecidos Maria Amália e, graças a Deus, ela tinha a ajuda da sogra e da cunhada para cuidar dos filhos. Com certeza chegava em casa bem cansada e ainda tinha que colocar ordem na casa.

Não foi uma vida fácil! Elas precisavam dar duro num tempo em que a mulher não tinha vez, onde o trabalho feminino fora de casa era um preconceito (não vamos esquecer que mesmo hoje a mulher é vítima de algumas discriminações no trabalho).

Então quando reclamo do meu trabalho, penso que tenho muito, tenho um local de trabalho e ganho um salário, num tempo em que está tão difícil arrumar emprego. Não devo reclamar! Nossas mães dão um duro danado, tripla jornada (mulher/mãe, empregada e trabalhadora) e ainda dormem com ar alegre, de missão bem realizada. Às vezes, não faço nem a metade das coisas que elas fazem, mas já fico exausta.

Como homenagem as minhas avós, trabalhadoras deste Brasil, escrevi as seguintes palavras no meu convite de formatura: “Dedico, ainda, essa conquista às minhas avós, Maria, já falecida, e Helenita por serem os alicerces das famílias e pelas demonstrações de força no trabalho.”

Amo todas, minhas avós que me olham lá do céu, minha mãe, que trabalha, cuida do meu pai e dos meus irmãos! Obrigada a todas pelo exemplo de vida e coragem!

Que a discriminação da mulher no trabalho não atrapalhe a magnitude do dia das mães!

Beijos Lú

Quem entende os homens?

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Gente,

Tenho lido um blog novo, muito divertido, o TPM – ‘Tensão Pós-Matrimônio”. Só pelo nome dá para vocês terem uma noção do que rola por lá, e, acreditem, rola de tuuuuuudo!
Então, esta semana o AMOR está por aqui em BH. Sim, ele não mora aqui, acho que já mencionei por aqui que ele está trabalhando e morando em Macaé-RJ há uns 2 anos, apesar de ser daqui de minas mesmo.
Pois então, em 04 anos e 04 meses de namoro (completados ontem), 2 anos o bendito longe de mim, só nos vemos de 15 em 15 dias, praticamente, nos finais de semana. FINALMENTE o AMOR tirou férias – pequenas, 10 dias só, diga-se de passagem – mas já valeu um bom e merecido descanso (há quase 05 anos ele não saía de férias).
O seguinte diálogo se sucedeu ontem ao comprarmos apetrechos para um fondue que iria rolar mais tarde na casa de um casal amigo nosso:
Eu: – Vamos no setor de padaria daqui do Carrefour prá comprarmos um pãozinho diferente pro nosso fondue de queijo!
AMOR: – Não, vamos passar na Boníssima mais tarde, na hora que a gente sair de casa prá ir pro fondue.
EU: – Ah não, prá quê, já estamos aqui mesmo, anda, vamos lá.
AMOR: (suspirou, dando-se por vencido)
Ao chegarmos no setor de padaria, tive uma decepção, pois dessa vez não tinha quase nenhum pão diferente, só baguetes mesmo (que são horríveis prá picar pro fondue), e uns pães doces.
Eu: – Ah, não vamos comprar pão aqui não, Amor, não tem nenhum pão mais interessante que este (segurando uma ciabata recheada de ‘não-sei-o-quê’]”), e ainda por cima tá R$ 8,90 o kg. Vamos comprar na Boníssima mesmo!!!
AMOR: (já vermelho e falando alto) – Não, na Boníssima é muito caro, não quero gastar muito e a gente já está aqui, agora vai comprar este pão sim!
Tentei aurgumentar, que ele mesmo tinha sugerido a boníssima, mesmo porque o pão ficaria mais fresco, etc, mas não teve jeito. Acatei a sentença do “Exmo. Sr. Dr. Engenheiro Químico” meio que a contragosto, larguei o pão recheado de “não-sei-o-que-lá-das-quantas” no nosso carrinho e saí em direção ao caixa.
Ahhhhh, prá quê!??? Ele ficou p! Me chamou de grossa e tudo mais, foi horrível, no meio do Carrefour. Até dou razão a ele, sabe, pois eu fui meio impaciente mesmo, admito. Mas a idéia não tinha sido dele de comprar o pão em outro lugar, mais especializado? E o preço era praticamente o mesmo, não haveria este problema! Tem dias que eu simplesmente não consigo entender este meu homem…
Mas como ontem foi nosso “aniversário”, saímos numa boa do BH Shopping e fomos ao show da banda dos meus irmãos, “Chapéu Panamá” que toca sambinha. Curtimos bastante Lupcínio Rodrigues, Bezerra da Silva, Jorge Aragão, etc, e de lá, fomos para o fondue.
Nossa noite foi muito agradável, a comida estava ótima. O casal que nos recebeu fez fondue de carne, delicioso! A carne não era frita no aparelho de fondue, como é o mais comum, mas sim cozida no vinho tinto seco com cebola e outros temperos, ervas, etc… Simplesmente maravilhoso! Eu fiz o de queijo e o de chocolate.
O de queijo geralmente eu faço a receita tradicional, com três tipos de queijo mais o vinho branco seco. Só que desta vez eu não estava nem com tempo nem com paciência de ficar rodando o imenso supermercado atrás de 3 tipos de queijos, então comprei aquela mistura pronta mesmo. Ficou até bonzinho, mas a tradicional é sem comparação!
Já o de chocolate, eu faço assim:
– 300 g de chocolate meio amargo picado;
– 1 lata de creme de leite;
– 1 cálice de conhaque ou outra bebida forte .
É só misturar tudo no fogo e servir com morangos, damascos secos, uvas, etc, etc…. ô delícia!
Ficaram com água na boca?

