Água, bem escasso!

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Para quem ainda não caiu na real, o mundo está ficando sem água! É, não digo água nos rios e mares, porque a Terra é formada mais de água do que de terra, mas falo de água potável, consumível, porque, afinal, nosso corpo possui ¾ de sua totalidade em água (lembro da época de Ciências no colégio…)

Existe um projeto muito legal em Minas, chamado “Projeto Manuelzão”, que por sinal é um dos mais bem conceituados projetos de meio ambiente do nosso estado, com objetivos de pesquisa, mobilização social e educação ambiental. Ele trabalha junto às prefeituras e às associações comunitárias de municípios que integram a bacia hidrográfica do Rio das Velhas. O projeto visa à recuperação e preservação dessa bacia, através da conscientização social e ambiental das populações ribeirinhas e regionais sobre a importância da água limpa.

Engraçado que aprendi tudo isso ajudando minha prima Débora a fazer um trabalho de 3º ano, quem diria… Antes disso, nunca tinha ouvido falar no projeto, apesar de saber que o Rio das Velhas não anda tão limpinho como em certos pedaços.

E não precisa andar muito para constatar. Quem passa em Santa Luzia, aqui do lado, vê sobre a ponte que liga a parte baixa à alta, uma imensidão do rio toda negra… e não para por ai! Lembram daquele “caiaqueiro” que percorreu todo o Rio das Velhas no início deste ano? Não achou nada de bom, tinha hora que precisava usar máscaras para terminar o percurso.

O mais importante no Projeto Manuelzão é sua divulgação, para que a população ajude no trabalho de recuperação e preservação do rio. Lembrando que não estou só falando do Velhas, mas tem muito mais rios precisando de recuperação.

Devemos lembrar também que a ajuda vai ser revertida para nós mesmos, pois em vários rios brasileiros, como o velho Chico (Rio São Francisco) temos instaladas hidrelétricas que geram energia para nossas casas (já imaginaram a ocorrência de um apagão novamente? Nem me lembre daquele quando eu estava saindo da PUC e vi BH negra!!!)

E a falta de água potável como seria? Os apocalípticos dizem que esta pode ser a causa do fim do mundo… vai saber?

Vamos tentar pelo menos fazer nossa parte.

Está dado meu recado.

Beijos Lú

JAZZ!

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Não sabia muito sobre jazz, ainda continuo não sabendo tanto, mas o suficiente para amar. Aqui em BH, temos um evento chamado SAVASSI FESTIVAL JAZZ, promovido pelo Café com letras, no bairro nobre playboyzístico chamado Savassi. Este ano, o evento foi no início de junho. Eu fui nos 2 e estava excelente.

Bom, o motivo maior desse assunto é que, ontem fui trabalhar num bar, Conservatório Music Bar. É a 4ª vez que trabalho à noite, como garçonete mesmo. Tudo começou, quando a Laurinha foi estagiar no escritório onde trabalho, daí ela disse que às vezes fazia uns bicos num Café e perguntou se eu não queria trabalhar, claro que eu adorei a idéia…Trabalhei lá umas 2 vezes, e claro no sábado, pois tenho que ir pra faculdade à noite. Depois disso resolvi não ir mais, estava ficando muito cansada. Há umas duas semanas, uma amiga, a Jujú, me ligou no sábado para trabalhar pra ela lá no Conservatório (sábado) que ela não poderia ir. Como eu não estava fazendo nada… animei e fui. O bom que o Conservatório fica 3 quarteirões da minha casa. O Guilherme e o Tatá são os donos de lá, são super jovens e bacanas. O legal é que, o trampo é completamente informal, não tem nada de uniforme, bandeja, seriedade. A gente carrega umas 03 cervejas em cada mão, trabalha de calça jeans, faz amizade e conversa com uma porrada de gente bacana, dança, se diverte e ainda ganha uma graninha…tem coisa melhor? Acho que não. São duas garotas que trabalham por noite, a maioria das meninas fazem faculdade. Ontem o Tatá me ligou pra trabalhar, que foi a 1ª terça-feira que funcionou. Como eu não tinha aula, resolvi aceitar. Trabalhei com a minha amiga, Jujú, por pura coincidência. Foi muito bom, principalmente que foi um showzinho de Jazz que superou as expectativas. O show foi com um guitarrista fera, Beto Lopes, e um dos melhores bateristas que já vi, (olha o exagero). Galera eu conheço o Jim Hendrix, ok! É que o cara é muito bom, o nome, apelido, sei lá o que é Neném… de neném ele não tem nada, ele é bem mais velho. Mas, tem a manha.

