NOSSO PORTUGUÊS VAI DE MAL A PIOR

Padrão

Concordo plenamente com vários estudiosos do português brasileiro que nossa língua é uma das mais difíceis de se aprender, se comparada ao inglês, francês ou espanhol. Possuímos três tempos verbais com vários modos de conjugação, que confundem nossa cabeça na hora de empregá-los. Além disso, as concordâncias nominal e verbal e a regência verbal parecem “bichos-de-sete-cabeças”. Calma, mas tudo isso poderia ser mais fácil do que se imagina…
Digo fácil porque se levarmos em conta que aprendemos o português desde nosso primeiro ano de vida, com aquelas palavrinhas básicas “papai”, “mamãe”, mesmo apelidadas de “papá” ou “mama”, e estudamos sobre nossa língua desde o jardim de infância, com certeza chegaríamos ao final do Ensino Médio falando impecavelmente. SERÁ???
No domingo, 24 de setembro, fazendo um dos meus “bicos”, apliquei prova do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – e fiquei horrorizada com o português do brasileiro que vai de mal a pior. Esta prova avalia os alunos e suas respectivas instituições de ensino, para saber como está a educação brasileira. Além disso, algumas faculdades e universidades utilizam o resultado do ENEM como forma de avaliação dos alunos no vestibular.
Estou longe de ser considerada um exemplo de pessoa que corretamente emprega o português no dia-a-dia, até porque, como uma boa mineira, perco algumas sílabas em minhas frases (mineirim, pequeninim, ocê…). Mas o mínimo de técnica numa prova de redação com certeza eu tenho. Sei que um bom texto se divide em introdução, desenvolvimento e conclusão, é o básico!
O tema da redação do ENEM era “o trabalho infantil na realidade brasileira”. Dos 50 alunos que fizeram prova na sala onde trabalhei, li a redação de 20 e, em notas de 0 a 10, só daria média para um aluno. Isso porque a maioria deles têm idéias, mas não sabem desenvolvê-las.
Ninguém fugiu do tema, mas apenas 02 não igualaram o tema ao título da redação. Fora os que deixaram a redação sem título, acho que uns 03. Bem, o pior não foi isso. Todos da sala tinham pelo menos 18 anos, então numa média, com certeza, cursaram nada menos do que 12 anos de ensino do português. E ainda escrevem mal… A análise sintática ainda é confundida com a análise morfológica… coitada da vírgula, sempre no lugar errado, separando o sujeito do predicado. A concordância verbal nem tinha lugar no texto, “porque a miséria e a violência é causa do trabalho infantil”. Dói ouvir isso.
A culpa é de quem???
– Do governo, porque não dá condições aos professores de lecionarem as disciplinas com eficiência e prazer. No ensino estadual de Minas inventaram uma tal de “Escola Plural”, onde o aluno que não estuda, passa de ano sem aprender nada. Não há mais reprovações. O que o governo quer é índice de estudo e não qualidade.
– Dos professores, porque não desenvolvem uma didática de ensino que prenda os interesses dos alunos. Além disso, com a violência e rebeldia nas escolas, os professores não tem mais interesse de ensinar como antigamente.
– Dos próprios alunos, que não se dedicam aos estudos na escola e em casa, e ainda pensam em se formar, em serem o futuro do país.
Que futuro é esse que eles almejam? Um futuro de analfabetos civis e políticos. Um futuro onde uma elite minoritária, que teve condições de freqüentar boas escolas particulares, terá o poder, e mais uma vez existirão excluídos.
Eu tenho dó do Brasil, porque deste jeito continuará com brasileiros desqualificados, sem emprego, sem condições de vida, porque o mínimo de educação básica escolar não lhes foi dado.

E o nosso bom e velho Português, vai acabar???.

