( . , ? ; ! : – "")

Padrão

Depois de longos 06 meses estou aqui de novo a escrever para vocês meus caros colegas Na verdade tanta coisa aconteceu e deixou de acontecer que fica difícil escolher um tema pois quero contar tudo Vou tentar Paramos no texto dos negros racistas daqui depois disso mudei fui morar com a Ju a Marcinha a Lilica e o Nick continuo na agência trabalhando no Hilton Waldorf Hotel em Covent Garden continuo estudando meu namorado me fez uma bela surpresa veio aqui me ver no Natal e ficamos curtos 20 dias juntos que foram suficientes para brigarmos e amarmos muito fomos a Stonehenge passamos longas 05 horas num frio de matar graças à idéia genial das minhas amigas bêbadas e eu claro me comportei meu lindo e bom companheiro me proporcionou um dos momentos mais impotantes e felizes da minha vida até hoje chegou o dia da partida chorei ele tambem votei trabalhei e fui à aula fiz amigos muito especiais fui a Oxford conheci o pássaro Dôdô no Museu de História Natural choveu foi ótimo voltei tivemos que sair do flat onde morava com as meninas foi dura a dor do parto agora moro num outro flat com um casal italiano a Dasha russa que estuda comigo e tem 17 anos e é completamente louca e temos a nossa mamãe Larissa que tambem é russa fala português e adora uma vodka continuo lá no Hilton semana passada fui a Paris fiquei 07 dias lá na casa do Antônio que namora a minha amiga Paula e é filho da Anita francesa e do Napoleão brasileiríssimo fomos a Torre Eiffel tirei foto proibida da Mona de Da Vinci no Louvre fui ao bar da Amelie em Moulin Rouge e blá o metrô de Paris tem pneu inéditoooo fiquei doente fui a um bar egípcio fumei narguilé sabor de melão e de morango passei mal de tanto rir e a Amanda irmã da Paula passou mal de tanto vomitar fomos ao Mercado das Pulgas compramos um narguilé pra fumar em casa o Napoleão comeu o tal fumo sabor de melão pensando que fosse cocada tirei 200 fotos ja tenho 500 desde que cheguei aqui voltei vou ter que mudar de novo porque o Land Lord quer vender o flat que estamos agora somos só eu Dasha e Larissa mas já achamos outro amanhã trabalho acabei de cortar a minha franja que ficou um coco está chovendo lá fora pra variar estou no meu quarto cor de rosa cheio de ursinhos pendurados megalo barango a Dasha está na sala assistindo a um seriado russo horrívellll e babando nos atores russos não aguento essa comida horrível daqui mas gosto de morar em Londres só não gosto mais porque estou longe das pessoas que mais amo na minha vida não sei se compro uma bicicleta pro verão pois eu tenho certeza que vou casar e a chuva continua e meu pé está congelando e tudo continua e passa numa tamanha velocidade que torna-se impossível parar e pontuar aqui não se usa vírgula pontos nem travessões se voce parar para tal perde um emprego perde aula perde o metrô perde o ônibus perde o sentido pra onde vai mas é legal porque aprendemos a ficar mais espertos mais flexíveis a cada dia só sei que está chegando o verão e com ele vem meu amor do Brasil para a copa na Alemanha e vamos nos encontrar lá vamos marcar a Alemanha mais que Hitler com isso continuo a trabalhar conhecer aprender estudar envelhecer e nem tenho tempo pra me depilar

Beijos da Dôdôloucaaaaaa

( . , ? ; ! : – "")

Padrão

Depois de longos 06 meses estou aqui de novo a escrever para vocês meus caros colegas Na verdade tanta coisa aconteceu e deixou de acontecer que fica difícil escolher um tema pois quero contar tudo Vou tentar Paramos no texto dos negros racistas daqui depois disso mudei fui morar com a Ju a Marcinha a Lilica e o Nick continuo na agência trabalhando no Hilton Waldorf Hotel em Covent Garden continuo estudando meu namorado me fez uma bela surpresa veio aqui me ver no Natal e ficamos curtos 20 dias juntos que foram suficientes para brigarmos e amarmos muito fomos a Stonehenge passamos longas 05 horas num frio de matar graças à idéia genial das minhas amigas bêbadas e eu claro me comportei meu lindo e bom companheiro me proporcionou um dos momentos mais impotantes e felizes da minha vida até hoje chegou o dia da partida chorei ele tambem votei trabalhei e fui à aula fiz amigos muito especiais fui a Oxford conheci o pássaro Dôdô no Museu de História Natural choveu foi ótimo voltei tivemos que sair do flat onde morava com as meninas foi dura a dor do parto agora moro num outro flat com um casal italiano a Dasha russa que estuda comigo e tem 17 anos e é completamente louca e temos a nossa mamãe Larissa que tambem é russa fala português e adora uma vodka continuo lá no Hilton semana passada fui a Paris fiquei 07 dias lá na casa do Antônio que namora a minha amiga Paula e é filho da Anita francesa e do Napoleão brasileiríssimo fomos a Torre Eiffel tirei foto proibida da Mona de Da Vinci no Louvre fui ao bar da Amelie em Moulin Rouge e blá o metrô de Paris tem pneu inéditoooo fiquei doente fui a um bar egípcio fumei narguilé sabor de melão e de morango passei mal de tanto rir e a Amanda irmã da Paula passou mal de tanto vomitar fomos ao Mercado das Pulgas compramos um narguilé pra fumar em casa o Napoleão comeu o tal fumo sabor de melão pensando que fosse cocada tirei 200 fotos ja tenho 500 desde que cheguei aqui voltei vou ter que mudar de novo porque o Land Lord quer vender o flat que estamos agora somos só eu Dasha e Larissa mas já achamos outro amanhã trabalho acabei de cortar a minha franja que ficou um coco está chovendo lá fora pra variar estou no meu quarto cor de rosa cheio de ursinhos pendurados megalo barango a Dasha está na sala assistindo a um seriado russo horrívellll e babando nos atores russos não aguento essa comida horrível daqui mas gosto de morar em Londres só não gosto mais porque estou longe das pessoas que mais amo na minha vida não sei se compro uma bicicleta pro verão pois eu tenho certeza que vou casar e a chuva continua e meu pé está congelando e tudo continua e passa numa tamanha velocidade que torna-se impossível parar e pontuar aqui não se usa vírgula pontos nem travessões se voce parar para tal perde um emprego perde aula perde o metrô perde o ônibus perde o sentido pra onde vai mas é legal porque aprendemos a ficar mais espertos mais flexíveis a cada dia só sei que está chegando o verão e com ele vem meu amor do Brasil para a copa na Alemanha e vamos nos encontrar lá vamos marcar a Alemanha mais que Hitler com isso continuo a trabalhar conhecer aprender estudar envelhecer e nem tenho tempo pra me depilar