ehehehehe A idéia é essa!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Dica do final de semana, prá quem ainda não assistiu, nem no cinema: “Diários de Motocicleta”. Este é imperdível! E “Lutero”, muiiiito bom também, me fez pensar prá caramba…

30/04/2005 – Eu e o Amor, no fondue na casa de Fernanda e Fabrício

Quem entende os homens?

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Gente,

Tenho lido um blog novo, muito divertido, o TPM – ‘Tensão Pós-Matrimônio”. Só pelo nome dá para vocês terem uma noção do que rola por lá, e, acreditem, rola de tuuuuuudo!
Então, esta semana o AMOR está por aqui em BH. Sim, ele não mora aqui, acho que já mencionei por aqui que ele está trabalhando e morando em Macaé-RJ há uns 2 anos, apesar de ser daqui de minas mesmo.
Pois então, em 04 anos e 04 meses de namoro (completados ontem), 2 anos o bendito longe de mim, só nos vemos de 15 em 15 dias, praticamente, nos finais de semana. FINALMENTE o AMOR tirou férias – pequenas, 10 dias só, diga-se de passagem – mas já valeu um bom e merecido descanso (há quase 05 anos ele não saía de férias).
O seguinte diálogo se sucedeu ontem ao comprarmos apetrechos para um fondue que iria rolar mais tarde na casa de um casal amigo nosso:
Eu: – Vamos no setor de padaria daqui do Carrefour prá comprarmos um pãozinho diferente pro nosso fondue de queijo!
AMOR: – Não, vamos passar na Boníssima mais tarde, na hora que a gente sair de casa prá ir pro fondue.
EU: – Ah não, prá quê, já estamos aqui mesmo, anda, vamos lá.
AMOR: (suspirou, dando-se por vencido)
Ao chegarmos no setor de padaria, tive uma decepção, pois dessa vez não tinha quase nenhum pão diferente, só baguetes mesmo (que são horríveis prá picar pro fondue), e uns pães doces.
Eu: – Ah, não vamos comprar pão aqui não, Amor, não tem nenhum pão mais interessante que este (segurando uma ciabata recheada de ‘não-sei-o-quê’]”), e ainda por cima tá R$ 8,90 o kg. Vamos comprar na Boníssima mesmo!!!
AMOR: (já vermelho e falando alto) – Não, na Boníssima é muito caro, não quero gastar muito e a gente já está aqui, agora vai comprar este pão sim!
Tentei aurgumentar, que ele mesmo tinha sugerido a boníssima, mesmo porque o pão ficaria mais fresco, etc, mas não teve jeito. Acatei a sentença do “Exmo. Sr. Dr. Engenheiro Químico” meio que a contragosto, larguei o pão recheado de “não-sei-o-que-lá-das-quantas” no nosso carrinho e saí em direção ao caixa.
Ahhhhh, prá quê!??? Ele ficou p! Me chamou de grossa e tudo mais, foi horrível, no meio do Carrefour. Até dou razão a ele, sabe, pois eu fui meio impaciente mesmo, admito. Mas a idéia não tinha sido dele de comprar o pão em outro lugar, mais especializado? E o preço era praticamente o mesmo, não haveria este problema! Tem dias que eu simplesmente não consigo entender este meu homem…
Mas como ontem foi nosso “aniversário”, saímos numa boa do BH Shopping e fomos ao show da banda dos meus irmãos, “Chapéu Panamá” que toca sambinha. Curtimos bastante Lupcínio Rodrigues, Bezerra da Silva, Jorge Aragão, etc, e de lá, fomos para o fondue.
Nossa noite foi muito agradável, a comida estava ótima. O casal que nos recebeu fez fondue de carne, delicioso! A carne não era frita no aparelho de fondue, como é o mais comum, mas sim cozida no vinho tinto seco com cebola e outros temperos, ervas, etc… Simplesmente maravilhoso! Eu fiz o de queijo e o de chocolate.
O de queijo geralmente eu faço a receita tradicional, com três tipos de queijo mais o vinho branco seco. Só que desta vez eu não estava nem com tempo nem com paciência de ficar rodando o imenso supermercado atrás de 3 tipos de queijos, então comprei aquela mistura pronta mesmo. Ficou até bonzinho, mas a tradicional é sem comparação!
Já o de chocolate, eu faço assim:
– 300 g de chocolate meio amargo picado;
– 1 lata de creme de leite;
– 1 cálice de conhaque ou outra bebida forte .
É só misturar tudo no fogo e servir com morangos, damascos secos, uvas, etc, etc…. ô delícia!
Ficaram com água na boca?

