Arquivo da categoria: Causos

Quem entende os homens?

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Gente,

Tenho lido um blog novo, muito divertido, o TPM – ‘Tensão Pós-Matrimônio”. Só pelo nome dá para vocês terem uma noção do que rola por lá, e, acreditem, rola de tuuuuuudo!
Então, esta semana o AMOR está por aqui em BH. Sim, ele não mora aqui, acho que já mencionei por aqui que ele está trabalhando e morando em Macaé-RJ há uns 2 anos, apesar de ser daqui de minas mesmo.
Pois então, em 04 anos e 04 meses de namoro (completados ontem), 2 anos o bendito longe de mim, só nos vemos de 15 em 15 dias, praticamente, nos finais de semana. FINALMENTE o AMOR tirou férias – pequenas, 10 dias só, diga-se de passagem – mas já valeu um bom e merecido descanso (há quase 05 anos ele não saía de férias).
O seguinte diálogo se sucedeu ontem ao comprarmos apetrechos para um fondue que iria rolar mais tarde na casa de um casal amigo nosso:
Eu: – Vamos no setor de padaria daqui do Carrefour prá comprarmos um pãozinho diferente pro nosso fondue de queijo!
AMOR: – Não, vamos passar na Boníssima mais tarde, na hora que a gente sair de casa prá ir pro fondue.
EU: – Ah não, prá quê, já estamos aqui mesmo, anda, vamos lá.
AMOR: (suspirou, dando-se por vencido)
Ao chegarmos no setor de padaria, tive uma decepção, pois dessa vez não tinha quase nenhum pão diferente, só baguetes mesmo (que são horríveis prá picar pro fondue), e uns pães doces.
Eu: – Ah, não vamos comprar pão aqui não, Amor, não tem nenhum pão mais interessante que este (segurando uma ciabata recheada de ‘não-sei-o-quê’]”), e ainda por cima tá R$ 8,90 o kg. Vamos comprar na Boníssima mesmo!!!
AMOR: (já vermelho e falando alto) – Não, na Boníssima é muito caro, não quero gastar muito e a gente já está aqui, agora vai comprar este pão sim!
Tentei aurgumentar, que ele mesmo tinha sugerido a boníssima, mesmo porque o pão ficaria mais fresco, etc, mas não teve jeito. Acatei a sentença do “Exmo. Sr. Dr. Engenheiro Químico” meio que a contragosto, larguei o pão recheado de “não-sei-o-que-lá-das-quantas” no nosso carrinho e saí em direção ao caixa.
Ahhhhh, prá quê!??? Ele ficou p! Me chamou de grossa e tudo mais, foi horrível, no meio do Carrefour. Até dou razão a ele, sabe, pois eu fui meio impaciente mesmo, admito. Mas a idéia não tinha sido dele de comprar o pão em outro lugar, mais especializado? E o preço era praticamente o mesmo, não haveria este problema! Tem dias que eu simplesmente não consigo entender este meu homem…
Mas como ontem foi nosso “aniversário”, saímos numa boa do BH Shopping e fomos ao show da banda dos meus irmãos, “Chapéu Panamá” que toca sambinha. Curtimos bastante Lupcínio Rodrigues, Bezerra da Silva, Jorge Aragão, etc, e de lá, fomos para o fondue.
Nossa noite foi muito agradável, a comida estava ótima. O casal que nos recebeu fez fondue de carne, delicioso! A carne não era frita no aparelho de fondue, como é o mais comum, mas sim cozida no vinho tinto seco com cebola e outros temperos, ervas, etc… Simplesmente maravilhoso! Eu fiz o de queijo e o de chocolate.
O de queijo geralmente eu faço a receita tradicional, com três tipos de queijo mais o vinho branco seco. Só que desta vez eu não estava nem com tempo nem com paciência de ficar rodando o imenso supermercado atrás de 3 tipos de queijos, então comprei aquela mistura pronta mesmo. Ficou até bonzinho, mas a tradicional é sem comparação!
Já o de chocolate, eu faço assim:
– 300 g de chocolate meio amargo picado;
– 1 lata de creme de leite;
– 1 cálice de conhaque ou outra bebida forte .
É só misturar tudo no fogo e servir com morangos, damascos secos, uvas, etc, etc…. ô delícia!
Ficaram com água na boca?

ehehehehe A idéia é essa!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Dica do final de semana, prá quem ainda não assistiu, nem no cinema: “Diários de Motocicleta”. Este é imperdível! E “Lutero”, muiiiito bom também, me fez pensar prá caramba…

30/04/2005 – Eu e o Amor, no fondue na casa de Fernanda e Fabrício

Quem entende os homens?

