"Blogosfera" Brasileira

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A “Verbeat” está promovendo uma pesquisa sobre blogs, seus colaboradores, leitores de blogs e afins.
Nós já respondemos… E vocês, vão ficar parados? A pesquisa é curta, dura no máximo dos máximos 10 minutos, e quem não tem blog pode responder também, porque não?

Acreditamos, assim como o pessoal que está promovendo a pesquisa, que se você está aqui é porque, de alguma forma, blogs já fazem parte do seu mundo. A pesquisa se resume pela seguinte afirmação:

Se nós estamos aqui com esse monte de perguntas para você é porque um dia acordamos de saco cheio de ouvir por aí que blogs são isso, ou são aquilo. A gente acredita que 1) ninguém melhor para falar sobre blogs do que aqueles que estão dentro da blogosfera; 2) já está na hora de a gente conhecer um pouco mais sobre nós e essa tal blogosfera.

Então, vão ficar aí parados???

Abraços,

Mineiras, Uai!

"Blogosfera" Brasileira

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A “Verbeat” está promovendo uma pesquisa sobre blogs, seus colaboradores, leitores de blogs e afins.
Nós já respondemos… E vocês, vão ficar parados? A pesquisa é curta, dura no máximo dos máximos 10 minutos, e quem não tem blog pode responder também, porque não?

Acreditamos, assim como o pessoal que está promovendo a pesquisa, que se você está aqui é porque, de alguma forma, blogs já fazem parte do seu mundo. A pesquisa se resume pela seguinte afirmação:

Se nós estamos aqui com esse monte de perguntas para você é porque um dia acordamos de saco cheio de ouvir por aí que blogs são isso, ou são aquilo. A gente acredita que 1) ninguém melhor para falar sobre blogs do que aqueles que estão dentro da blogosfera; 2) já está na hora de a gente conhecer um pouco mais sobre nós e essa tal blogosfera.

Então, vão ficar aí parados???

Abraços,

Mineiras, Uai!

"Blogosfera" Brasileira

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A “Verbeat” está promovendo uma pesquisa sobre blogs, seus colaboradores, leitores de blogs e afins.
Nós já respondemos… E vocês, vão ficar parados? A pesquisa é curta, dura no máximo dos máximos 10 minutos, e quem não tem blog pode responder também, porque não?

Acreditamos, assim como o pessoal que está promovendo a pesquisa, que se você está aqui é porque, de alguma forma, blogs já fazem parte do seu mundo. A pesquisa se resume pela seguinte afirmação:

Se nós estamos aqui com esse monte de perguntas para você é porque um dia acordamos de saco cheio de ouvir por aí que blogs são isso, ou são aquilo. A gente acredita que 1) ninguém melhor para falar sobre blogs do que aqueles que estão dentro da blogosfera; 2) já está na hora de a gente conhecer um pouco mais sobre nós e essa tal blogosfera.

Então, vão ficar aí parados???

Abraços,

Mineiras, Uai!

– 1889 –

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Nenhuma revolução se faz como a simples passagem de uma sala para outra; as mesmas revoluções chamadas de palácio trazem alguma agitação que fica por certo prazo, até que a água volte ao nível.

Machado de Assis – Esaú e Jacó, 1901
Os anos de 1986 a 1997 fizeram história – ao menos para mim e mais uma penca de uns 200 colegas e amigos – já que dentre as coisas que aprendi na escola e que mais me fascinam até os dias de hoje é a danada da História. Geral, do Brasil, não importa. História é algo que acontece a cada minuto, cada coisa que fazemos, isto é história – a nossa história. Nunca me apeguei em datas, mas os fatos históricos, as lutas, as conquistas de cada personagem no decorrer dos anos da humanidade e de nosso país sempre me encheram os olhos.

Acho que foi por isso que a minha monografia de final de curso de Direito abordou questões mais históricas que jurídicas ou processuais, por assim dizer. Afinal, qual seria a melhor época para estudar com maior profundidade e disponibibilidade de bibliografia sobre coisas que aconteceram há mais de 500 anos atrás? É que sempre fui curiosa sobre tudo, como as coisas funcionavam, como eram de perto, desde a época do “descobrimento” do Brasil, a evolução do primata até sermos quem somos, a revolução Russa, o mundo nos anos 1960 e 70. Então a biblioteca da FD-UFMG foi pra mim um prato cheio para o meu tema de pesquisa, pois tem um acervo de livros e documentos históricos que não é dos piores. Cheguei a realmente folhear e ler textos muito mais antigos que meu avô. Foi um trabalho de pesquisa realmente árduo: ardia tudo, meus olhos, meu nariz não parava de escorrer, meus dedos feriam de alergia, pois fiquei bem um mês enfurnada dentro da biblioteca em meio à velharia que lá encontrava.