ehehehehe A idéia é essa!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Dica do final de semana, prá quem ainda não assistiu, nem no cinema: “Diários de Motocicleta”. Este é imperdível! E “Lutero”, muiiiito bom também, me fez pensar prá caramba…

30/04/2005 – Eu e o Amor, no fondue na casa de Fernanda e Fabrício

Quem entende os homens?

Padrão
Gente,

Tenho lido um blog novo, muito divertido, o TPM – ‘Tensão Pós-Matrimônio”. Só pelo nome dá para vocês terem uma noção do que rola por lá, e, acreditem, rola de tuuuuuudo!
Então, esta semana o AMOR está por aqui em BH. Sim, ele não mora aqui, acho que já mencionei por aqui que ele está trabalhando e morando em Macaé-RJ há uns 2 anos, apesar de ser daqui de minas mesmo.
Pois então, em 04 anos e 04 meses de namoro (completados ontem), 2 anos o bendito longe de mim, só nos vemos de 15 em 15 dias, praticamente, nos finais de semana. FINALMENTE o AMOR tirou férias – pequenas, 10 dias só, diga-se de passagem – mas já valeu um bom e merecido descanso (há quase 05 anos ele não saía de férias).
O seguinte diálogo se sucedeu ontem ao comprarmos apetrechos para um fondue que iria rolar mais tarde na casa de um casal amigo nosso:
Eu: – Vamos no setor de padaria daqui do Carrefour prá comprarmos um pãozinho diferente pro nosso fondue de queijo!
AMOR: – Não, vamos passar na Boníssima mais tarde, na hora que a gente sair de casa prá ir pro fondue.
EU: – Ah não, prá quê, já estamos aqui mesmo, anda, vamos lá.
AMOR: (suspirou, dando-se por vencido)
Ao chegarmos no setor de padaria, tive uma decepção, pois dessa vez não tinha quase nenhum pão diferente, só baguetes mesmo (que são horríveis prá picar pro fondue), e uns pães doces.
Eu: – Ah, não vamos comprar pão aqui não, Amor, não tem nenhum pão mais interessante que este (segurando uma ciabata recheada de ‘não-sei-o-quê’]”), e ainda por cima tá R$ 8,90 o kg. Vamos comprar na Boníssima mesmo!!!
AMOR: (já vermelho e falando alto) – Não, na Boníssima é muito caro, não quero gastar muito e a gente já está aqui, agora vai comprar este pão sim!
Tentei aurgumentar, que ele mesmo tinha sugerido a boníssima, mesmo porque o pão ficaria mais fresco, etc, mas não teve jeito. Acatei a sentença do “Exmo. Sr. Dr. Engenheiro Químico” meio que a contragosto, larguei o pão recheado de “não-sei-o-que-lá-das-quantas” no nosso carrinho e saí em direção ao caixa.
Ahhhhh, prá quê!??? Ele ficou p! Me chamou de grossa e tudo mais, foi horrível, no meio do Carrefour. Até dou razão a ele, sabe, pois eu fui meio impaciente mesmo, admito. Mas a idéia não tinha sido dele de comprar o pão em outro lugar, mais especializado? E o preço era praticamente o mesmo, não haveria este problema! Tem dias que eu simplesmente não consigo entender este meu homem…
Mas como ontem foi nosso “aniversário”, saímos numa boa do BH Shopping e fomos ao show da banda dos meus irmãos, “Chapéu Panamá” que toca sambinha. Curtimos bastante Lupcínio Rodrigues, Bezerra da Silva, Jorge Aragão, etc, e de lá, fomos para o fondue.
Nossa noite foi muito agradável, a comida estava ótima. O casal que nos recebeu fez fondue de carne, delicioso! A carne não era frita no aparelho de fondue, como é o mais comum, mas sim cozida no vinho tinto seco com cebola e outros temperos, ervas, etc… Simplesmente maravilhoso! Eu fiz o de queijo e o de chocolate.
O de queijo geralmente eu faço a receita tradicional, com três tipos de queijo mais o vinho branco seco. Só que desta vez eu não estava nem com tempo nem com paciência de ficar rodando o imenso supermercado atrás de 3 tipos de queijos, então comprei aquela mistura pronta mesmo. Ficou até bonzinho, mas a tradicional é sem comparação!
Já o de chocolate, eu faço assim:
– 300 g de chocolate meio amargo picado;
– 1 lata de creme de leite;
– 1 cálice de conhaque ou outra bebida forte .
É só misturar tudo no fogo e servir com morangos, damascos secos, uvas, etc, etc…. ô delícia!
Ficaram com água na boca?

