Arquivo da categoria: Causos

Sobre viagens e Novidades

Padrão
Feriadão em vista



Pois é, pessoal, sabadim tá chegando e com ele mais um feriado prolongado… Ô coisa boa… Viajar ou ficar em casa, heis a questão! Casar ou comprar uma bicicleta? Ir à praia ou à montanha? Mar ou piscina? Oh dúvidas cruéis…

Meus pais não têm este tipo de problema, pois estão de viagem marcada para SALVADOR – BA… e de avião!!! Ruim demais, né? Ai… ai… quem me dera ter esta tranqüilidade. (Prá quem duvida, é só conferir os detalhes da viagem no
Prás Cabeças.)

Tá bom, vai, eu também não posso reclamar não, pois estou viajando hoje ainda prá
Macaé – RJ, encontrar com meu amor, e de lá seguiremos estrada para Cabo Frio… pegar uma prainha báááásica, comprar biquínis novos na “Rua dos Biquínis” (Gambôa), comer peixe com fritas e tomar água de côco todo dia na Praia do Forte, dar um pulinho em Búzios – praia de Geribá, claro – e Rua das Pedras, prá comer um tiquim e ver coisas bonitas, sem contar em cair na night de lá, né?… Depois, podemos ir a Arraial do Cabo, lugar liiiiindo, cheio de montanhas e praias paradisíacas, tipo aquela do filme “A Lagoa Azul”, lembram? É assim mesmo a Praia do Forno. Chato meu itinerário, né? hehehehehehe 😉

É claro que haverão contratempos também, pois os engarrafamentos nas saídas e entradas das cidades são coisa certa… Isso que dar a mineirada toda baixar prá Região dos Lagos, e disputar barraca com os cariocas da gema e “do brejo” (hehehe quem aí é de Juiz de Fora?), afinal, somos todos FAROFA meeerrrrrrrmoooo!!! Sem contar que nestes feriados os preços inflacionam de uma maneira estrondosa, pior do que isso, só em Janeiro mesmo, porque aí, haja bolso $$$! Tem ainda o problema do tempo, que tá uma loucura… Um dia faz sol, noutro frio, as noites gelam, chove prá caramba num dia e no outro nenhuma nuvem no céu… Será que é o El Niño? Será que é o aquecimento global? Só sei que o “Ivan” não resolvendo nos fazer uma visitinha na praia, e não agourando a nossa vida nas brancas areias de Cabo Frio, tá é bom demais! (Ivan, gente, o furacão, gente, o furacão…)

A Lú eu sei que ficará aqui em BH, pois o
Esdras resolveu vir prá cá fazer uma visitinha à cidade da Serra do Curral. Espero que ele goste e volte sempre, para o bem da minha amiga!!! Já a Dôdô, eu nem sei o que vai aprontar, pois final de semana passada já esteve em Cipotânea para votar, e não sei se volta pro interior este feriado, volta Dô? (Gente, comenta não, mas ela tá meio p. porque o tio dela perdeu as eleições – ele concorria prá prefeito, lembram? Se não lembrarem, é só clicar aqui!) – Ops, foi mal Dô… 😉



Novidades no Mineiras, Uai!

Acrescentamos alguns links de blogs interessantes na nossa “sidebar”… Dentre os mais recentes, estão:

Diário Balzaquiano – “A difícil tarefa de viver uma relação aos 30 anos. Relação? Eu disse relação?”

Sem Pé Nem Cabeça – Um blog que não tem juízo: “De tudo um pouco ou nada!”

Marcelo Uai – “Um mineirim da gema” (gente boa até!)

Meninas Gerais – “Cinco mineirinhas que não comem tão quietas assim.” – Qualquer semelhança com o MineirasUai é mera coincidência, eu juro!

Carta de Lyon – “Das Minas Gerais para Lyon e de Lyon para todos que gostam de compartilhar experiências.” – Diário da Kátia Bueno sobre sua estada em Lyon-France.

Ex-EPES – “Nós por Nós (Ex EPES)” – O pessoal do ex-Elas Por Elas que se juntou e resolveu escrever mais um monte de coisas legais, juntos.