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Gente,

Tenho lido um blog novo, muito divertido, o TPM – ‘Tensão Pós-Matrimônio”. Só pelo nome dá para vocês terem uma noção do que rola por lá, e, acreditem, rola de tuuuuuudo!
Então, esta semana o AMOR está por aqui em BH. Sim, ele não mora aqui, acho que já mencionei por aqui que ele está trabalhando e morando em Macaé-RJ há uns 2 anos, apesar de ser daqui de minas mesmo.
Pois então, em 04 anos e 04 meses de namoro (completados ontem), 2 anos o bendito longe de mim, só nos vemos de 15 em 15 dias, praticamente, nos finais de semana. FINALMENTE o AMOR tirou férias – pequenas, 10 dias só, diga-se de passagem – mas já valeu um bom e merecido descanso (há quase 05 anos ele não saía de férias).
O seguinte diálogo se sucedeu ontem ao comprarmos apetrechos para um fondue que iria rolar mais tarde na casa de um casal amigo nosso:
Eu: – Vamos no setor de padaria daqui do Carrefour prá comprarmos um pãozinho diferente pro nosso fondue de queijo!
AMOR: – Não, vamos passar na Boníssima mais tarde, na hora que a gente sair de casa prá ir pro fondue.
EU: – Ah não, prá quê, já estamos aqui mesmo, anda, vamos lá.
AMOR: (suspirou, dando-se por vencido)
Ao chegarmos no setor de padaria, tive uma decepção, pois dessa vez não tinha quase nenhum pão diferente, só baguetes mesmo (que são horríveis prá picar pro fondue), e uns pães doces.
Eu: – Ah, não vamos comprar pão aqui não, Amor, não tem nenhum pão mais interessante que este (segurando uma ciabata recheada de ‘não-sei-o-quê’]”), e ainda por cima tá R$ 8,90 o kg. Vamos comprar na Boníssima mesmo!!!
AMOR: (já vermelho e falando alto) – Não, na Boníssima é muito caro, não quero gastar muito e a gente já está aqui, agora vai comprar este pão sim!
Tentei aurgumentar, que ele mesmo tinha sugerido a boníssima, mesmo porque o pão ficaria mais fresco, etc, mas não teve jeito. Acatei a sentença do “Exmo. Sr. Dr. Engenheiro Químico” meio que a contragosto, larguei o pão recheado de “não-sei-o-que-lá-das-quantas” no nosso carrinho e saí em direção ao caixa.
Ahhhhh, prá quê!??? Ele ficou p! Me chamou de grossa e tudo mais, foi horrível, no meio do Carrefour. Até dou razão a ele, sabe, pois eu fui meio impaciente mesmo, admito. Mas a idéia não tinha sido dele de comprar o pão em outro lugar, mais especializado? E o preço era praticamente o mesmo, não haveria este problema! Tem dias que eu simplesmente não consigo entender este meu homem…
Mas como ontem foi nosso “aniversário”, saímos numa boa do BH Shopping e fomos ao show da banda dos meus irmãos, “Chapéu Panamá” que toca sambinha. Curtimos bastante Lupcínio Rodrigues, Bezerra da Silva, Jorge Aragão, etc, e de lá, fomos para o fondue.
Nossa noite foi muito agradável, a comida estava ótima. O casal que nos recebeu fez fondue de carne, delicioso! A carne não era frita no aparelho de fondue, como é o mais comum, mas sim cozida no vinho tinto seco com cebola e outros temperos, ervas, etc… Simplesmente maravilhoso! Eu fiz o de queijo e o de chocolate.
O de queijo geralmente eu faço a receita tradicional, com três tipos de queijo mais o vinho branco seco. Só que desta vez eu não estava nem com tempo nem com paciência de ficar rodando o imenso supermercado atrás de 3 tipos de queijos, então comprei aquela mistura pronta mesmo. Ficou até bonzinho, mas a tradicional é sem comparação!
Já o de chocolate, eu faço assim:
– 300 g de chocolate meio amargo picado;
– 1 lata de creme de leite;
– 1 cálice de conhaque ou outra bebida forte .
É só misturar tudo no fogo e servir com morangos, damascos secos, uvas, etc, etc…. ô delícia!
Ficaram com água na boca?

ehehehehe A idéia é essa!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Dica do final de semana, prá quem ainda não assistiu, nem no cinema: “Diários de Motocicleta”. Este é imperdível! E “Lutero”, muiiiito bom também, me fez pensar prá caramba…

30/04/2005 – Eu e o Amor, no fondue na casa de Fernanda e Fabrício

Dodô dodói!

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Oi meus amores! Só passei por aqui para dar uma satisfação, sobre o meu desaparecimento, para os meus fãs…rs!
Sei que não estou sendo boazinha e postando nos dias corretos! É que, ah sei lá, prefiro escrever quando estou com vontade!
Bom, hoje não tenho condições de escrever sobre nada, a não ser sobre a minha garganta que está com duas bolas gigantes, lotadas de catarro, não consigo comer e nem beber nada, porque dói pra cacete, minha cabeça está estourando, estou com febre interna, externa, e por todos os lados e parece que eu apanhei da Uma Thurman no filme Kill Bill (Quentin Tarantino) de tanta dor no corpo. E se eu continuar escrevendo é capaz de vomitar em cima desse teclado. Para melhorar a situação, nem tenho colo de mãe por perto e nem de pai e nem de ninguém!
Se alguém tiver uma receitinha que é tiro e queda, por favor me ajudem…eu estou morrendo ….preciso de ajuda e de muito carinho e de muito mimo!
Relação de medicamentos consumidos por mim, desde segunda-feira:
– Azi tromicina ( esse antibiótico dá uma azia desgraçada);
– Chá de: limão com mel, mel com limão, mel com própolis, só própolis, camomila…
– Paracetamol (o comprimido fere a garganta da gente de tão gigante, um horror);
– Já tentei tirar as placas com um algodão molhado com água morna e sal. Mas não adianta eu tiro e depois de uma hora elas se quadriplicam.
– Água quente com alho e mel….o pior, eca (esse nunca mais).
Não sei não, mas acho que a minha garganta é alérgica a todos esses remédios.
Preciso de ajuda!
Gastei todas as minhas forças escrevendo, não aguento mais! Prometo que semana que vem escrevo um testamento com fotos, piadas, poesias, dramas e tudo mais!
Bjoca da Dôdói!

Dodô dodói!