Beijos a todos,

NOSSO PORTUGUÊS VAI DE MAL A PIOR

Padrão

Concordo plenamente com vários estudiosos do português brasileiro que nossa língua é uma das mais difíceis de se aprender, se comparada ao inglês, francês ou espanhol. Possuímos três tempos verbais com vários modos de conjugação, que confundem nossa cabeça na hora de empregá-los. Além disso, as concordâncias nominal e verbal e a regência verbal parecem “bichos-de-sete-cabeças”. Calma, mas tudo isso poderia ser mais fácil do que se imagina…
Digo fácil porque se levarmos em conta que aprendemos o português desde nosso primeiro ano de vida, com aquelas palavrinhas básicas “papai”, “mamãe”, mesmo apelidadas de “papá” ou “mama”, e estudamos sobre nossa língua desde o jardim de infância, com certeza chegaríamos ao final do Ensino Médio falando impecavelmente. SERÁ???
No domingo, 24 de setembro, fazendo um dos meus “bicos”, apliquei prova do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – e fiquei horrorizada com o português do brasileiro que vai de mal a pior. Esta prova avalia os alunos e suas respectivas instituições de ensino, para saber como está a educação brasileira. Além disso, algumas faculdades e universidades utilizam o resultado do ENEM como forma de avaliação dos alunos no vestibular.
Estou longe de ser considerada um exemplo de pessoa que corretamente emprega o português no dia-a-dia, até porque, como uma boa mineira, perco algumas sílabas em minhas frases (mineirim, pequeninim, ocê…). Mas o mínimo de técnica numa prova de redação com certeza eu tenho. Sei que um bom texto se divide em introdução, desenvolvimento e conclusão, é o básico!
O tema da redação do ENEM era “o trabalho infantil na realidade brasileira”. Dos 50 alunos que fizeram prova na sala onde trabalhei, li a redação de 20 e, em notas de 0 a 10, só daria média para um aluno. Isso porque a maioria deles têm idéias, mas não sabem desenvolvê-las.
Ninguém fugiu do tema, mas apenas 02 não igualaram o tema ao título da redação. Fora os que deixaram a redação sem título, acho que uns 03. Bem, o pior não foi isso. Todos da sala tinham pelo menos 18 anos, então numa média, com certeza, cursaram nada menos do que 12 anos de ensino do português. E ainda escrevem mal… A análise sintática ainda é confundida com a análise morfológica… coitada da vírgula, sempre no lugar errado, separando o sujeito do predicado. A concordância verbal nem tinha lugar no texto, “porque a miséria e a violência é causa do trabalho infantil”. Dói ouvir isso.
A culpa é de quem???
– Do governo, porque não dá condições aos professores de lecionarem as disciplinas com eficiência e prazer. No ensino estadual de Minas inventaram uma tal de “Escola Plural”, onde o aluno que não estuda, passa de ano sem aprender nada. Não há mais reprovações. O que o governo quer é índice de estudo e não qualidade.
– Dos professores, porque não desenvolvem uma didática de ensino que prenda os interesses dos alunos. Além disso, com a violência e rebeldia nas escolas, os professores não tem mais interesse de ensinar como antigamente.
– Dos próprios alunos, que não se dedicam aos estudos na escola e em casa, e ainda pensam em se formar, em serem o futuro do país.
Que futuro é esse que eles almejam? Um futuro de analfabetos civis e políticos. Um futuro onde uma elite minoritária, que teve condições de freqüentar boas escolas particulares, terá o poder, e mais uma vez existirão excluídos.
Eu tenho dó do Brasil, porque deste jeito continuará com brasileiros desqualificados, sem emprego, sem condições de vida, porque o mínimo de educação básica escolar não lhes foi dado.

E o nosso bom e velho Português, vai acabar???.

Beijos a todos,

Todos morrem de saudades dela…

Padrão
Eu já liguei, procurei, reclamei, xinguei, estressei… mas ela continua sempre querida e com aquela graça de que gosta de aparecer inesperadamente no blog… sempre que dá vontade…
Já escreveu textos hilários, contou das aventuras com o mochilão nas costas, dos amores de outrora, das saídas com as amigas, das fantasias de sua mente… Essa Sininho não tem jeito…
E agora, a Dodô realiza seu sonho, embarca para sua “terra do nunca”. Nunca? Essa palavra não existe em seu dicionário, porque para ela o mais remoto sonho pode ser perfeitamente realizado. Foi isso mesmo que ouvi de sua boca hoje: “Lembra que eu disse que ia para Londres? Estou indo…
Sábado ela decola para outras terras ainda não exploradas, um povo diferente, uma cultura nova, um linguajar peculiar… o tal do inglês! Ihhhh! Conta ai, , como foram as rápidas aulas de inglês num único semestre. Valeu a pena e vai valer muito mais daqui há alguns dias…
Hoje almoçamos juntas e amanhã vamos nos encontrar, mas já estou morrendo de saudades… Depois do almoço cheguei triste no escritório que ainda tem a sua alegria, porque sempre lembramos das suas brincadeiras com o Hênio (Donáriaaaaaa) e da fiel amizade com todos. Confesso (e ela sabe disso) que não colocava muita fé nessa viajem. Mais uma das aventuras da Super Dodô… mas agora, nada de mochilão, ou vai ter???
Tudo ok: passaporte, visto, hospedagem, matrícula em escola, local para dormir e comer, dinheiro…
Parabéns Dô! Você está realizando seu sonho! Como a Sininho, está voando para a sua “terra do nunca” e tenho certeza que será muito feliz!!!
Gosto de uma frase milenar que retrata bem este momento: “É incrível a força que as coisas parecem ter, quando têm que acontecer”! É verdade… olha em volta e vê o quanto as coisas caminharam para chegar a este momento… não que tenham sido fáceis, pelo contrário, conseguir o tal visto, eta! Deixar agora o coração ainda está mais difícil…
Você merece!
Vai ser um ano e dois meses (ou mais???) de saudades dos seus pais, amigos, do dia-a-dia de BH e da “agitada” Cipotânea. Mas passa… e daqui a pouco estará contanto no nosso blog e até pessoalmente “as aventuras da Super Dodô na capital dos Beatles”.

Sucesso amiga, cuide-se e que Deus guie seus passos.

Beijos Lú

PS: e para ter uma despedida bem à brasileira, amanhã terá samba de raiz na Utópica Marcenaria, com Copo Lagoinha… Dô, Lê e Lú… juntas!

