Arquivo da categoria: Causos

Aaaaahhhhhhhh!!!

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Fenômeno

Ronaldo realmente desencantou, e encantou o Brasil, a Seleção, o mundo… Nascido para jogar, nascido para fazer gols! Ronaldo será o maior artilheiro de Copas do Mundo da história! Quem falou mal dele, pode calar a boca agora… Eu, sempre tive esperanças!

E agora pode vir GANA, no pior horário que um jogo de futebol de quartas de final poderia ser…

Juninho e Ronaldo

Brasil: “RUMUAL ÉKISSA”!

Ana.

Superstições

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A fé e as crenças são boas, mas até certo ponto. O problema é que no futebol, tem gente que exagera… e só usa a mesma camisa e a mesma meia em todos os jogos da Copa, sem nem lavar, pra não “tirar a sorte”. (Coitado de quem senta ao lado do fedido…) 😛

E por falar em superstição, tive uma colega de trabalho que era atleticana-doente, a ponto de se considerar uma pé-fria só porque uma única vez foi ao Mineirão e deu azar; e ela acreditava tanto nisso que, apesar de amar assistir jogos de futebol no Mineirão, pela televisão ou pelo rádio, quando era jogo do Atlético ela desligava tudo e se trancava em casa, pra “não dar azar pro time”, e só queria saber do resultado após o final do jogo! Este negócio de “pé-frio” é complicado…

Meus irmãos, atleticanos-doentes também, não perdiam um jogo sequer, sempre iam ao Mineirão ou Independência ver o Galo jogar, montaram até uma torcida (des)organizada – a MADRUGALO, que tinha o “Sêo Madruga”, do “Chaves”, como mascote – e davam um jeito de ir ao campo uniformizados. Meu namorado caiu na deles, mas deu azar: em todas as vezes em que foram juntos pro Mineirão, o Atlético perdeu. Resultado: um título de pé-frio e a proibição de assistir aos jogos (pelo menos com meus irmãos)! Pois é, né, cunhado tem que obedecer!
Mas como eu ia dizendo, as pessoas fazem de tudo que pra “chamar a sorte”, pra manter aquele fio de esperança na superstição que inventam, e a época de Copa do Mundo é muito propícia ao acontecimento de coisas desse tipo. Vejam o que chegou até mim por e-mail:

– O Brasil ganhou a Copa do Mundo em 1994, antes disso, sua última conquista do título foi em 1970. Se você somar 1970 + 1994 =3964.

– A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes que isso só em 1978. Somando 1978 + 1986 = 3964.

– Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974.
Somando 1990 + 1974 = 3964.
– Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa o mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: 3964 -2002 = 1962. E o ganhador da copa em 1962? Brasil!!!
Realmente, a numerologia parece funcionar…

E quem venceria a copa do mundo de 2006?
– Resposta: 3964 – 2006 = 1958; e quem ganhou em 1958?…. Putz , foi o Brasil!!!

Se for assim…

PODEM ENCOMENDAR A CERVEJA, O HEXA É NOSSO !!!!

Ana.

Superstições

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A fé e as crenças são boas, mas até certo ponto. O problema é que no futebol, tem gente que exagera… e só usa a mesma camisa e a mesma meia em todos os jogos da Copa, sem nem lavar, pra não “tirar a sorte”. (Coitado de quem senta ao lado do fedido…) 😛

E por falar em superstição, tive uma colega de trabalho que era atleticana-doente, a ponto de se considerar uma pé-fria só porque uma única vez foi ao Mineirão e deu azar; e ela acreditava tanto nisso que, apesar de amar assistir jogos de futebol no Mineirão, pela televisão ou pelo rádio, quando era jogo do Atlético ela desligava tudo e se trancava em casa, pra “não dar azar pro time”, e só queria saber do resultado após o final do jogo! Este negócio de “pé-frio” é complicado…