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Oi meus amores! Só passei por aqui para dar uma satisfação, sobre o meu desaparecimento, para os meus fãs…rs!
Sei que não estou sendo boazinha e postando nos dias corretos! É que, ah sei lá, prefiro escrever quando estou com vontade!
Bom, hoje não tenho condições de escrever sobre nada, a não ser sobre a minha garganta que está com duas bolas gigantes, lotadas de catarro, não consigo comer e nem beber nada, porque dói pra cacete, minha cabeça está estourando, estou com febre interna, externa, e por todos os lados e parece que eu apanhei da Uma Thurman no filme Kill Bill (Quentin Tarantino) de tanta dor no corpo. E se eu continuar escrevendo é capaz de vomitar em cima desse teclado. Para melhorar a situação, nem tenho colo de mãe por perto e nem de pai e nem de ninguém!
Se alguém tiver uma receitinha que é tiro e queda, por favor me ajudem…eu estou morrendo ….preciso de ajuda e de muito carinho e de muito mimo!
Relação de medicamentos consumidos por mim, desde segunda-feira:
– Azi tromicina ( esse antibiótico dá uma azia desgraçada);
– Chá de: limão com mel, mel com limão, mel com própolis, só própolis, camomila…
– Paracetamol (o comprimido fere a garganta da gente de tão gigante, um horror);
– Já tentei tirar as placas com um algodão molhado com água morna e sal. Mas não adianta eu tiro e depois de uma hora elas se quadriplicam.
– Água quente com alho e mel….o pior, eca (esse nunca mais).
Não sei não, mas acho que a minha garganta é alérgica a todos esses remédios.
Preciso de ajuda!
Gastei todas as minhas forças escrevendo, não aguento mais! Prometo que semana que vem escrevo um testamento com fotos, piadas, poesias, dramas e tudo mais!
Bjoca da Dôdói!

"Libertas Quae Sera Tamen"

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“Liberdade, ainda que tardia”
Não há mineiro que não saiba um pouco de sua história, e durante as comemorações da semana que passou (não foi um feriado em vão) não há como deixar de falar da “Inconfidência Mineira”.

Em meados do século XVIII, as Minas Gerais ganharam destaque no cenário mundial pela enorme presença de ouro em seu território, o que atraiu um elevado número de imigrantes para a colônia portuguesa. Este movimento migratório estabeleceu uma ocupação estável em pleno sertão mineiro, de proporções continentais e, em conseqüência, consolidou-se a economia do Estado Colonial e a influência no desenvolvimento da ocupação territorial brasileira.

Foi neste período que surgiu a burguesia mineira (olha os play boys aí!). Ricos comerciantes com padrão de vida nobre foram se aglomerando nas várias comarcas administrativas, sendo a mais importante a Comarca de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), composta por Vila Rica e Mariana. A sociedade democrática era composta por um grupo notável de poetas e homens de espíritos, artistas plásticos, compositores, padres esclarecidos, letrados, historiadores, botânicos, minerologistas, químicos, tradutores e até gramáticos, preservando-se a hierarquia social. Não é à toa que Minas Gerais hoje se destaca pela população que mais estuda e se desenvolve em termos intelectuais, é tradição histórica!
Diante deste quadro de desenvolvimento, a colônia de Portugal (hoje a República Federativa do Brasil) achava-se em condições de subverter o quadro político-econômico vigente, destacando-se dele e formando um novo país. Aos inconfidentes mineiros estes fatos não passaram despercebidos, mas sabiam que para estabelecer um novo país independente, deveriam se apoiar em novas bases, principalmente na industrialização, sem relegar a economia mineral, que deveria ganhar novas expressões, para sustentar grande partes de toda a estrutura econômica de um novo país.
Em 1780 o governador de Minas Gerais, Dom Rodrigo José de Meneses, propôs ao governo metropolitano a liberdade das indústrias e a organização de um serviço de correios, a concessão de empréstimos aos mineiros com taxas mais baixas, a supressão das Casas de Fundição, a criação de uma siderurgia e a instalação de uma Casa da Moeda devido a estagnação da economia mineira. Suas propostas foram muito revolucionárias e configuraram a subversão do quadro colonial e sua reorganização em novas bases, mesmo que ainda colonial.
No entanto, com a queda do período aurífero, diminuíram as condições de Minas Gerais promover a instalação de um novo país, havia sim, condições objetivas tanto para a insurreição, como para a criação de um novo e independente organismo estatal, pois o povo se encontrava reunido em torno de objetivos comuns e específicos nos quais reuniam irmandades, corporações de ofícios, Comarcas e Vilas. Mesmo assim, surgiu o movimento insurrecional de 1789, que teve características marcantes que o fizeram distinguir-se das outras tentativas de independência, mais bem elaborado e preparado que a Inconfidência Baiana de 1798 e a Pernambucana de 1801.