Beijos da Dôdôloucaaaaaa

( . , ? ; ! : – "")

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Depois de longos 06 meses estou aqui de novo a escrever para vocês meus caros colegas Na verdade tanta coisa aconteceu e deixou de acontecer que fica difícil escolher um tema pois quero contar tudo Vou tentar Paramos no texto dos negros racistas daqui depois disso mudei fui morar com a Ju a Marcinha a Lilica e o Nick continuo na agência trabalhando no Hilton Waldorf Hotel em Covent Garden continuo estudando meu namorado me fez uma bela surpresa veio aqui me ver no Natal e ficamos curtos 20 dias juntos que foram suficientes para brigarmos e amarmos muito fomos a Stonehenge passamos longas 05 horas num frio de matar graças à idéia genial das minhas amigas bêbadas e eu claro me comportei meu lindo e bom companheiro me proporcionou um dos momentos mais impotantes e felizes da minha vida até hoje chegou o dia da partida chorei ele tambem votei trabalhei e fui à aula fiz amigos muito especiais fui a Oxford conheci o pássaro Dôdô no Museu de História Natural choveu foi ótimo voltei tivemos que sair do flat onde morava com as meninas foi dura a dor do parto agora moro num outro flat com um casal italiano a Dasha russa que estuda comigo e tem 17 anos e é completamente louca e temos a nossa mamãe Larissa que tambem é russa fala português e adora uma vodka continuo lá no Hilton semana passada fui a Paris fiquei 07 dias lá na casa do Antônio que namora a minha amiga Paula e é filho da Anita francesa e do Napoleão brasileiríssimo fomos a Torre Eiffel tirei foto proibida da Mona de Da Vinci no Louvre fui ao bar da Amelie em Moulin Rouge e blá o metrô de Paris tem pneu inéditoooo fiquei doente fui a um bar egípcio fumei narguilé sabor de melão e de morango passei mal de tanto rir e a Amanda irmã da Paula passou mal de tanto vomitar fomos ao Mercado das Pulgas compramos um narguilé pra fumar em casa o Napoleão comeu o tal fumo sabor de melão pensando que fosse cocada tirei 200 fotos ja tenho 500 desde que cheguei aqui voltei vou ter que mudar de novo porque o Land Lord quer vender o flat que estamos agora somos só eu Dasha e Larissa mas já achamos outro amanhã trabalho acabei de cortar a minha franja que ficou um coco está chovendo lá fora pra variar estou no meu quarto cor de rosa cheio de ursinhos pendurados megalo barango a Dasha está na sala assistindo a um seriado russo horrívellll e babando nos atores russos não aguento essa comida horrível daqui mas gosto de morar em Londres só não gosto mais porque estou longe das pessoas que mais amo na minha vida não sei se compro uma bicicleta pro verão pois eu tenho certeza que vou casar e a chuva continua e meu pé está congelando e tudo continua e passa numa tamanha velocidade que torna-se impossível parar e pontuar aqui não se usa vírgula pontos nem travessões se voce parar para tal perde um emprego perde aula perde o metrô perde o ônibus perde o sentido pra onde vai mas é legal porque aprendemos a ficar mais espertos mais flexíveis a cada dia só sei que está chegando o verão e com ele vem meu amor do Brasil para a copa na Alemanha e vamos nos encontrar lá vamos marcar a Alemanha mais que Hitler com isso continuo a trabalhar conhecer aprender estudar envelhecer e nem tenho tempo pra me depilar

Beijos da Dôdôloucaaaaaa

Cantigas de Assustar

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Ou:
Boi da Cara Afro-Americana (?!)

Sempre fui muito musical. Inclusive tenho mania de brincar com músicas e letras de músicas, como até mesmo já comentei neste texto, além de ter aprendido a tocar piano aos 06 anos, e ainda fazer desta atividade uma de minhas terapias pra enfrentar o dia a dia. Sem contar que minha família também é musical, meu pai toca vários instrumentos, meus irmãos tocam samba de raiz, meu avô já tocou em banda na cidade dele, meu avô materno toca violão e acordeon desde moço, etc.