Todos morrem de saudades dela…

Padrão
Eu já liguei, procurei, reclamei, xinguei, estressei… mas ela continua sempre querida e com aquela graça de que gosta de aparecer inesperadamente no blog… sempre que dá vontade…
Já escreveu textos hilários, contou das aventuras com o mochilão nas costas, dos amores de outrora, das saídas com as amigas, das fantasias de sua mente… Essa Sininho não tem jeito…
E agora, a Dodô realiza seu sonho, embarca para sua “terra do nunca”. Nunca? Essa palavra não existe em seu dicionário, porque para ela o mais remoto sonho pode ser perfeitamente realizado. Foi isso mesmo que ouvi de sua boca hoje: “Lembra que eu disse que ia para Londres? Estou indo…
Sábado ela decola para outras terras ainda não exploradas, um povo diferente, uma cultura nova, um linguajar peculiar… o tal do inglês! Ihhhh! Conta ai, , como foram as rápidas aulas de inglês num único semestre. Valeu a pena e vai valer muito mais daqui há alguns dias…
Hoje almoçamos juntas e amanhã vamos nos encontrar, mas já estou morrendo de saudades… Depois do almoço cheguei triste no escritório que ainda tem a sua alegria, porque sempre lembramos das suas brincadeiras com o Hênio (Donáriaaaaaa) e da fiel amizade com todos. Confesso (e ela sabe disso) que não colocava muita fé nessa viajem. Mais uma das aventuras da Super Dodô… mas agora, nada de mochilão, ou vai ter???
Tudo ok: passaporte, visto, hospedagem, matrícula em escola, local para dormir e comer, dinheiro…
Parabéns Dô! Você está realizando seu sonho! Como a Sininho, está voando para a sua “terra do nunca” e tenho certeza que será muito feliz!!!
Gosto de uma frase milenar que retrata bem este momento: “É incrível a força que as coisas parecem ter, quando têm que acontecer”! É verdade… olha em volta e vê o quanto as coisas caminharam para chegar a este momento… não que tenham sido fáceis, pelo contrário, conseguir o tal visto, eta! Deixar agora o coração ainda está mais difícil…
Você merece!
Vai ser um ano e dois meses (ou mais???) de saudades dos seus pais, amigos, do dia-a-dia de BH e da “agitada” Cipotânea. Mas passa… e daqui a pouco estará contanto no nosso blog e até pessoalmente “as aventuras da Super Dodô na capital dos Beatles”.

Sucesso amiga, cuide-se e que Deus guie seus passos.

Beijos Lú

PS: e para ter uma despedida bem à brasileira, amanhã terá samba de raiz na Utópica Marcenaria, com Copo Lagoinha… Dô, Lê e Lú… juntas!

Todos morrem de saudades dela…

Padrão
Eu já liguei, procurei, reclamei, xinguei, estressei… mas ela continua sempre querida e com aquela graça de que gosta de aparecer inesperadamente no blog… sempre que dá vontade…
Já escreveu textos hilários, contou das aventuras com o mochilão nas costas, dos amores de outrora, das saídas com as amigas, das fantasias de sua mente… Essa Sininho não tem jeito…
E agora, a Dodô realiza seu sonho, embarca para sua “terra do nunca”. Nunca? Essa palavra não existe em seu dicionário, porque para ela o mais remoto sonho pode ser perfeitamente realizado. Foi isso mesmo que ouvi de sua boca hoje: “Lembra que eu disse que ia para Londres? Estou indo…
Sábado ela decola para outras terras ainda não exploradas, um povo diferente, uma cultura nova, um linguajar peculiar… o tal do inglês! Ihhhh! Conta ai, , como foram as rápidas aulas de inglês num único semestre. Valeu a pena e vai valer muito mais daqui há alguns dias…
Hoje almoçamos juntas e amanhã vamos nos encontrar, mas já estou morrendo de saudades… Depois do almoço cheguei triste no escritório que ainda tem a sua alegria, porque sempre lembramos das suas brincadeiras com o Hênio (Donáriaaaaaa) e da fiel amizade com todos. Confesso (e ela sabe disso) que não colocava muita fé nessa viajem. Mais uma das aventuras da Super Dodô… mas agora, nada de mochilão, ou vai ter???
Tudo ok: passaporte, visto, hospedagem, matrícula em escola, local para dormir e comer, dinheiro…
Parabéns Dô! Você está realizando seu sonho! Como a Sininho, está voando para a sua “terra do nunca” e tenho certeza que será muito feliz!!!
Gosto de uma frase milenar que retrata bem este momento: “É incrível a força que as coisas parecem ter, quando têm que acontecer”! É verdade… olha em volta e vê o quanto as coisas caminharam para chegar a este momento… não que tenham sido fáceis, pelo contrário, conseguir o tal visto, eta! Deixar agora o coração ainda está mais difícil…
Você merece!
Vai ser um ano e dois meses (ou mais???) de saudades dos seus pais, amigos, do dia-a-dia de BH e da “agitada” Cipotânea. Mas passa… e daqui a pouco estará contanto no nosso blog e até pessoalmente “as aventuras da Super Dodô na capital dos Beatles”.

Sucesso amiga, cuide-se e que Deus guie seus passos.