Além dos novos links de blogs interessantes, temos ainda uma nova coluna: “Os X Mais”. Contém os nossos posts mais comentados, mais engraçados, informativos e interessantes, prá vocês não se esquecerem deles nem de nós, uai!

Espero que gostem das mudanças, e continuem nos visitando ainda mais!

E no mais, Gerais, e bom feriado a todos!

Beijos

Ana Letícia

Ps: Gente, olha eu lá na Praia do Forte dando tchauzinho procês!?

Sobre viagens e Novidades

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Feriadão em vista



Pois é, pessoal, sabadim tá chegando e com ele mais um feriado prolongado… Ô coisa boa… Viajar ou ficar em casa, heis a questão! Casar ou comprar uma bicicleta? Ir à praia ou à montanha? Mar ou piscina? Oh dúvidas cruéis…

Meus pais não têm este tipo de problema, pois estão de viagem marcada para SALVADOR – BA… e de avião!!! Ruim demais, né? Ai… ai… quem me dera ter esta tranqüilidade. (Prá quem duvida, é só conferir os detalhes da viagem no
Prás Cabeças.)

Tá bom, vai, eu também não posso reclamar não, pois estou viajando hoje ainda prá
Macaé – RJ, encontrar com meu amor, e de lá seguiremos estrada para Cabo Frio… pegar uma prainha báááásica, comprar biquínis novos na “Rua dos Biquínis” (Gambôa), comer peixe com fritas e tomar água de côco todo dia na Praia do Forte, dar um pulinho em Búzios – praia de Geribá, claro – e Rua das Pedras, prá comer um tiquim e ver coisas bonitas, sem contar em cair na night de lá, né?… Depois, podemos ir a Arraial do Cabo, lugar liiiiindo, cheio de montanhas e praias paradisíacas, tipo aquela do filme “A Lagoa Azul”, lembram? É assim mesmo a Praia do Forno. Chato meu itinerário, né? hehehehehehe 😉

É claro que haverão contratempos também, pois os engarrafamentos nas saídas e entradas das cidades são coisa certa… Isso que dar a mineirada toda baixar prá Região dos Lagos, e disputar barraca com os cariocas da gema e “do brejo” (hehehe quem aí é de Juiz de Fora?), afinal, somos todos FAROFA meeerrrrrrrmoooo!!! Sem contar que nestes feriados os preços inflacionam de uma maneira estrondosa, pior do que isso, só em Janeiro mesmo, porque aí, haja bolso $$$! Tem ainda o problema do tempo, que tá uma loucura… Um dia faz sol, noutro frio, as noites gelam, chove prá caramba num dia e no outro nenhuma nuvem no céu… Será que é o El Niño? Será que é o aquecimento global? Só sei que o “Ivan” não resolvendo nos fazer uma visitinha na praia, e não agourando a nossa vida nas brancas areias de Cabo Frio, tá é bom demais! (Ivan, gente, o furacão, gente, o furacão…)

A Lú eu sei que ficará aqui em BH, pois o
Esdras resolveu vir prá cá fazer uma visitinha à cidade da Serra do Curral. Espero que ele goste e volte sempre, para o bem da minha amiga!!! Já a Dôdô, eu nem sei o que vai aprontar, pois final de semana passada já esteve em Cipotânea para votar, e não sei se volta pro interior este feriado, volta Dô? (Gente, comenta não, mas ela tá meio p. porque o tio dela perdeu as eleições – ele concorria prá prefeito, lembram? Se não lembrarem, é só clicar aqui!) – Ops, foi mal Dô… 😉



Novidades no Mineiras, Uai!

Acrescentamos alguns links de blogs interessantes na nossa “sidebar”… Dentre os mais recentes, estão:

Diário Balzaquiano – “A difícil tarefa de viver uma relação aos 30 anos. Relação? Eu disse relação?”

Sem Pé Nem Cabeça – Um blog que não tem juízo: “De tudo um pouco ou nada!”

Marcelo Uai – “Um mineirim da gema” (gente boa até!)

Meninas Gerais – “Cinco mineirinhas que não comem tão quietas assim.” – Qualquer semelhança com o MineirasUai é mera coincidência, eu juro!