Meus irmãos, atleticanos-doentes também, não perdiam um jogo sequer, sempre iam ao Mineirão ou Independência ver o Galo jogar, montaram até uma torcida (des)organizada – a MADRUGALO, que tinha o “Sêo Madruga”, do “Chaves”, como mascote – e davam um jeito de ir ao campo uniformizados. Meu namorado caiu na deles, mas deu azar: em todas as vezes em que foram juntos pro Mineirão, o Atlético perdeu. Resultado: um título de pé-frio e a proibição de assistir aos jogos (pelo menos com meus irmãos)! Pois é, né, cunhado tem que obedecer!
Mas como eu ia dizendo, as pessoas fazem de tudo que pra “chamar a sorte”, pra manter aquele fio de esperança na superstição que inventam, e a época de Copa do Mundo é muito propícia ao acontecimento de coisas desse tipo. Vejam o que chegou até mim por e-mail:

– O Brasil ganhou a Copa do Mundo em 1994, antes disso, sua última conquista do título foi em 1970. Se você somar 1970 + 1994 =3964.

– A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes que isso só em 1978. Somando 1978 + 1986 = 3964.

– Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974.
Somando 1990 + 1974 = 3964.
– Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa o mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: 3964 -2002 = 1962. E o ganhador da copa em 1962? Brasil!!!
Realmente, a numerologia parece funcionar…

E quem venceria a copa do mundo de 2006?
– Resposta: 3964 – 2006 = 1958; e quem ganhou em 1958?…. Putz , foi o Brasil!!!

Se for assim…

PODEM ENCOMENDAR A CERVEJA, O HEXA É NOSSO !!!!

Ana.

Superstições

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A fé e as crenças são boas, mas até certo ponto. O problema é que no futebol, tem gente que exagera… e só usa a mesma camisa e a mesma meia em todos os jogos da Copa, sem nem lavar, pra não “tirar a sorte”. (Coitado de quem senta ao lado do fedido…) 😛

E por falar em superstição, tive uma colega de trabalho que era atleticana-doente, a ponto de se considerar uma pé-fria só porque uma única vez foi ao Mineirão e deu azar; e ela acreditava tanto nisso que, apesar de amar assistir jogos de futebol no Mineirão, pela televisão ou pelo rádio, quando era jogo do Atlético ela desligava tudo e se trancava em casa, pra “não dar azar pro time”, e só queria saber do resultado após o final do jogo! Este negócio de “pé-frio” é complicado…

Meus irmãos, atleticanos-doentes também, não perdiam um jogo sequer, sempre iam ao Mineirão ou Independência ver o Galo jogar, montaram até uma torcida (des)organizada – a MADRUGALO, que tinha o “Sêo Madruga”, do “Chaves”, como mascote – e davam um jeito de ir ao campo uniformizados. Meu namorado caiu na deles, mas deu azar: em todas as vezes em que foram juntos pro Mineirão, o Atlético perdeu. Resultado: um título de pé-frio e a proibição de assistir aos jogos (pelo menos com meus irmãos)! Pois é, né, cunhado tem que obedecer!
Mas como eu ia dizendo, as pessoas fazem de tudo que pra “chamar a sorte”, pra manter aquele fio de esperança na superstição que inventam, e a época de Copa do Mundo é muito propícia ao acontecimento de coisas desse tipo. Vejam o que chegou até mim por e-mail:

– O Brasil ganhou a Copa do Mundo em 1994, antes disso, sua última conquista do título foi em 1970. Se você somar 1970 + 1994 =3964.

– A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes que isso só em 1978. Somando 1978 + 1986 = 3964.

– Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974.
Somando 1990 + 1974 = 3964.
– Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa o mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: 3964 -2002 = 1962. E o ganhador da copa em 1962? Brasil!!!
Realmente, a numerologia parece funcionar…

E quem venceria a copa do mundo de 2006?
– Resposta: 3964 – 2006 = 1958; e quem ganhou em 1958?…. Putz , foi o Brasil!!!

Se for assim…

PODEM ENCOMENDAR A CERVEJA, O HEXA É NOSSO !!!!

Ana.

Valeu a pena, valeu a pena, valeu a pena!!!

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Brasileiros natos e de coração torceram e vibraram no domingão. Depois de um jogo de estréia com poucos lances legais e apenas um gol, o Brasil deu show no segundo jogo. Alguns acham que o placar poderia ser melhor, mas como digo e repito: “vencer é o mais importante”.

Lances do Ronaldo Fenômeno, do Kaká e cia animaram os torcedores que lotaram as ruas de todas as cidades do Brasil. Os gols de Adriano e Fred fecharam o jogo em grande estilo, tudo bem que o Kaká podia ter finalizado melhor aquele último lance, mas valeu a pena!