Os Mineiros que lideraram a conspiração de 1785/1789 tinham em vista a Independência Global do Brasil, e não uma república em Minas Gerais. O plano mineiro era em iniciar a revolta por Minas Gerais, e estendê-la ao Rio de Janeiro e em seguida as demais Capitanias. Este plano não foi produto da mente de ninguém em particular, nasceu das condições estruturais da sociedade brasileira e tinha um detalhe de fundamental importância, que era a ocorrência de um fato que abalasse profundamente o povo, e a ocasião propícia para o início do levante seria o lançamento da Derrama-Cobrança imediata e única de imposto sobre a extração do ouro, atrasados e acumulados há vários decênios.
Com seus ideais libertatórios, o líder da Inconfidência Mineira foi Joaquim José da Silva Xavier, popularmente chamado de Tiradentes. Nasceu em São João Del Rei em 1746, e, além dos trabalhos de minerador e tropeiro, foi alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais. O passo mais importante da revolução foi dado por Tiradentes que, após receber a confirmação do apoio estrangeiro, se reuniu com seus partidos cariocas e em seguida partiu para Vila Rica, aliciando pelo caminho, homens de posses e os cultos partidários da revolução, como José Aires Gomes, fazendeiro de Minas Gerais, o Padre Manuel Rodrigues da Costa e seus colegas do regimento.
A conspiração nesta época fazia-se em três planos distintos que eram: 1) em Vila Rica congregava a elite intelectual civil e do clero, e a elite comercial e os indivíduos maçons. 2) através de reuniões no Rio de Janeiro entre comerciantes e intelectuais liberais e iluministas, maçons e não-maçons. 3) e através de propaganda disseminatoria executada principalmente por Tiradentes em varias região de Minas Gerais.
Em reuniões, ficou acertado que seria implantado um regime republicano unitário, divido em províncias e departamentos, no estilo centralizado e não confederado, e a organização legal do Estado iria redigir a constituição e as leis complementares. Além disso, logo que iniciada a guerra seria implantado uma junta governativa provisória.
Um dos objetivos do movimento seria instituir como capital do novo país a Comarca de São João Del Rei em virtude de sua topografia e condições de abastecimento. Posteriormente seria instalada uma universidade em Vila Rica, e teria a abolição da nobreza e do exercito permanente e profissional passando a ser obrigatório o alistamento de todos os cidadãos. Teria a destruição, através de queima pública, de todos os registros civis de propriedade de crédito e seria mantido o sistema escravagista.
No entanto, em 18 de Março de 1789 reuniram-se os principais líderes inconfidentes nas casas de Tomas Gonzaga, Cláudio Manoel e Francisco de Paula Andrade e neste mesmo dia Gonzaga foi ao Palácio de Cachoeira tentar a última cartada junto ao governador. Porém, de volta do palácio encontrou seus colegas dispersos e descrentes, e então Gonzaga também desistiu do movimento e espalhou a notícia de que a ocasião estava perdida devido a denúncia efetuada por Joaquim Silverio dos Reis, que se deu em virtude da divisão política inconciliável entre aqueles que pretendiam a Independência com República e os que pretendiam sob a forma de Monarquia Constitucional. Com esta divisão política dos inconfidentes o plano de Independência começou a morrer.
Junto com vários integrantes da aristocracia mineira, Tiradentes foi o escolhido para liderar a Inconfidência Mineira, em 1789, mas sua pena pela petulância e movimento libertatório foi a prisão e forca, sendo executado em 21 de abril de 1792. Partes do seu corpo foram expostas em postes na estrada que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua casa foi queimada e seus bens confiscados.
Tiradentes pode ser considerado um herói nacional, lutou pela independência do Brasil, no período de domínio e exploração de Portugal. Outros brasileiros, depois dele, seguiram a mesma linha, e por causa deles hoje fazemos parte de um país livre. Como não lembrar aqui de Tancredo Neves que também morreu no dia 21 de abril e é homenageado nas solenidades deste dia.
A liberdade, apesar de um direito constitucional, está ganhando contornos de bem escasso, devido a grande violência que assola o país. Mas devemos fugir de toda e qualquer repressão, devemos seguir o exemplo de Tiradentes e buscar uma vida melhor, uma vida livre!

