Arquivo da categoria: Causos

Esdrúxulo? Vocês acham?

Padrão

Será que é esdrúxulo?

Esdrúxulo? O quê?

Advinha?

DO-NÁ-RI-A. Isso aí, meu nome. Nossa, quantas vezes respondi em tom baixíssimo quando perguntavam meu nome… Morria de vergonha! Somente eu e minha vovó tivemos o “desprazer” de ter um nome tão diferente (pensava eu).
Lá em Cipotânea, minha vó é conhecida por todos. Ela é figura importante na cidade. Foi ela a primeira diretora formada, da primeira (e única) escola estadual que tem na cidade, que eu me formei e minha mãe deu aula.
Como a única pessoa que conheço com esse nome é a minha vó, sempre associei que era nome de velha. Isso não é coisa da minha cabeça não, até hoje, pelo telefone, algumas pessoas (desconhecidas) me chamam de senhora… fico p. da vida.
Minha vovó tem descendência italiana, por isso o nome. Mas, na verdade, segundo aqueles livrinhos de nome, Donária vem do latim que significa: “presente, dádiva”! E segundo algumas crenças, Donária era uma deusa grega que foi para o Sul da Itália. A família de minha vó veio da Sicília (Sul da Itália). Coincidência, não!?

Nossa, com tantos elogios: dádiva, presente, deusa…ulalá… Tô importante demais da conta! Mas, mesmo assim, não gostava muito.
Aprendi a gostar do meu nome: acho legal, tem fundamento, um porquê. Hoje falo com bastante orgulho, e nem ligo quando as pessoas brincam: canária, otária, doriana, Dona Maria…
Gosto mais ainda depois da crônica do Ziraldo, que foi publicada no Caderno de Cultura do Estado de Minas na última sexta-feira (05/11/2004). O título é “Uma Krônika Karinhosa(clique aqui para ler o texto na íntegra, no Acrobat Reader). Amo o Ziraldo, além de ser mineiro, é um excelente desenhista e escritor.
“Ter o nome que meu pai inventou pra mim não me fazia sentir diferente. Até um dia em que, numa escola de SP, estando a dar autógrafos, perguntei a um dos meninos seu nome e ele disse: “Schenazzi, com SC e dois ZZ”. Eu disse: “Isto é seu sobrenome, rapaz, quero saber o seu nome.” E ele: “Bota Schenazzi, pô, se não ninguém vai saber que é pra mim. Eu me chamo Bruno, mas tem mais de cem Brunos aqui nesta escola, caramba!” E tinha outros tantos Andrés, e Fredericos, os nomes da moda na época.” (Ziraldo)
Apesar do meu nome não ter sido inventado, acho-o único, porque não foi nada de modismo, foi uma homenagem. Não uma homenagem à cantores, poetas, artistas, e sim, uma homenagem simples a uma das pessoas que mais amo nesta vida. E confesso: tem um belo nome: Donária!

Mas quando estou em lugares agitados, com música alta, para facilitar prefiro falar Dô, porque, caso contrário, corro o risco de ficar de ficar metade da noite repetindo e explicando o meu nome, e a outra metade aguentando risadinhas e erros, ai, é um saco!!!
Às vezes, falo que me chamo Maria, porque é simples e fácil. E a pessoas ficam insistindo: “Só Maria?” . Aí eu falo: “Sim”. Elas não acreditam e perguntam de novo. Quando resolvo falar a verdade, só ouço isso: “Pô garota pára de fazer hora com a minha cara com esse nome esdrúxulo aí!” Se é simples, não acreditam. Se é complicado, acreditam menos ainda…

Beijos da DONÁRIA!



Menino Maluquinho, by Ziraldo.

Esdrúxulo? Vocês acham?

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Será que é esdrúxulo?

Esdrúxulo? O quê?

Advinha?