Por ser a 1ª terça que o Conservatório funcionou, estava bem cheio. Cheio daquele povo que tem mania de achar que é hippie, metido a intelectual (geralmente são bem intelectualzados, mesmo), sandalinha de couro, dread no cabelo e grande maioria de carrão na porta e, provavelmente, todos residem na zona sul, isso é, com certeza, conheço uma galera assim, tenho muitos amigos desse tipo. A maioria faz Belas Artes, Artes cênicas, tem uma banda, viaja pra Bahia nas férias e fica um mês por lá, isso quando sismam que querem morar lá e por aí vai… Mas, é um povo bem legal e inteligente, eles só são um pouco contraditórios, quando horrorizam com a situação do Brasil, discriminam tudo e todos, a desigualdade social, mas não abrem mão de viajens, carros, baladas, etc… Acho pura hipocrisia. Não tô aqui pra falar dessa moçada…e sim do show de ontem…jazz…jazz e muito jazz…tudo de bom.

Quanto ao trabalho, temos que aturar algumas cantadas insistentes às vezes, mas, é só fingir de sonsa…que tudo vira festa… Quem puder, vale a pena conferir os shows do Conservatório.

Pessoal, voltei a ler poesias, principalmente depois de alguns comentários que tenho recebido através dos textos que escrevo. Só pra não perder o costume aí vai:

Apagar-me

(Paulo Leminski)

“Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.”
Eu amo Paulo Leminski, também…
Beijos da Dodô…

JAZZ!

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Não sabia muito sobre jazz, ainda continuo não sabendo tanto, mas o suficiente para amar. Aqui em BH, temos um evento chamado SAVASSI FESTIVAL JAZZ, promovido pelo Café com letras, no bairro nobre playboyzístico chamado Savassi. Este ano, o evento foi no início de junho. Eu fui nos 2 e estava excelente.

Bom, o motivo maior desse assunto é que, ontem fui trabalhar num bar, Conservatório Music Bar. É a 4ª vez que trabalho à noite, como garçonete mesmo. Tudo começou, quando a Laurinha foi estagiar no escritório onde trabalho, daí ela disse que às vezes fazia uns bicos num Café e perguntou se eu não queria trabalhar, claro que eu adorei a idéia…Trabalhei lá umas 2 vezes, e claro no sábado, pois tenho que ir pra faculdade à noite. Depois disso resolvi não ir mais, estava ficando muito cansada. Há umas duas semanas, uma amiga, a Jujú, me ligou no sábado para trabalhar pra ela lá no Conservatório (sábado) que ela não poderia ir. Como eu não estava fazendo nada… animei e fui. O bom que o Conservatório fica 3 quarteirões da minha casa. O Guilherme e o Tatá são os donos de lá, são super jovens e bacanas. O legal é que, o trampo é completamente informal, não tem nada de uniforme, bandeja, seriedade. A gente carrega umas 03 cervejas em cada mão, trabalha de calça jeans, faz amizade e conversa com uma porrada de gente bacana, dança, se diverte e ainda ganha uma graninha…tem coisa melhor? Acho que não. São duas garotas que trabalham por noite, a maioria das meninas fazem faculdade. Ontem o Tatá me ligou pra trabalhar, que foi a 1ª terça-feira que funcionou. Como eu não tinha aula, resolvi aceitar. Trabalhei com a minha amiga, Jujú, por pura coincidência. Foi muito bom, principalmente que foi um showzinho de Jazz que superou as expectativas. O show foi com um guitarrista fera, Beto Lopes, e um dos melhores bateristas que já vi, (olha o exagero). Galera eu conheço o Jim Hendrix, ok! É que o cara é muito bom, o nome, apelido, sei lá o que é Neném… de neném ele não tem nada, ele é bem mais velho. Mas, tem a manha.

Por ser a 1ª terça que o Conservatório funcionou, estava bem cheio. Cheio daquele povo que tem mania de achar que é hippie, metido a intelectual (geralmente são bem intelectualzados, mesmo), sandalinha de couro, dread no cabelo e grande maioria de carrão na porta e, provavelmente, todos residem na zona sul, isso é, com certeza, conheço uma galera assim, tenho muitos amigos desse tipo. A maioria faz Belas Artes, Artes cênicas, tem uma banda, viaja pra Bahia nas férias e fica um mês por lá, isso quando sismam que querem morar lá e por aí vai… Mas, é um povo bem legal e inteligente, eles só são um pouco contraditórios, quando horrorizam com a situação do Brasil, discriminam tudo e todos, a desigualdade social, mas não abrem mão de viajens, carros, baladas, etc… Acho pura hipocrisia. Não tô aqui pra falar dessa moçada…e sim do show de ontem…jazz…jazz e muito jazz…tudo de bom.

Quanto ao trabalho, temos que aturar algumas cantadas insistentes às vezes, mas, é só fingir de sonsa…que tudo vira festa… Quem puder, vale a pena conferir os shows do Conservatório.