Beijos Lú

PS: e para ter uma despedida bem à brasileira, amanhã terá samba de raiz na Utópica Marcenaria, com Copo Lagoinha… Dô, Lê e Lú… juntas!

Ignorância e Racismo

Padrão

Eu não ia escrever sobre isto aqui hoje, estava com várias outras idéias de texto, sobre o aquecimento global (até saiu uma reportagem ótima na Veja desta semana sobre isso), a tentativa de proteção legal para o bioma cerrado (outra reportagem interessante que circulou na semana passada, no Estado de Minas), dentre outros assuntos gerais.

No entanto, dando um giro pelo Orkut, descobri um canto chamado “Mídia“, que fica na barra superior da tela do seu orkut, logo após Home, Amigos, Comunidades, etc. Nunca havia entrado lá. E não é que dou de cara com um artigo, escrito por um americano, que me dei ao trabalho de traduzir para que todos vocês pudessem ter acesso ao mesmo.

Aí vai então:

Carta do Editor
Por Gavin Tachibana

Pode até ser notícia velha para os brasileiros, mas os americanos acabaram de descobrir que há uma novela no Brasil chamada “América”.

Muitos jornais têm escrito artigos sobre a popular novela. Você pode adivinhar porque este é um tópico tão quente.

“América” conta a história de brasileiros entrando nos EUA ilegalmente, arriscando suas vidas na esperança de ter uma vida melhor, se apoiando em histórias de amor que ocorrem no meio do caminho.

Em um episódio, mostraram a protagonista, Sol, fazendo a vida como dançarina em Miami, intercalando cenas de amor dela com seu amor americano.

Os americanos parecem ficar especialmente irritados no que diz respeito sobre imigrantes ilegais. Ainda mais quando existe um programa glamorizando a entrada ilegal nos EUA, os americanos vão querer saber sobre ele, especialmente se este programa estiver apresentando algum efeito causal no país.

De acordo com números de oficias norte-americanos, o número de brasileiros sem documentação presos nos EUA este ano é 4 vezes maior que no ano de 2004. Alguns têm até falado que a novela pode ser a responsável por uma parcela deste aumento.
Não importa se a maioria dos americanos nem nunca assistiu ao programa, só de estar no ar já é notícia o suficiente.
Mas será que a novela está mesmo exercendo algum efeito nos brasileiros a ponto de fazer pessoas arriscarem suas vidas para vir para a América? Esta é a primeira questão para vocês, leitores. (Se vocês têm uma resposta, podem deixar uma mensagem na minha página de recados)
A segunda e maior crítica sobre a novela é que ela pode estar glamorizando a vida nos EUA. Aqui é realmente uma terra de riquezas e oportunidades ilimitadas?

Pode até ser, mas não sem os seus custos.

Para isso, podemos nos voltar a algumas reações sobre “América” pela internet afora.

Dêem uma olhada no site American Renaissance News (em inglês). Você poderá ter uma idéia sobre onde eles se situam frente a uma questão dessas.
Aqui está uma colocação de um indivíduo sobre uma das histórias sobre “América”.

“Eles obviamente necessitam de uma novela na qual imigrantes ilegais sufocados em um dos muitos caminhões que atravessam a fronteira, ou melhor, uma novela na qual uma bonita e jovem imigrante ilegal tem sua cabeça estourada por um calibre 5.56 logo após pisar do outro lado da fronteira.”

Agora, isto quer dizer que todos os americanos pensam desta forma? É claro que não. Você pensa desta forma? Sem chance. Mas há americanos que pensam assim? Pode apostar que sim.
Nem precisa ir muito longe nos seus livros de história, ou até mesmo nas últimas notícias do jornal para saber que existem americanos prontos para matar o primeiro “forasteiro” lhe aparecer pela frente.
Vejam este próximo comentário escrito na mesma discussão. O que faz alguém escrever com tanta naturalidade sobre um racismo tão violento? É claro que a internet facilita o anonimato, mas isto parece que poderia ser facilmente dito numa conversa pública ou nos programas e noticiários da televisão americana.

“A novela os mostra tendo sucesso na América? Sucesso em quê: roubando hospitais e batendo à luz do dia em jovens brancas que ignoram seus avanços sexuais? Sucesso em produzir grandes famílias de moreninhos, crianças cabeça-de-abóbora que não sabem falar inglês? E aquele brasileiro ilegal ”bem sucedido“ que fez notícia na Inglaterra mês passado? Ele estava roubando com sucesso passeios gratuitos no metrô de Londres, até quando se viu acuado com sucesso e então atiraram em sua cabeça com 05 tiros pela polícia que estava caçando os terroristas que colocaram as bombas de destruição maciça. Se qualquer um destes brasileiros for remotamente capaz de qualquer sucesso, na sua terra-natal não haveria pobreza, corrupção, violência, desigualdade social e não seria a bagunça que é.”
Agora porque ficar reproduzindo aqui todo este lixo? Isto não é nenhuma tentativa de justificar tais pensamentos, mas meramente iluminar que este tipo de coisa não é incomum nos, digamos, campus de universidades americanas. Na realidade, eu poderia até concordar que tudo isto se encaixa no pensamento da grande maioria dos americanos, infelizmente.

