Jeitinho Irritante

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Não adianta. Quando estou naqueles dias, um fio de cabelo na minha sopa pode virar a bomba H. Uma frase do Mainardi que você lê na Veja de manhã pode virar uma entrevista interminável com Dunga (?), que por sua vez transforma-se num bate boca sem pé nem cabeça com seu irmão, ou seu pai, ou os dois juntos, ou… Ah! Com quem estiver na frente.

Portanto, se não quiser provocar este tipo de coisa, respeite o direito único e incontestável de uma mulher de pelo menos lavar o rosto de manhã, sem ter que ouvir o “Foda-se, já estou debaixo do chuveiro, agora se vira.”.

Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Meus sais!!!

Sabe o que é mais engraçado? É que é sempre neste tipo de dia que ocorrem as coisas mais inusitadas: um engarrafamento na subida – em rua com inclinação de 50º – uma motoca que faz a curva da esquina sem nem verificar se vem carro ou não, perguntas impertinentes vindas de quem você menos esperava escutá-las…

Mas o mais irritante ainda, nestes, ou em quaisquer outros dias, é perceber o quão são egoístas as pessoas, o quanto o brasileiro fica querendo se dar bem passando em cima de outros, até mesmo de leis, e etc. Outro dia mesmo no trabalho me apareceu um administrador municipal querendo, a todo custo, me convencer de que ele poderia contratar determinada empresa sem realizar licitação. Para quem não conhece direito público, vou explicar: LICITAÇÃO É REGRA, E NÃO EXCEÇÃO. Portanto, se você trabalha na administração pública, saiba que serão pouquíssimas as vezes em que poderá contratar algo, ou alguém, sem realizar a tal da licitação pública. Simplesmente, conforme-se. É a única coisa que tenho a dizer. Não há jeitinho que se arranje.

No caso desse sujeito mesmo, não tinha jeito. Até o Tribunal de Contas já tinha expedido diversas notas proibindo a contratação direta em casos como o dele. E o mesmo cismou de me falar que esta só poderia ser uma regra minha…

Jeitinho brasileiro… Não dá. Pra mim, é o fim da picada.

Ô jeitinho irritante!!!

08 Agosto 2006
Charge de Oldack Esteves – Publicada no Estado de Minas, 08/08/2006.

Ana.

SOLIDARIEDADE E DOAÇÃO

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Como todo ano, no mês de agosto ocorre o evento “Criança Esperança”, patrocinado pela Rede Globo, que reúne artistas, pessoas famosas, gente comum e simples em prol de uma causa nobre: ajudar a construir um mundo melhor para crianças carentes.
Este ano o evento comemora 10 anos de existência e tende a expandir mais pelo Brasil. Hoje, apenas 04 Estados têm o projeto concretizado (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo), e nós, mineiros, temos o privilégio de receber a ajuda no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, com vários projetos de educação, cultura e lazer sendo realizados. Claro que por trás destes projetos há patrocínio de prefeituras, empresas nacionais e multinacionais, emissoras de televisão, etc e da própria Unesco. Mas sem a ajuda individual de cada pessoa, muitos projetos ficariam só no papel.

“Quem dá aos pobres, empresta a Deus”, mas não é só por isso que temos que ajudar ao próximo, a solidariedade também é uma dádiva que faz bem ao coração. A doação pode ser muita ou pouca, mas é sempre de grande valia.
Não precisamos só ajudar com dinheiro, porque às vezes também estamos sem um trocado no bolso. Mas tem muita ajuda que não custa nada, uma roupa que não se usa mais, sapato que já saiu de moda, uma palavra de carinho, um gesto de ajuda, um sorriso de fraternidade… tudo é bom!
E vale a pena ajudar, é gratificante!