Beijos a todos

Ps.: Em tempo, este texto também foi publicado no BOCA LIBRE, um blog comunitário do qual fazemos parte. Visitem-no pois tem muitos textos e discussões legais por lá.

"Libertas Quae Sera Tamen"

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“Liberdade, ainda que tardia”
Não há mineiro que não saiba um pouco de sua história, e durante as comemorações da semana que passou (não foi um feriado em vão) não há como deixar de falar da “Inconfidência Mineira”.

Em meados do século XVIII, as Minas Gerais ganharam destaque no cenário mundial pela enorme presença de ouro em seu território, o que atraiu um elevado número de imigrantes para a colônia portuguesa. Este movimento migratório estabeleceu uma ocupação estável em pleno sertão mineiro, de proporções continentais e, em conseqüência, consolidou-se a economia do Estado Colonial e a influência no desenvolvimento da ocupação territorial brasileira.

Foi neste período que surgiu a burguesia mineira (olha os play boys aí!). Ricos comerciantes com padrão de vida nobre foram se aglomerando nas várias comarcas administrativas, sendo a mais importante a Comarca de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), composta por Vila Rica e Mariana. A sociedade democrática era composta por um grupo notável de poetas e homens de espíritos, artistas plásticos, compositores, padres esclarecidos, letrados, historiadores, botânicos, minerologistas, químicos, tradutores e até gramáticos, preservando-se a hierarquia social. Não é à toa que Minas Gerais hoje se destaca pela população que mais estuda e se desenvolve em termos intelectuais, é tradição histórica!
Diante deste quadro de desenvolvimento, a colônia de Portugal (hoje a República Federativa do Brasil) achava-se em condições de subverter o quadro político-econômico vigente, destacando-se dele e formando um novo país. Aos inconfidentes mineiros estes fatos não passaram despercebidos, mas sabiam que para estabelecer um novo país independente, deveriam se apoiar em novas bases, principalmente na industrialização, sem relegar a economia mineral, que deveria ganhar novas expressões, para sustentar grande partes de toda a estrutura econômica de um novo país.
Em 1780 o governador de Minas Gerais, Dom Rodrigo José de Meneses, propôs ao governo metropolitano a liberdade das indústrias e a organização de um serviço de correios, a concessão de empréstimos aos mineiros com taxas mais baixas, a supressão das Casas de Fundição, a criação de uma siderurgia e a instalação de uma Casa da Moeda devido a estagnação da economia mineira. Suas propostas foram muito revolucionárias e configuraram a subversão do quadro colonial e sua reorganização em novas bases, mesmo que ainda colonial.
No entanto, com a queda do período aurífero, diminuíram as condições de Minas Gerais promover a instalação de um novo país, havia sim, condições objetivas tanto para a insurreição, como para a criação de um novo e independente organismo estatal, pois o povo se encontrava reunido em torno de objetivos comuns e específicos nos quais reuniam irmandades, corporações de ofícios, Comarcas e Vilas. Mesmo assim, surgiu o movimento insurrecional de 1789, que teve características marcantes que o fizeram distinguir-se das outras tentativas de independência, mais bem elaborado e preparado que a Inconfidência Baiana de 1798 e a Pernambucana de 1801.
Os Mineiros que lideraram a conspiração de 1785/1789 tinham em vista a Independência Global do Brasil, e não uma república em Minas Gerais. O plano mineiro era em iniciar a revolta por Minas Gerais, e estendê-la ao Rio de Janeiro e em seguida as demais Capitanias. Este plano não foi produto da mente de ninguém em particular, nasceu das condições estruturais da sociedade brasileira e tinha um detalhe de fundamental importância, que era a ocorrência de um fato que abalasse profundamente o povo, e a ocasião propícia para o início do levante seria o lançamento da Derrama-Cobrança imediata e única de imposto sobre a extração do ouro, atrasados e acumulados há vários decênios.
Com seus ideais libertatórios, o líder da Inconfidência Mineira foi Joaquim José da Silva Xavier, popularmente chamado de Tiradentes. Nasceu em São João Del Rei em 1746, e, além dos trabalhos de minerador e tropeiro, foi alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais. O passo mais importante da revolução foi dado por Tiradentes que, após receber a confirmação do apoio estrangeiro, se reuniu com seus partidos cariocas e em seguida partiu para Vila Rica, aliciando pelo caminho, homens de posses e os cultos partidários da revolução, como José Aires Gomes, fazendeiro de Minas Gerais, o Padre Manuel Rodrigues da Costa e seus colegas do regimento.
A conspiração nesta época fazia-se em três planos distintos que eram: 1) em Vila Rica congregava a elite intelectual civil e do clero, e a elite comercial e os indivíduos maçons. 2) através de reuniões no Rio de Janeiro entre comerciantes e intelectuais liberais e iluministas, maçons e não-maçons. 3) e através de propaganda disseminatoria executada principalmente por Tiradentes em varias região de Minas Gerais.
Em reuniões, ficou acertado que seria implantado um regime republicano unitário, divido em províncias e departamentos, no estilo centralizado e não confederado, e a organização legal do Estado iria redigir a constituição e as leis complementares. Além disso, logo que iniciada a guerra seria implantado uma junta governativa provisória.
Um dos objetivos do movimento seria instituir como capital do novo país a Comarca de São João Del Rei em virtude de sua topografia e condições de abastecimento. Posteriormente seria instalada uma universidade em Vila Rica, e teria a abolição da nobreza e do exercito permanente e profissional passando a ser obrigatório o alistamento de todos os cidadãos. Teria a destruição, através de queima pública, de todos os registros civis de propriedade de crédito e seria mantido o sistema escravagista.
No entanto, em 18 de Março de 1789 reuniram-se os principais líderes inconfidentes nas casas de Tomas Gonzaga, Cláudio Manoel e Francisco de Paula Andrade e neste mesmo dia Gonzaga foi ao Palácio de Cachoeira tentar a última cartada junto ao governador. Porém, de volta do palácio encontrou seus colegas dispersos e descrentes, e então Gonzaga também desistiu do movimento e espalhou a notícia de que a ocasião estava perdida devido a denúncia efetuada por Joaquim Silverio dos Reis, que se deu em virtude da divisão política inconciliável entre aqueles que pretendiam a Independência com República e os que pretendiam sob a forma de Monarquia Constitucional. Com esta divisão política dos inconfidentes o plano de Independência começou a morrer.
Junto com vários integrantes da aristocracia mineira, Tiradentes foi o escolhido para liderar a Inconfidência Mineira, em 1789, mas sua pena pela petulância e movimento libertatório foi a prisão e forca, sendo executado em 21 de abril de 1792. Partes do seu corpo foram expostas em postes na estrada que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua casa foi queimada e seus bens confiscados.
Tiradentes pode ser considerado um herói nacional, lutou pela independência do Brasil, no período de domínio e exploração de Portugal. Outros brasileiros, depois dele, seguiram a mesma linha, e por causa deles hoje fazemos parte de um país livre. Como não lembrar aqui de Tancredo Neves que também morreu no dia 21 de abril e é homenageado nas solenidades deste dia.
A liberdade, apesar de um direito constitucional, está ganhando contornos de bem escasso, devido a grande violência que assola o país. Mas devemos fugir de toda e qualquer repressão, devemos seguir o exemplo de Tiradentes e buscar uma vida melhor, uma vida livre!

Beijos a todos

Ps.: Em tempo, este texto também foi publicado no BOCA LIBRE, um blog comunitário do qual fazemos parte. Visitem-no pois tem muitos textos e discussões legais por lá.

"Libertas Quae Sera Tamen"

Padrão
“Liberdade, ainda que tardia”
Não há mineiro que não saiba um pouco de sua história, e durante as comemorações da semana que passou (não foi um feriado em vão) não há como deixar de falar da “Inconfidência Mineira”.

Em meados do século XVIII, as Minas Gerais ganharam destaque no cenário mundial pela enorme presença de ouro em seu território, o que atraiu um elevado número de imigrantes para a colônia portuguesa. Este movimento migratório estabeleceu uma ocupação estável em pleno sertão mineiro, de proporções continentais e, em conseqüência, consolidou-se a economia do Estado Colonial e a influência no desenvolvimento da ocupação territorial brasileira.