DO-NÁ-RI-A. Isso aí, meu nome. Nossa, quantas vezes respondi em tom baixíssimo quando perguntavam meu nome… Morria de vergonha! Somente eu e minha vovó tivemos o “desprazer” de ter um nome tão diferente (pensava eu).
Lá em Cipotânea, minha vó é conhecida por todos. Ela é figura importante na cidade. Foi ela a primeira diretora formada, da primeira (e única) escola estadual que tem na cidade, que eu me formei e minha mãe deu aula.
Como a única pessoa que conheço com esse nome é a minha vó, sempre associei que era nome de velha. Isso não é coisa da minha cabeça não, até hoje, pelo telefone, algumas pessoas (desconhecidas) me chamam de senhora… fico p. da vida.
Minha vovó tem descendência italiana, por isso o nome. Mas, na verdade, segundo aqueles livrinhos de nome, Donária vem do latim que significa: “presente, dádiva”! E segundo algumas crenças, Donária era uma deusa grega que foi para o Sul da Itália. A família de minha vó veio da Sicília (Sul da Itália). Coincidência, não!?

Nossa, com tantos elogios: dádiva, presente, deusa…ulalá… Tô importante demais da conta! Mas, mesmo assim, não gostava muito.
Aprendi a gostar do meu nome: acho legal, tem fundamento, um porquê. Hoje falo com bastante orgulho, e nem ligo quando as pessoas brincam: canária, otária, doriana, Dona Maria…
Gosto mais ainda depois da crônica do Ziraldo, que foi publicada no Caderno de Cultura do Estado de Minas na última sexta-feira (05/11/2004). O título é “Uma Krônika Karinhosa(clique aqui para ler o texto na íntegra, no Acrobat Reader). Amo o Ziraldo, além de ser mineiro, é um excelente desenhista e escritor.
“Ter o nome que meu pai inventou pra mim não me fazia sentir diferente. Até um dia em que, numa escola de SP, estando a dar autógrafos, perguntei a um dos meninos seu nome e ele disse: “Schenazzi, com SC e dois ZZ”. Eu disse: “Isto é seu sobrenome, rapaz, quero saber o seu nome.” E ele: “Bota Schenazzi, pô, se não ninguém vai saber que é pra mim. Eu me chamo Bruno, mas tem mais de cem Brunos aqui nesta escola, caramba!” E tinha outros tantos Andrés, e Fredericos, os nomes da moda na época.” (Ziraldo)
Apesar do meu nome não ter sido inventado, acho-o único, porque não foi nada de modismo, foi uma homenagem. Não uma homenagem à cantores, poetas, artistas, e sim, uma homenagem simples a uma das pessoas que mais amo nesta vida. E confesso: tem um belo nome: Donária!

Mas quando estou em lugares agitados, com música alta, para facilitar prefiro falar Dô, porque, caso contrário, corro o risco de ficar de ficar metade da noite repetindo e explicando o meu nome, e a outra metade aguentando risadinhas e erros, ai, é um saco!!!
Às vezes, falo que me chamo Maria, porque é simples e fácil. E a pessoas ficam insistindo: “Só Maria?” . Aí eu falo: “Sim”. Elas não acreditam e perguntam de novo. Quando resolvo falar a verdade, só ouço isso: “Pô garota pára de fazer hora com a minha cara com esse nome esdrúxulo aí!” Se é simples, não acreditam. Se é complicado, acreditam menos ainda…

Beijos da DONÁRIA!



Menino Maluquinho, by Ziraldo.