Carta de Lyon – “Das Minas Gerais para Lyon e de Lyon para todos que gostam de compartilhar experiências.” – Diário da Kátia Bueno sobre sua estada em Lyon-France.

Ex-EPES – “Nós por Nós (Ex EPES)” – O pessoal do ex-Elas Por Elas que se juntou e resolveu escrever mais um monte de coisas legais, juntos.

Além dos novos links de blogs interessantes, temos ainda uma nova coluna: “Os X Mais”. Contém os nossos posts mais comentados, mais engraçados, informativos e interessantes, prá vocês não se esquecerem deles nem de nós, uai!

Espero que gostem das mudanças, e continuem nos visitando ainda mais!

E no mais, Gerais, e bom feriado a todos!

Beijos

Ana Letícia

Ps: Gente, olha eu lá na Praia do Forte dando tchauzinho procês!?

Água, bem escasso!

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Para quem ainda não caiu na real, o mundo está ficando sem água! É, não digo água nos rios e mares, porque a Terra é formada mais de água do que de terra, mas falo de água potável, consumível, porque, afinal, nosso corpo possui ¾ de sua totalidade em água (lembro da época de Ciências no colégio…)

Existe um projeto muito legal em Minas, chamado “Projeto Manuelzão”, que por sinal é um dos mais bem conceituados projetos de meio ambiente do nosso estado, com objetivos de pesquisa, mobilização social e educação ambiental. Ele trabalha junto às prefeituras e às associações comunitárias de municípios que integram a bacia hidrográfica do Rio das Velhas. O projeto visa à recuperação e preservação dessa bacia, através da conscientização social e ambiental das populações ribeirinhas e regionais sobre a importância da água limpa.

Engraçado que aprendi tudo isso ajudando minha prima Débora a fazer um trabalho de 3º ano, quem diria… Antes disso, nunca tinha ouvido falar no projeto, apesar de saber que o Rio das Velhas não anda tão limpinho como em certos pedaços.

E não precisa andar muito para constatar. Quem passa em Santa Luzia, aqui do lado, vê sobre a ponte que liga a parte baixa à alta, uma imensidão do rio toda negra… e não para por ai! Lembram daquele “caiaqueiro” que percorreu todo o Rio das Velhas no início deste ano? Não achou nada de bom, tinha hora que precisava usar máscaras para terminar o percurso.

O mais importante no Projeto Manuelzão é sua divulgação, para que a população ajude no trabalho de recuperação e preservação do rio. Lembrando que não estou só falando do Velhas, mas tem muito mais rios precisando de recuperação.

Devemos lembrar também que a ajuda vai ser revertida para nós mesmos, pois em vários rios brasileiros, como o velho Chico (Rio São Francisco) temos instaladas hidrelétricas que geram energia para nossas casas (já imaginaram a ocorrência de um apagão novamente? Nem me lembre daquele quando eu estava saindo da PUC e vi BH negra!!!)

E a falta de água potável como seria? Os apocalípticos dizem que esta pode ser a causa do fim do mundo… vai saber?

Vamos tentar pelo menos fazer nossa parte.

Está dado meu recado.

Beijos Lú

Água, bem escasso!

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Para quem ainda não caiu na real, o mundo está ficando sem água! É, não digo água nos rios e mares, porque a Terra é formada mais de água do que de terra, mas falo de água potável, consumível, porque, afinal, nosso corpo possui ¾ de sua totalidade em água (lembro da época de Ciências no colégio…)

Existe um projeto muito legal em Minas, chamado “Projeto Manuelzão”, que por sinal é um dos mais bem conceituados projetos de meio ambiente do nosso estado, com objetivos de pesquisa, mobilização social e educação ambiental. Ele trabalha junto às prefeituras e às associações comunitárias de municípios que integram a bacia hidrográfica do Rio das Velhas. O projeto visa à recuperação e preservação dessa bacia, através da conscientização social e ambiental das populações ribeirinhas e regionais sobre a importância da água limpa.

Engraçado que aprendi tudo isso ajudando minha prima Débora a fazer um trabalho de 3º ano, quem diria… Antes disso, nunca tinha ouvido falar no projeto, apesar de saber que o Rio das Velhas não anda tão limpinho como em certos pedaços.