Alguns dizem que não podemos torcer com tanta certeza de que seremos campeões, há outros times bons por ai, a Argentina tem mostrado muito trabalho e o craque Maradona até assistiu o jogo do Brasil, será um espião??? Ah, mas digam o que quiserem, só o Brasil pode ser “HEXA”! E eu estou apostando que será!!!

Além disso, tudo é motivo de comemoração neste país. Os dias de jogos são quase feriados nacionais, as ruas lotadas, bandeiras estiradas, preparativos, torcida unida e muito, muito barulho!

Lá vem o Japão na próxima quinta-feira, mas como a classificação para as oitavas de final já está certa, o jogo terá menos tensão. Tensão? Você conhece algum torcedor que não esteja com as unhas roídas? E o coração apertado?

É isso ai, temos que torcer, temos que vibrar, mas sem esquecer que a vida continua, que temos que trabalhar, estudar, viver. Mesmo na euforia não vamos esquecer os acontecimentos políticos, econômicos, sociais, etc. E com isso quero lembrar da figura ímpar que foi o querido Bussunda: esteve na Copa, participou de brincadeiras com a Seleção e vai ver o Brasil ser Hexa junto de Deus.

Obrigada por nos divertir com seu humor e irreverência!

Valeu a pena, valeu a pena, valeu a pena!!!

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Brasileiros natos e de coração torceram e vibraram no domingão. Depois de um jogo de estréia com poucos lances legais e apenas um gol, o Brasil deu show no segundo jogo. Alguns acham que o placar poderia ser melhor, mas como digo e repito: “vencer é o mais importante”.

Lances do Ronaldo Fenômeno, do Kaká e cia animaram os torcedores que lotaram as ruas de todas as cidades do Brasil. Os gols de Adriano e Fred fecharam o jogo em grande estilo, tudo bem que o Kaká podia ter finalizado melhor aquele último lance, mas valeu a pena!

Alguns dizem que não podemos torcer com tanta certeza de que seremos campeões, há outros times bons por ai, a Argentina tem mostrado muito trabalho e o craque Maradona até assistiu o jogo do Brasil, será um espião??? Ah, mas digam o que quiserem, só o Brasil pode ser “HEXA”! E eu estou apostando que será!!!

Além disso, tudo é motivo de comemoração neste país. Os dias de jogos são quase feriados nacionais, as ruas lotadas, bandeiras estiradas, preparativos, torcida unida e muito, muito barulho!

Lá vem o Japão na próxima quinta-feira, mas como a classificação para as oitavas de final já está certa, o jogo terá menos tensão. Tensão? Você conhece algum torcedor que não esteja com as unhas roídas? E o coração apertado?

É isso ai, temos que torcer, temos que vibrar, mas sem esquecer que a vida continua, que temos que trabalhar, estudar, viver. Mesmo na euforia não vamos esquecer os acontecimentos políticos, econômicos, sociais, etc. E com isso quero lembrar da figura ímpar que foi o querido Bussunda: esteve na Copa, participou de brincadeiras com a Seleção e vai ver o Brasil ser Hexa junto de Deus.

Obrigada por nos divertir com seu humor e irreverência!

Valeu a pena, valeu a pena, valeu a pena!!!

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Brasileiros natos e de coração torceram e vibraram no domingão. Depois de um jogo de estréia com poucos lances legais e apenas um gol, o Brasil deu show no segundo jogo. Alguns acham que o placar poderia ser melhor, mas como digo e repito: “vencer é o mais importante”.

Lances do Ronaldo Fenômeno, do Kaká e cia animaram os torcedores que lotaram as ruas de todas as cidades do Brasil. Os gols de Adriano e Fred fecharam o jogo em grande estilo, tudo bem que o Kaká podia ter finalizado melhor aquele último lance, mas valeu a pena!

Alguns dizem que não podemos torcer com tanta certeza de que seremos campeões, há outros times bons por ai, a Argentina tem mostrado muito trabalho e o craque Maradona até assistiu o jogo do Brasil, será um espião??? Ah, mas digam o que quiserem, só o Brasil pode ser “HEXA”! E eu estou apostando que será!!!