Pessoal, voltei a ler poesias, principalmente depois de alguns comentários que tenho recebido através dos textos que escrevo. Só pra não perder o costume aí vai:

Apagar-me

(Paulo Leminski)

“Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.”
Eu amo Paulo Leminski, também…
Beijos da Dodô…

Cinema Brasileiro

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Ultimamente tenho assistido a alguns filmes brasileiros (dos mais recentes), e tenho notado uma safra muito boa, que, ao meu ver, se iniciou com o magnífico Central do Brasil. O último que assisti, este final de semana, foi A Dona da História, com Marieta Severo, Antônio Fagundes, Débora Falabela e Rodrigo Santoro. O filme é lindo, muito bem feito, cuidadosamente ambientado e os atores são de babar!

Rodrigo Santoro aparece bem no filme, o que agradou muito às mulheres que foram a mesma seção que eu (tinha umas meninas ao lado que gemiam a cada cena com o ator). Além de sua aparência um tanto quanto, digamos assim, “agradável” (pô gente, tenho que ser politicamente correta aqui, meu namorado lê este blog, né Môr? hihihihi), ele está um espetáculo como ator também. Há uma passagem em particular que quase fez nós três (eu, Daniel e Dédé) irmos às lágrimas, de tão boa sua atuação, que casou muito bem com o jovem talento mineiro, a mignon Débora Falabela. Marieta e Fagundes, nem precisa comentar, pois os dois são um espetáculo à parte. O crítico do caderno Divirta-se, do Estado de Minas, na sexta-feira (01/10/04) comentou muito bem sobre o filme, mas falou mal de elementos de cenografia como os carros muito bem limpos e cuidados (“parecendo coisa de colecionador”) e das cenas do Rio atual, quando deveria ser mostrado de 30 anos atrás…

“Como é freqüente no cinema ou na televisão brasileiros, a reconstituição de época em A dona da história comete um pecado grave. É eficiente para reconstruir objetos, mas não para fazer com que pareçam de verdade.”

Discordo. Os carros da década de 70 estavam sim, muito bem cuidados, mas a ocasião mostrada era de uma festa badaladíssima, num palacete do Rio de Janeiro e, convenhamos, ninguém vai de carro sujo de lama e caindo aos pedaços numa festa daquelas… Sem contar que o carro utilizado pelo personagem de R. Santoro no filme, como ele mesmo explicou durante a narrativa, pertencia ” firma” para a qual trabalhava, oras, não era um carro de passeio, usado para fazer rallies, etc, era um carro de empresa, e por isso, mais bem cuidado, para fazer impressionar aos clientes. Não é assim até hoje? Não sei o porquê da implicância! É filme, gente, é fantasia, é diversão, é CINEMA! Ninguém fica falando mal de carros explodindo, vacas voando em ciclones, etc e toda aquela balbúrdia que vemos em todos os filmes de Hollywood, pombas! Só fala mal de filme brasileiro, nunca vi!

Para quem não sabe de nada sobre o filme, ele foi adaptado de uma peça de teatro, se não me engano com o mesmo título, em que uma mulher, após 32 anos de casamento, se encontra numa situação de constatação de que não realizou nada de “importante” na vida… é nesta “viagem” psicológica que ela se encontra com ela mesma, só que 32 anos mais jovem, vivendo as dúvidas que vivia na época, se iria realizar grandes feitos durante sua vida, etc. Esta cena, em particular, é impressionante! Há um clima de suspense, e todo mundo no cinema parece que torce prás duas não se encontrarem. As duas atrizes, Marieta e Débora, desempenharam muito bem o papel da mesma mulher, e a cena do encontro desenrolou perfeitamente.

A outra fama do filme fica por conta do diretor, Daniel Filho, que ficou falado depois que revelaram que ele só filma o primeiro take da cena, não dando outras chances aos atores. Você assisitir ao filme pensando nisso é uma coisa louca, não dá prá acreditar que a primeira vez que a cena foi feita, é aquela que vocês está assisitindo. Há uma carga de emoção o filme todo que invade a platéia, e no final, todos têm que se conter para não aplaudir!

“A grande maioria das cenas foi feita uma só vez. Veterano, Fagundes comenta que, por ele, valeriam as cenas dos ensaios. “É uma adrenalina enorme.” Santoro e Marieta trabalharam desta maneira pela primeira vez. “Tive uma certa dificuldade, pois sou take 53”, brinca a atriz. “Não tenho nada contra segundos e terceiros planos, mas gosto da surpresa da interpretação. Quando o ator sabe que vai ter dois, três, quatro planos, ele se joga menos”, afirma Daniel Filho.”