E não precisa andar muito para constatar. Quem passa em Santa Luzia, aqui do lado, vê sobre a ponte que liga a parte baixa à alta, uma imensidão do rio toda negra… e não para por ai! Lembram daquele “caiaqueiro” que percorreu todo o Rio das Velhas no início deste ano? Não achou nada de bom, tinha hora que precisava usar máscaras para terminar o percurso.

O mais importante no Projeto Manuelzão é sua divulgação, para que a população ajude no trabalho de recuperação e preservação do rio. Lembrando que não estou só falando do Velhas, mas tem muito mais rios precisando de recuperação.

Devemos lembrar também que a ajuda vai ser revertida para nós mesmos, pois em vários rios brasileiros, como o velho Chico (Rio São Francisco) temos instaladas hidrelétricas que geram energia para nossas casas (já imaginaram a ocorrência de um apagão novamente? Nem me lembre daquele quando eu estava saindo da PUC e vi BH negra!!!)

E a falta de água potável como seria? Os apocalípticos dizem que esta pode ser a causa do fim do mundo… vai saber?

Vamos tentar pelo menos fazer nossa parte.

Está dado meu recado.

Beijos Lú

JAZZ!

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Não sabia muito sobre jazz, ainda continuo não sabendo tanto, mas o suficiente para amar. Aqui em BH, temos um evento chamado SAVASSI FESTIVAL JAZZ, promovido pelo Café com letras, no bairro nobre playboyzístico chamado Savassi. Este ano, o evento foi no início de junho. Eu fui nos 2 e estava excelente.

Bom, o motivo maior desse assunto é que, ontem fui trabalhar num bar, Conservatório Music Bar. É a 4ª vez que trabalho à noite, como garçonete mesmo. Tudo começou, quando a Laurinha foi estagiar no escritório onde trabalho, daí ela disse que às vezes fazia uns bicos num Café e perguntou se eu não queria trabalhar, claro que eu adorei a idéia…Trabalhei lá umas 2 vezes, e claro no sábado, pois tenho que ir pra faculdade à noite. Depois disso resolvi não ir mais, estava ficando muito cansada. Há umas duas semanas, uma amiga, a Jujú, me ligou no sábado para trabalhar pra ela lá no Conservatório (sábado) que ela não poderia ir. Como eu não estava fazendo nada… animei e fui. O bom que o Conservatório fica 3 quarteirões da minha casa. O Guilherme e o Tatá são os donos de lá, são super jovens e bacanas. O legal é que, o trampo é completamente informal, não tem nada de uniforme, bandeja, seriedade. A gente carrega umas 03 cervejas em cada mão, trabalha de calça jeans, faz amizade e conversa com uma porrada de gente bacana, dança, se diverte e ainda ganha uma graninha…tem coisa melhor? Acho que não. São duas garotas que trabalham por noite, a maioria das meninas fazem faculdade. Ontem o Tatá me ligou pra trabalhar, que foi a 1ª terça-feira que funcionou. Como eu não tinha aula, resolvi aceitar. Trabalhei com a minha amiga, Jujú, por pura coincidência. Foi muito bom, principalmente que foi um showzinho de Jazz que superou as expectativas. O show foi com um guitarrista fera, Beto Lopes, e um dos melhores bateristas que já vi, (olha o exagero). Galera eu conheço o Jim Hendrix, ok! É que o cara é muito bom, o nome, apelido, sei lá o que é Neném… de neném ele não tem nada, ele é bem mais velho. Mas, tem a manha.

Por ser a 1ª terça que o Conservatório funcionou, estava bem cheio. Cheio daquele povo que tem mania de achar que é hippie, metido a intelectual (geralmente são bem intelectualzados, mesmo), sandalinha de couro, dread no cabelo e grande maioria de carrão na porta e, provavelmente, todos residem na zona sul, isso é, com certeza, conheço uma galera assim, tenho muitos amigos desse tipo. A maioria faz Belas Artes, Artes cênicas, tem uma banda, viaja pra Bahia nas férias e fica um mês por lá, isso quando sismam que querem morar lá e por aí vai… Mas, é um povo bem legal e inteligente, eles só são um pouco contraditórios, quando horrorizam com a situação do Brasil, discriminam tudo e todos, a desigualdade social, mas não abrem mão de viajens, carros, baladas, etc… Acho pura hipocrisia. Não tô aqui pra falar dessa moçada…e sim do show de ontem…jazz…jazz e muito jazz…tudo de bom.