Foi neste período que surgiu a burguesia mineira (olha os play boys aí!). Ricos comerciantes com padrão de vida nobre foram se aglomerando nas várias comarcas administrativas, sendo a mais importante a Comarca de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), composta por Vila Rica e Mariana. A sociedade democrática era composta por um grupo notável de poetas e homens de espíritos, artistas plásticos, compositores, padres esclarecidos, letrados, historiadores, botânicos, minerologistas, químicos, tradutores e até gramáticos, preservando-se a hierarquia social. Não é à toa que Minas Gerais hoje se destaca pela população que mais estuda e se desenvolve em termos intelectuais, é tradição histórica!
Diante deste quadro de desenvolvimento, a colônia de Portugal (hoje a República Federativa do Brasil) achava-se em condições de subverter o quadro político-econômico vigente, destacando-se dele e formando um novo país. Aos inconfidentes mineiros estes fatos não passaram despercebidos, mas sabiam que para estabelecer um novo país independente, deveriam se apoiar em novas bases, principalmente na industrialização, sem relegar a economia mineral, que deveria ganhar novas expressões, para sustentar grande partes de toda a estrutura econômica de um novo país.
Em 1780 o governador de Minas Gerais, Dom Rodrigo José de Meneses, propôs ao governo metropolitano a liberdade das indústrias e a organização de um serviço de correios, a concessão de empréstimos aos mineiros com taxas mais baixas, a supressão das Casas de Fundição, a criação de uma siderurgia e a instalação de uma Casa da Moeda devido a estagnação da economia mineira. Suas propostas foram muito revolucionárias e configuraram a subversão do quadro colonial e sua reorganização em novas bases, mesmo que ainda colonial.
No entanto, com a queda do período aurífero, diminuíram as condições de Minas Gerais promover a instalação de um novo país, havia sim, condições objetivas tanto para a insurreição, como para a criação de um novo e independente organismo estatal, pois o povo se encontrava reunido em torno de objetivos comuns e específicos nos quais reuniam irmandades, corporações de ofícios, Comarcas e Vilas. Mesmo assim, surgiu o movimento insurrecional de 1789, que teve características marcantes que o fizeram distinguir-se das outras tentativas de independência, mais bem elaborado e preparado que a Inconfidência Baiana de 1798 e a Pernambucana de 1801.
Os Mineiros que lideraram a conspiração de 1785/1789 tinham em vista a Independência Global do Brasil, e não uma república em Minas Gerais. O plano mineiro era em iniciar a revolta por Minas Gerais, e estendê-la ao Rio de Janeiro e em seguida as demais Capitanias. Este plano não foi produto da mente de ninguém em particular, nasceu das condições estruturais da sociedade brasileira e tinha um detalhe de fundamental importância, que era a ocorrência de um fato que abalasse profundamente o povo, e a ocasião propícia para o início do levante seria o lançamento da Derrama-Cobrança imediata e única de imposto sobre a extração do ouro, atrasados e acumulados há vários decênios.
Com seus ideais libertatórios, o líder da Inconfidência Mineira foi Joaquim José da Silva Xavier, popularmente chamado de Tiradentes. Nasceu em São João Del Rei em 1746, e, além dos trabalhos de minerador e tropeiro, foi alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais. O passo mais importante da revolução foi dado por Tiradentes que, após receber a confirmação do apoio estrangeiro, se reuniu com seus partidos cariocas e em seguida partiu para Vila Rica, aliciando pelo caminho, homens de posses e os cultos partidários da revolução, como José Aires Gomes, fazendeiro de Minas Gerais, o Padre Manuel Rodrigues da Costa e seus colegas do regimento.
A conspiração nesta época fazia-se em três planos distintos que eram: 1) em Vila Rica congregava a elite intelectual civil e do clero, e a elite comercial e os indivíduos maçons. 2) através de reuniões no Rio de Janeiro entre comerciantes e intelectuais liberais e iluministas, maçons e não-maçons. 3) e através de propaganda disseminatoria executada principalmente por Tiradentes em varias região de Minas Gerais.
Em reuniões, ficou acertado que seria implantado um regime republicano unitário, divido em províncias e departamentos, no estilo centralizado e não confederado, e a organização legal do Estado iria redigir a constituição e as leis complementares. Além disso, logo que iniciada a guerra seria implantado uma junta governativa provisória.
Um dos objetivos do movimento seria instituir como capital do novo país a Comarca de São João Del Rei em virtude de sua topografia e condições de abastecimento. Posteriormente seria instalada uma universidade em Vila Rica, e teria a abolição da nobreza e do exercito permanente e profissional passando a ser obrigatório o alistamento de todos os cidadãos. Teria a destruição, através de queima pública, de todos os registros civis de propriedade de crédito e seria mantido o sistema escravagista.
No entanto, em 18 de Março de 1789 reuniram-se os principais líderes inconfidentes nas casas de Tomas Gonzaga, Cláudio Manoel e Francisco de Paula Andrade e neste mesmo dia Gonzaga foi ao Palácio de Cachoeira tentar a última cartada junto ao governador. Porém, de volta do palácio encontrou seus colegas dispersos e descrentes, e então Gonzaga também desistiu do movimento e espalhou a notícia de que a ocasião estava perdida devido a denúncia efetuada por Joaquim Silverio dos Reis, que se deu em virtude da divisão política inconciliável entre aqueles que pretendiam a Independência com República e os que pretendiam sob a forma de Monarquia Constitucional. Com esta divisão política dos inconfidentes o plano de Independência começou a morrer.
Junto com vários integrantes da aristocracia mineira, Tiradentes foi o escolhido para liderar a Inconfidência Mineira, em 1789, mas sua pena pela petulância e movimento libertatório foi a prisão e forca, sendo executado em 21 de abril de 1792. Partes do seu corpo foram expostas em postes na estrada que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua casa foi queimada e seus bens confiscados.
Tiradentes pode ser considerado um herói nacional, lutou pela independência do Brasil, no período de domínio e exploração de Portugal. Outros brasileiros, depois dele, seguiram a mesma linha, e por causa deles hoje fazemos parte de um país livre. Como não lembrar aqui de Tancredo Neves que também morreu no dia 21 de abril e é homenageado nas solenidades deste dia.
A liberdade, apesar de um direito constitucional, está ganhando contornos de bem escasso, devido a grande violência que assola o país. Mas devemos fugir de toda e qualquer repressão, devemos seguir o exemplo de Tiradentes e buscar uma vida melhor, uma vida livre!