Além disso, tudo é motivo de comemoração neste país. Os dias de jogos são quase feriados nacionais, as ruas lotadas, bandeiras estiradas, preparativos, torcida unida e muito, muito barulho!

Lá vem o Japão na próxima quinta-feira, mas como a classificação para as oitavas de final já está certa, o jogo terá menos tensão. Tensão? Você conhece algum torcedor que não esteja com as unhas roídas? E o coração apertado?

É isso ai, temos que torcer, temos que vibrar, mas sem esquecer que a vida continua, que temos que trabalhar, estudar, viver. Mesmo na euforia não vamos esquecer os acontecimentos políticos, econômicos, sociais, etc. E com isso quero lembrar da figura ímpar que foi o querido Bussunda: esteve na Copa, participou de brincadeiras com a Seleção e vai ver o Brasil ser Hexa junto de Deus.

Obrigada por nos divertir com seu humor e irreverência!

Estranhices e Mesmices

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Os Máskaras
Como se já não bastasse o fato de serem 22 jogadores em campo para apenas 01 bola, somente 2 deles poderem usar as mãos durante o jogo, na maioria das vezes somente ocorrer 01 gol por partida, os estádios ficarem sempre lotados por fanáticos de todos os tipos e classes, fantasiados ou não, e ainda por cima, a gente ter que torcer para multimilhonários que aos vinte e poucos anos já ganharam mais dinheiro que você jamais verá numa vida inteira de trabalho árduo… Há mais coisas estranhas no futebol do que sequer imagina a nossa vã filosofia…

A fim de que este papo não dure muito, falemos então sobre o vocabulário futebolístico. Você, cara leitora, que nunca entende o que os narradores falam, todos aqueles termos e expressões estranhas, jargões repetidos a cada jogo, a cada entrevista… Aproveite para ler aqui tudo aquilo que você nunca entendeu no vocabulário do futebol e nunca teve coragem de perguntar:

* “É lá que a coruja dorme!” – O mesmo que “No ângulo!”, ou seja, a bola segue seu curso e entra para o gol bem rente à trave, no canto superior do gol. Imagine onde dorme uma corujinha? No cantinho (= ângulo) de um galho (=trave).
* “No pau!” – Ocorre quando o jogador chuta a bola em direção ao gol, mas acerta a mira bem naquele lugar… Na trave do gol, oras! O mesmo que “Na trave!”.
* “1º pau” – A primeira trave do gol que se vê da cobrança de escanteio, aquela que está mais próxima do jogador que faz a cobraça do corner.
* “2º pau” – A segunda trave do gol que se vê da cobrança de escanteio, aquela que está mais longe do jogador que faz a cobraça do corner, ou seja, depois do primeiro pau e do goleiro, que normalmente posiciona-se entre as duas traves.
* “Na banheira” – A banheira fica dentro da grande área, em frente ao gol. É também conhecida como “pequena área”. Por estar muito próxima do gol, quando um jogador se encontra com a bola nos pés dentro da banheira, é muito difícil que o mesmo erre o gol. Eu disse muito difícil, no entanto, é plenamente possível.
* “Toque de trivela” – Quando o jogador toca na bola para fazer um passe ou chute ao gol, e para isso utiliza 3 dedos do pé, suas “três velas” (= trivela). Isso faz com que a trajetória da bola ganhe mais efeito.
* “Gol de placa” – Esta expressão é tão comum, está até em letra de música. Mas o “gol de placa” não é uma forma de fazer gol, como o “gol de bicicleta”, como pode parecer. O “gol de placa” é um gol tão bonito, tão histórico – pode inclusive até ter sido feito “de bicicleta” – que pode até ganhar uma PLACA no estádio em que ele se realizou!
* “Futebol é uma caixinha de surpresas” – Acho que não há um jogo sequer que não se escute pelo menos 01 vez esta frase. No entanto, não merece maiores delongas, pois é auto-explicativa.
* “Penalidade máxima” – Quando o juiz marca o famoso, querido por uns, odiado por outros, Pênalti.
* “Chapelou o goleiro” – O jogador atacante chuta a bola por cima do goleiro (ou outro jogador) adversário, e a busca do outro lado, uma bonita jogada que, infelizmente, é tão rara, já que a violência impera no futebol da atualidade…
* “Drible da vaca” – Mais uma jogada bonita, que não é qualquer jogador que consegue fazer, já que exige precisão de movimentos, arrancada em velocidade e um toque de sorte. O jogador atacante chuta a bola para um lado, e corre para o outro, dando a volta pelo jogador adversário, e correndo para buscar a bola do outro lado. É como se ele desse um passe para si mesmo.
* “A bola é redonda.” – Outra frase clássica, porém sábia. Se pensarmos bem, é claro que a bola é redonda, no entanto, o próprio fato de ela ser esférica, faz com que não tenha nem norte, nem sul, nem leste, nem oeste. Isto significa que não se pode prever o resultado de um jogo, não existe favoritismo no futebol. Ganha o jogo quem joga melhor e pronto.
* “O jogo dura 90 minutos.” – Óbvio, não? Nem tanto. Chama a atenção para o fato de que não ganha o jogo o time que joga bem 20 minutos, ou apenas um tempo de 45 min. O jogo é composto por 02 tempos de 45 min cada, e é preciso lutar durante os 90 minutos em campo para segurar um resultado, virar o jogo, ou ganhar uma partida.
* “Olé!” – A torcida grita “Olé” exaltando os movimentos dos jogadores em campo, como se estivessem humilhando o adversário, dando “olé”, sendo infinitamente melhores. Derivou-se das Touradas espanholas, quando os espectadores gritavam “Olé!” sempre que o toureiro driblava o touro.
* “Ôôôôôôlaaaaa!” – Significa “onda” em espanhol, é a festa da torcida, que enfeita o estádio e se anima, formando um verdadeiro mar humano de paixão, sofrimento e exaltação ao futebol…