Quanto ao trabalho, temos que aturar algumas cantadas insistentes às vezes, mas, é só fingir de sonsa…que tudo vira festa… Quem puder, vale a pena conferir os shows do Conservatório.

Pessoal, voltei a ler poesias, principalmente depois de alguns comentários que tenho recebido através dos textos que escrevo. Só pra não perder o costume aí vai:

Apagar-me

(Paulo Leminski)

“Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.”
Eu amo Paulo Leminski, também…
Beijos da Dodô…

JAZZ!

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Não sabia muito sobre jazz, ainda continuo não sabendo tanto, mas o suficiente para amar. Aqui em BH, temos um evento chamado SAVASSI FESTIVAL JAZZ, promovido pelo Café com letras, no bairro nobre playboyzístico chamado Savassi. Este ano, o evento foi no início de junho. Eu fui nos 2 e estava excelente.

Bom, o motivo maior desse assunto é que, ontem fui trabalhar num bar, Conservatório Music Bar. É a 4ª vez que trabalho à noite, como garçonete mesmo. Tudo começou, quando a Laurinha foi estagiar no escritório onde trabalho, daí ela disse que às vezes fazia uns bicos num Café e perguntou se eu não queria trabalhar, claro que eu adorei a idéia…Trabalhei lá umas 2 vezes, e claro no sábado, pois tenho que ir pra faculdade à noite. Depois disso resolvi não ir mais, estava ficando muito cansada. Há umas duas semanas, uma amiga, a Jujú, me ligou no sábado para trabalhar pra ela lá no Conservatório (sábado) que ela não poderia ir. Como eu não estava fazendo nada… animei e fui. O bom que o Conservatório fica 3 quarteirões da minha casa. O Guilherme e o Tatá são os donos de lá, são super jovens e bacanas. O legal é que, o trampo é completamente informal, não tem nada de uniforme, bandeja, seriedade. A gente carrega umas 03 cervejas em cada mão, trabalha de calça jeans, faz amizade e conversa com uma porrada de gente bacana, dança, se diverte e ainda ganha uma graninha…tem coisa melhor? Acho que não. São duas garotas que trabalham por noite, a maioria das meninas fazem faculdade. Ontem o Tatá me ligou pra trabalhar, que foi a 1ª terça-feira que funcionou. Como eu não tinha aula, resolvi aceitar. Trabalhei com a minha amiga, Jujú, por pura coincidência. Foi muito bom, principalmente que foi um showzinho de Jazz que superou as expectativas. O show foi com um guitarrista fera, Beto Lopes, e um dos melhores bateristas que já vi, (olha o exagero). Galera eu conheço o Jim Hendrix, ok! É que o cara é muito bom, o nome, apelido, sei lá o que é Neném… de neném ele não tem nada, ele é bem mais velho. Mas, tem a manha.

Por ser a 1ª terça que o Conservatório funcionou, estava bem cheio. Cheio daquele povo que tem mania de achar que é hippie, metido a intelectual (geralmente são bem intelectualzados, mesmo), sandalinha de couro, dread no cabelo e grande maioria de carrão na porta e, provavelmente, todos residem na zona sul, isso é, com certeza, conheço uma galera assim, tenho muitos amigos desse tipo. A maioria faz Belas Artes, Artes cênicas, tem uma banda, viaja pra Bahia nas férias e fica um mês por lá, isso quando sismam que querem morar lá e por aí vai… Mas, é um povo bem legal e inteligente, eles só são um pouco contraditórios, quando horrorizam com a situação do Brasil, discriminam tudo e todos, a desigualdade social, mas não abrem mão de viajens, carros, baladas, etc… Acho pura hipocrisia. Não tô aqui pra falar dessa moçada…e sim do show de ontem…jazz…jazz e muito jazz…tudo de bom.