Há também uma campanha legal promovida pela emissora SBT, que é o “TeleTon”, com o objetivo de ajudar crianças com deficiência física e mental. Normalmente o “TeleTon” ocorre no mês de outubro, mas a forma de ajudar é a mesma promovida pelo “Criança Esperança” (não escquecendo que a ajuda pode ser feita durante todo o ano, não apenas nos meses de agosto e outubro).
Mas fora estes eventos há muitas outras formas de doação. Fico sensibilizada com os doadores de sangue, de medula, de rins, de córneas, de coração, da própria vida pelos outros.
Meu recado está dado, formas de ajudar não faltam, quem quiser não precisa nem sair de casa para fazer sua parte.

Então, doe-se!
Não custa nada para você e ajuda muito o outro!

Beijos

SOLIDARIEDADE E DOAÇÃO

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Como todo ano, no mês de agosto ocorre o evento “Criança Esperança”, patrocinado pela Rede Globo, que reúne artistas, pessoas famosas, gente comum e simples em prol de uma causa nobre: ajudar a construir um mundo melhor para crianças carentes.
Este ano o evento comemora 10 anos de existência e tende a expandir mais pelo Brasil. Hoje, apenas 04 Estados têm o projeto concretizado (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo), e nós, mineiros, temos o privilégio de receber a ajuda no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, com vários projetos de educação, cultura e lazer sendo realizados. Claro que por trás destes projetos há patrocínio de prefeituras, empresas nacionais e multinacionais, emissoras de televisão, etc e da própria Unesco. Mas sem a ajuda individual de cada pessoa, muitos projetos ficariam só no papel.

“Quem dá aos pobres, empresta a Deus”, mas não é só por isso que temos que ajudar ao próximo, a solidariedade também é uma dádiva que faz bem ao coração. A doação pode ser muita ou pouca, mas é sempre de grande valia.
Não precisamos só ajudar com dinheiro, porque às vezes também estamos sem um trocado no bolso. Mas tem muita ajuda que não custa nada, uma roupa que não se usa mais, sapato que já saiu de moda, uma palavra de carinho, um gesto de ajuda, um sorriso de fraternidade… tudo é bom!
E vale a pena ajudar, é gratificante!

Há também uma campanha legal promovida pela emissora SBT, que é o “TeleTon”, com o objetivo de ajudar crianças com deficiência física e mental. Normalmente o “TeleTon” ocorre no mês de outubro, mas a forma de ajudar é a mesma promovida pelo “Criança Esperança” (não escquecendo que a ajuda pode ser feita durante todo o ano, não apenas nos meses de agosto e outubro).
Mas fora estes eventos há muitas outras formas de doação. Fico sensibilizada com os doadores de sangue, de medula, de rins, de córneas, de coração, da própria vida pelos outros.
Meu recado está dado, formas de ajudar não faltam, quem quiser não precisa nem sair de casa para fazer sua parte.

Então, doe-se!
Não custa nada para você e ajuda muito o outro!

Beijos

SOLIDARIEDADE E DOAÇÃO

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Como todo ano, no mês de agosto ocorre o evento “Criança Esperança”, patrocinado pela Rede Globo, que reúne artistas, pessoas famosas, gente comum e simples em prol de uma causa nobre: ajudar a construir um mundo melhor para crianças carentes.
Este ano o evento comemora 10 anos de existência e tende a expandir mais pelo Brasil. Hoje, apenas 04 Estados têm o projeto concretizado (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo), e nós, mineiros, temos o privilégio de receber a ajuda no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, com vários projetos de educação, cultura e lazer sendo realizados. Claro que por trás destes projetos há patrocínio de prefeituras, empresas nacionais e multinacionais, emissoras de televisão, etc e da própria Unesco. Mas sem a ajuda individual de cada pessoa, muitos projetos ficariam só no papel.

“Quem dá aos pobres, empresta a Deus”, mas não é só por isso que temos que ajudar ao próximo, a solidariedade também é uma dádiva que faz bem ao coração. A doação pode ser muita ou pouca, mas é sempre de grande valia.
Não precisamos só ajudar com dinheiro, porque às vezes também estamos sem um trocado no bolso. Mas tem muita ajuda que não custa nada, uma roupa que não se usa mais, sapato que já saiu de moda, uma palavra de carinho, um gesto de ajuda, um sorriso de fraternidade… tudo é bom!
E vale a pena ajudar, é gratificante!