Outros filmes brasileiros muito bons que vi, mas foram muito pouco comentados:

Recomendo todos os três, mas quem quer fugir de filmes sombrios e violentos, deve evitar “O Homem do Ano”, apesar de eu achar que Murilo Benício teve uma atuação memorável como o “Máiquel”, digna de grandes astros do mundo todo. Ele se torna outra pessoa, parece até mais alto e forte, mau, transfigurado, nada a ver com o Danilo de “Chocolate com Pimenta”. Natália Lage e Cláudia Abreu também são atrações à parte deste filme, ou seja, o elenco todo é um espetáculo.

Já o homem que copiava, traz Lázaro Ramos e Leandra Leal, ambos muito bons, e o enredo é ótimo, a história é engraçada, mas ao mesmo tempo trágica, e fica neste paradoxo, do início ao fim. Mas a idéia central do filme (copiar dinheiro em máquina de xerox e ficar rico) eu aposto que já passou pela cabeça de muita gente… pela minha, pelo menos, já!!!

O Durval Discos é uma pérola. Nunca tinha visto atuando nenhum dos artistas principais (Durval, a velha e a menina – Ary França, Etty Fraser e Isabela Guasco, respectivamente), e os três são óóóóótimos! Apesar de a narrativa ser meio lenta, porque você acha que fica o tempo todo esperando algo acontecer, quando você percebe, você já está dentro do filme, pois é esta angústia da espera que a autora quis realmente passar aos espectadores, pois é o mesmo que os personagens sentem!!! Adorei o filme, peguei na locadora e não dava nada por ele, mas no final, adorei!

Ainda não assisti Olga, mas vou assistir, prometo! E depois conto tudo aqui, tá?



Abraços aos cinéfilos de plantão!



Ana Letícia.

Cinema Brasileiro

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Ultimamente tenho assistido a alguns filmes brasileiros (dos mais recentes), e tenho notado uma safra muito boa, que, ao meu ver, se iniciou com o magnífico Central do Brasil. O último que assisti, este final de semana, foi A Dona da História, com Marieta Severo, Antônio Fagundes, Débora Falabela e Rodrigo Santoro. O filme é lindo, muito bem feito, cuidadosamente ambientado e os atores são de babar!

Rodrigo Santoro aparece bem no filme, o que agradou muito às mulheres que foram a mesma seção que eu (tinha umas meninas ao lado que gemiam a cada cena com o ator). Além de sua aparência um tanto quanto, digamos assim, “agradável” (pô gente, tenho que ser politicamente correta aqui, meu namorado lê este blog, né Môr? hihihihi), ele está um espetáculo como ator também. Há uma passagem em particular que quase fez nós três (eu, Daniel e Dédé) irmos às lágrimas, de tão boa sua atuação, que casou muito bem com o jovem talento mineiro, a mignon Débora Falabela. Marieta e Fagundes, nem precisa comentar, pois os dois são um espetáculo à parte. O crítico do caderno Divirta-se, do Estado de Minas, na sexta-feira (01/10/04) comentou muito bem sobre o filme, mas falou mal de elementos de cenografia como os carros muito bem limpos e cuidados (“parecendo coisa de colecionador”) e das cenas do Rio atual, quando deveria ser mostrado de 30 anos atrás…

“Como é freqüente no cinema ou na televisão brasileiros, a reconstituição de época em A dona da história comete um pecado grave. É eficiente para reconstruir objetos, mas não para fazer com que pareçam de verdade.”

Discordo. Os carros da década de 70 estavam sim, muito bem cuidados, mas a ocasião mostrada era de uma festa badaladíssima, num palacete do Rio de Janeiro e, convenhamos, ninguém vai de carro sujo de lama e caindo aos pedaços numa festa daquelas… Sem contar que o carro utilizado pelo personagem de R. Santoro no filme, como ele mesmo explicou durante a narrativa, pertencia ” firma” para a qual trabalhava, oras, não era um carro de passeio, usado para fazer rallies, etc, era um carro de empresa, e por isso, mais bem cuidado, para fazer impressionar aos clientes. Não é assim até hoje? Não sei o porquê da implicância! É filme, gente, é fantasia, é diversão, é CINEMA! Ninguém fica falando mal de carros explodindo, vacas voando em ciclones, etc e toda aquela balbúrdia que vemos em todos os filmes de Hollywood, pombas! Só fala mal de filme brasileiro, nunca vi!

Para quem não sabe de nada sobre o filme, ele foi adaptado de uma peça de teatro, se não me engano com o mesmo título, em que uma mulher, após 32 anos de casamento, se encontra numa situação de constatação de que não realizou nada de “importante” na vida… é nesta “viagem” psicológica que ela se encontra com ela mesma, só que 32 anos mais jovem, vivendo as dúvidas que vivia na época, se iria realizar grandes feitos durante sua vida, etc. Esta cena, em particular, é impressionante! Há um clima de suspense, e todo mundo no cinema parece que torce prás duas não se encontrarem. As duas atrizes, Marieta e Débora, desempenharam muito bem o papel da mesma mulher, e a cena do encontro desenrolou perfeitamente.