Sabedoria de Mãe…

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Há algum tempo atrás, fiquei sabendo que a avó da Goretti faleceu, no alto de seus 102 anos. A Goretti é médica psiquiatra, é amiga e colega de trabalho de meu pai, como Preceptora da Residência em Psiquiatria Infantil do CPP (Centor PsicoPedagógico), da FHEMIG.
Tive a alegria de conhecer a Dona Maria Pena ainda em vida, em sua casa em Belo Horizonte, há uns 08 anos atrás ou mais. Na época, a vivacidade daquela velha senhora muito me impressionou, apesar de já estar um pouco doente, deitada na cama. Mas ela contava casos de sua juventude, que nos prendiam, e eu ficava só imaginando aquela época, e seus olhos tinham um brilho de vida que era impressionante. Imaginem o que é uma “menina” de 16 anos se sentar ao lado de uma pessoa que atravessou 1 século inteiro de vida!? Pura emoção…
Hoje eu li, por acaso, no e-mail de papai um e-mail muito emocionado que a Goretti mandou, e por curiosidade entrei no site de seu irmão, que conta um pouco sobre a história de Itapecerica-MG e sobre a “vó Maria Pena”.
Ela foi pessoa importante em Minas Gerais, a primeira mulher a ser eleita deputada no Estado, entrando para a vida política após o afastamento de seu marido, que também era pessoa pública e influente. Trinta anos antes de falecer, deixou uma carta escrita, endereçada aos filhos, que só poderia ser aberta na ocasião de seu falecimento. Ao ler tal fato, fiquei pensando como uma pessoa pode ser tão forte, e se doar tanto aos filhos, e ao mesmo tempo ser tão serena ao ponto de escrever, de forma maravilhosamente emocionante, sobre sua própria morte.
Este post é uma homenagem à Sra. Maria Pena, que muito significou, e ainda significa, na vida de Goretti, João Maurício, Luíza, Cândido e Ludmila. Mais ainda, uma homenagem a toda a família, que ela tão bem soube criar e passar os valores mais importantes que existem na vida, que é o amor ao próximo, o respeito e a união.
É uma homenagem também a minha avó Aparecida, que criou 9 filhos junto de vovô Ismael, dando-lhes todo o amor e carinho que uma mãe pode dar. Tenho a sorte de tê-los ainda comigo, brindando à vida e à alegria de viver com saúde e harmonia!
É… sabedoria de Mãe…
Um grande abraço a todos,
Ana Letícia.
“Quero um enterro simples aqui, ou onde morrer. O que tiver de ser gasto com a terra, deixem ao Abrigo dos Velhos em Itapecerica. Perdoem-me as faltas cometidas inadvertidamente, levando em conta o muito que os amei, como Mãe, sogra e avó. (…) Que Deus os abençôe, e que em mim possam continuar vivendo, se amando e se integrando.Obrigado,Mamãe.Janeiro de 74, na rua Cícero Ferreira.” (Maria Pena, em 1974)



Vovó Aparecida, ao teclado! (O vovô Ismael não está na foto pois foi ele que fez a fotografia…) Vó pianista e vô fotógrafo… Ô trem bão!

Sabedoria de Mãe…

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Há algum tempo atrás, fiquei sabendo que a avó da Goretti faleceu, no alto de seus 102 anos. A Goretti é médica psiquiatra, é amiga e colega de trabalho de meu pai, como Preceptora da Residência em Psiquiatria Infantil do CPP (Centor PsicoPedagógico), da FHEMIG.
Tive a alegria de conhecer a Dona Maria Pena ainda em vida, em sua casa em Belo Horizonte, há uns 08 anos atrás ou mais. Na época, a vivacidade daquela velha senhora muito me impressionou, apesar de já estar um pouco doente, deitada na cama. Mas ela contava casos de sua juventude, que nos prendiam, e eu ficava só imaginando aquela época, e seus olhos tinham um brilho de vida que era impressionante. Imaginem o que é uma “menina” de 16 anos se sentar ao lado de uma pessoa que atravessou 1 século inteiro de vida!? Pura emoção…
Hoje eu li, por acaso, no e-mail de papai um e-mail muito emocionado que a Goretti mandou, e por curiosidade entrei no site de seu irmão, que conta um pouco sobre a história de Itapecerica-MG e sobre a “vó Maria Pena”.
Ela foi pessoa importante em Minas Gerais, a primeira mulher a ser eleita deputada no Estado, entrando para a vida política após o afastamento de seu marido, que também era pessoa pública e influente. Trinta anos antes de falecer, deixou uma carta escrita, endereçada aos filhos, que só poderia ser aberta na ocasião de seu falecimento. Ao ler tal fato, fiquei pensando como uma pessoa pode ser tão forte, e se doar tanto aos filhos, e ao mesmo tempo ser tão serena ao ponto de escrever, de forma maravilhosamente emocionante, sobre sua própria morte.
Este post é uma homenagem à Sra. Maria Pena, que muito significou, e ainda significa, na vida de Goretti, João Maurício, Luíza, Cândido e Ludmila. Mais ainda, uma homenagem a toda a família, que ela tão bem soube criar e passar os valores mais importantes que existem na vida, que é o amor ao próximo, o respeito e a união.
É uma homenagem também a minha avó Aparecida, que criou 9 filhos junto de vovô Ismael, dando-lhes todo o amor e carinho que uma mãe pode dar. Tenho a sorte de tê-los ainda comigo, brindando à vida e à alegria de viver com saúde e harmonia!
É… sabedoria de Mãe…
Um grande abraço a todos,
Ana Letícia.
“Quero um enterro simples aqui, ou onde morrer. O que tiver de ser gasto com a terra, deixem ao Abrigo dos Velhos em Itapecerica. Perdoem-me as faltas cometidas inadvertidamente, levando em conta o muito que os amei, como Mãe, sogra e avó. (…) Que Deus os abençôe, e que em mim possam continuar vivendo, se amando e se integrando.Obrigado,Mamãe.Janeiro de 74, na rua Cícero Ferreira.” (Maria Pena, em 1974)