Aqui está um dos últimos comentários a respeito da história sobre “América”.

“Nós temos a maior concentração destes brasileiros no norte de Nova Jersey. Eles estão também concentrados em Boston e Miami. Dificilmente seria possível dizer que eles são os piores imigrantes. Estamos falando sobre a classe média-baixa, a classe trabalhadora, não os mais pobres. Eles não estão se envolvendo em gangues ou na criminalidade. Eles mantêm suas casas muito melhor organizadas que a maioria dos hispânicos. Eles têm a inteligência para aprender profissões que exigem perícia e para conseguir terminar a escola secundária. Estão há um passo acima dos mexicanos.
Os homens geralmente trabalham na construção, e muitas das mulheres estão trabalhando como dançarinas (go-go dancers). Eles tendem ser muito escuros e medianos, com traços moderados de índios, e algumas vezes com uma leve mistura negra. Não estamos recebendo muitos dos negros, Graças a Deus. As mulheres são, em sua maioria, muito sensuais e desesperadas para arrumar um homem americano. Prevejo uma massiva miscigenação com esta raça mista de mulheres brasileiras se esta moda continuar e se os brasileiros começarem a desembarcar nas áreas mais homogêneas do país.”

As linhas acima significam para os imigrantes brasileiros nos Estados Unidos que haverá resistência para eles sim. Vamos rezar para que os produtores, ao fazerem um programa de tevê chamado América, não dêem um brilho extra para o lado feio desta realidade.

*****************************
Preciso comentar mais alguma coisa?

Beijos a todos,

Ana Letícia
Ps.: O artigo original em inglês você lê aqui.

Ignorância e Racismo

Padrão

Eu não ia escrever sobre isto aqui hoje, estava com várias outras idéias de texto, sobre o aquecimento global (até saiu uma reportagem ótima na Veja desta semana sobre isso), a tentativa de proteção legal para o bioma cerrado (outra reportagem interessante que circulou na semana passada, no Estado de Minas), dentre outros assuntos gerais.

No entanto, dando um giro pelo Orkut, descobri um canto chamado “Mídia“, que fica na barra superior da tela do seu orkut, logo após Home, Amigos, Comunidades, etc. Nunca havia entrado lá. E não é que dou de cara com um artigo, escrito por um americano, que me dei ao trabalho de traduzir para que todos vocês pudessem ter acesso ao mesmo.

Aí vai então:

Carta do Editor
Por Gavin Tachibana

Pode até ser notícia velha para os brasileiros, mas os americanos acabaram de descobrir que há uma novela no Brasil chamada “América”.

Muitos jornais têm escrito artigos sobre a popular novela. Você pode adivinhar porque este é um tópico tão quente.

“América” conta a história de brasileiros entrando nos EUA ilegalmente, arriscando suas vidas na esperança de ter uma vida melhor, se apoiando em histórias de amor que ocorrem no meio do caminho.

Em um episódio, mostraram a protagonista, Sol, fazendo a vida como dançarina em Miami, intercalando cenas de amor dela com seu amor americano.

Os americanos parecem ficar especialmente irritados no que diz respeito sobre imigrantes ilegais. Ainda mais quando existe um programa glamorizando a entrada ilegal nos EUA, os americanos vão querer saber sobre ele, especialmente se este programa estiver apresentando algum efeito causal no país.

De acordo com números de oficias norte-americanos, o número de brasileiros sem documentação presos nos EUA este ano é 4 vezes maior que no ano de 2004. Alguns têm até falado que a novela pode ser a responsável por uma parcela deste aumento.
Não importa se a maioria dos americanos nem nunca assistiu ao programa, só de estar no ar já é notícia o suficiente.
Mas será que a novela está mesmo exercendo algum efeito nos brasileiros a ponto de fazer pessoas arriscarem suas vidas para vir para a América? Esta é a primeira questão para vocês, leitores. (Se vocês têm uma resposta, podem deixar uma mensagem na minha página de recados)
A segunda e maior crítica sobre a novela é que ela pode estar glamorizando a vida nos EUA. Aqui é realmente uma terra de riquezas e oportunidades ilimitadas?

Pode até ser, mas não sem os seus custos.

Para isso, podemos nos voltar a algumas reações sobre “América” pela internet afora.

Dêem uma olhada no site American Renaissance News (em inglês). Você poderá ter uma idéia sobre onde eles se situam frente a uma questão dessas.
Aqui está uma colocação de um indivíduo sobre uma das histórias sobre “América”.

“Eles obviamente necessitam de uma novela na qual imigrantes ilegais sufocados em um dos muitos caminhões que atravessam a fronteira, ou melhor, uma novela na qual uma bonita e jovem imigrante ilegal tem sua cabeça estourada por um calibre 5.56 logo após pisar do outro lado da fronteira.”