ehehehehe A idéia é essa!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Dica do final de semana, prá quem ainda não assistiu, nem no cinema: “Diários de Motocicleta”. Este é imperdível! E “Lutero”, muiiiito bom também, me fez pensar prá caramba…

30/04/2005 – Eu e o Amor, no fondue na casa de Fernanda e Fabrício

Dodô dodói!

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Oi meus amores! Só passei por aqui para dar uma satisfação, sobre o meu desaparecimento, para os meus fãs…rs!
Sei que não estou sendo boazinha e postando nos dias corretos! É que, ah sei lá, prefiro escrever quando estou com vontade!
Bom, hoje não tenho condições de escrever sobre nada, a não ser sobre a minha garganta que está com duas bolas gigantes, lotadas de catarro, não consigo comer e nem beber nada, porque dói pra cacete, minha cabeça está estourando, estou com febre interna, externa, e por todos os lados e parece que eu apanhei da Uma Thurman no filme Kill Bill (Quentin Tarantino) de tanta dor no corpo. E se eu continuar escrevendo é capaz de vomitar em cima desse teclado. Para melhorar a situação, nem tenho colo de mãe por perto e nem de pai e nem de ninguém!
Se alguém tiver uma receitinha que é tiro e queda, por favor me ajudem…eu estou morrendo ….preciso de ajuda e de muito carinho e de muito mimo!
Relação de medicamentos consumidos por mim, desde segunda-feira:
– Azi tromicina ( esse antibiótico dá uma azia desgraçada);
– Chá de: limão com mel, mel com limão, mel com própolis, só própolis, camomila…
– Paracetamol (o comprimido fere a garganta da gente de tão gigante, um horror);
– Já tentei tirar as placas com um algodão molhado com água morna e sal. Mas não adianta eu tiro e depois de uma hora elas se quadriplicam.
– Água quente com alho e mel….o pior, eca (esse nunca mais).
Não sei não, mas acho que a minha garganta é alérgica a todos esses remédios.
Preciso de ajuda!
Gastei todas as minhas forças escrevendo, não aguento mais! Prometo que semana que vem escrevo um testamento com fotos, piadas, poesias, dramas e tudo mais!
Bjoca da Dôdói!

Dodô dodói!