Vovó Aparecida, ao teclado! (O vovô Ismael não está na foto pois foi ele que fez a fotografia…) Vó pianista e vô fotógrafo… Ô trem bão!

Sabedoria de Mãe…

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Há algum tempo atrás, fiquei sabendo que a avó da Goretti faleceu, no alto de seus 102 anos. A Goretti é médica psiquiatra, é amiga e colega de trabalho de meu pai, como Preceptora da Residência em Psiquiatria Infantil do CPP (Centor PsicoPedagógico), da FHEMIG.
Tive a alegria de conhecer a Dona Maria Pena ainda em vida, em sua casa em Belo Horizonte, há uns 08 anos atrás ou mais. Na época, a vivacidade daquela velha senhora muito me impressionou, apesar de já estar um pouco doente, deitada na cama. Mas ela contava casos de sua juventude, que nos prendiam, e eu ficava só imaginando aquela época, e seus olhos tinham um brilho de vida que era impressionante. Imaginem o que é uma “menina” de 16 anos se sentar ao lado de uma pessoa que atravessou 1 século inteiro de vida!? Pura emoção…
Hoje eu li, por acaso, no e-mail de papai um e-mail muito emocionado que a Goretti mandou, e por curiosidade entrei no site de seu irmão, que conta um pouco sobre a história de Itapecerica-MG e sobre a “vó Maria Pena”.
Ela foi pessoa importante em Minas Gerais, a primeira mulher a ser eleita deputada no Estado, entrando para a vida política após o afastamento de seu marido, que também era pessoa pública e influente. Trinta anos antes de falecer, deixou uma carta escrita, endereçada aos filhos, que só poderia ser aberta na ocasião de seu falecimento. Ao ler tal fato, fiquei pensando como uma pessoa pode ser tão forte, e se doar tanto aos filhos, e ao mesmo tempo ser tão serena ao ponto de escrever, de forma maravilhosamente emocionante, sobre sua própria morte.
Este post é uma homenagem à Sra. Maria Pena, que muito significou, e ainda significa, na vida de Goretti, João Maurício, Luíza, Cândido e Ludmila. Mais ainda, uma homenagem a toda a família, que ela tão bem soube criar e passar os valores mais importantes que existem na vida, que é o amor ao próximo, o respeito e a união.
É uma homenagem também a minha avó Aparecida, que criou 9 filhos junto de vovô Ismael, dando-lhes todo o amor e carinho que uma mãe pode dar. Tenho a sorte de tê-los ainda comigo, brindando à vida e à alegria de viver com saúde e harmonia!
É… sabedoria de Mãe…
Um grande abraço a todos,
Ana Letícia.
“Quero um enterro simples aqui, ou onde morrer. O que tiver de ser gasto com a terra, deixem ao Abrigo dos Velhos em Itapecerica. Perdoem-me as faltas cometidas inadvertidamente, levando em conta o muito que os amei, como Mãe, sogra e avó. (…) Que Deus os abençôe, e que em mim possam continuar vivendo, se amando e se integrando.Obrigado,Mamãe.Janeiro de 74, na rua Cícero Ferreira.” (Maria Pena, em 1974)



Vovó Aparecida, ao teclado! (O vovô Ismael não está na foto pois foi ele que fez a fotografia…) Vó pianista e vô fotógrafo… Ô trem bão!