É que a minha monografia foi sobre o voto no Brasil, desde a colonização pelos portugueses. Eu sempre lia, ainda na época de colégio, que de 1902 a 1906, por exemplo, o Presidente da recém criada República era o Francisco de Paulo Rodrigues Alves, e que Fulano de Tal era, nesta mesma época, o governador de Minas Gerais. Mas sempre me perguntava como é que essas pessoas teriam chegado a tão elevados cargos. Porque eles? Como funcionava o sistema eleitoral naquela época? Quem podia votar? Será que dava certo? Se é que eles eram realmente eleitos…

Como vocês puderam observar, a proximidade dos festejos de 15/11 combinada com a atual “crise” que todo o sistema político-partidário do país tem passado, com essa “CPI-do-fim-do-mundo” e com toda a desigualdade social e econômica flagrante de norte a sul,,causaram em mim uma certa nostalgia… E não sei porque sempre quando ouço, leio ou falo esta palavra – NOSTALGIA – me lembro de gosto de coisa amarga…

A proclamação da República, em 1889, não apenas destituiu os Orleans e Bragança do poder, derrocando a monarquia, como também definiu os novos moldes para a política do país. Moldes estes que vigoram até os dias de hoje, infelizmente:

“[…] política e ação devem ser privilégio de uma minoria: as grandes deliberações nascidas de liberdades democráticas levam necessariamente o país a agitações e ao aproveitamento da situação por um grupo muitas vezes o menos capaz […].”

(Manoel Ferraz de Campos Sales, Presidente da República do Brasil de 1898 a 1902)

E ainda dizem que a nossa Constituição de 1988 é a mais MODERNA do mundo… Pode até ser, em certos aspectos até concordo que é mesmo, inovadora. O problema é que a tal “Política dos Governadores” vigora até hoje, alimentada pela febre do capitalismo, e agravada pelos neo-liberalais.

Onde é que vamos parar?

Meus pêsames, Brasil.

Ana Letícia

– 1889 –

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Nenhuma revolução se faz como a simples passagem de uma sala para outra; as mesmas revoluções chamadas de palácio trazem alguma agitação que fica por certo prazo, até que a água volte ao nível.

Machado de Assis – Esaú e Jacó, 1901
Os anos de 1986 a 1997 fizeram história – ao menos para mim e mais uma penca de uns 200 colegas e amigos – já que dentre as coisas que aprendi na escola e que mais me fascinam até os dias de hoje é a danada da História. Geral, do Brasil, não importa. História é algo que acontece a cada minuto, cada coisa que fazemos, isto é história – a nossa história. Nunca me apeguei em datas, mas os fatos históricos, as lutas, as conquistas de cada personagem no decorrer dos anos da humanidade e de nosso país sempre me encheram os olhos.

Acho que foi por isso que a minha monografia de final de curso de Direito abordou questões mais históricas que jurídicas ou processuais, por assim dizer. Afinal, qual seria a melhor época para estudar com maior profundidade e disponibibilidade de bibliografia sobre coisas que aconteceram há mais de 500 anos atrás? É que sempre fui curiosa sobre tudo, como as coisas funcionavam, como eram de perto, desde a época do “descobrimento” do Brasil, a evolução do primata até sermos quem somos, a revolução Russa, o mundo nos anos 1960 e 70. Então a biblioteca da FD-UFMG foi pra mim um prato cheio para o meu tema de pesquisa, pois tem um acervo de livros e documentos históricos que não é dos piores. Cheguei a realmente folhear e ler textos muito mais antigos que meu avô. Foi um trabalho de pesquisa realmente árduo: ardia tudo, meus olhos, meu nariz não parava de escorrer, meus dedos feriam de alergia, pois fiquei bem um mês enfurnada dentro da biblioteca em meio à velharia que lá encontrava.