Nada mais natural que eu, enquanto criança em desenvolvimento num ambiente amplamente musical, gostasse de cantigas de ninar… Certo? Errado! Uma coisa que sempre me intrigou muito foram as tais “cantigas de ninar”, ou “cantigas de roda”, tradicionais em Minas, e creio que em todo o Brasil. Isto porque, muitas vezes – quando criança – eu não conseguia nem dormir se alguém cantasse pra mim uma dessas músicas, de tão assustadoras que eu as achava. Sempre ficava imaginando as cenas da letra das músicas, e muitas vezes o que eu conseguia era ter um pesadelo daqueles…

Você já parou pra pensar e examinar a fundo?

Dá só uma olhada: “Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta”. Ou então: “Atirei o pau no gato / mas o gato / não morreu / Dona Chica / admirou-se / Do berro / do berro que o gato deu / Miau!”. São ou não são letras de um certo mau gosto, e pra piorar, politicamente incorretas?

Aí outro dia recebi um e-mail contando a história de um brasileiro que morava nos Estados Unidos, e trabalhava de “baby-siter” pra complementar a renda, e este rapaz começou a ficar extremamente sem jeito e preocupado ao comparar as nossas cantigas de ninar com as de língua inglesa, que eram em geral bem mimosas, inofensivas e infantis mesmo. Além disso, fiquei muito surpresa ao ler na Veja de 22/03/2006 (a que tem o FHC na capa), uma reportagem da jornalista Mônica Weinberg – “Será que Funciona? Cantigas ganham letras politicamente corretas” – exatamente sobre as nossas bizarras cantigas de ninar, e suas versões politicamente corretas (não menos bizzaras, em sua maioria, diga-se de passagem).

Então vejamos:

O “Boi da Cara Preta” virou “Boi do Piauí”:
“Boi, boi, boi, boi do Piauí, pega essa menina que não gosta de dormir”.

(Rá! Tirou o preconceito contra negros e entrou o preconceito contra Nordestinos… Não sei o que é pior. Além do mais, continua fazendo ameaça à criança…)

E o Atirei o Pau no Gato ficou assim:
“Não atire o pau no gato / porque isso / não se faz / o gatinho / é nosso amigo / não devemos / maltratar os animais / Miau!”.
(A letra é até ecologicamente correta, mas não achei que ficou muito legal com a melodia…)

Já O Cravo e a Rosa…
“O cravo brigou com a rosa / debaixo de uma sacada / o cravo saiu ferido /e a rosa despedaçada. / O cravo ficou doente / a rosa foi visitar / o cravo teve um desmaio / a rosa pôs-se a chorar./ A rosa deu um remédio / e o cravo logo sarou / o cravo foi levantado / a rosa o abraçou.”
(Ok, ok, e o início da música? É, parece que a violência doméstica é considerada normal… Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio???)

E as outras canções? Não foram sugeridas mudanças ainda para elas:

“Eu sou pobre, pobre, pobre / de marré, marré, marré / Eu sou pobre, pobre, pobre / De marré de si. / Eu sou rica, rica, rica / De marré, marré, marré / Eu sou rica, rica, rica / De marré de si.”

(Chega a ser uma Ode à Desigualdade Social…)

“Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! / Vem cá, meu bem, vem cá! / Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! / Tenho medo de apanhar.”

(Quem foi o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú…)

“Marcha soldado, cabeça de papel! / Quem não marchar direito, / Vai preso pro quartel. / O quartel pegou fogo / Maria deu sinal / Acode, acode, acode à bandeira nacional”.

(De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se fu*… Sem contar que dá mais valor ao bem material – a bandeira – que à vida dos soldados…)

“A canoa virou / Quem deixou ela virar / Foi por causa da (nome de pessoa) / Que não soube remar”.

(Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante.)

“Samba-lelê tá doente, / Tá com a cabeça quebrada. / Samba-lelê precisava / É de umas boas palmadas”.

(A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada e necessita de cuidados médicos. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do… Bitú!!!)

E aí? Alguma sugestão?

Beijos,

Ana.

Cantigas de Assustar

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Ou:
Boi da Cara Afro-Americana (?!)

Sempre fui muito musical. Inclusive tenho mania de brincar com músicas e letras de músicas, como até mesmo já comentei neste texto, além de ter aprendido a tocar piano aos 06 anos, e ainda fazer desta atividade uma de minhas terapias pra enfrentar o dia a dia. Sem contar que minha família também é musical, meu pai toca vários instrumentos, meus irmãos tocam samba de raiz, meu avô já tocou em banda na cidade dele, meu avô materno toca violão e acordeon desde moço, etc.

Nada mais natural que eu, enquanto criança em desenvolvimento num ambiente amplamente musical, gostasse de cantigas de ninar… Certo? Errado! Uma coisa que sempre me intrigou muito foram as tais “cantigas de ninar”, ou “cantigas de roda”, tradicionais em Minas, e creio que em todo o Brasil. Isto porque, muitas vezes – quando criança – eu não conseguia nem dormir se alguém cantasse pra mim uma dessas músicas, de tão assustadoras que eu as achava. Sempre ficava imaginando as cenas da letra das músicas, e muitas vezes o que eu conseguia era ter um pesadelo daqueles…

Você já parou pra pensar e examinar a fundo?

Dá só uma olhada: “Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta”. Ou então: “Atirei o pau no gato / mas o gato / não morreu / Dona Chica / admirou-se / Do berro / do berro que o gato deu / Miau!”. São ou não são letras de um certo mau gosto, e pra piorar, politicamente incorretas?