A outra fama do filme fica por conta do diretor, Daniel Filho, que ficou falado depois que revelaram que ele só filma o primeiro take da cena, não dando outras chances aos atores. Você assisitir ao filme pensando nisso é uma coisa louca, não dá prá acreditar que a primeira vez que a cena foi feita, é aquela que vocês está assisitindo. Há uma carga de emoção o filme todo que invade a platéia, e no final, todos têm que se conter para não aplaudir!

“A grande maioria das cenas foi feita uma só vez. Veterano, Fagundes comenta que, por ele, valeriam as cenas dos ensaios. “É uma adrenalina enorme.” Santoro e Marieta trabalharam desta maneira pela primeira vez. “Tive uma certa dificuldade, pois sou take 53”, brinca a atriz. “Não tenho nada contra segundos e terceiros planos, mas gosto da surpresa da interpretação. Quando o ator sabe que vai ter dois, três, quatro planos, ele se joga menos”, afirma Daniel Filho.”

Outros filmes brasileiros muito bons que vi, mas foram muito pouco comentados:

Recomendo todos os três, mas quem quer fugir de filmes sombrios e violentos, deve evitar “O Homem do Ano”, apesar de eu achar que Murilo Benício teve uma atuação memorável como o “Máiquel”, digna de grandes astros do mundo todo. Ele se torna outra pessoa, parece até mais alto e forte, mau, transfigurado, nada a ver com o Danilo de “Chocolate com Pimenta”. Natália Lage e Cláudia Abreu também são atrações à parte deste filme, ou seja, o elenco todo é um espetáculo.

Já o homem que copiava, traz Lázaro Ramos e Leandra Leal, ambos muito bons, e o enredo é ótimo, a história é engraçada, mas ao mesmo tempo trágica, e fica neste paradoxo, do início ao fim. Mas a idéia central do filme (copiar dinheiro em máquina de xerox e ficar rico) eu aposto que já passou pela cabeça de muita gente… pela minha, pelo menos, já!!!

O Durval Discos é uma pérola. Nunca tinha visto atuando nenhum dos artistas principais (Durval, a velha e a menina – Ary França, Etty Fraser e Isabela Guasco, respectivamente), e os três são óóóóótimos! Apesar de a narrativa ser meio lenta, porque você acha que fica o tempo todo esperando algo acontecer, quando você percebe, você já está dentro do filme, pois é esta angústia da espera que a autora quis realmente passar aos espectadores, pois é o mesmo que os personagens sentem!!! Adorei o filme, peguei na locadora e não dava nada por ele, mas no final, adorei!

Ainda não assisti Olga, mas vou assistir, prometo! E depois conto tudo aqui, tá?



Abraços aos cinéfilos de plantão!



Ana Letícia.

ORKUT

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Segundo estatísticas, em junho deste ano, o Brasil foi invadido por uma febre chamada “ORKUT”.

É… ainda tem gente que não ouviu falar???

Para quem não sabe, o orkut é uma “panelinha virtual”, onde você pode reencontrar amigos, manter contato com pessoas distantes, arrumar pretendentes, discutir vários assuntos em comum, etc, etc, etc.

Digo “panelinha virtual” porque para acessar e fazer parte desta comunidade, as pessoas têm que, necessariamente, serem convidadas por algum associado. Viu, tem que ser convidado! Chic! Não é para qualquer um não!

Uma das coisas que o pessoal mais curte no iogurte (orkut popularizado) é encher sua janela de amigos. Daí a gente encontra amigo de amigo, de amigo, de amigo, de amigo…… e vê que todo mundo se conhece, eta mundinho pequeno!

Algumas pessoas até disputam ter mais amigos do que outras, vê se pode! Tem gente que nem se conhece, mas ta lá na lista! Eu, particularmente, prefiro colocar apenas amigos verdadeiros, sem adicionar pessoas a torto e a direito!

Outra brincadeira legal do iogurte é o “karma”, onde se pode colocar algumas sensações, opiniões e sentimentos sobre cada pessoa que tem como amigo. O coração, por exemplo, significa que a pessoa é sexy, gelinhos querem dizer que o amigo é legal, estrelinhas dizem que você é fã da pessoa… e por ai vai…

Você também pode escrever testimonials e scrapbook sobre a pessoa, textos curtos dizendo o que acha dela ou recados básicos e rápidos.

Nossa, tem tanta coisa!!!

Ainda tem as comunidades, que são grupos de discussão com diversos temas, como moda, música, esportes, colégios (aqui você encontra gente que nem sabe que está vivo!)

O orkut é super divertido! Quem tem, vicia!