Beijos a todos

Ps.: Em tempo, este texto também foi publicado no BOCA LIBRE, um blog comunitário do qual fazemos parte. Visitem-no pois tem muitos textos e discussões legais por lá.

Minas Cult sacode Minas Gerais

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Entre os dias 13 de abril de 08 de maio, Belo Horizonte está transformada num palco de desfiles, exposições e debates sobre a moda. Há quem ame e há quem critique, como os populares “espíritos de porco”, que não estão dentro do processo e detonam a imagem dos outros.
Sobre a promoção do evento, muitas pessoas criticaram Aécio Neves que trouxe a turma do São Paulo Fashion Week para promover o Minas Cult. Por que não deixar tudo a cargo dos mineiros? A resposta foi dada pelo próprio governador que viu de perto a capacidade de organização do produtor Paulo Borges, que somou moda e cultura e fez do São Paulo Fashion Week o maior evento de moda brasileiro. Pode ter sito também uma escolha política, mas quem sabe um dia chegamos lá?
Uma grande tenda construída na Praça da Estação, no centro da cidade, foi palco dos desfiles de mais de 20 grifes, como Adriano Costa, Amapô, Amonstro, Cecília Echenique, Depeyre por Julien e Melissa, Eduardo Inagaki, Emilene Galende, Gokko, Ïf, Igor de Barros, J.Pig, Jefferson de Assis, Jonas Fujita, Magnólia Risoflora, Priscila Darolt, Raquel Uendi, Sallomeh, Simone Nunes, Thais Gusmão e Wilson Ranieri.
Aqui em BH, não poderia ser melhor a abertura do Minas Cult: Ronaldo Fraga declarou seu amor a Carlos Drummond de Andrade, e fez uma intervenção na Praça da Liberdade, juntamente com estilistas e grifes mineiras, mostrando a força da moda local através de variadas ações e diálogos.
Há muito tempo se sabe que moda combina com qualquer coisa, porque é a soma de tudo. Ao se vestir a pessoa está assumindo uma escolha que envolve desde o gosto estético até o contexto social. A roupa vestida significa uma formação cultural, a tribo a que se pertence.
O desfile foi baseado nos modelos tradicionais das Garotas do Alceu Penna (os populares vestidos bombons que nossas mães usavam), realizado na tenda da Praça da Estação, e uma exposição foi montada no Museu de Arte da Pampulha, que pode ser visitada até o dia 08 de maio. Anna Marina do caderno Cultura do jornal Estado de Minas disse que “o desfile com modelos baseados nas Garotas do Alceu deu à cidade a oportunidade de relembrar, ou conhecer, um dos maiores artistas do setor que este País já teve.”
O Minas Cult é um evento da ONG Instituto Nacional de Moda e Design (o In-Mod), amparado pela Lei Rouanet, com o apoio do Governo do Estado de Minas Gerais e patrocínio da Telemig Celular e Fiat. Com certeza é um revival de cultura de moda, principalmente a mineira, e será cada vez mais importante nos próximos anos. Ainda vai trazer mais turistas, renda, bom gosto e palco para a capital mineira.
Que Minas também seja a capital da moda brasileira!
Beijos a todos,
PS: Dô quero saber se você não esteve neste evento, já que é a sua cara!

Minas Cult sacode Minas Gerais

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Entre os dias 13 de abril de 08 de maio, Belo Horizonte está transformada num palco de desfiles, exposições e debates sobre a moda. Há quem ame e há quem critique, como os populares “espíritos de porco”, que não estão dentro do processo e detonam a imagem dos outros.
Sobre a promoção do evento, muitas pessoas criticaram Aécio Neves que trouxe a turma do São Paulo Fashion Week para promover o Minas Cult. Por que não deixar tudo a cargo dos mineiros? A resposta foi dada pelo próprio governador que viu de perto a capacidade de organização do produtor Paulo Borges, que somou moda e cultura e fez do São Paulo Fashion Week o maior evento de moda brasileiro. Pode ter sito também uma escolha política, mas quem sabe um dia chegamos lá?
Uma grande tenda construída na Praça da Estação, no centro da cidade, foi palco dos desfiles de mais de 20 grifes, como Adriano Costa, Amapô, Amonstro, Cecília Echenique, Depeyre por Julien e Melissa, Eduardo Inagaki, Emilene Galende, Gokko, Ïf, Igor de Barros, J.Pig, Jefferson de Assis, Jonas Fujita, Magnólia Risoflora, Priscila Darolt, Raquel Uendi, Sallomeh, Simone Nunes, Thais Gusmão e Wilson Ranieri.
Aqui em BH, não poderia ser melhor a abertura do Minas Cult: Ronaldo Fraga declarou seu amor a Carlos Drummond de Andrade, e fez uma intervenção na Praça da Liberdade, juntamente com estilistas e grifes mineiras, mostrando a força da moda local através de variadas ações e diálogos.
Há muito tempo se sabe que moda combina com qualquer coisa, porque é a soma de tudo. Ao se vestir a pessoa está assumindo uma escolha que envolve desde o gosto estético até o contexto social. A roupa vestida significa uma formação cultural, a tribo a que se pertence.
O desfile foi baseado nos modelos tradicionais das Garotas do Alceu Penna (os populares vestidos bombons que nossas mães usavam), realizado na tenda da Praça da Estação, e uma exposição foi montada no Museu de Arte da Pampulha, que pode ser visitada até o dia 08 de maio. Anna Marina do caderno Cultura do jornal Estado de Minas disse que “o desfile com modelos baseados nas Garotas do Alceu deu à cidade a oportunidade de relembrar, ou conhecer, um dos maiores artistas do setor que este País já teve.”
O Minas Cult é um evento da ONG Instituto Nacional de Moda e Design (o In-Mod), amparado pela Lei Rouanet, com o apoio do Governo do Estado de Minas Gerais e patrocínio da Telemig Celular e Fiat. Com certeza é um revival de cultura de moda, principalmente a mineira, e será cada vez mais importante nos próximos anos. Ainda vai trazer mais turistas, renda, bom gosto e palco para a capital mineira.
Que Minas também seja a capital da moda brasileira!
Beijos a todos,
PS: Dô quero saber se você não esteve neste evento, já que é a sua cara!