Aí outro dia recebi um e-mail contando a história de um brasileiro que morava nos Estados Unidos, e trabalhava de “baby-siter” pra complementar a renda, e este rapaz começou a ficar extremamente sem jeito e preocupado ao comparar as nossas cantigas de ninar com as de língua inglesa, que eram em geral bem mimosas, inofensivas e infantis mesmo. Além disso, fiquei muito surpresa ao ler na Veja de 22/03/2006 (a que tem o FHC na capa), uma reportagem da jornalista Mônica Weinberg – “Será que Funciona? Cantigas ganham letras politicamente corretas” – exatamente sobre as nossas bizarras cantigas de ninar, e suas versões politicamente corretas (não menos bizzaras, em sua maioria, diga-se de passagem).

Então vejamos:

O “Boi da Cara Preta” virou “Boi do Piauí”:
“Boi, boi, boi, boi do Piauí, pega essa menina que não gosta de dormir”.

(Rá! Tirou o preconceito contra negros e entrou o preconceito contra Nordestinos… Não sei o que é pior. Além do mais, continua fazendo ameaça à criança…)

E o Atirei o Pau no Gato ficou assim:
“Não atire o pau no gato / porque isso / não se faz / o gatinho / é nosso amigo / não devemos / maltratar os animais / Miau!”.
(A letra é até ecologicamente correta, mas não achei que ficou muito legal com a melodia…)

Já O Cravo e a Rosa…
“O cravo brigou com a rosa / debaixo de uma sacada / o cravo saiu ferido /e a rosa despedaçada. / O cravo ficou doente / a rosa foi visitar / o cravo teve um desmaio / a rosa pôs-se a chorar./ A rosa deu um remédio / e o cravo logo sarou / o cravo foi levantado / a rosa o abraçou.”
(Ok, ok, e o início da música? É, parece que a violência doméstica é considerada normal… Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio???)

E as outras canções? Não foram sugeridas mudanças ainda para elas:

“Eu sou pobre, pobre, pobre / de marré, marré, marré / Eu sou pobre, pobre, pobre / De marré de si. / Eu sou rica, rica, rica / De marré, marré, marré / Eu sou rica, rica, rica / De marré de si.”

(Chega a ser uma Ode à Desigualdade Social…)

“Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! / Vem cá, meu bem, vem cá! / Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! / Tenho medo de apanhar.”

(Quem foi o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú…)

“Marcha soldado, cabeça de papel! / Quem não marchar direito, / Vai preso pro quartel. / O quartel pegou fogo / Maria deu sinal / Acode, acode, acode à bandeira nacional”.

(De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se fu*… Sem contar que dá mais valor ao bem material – a bandeira – que à vida dos soldados…)

“A canoa virou / Quem deixou ela virar / Foi por causa da (nome de pessoa) / Que não soube remar”.

(Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante.)

“Samba-lelê tá doente, / Tá com a cabeça quebrada. / Samba-lelê precisava / É de umas boas palmadas”.

(A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada e necessita de cuidados médicos. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do… Bitú!!!)

E aí? Alguma sugestão?

Beijos,

Ana.

Cantigas de Assustar

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Ou:
Boi da Cara Afro-Americana (?!)

Sempre fui muito musical. Inclusive tenho mania de brincar com músicas e letras de músicas, como até mesmo já comentei neste texto, além de ter aprendido a tocar piano aos 06 anos, e ainda fazer desta atividade uma de minhas terapias pra enfrentar o dia a dia. Sem contar que minha família também é musical, meu pai toca vários instrumentos, meus irmãos tocam samba de raiz, meu avô já tocou em banda na cidade dele, meu avô materno toca violão e acordeon desde moço, etc.

Nada mais natural que eu, enquanto criança em desenvolvimento num ambiente amplamente musical, gostasse de cantigas de ninar… Certo? Errado! Uma coisa que sempre me intrigou muito foram as tais “cantigas de ninar”, ou “cantigas de roda”, tradicionais em Minas, e creio que em todo o Brasil. Isto porque, muitas vezes – quando criança – eu não conseguia nem dormir se alguém cantasse pra mim uma dessas músicas, de tão assustadoras que eu as achava. Sempre ficava imaginando as cenas da letra das músicas, e muitas vezes o que eu conseguia era ter um pesadelo daqueles…

Você já parou pra pensar e examinar a fundo?

Dá só uma olhada: “Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta”. Ou então: “Atirei o pau no gato / mas o gato / não morreu / Dona Chica / admirou-se / Do berro / do berro que o gato deu / Miau!”. São ou não são letras de um certo mau gosto, e pra piorar, politicamente incorretas?

Aí outro dia recebi um e-mail contando a história de um brasileiro que morava nos Estados Unidos, e trabalhava de “baby-siter” pra complementar a renda, e este rapaz começou a ficar extremamente sem jeito e preocupado ao comparar as nossas cantigas de ninar com as de língua inglesa, que eram em geral bem mimosas, inofensivas e infantis mesmo. Além disso, fiquei muito surpresa ao ler na Veja de 22/03/2006 (a que tem o FHC na capa), uma reportagem da jornalista Mônica Weinberg – “Será que Funciona? Cantigas ganham letras politicamente corretas” – exatamente sobre as nossas bizarras cantigas de ninar, e suas versões politicamente corretas (não menos bizzaras, em sua maioria, diga-se de passagem).

Então vejamos:

O “Boi da Cara Preta” virou “Boi do Piauí”:
“Boi, boi, boi, boi do Piauí, pega essa menina que não gosta de dormir”.

