Arquivo da categoria: Causos
And the sky is grey
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Encontros e Despedidas
Semana passada foi de muitas despedidas…
Nossa Dô foi “pras Orópa” no domingo agora, nem temos notícia ainda. Se está viva, como foi a viagem, como foi a primeira impressão da cidade, o inglês, etc, etc. 
Ô DÔ, DÁ UM ALÔ PRA NÓS AQUI NO BLOG, SÔ!
Na segunda-feira passada meu hamster Adamastor morreu. Longe de casa, sozinho, dormindo. O coitado nem velho era, nem tinha 01 ano de idade (os hamsters vivem em média 02 anos e alguns meses). Não sabemos a causa mortis, mas o danado tinho ido pro xenhenhém com a “Carlota”, e ficamos sabendo que as noitadas foram diárias… Enfim, pelo menos morreu feliz, né?
Outro que foi (voltou) pra Europa foi o Zanini, amigo de anos, na 5ª feira.
Mas nem só de despedidas passei a semana…
Um amigo que de Salvador (Otávio) que está aqui em BH, pessoas queridas revi e que não encontrava há muito tempo, tanto na festa de despedida da Dô, quanto na do Zanini, e ainda na comemoração de 02 anos de formatura da minha turma da UFMG, no sábado. Como escreveu um amigo da faculdade, a respeito da confraternização:
“A Natureza deu ao homem a necessidade de amar e de ser amado. Um dos maiores gozos que lhe são concedidos na Terra é o de encontrar corações que com o seu simpatizem…”
(Francisco do Espírito Santo Neto – Hammed.)
Agora, para não nos desencontrarmos mais, marco um novo encontro com vocês: o João Lenjob, que é primo, mineiro de Nova Era e escritor/poeta muito dos talentosotos, e que além de estar para lançar seu primeiro livro de poemas, resolveu postar suas novas (e antigas) poesias num blog (o qual confeccionei, hã-hã). Geralmente, todos os dias ele manda por e-mail material novo, de qualidade. Abaixo, vai um trecho de uma crônica que Lenjob escreveu mês passado, está no blog e achei genial!
(Para ler o restante da crônica, entre no blog ou clique aqui.)
NOSSO PORTUGUÊS VAI DE MAL A PIOR
Concordo plenamente com vários estudiosos do português brasileiro que nossa língua é uma das mais difíceis de se aprender, se comparada ao inglês, francês ou espanhol. Possuímos três tempos verbais com vários modos de conjugação, que confundem nossa cabeça na hora de empregá-los. Além disso, as concordâncias nominal e verbal e a regência verbal parecem “bichos-de-sete-cabeças”. Calma, mas tudo isso poderia ser mais fácil do que se imagina…
Digo fácil porque se levarmos em conta que aprendemos o português desde nosso primeiro ano de vida, com aquelas palavrinhas básicas “papai”, “mamãe”, mesmo apelidadas de “papá” ou “mama”, e estudamos sobre nossa língua desde o jardim de infância, com certeza chegaríamos ao final do Ensino Médio falando impecavelmente. SERÁ???
No domingo, 24 de setembro, fazendo um dos meus “bicos”, apliquei prova do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – e fiquei horrorizada com o português do brasileiro que vai de mal a pior. Esta prova avalia os alunos e suas respectivas instituições de ensino, para saber como está a educação brasileira. Além disso, algumas faculdades e universidades utilizam o resultado do ENEM como forma de avaliação dos alunos no vestibular.
Estou longe de ser considerada um exemplo de pessoa que corretamente emprega o português no dia-a-dia, até porque, como uma boa mineira, perco algumas sílabas em minhas frases (mineirim, pequeninim, ocê…). Mas o mínimo de técnica numa prova de redação com certeza eu tenho. Sei que um bom texto se divide em introdução, desenvolvimento e conclusão, é o básico!
O tema da redação do ENEM era “o trabalho infantil na realidade brasileira”. Dos 50 alunos que fizeram prova na sala onde trabalhei, li a redação de 20 e, em notas de 0 a 10, só daria média para um aluno. Isso porque a maioria deles têm idéias, mas não sabem desenvolvê-las.
Ninguém fugiu do tema, mas apenas 02 não igualaram o tema ao título da redação. Fora os que deixaram a redação sem título, acho que uns 03. Bem, o pior não foi isso. Todos da sala tinham pelo menos 18 anos, então numa média, com certeza, cursaram nada menos do que 12 anos de ensino do português. E ainda escrevem mal… A análise sintática ainda é confundida com a análise morfológica… coitada da vírgula, sempre no lugar errado, separando o sujeito do predicado. A concordância verbal nem tinha lugar no texto, “porque a miséria e a violência é causa do trabalho infantil”. Dói ouvir isso.