Quanto ao trabalho, temos que aturar algumas cantadas insistentes às vezes, mas, é só fingir de sonsa…que tudo vira festa… Quem puder, vale a pena conferir os shows do Conservatório.

Pessoal, voltei a ler poesias, principalmente depois de alguns comentários que tenho recebido através dos textos que escrevo. Só pra não perder o costume aí vai:

Apagar-me

(Paulo Leminski)

“Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.”
Eu amo Paulo Leminski, também…
Beijos da Dodô…

Cinema Brasileiro

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Ultimamente tenho assistido a alguns filmes brasileiros (dos mais recentes), e tenho notado uma safra muito boa, que, ao meu ver, se iniciou com o magnífico Central do Brasil. O último que assisti, este final de semana, foi A Dona da História, com Marieta Severo, Antônio Fagundes, Débora Falabela e Rodrigo Santoro. O filme é lindo, muito bem feito, cuidadosamente ambientado e os atores são de babar!

Rodrigo Santoro aparece bem no filme, o que agradou muito às mulheres que foram a mesma seção que eu (tinha umas meninas ao lado que gemiam a cada cena com o ator). Além de sua aparência um tanto quanto, digamos assim, “agradável” (pô gente, tenho que ser politicamente correta aqui, meu namorado lê este blog, né Môr? hihihihi), ele está um espetáculo como ator também. Há uma passagem em particular que quase fez nós três (eu, Daniel e Dédé) irmos às lágrimas, de tão boa sua atuação, que casou muito bem com o jovem talento mineiro, a mignon Débora Falabela. Marieta e Fagundes, nem precisa comentar, pois os dois são um espetáculo à parte. O crítico do caderno Divirta-se, do Estado de Minas, na sexta-feira (01/10/04) comentou muito bem sobre o filme, mas falou mal de elementos de cenografia como os carros muito bem limpos e cuidados (“parecendo coisa de colecionador”) e das cenas do Rio atual, quando deveria ser mostrado de 30 anos atrás…

“Como é freqüente no cinema ou na televisão brasileiros, a reconstituição de época em A dona da história comete um pecado grave. É eficiente para reconstruir objetos, mas não para fazer com que pareçam de verdade.”

Discordo. Os carros da década de 70 estavam sim, muito bem cuidados, mas a ocasião mostrada era de uma festa badaladíssima, num palacete do Rio de Janeiro e, convenhamos, ninguém vai de carro sujo de lama e caindo aos pedaços numa festa daquelas… Sem contar que o carro utilizado pelo personagem de R. Santoro no filme, como ele mesmo explicou durante a narrativa, pertencia ” firma” para a qual trabalhava, oras, não era um carro de passeio, usado para fazer rallies, etc, era um carro de empresa, e por isso, mais bem cuidado, para fazer impressionar aos clientes. Não é assim até hoje? Não sei o porquê da implicância! É filme, gente, é fantasia, é diversão, é CINEMA! Ninguém fica falando mal de carros explodindo, vacas voando em ciclones, etc e toda aquela balbúrdia que vemos em todos os filmes de Hollywood, pombas! Só fala mal de filme brasileiro, nunca vi!

Para quem não sabe de nada sobre o filme, ele foi adaptado de uma peça de teatro, se não me engano com o mesmo título, em que uma mulher, após 32 anos de casamento, se encontra numa situação de constatação de que não realizou nada de “importante” na vida… é nesta “viagem” psicológica que ela se encontra com ela mesma, só que 32 anos mais jovem, vivendo as dúvidas que vivia na época, se iria realizar grandes feitos durante sua vida, etc. Esta cena, em particular, é impressionante! Há um clima de suspense, e todo mundo no cinema parece que torce prás duas não se encontrarem. As duas atrizes, Marieta e Débora, desempenharam muito bem o papel da mesma mulher, e a cena do encontro desenrolou perfeitamente.

A outra fama do filme fica por conta do diretor, Daniel Filho, que ficou falado depois que revelaram que ele só filma o primeiro take da cena, não dando outras chances aos atores. Você assisitir ao filme pensando nisso é uma coisa louca, não dá prá acreditar que a primeira vez que a cena foi feita, é aquela que vocês está assisitindo. Há uma carga de emoção o filme todo que invade a platéia, e no final, todos têm que se conter para não aplaudir!