Mas uma dica para os orkuteiros: não é bom colocar informações pessoais como endereço, telefone, lugares onde costuma ir… para que não facilite o trabalho de marginais ou pessoas mal-intencionadas.

Nessa brincadeira, eu sou amiga da Lê, que não é amiga da Dô, pois nós ainda não a convidamos (nem sei se ela sabe o que é orkut, mas esse post vai ajudá-la!), mas somos amigas de outras pessoas em comum do escritório, da facul, do Direito.

É isso, quem mais quer ser nossos amigos?

Será que nos encontram?

Beijos Lú

ORKUT

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Segundo estatísticas, em junho deste ano, o Brasil foi invadido por uma febre chamada “ORKUT”.

É… ainda tem gente que não ouviu falar???

Para quem não sabe, o orkut é uma “panelinha virtual”, onde você pode reencontrar amigos, manter contato com pessoas distantes, arrumar pretendentes, discutir vários assuntos em comum, etc, etc, etc.

Digo “panelinha virtual” porque para acessar e fazer parte desta comunidade, as pessoas têm que, necessariamente, serem convidadas por algum associado. Viu, tem que ser convidado! Chic! Não é para qualquer um não!

Uma das coisas que o pessoal mais curte no iogurte (orkut popularizado) é encher sua janela de amigos. Daí a gente encontra amigo de amigo, de amigo, de amigo, de amigo…… e vê que todo mundo se conhece, eta mundinho pequeno!

Algumas pessoas até disputam ter mais amigos do que outras, vê se pode! Tem gente que nem se conhece, mas ta lá na lista! Eu, particularmente, prefiro colocar apenas amigos verdadeiros, sem adicionar pessoas a torto e a direito!

Outra brincadeira legal do iogurte é o “karma”, onde se pode colocar algumas sensações, opiniões e sentimentos sobre cada pessoa que tem como amigo. O coração, por exemplo, significa que a pessoa é sexy, gelinhos querem dizer que o amigo é legal, estrelinhas dizem que você é fã da pessoa… e por ai vai…

Você também pode escrever testimonials e scrapbook sobre a pessoa, textos curtos dizendo o que acha dela ou recados básicos e rápidos.

Nossa, tem tanta coisa!!!

Ainda tem as comunidades, que são grupos de discussão com diversos temas, como moda, música, esportes, colégios (aqui você encontra gente que nem sabe que está vivo!)

O orkut é super divertido! Quem tem, vicia!

Mas uma dica para os orkuteiros: não é bom colocar informações pessoais como endereço, telefone, lugares onde costuma ir… para que não facilite o trabalho de marginais ou pessoas mal-intencionadas.

Nessa brincadeira, eu sou amiga da Lê, que não é amiga da Dô, pois nós ainda não a convidamos (nem sei se ela sabe o que é orkut, mas esse post vai ajudá-la!), mas somos amigas de outras pessoas em comum do escritório, da facul, do Direito.

É isso, quem mais quer ser nossos amigos?

Será que nos encontram?

Beijos Lú

"A princesa e o sapinho" O RETORNO!?

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Lutei com todas as minhas forças. Mas, de nada adiantou. Tinha prometido pra mim mesma que, não mais iria escrever sobre o sapinho peludo. Não rolou. Tudo conspira contra mim, estão todas as forças ao meu desfavor.

Para quem não está entendendo nada, esse texto é uma continuação de um dos meus primeiros textos no blog: “A princesa e o sapinho...” (pra quem não leu, leia).

Tudo começou, ou melhor, recomeçou na semana passada (sexta feira), quando o amigo do Sapinho ligou para a princesa, como quem não quer nada, segundo ele, queria saber como a princesa estava!? Então ta, né! Coisa estranha, gente esquisita…

Depois desse episódio, no domingo, a Manú, amiga da princesa, ligou pra ela para papear um pouco. Na verdade, para desabafar. Ela estava com uns probleminhas pessoais (homens, homens e homens!!!). Até que ela começou a revelar um lado que a princesa não conhecia. É que ela escreve uns poemas, que até então, quase ninguém sabia, e são muito legais, por sinal. De repente ela começou a recitar alguns dos tais poemas pra princesa, pelo telefone, foi quando ela disse que tinha escrito um poema sobre a princesa e o sapinho (segundo ela, ficou revoltadíssima com a estória, pois nunca ficou sabendo de nada igual… quêqueisso), e começou a ler. Enquanto ela lia, toda emocionada, a princesa do outro lado da linha, “rachava os bico”.

Eis a tragédia..rs:

Sonhos eternos



“Ele disse sim

Ela disse não

Ele prometia o céu

Ela queria o chão

Ele foi embora

Ela ficou

Ele conseguiu arrancar cada segundo da memória

Ela quase já não tinha vida própria

Ele a enganou

Ela sabia que alguma coisa estava errada

Os dois eram diferentes demais

Mas ele sabia

Ela queria

Mas ele sabia que não

Ela queria agora todos os sonhos

Mas ele sabia

Ela, ela se enganou

Os sonhos eram eternos

Mas de puro vento.”