E por falar nela… Olha a Ôla aí!

Olha a Ôla aê!

Olééééé! pois foi o que fez o time da Argentina hoje,
ao ganhar de 6 a 0 da Sérvia e Montenegro…

E que venha a Austrália, domingo 13 horas!

Beijos,

Ana.

Estranhices e Mesmices

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Os Máskaras
Como se já não bastasse o fato de serem 22 jogadores em campo para apenas 01 bola, somente 2 deles poderem usar as mãos durante o jogo, na maioria das vezes somente ocorrer 01 gol por partida, os estádios ficarem sempre lotados por fanáticos de todos os tipos e classes, fantasiados ou não, e ainda por cima, a gente ter que torcer para multimilhonários que aos vinte e poucos anos já ganharam mais dinheiro que você jamais verá numa vida inteira de trabalho árduo… Há mais coisas estranhas no futebol do que sequer imagina a nossa vã filosofia…

A fim de que este papo não dure muito, falemos então sobre o vocabulário futebolístico. Você, cara leitora, que nunca entende o que os narradores falam, todos aqueles termos e expressões estranhas, jargões repetidos a cada jogo, a cada entrevista… Aproveite para ler aqui tudo aquilo que você nunca entendeu no vocabulário do futebol e nunca teve coragem de perguntar:

* “É lá que a coruja dorme!” – O mesmo que “No ângulo!”, ou seja, a bola segue seu curso e entra para o gol bem rente à trave, no canto superior do gol. Imagine onde dorme uma corujinha? No cantinho (= ângulo) de um galho (=trave).
* “No pau!” – Ocorre quando o jogador chuta a bola em direção ao gol, mas acerta a mira bem naquele lugar… Na trave do gol, oras! O mesmo que “Na trave!”.
* “1º pau” – A primeira trave do gol que se vê da cobrança de escanteio, aquela que está mais próxima do jogador que faz a cobraça do corner.
* “2º pau” – A segunda trave do gol que se vê da cobrança de escanteio, aquela que está mais longe do jogador que faz a cobraça do corner, ou seja, depois do primeiro pau e do goleiro, que normalmente posiciona-se entre as duas traves.
* “Na banheira” – A banheira fica dentro da grande área, em frente ao gol. É também conhecida como “pequena área”. Por estar muito próxima do gol, quando um jogador se encontra com a bola nos pés dentro da banheira, é muito difícil que o mesmo erre o gol. Eu disse muito difícil, no entanto, é plenamente possível.
* “Toque de trivela” – Quando o jogador toca na bola para fazer um passe ou chute ao gol, e para isso utiliza 3 dedos do pé, suas “três velas” (= trivela). Isso faz com que a trajetória da bola ganhe mais efeito.
* “Gol de placa” – Esta expressão é tão comum, está até em letra de música. Mas o “gol de placa” não é uma forma de fazer gol, como o “gol de bicicleta”, como pode parecer. O “gol de placa” é um gol tão bonito, tão histórico – pode inclusive até ter sido feito “de bicicleta” – que pode até ganhar uma PLACA no estádio em que ele se realizou!
* “Futebol é uma caixinha de surpresas” – Acho que não há um jogo sequer que não se escute pelo menos 01 vez esta frase. No entanto, não merece maiores delongas, pois é auto-explicativa.
* “Penalidade máxima” – Quando o juiz marca o famoso, querido por uns, odiado por outros, Pênalti.
* “Chapelou o goleiro” – O jogador atacante chuta a bola por cima do goleiro (ou outro jogador) adversário, e a busca do outro lado, uma bonita jogada que, infelizmente, é tão rara, já que a violência impera no futebol da atualidade…
* “Drible da vaca” – Mais uma jogada bonita, que não é qualquer jogador que consegue fazer, já que exige precisão de movimentos, arrancada em velocidade e um toque de sorte. O jogador atacante chuta a bola para um lado, e corre para o outro, dando a volta pelo jogador adversário, e correndo para buscar a bola do outro lado. É como se ele desse um passe para si mesmo.
* “A bola é redonda.” – Outra frase clássica, porém sábia. Se pensarmos bem, é claro que a bola é redonda, no entanto, o próprio fato de ela ser esférica, faz com que não tenha nem norte, nem sul, nem leste, nem oeste. Isto significa que não se pode prever o resultado de um jogo, não existe favoritismo no futebol. Ganha o jogo quem joga melhor e pronto.
* “O jogo dura 90 minutos.” – Óbvio, não? Nem tanto. Chama a atenção para o fato de que não ganha o jogo o time que joga bem 20 minutos, ou apenas um tempo de 45 min. O jogo é composto por 02 tempos de 45 min cada, e é preciso lutar durante os 90 minutos em campo para segurar um resultado, virar o jogo, ou ganhar uma partida.
* “Olé!” – A torcida grita “Olé” exaltando os movimentos dos jogadores em campo, como se estivessem humilhando o adversário, dando “olé”, sendo infinitamente melhores. Derivou-se das Touradas espanholas, quando os espectadores gritavam “Olé!” sempre que o toureiro driblava o touro.
* “Ôôôôôôlaaaaa!” – Significa “onda” em espanhol, é a festa da torcida, que enfeita o estádio e se anima, formando um verdadeiro mar humano de paixão, sofrimento e exaltação ao futebol…

E por falar nela… Olha a Ôla aí!

Olha a Ôla aê!

Olééééé! pois foi o que fez o time da Argentina hoje,
ao ganhar de 6 a 0 da Sérvia e Montenegro…

E que venha a Austrália, domingo 13 horas!

Beijos,

Ana.

Estranhices e Mesmices

Padrão
Os Máskaras
Como se já não bastasse o fato de serem 22 jogadores em campo para apenas 01 bola, somente 2 deles poderem usar as mãos durante o jogo, na maioria das vezes somente ocorrer 01 gol por partida, os estádios ficarem sempre lotados por fanáticos de todos os tipos e classes, fantasiados ou não, e ainda por cima, a gente ter que torcer para multimilhonários que aos vinte e poucos anos já ganharam mais dinheiro que você jamais verá numa vida inteira de trabalho árduo… Há mais coisas estranhas no futebol do que sequer imagina a nossa vã filosofia…

A fim de que este papo não dure muito, falemos então sobre o vocabulário futebolístico. Você, cara leitora, que nunca entende o que os narradores falam, todos aqueles termos e expressões estranhas, jargões repetidos a cada jogo, a cada entrevista… Aproveite para ler aqui tudo aquilo que você nunca entendeu no vocabulário do futebol e nunca teve coragem de perguntar:

* “É lá que a coruja dorme!” – O mesmo que “No ângulo!”, ou seja, a bola segue seu curso e entra para o gol bem rente à trave, no canto superior do gol. Imagine onde dorme uma corujinha? No cantinho (= ângulo) de um galho (=trave).
* “No pau!” – Ocorre quando o jogador chuta a bola em direção ao gol, mas acerta a mira bem naquele lugar… Na trave do gol, oras! O mesmo que “Na trave!”.
* “1º pau” – A primeira trave do gol que se vê da cobrança de escanteio, aquela que está mais próxima do jogador que faz a cobraça do corner.
* “2º pau” – A segunda trave do gol que se vê da cobrança de escanteio, aquela que está mais longe do jogador que faz a cobraça do corner, ou seja, depois do primeiro pau e do goleiro, que normalmente posiciona-se entre as duas traves.
* “Na banheira” – A banheira fica dentro da grande área, em frente ao gol. É também conhecida como “pequena área”. Por estar muito próxima do gol, quando um jogador se encontra com a bola nos pés dentro da banheira, é muito difícil que o mesmo erre o gol. Eu disse muito difícil, no entanto, é plenamente possível.
* “Toque de trivela” – Quando o jogador toca na bola para fazer um passe ou chute ao gol, e para isso utiliza 3 dedos do pé, suas “três velas” (= trivela). Isso faz com que a trajetória da bola ganhe mais efeito.
* “Gol de placa” – Esta expressão é tão comum, está até em letra de música. Mas o “gol de placa” não é uma forma de fazer gol, como o “gol de bicicleta”, como pode parecer. O “gol de placa” é um gol tão bonito, tão histórico – pode inclusive até ter sido feito “de bicicleta” – que pode até ganhar uma PLACA no estádio em que ele se realizou!
* “Futebol é uma caixinha de surpresas” – Acho que não há um jogo sequer que não se escute pelo menos 01 vez esta frase. No entanto, não merece maiores delongas, pois é auto-explicativa.
* “Penalidade máxima” – Quando o juiz marca o famoso, querido por uns, odiado por outros, Pênalti.
* “Chapelou o goleiro” – O jogador atacante chuta a bola por cima do goleiro (ou outro jogador) adversário, e a busca do outro lado, uma bonita jogada que, infelizmente, é tão rara, já que a violência impera no futebol da atualidade…
* “Drible da vaca” – Mais uma jogada bonita, que não é qualquer jogador que consegue fazer, já que exige precisão de movimentos, arrancada em velocidade e um toque de sorte. O jogador atacante chuta a bola para um lado, e corre para o outro, dando a volta pelo jogador adversário, e correndo para buscar a bola do outro lado. É como se ele desse um passe para si mesmo.
* “A bola é redonda.” – Outra frase clássica, porém sábia. Se pensarmos bem, é claro que a bola é redonda, no entanto, o próprio fato de ela ser esférica, faz com que não tenha nem norte, nem sul, nem leste, nem oeste. Isto significa que não se pode prever o resultado de um jogo, não existe favoritismo no futebol. Ganha o jogo quem joga melhor e pronto.
* “O jogo dura 90 minutos.” – Óbvio, não? Nem tanto. Chama a atenção para o fato de que não ganha o jogo o time que joga bem 20 minutos, ou apenas um tempo de 45 min. O jogo é composto por 02 tempos de 45 min cada, e é preciso lutar durante os 90 minutos em campo para segurar um resultado, virar o jogo, ou ganhar uma partida.
* “Olé!” – A torcida grita “Olé” exaltando os movimentos dos jogadores em campo, como se estivessem humilhando o adversário, dando “olé”, sendo infinitamente melhores. Derivou-se das Touradas espanholas, quando os espectadores gritavam “Olé!” sempre que o toureiro driblava o touro.
* “Ôôôôôôlaaaaa!” – Significa “onda” em espanhol, é a festa da torcida, que enfeita o estádio e se anima, formando um verdadeiro mar humano de paixão, sofrimento e exaltação ao futebol…

E por falar nela… Olha a Ôla aí!

Olha a Ôla aê!

Olééééé! pois foi o que fez o time da Argentina hoje,
ao ganhar de 6 a 0 da Sérvia e Montenegro…

E que venha a Austrália, domingo 13 horas!

Beijos,

Ana.