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Oi meus amores! Só passei por aqui para dar uma satisfação, sobre o meu desaparecimento, para os meus fãs…rs!
Sei que não estou sendo boazinha e postando nos dias corretos! É que, ah sei lá, prefiro escrever quando estou com vontade!
Bom, hoje não tenho condições de escrever sobre nada, a não ser sobre a minha garganta que está com duas bolas gigantes, lotadas de catarro, não consigo comer e nem beber nada, porque dói pra cacete, minha cabeça está estourando, estou com febre interna, externa, e por todos os lados e parece que eu apanhei da Uma Thurman no filme Kill Bill (Quentin Tarantino) de tanta dor no corpo. E se eu continuar escrevendo é capaz de vomitar em cima desse teclado. Para melhorar a situação, nem tenho colo de mãe por perto e nem de pai e nem de ninguém!
Se alguém tiver uma receitinha que é tiro e queda, por favor me ajudem…eu estou morrendo ….preciso de ajuda e de muito carinho e de muito mimo!
Relação de medicamentos consumidos por mim, desde segunda-feira:
– Azi tromicina ( esse antibiótico dá uma azia desgraçada);
– Chá de: limão com mel, mel com limão, mel com própolis, só própolis, camomila…
– Paracetamol (o comprimido fere a garganta da gente de tão gigante, um horror);
– Já tentei tirar as placas com um algodão molhado com água morna e sal. Mas não adianta eu tiro e depois de uma hora elas se quadriplicam.
– Água quente com alho e mel….o pior, eca (esse nunca mais).
Não sei não, mas acho que a minha garganta é alérgica a todos esses remédios.
Preciso de ajuda!
Gastei todas as minhas forças escrevendo, não aguento mais! Prometo que semana que vem escrevo um testamento com fotos, piadas, poesias, dramas e tudo mais!
Bjoca da Dôdói!

"Libertas Quae Sera Tamen"

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“Liberdade, ainda que tardia”
Não há mineiro que não saiba um pouco de sua história, e durante as comemorações da semana que passou (não foi um feriado em vão) não há como deixar de falar da “Inconfidência Mineira”.

Em meados do século XVIII, as Minas Gerais ganharam destaque no cenário mundial pela enorme presença de ouro em seu território, o que atraiu um elevado número de imigrantes para a colônia portuguesa. Este movimento migratório estabeleceu uma ocupação estável em pleno sertão mineiro, de proporções continentais e, em conseqüência, consolidou-se a economia do Estado Colonial e a influência no desenvolvimento da ocupação territorial brasileira.