Emanuela Costa Guimarães



Acho, que nessa estória, a princesa era a mais tranqüila, enquanto seus amigos odiavam profundamente o sapo peludo, ela nem ligava!

A seqüência de acontecimentos não parou por aí, não moçada!!!

Ontem, (quinta-feira), depois de quase 04 meses de desaparecimento total, eis que o bendito sapo peludo aparece…aiaiai…

A princesa tinha que resolver uns pepinos na faculdade, então ela aproveitou a hora do almoço para resolve-los e foi almoçar com um amigo que estuda lá na faculdade, o Gabriel, muito fofo… (beijo pra você).

Apesar do sapinho trabalhar perto da faculdade, ele nunca almoçava por lá, pelo menos era o que a princesa pensava. Pensava errado!!! E não é que ela avistou de longe aquela careca brilhosa, no fundo do restaurante, e claro que ela identificou aquela “maravilha” de longe, rs. Fala sério. Ninguém merece! Mas, é claro que ela ficou estática no lugar e fingiu que não viu nada.

Vocês acreditam, que ele passou perto da mesa da princesa, fez questão de parar pra cumprimentar uns amigos da mesa ao lado, e passou sem dar a mínima! Ai, ele ainda crê que o garotão de 40 anos… (bendita ilusão). Ainda bem que a princesa continuou a sua conversa “normalmente”.

Mas, ela já está vacinada e muito bem por sinal.

Acho, que as pessoas que souberam da estória estão mais envolvidos que a própria princesa.

Deixa pra lá! Ela sabia que um dia iria esbarrar como aquele sapinho por aí. O dia chegou e nada aconteceu. Acabou. Isso é pra provar para as pessoas, que por pior que seja a dor…Simplesmente, passa…Acaba…Termina…Vai para pqp… A da princesa passou.

Ela não quer mais saber de sapo nenhum, agora é príncipe, mermo… Sem exagero, pode ser legal e inteligente… Por enquanto ela está ótima sozinha…

Obs.: Ah, será que o sapinho melhorou das dores na coluna, ou no músculo? Vai saber! A princesa deseja melhoras!!!

Quanto ao amigo do sapinho…

Beijos e beijocas…

Donária.

"A princesa e o sapinho" O RETORNO!?

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Lutei com todas as minhas forças. Mas, de nada adiantou. Tinha prometido pra mim mesma que, não mais iria escrever sobre o sapinho peludo. Não rolou. Tudo conspira contra mim, estão todas as forças ao meu desfavor.

Para quem não está entendendo nada, esse texto é uma continuação de um dos meus primeiros textos no blog: “A princesa e o sapinho...” (pra quem não leu, leia).

Tudo começou, ou melhor, recomeçou na semana passada (sexta feira), quando o amigo do Sapinho ligou para a princesa, como quem não quer nada, segundo ele, queria saber como a princesa estava!? Então ta, né! Coisa estranha, gente esquisita…

Depois desse episódio, no domingo, a Manú, amiga da princesa, ligou pra ela para papear um pouco. Na verdade, para desabafar. Ela estava com uns probleminhas pessoais (homens, homens e homens!!!). Até que ela começou a revelar um lado que a princesa não conhecia. É que ela escreve uns poemas, que até então, quase ninguém sabia, e são muito legais, por sinal. De repente ela começou a recitar alguns dos tais poemas pra princesa, pelo telefone, foi quando ela disse que tinha escrito um poema sobre a princesa e o sapinho (segundo ela, ficou revoltadíssima com a estória, pois nunca ficou sabendo de nada igual… quêqueisso), e começou a ler. Enquanto ela lia, toda emocionada, a princesa do outro lado da linha, “rachava os bico”.

Eis a tragédia..rs:

Sonhos eternos



“Ele disse sim

Ela disse não

Ele prometia o céu

Ela queria o chão

Ele foi embora

Ela ficou

Ele conseguiu arrancar cada segundo da memória

Ela quase já não tinha vida própria

Ele a enganou

Ela sabia que alguma coisa estava errada

Os dois eram diferentes demais

Mas ele sabia

Ela queria

Mas ele sabia que não

Ela queria agora todos os sonhos

Mas ele sabia

Ela, ela se enganou

Os sonhos eram eternos

Mas de puro vento.”

Emanuela Costa Guimarães



Acho, que nessa estória, a princesa era a mais tranqüila, enquanto seus amigos odiavam profundamente o sapo peludo, ela nem ligava!

A seqüência de acontecimentos não parou por aí, não moçada!!!