(Rá! Tirou o preconceito contra negros e entrou o preconceito contra Nordestinos… Não sei o que é pior. Além do mais, continua fazendo ameaça à criança…)

E o Atirei o Pau no Gato ficou assim:
“Não atire o pau no gato / porque isso / não se faz / o gatinho / é nosso amigo / não devemos / maltratar os animais / Miau!”.
(A letra é até ecologicamente correta, mas não achei que ficou muito legal com a melodia…)

Já O Cravo e a Rosa…
“O cravo brigou com a rosa / debaixo de uma sacada / o cravo saiu ferido /e a rosa despedaçada. / O cravo ficou doente / a rosa foi visitar / o cravo teve um desmaio / a rosa pôs-se a chorar./ A rosa deu um remédio / e o cravo logo sarou / o cravo foi levantado / a rosa o abraçou.”
(Ok, ok, e o início da música? É, parece que a violência doméstica é considerada normal… Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio???)

E as outras canções? Não foram sugeridas mudanças ainda para elas:

“Eu sou pobre, pobre, pobre / de marré, marré, marré / Eu sou pobre, pobre, pobre / De marré de si. / Eu sou rica, rica, rica / De marré, marré, marré / Eu sou rica, rica, rica / De marré de si.”

(Chega a ser uma Ode à Desigualdade Social…)

“Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! / Vem cá, meu bem, vem cá! / Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! / Tenho medo de apanhar.”

(Quem foi o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitú…)

“Marcha soldado, cabeça de papel! / Quem não marchar direito, / Vai preso pro quartel. / O quartel pegou fogo / Maria deu sinal / Acode, acode, acode à bandeira nacional”.

(De novo, ameaça! Ou obedece ou você vai se fu*… Sem contar que dá mais valor ao bem material – a bandeira – que à vida dos soldados…)

“A canoa virou / Quem deixou ela virar / Foi por causa da (nome de pessoa) / Que não soube remar”.

(Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e a condenar um semelhante.)

“Samba-lelê tá doente, / Tá com a cabeça quebrada. / Samba-lelê precisava / É de umas boas palmadas”.

(A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada e necessita de cuidados médicos. Mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do… Bitú!!!)

E aí? Alguma sugestão?

Beijos,

Ana.

PILANTRAGEM, MÁ-FÉ, ANTI-ÉTICA

Padrão

Definitivamente não suporto quem age com má-fé e é anti-ético profissionalmente!

Hoje, mais uma vez, fiquei sabendo de uma amiga que foi chamada para fazer entrevista num escritório de um advogado pilantra. A entrevista é sempre sensata no início, mas para os mais intuitivos, enxerga-se que boa coisa não é trabalhar com ele. Não vou entrar ao mérito do ocorrido, mas infelizmente, tem muito advogado anti-ético por ai, fazendo jus às inúmeras piadinhas que ouvimos.
No escritório que trabalho temos, inclusive, processos cíveis e administrativos junto a OAB contra advogados que roubaram ou deixaram de prestar contas a seus clientes.

Outro trabalho que me deixa com raiva vem das “agências de empregos”. Não das agências sérias, que realmente selecionam os profissionais e os reenquadram no mercado de trabalho. Mas digo daquelas inúmeras agências que cobram caríssimo pra distribuir um currículo e muitas vezes o desempregado nunca é chamado ao emprego por influência da tal agência. Além disso, não conseguem um centavo de desconto pelo trabalho não prestado.

No setor de Engenharia, principalmente civil, também não é diferente. Muito se escuta sobre engenheiros que não sabem nem como se lê uma planta de casa. Condenam toda uma estrutura e depois tentam se eximir da responsabilidade de indenizar vítimas de um possível acidente.

Médicos cometem erros grosseiros em cirurgias, deixam uma agulha, uma gase dentro de um paciente operado. Tudo bem que há uma equipe, porque o “Dr.” sozinho não dá conta de vigiar tudo, mas esse é mais um motivo para tentar não cometer erros. Todos são responsáveis, será que ninguém testou que um paciente seria alérgico a certo medicamento, ou precisava de cuidados mais do que especiais antes de morrer? A vida humana vale muito!

Horrorizada também estou com as cenas da novela “Belíssima” que retratam uma realidade cruel: a ilusão de uma adolescente bonita virar modelo num país longínquo. Quem está por trás da prostituição? Uma “suposta” agência de modelos, concretizando o sonho de uma garota sem instrução. A prosperidade da vida, o dinheiro certo, mas ganhado a custo alto???

Tenho pensado muito sobre a ética profissional, tento ser o mais fiel a meus clientes e esclarecer as coisas aos mínimos detalhes. Não iludo o sonho de ganhar elevadas indenizações por danos morais, quando esta não é mais a realidade do Judiciário. Este já sabe que existe uma fábrica de sonhos por trás do pedido de dinheiro.

Não só nessas, mas em todas a profissões há bons e maus trabalhadores. Gente querendo passar o outro para trás! A ganância e a inveja estão falando mais alto do que o bom senso, a boa-fé, a ética na prestação dos serviços.
Não estou revoltada, mas temos que mudar isso! Que nunca sejamos assim!

PILANTRAGEM, MÁ-FÉ, ANTI-ÉTICA

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Definitivamente não suporto quem age com má-fé e é anti-ético profissionalmente!

Hoje, mais uma vez, fiquei sabendo de uma amiga que foi chamada para fazer entrevista num escritório de um advogado pilantra. A entrevista é sempre sensata no início, mas para os mais intuitivos, enxerga-se que boa coisa não é trabalhar com ele. Não vou entrar ao mérito do ocorrido, mas infelizmente, tem muito advogado anti-ético por ai, fazendo jus às inúmeras piadinhas que ouvimos.
No escritório que trabalho temos, inclusive, processos cíveis e administrativos junto a OAB contra advogados que roubaram ou deixaram de prestar contas a seus clientes.