Há também uma campanha legal promovida pela emissora SBT, que é o “TeleTon”, com o objetivo de ajudar crianças com deficiência física e mental. Normalmente o “TeleTon” ocorre no mês de outubro, mas a forma de ajudar é a mesma promovida pelo “Criança Esperança” (não escquecendo que a ajuda pode ser feita durante todo o ano, não apenas nos meses de agosto e outubro).
Mas fora estes eventos há muitas outras formas de doação. Fico sensibilizada com os doadores de sangue, de medula, de rins, de córneas, de coração, da própria vida pelos outros.
Meu recado está dado, formas de ajudar não faltam, quem quiser não precisa nem sair de casa para fazer sua parte.

Então, doe-se!
Não custa nada para você e ajuda muito o outro!

Beijos

"Pega o ladrão!"

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Sempre me disseram que a Praça da Assembléia é um lugar perigoso, sobretudo no final da tarde, pois muitos meliantes lá se refugiam para passar a noite.

Apesar do aviso, lá estava eu, esperando o ônibus para me levar pra casa. No ponto de ônibus, quase deserto, apenas uma velhinha estava sentada, segurando, apertada contra o peito, a bolsa de crochê.

Eis que surge uma menina, lá pelos seus 12 anos, descalça e suja, nos encarando de forma petulante.

Julgando que se tratava de uma pedinte, eu já me preparava para murmurar que tinha apenas o dinheiro da passagem quando a menina se dirigiu à velhinha:

– “Ei, troca pra mim dez notas de um real por uma de dez?”

A velhinha, inocentemente, já ia abrindo devagar a sua bolsa para atender ao estranho pedido da menina quando eu me vi obrigada a intervir:

-“Não faça isso, minha senhora! Talvez ela vá se aproveitar para pegar o seu dinheiro…”

E a menina logo interrompeu, atrevidamemente:

– “O que você tem a ver com isso? Cala a boca e me deixa em paz!”

A velhinha, convencida de que se tratava de um pedido sem segundas intenções, estendeu para a menina uma nota de dez reais, esperando em troca as dez notas amarfanhadas de um real.

Assim que tocou a nota de dez reais, a menina soltou uma gargalhada fenomenal, e saiu correndo com o dinheiro da velhinha, quando eu, na mesma hora, soltei os livros que estava carregando e consegui segurá-la pelos cabelos, tomando de suas mãos a nota da velhinha.

Dessa vez gritando de dor, a menina correu em direção oposta, e sumiu.

A velhinha, estarrecida, ainda estava sentada no ponto de ônibus quando lhe entreguei sua nota de dez reais. Foi quando percebi que também tinha nas mãos as dez notas de um real da menina.

Nessa hora, ouvimos um grito:

– “Pega o ladrão! Pega o ladrão! Ele levou o meu dinheiro!”

Mas o grito não era para mim, alguém também tinha acabo de ser assaltado!

O que eu fiz com o dinheiro da menina? Peguei um táxi, por via das dúvidas, e também porque andar pela Praça da Assembléia à noite é mesmo muito perigoso.

Bela

"Pega o ladrão!"

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Sempre me disseram que a Praça da Assembléia é um lugar perigoso, sobretudo no final da tarde, pois muitos meliantes lá se refugiam para passar a noite.

Apesar do aviso, lá estava eu, esperando o ônibus para me levar pra casa. No ponto de ônibus, quase deserto, apenas uma velhinha estava sentada, segurando, apertada contra o peito, a bolsa de crochê.

Eis que surge uma menina, lá pelos seus 12 anos, descalça e suja, nos encarando de forma petulante.

Julgando que se tratava de uma pedinte, eu já me preparava para murmurar que tinha apenas o dinheiro da passagem quando a menina se dirigiu à velhinha:

– “Ei, troca pra mim dez notas de um real por uma de dez?”