Foi neste período que surgiu a burguesia mineira (olha os play boys aí!). Ricos comerciantes com padrão de vida nobre foram se aglomerando nas várias comarcas administrativas, sendo a mais importante a Comarca de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), composta por Vila Rica e Mariana. A sociedade democrática era composta por um grupo notável de poetas e homens de espíritos, artistas plásticos, compositores, padres esclarecidos, letrados, historiadores, botânicos, minerologistas, químicos, tradutores e até gramáticos, preservando-se a hierarquia social. Não é à toa que Minas Gerais hoje se destaca pela população que mais estuda e se desenvolve em termos intelectuais, é tradição histórica!
Diante deste quadro de desenvolvimento, a colônia de Portugal (hoje a República Federativa do Brasil) achava-se em condições de subverter o quadro político-econômico vigente, destacando-se dele e formando um novo país. Aos inconfidentes mineiros estes fatos não passaram despercebidos, mas sabiam que para estabelecer um novo país independente, deveriam se apoiar em novas bases, principalmente na industrialização, sem relegar a economia mineral, que deveria ganhar novas expressões, para sustentar grande partes de toda a estrutura econômica de um novo país.
Em 1780 o governador de Minas Gerais, Dom Rodrigo José de Meneses, propôs ao governo metropolitano a liberdade das indústrias e a organização de um serviço de correios, a concessão de empréstimos aos mineiros com taxas mais baixas, a supressão das Casas de Fundição, a criação de uma siderurgia e a instalação de uma Casa da Moeda devido a estagnação da economia mineira. Suas propostas foram muito revolucionárias e configuraram a subversão do quadro colonial e sua reorganização em novas bases, mesmo que ainda colonial.
No entanto, com a queda do período aurífero, diminuíram as condições de Minas Gerais promover a instalação de um novo país, havia sim, condições objetivas tanto para a insurreição, como para a criação de um novo e independente organismo estatal, pois o povo se encontrava reunido em torno de objetivos comuns e específicos nos quais reuniam irmandades, corporações de ofícios, Comarcas e Vilas. Mesmo assim, surgiu o movimento insurrecional de 1789, que teve características marcantes que o fizeram distinguir-se das outras tentativas de independência, mais bem elaborado e preparado que a Inconfidência Baiana de 1798 e a Pernambucana de 1801.
Os Mineiros que lideraram a conspiração de 1785/1789 tinham em vista a Independência Global do Brasil, e não uma república em Minas Gerais. O plano mineiro era em iniciar a revolta por Minas Gerais, e estendê-la ao Rio de Janeiro e em seguida as demais Capitanias. Este plano não foi produto da mente de ninguém em particular, nasceu das condições estruturais da sociedade brasileira e tinha um detalhe de fundamental importância, que era a ocorrência de um fato que abalasse profundamente o povo, e a ocasião propícia para o início do levante seria o lançamento da Derrama-Cobrança imediata e única de imposto sobre a extração do ouro, atrasados e acumulados há vários decênios.
Com seus ideais libertatórios, o líder da Inconfidência Mineira foi Joaquim José da Silva Xavier, popularmente chamado de Tiradentes. Nasceu em São João Del Rei em 1746, e, além dos trabalhos de minerador e tropeiro, foi alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais. O passo mais importante da revolução foi dado por Tiradentes que, após receber a confirmação do apoio estrangeiro, se reuniu com seus partidos cariocas e em seguida partiu para Vila Rica, aliciando pelo caminho, homens de posses e os cultos partidários da revolução, como José Aires Gomes, fazendeiro de Minas Gerais, o Padre Manuel Rodrigues da Costa e seus colegas do regimento.
A conspiração nesta época fazia-se em três planos distintos que eram: 1) em Vila Rica congregava a elite intelectual civil e do clero, e a elite comercial e os indivíduos maçons. 2) através de reuniões no Rio de Janeiro entre comerciantes e intelectuais liberais e iluministas, maçons e não-maçons. 3) e através de propaganda disseminatoria executada principalmente por Tiradentes em varias região de Minas Gerais.
Em reuniões, ficou acertado que seria implantado um regime republicano unitário, divido em províncias e departamentos, no estilo centralizado e não confederado, e a organização legal do Estado iria redigir a constituição e as leis complementares. Além disso, logo que iniciada a guerra seria implantado uma junta governativa provisória.
Um dos objetivos do movimento seria instituir como capital do novo país a Comarca de São João Del Rei em virtude de sua topografia e condições de abastecimento. Posteriormente seria instalada uma universidade em Vila Rica, e teria a abolição da nobreza e do exercito permanente e profissional passando a ser obrigatório o alistamento de todos os cidadãos. Teria a destruição, através de queima pública, de todos os registros civis de propriedade de crédito e seria mantido o sistema escravagista.
No entanto, em 18 de Março de 1789 reuniram-se os principais líderes inconfidentes nas casas de Tomas Gonzaga, Cláudio Manoel e Francisco de Paula Andrade e neste mesmo dia Gonzaga foi ao Palácio de Cachoeira tentar a última cartada junto ao governador. Porém, de volta do palácio encontrou seus colegas dispersos e descrentes, e então Gonzaga também desistiu do movimento e espalhou a notícia de que a ocasião estava perdida devido a denúncia efetuada por Joaquim Silverio dos Reis, que se deu em virtude da divisão política inconciliável entre aqueles que pretendiam a Independência com República e os que pretendiam sob a forma de Monarquia Constitucional. Com esta divisão política dos inconfidentes o plano de Independência começou a morrer.
Junto com vários integrantes da aristocracia mineira, Tiradentes foi o escolhido para liderar a Inconfidência Mineira, em 1789, mas sua pena pela petulância e movimento libertatório foi a prisão e forca, sendo executado em 21 de abril de 1792. Partes do seu corpo foram expostas em postes na estrada que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua casa foi queimada e seus bens confiscados.
Tiradentes pode ser considerado um herói nacional, lutou pela independência do Brasil, no período de domínio e exploração de Portugal. Outros brasileiros, depois dele, seguiram a mesma linha, e por causa deles hoje fazemos parte de um país livre. Como não lembrar aqui de Tancredo Neves que também morreu no dia 21 de abril e é homenageado nas solenidades deste dia.
A liberdade, apesar de um direito constitucional, está ganhando contornos de bem escasso, devido a grande violência que assola o país. Mas devemos fugir de toda e qualquer repressão, devemos seguir o exemplo de Tiradentes e buscar uma vida melhor, uma vida livre!

Beijos a todos

Ps.: Em tempo, este texto também foi publicado no BOCA LIBRE, um blog comunitário do qual fazemos parte. Visitem-no pois tem muitos textos e discussões legais por lá.