“A grande maioria das cenas foi feita uma só vez. Veterano, Fagundes comenta que, por ele, valeriam as cenas dos ensaios. “É uma adrenalina enorme.” Santoro e Marieta trabalharam desta maneira pela primeira vez. “Tive uma certa dificuldade, pois sou take 53”, brinca a atriz. “Não tenho nada contra segundos e terceiros planos, mas gosto da surpresa da interpretação. Quando o ator sabe que vai ter dois, três, quatro planos, ele se joga menos”, afirma Daniel Filho.”

Outros filmes brasileiros muito bons que vi, mas foram muito pouco comentados:

Recomendo todos os três, mas quem quer fugir de filmes sombrios e violentos, deve evitar “O Homem do Ano”, apesar de eu achar que Murilo Benício teve uma atuação memorável como o “Máiquel”, digna de grandes astros do mundo todo. Ele se torna outra pessoa, parece até mais alto e forte, mau, transfigurado, nada a ver com o Danilo de “Chocolate com Pimenta”. Natália Lage e Cláudia Abreu também são atrações à parte deste filme, ou seja, o elenco todo é um espetáculo.

Já o homem que copiava, traz Lázaro Ramos e Leandra Leal, ambos muito bons, e o enredo é ótimo, a história é engraçada, mas ao mesmo tempo trágica, e fica neste paradoxo, do início ao fim. Mas a idéia central do filme (copiar dinheiro em máquina de xerox e ficar rico) eu aposto que já passou pela cabeça de muita gente… pela minha, pelo menos, já!!!

O Durval Discos é uma pérola. Nunca tinha visto atuando nenhum dos artistas principais (Durval, a velha e a menina – Ary França, Etty Fraser e Isabela Guasco, respectivamente), e os três são óóóóótimos! Apesar de a narrativa ser meio lenta, porque você acha que fica o tempo todo esperando algo acontecer, quando você percebe, você já está dentro do filme, pois é esta angústia da espera que a autora quis realmente passar aos espectadores, pois é o mesmo que os personagens sentem!!! Adorei o filme, peguei na locadora e não dava nada por ele, mas no final, adorei!

Ainda não assisti Olga, mas vou assistir, prometo! E depois conto tudo aqui, tá?



Abraços aos cinéfilos de plantão!



Ana Letícia.

Cinema Brasileiro

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Ultimamente tenho assistido a alguns filmes brasileiros (dos mais recentes), e tenho notado uma safra muito boa, que, ao meu ver, se iniciou com o magnífico Central do Brasil. O último que assisti, este final de semana, foi A Dona da História, com Marieta Severo, Antônio Fagundes, Débora Falabela e Rodrigo Santoro. O filme é lindo, muito bem feito, cuidadosamente ambientado e os atores são de babar!

Rodrigo Santoro aparece bem no filme, o que agradou muito às mulheres que foram a mesma seção que eu (tinha umas meninas ao lado que gemiam a cada cena com o ator). Além de sua aparência um tanto quanto, digamos assim, “agradável” (pô gente, tenho que ser politicamente correta aqui, meu namorado lê este blog, né Môr? hihihihi), ele está um espetáculo como ator também. Há uma passagem em particular que quase fez nós três (eu, Daniel e Dédé) irmos às lágrimas, de tão boa sua atuação, que casou muito bem com o jovem talento mineiro, a mignon Débora Falabela. Marieta e Fagundes, nem precisa comentar, pois os dois são um espetáculo à parte. O crítico do caderno Divirta-se, do Estado de Minas, na sexta-feira (01/10/04) comentou muito bem sobre o filme, mas falou mal de elementos de cenografia como os carros muito bem limpos e cuidados (“parecendo coisa de colecionador”) e das cenas do Rio atual, quando deveria ser mostrado de 30 anos atrás…

“Como é freqüente no cinema ou na televisão brasileiros, a reconstituição de época em A dona da história comete um pecado grave. É eficiente para reconstruir objetos, mas não para fazer com que pareçam de verdade.”