A velhinha, inocentemente, já ia abrindo devagar a sua bolsa para atender ao estranho pedido da menina quando eu me vi obrigada a intervir:

-“Não faça isso, minha senhora! Talvez ela vá se aproveitar para pegar o seu dinheiro…”

E a menina logo interrompeu, atrevidamemente:

– “O que você tem a ver com isso? Cala a boca e me deixa em paz!”

A velhinha, convencida de que se tratava de um pedido sem segundas intenções, estendeu para a menina uma nota de dez reais, esperando em troca as dez notas amarfanhadas de um real.

Assim que tocou a nota de dez reais, a menina soltou uma gargalhada fenomenal, e saiu correndo com o dinheiro da velhinha, quando eu, na mesma hora, soltei os livros que estava carregando e consegui segurá-la pelos cabelos, tomando de suas mãos a nota da velhinha.

Dessa vez gritando de dor, a menina correu em direção oposta, e sumiu.

A velhinha, estarrecida, ainda estava sentada no ponto de ônibus quando lhe entreguei sua nota de dez reais. Foi quando percebi que também tinha nas mãos as dez notas de um real da menina.

Nessa hora, ouvimos um grito:

– “Pega o ladrão! Pega o ladrão! Ele levou o meu dinheiro!”

Mas o grito não era para mim, alguém também tinha acabo de ser assaltado!

O que eu fiz com o dinheiro da menina? Peguei um táxi, por via das dúvidas, e também porque andar pela Praça da Assembléia à noite é mesmo muito perigoso.

Bela

Eu pensava que estava de férias…………………

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Julho está terminando, mas como todo mês de férias (digo janeiro e julho), lá no escritório combinamos de folgar uma quinzena no trabalho. Pra variar eu peguei a primeira quinzena do mês, porque a preferência é para os advogados com filhos, que normalmente escolhem a segunda quinzena pra descanso, para conjugar com as férias escolares.
Até gosto da primeira quinzena porque sempre coincide com meu aniversário, DIA 04, VIU ANITA! Heheheheh
Além disso, no primeiro final de semana de julho acontece o tradicional “Forró de Curvelo” que eu amo de paixão… algumas histórias de lá já contei aqui, mas se começar a falar agora daquela terra boa vai faltar espaço no blog…
Uma semana em Curvelo e outra em casa. Julho também não viajo muito, o importante é não ficar todos os dias em casa. O frio, as comidas quentinhas da mamãe, o namoro vendo filme, fico mais quieta, descansando.
Descansar? Só em casa mesmo.

Segunda quinzena: trabalho dobrado, parece que não tive férias, cansaço e stress!

Trabalho dobrado, a secretária de férias, o telefone tocando, cliente falando, petição pra fazer, serviço acumulado, “ai meu Deus daí-me forças pra agüentar”.

Correr atrás dos clientes ou correr dos clientes??? Às vezes minha paciência esgota, e o telefone não para de tocar… mas preciso trabalhar.
Todos precisam, um dia amamos o trabalho, no outro queremos ficar em casa…
Já estou doida pra chegarem as próximas férias, será que dá pra adiantar o tempo???

E ainda pra complentar, a partir de hoje estarei substituindo minha chefe no serviço administrativo do escritório, ai meu Deus…

Beijos Lú
PS: Repararam que não apareci aqui nesta segunda quinzena de julho? Culpa do sufoco no trabalho.

A natureza é sabida

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Uma colega de trabalho está para ganhar neném a qualquer momento. Nestes últimos dias, são inevitáveis as conversas sobre bebês, grávidas, partos, cesariana, e outras coisitas mais que só quem já teve um filho ou é mulher consegue pensar / falar / entender.