Eu queria ser CRIANÇA…

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Pegando um gancho no post da Ana em que ela queria eu na verdade queria ser uma eterna criança…

Ter uma mente pura, nada de preocupações, responsabilidades, pensar apenas em brincar, em receber carinho e ser feliz!!!

Isso é que é vida!
Na verdade em alguns momentos me sinto uma criança, grande tudo bem… (ok, não estou falando em tamanho, sei que sou pequena), porque graças a Deus tenho o dom de gostar de crianças.

Digo dom, pois conheço muita gente que não gosta nem de olhar crianças de longe.

Minha mãe teve um jardim de infância durante 18 anos, o qual eu freqüentava diariamente e amava cada um dos meninos. Na verdade eu fui uma das primeiras alunas, e cresci dentro da escola. Quando minha mãe fechou o jardim, eu continuei olhando uma menininha, a Camila, durante um ano, na minha casa mesmo.

Vocês não imaginam como é gostoso conquistar o carinho de uma criança. Naquela época a Camilinha era como minha filha. Eu esperava a manhã toda pela chegada dela, e ela me abraçava tão gostoso que eu delirava. Ainda encontro com ela, que hoje está com 06 anos.

Além da Camilinha, tenho uma filhinha emprestada (filha da minha tia Valéria já falecida) que é o amor da minha vida. É a Flavinha (um beijão para ela, que também é minha fã neste blog).

A Flavinha tem 12 anos, e é a menina mais amável deste mundo. Ela é esperta, acho até que herdou isso de mim… (modéstia) Inteligente, mas às vezes preguiçosa quando o assunto é estudar. Mas amo de paixão essa pretinha (na verdade ela é branquinha e loura, eu a chamo de pretinha).

Junto com a Flavinha, tenho mais três priminhos super legais: André, Thiago e Luiz Alberto. Ah, tem a Bárbara também, mas ela anda com raiva de mim, coisas de criança enciumada (como a Do!)

Na terça-feira, dia 02/11, chamei todos eles para verem filme aqui em casa e curtir o dia. Tudo bem que o filme que peguei na locadora não era nada legal: “O Canguru Jack”, eles detestaram, mas o bom foi rir, brincar de Detetive X Assassino, zoar um com o outro, dar muitos beijos na Flavinha e marcar outros encontros. De vez em quando eu costumo levá-los ao cinema também, e essa era a intensão do feriado, mas em “dia dos mortos” dizem que não é bom sair de casa (os supersticiosos que o digam…).

Outro feriado está chegando… outras oportunidades virão…

Criança tem um pique muito grande, às vezes nos cansa, mas como é bom chegar no final de um dia de brincadeiras e ver que tudo foi feito como alegria e pureza.

Deus conserve a ingenuidade das crianças, principalmente dos meus filhotinhos.

Beijos a todos, Lú.

Eu queria ser CRIANÇA…

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Pegando um gancho no post da Ana em que ela queria eu na verdade queria ser uma eterna criança…

Ter uma mente pura, nada de preocupações, responsabilidades, pensar apenas em brincar, em receber carinho e ser feliz!!!

Isso é que é vida!
Na verdade em alguns momentos me sinto uma criança, grande tudo bem… (ok, não estou falando em tamanho, sei que sou pequena), porque graças a Deus tenho o dom de gostar de crianças.

Digo dom, pois conheço muita gente que não gosta nem de olhar crianças de longe.

Minha mãe teve um jardim de infância durante 18 anos, o qual eu freqüentava diariamente e amava cada um dos meninos. Na verdade eu fui uma das primeiras alunas, e cresci dentro da escola. Quando minha mãe fechou o jardim, eu continuei olhando uma menininha, a Camila, durante um ano, na minha casa mesmo.