Agora, isto quer dizer que todos os americanos pensam desta forma? É claro que não. Você pensa desta forma? Sem chance. Mas há americanos que pensam assim? Pode apostar que sim.
Nem precisa ir muito longe nos seus livros de história, ou até mesmo nas últimas notícias do jornal para saber que existem americanos prontos para matar o primeiro “forasteiro” lhe aparecer pela frente.
Vejam este próximo comentário escrito na mesma discussão. O que faz alguém escrever com tanta naturalidade sobre um racismo tão violento? É claro que a internet facilita o anonimato, mas isto parece que poderia ser facilmente dito numa conversa pública ou nos programas e noticiários da televisão americana.

“A novela os mostra tendo sucesso na América? Sucesso em quê: roubando hospitais e batendo à luz do dia em jovens brancas que ignoram seus avanços sexuais? Sucesso em produzir grandes famílias de moreninhos, crianças cabeça-de-abóbora que não sabem falar inglês? E aquele brasileiro ilegal ”bem sucedido“ que fez notícia na Inglaterra mês passado? Ele estava roubando com sucesso passeios gratuitos no metrô de Londres, até quando se viu acuado com sucesso e então atiraram em sua cabeça com 05 tiros pela polícia que estava caçando os terroristas que colocaram as bombas de destruição maciça. Se qualquer um destes brasileiros for remotamente capaz de qualquer sucesso, na sua terra-natal não haveria pobreza, corrupção, violência, desigualdade social e não seria a bagunça que é.”
Agora porque ficar reproduzindo aqui todo este lixo? Isto não é nenhuma tentativa de justificar tais pensamentos, mas meramente iluminar que este tipo de coisa não é incomum nos, digamos, campus de universidades americanas. Na realidade, eu poderia até concordar que tudo isto se encaixa no pensamento da grande maioria dos americanos, infelizmente.

Aqui está um dos últimos comentários a respeito da história sobre “América”.

“Nós temos a maior concentração destes brasileiros no norte de Nova Jersey. Eles estão também concentrados em Boston e Miami. Dificilmente seria possível dizer que eles são os piores imigrantes. Estamos falando sobre a classe média-baixa, a classe trabalhadora, não os mais pobres. Eles não estão se envolvendo em gangues ou na criminalidade. Eles mantêm suas casas muito melhor organizadas que a maioria dos hispânicos. Eles têm a inteligência para aprender profissões que exigem perícia e para conseguir terminar a escola secundária. Estão há um passo acima dos mexicanos.
Os homens geralmente trabalham na construção, e muitas das mulheres estão trabalhando como dançarinas (go-go dancers). Eles tendem ser muito escuros e medianos, com traços moderados de índios, e algumas vezes com uma leve mistura negra. Não estamos recebendo muitos dos negros, Graças a Deus. As mulheres são, em sua maioria, muito sensuais e desesperadas para arrumar um homem americano. Prevejo uma massiva miscigenação com esta raça mista de mulheres brasileiras se esta moda continuar e se os brasileiros começarem a desembarcar nas áreas mais homogêneas do país.”

As linhas acima significam para os imigrantes brasileiros nos Estados Unidos que haverá resistência para eles sim. Vamos rezar para que os produtores, ao fazerem um programa de tevê chamado América, não dêem um brilho extra para o lado feio desta realidade.

*****************************
Preciso comentar mais alguma coisa?

Beijos a todos,

Ana Letícia
Ps.: O artigo original em inglês você lê aqui.

Ignorância e Racismo

Padrão

Eu não ia escrever sobre isto aqui hoje, estava com várias outras idéias de texto, sobre o aquecimento global (até saiu uma reportagem ótima na Veja desta semana sobre isso), a tentativa de proteção legal para o bioma cerrado (outra reportagem interessante que circulou na semana passada, no Estado de Minas), dentre outros assuntos gerais.

No entanto, dando um giro pelo Orkut, descobri um canto chamado “Mídia“, que fica na barra superior da tela do seu orkut, logo após Home, Amigos, Comunidades, etc. Nunca havia entrado lá. E não é que dou de cara com um artigo, escrito por um americano, que me dei ao trabalho de traduzir para que todos vocês pudessem ter acesso ao mesmo.

Aí vai então:

Carta do Editor
Por Gavin Tachibana

Pode até ser notícia velha para os brasileiros, mas os americanos acabaram de descobrir que há uma novela no Brasil chamada “América”.

Muitos jornais têm escrito artigos sobre a popular novela. Você pode adivinhar porque este é um tópico tão quente.

“América” conta a história de brasileiros entrando nos EUA ilegalmente, arriscando suas vidas na esperança de ter uma vida melhor, se apoiando em histórias de amor que ocorrem no meio do caminho.

Em um episódio, mostraram a protagonista, Sol, fazendo a vida como dançarina em Miami, intercalando cenas de amor dela com seu amor americano.

Os americanos parecem ficar especialmente irritados no que diz respeito sobre imigrantes ilegais. Ainda mais quando existe um programa glamorizando a entrada ilegal nos EUA, os americanos vão querer saber sobre ele, especialmente se este programa estiver apresentando algum efeito causal no país.