Outro trabalho que me deixa com raiva vem das “agências de empregos”. Não das agências sérias, que realmente selecionam os profissionais e os reenquadram no mercado de trabalho. Mas digo daquelas inúmeras agências que cobram caríssimo pra distribuir um currículo e muitas vezes o desempregado nunca é chamado ao emprego por influência da tal agência. Além disso, não conseguem um centavo de desconto pelo trabalho não prestado.

No setor de Engenharia, principalmente civil, também não é diferente. Muito se escuta sobre engenheiros que não sabem nem como se lê uma planta de casa. Condenam toda uma estrutura e depois tentam se eximir da responsabilidade de indenizar vítimas de um possível acidente.

Médicos cometem erros grosseiros em cirurgias, deixam uma agulha, uma gase dentro de um paciente operado. Tudo bem que há uma equipe, porque o “Dr.” sozinho não dá conta de vigiar tudo, mas esse é mais um motivo para tentar não cometer erros. Todos são responsáveis, será que ninguém testou que um paciente seria alérgico a certo medicamento, ou precisava de cuidados mais do que especiais antes de morrer? A vida humana vale muito!

Horrorizada também estou com as cenas da novela “Belíssima” que retratam uma realidade cruel: a ilusão de uma adolescente bonita virar modelo num país longínquo. Quem está por trás da prostituição? Uma “suposta” agência de modelos, concretizando o sonho de uma garota sem instrução. A prosperidade da vida, o dinheiro certo, mas ganhado a custo alto???

Tenho pensado muito sobre a ética profissional, tento ser o mais fiel a meus clientes e esclarecer as coisas aos mínimos detalhes. Não iludo o sonho de ganhar elevadas indenizações por danos morais, quando esta não é mais a realidade do Judiciário. Este já sabe que existe uma fábrica de sonhos por trás do pedido de dinheiro.

Não só nessas, mas em todas a profissões há bons e maus trabalhadores. Gente querendo passar o outro para trás! A ganância e a inveja estão falando mais alto do que o bom senso, a boa-fé, a ética na prestação dos serviços.
Não estou revoltada, mas temos que mudar isso! Que nunca sejamos assim!

Idiossincrasias

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Manias, excentricidades, extravagâncias, esquisitices. Todos nós possuímos algumas e são elas que nos distinguem das outras pessoas, pois cada um tem sua maneira própria de ver, sentir, e expressar sentimentos e emoções.

Enfim, as “Mineiras, Uai!” foram desafiadas pelo Jerico e pela Elayne a escrever cinco de suas manias, e é esse desafio que viemos cumprir agora! Então, prezados leitores desavisados, preparem-se, pois revelaremos aqui e agora, em primeira mão, sem pudores ou vergonhas, as nossas maiores e/ou piores manias!

Bela

1- Roer unha no cinema

Não tem jeito. Seja qual for o filme, eu sempre saio do cinema com cotocos de unha. O cinema é um entretenimento tão grande para mim que me deixo envolver totalmente pela história. Se estiver assistindo um filme policial, rôo as unhas de nervosismo; se for um suspense, de ansiedade; assistindo um romance, de emoção; e se o filme for ruim, então, é até pior, rôo as unhas por puro tédio!

2- Fazer barulho com o canudinho

Sim, minha mãe me ensinou que isso é falta de educação, mas adoro fazer barulho com o canudinho sorvendo aquelas últimas gotinhas do copo. Eu, perder uma gota de coca-cola? Nem pensar, seja falta de educação ou não!


3- Usar mil e um produtos pro cabelo

O texto publicado no dia 15 de março não é mentiroso: eu passo sim pré shampoo, shampoo, pós shampoo, condicionador, protetor térmico, silicone e pomada nos cabelos todos os dias. Sei que é uma perda de tempo e de dinheiro considerável, mas é uma mania, uai! Assumo mesmo…


4- Conferir o meu e-mail quinhentas vezes por dia

Amo receber e-mails. Amo ter notícias dos meus amigos. Amo receber textos interessantes, a programação do Palácio das Artes, a frase do dia do site Evene, e todo aquele lixo virtual que tem a prerrogativa de me distrair do meu trabalho!


5- Escrever bilhetinhos para o meu namorado

Eu acho muito gostoso mandar um monte de bilhetinhos para o meu amor! Gosto de escondê-los na carteira, no chocolate, no bolso, para ele achar de surpresa e não esquecer nem um minuto como ele é especial para mim! Também adoro procurar papeizinhos diferentes e divertidos para escrever os bilhetes, incrementando-os com adesivos de sapinhos ou corações! Ah, essa até que é uma mania bonitinha!


Ana

1-
Porta Aberta

Sim, crianças. Tenho mania de fazer tudo com a porta aberta: xixi, número 2, me arrumar, tomar banho, trocar de roupa… Vixi, nem sou novidade mais pros vizinhos… Coisa feia, né? Mas o que eu posso fazer? Meus pais também têm esta mania, e numa casa com mais 2 homens (meus irmãos), esta mania provoca brigas homéricas!

2- Café

Não adianta. Até o meu médico já falou que preciso evitar tomar café. Minha gastrite reclama, mas se eu não tomar café preto, com adoçante, de manhã, na hora que eu acordo… Sai de baixo!

3- Musicar

Eu tenho esta mania, que aprendi com minha mãe quando eu era criança, mania que ela e meus irmãos também têm até hoje! É assim: a gente pega qualquer palavra que vem na cabeça e canta uma música conhecida, mas encaixando só aquela palavra na melodia da música. A primeira vez que eu cantei assim na minha vida foi a música “Atirei o Pau no Gato”, só que com a palavra “mamãe”. Entenderam como? Não? Ah… é coisa de maluco mesmo!