Ontem, (quinta-feira), depois de quase 04 meses de desaparecimento total, eis que o bendito sapo peludo aparece…aiaiai…

A princesa tinha que resolver uns pepinos na faculdade, então ela aproveitou a hora do almoço para resolve-los e foi almoçar com um amigo que estuda lá na faculdade, o Gabriel, muito fofo… (beijo pra você).

Apesar do sapinho trabalhar perto da faculdade, ele nunca almoçava por lá, pelo menos era o que a princesa pensava. Pensava errado!!! E não é que ela avistou de longe aquela careca brilhosa, no fundo do restaurante, e claro que ela identificou aquela “maravilha” de longe, rs. Fala sério. Ninguém merece! Mas, é claro que ela ficou estática no lugar e fingiu que não viu nada.

Vocês acreditam, que ele passou perto da mesa da princesa, fez questão de parar pra cumprimentar uns amigos da mesa ao lado, e passou sem dar a mínima! Ai, ele ainda crê que o garotão de 40 anos… (bendita ilusão). Ainda bem que a princesa continuou a sua conversa “normalmente”.

Mas, ela já está vacinada e muito bem por sinal.

Acho, que as pessoas que souberam da estória estão mais envolvidos que a própria princesa.

Deixa pra lá! Ela sabia que um dia iria esbarrar como aquele sapinho por aí. O dia chegou e nada aconteceu. Acabou. Isso é pra provar para as pessoas, que por pior que seja a dor…Simplesmente, passa…Acaba…Termina…Vai para pqp… A da princesa passou.

Ela não quer mais saber de sapo nenhum, agora é príncipe, mermo… Sem exagero, pode ser legal e inteligente… Por enquanto ela está ótima sozinha…

Obs.: Ah, será que o sapinho melhorou das dores na coluna, ou no músculo? Vai saber! A princesa deseja melhoras!!!

Quanto ao amigo do sapinho…

Beijos e beijocas…

Donária.

Forno Mal Regulado

Padrão

Caros amigos,

Desculpem pelo post sem inspiração… neste momento, é impossível! Sinto-me como se estivesse dentro de uma sauna, o dia inteiro. Não sei o que é pior, ficar parada ou sair na rua, pois, de uma forma ou de outra, não há vento, nem umidade. Os dias demoram muito a passar, e a paisagem sempre é muito clara e iluminada demais, e em vários pontos da cidade noto muita vegetação seca e ou queimada.

Sábado passado estive em Divinópolis, Oeste de Minas. Lá é um pólo de indústria têxtil, e tudo é tão barato (roupas de malha, jeans, etc) que você até duvida de o vendedor estar lhe dizendo a verdade quando você pergunta o preço!

Não preciso nem falar que, enquanto papai suava (literalmente!) para garantir o “leitinho das crianças”, eu e mamãe nos esbaldávamos no comércio local… Foi aí que notei que, pelo menos ali na região da Rodoviária da cidade, onde tem vários shoppings e centros comerciais, as ruas e calçadas não tinham quase (ou nenhuma) arborização… O sol estava causticante, assim como em BH, e o resultado de 4 horas e meia de compras num local como este só poderia ser leves queimaduras de sol e uma indisposição que em muito parecia com “insolação”.

Chegamos num estado de calor tal, que eu comentei:

– Mãe, este calor está me fazendo lembrar Cabo Frio (Região dos Lagos do RJ) em pleno Janeiro!

Mamãe: – Ana! Até pelo que eu estou entendendo (se é que estou entendendo alguma coisa), nós ESTAMOS EM CABO FRIO!

Não, isto não foi conversa de ET, nem de bêbado, nem de “loucos de todo gênero” rs… Apenas duas mulheres alucinando por causa do sol e do calor!!!

Como foi publicado pelo papai no
Prás Cabeças:

“(…) Não sei se a vida se torna um inferno, ou um forno mal regulado.”

Só sei que quando voltei prá Belo Horizonte, no sábado mesmo, dei Graças a Deus por morar nesta cidade arborizada, no alto da serra, com “clima de montanha” e com brisa fresca, pois aqui só estava fazendo 35 graus, contra os 40 de “Divi”… Apesar de ter amado ir a Divinópolis!






Fala sério! E nós aqui morrendo de calor! O jeito então é se refrescar em Ushuaia!



Ana Letícia.

Ps: Vale destacar que lá em Divinópolis tem um local bem mais aprazível (em termos de arborização) que a região da Rodoviária, e um dos bairros súper charmosos se chama “Savassinha”, uma carinhosa homenagem a nossa Savassi, cheio de bares e restaurantes badalados. Almocei um churrasco de peixe delicioso na Cervejaria Savassi, lá mesmo, em frente ao Clube Estela do Oeste! Vale à pena conferir: comida, boa, barata e farta! Êta Minas Gerais, bom demais, sô!