EU ODEIO O LLL

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O Alexandre está “se achando”. Está não, ele SEMPRE “se achou” o gostosão da internet. Sempre com suas legendas prá chamar a atenção dos leitores masculinos em seu blog, tais como “Fotos da Sheila Carvalho pelada”, “Fotos da Playboy da Sabrina Sato”, etc, isto sem contar nas fotos de pés H-O-R-R-O-R-O-S-O-S, coisa de coroa tarado. O público feminino que se foda, né? Sei. Humpf.
Enfim, esta semana ele se superou, e assumiu sua postura de “Celebridade de mundinho de blog”, ao lançar a mais infame campanha na net, denominada por ele mesmo como “Grande Campanha ‘Eu Odeio o LLL”…
Aliás, estou falando aqui “Alexandre” prá cá, “Alexandre” prá lá, mas na verdade ele atende agora por “Alex Castro“. Sim, caros leitores, o Liberal, o Libertário, o Libertino, mudou, não é mais o Cruz Almeida, mas sim o Alex Castro. Como disse o FYI:
“Outra novidade é a mudança de nome do Alexandre. Agora é Alex Castro. Sei, sei. Agora só falta mudar o blog para “Socialista, Reacionário, Beato”.
Taí, Alexandre, ops, ALEX CASTRO, que tal mudar o nome do blog também? Quem muda de nome próprio com tanta facilidade deve também ser tranqüilo o suficiente prá mudar o nome do blog… Quem sabe Coroa, Corno e Deprimido? Ou então Tarado, Metido e Facistóide?
E sabem do que mais? Creio que ele mudou de nome prá não ficar lembrando mais da ex. Sim, porque o “Cruz Almeida” era o sobrenome da antiga esposa… hehehe… Dor de cotovelo é foda.
Mas o pior do LLL não é isso, é a decadência que este homem, um verdadeiro “facistóide” tem vivido, e, infelizmente, escancarado prá quem quer e quem não quer ver, todo santo dia, naquele blog – que até hoje eu não entendo porque insisto em ler. Primeiro separou da mulher, entrou em depressão durante meses, e só escrevia sobre isso, mó saco (como se a gente fosse analista dele, que é pago prá ouvir essas chatices). Depois ficou revoltado porque ninguém queria publicar o romance dele. Na época em que o “Mulher de um homem só” ficou pronto, então, nem se fala, era só o que ele comentava. Falta de criatividade, sô!? Como se fosse ganhar algum dinheiro com “aquilo”.
Mas a situação de uns dias prá cá piorou e muito! Encheu seus textos com expressões e pequenas frases em inglês, só prá todo mundo saber que ele sabe, e está todo prosa só porque vai fazer um mestrado nos States (logo ele, um facistóide, com o mesmo sobrenome de Fidel, na ilha do “Bucho”).
O que é mais chato do LLL é que entre cada dois ou três posts ele faz outro sobre algum livro, e indica (e pede) para que o compremos pelo link dele no submarino, só prá ele ganhar uma comissão. E não é só isso não! Se vc entrar no link do Submarino pelo blog dele, vai ver que tem uma lista de livros que ele quer ganhar e que a gente pode comprar prá dar de presente prá ele!!! É isso mesmo!!! Tô comçando a desconfiar que ele não é um facistóide, uma celebridadezinha de mundo bloguístico apenas, mas sim um louco que fugiu do Galba Veloso e esqueceu de tomar o seu Gardenal!!! Gente! Será possível que algum outro colega de leito dele lá do Galba teve a capacidade de comprar pro folgado do Alex um livro??? Ah não! O safado além da comissão pela compra, ainda leva o livro!!!
É por isso que apóio a campanha “Eu odeio o LLL”. Mas não sou tola o suficiente prá não entender que esta é uma forma de divulgar mais e mais o blog do cara, e acabar fazendo propaganda gratuita prá este adorador de pés femininos. No entanto, já há muito tempo venho andado meio “porraquí” com este “Castro e Silva” e seus textos que nem espaço prá comentários têm (porque ele já emite a sua opinião, a dos outros a favor, as contra, retruca em cima e dá a resposta, ou seja, você só pode concordar ou chover no molhado).

Sinceramente, Alexandre / Alex / Cruz Almeida / Castro e Silva / Moraes / Álex / Alê / Xande / Xandinho / Xandão / Xandelon / Alejandro, ninguém quer saber se seu cachorro morreu, se sua mulher te largou (essa vai pro céu direto de ter te aturado tanto tempo), se você está lendo o livro X ou Y, se você mudou ou deixar de mudar. Sério, I DON´T CARE! (See? I also can speak english!)

É por isso que .

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SÓ PRÁ NÃO PERDER A VIAGEM
(a Lu vai me odiar por isso)

Este vai pro Idélber Avelar:
– Ingresso para o “crássico”: R$15,00 com Mastercard;
– Cerveja e churrasco com as “coleguinhas” da torcida pó de arroz: R$30,00;
– Pay-per-view do “Campeonato Rural”: R$180,00;

VER A SELEÇÃO CELESTE USANDO SALTO ALTO, PERDER O TÍTULO DENTRO DO MINEIRÃO LOTADO PRO IPATINGA: NÃO TEM PREÇO!!!

Saudações Atleticanas,

Ana Letícia.