Outro dia, um colega, um senhor mais velho, já vivido, pai e avô, contou:

“Eu já fiz um parto, no meio da rua. Estava andando próximo à casa de uma tia, no Bairro de Lourdes, quando uma menina, nos seus 17, 18 anos, muito bonitinha até, me chama, bem na esquina de Fernandes Tourinho com Rio de Janeiro.
– Moço, me ajuda!
– Que isso, menina, ajudar em quê?
– Meu filho está nascendo!
E tudo aconteceu ali na calçada mesmo, a bolsa estourada, deitei a moça no passeio, posicionei-me no meio-fio, tirei sua calcinha, já enxarcada com sangue, líquido amniótico e o menino veio junto. Nem tive o trabalho de fazer nada, de tanta vontade de nascer que tinha aquela criança. Eu atônito, vejo passando um sujeito todo de branco:
– Doutor, me ajuda aqui, o que eu faço agora?
– Ah, não, eu sou é dentista!
– Ah…. vá pra pqp!!!
Neste meio tempo o médico da clínica em frente, que havia atendido a parturiente minutos antes de eu chegar, desce as escadas com a enfermeira, e lá na rua, eu segurando o bebê nas mãos, cortou o cordão umbilical, enrolou-o numa toalha e deu pra mãe, muito emocionada.
Acabou que a história da moça era ainda mais esdrúxula que o parto de seu filho: trabalhava de doméstica na casa da irmã do tal médico, e com medo de ser demitida pela patroa quando descobrisse que estava grávida, enfaixava dia a dia sua barriga para ninguém perceber nada. E realmente ninguém percebeu, até aquele dia em que ela entrara em trabalho de parto, sem saber, e a patroa a mandou até a clínica do irmão para ver o que ela tinha…
O bolo de curiosos já se formava, chega a patroa com o carro, uma belina verde, para levar a moça ao hospital para que ela e o bebê fossem melhor cuidados.
Minutos depois, aparece um carro de polícia, eu ainda todo sujo de sangue e placenta, e os policiais ainda queriam me levar à delegacia para depor!
Recusei, e fui pra casa ainda passado com a história toda. Minha mulher se assustou com a quantidade de sangue que eu trazia em minhas mãos e roupa, e tive que explicar tudo, tim-tim por tim-tim, para convencê-la a não chamar a ambulância pra mim.”

Causos à parte, esperamos pela chegada do Davi, que ele venha com muita saúde e traga ainda mais felicidade ao jovem casal, papais de primeira viagem!

Um dia no trabalho

Ana.

Amizade

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A amizade…mas enfim, que grande coisa é essa?

Os dicionários a definem como o sentimento fiel de afeição, simpatia, estima e ternura entre pessoas que geralmente não estão ligadas por laços de família nem por atração sexual.

Outros costumam definí-la como uma correspondência entre pessoas de amor e bons serviços. Contudo, essa é uma definição bem limitada e mesquinha desse sentimento, pois sujeita a amizade a um balanço entre despesa e receita, assim como uma conta bancária.

Acredito que a verdadeira amizade é mais rica e mais generosa, não faz cálculos aritméticos com medo de dar mais do que recebeu, não tem medo de perder mais do que investiu.

No entanto, apesar da grande dificuldade em definir o que é a amizade, com certeza esta é tarefa mais fácil do que a praticar. O que me parece é que as pessoas não querem ser amigas, querem TER amigos, e assim vivem de empobrecidas e dispensáveis amizades convenientes.

O amigo não se afasta porque começou a namorar. O amigo não se afasta porque mudou de trabalho, de cidade, de país. Afasta-se, sim, porque adquiriu interesses divergentes ou simplesmente porque aquela pessoa, antes amiga, deixou de valer a pena… Quer seja porque essa pessoa o decepcionou, quer seja porque ela deixou de ser importante.

O amigo não rouba as suas idéias, a sua paquerinha ou o seu pingente de estimação. O amigo te motiva sempre a crescer, te dá segurança para ser confidente, e com isso consegue aquecer o seu coração. A amizade é fonte de alegria e satisfação, jamais de rancores ou cobranças.