De acordo com números de oficias norte-americanos, o número de brasileiros sem documentação presos nos EUA este ano é 4 vezes maior que no ano de 2004. Alguns têm até falado que a novela pode ser a responsável por uma parcela deste aumento.
Não importa se a maioria dos americanos nem nunca assistiu ao programa, só de estar no ar já é notícia o suficiente.
Mas será que a novela está mesmo exercendo algum efeito nos brasileiros a ponto de fazer pessoas arriscarem suas vidas para vir para a América? Esta é a primeira questão para vocês, leitores. (Se vocês têm uma resposta, podem deixar uma mensagem na minha página de recados)
A segunda e maior crítica sobre a novela é que ela pode estar glamorizando a vida nos EUA. Aqui é realmente uma terra de riquezas e oportunidades ilimitadas?

Pode até ser, mas não sem os seus custos.

Para isso, podemos nos voltar a algumas reações sobre “América” pela internet afora.

Dêem uma olhada no site American Renaissance News (em inglês). Você poderá ter uma idéia sobre onde eles se situam frente a uma questão dessas.
Aqui está uma colocação de um indivíduo sobre uma das histórias sobre “América”.

“Eles obviamente necessitam de uma novela na qual imigrantes ilegais sufocados em um dos muitos caminhões que atravessam a fronteira, ou melhor, uma novela na qual uma bonita e jovem imigrante ilegal tem sua cabeça estourada por um calibre 5.56 logo após pisar do outro lado da fronteira.”

Agora, isto quer dizer que todos os americanos pensam desta forma? É claro que não. Você pensa desta forma? Sem chance. Mas há americanos que pensam assim? Pode apostar que sim.
Nem precisa ir muito longe nos seus livros de história, ou até mesmo nas últimas notícias do jornal para saber que existem americanos prontos para matar o primeiro “forasteiro” lhe aparecer pela frente.
Vejam este próximo comentário escrito na mesma discussão. O que faz alguém escrever com tanta naturalidade sobre um racismo tão violento? É claro que a internet facilita o anonimato, mas isto parece que poderia ser facilmente dito numa conversa pública ou nos programas e noticiários da televisão americana.

“A novela os mostra tendo sucesso na América? Sucesso em quê: roubando hospitais e batendo à luz do dia em jovens brancas que ignoram seus avanços sexuais? Sucesso em produzir grandes famílias de moreninhos, crianças cabeça-de-abóbora que não sabem falar inglês? E aquele brasileiro ilegal ”bem sucedido“ que fez notícia na Inglaterra mês passado? Ele estava roubando com sucesso passeios gratuitos no metrô de Londres, até quando se viu acuado com sucesso e então atiraram em sua cabeça com 05 tiros pela polícia que estava caçando os terroristas que colocaram as bombas de destruição maciça. Se qualquer um destes brasileiros for remotamente capaz de qualquer sucesso, na sua terra-natal não haveria pobreza, corrupção, violência, desigualdade social e não seria a bagunça que é.”
Agora porque ficar reproduzindo aqui todo este lixo? Isto não é nenhuma tentativa de justificar tais pensamentos, mas meramente iluminar que este tipo de coisa não é incomum nos, digamos, campus de universidades americanas. Na realidade, eu poderia até concordar que tudo isto se encaixa no pensamento da grande maioria dos americanos, infelizmente.

Aqui está um dos últimos comentários a respeito da história sobre “América”.

“Nós temos a maior concentração destes brasileiros no norte de Nova Jersey. Eles estão também concentrados em Boston e Miami. Dificilmente seria possível dizer que eles são os piores imigrantes. Estamos falando sobre a classe média-baixa, a classe trabalhadora, não os mais pobres. Eles não estão se envolvendo em gangues ou na criminalidade. Eles mantêm suas casas muito melhor organizadas que a maioria dos hispânicos. Eles têm a inteligência para aprender profissões que exigem perícia e para conseguir terminar a escola secundária. Estão há um passo acima dos mexicanos.
Os homens geralmente trabalham na construção, e muitas das mulheres estão trabalhando como dançarinas (go-go dancers). Eles tendem ser muito escuros e medianos, com traços moderados de índios, e algumas vezes com uma leve mistura negra. Não estamos recebendo muitos dos negros, Graças a Deus. As mulheres são, em sua maioria, muito sensuais e desesperadas para arrumar um homem americano. Prevejo uma massiva miscigenação com esta raça mista de mulheres brasileiras se esta moda continuar e se os brasileiros começarem a desembarcar nas áreas mais homogêneas do país.”

As linhas acima significam para os imigrantes brasileiros nos Estados Unidos que haverá resistência para eles sim. Vamos rezar para que os produtores, ao fazerem um programa de tevê chamado América, não dêem um brilho extra para o lado feio desta realidade.

*****************************
Preciso comentar mais alguma coisa?

Beijos a todos,

Ana Letícia
Ps.: O artigo original em inglês você lê aqui.

ETIQUETA NO TRABALHO

Padrão
Com certeza a cara de uma empresa, grande ou micro, de um estabelecimento comercial ou de qualquer outro local onde haja o mínimo de público ou cliente começa com os seus funcionários e atendentes. A primeira impressão é a que fica!

Um sorriso, um bom dia, um ar agradável, tudo isso é necessário para que o trabalho seja realizado com prazer e eficiência. Cara amarrada, mau humor não levam a nada, e ainda criam rugas nos rostos.