4- Batom

Não tem jeito. Só consigo sair de casa se for com a boca colorida. Eu tive um batom da “Fina Flor” que fiquei encarnada váááários anos, todas as minhas amigas me zoavam porque eu só usava aquele batom… Tentei mudar, e agora tenho usado um do Boticário. Mas tenho vários outros também, brilhos, gloss, de todos os tipos e cores.

5- E-mail, blog…

Perco horas do dia na internet… É uma mania, um vício, sei lá o quê! Mas todos os dias eu confiro meu e-mail pessoal, o e-mail das “Mineiras, Uai!”, se tem novos comentários no blog, ou no flickr das “Mineiras, Uai!”, ou no meu flickr pessoal… Ah é! E sempre deixo uma janela aberta no PC o tempo todo com o meu gmail, então assim que entra mensagem nova, eu fico sabendo! Haja vício…



1- Dar 3 espirros de manhã cedo

Mas são 3 mesmo, nunca 4 ou 2. Eu não gosto de espirrar na rua, ai me acostumei a fazer isso, é ritual. E meu irmão mais novo sempre me enche o saco por causa disso. Mas já virou mania há mais de 10 anos.

2- Escovar os dentes segurando na cintura

Até parece que meu corpo vai cair. E em seguida lavo o rosto sem respirar, com o nariz tampado. Nem jogo tanta água no rosto, mas não consigo mudar esse jeito.

3- Banana e ovo

Não comer banana ou ovo à noite, porque segundo a minha teoria: “dá sonhação”. Meu namorado disse que nunca ouviu essa palavra, já ouviu pesadelo, sonho ruim, mas “sonhação” não. Diz ele que é coisa que inventei e não tem jeito de eu mudar.

4- Nomear a mamãe

Mania de chamar minha mãe de vários nomes ou palavras que vêm à minha cabeça, diferentes de mãe ou mamãe. Às vezes a chamo de nomes de países, tipo Itália ou Madagascar (e olha que ela nunca saiu do Brasil); ou chamo de nome de fruta; ou de algum acontecimento que passou na TV, tipo Tssunami, Titanic; ou invento qualquer nome: ela chama Ana Janete e eu grito Florença, Maria, Pipoca, Xuxuca, o que vier na mente.

5- Aquilo roxo

Calma gente! É mania de só comprar escova de dente, chinelo e pijamas ROXO, LILÁS, ou cor semelhante. Isso desde pequena, raramente eu compro de cor diferente, a não ser que não tenha pra vender.




1-
Sininho

Sempre “viaja” achando que é a Sininho e que vive na Terra do Nunca… Para a Dô, o melhor final para a história do menino que não queria crescer era se ele acabasse fazendo um par romântico com a fadinha do pó de pirlim-pimpim.

2- Brigar com a irmã

Todos os dias briga com a irmã, por qualquer motivo, só pra não perder o costume.

3- Meu nome é Maria!

Falar que se chama Maria e não Donária quando vai numa boate ou local barulhento, pois o nome é mais simples e todos entendem mesmo com o som alto.

4- Desobedecer o Hênio

O Dr. Hênio é um dos donos do escritório que trabalhávamos, e ele sempre foi muito sistemático e certinho, mas uma pessoa muito boa e prestativa também. A Donária sempre NÃO fazia algo que ele pedia pra ela, só pra irritá-lo e todos os dias ela morrer de rir com o:

– Donáááááááriaaaa! (Era o Hênio gritando e se irritando todos os dias com ela…).

5- EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia…

A Dô sempre teve mania de achar (e falar) que a vida dela não era no Brasil. Já pensou e fez de tudo pra ir morar nos EUA, Canadá, Austrália e até Nova Zelândia! Não conseguiu ir pra estes lugares, mas tanto fez que agora a danada acabou indo morar em Londres! Será que ela volta?

Idiossincrasias

Padrão

Manias, excentricidades, extravagâncias, esquisitices. Todos nós possuímos algumas e são elas que nos distinguem das outras pessoas, pois cada um tem sua maneira própria de ver, sentir, e expressar sentimentos e emoções.

Enfim, as “Mineiras, Uai!” foram desafiadas pelo Jerico e pela Elayne a escrever cinco de suas manias, e é esse desafio que viemos cumprir agora! Então, prezados leitores desavisados, preparem-se, pois revelaremos aqui e agora, em primeira mão, sem pudores ou vergonhas, as nossas maiores e/ou piores manias!

Bela

1- Roer unha no cinema

Não tem jeito. Seja qual for o filme, eu sempre saio do cinema com cotocos de unha. O cinema é um entretenimento tão grande para mim que me deixo envolver totalmente pela história. Se estiver assistindo um filme policial, rôo as unhas de nervosismo; se for um suspense, de ansiedade; assistindo um romance, de emoção; e se o filme for ruim, então, é até pior, rôo as unhas por puro tédio!

2- Fazer barulho com o canudinho

Sim, minha mãe me ensinou que isso é falta de educação, mas adoro fazer barulho com o canudinho sorvendo aquelas últimas gotinhas do copo. Eu, perder uma gota de coca-cola? Nem pensar, seja falta de educação ou não!


3- Usar mil e um produtos pro cabelo

O texto publicado no dia 15 de março não é mentiroso: eu passo sim pré shampoo, shampoo, pós shampoo, condicionador, protetor térmico, silicone e pomada nos cabelos todos os dias. Sei que é uma perda de tempo e de dinheiro considerável, mas é uma mania, uai! Assumo mesmo…


4- Conferir o meu e-mail quinhentas vezes por dia

Amo receber e-mails. Amo ter notícias dos meus amigos. Amo receber textos interessantes, a programação do Palácio das Artes, a frase do dia do site Evene, e todo aquele lixo virtual que tem a prerrogativa de me distrair do meu trabalho!