O que eu aprendi sobre a amizade é que as pessoas entram e saem da nossa vida, e o que importa é aprender com essa convivência, mesmo que ela seja curta ou dolorosa. E quando chega a hora de uma pessoa sair da nossa vida, devemos permitir que ela se vá, sem mágoas, sem ressentimentos, mas com o desejo sincero de que ela seja feliz, até sem a nossa companhia.

Ao meu ver, esse é o verdadeiro sentido da amizade: um sentimento de bem querer que não espera nada em troca, mas que tem a certeza de que deu tudo o que queria receber.

Bela

Fora de Órbita

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Situação # 1
8h – Sentado calmamente em sua mesa de trabalho, está o escrivão.
– 5ª feira… Hoje só tenho 564.782 processos do Dr. Fulano da Silva para fazer movimentação no sistema. Ainda bem que o Fórum só abre ao meio dia, porque hoje o dia promete…

8h39min
– Pronto, agora só falta o 564.782º processo para cadastrar no sistema, aí eu salvo tudo e … lçAKSD~oai iaosaOP ????? )!*#&§~/*&#$%¨*???

Situação #2
8h – Sentada loucamente em cima do computador da escrivaninha do escritório, após consumir 2 litros de café e uma pet de coca-cola…
– Matiiiiiillllldeeeee! PelamordeDeus! Coloca aí na porta da minha sala a plaquinha de “hoje eu não estou para brincadeiras” que eu estou com a macaca!!! Tenho um júri dificílimo hoje às 9h e ainda não terminei de me preparar…
– Sim Senhora, Dra. Mirandinha…. ah, e bom dia pra senhora também…
tec tec tec tec tetetetec tec tec tetectectec tec

8h39min
– Pronto, agora só falta a 564.782ª linha da minha alegação final, aí eu já salvo tudo e … lçAKSD~oai iaosaOP ????? )!*#&§~/*&#$%¨*???
– Matiiiiiillllldeeeee!

Situação #3
8h34min
– ?
– Ciclana Bragança e Moura, 23° Andar, consultório do Dr. Ypsylone de Sá.
– Pode subir. O elevador fica no corredor, à direita.
8h36min
– … Ai não sei porque este Dr. Ypssylone tem que ter consultório logo no último andar do prédio, e eu ainda tenho que subir de elevador… Como se não bastasse o meu medo de altura, ainda tenho claustrofobia… Ah, bom, pelo menos ele prometeu me curar, então tenho que passar por isso e…
– Tá falando comigo, dona?
– Ahn? Ah, não, tava só pensando alto. Ai meu Deus, agora, além de claustrofóbica e acrofóbica, ainda vão pensar que eu sou louca…
– Quê?
– Não, nada não. Ai meu Deus, e esse elevador que não chega…
8h38min
– 4º Andar, subindo.
8h39min
lçAKSD~oai iaosaOP ????? )!*#&§~/*&#$%¨*???

Identificou-se com uma das situações acima? Não? Bom, mas se isso não aconteceu com você hoje, considere-se uma pessoa de sorte, pois o que os físicos e estudiosos prometiam era que hoje, às 8h39min13seg a órbita da Terra iria mudar!
Como?

Hoje, além do Dia Mundial da Amizade (oh, que legal), foi o WORLD’S JUMP DAY! Ou seja, Dia do Pulo Mundial! 600 milhões de pessoas no mundo pulando no mesmo horário, na mesma direção (só não me pergunte como!?), fariam, teoricamente, nosso planeta mudar de órbita e, pasmem, afastando-se um pouco do Sol e pra completar, “resolvendo todos os problemas causados pelo aquecimento global” (tsc).

Balela ou não, que tal adotarmos o “The Candidate’s head jump day”?. Pode ser em Outubro deste ano, deixa ver… dia 1º tá bom?…

Ahhhh, agora ficou curioso? Então aproveita que
HEAD em inglês siginifica CABEÇA e corre lá no PRAS CABEÇAS (eita trocadilho, heim???) e descobre, tá?

Beijos,

Ana.