Tudo bem que tem dia que a gente não quer nem escutar falar em cliente ou que o telefone toque, mas é necessário. Uma das coisas que sugiro a todo mundo é atender o telefone sempre com um tom alegre, a pessoa que está do outro lado, com certeza, ficará calma e se sentirá bem de escutar uma voz suave e feliz. Várias vezes conversei com pessoas que me elogiaram por estar feliz, é um bom começo para conquistar um cliente. Se no telefone já se começa o stress, num minuto a conversa vira um bate-bocas.

O ambiente de trabalho também deve demonstrar paz. Uma flor, um enfeite colorido, uma mesa arrumada, objetos nos lugares, lixo no lixo. A organização deve estar acima de tudo, o trabalho rende muito mais, e no dia que você precisar faltar, claro que outras pessoas conseguirão exercer sua função. Não pense que ninguém é insubstituível ou que você deve agir de tal forma que outra pessoa não se destaque em seu lugar. Isso apenas prejudica o trabalho. Cooperação e coleguismo devem reinar.

Uma questão sempre duvidosa: vestir-se!
Com relação às roupas deve-se evitar pernas à mostra, perfume que se espalhe por todo o ambiente de trabalho, decotes, peças muito justas ou transparentes. Os acessórios devem ser restritos para dar um ar de delicadeza e feminilidade.
Já vi pessoas que não conseguiam nem sentar com uma saia tão curta, é desconfortável, ainda mais quando um homem está perto e isso lhe chama bastante a atenção.
Os homens não ficam atrás… num dia de sol forte, calor e desconforto atrapalham o caimento do terno com gravata e sapatos fechados. Ainda bem que inventaram a sandália feminina, mesmo com os altos saltos.
Mas tudo isso passa para o cliente uma imagem de segurança e credibilidade. Já ouvi muitos clientes elogiarem um determinado terninho ou o jeito elegante de pessoas.

Ganha-se pontos com certas atitudes. É preciso ficar atento à etiqueta dentro do trabalho, porque, mesmo num ambiente menos formal e descontraído, certas condutas podem ser consideradas verdadeiras gafes.

Cada um deve fazer a sua parte, até porque hoje com tanta mão-de-obra disponível, quem ganha destaque no mercado competitivo do trabalho deve demonstrar competência e elegância na execução de suas atividades.

Beijos a todos, boa semana de trabalho!

ETIQUETA NO TRABALHO

Padrão
Com certeza a cara de uma empresa, grande ou micro, de um estabelecimento comercial ou de qualquer outro local onde haja o mínimo de público ou cliente começa com os seus funcionários e atendentes. A primeira impressão é a que fica!

Um sorriso, um bom dia, um ar agradável, tudo isso é necessário para que o trabalho seja realizado com prazer e eficiência. Cara amarrada, mau humor não levam a nada, e ainda criam rugas nos rostos.

Tudo bem que tem dia que a gente não quer nem escutar falar em cliente ou que o telefone toque, mas é necessário. Uma das coisas que sugiro a todo mundo é atender o telefone sempre com um tom alegre, a pessoa que está do outro lado, com certeza, ficará calma e se sentirá bem de escutar uma voz suave e feliz. Várias vezes conversei com pessoas que me elogiaram por estar feliz, é um bom começo para conquistar um cliente. Se no telefone já se começa o stress, num minuto a conversa vira um bate-bocas.

O ambiente de trabalho também deve demonstrar paz. Uma flor, um enfeite colorido, uma mesa arrumada, objetos nos lugares, lixo no lixo. A organização deve estar acima de tudo, o trabalho rende muito mais, e no dia que você precisar faltar, claro que outras pessoas conseguirão exercer sua função. Não pense que ninguém é insubstituível ou que você deve agir de tal forma que outra pessoa não se destaque em seu lugar. Isso apenas prejudica o trabalho. Cooperação e coleguismo devem reinar.

Uma questão sempre duvidosa: vestir-se!
Com relação às roupas deve-se evitar pernas à mostra, perfume que se espalhe por todo o ambiente de trabalho, decotes, peças muito justas ou transparentes. Os acessórios devem ser restritos para dar um ar de delicadeza e feminilidade.
Já vi pessoas que não conseguiam nem sentar com uma saia tão curta, é desconfortável, ainda mais quando um homem está perto e isso lhe chama bastante a atenção.
Os homens não ficam atrás… num dia de sol forte, calor e desconforto atrapalham o caimento do terno com gravata e sapatos fechados. Ainda bem que inventaram a sandália feminina, mesmo com os altos saltos.
Mas tudo isso passa para o cliente uma imagem de segurança e credibilidade. Já ouvi muitos clientes elogiarem um determinado terninho ou o jeito elegante de pessoas.

Ganha-se pontos com certas atitudes. É preciso ficar atento à etiqueta dentro do trabalho, porque, mesmo num ambiente menos formal e descontraído, certas condutas podem ser consideradas verdadeiras gafes.

Cada um deve fazer a sua parte, até porque hoje com tanta mão-de-obra disponível, quem ganha destaque no mercado competitivo do trabalho deve demonstrar competência e elegância na execução de suas atividades.

Beijos a todos, boa semana de trabalho!