Vocês não imaginam como é gostoso conquistar o carinho de uma criança. Naquela época a Camilinha era como minha filha. Eu esperava a manhã toda pela chegada dela, e ela me abraçava tão gostoso que eu delirava. Ainda encontro com ela, que hoje está com 06 anos.

Além da Camilinha, tenho uma filhinha emprestada (filha da minha tia Valéria já falecida) que é o amor da minha vida. É a Flavinha (um beijão para ela, que também é minha fã neste blog).

A Flavinha tem 12 anos, e é a menina mais amável deste mundo. Ela é esperta, acho até que herdou isso de mim… (modéstia) Inteligente, mas às vezes preguiçosa quando o assunto é estudar. Mas amo de paixão essa pretinha (na verdade ela é branquinha e loura, eu a chamo de pretinha).

Junto com a Flavinha, tenho mais três priminhos super legais: André, Thiago e Luiz Alberto. Ah, tem a Bárbara também, mas ela anda com raiva de mim, coisas de criança enciumada (como a Do!)

Na terça-feira, dia 02/11, chamei todos eles para verem filme aqui em casa e curtir o dia. Tudo bem que o filme que peguei na locadora não era nada legal: “O Canguru Jack”, eles detestaram, mas o bom foi rir, brincar de Detetive X Assassino, zoar um com o outro, dar muitos beijos na Flavinha e marcar outros encontros. De vez em quando eu costumo levá-los ao cinema também, e essa era a intensão do feriado, mas em “dia dos mortos” dizem que não é bom sair de casa (os supersticiosos que o digam…).

Outro feriado está chegando… outras oportunidades virão…

Criança tem um pique muito grande, às vezes nos cansa, mas como é bom chegar no final de um dia de brincadeiras e ver que tudo foi feito como alegria e pureza.

Deus conserve a ingenuidade das crianças, principalmente dos meus filhotinhos.

Beijos a todos, Lú.

Será que é pecado?

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Nem sei por onde começar, mesmo porque nem tem nada de interessante acontecendo na minha vida, ai que tédio! Ah, e pra completar essa situação tão “abençoada”, na segunda-feira eu estava um nojo, de tão mau humorada.
Minha mãe chegou aqui em BH na segunda, por volta de 11:00 h (ela mora na bucólica Cipotânea, como diz a Ana). Quase que eu a engoli, de tanta saudade! Eu e minha mãe temos uma relação de dar inveja, de cumplicidade, amor, fidelidade, uma amizade bem profunda. Minhas amigas até acham estranho, porque eu conto tudinho pra ela, tudinho messsmo!
Pois é, ela chegou, conversamos um pouco, e logo ela me deu a grana pra pagar as contas, enquanto o banco não fechava. Enquanto a “Escrava Isaura” aqui, está no banco pagando luz, telefone, condomínio e faculdades, minha mãe sumiu com a minha irmã pelo centro da cidade afora.

Cheguei em casa com um sorvete pra ela… Cadê a D. Zilah? O sorvete derretendo e eu puta, né! Logo veio um capetinha na minha cabeça e começou: “Aposto que ela está lá, toda feliz com sua irmã!”
Bom, sabe aqueles casamentos que duram de 1 a 2 anos no máximo, e quando perguntamos o motivo da separação, uma das partes afetadas sempre respondem sutilmente: “INCOMPATIBILIDADE DE GÊNIOS”? Acho que eu e minha irmã temos incompatibilidade de gênios, isso explica quanto aos ciúmes.