5- Escrever bilhetinhos para o meu namorado

Eu acho muito gostoso mandar um monte de bilhetinhos para o meu amor! Gosto de escondê-los na carteira, no chocolate, no bolso, para ele achar de surpresa e não esquecer nem um minuto como ele é especial para mim! Também adoro procurar papeizinhos diferentes e divertidos para escrever os bilhetes, incrementando-os com adesivos de sapinhos ou corações! Ah, essa até que é uma mania bonitinha!


Ana

1-
Porta Aberta

Sim, crianças. Tenho mania de fazer tudo com a porta aberta: xixi, número 2, me arrumar, tomar banho, trocar de roupa… Vixi, nem sou novidade mais pros vizinhos… Coisa feia, né? Mas o que eu posso fazer? Meus pais também têm esta mania, e numa casa com mais 2 homens (meus irmãos), esta mania provoca brigas homéricas!

2- Café

Não adianta. Até o meu médico já falou que preciso evitar tomar café. Minha gastrite reclama, mas se eu não tomar café preto, com adoçante, de manhã, na hora que eu acordo… Sai de baixo!

3- Musicar

Eu tenho esta mania, que aprendi com minha mãe quando eu era criança, mania que ela e meus irmãos também têm até hoje! É assim: a gente pega qualquer palavra que vem na cabeça e canta uma música conhecida, mas encaixando só aquela palavra na melodia da música. A primeira vez que eu cantei assim na minha vida foi a música “Atirei o Pau no Gato”, só que com a palavra “mamãe”. Entenderam como? Não? Ah… é coisa de maluco mesmo!

4- Batom

Não tem jeito. Só consigo sair de casa se for com a boca colorida. Eu tive um batom da “Fina Flor” que fiquei encarnada váááários anos, todas as minhas amigas me zoavam porque eu só usava aquele batom… Tentei mudar, e agora tenho usado um do Boticário. Mas tenho vários outros também, brilhos, gloss, de todos os tipos e cores.

5- E-mail, blog…

Perco horas do dia na internet… É uma mania, um vício, sei lá o quê! Mas todos os dias eu confiro meu e-mail pessoal, o e-mail das “Mineiras, Uai!”, se tem novos comentários no blog, ou no flickr das “Mineiras, Uai!”, ou no meu flickr pessoal… Ah é! E sempre deixo uma janela aberta no PC o tempo todo com o meu gmail, então assim que entra mensagem nova, eu fico sabendo! Haja vício…



1- Dar 3 espirros de manhã cedo

Mas são 3 mesmo, nunca 4 ou 2. Eu não gosto de espirrar na rua, ai me acostumei a fazer isso, é ritual. E meu irmão mais novo sempre me enche o saco por causa disso. Mas já virou mania há mais de 10 anos.

2- Escovar os dentes segurando na cintura

Até parece que meu corpo vai cair. E em seguida lavo o rosto sem respirar, com o nariz tampado. Nem jogo tanta água no rosto, mas não consigo mudar esse jeito.

3- Banana e ovo

Não comer banana ou ovo à noite, porque segundo a minha teoria: “dá sonhação”. Meu namorado disse que nunca ouviu essa palavra, já ouviu pesadelo, sonho ruim, mas “sonhação” não. Diz ele que é coisa que inventei e não tem jeito de eu mudar.

4- Nomear a mamãe

Mania de chamar minha mãe de vários nomes ou palavras que vêm à minha cabeça, diferentes de mãe ou mamãe. Às vezes a chamo de nomes de países, tipo Itália ou Madagascar (e olha que ela nunca saiu do Brasil); ou chamo de nome de fruta; ou de algum acontecimento que passou na TV, tipo Tssunami, Titanic; ou invento qualquer nome: ela chama Ana Janete e eu grito Florença, Maria, Pipoca, Xuxuca, o que vier na mente.

5- Aquilo roxo

Calma gente! É mania de só comprar escova de dente, chinelo e pijamas ROXO, LILÁS, ou cor semelhante. Isso desde pequena, raramente eu compro de cor diferente, a não ser que não tenha pra vender.




1-
Sininho

Sempre “viaja” achando que é a Sininho e que vive na Terra do Nunca… Para a Dô, o melhor final para a história do menino que não queria crescer era se ele acabasse fazendo um par romântico com a fadinha do pó de pirlim-pimpim.

2- Brigar com a irmã

Todos os dias briga com a irmã, por qualquer motivo, só pra não perder o costume.

3- Meu nome é Maria!

Falar que se chama Maria e não Donária quando vai numa boate ou local barulhento, pois o nome é mais simples e todos entendem mesmo com o som alto.

4- Desobedecer o Hênio

O Dr. Hênio é um dos donos do escritório que trabalhávamos, e ele sempre foi muito sistemático e certinho, mas uma pessoa muito boa e prestativa também. A Donária sempre NÃO fazia algo que ele pedia pra ela, só pra irritá-lo e todos os dias ela morrer de rir com o:

– Donáááááááriaaaa! (Era o Hênio gritando e se irritando todos os dias com ela…).

5- EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia…

A Dô sempre teve mania de achar (e falar) que a vida dela não era no Brasil. Já pensou e fez de tudo pra ir morar nos EUA, Canadá, Austrália e até Nova Zelândia! Não conseguiu ir pra estes lugares, mas tanto fez que agora a danada acabou indo morar em Londres! Será que ela volta?