É que a minha monografia foi sobre o voto no Brasil, desde a colonização pelos portugueses. Eu sempre lia, ainda na época de colégio, que de 1902 a 1906, por exemplo, o Presidente da recém criada República era o Francisco de Paulo Rodrigues Alves, e que Fulano de Tal era, nesta mesma época, o governador de Minas Gerais. Mas sempre me perguntava como é que essas pessoas teriam chegado a tão elevados cargos. Porque eles? Como funcionava o sistema eleitoral naquela época? Quem podia votar? Será que dava certo? Se é que eles eram realmente eleitos…

Como vocês puderam observar, a proximidade dos festejos de 15/11 combinada com a atual “crise” que todo o sistema político-partidário do país tem passado, com essa “CPI-do-fim-do-mundo” e com toda a desigualdade social e econômica flagrante de norte a sul,,causaram em mim uma certa nostalgia… E não sei porque sempre quando ouço, leio ou falo esta palavra – NOSTALGIA – me lembro de gosto de coisa amarga…

A proclamação da República, em 1889, não apenas destituiu os Orleans e Bragança do poder, derrocando a monarquia, como também definiu os novos moldes para a política do país. Moldes estes que vigoram até os dias de hoje, infelizmente:

“[…] política e ação devem ser privilégio de uma minoria: as grandes deliberações nascidas de liberdades democráticas levam necessariamente o país a agitações e ao aproveitamento da situação por um grupo muitas vezes o menos capaz […].”

(Manoel Ferraz de Campos Sales, Presidente da República do Brasil de 1898 a 1902)

E ainda dizem que a nossa Constituição de 1988 é a mais MODERNA do mundo… Pode até ser, em certos aspectos até concordo que é mesmo, inovadora. O problema é que a tal “Política dos Governadores” vigora até hoje, alimentada pela febre do capitalismo, e agravada pelos neo-liberalais.

Onde é que vamos parar?

Meus pêsames, Brasil.

Ana Letícia

Universalidade – Londres

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2

Estas fotos, coletadas pela nossa Dô em Londres, retratam muito bem a unviersalidade de raças, credos e culturas que povoam aquela cidade… Ilustração um pouco tardia do texto abaixo

A nossa amiga Luma, que já incluiu Donária em suas orações (fofa, né? Brigada, Luma!), de tanta preocupação com nossa baixinha invocada que a gente adora, nos indicou um blog excelente da Roma, uma brasileira descendente de irlandeses, moradora senior da cidade… A Roma escreveu este texto fantástico, “Advice to live in London” (Conselhos para se viver em Londres), que abre os nossos olhos e cabeças para uma cidade e seus habitantes, o que esperar do pior que lá há… Escreveu ainda outro texto, sugerindo uns roteiros de viagens pela Inglaterra… “dicas de como achar a Inglaterra boa, mesmo visitando a Inglaterra pessoalmente” (palavras de Roma).

Enfim, é diversão garantida ler Roma Dewey!

Saudades de todos, a correria tá braba… Final de ano é isso aí, né?

Beijos,

Ana.

Obs: Mais fotos da Dô em Londres no nosso flickr: http://www.flickr.com/photos/mineirasuai/

Universalidade – Londres

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Estas fotos, coletadas pela nossa Dô em Londres, retratam muito bem a unviersalidade de raças, credos e culturas que povoam aquela cidade… Ilustração um pouco tardia do texto abaixo

A nossa amiga Luma, que já incluiu Donária em suas orações (fofa, né? Brigada, Luma!), de tanta preocupação com nossa baixinha invocada que a gente adora, nos indicou um blog excelente da Roma, uma brasileira descendente de irlandeses, moradora senior da cidade… A Roma escreveu este texto fantástico, “Advice to live in London” (Conselhos para se viver em Londres), que abre os nossos olhos e cabeças para uma cidade e seus habitantes, o que esperar do pior que lá há… Escreveu ainda outro texto, sugerindo uns roteiros de viagens pela Inglaterra… “dicas de como achar a Inglaterra boa, mesmo visitando a Inglaterra pessoalmente” (palavras de Roma).

Enfim, é diversão garantida ler Roma Dewey!

Saudades de todos, a correria tá braba… Final de ano é isso aí, né?

Beijos,

Ana.

Obs: Mais fotos da Dô em Londres no nosso flickr: http://www.flickr.com/photos/mineirasuai/

Universalidade – Londres

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Estas fotos, coletadas pela nossa Dô em Londres, retratam muito bem a unviersalidade de raças, credos e culturas que povoam aquela cidade… Ilustração um pouco tardia do texto abaixo

A nossa amiga Luma, que já incluiu Donária em suas orações (fofa, né? Brigada, Luma!), de tanta preocupação com nossa baixinha invocada que a gente adora, nos indicou um blog excelente da Roma, uma brasileira descendente de irlandeses, moradora senior da cidade… A Roma escreveu este texto fantástico, “Advice to live in London” (Conselhos para se viver em Londres), que abre os nossos olhos e cabeças para uma cidade e seus habitantes, o que esperar do pior que lá há… Escreveu ainda outro texto, sugerindo uns roteiros de viagens pela Inglaterra… “dicas de como achar a Inglaterra boa, mesmo visitando a Inglaterra pessoalmente” (palavras de Roma).