A culpa é de quem???
– Do governo, porque não dá condições aos professores de lecionarem as disciplinas com eficiência e prazer. No ensino estadual de Minas inventaram uma tal de “Escola Plural”, onde o aluno que não estuda, passa de ano sem aprender nada. Não há mais reprovações. O que o governo quer é índice de estudo e não qualidade.
– Dos professores, porque não desenvolvem uma didática de ensino que prenda os interesses dos alunos. Além disso, com a violência e rebeldia nas escolas, os professores não tem mais interesse de ensinar como antigamente.
– Dos próprios alunos, que não se dedicam aos estudos na escola e em casa, e ainda pensam em se formar, em serem o futuro do país.
Que futuro é esse que eles almejam? Um futuro de analfabetos civis e políticos. Um futuro onde uma elite minoritária, que teve condições de freqüentar boas escolas particulares, terá o poder, e mais uma vez existirão excluídos.
Eu tenho dó do Brasil, porque deste jeito continuará com brasileiros desqualificados, sem emprego, sem condições de vida, porque o mínimo de educação básica escolar não lhes foi dado.
E o nosso bom e velho Português, vai acabar???.
Lú
NOSSO PORTUGUÊS VAI DE MAL A PIOR
Concordo plenamente com vários estudiosos do português brasileiro que nossa língua é uma das mais difíceis de se aprender, se comparada ao inglês, francês ou espanhol. Possuímos três tempos verbais com vários modos de conjugação, que confundem nossa cabeça na hora de empregá-los. Além disso, as concordâncias nominal e verbal e a regência verbal parecem “bichos-de-sete-cabeças”. Calma, mas tudo isso poderia ser mais fácil do que se imagina…
Digo fácil porque se levarmos em conta que aprendemos o português desde nosso primeiro ano de vida, com aquelas palavrinhas básicas “papai”, “mamãe”, mesmo apelidadas de “papá” ou “mama”, e estudamos sobre nossa língua desde o jardim de infância, com certeza chegaríamos ao final do Ensino Médio falando impecavelmente. SERÁ???
No domingo, 24 de setembro, fazendo um dos meus “bicos”, apliquei prova do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – e fiquei horrorizada com o português do brasileiro que vai de mal a pior. Esta prova avalia os alunos e suas respectivas instituições de ensino, para saber como está a educação brasileira. Além disso, algumas faculdades e universidades utilizam o resultado do ENEM como forma de avaliação dos alunos no vestibular.
Estou longe de ser considerada um exemplo de pessoa que corretamente emprega o português no dia-a-dia, até porque, como uma boa mineira, perco algumas sílabas em minhas frases (mineirim, pequeninim, ocê…). Mas o mínimo de técnica numa prova de redação com certeza eu tenho. Sei que um bom texto se divide em introdução, desenvolvimento e conclusão, é o básico!
O tema da redação do ENEM era “o trabalho infantil na realidade brasileira”. Dos 50 alunos que fizeram prova na sala onde trabalhei, li a redação de 20 e, em notas de 0 a 10, só daria média para um aluno. Isso porque a maioria deles têm idéias, mas não sabem desenvolvê-las.
Ninguém fugiu do tema, mas apenas 02 não igualaram o tema ao título da redação. Fora os que deixaram a redação sem título, acho que uns 03. Bem, o pior não foi isso. Todos da sala tinham pelo menos 18 anos, então numa média, com certeza, cursaram nada menos do que 12 anos de ensino do português. E ainda escrevem mal… A análise sintática ainda é confundida com a análise morfológica… coitada da vírgula, sempre no lugar errado, separando o sujeito do predicado. A concordância verbal nem tinha lugar no texto, “porque a miséria e a violência é causa do trabalho infantil”. Dói ouvir isso.
A culpa é de quem???
– Do governo, porque não dá condições aos professores de lecionarem as disciplinas com eficiência e prazer. No ensino estadual de Minas inventaram uma tal de “Escola Plural”, onde o aluno que não estuda, passa de ano sem aprender nada. Não há mais reprovações. O que o governo quer é índice de estudo e não qualidade.
– Dos professores, porque não desenvolvem uma didática de ensino que prenda os interesses dos alunos. Além disso, com a violência e rebeldia nas escolas, os professores não tem mais interesse de ensinar como antigamente.
– Dos próprios alunos, que não se dedicam aos estudos na escola e em casa, e ainda pensam em se formar, em serem o futuro do país.
Que futuro é esse que eles almejam? Um futuro de analfabetos civis e políticos. Um futuro onde uma elite minoritária, que teve condições de freqüentar boas escolas particulares, terá o poder, e mais uma vez existirão excluídos.