Detalhe, que minha mãe e minha adorável irmã chegaram em casa quase de noite e lá estava eu, deitada no sofá a tarde toda, assistindo filme, morrendo de fome e escorrendo veneno da minha boca!
Minha mãe chegou perto de mim, toda dengosa: “Quer bananinha amassada com leite, filhinha?” (que é, prá mim, a melhor coisa do mundo). E eu: “Não!” (Mas eu estava morrendo de vontade de aceitar.) Ela ofereceu mil coisas. Quanto mais ela insistia, menos eu respondia, de tanto ódio. Acho que eu estava com vergonha de aceitar. E minha irmã toda sorridente com a minha mãe, contando vários casos.
Alguém já sentiu vontade de dar umas palmadas no bumbum de sua mãe? A noite foi passando e eu queria matar alguém. Acho que queria começar com a fome, mas estava morrendo de vergonha. Minha mãe, já nem dava mais idéia pra mim, só ficava com a minha irmã. E detalhe que ela estava do meu lado morrendo de rir, eu fiquei com uma vondade de empurrar ela pra lá, de tanta raiva. Gente, será que isso é pecado? (Se eu fosse confessar com o Padre Rogério, lá de Cipotânea, ele mandaria rezar 03 Ave-Marias e 1 Pai Nosso que eu já estaria perdoada).

Depois dessa vontade, vi que a situação estava ficando crítica, e logo pensei: “Alguém tem que ceder, como esse papel é sempre eu que faço, lá vou eu mais uma vez.” Só esperei minha irmã dar uma “idinha” no banheiro que pulei em cima da minha mamis, e….calma, calma…a enchi de beijos e comecei a chorar (detalhe, 11 horas da noite). Ela também começou a chorar, e perguntou porque eu estava daquele jeito! Aí, pergutei se ela já sentiu vontade de empurrar, dar umas palmadas na minha vó! Ela disse que sim, e também por causa de ciúmes… Nós rimos muito. Ela me perguntou se eu queria alguma coisa e eu disse que só queria comer, eu estava morrendo de fome!
Detalhe importantíssimo, que quando minha irmã viu aquela cena (eu deitada com minha mami) ela fechou a cara, entrou para o quarto e quase arrebentou a porta…

Ciúmes, ciúmes, ciúmes…

Não dá pra acreditar: eu, com 23 anos, quase formando na faculdade, morando sozinha há 5 anos, sempre trabalhando… e dando esses ataques de pirraça!
Agora já está tudo ótimo…
Bjoca da Dodô!

Eu queria…

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Eu queria ter nascido na década de 50, 60 prá ouvir Chico, Caetano e Gil cantar e compor como nunca, revolucionando a sociedade e a música brasileiras… Mas eu só fui dar o ar da graça em 79, e vivi na pior década do mundo, em termos de criatividade…

Eu queria ser alta, e medir de 1,70m prá cima… Mas a natureza me fez a proeza de medir menos de 1,60m…

Eu queria ser magra, palito, mas sempre fui fofinha e cheia de carnes e curvas…

Eu queria ter ouvido a Cássia Eller cantar ao vivo, mas ela já se foi deste mundo.

Eu queria ter ido a um show do Legião, mas na época era muito nova e meus pais não deixaram.

Eu queria ser bailarina clássica profissional, ir prá Cuba dançar no Teatro Nacional, e depois entrar pro Grupo Corpo… Mas não tive coragem de largar minha faculdade…

Eu queria ser muito estudiosa, estudar 12, 13 horas por dia, mas minha natureza é inquieta e agitada, e tenho sempre que estar fazendo 1000 coisas por dia prá me dar por satisfeita…

Eu queria ter saído da faculdade com um emprego, mas nem procurei um antes de formar…

Eu queria não ter trabalhado na Caixa, mas agora já foi, e eu tive que pedir demissão prá sair, mesmo sendo concursada e efetiva, após sofer mais de 1 ano…

Eu queria agir mais com a razão, mas eu vivo com o coração, intensamente…

Eu queria ser mais corajosa para dizer mais verdades para todas as pessoas que conheço, mas temo que se assim fosse, teria bem menos amigos que tenho hoje.

Eu queria ter feito intercâmbio nos EUA, mas mais uma vez meu coração me pregou uma peça e acabei não indo.

Eu queria ter viajado prá França e conhecido boa parte da Europa, em um intercâmbio cultural, mas não tive coragem de gastar tanto dinheiro, “depenando” meus pais e avós.

Eu queria ter descoberto a SWÁSTHYA YÔGA antes, mas só agora venci o preconceito que eu mesma criei e descobri uma das coisas mais maravilhosas que o homem já inventou.