Enfim, é diversão garantida ler Roma Dewey!

Saudades de todos, a correria tá braba… Final de ano é isso aí, né?

Beijos,

Ana.

Obs: Mais fotos da Dô em Londres no nosso flickr: http://www.flickr.com/photos/mineirasuai/

O perigo mora ao lado!!!

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Desde criancas, aprendemos na escola e com nossos pais sobre a história da escravidão… Todo o preconceito que os negros sofreram e infelizmente ainda sofrem no Brasil e pelo mundo a fora… Aprendemos a respeitar todas as pessoas, com religiões, costumes, hábitos e cores diferentes…
Isso nem deveria ser discutido!? Tenho amigos e conhecidos negros que respeito e admiro como qualquer outra pessoa, de cores e raças diferentes. As negras brasileiras são de dar inveja, são as mais lindas, enfim, pessoas normais que merecem respeito e por consequência têm que respeitar. Seres humanos civilizados e pronto e ponto!
Acho péssimo falar sobre coisas que devemos ou não fazer e também escrever textos com temas que podemos achar todos os dias e em todos os meios de comunicacão…
Estou completamente injuriada com o que eu tenho presenciado através de relatos e fotos aqui em Londres. Se alguém vier morar em Londres, por favor não more em Willesden Junction. A casa que moro e ótima, mas, só moram aqui uns indianos fedorentos (que monopolizaram todo o comércio), jamaicanos e brasileiros que vêm estudar e pagam um absurdo pra morar aqui, “fazemos isso, porque temos que comprovar uma moradia, pelo menos de um mês, para a imigracao e pagamos por agencia e bla…” E claro, uns ingleses aqui e outro acolá.
Voltemos ao assunto central do texto. Ok! Há três semanas estou morando aqui, nessa terra de ninguém, todas as pessoas que encontrei e pedi informacão, foram mega educados e sorridentes comigo. Era completamente o contrário do que pensava. Pois, diziam que os ingleses eram super preconceituosos e nos tratavam como lixo… Pelo menos até agora não tive nenhum problema. E desde que cheguei tenho ouvido com frequência e presenciado algumas vezes o quanto os negros amedrontam as pessoas que nao tem a mesma cor.
FATOS:
-Moro com um casal de gauchos e segundo eles, já viram uns negros baterem numa garota só de zuação e porque era de cor clara.
-A garota que mora aqui teve que sair do lugar onde estava sentada no ônibus, porque uma negra queria sentar naquele lugar, sendo que havia vários lugares vagos (a negona gorda parou em frente a Morgana e gritou: Stand up, now!, ela ficou com medo e saiu. As patricinhas negras daqui ficam te encarando, só pra ter um motivo para você olhar elas procurarem confusão, ai logo dizem: “Porque você está me olhando?” Elas não conversam, elas berram.
-Semana passada, entramos eu e Marcinha no ônibus, e dentro, havia um negão que começou a empurrar as pessoas pra gente passar (ainda bem). Mas, muito mal educado com os outros. Não respeitam ninguém no ônibus, temos que fazer o que eles querem. Caso contrário você é esbofeteado ninguém faz nada.
-Outro dia fomos (eu e Márcia) ao supermercado e sentamos nos bancos traseiros. De frente pra nós havia 2 bancos vagos e mais uns zilhões no ônibus inteiro. A Marcinha colocou os pés no banco da frente, poucos minutos depois entrou um negro de mais ou menos uns quarenta anos de idade e veio sentar-se na nossa frente, quase sobre dos pés da Márcia; ela tirou o pé e colocou num degrauzinho do lado, ele berrou com ela, perguntando se ela queria colocar os pés na calca dele. Que cara seboso, encrenqueiro, nojento, escroto. Se fosse comigo, eu começaria a chorar de tão grosso que ele foi. “Odeio pessoas grossas…”
Eu tenho medo de olhar para um negro aqui e ser espancada. Eu juro que não é exagero e toda regra há excessão. Tem negros bacanas, só não os encontrei…. mas, tenho fé!
Aqui vejo os negros mais preconceituosos que já tive contato. Eles nos olham com um ódio que nos da medo. Até os segurancas dos pubs te olham com inferioridade, quando percebem que você é estrangeiro. É péssimo. Estou indignada!!!
Acho que estou sendo preconceituosa. Mas, pelo menos é um preconceito contra pessoas más, e disso nao me arrependo nem um pouco…
Bjoca da Dodo…

O perigo mora ao lado!!!