Eu tenho dó do Brasil, porque deste jeito continuará com brasileiros desqualificados, sem emprego, sem condições de vida, porque o mínimo de educação básica escolar não lhes foi dado.
E o nosso bom e velho Português, vai acabar???.
Lú
NOSSO PORTUGUÊS VAI DE MAL A PIOR
Concordo plenamente com vários estudiosos do português brasileiro que nossa língua é uma das mais difíceis de se aprender, se comparada ao inglês, francês ou espanhol. Possuímos três tempos verbais com vários modos de conjugação, que confundem nossa cabeça na hora de empregá-los. Além disso, as concordâncias nominal e verbal e a regência verbal parecem “bichos-de-sete-cabeças”. Calma, mas tudo isso poderia ser mais fácil do que se imagina…
Digo fácil porque se levarmos em conta que aprendemos o português desde nosso primeiro ano de vida, com aquelas palavrinhas básicas “papai”, “mamãe”, mesmo apelidadas de “papá” ou “mama”, e estudamos sobre nossa língua desde o jardim de infância, com certeza chegaríamos ao final do Ensino Médio falando impecavelmente. SERÁ???
No domingo, 24 de setembro, fazendo um dos meus “bicos”, apliquei prova do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – e fiquei horrorizada com o português do brasileiro que vai de mal a pior. Esta prova avalia os alunos e suas respectivas instituições de ensino, para saber como está a educação brasileira. Além disso, algumas faculdades e universidades utilizam o resultado do ENEM como forma de avaliação dos alunos no vestibular.
Estou longe de ser considerada um exemplo de pessoa que corretamente emprega o português no dia-a-dia, até porque, como uma boa mineira, perco algumas sílabas em minhas frases (mineirim, pequeninim, ocê…). Mas o mínimo de técnica numa prova de redação com certeza eu tenho. Sei que um bom texto se divide em introdução, desenvolvimento e conclusão, é o básico!
O tema da redação do ENEM era “o trabalho infantil na realidade brasileira”. Dos 50 alunos que fizeram prova na sala onde trabalhei, li a redação de 20 e, em notas de 0 a 10, só daria média para um aluno. Isso porque a maioria deles têm idéias, mas não sabem desenvolvê-las.
Ninguém fugiu do tema, mas apenas 02 não igualaram o tema ao título da redação. Fora os que deixaram a redação sem título, acho que uns 03. Bem, o pior não foi isso. Todos da sala tinham pelo menos 18 anos, então numa média, com certeza, cursaram nada menos do que 12 anos de ensino do português. E ainda escrevem mal… A análise sintática ainda é confundida com a análise morfológica… coitada da vírgula, sempre no lugar errado, separando o sujeito do predicado. A concordância verbal nem tinha lugar no texto, “porque a miséria e a violência é causa do trabalho infantil”. Dói ouvir isso.
A culpa é de quem???
– Do governo, porque não dá condições aos professores de lecionarem as disciplinas com eficiência e prazer. No ensino estadual de Minas inventaram uma tal de “Escola Plural”, onde o aluno que não estuda, passa de ano sem aprender nada. Não há mais reprovações. O que o governo quer é índice de estudo e não qualidade.
– Dos professores, porque não desenvolvem uma didática de ensino que prenda os interesses dos alunos. Além disso, com a violência e rebeldia nas escolas, os professores não tem mais interesse de ensinar como antigamente.
– Dos próprios alunos, que não se dedicam aos estudos na escola e em casa, e ainda pensam em se formar, em serem o futuro do país.
Que futuro é esse que eles almejam? Um futuro de analfabetos civis e políticos. Um futuro onde uma elite minoritária, que teve condições de freqüentar boas escolas particulares, terá o poder, e mais uma vez existirão excluídos.
Eu tenho dó do Brasil, porque deste jeito continuará com brasileiros desqualificados, sem emprego, sem condições de vida, porque o mínimo de educação básica escolar não lhes foi dado.
E o nosso bom e velho Português, vai acabar???.
Lú
Todos morrem de saudades dela…
Beijos Lú
PS: e para ter uma despedida bem à brasileira, amanhã terá samba de raiz na Utópica Marcenaria, com Copo Lagoinha… Dô, Lê e Lú… juntas!
Todos morrem de saudades dela…
Beijos Lú
PS: e para ter uma despedida bem à brasileira, amanhã terá samba de raiz na Utópica Marcenaria, com Copo Lagoinha… Dô, Lê e Lú… juntas!
Todos morrem de saudades dela…
Beijos Lú
PS: e para ter uma despedida bem à brasileira, amanhã terá samba de raiz na Utópica Marcenaria, com Copo Lagoinha… Dô, Lê e Lú… juntas!