Eu queria ganhar na Mega-Sena, mas eu nunca jogo!

Eu queira ter vivido na Idade Média, para viver entre reis e rainhas, ver guerras com espadas e armaduras, mas nasci na era da bomba atômica.

Eu queria ser um Bin Laden prá poder estraçalhar a cara daquele Bush idiota que acha (ou melhor, tem certeza) que é o dono do mundo, mas sou apenas uma garota latino-americana, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vinda do interior (do Brasil).

Eu queria que não existisse a violência no Rio, que é a cidade mais linda que já conheci…

Eu queria ter tido mais inspiração prá escrever um post melhor, mas ontem a cabeça “faiô”, eu deixei prá escrever hoje, e foi isso aí que saiu…

Ah…. Eu queria tantas coisas!!! E vocês, quais serão seus desejos?

Um grande beijo, que eu queria dar pessoalmente em cada um que vem aqui!

Ana Letícia

Eu queria…

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Eu queria ter nascido na década de 50, 60 prá ouvir Chico, Caetano e Gil cantar e compor como nunca, revolucionando a sociedade e a música brasileiras… Mas eu só fui dar o ar da graça em 79, e vivi na pior década do mundo, em termos de criatividade…

Eu queria ser alta, e medir de 1,70m prá cima… Mas a natureza me fez a proeza de medir menos de 1,60m…

Eu queria ser magra, palito, mas sempre fui fofinha e cheia de carnes e curvas…

Eu queria ter ouvido a Cássia Eller cantar ao vivo, mas ela já se foi deste mundo.

Eu queria ter ido a um show do Legião, mas na época era muito nova e meus pais não deixaram.

Eu queria ser bailarina clássica profissional, ir prá Cuba dançar no Teatro Nacional, e depois entrar pro Grupo Corpo… Mas não tive coragem de largar minha faculdade…

Eu queria ser muito estudiosa, estudar 12, 13 horas por dia, mas minha natureza é inquieta e agitada, e tenho sempre que estar fazendo 1000 coisas por dia prá me dar por satisfeita…

Eu queria ter saído da faculdade com um emprego, mas nem procurei um antes de formar…

Eu queria não ter trabalhado na Caixa, mas agora já foi, e eu tive que pedir demissão prá sair, mesmo sendo concursada e efetiva, após sofer mais de 1 ano…

Eu queria agir mais com a razão, mas eu vivo com o coração, intensamente…

Eu queria ser mais corajosa para dizer mais verdades para todas as pessoas que conheço, mas temo que se assim fosse, teria bem menos amigos que tenho hoje.

Eu queria ter feito intercâmbio nos EUA, mas mais uma vez meu coração me pregou uma peça e acabei não indo.

Eu queria ter viajado prá França e conhecido boa parte da Europa, em um intercâmbio cultural, mas não tive coragem de gastar tanto dinheiro, “depenando” meus pais e avós.

Eu queria ter descoberto a SWÁSTHYA YÔGA antes, mas só agora venci o preconceito que eu mesma criei e descobri uma das coisas mais maravilhosas que o homem já inventou.

Eu queria ganhar na Mega-Sena, mas eu nunca jogo!

Eu queira ter vivido na Idade Média, para viver entre reis e rainhas, ver guerras com espadas e armaduras, mas nasci na era da bomba atômica.

Eu queria ser um Bin Laden prá poder estraçalhar a cara daquele Bush idiota que acha (ou melhor, tem certeza) que é o dono do mundo, mas sou apenas uma garota latino-americana, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vinda do interior (do Brasil).

Eu queria que não existisse a violência no Rio, que é a cidade mais linda que já conheci…

Eu queria ter tido mais inspiração prá escrever um post melhor, mas ontem a cabeça “faiô”, eu deixei prá escrever hoje, e foi isso aí que saiu…

Ah…. Eu queria tantas coisas!!! E vocês, quais serão seus desejos?

Um grande beijo, que eu queria dar pessoalmente em cada um que vem aqui!

Ana Letícia