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Desde criancas, aprendemos na escola e com nossos pais sobre a história da escravidão… Todo o preconceito que os negros sofreram e infelizmente ainda sofrem no Brasil e pelo mundo a fora… Aprendemos a respeitar todas as pessoas, com religiões, costumes, hábitos e cores diferentes…
Isso nem deveria ser discutido!? Tenho amigos e conhecidos negros que respeito e admiro como qualquer outra pessoa, de cores e raças diferentes. As negras brasileiras são de dar inveja, são as mais lindas, enfim, pessoas normais que merecem respeito e por consequência têm que respeitar. Seres humanos civilizados e pronto e ponto!
Acho péssimo falar sobre coisas que devemos ou não fazer e também escrever textos com temas que podemos achar todos os dias e em todos os meios de comunicacão…
Estou completamente injuriada com o que eu tenho presenciado através de relatos e fotos aqui em Londres. Se alguém vier morar em Londres, por favor não more em Willesden Junction. A casa que moro e ótima, mas, só moram aqui uns indianos fedorentos (que monopolizaram todo o comércio), jamaicanos e brasileiros que vêm estudar e pagam um absurdo pra morar aqui, “fazemos isso, porque temos que comprovar uma moradia, pelo menos de um mês, para a imigracao e pagamos por agencia e bla…” E claro, uns ingleses aqui e outro acolá.
Voltemos ao assunto central do texto. Ok! Há três semanas estou morando aqui, nessa terra de ninguém, todas as pessoas que encontrei e pedi informacão, foram mega educados e sorridentes comigo. Era completamente o contrário do que pensava. Pois, diziam que os ingleses eram super preconceituosos e nos tratavam como lixo… Pelo menos até agora não tive nenhum problema. E desde que cheguei tenho ouvido com frequência e presenciado algumas vezes o quanto os negros amedrontam as pessoas que nao tem a mesma cor.
FATOS:
-Moro com um casal de gauchos e segundo eles, já viram uns negros baterem numa garota só de zuação e porque era de cor clara.
-A garota que mora aqui teve que sair do lugar onde estava sentada no ônibus, porque uma negra queria sentar naquele lugar, sendo que havia vários lugares vagos (a negona gorda parou em frente a Morgana e gritou: Stand up, now!, ela ficou com medo e saiu. As patricinhas negras daqui ficam te encarando, só pra ter um motivo para você olhar elas procurarem confusão, ai logo dizem: “Porque você está me olhando?” Elas não conversam, elas berram.
-Semana passada, entramos eu e Marcinha no ônibus, e dentro, havia um negão que começou a empurrar as pessoas pra gente passar (ainda bem). Mas, muito mal educado com os outros. Não respeitam ninguém no ônibus, temos que fazer o que eles querem. Caso contrário você é esbofeteado ninguém faz nada.
-Outro dia fomos (eu e Márcia) ao supermercado e sentamos nos bancos traseiros. De frente pra nós havia 2 bancos vagos e mais uns zilhões no ônibus inteiro. A Marcinha colocou os pés no banco da frente, poucos minutos depois entrou um negro de mais ou menos uns quarenta anos de idade e veio sentar-se na nossa frente, quase sobre dos pés da Márcia; ela tirou o pé e colocou num degrauzinho do lado, ele berrou com ela, perguntando se ela queria colocar os pés na calca dele. Que cara seboso, encrenqueiro, nojento, escroto. Se fosse comigo, eu começaria a chorar de tão grosso que ele foi. “Odeio pessoas grossas…”
Eu tenho medo de olhar para um negro aqui e ser espancada. Eu juro que não é exagero e toda regra há excessão. Tem negros bacanas, só não os encontrei…. mas, tenho fé!
Aqui vejo os negros mais preconceituosos que já tive contato. Eles nos olham com um ódio que nos da medo. Até os segurancas dos pubs te olham com inferioridade, quando percebem que você é estrangeiro. É péssimo. Estou indignada!!!
Acho que estou sendo preconceituosa. Mas, pelo menos é um preconceito contra pessoas más, e disso nao me arrependo nem um pouco…
Bjoca da Dodo…