Discordo. Os carros da década de 70 estavam sim, muito bem cuidados, mas a ocasião mostrada era de uma festa badaladíssima, num palacete do Rio de Janeiro e, convenhamos, ninguém vai de carro sujo de lama e caindo aos pedaços numa festa daquelas… Sem contar que o carro utilizado pelo personagem de R. Santoro no filme, como ele mesmo explicou durante a narrativa, pertencia ” firma” para a qual trabalhava, oras, não era um carro de passeio, usado para fazer rallies, etc, era um carro de empresa, e por isso, mais bem cuidado, para fazer impressionar aos clientes. Não é assim até hoje? Não sei o porquê da implicância! É filme, gente, é fantasia, é diversão, é CINEMA! Ninguém fica falando mal de carros explodindo, vacas voando em ciclones, etc e toda aquela balbúrdia que vemos em todos os filmes de Hollywood, pombas! Só fala mal de filme brasileiro, nunca vi!

Para quem não sabe de nada sobre o filme, ele foi adaptado de uma peça de teatro, se não me engano com o mesmo título, em que uma mulher, após 32 anos de casamento, se encontra numa situação de constatação de que não realizou nada de “importante” na vida… é nesta “viagem” psicológica que ela se encontra com ela mesma, só que 32 anos mais jovem, vivendo as dúvidas que vivia na época, se iria realizar grandes feitos durante sua vida, etc. Esta cena, em particular, é impressionante! Há um clima de suspense, e todo mundo no cinema parece que torce prás duas não se encontrarem. As duas atrizes, Marieta e Débora, desempenharam muito bem o papel da mesma mulher, e a cena do encontro desenrolou perfeitamente.

A outra fama do filme fica por conta do diretor, Daniel Filho, que ficou falado depois que revelaram que ele só filma o primeiro take da cena, não dando outras chances aos atores. Você assisitir ao filme pensando nisso é uma coisa louca, não dá prá acreditar que a primeira vez que a cena foi feita, é aquela que vocês está assisitindo. Há uma carga de emoção o filme todo que invade a platéia, e no final, todos têm que se conter para não aplaudir!

“A grande maioria das cenas foi feita uma só vez. Veterano, Fagundes comenta que, por ele, valeriam as cenas dos ensaios. “É uma adrenalina enorme.” Santoro e Marieta trabalharam desta maneira pela primeira vez. “Tive uma certa dificuldade, pois sou take 53”, brinca a atriz. “Não tenho nada contra segundos e terceiros planos, mas gosto da surpresa da interpretação. Quando o ator sabe que vai ter dois, três, quatro planos, ele se joga menos”, afirma Daniel Filho.”

Outros filmes brasileiros muito bons que vi, mas foram muito pouco comentados:

Recomendo todos os três, mas quem quer fugir de filmes sombrios e violentos, deve evitar “O Homem do Ano”, apesar de eu achar que Murilo Benício teve uma atuação memorável como o “Máiquel”, digna de grandes astros do mundo todo. Ele se torna outra pessoa, parece até mais alto e forte, mau, transfigurado, nada a ver com o Danilo de “Chocolate com Pimenta”. Natália Lage e Cláudia Abreu também são atrações à parte deste filme, ou seja, o elenco todo é um espetáculo.

Já o homem que copiava, traz Lázaro Ramos e Leandra Leal, ambos muito bons, e o enredo é ótimo, a história é engraçada, mas ao mesmo tempo trágica, e fica neste paradoxo, do início ao fim. Mas a idéia central do filme (copiar dinheiro em máquina de xerox e ficar rico) eu aposto que já passou pela cabeça de muita gente… pela minha, pelo menos, já!!!

O Durval Discos é uma pérola. Nunca tinha visto atuando nenhum dos artistas principais (Durval, a velha e a menina – Ary França, Etty Fraser e Isabela Guasco, respectivamente), e os três são óóóóótimos! Apesar de a narrativa ser meio lenta, porque você acha que fica o tempo todo esperando algo acontecer, quando você percebe, você já está dentro do filme, pois é esta angústia da espera que a autora quis realmente passar aos espectadores, pois é o mesmo que os personagens sentem!!! Adorei o filme, peguei na locadora e não dava nada por ele, mas no final, adorei!

Ainda não assisti Olga, mas vou assistir, prometo! E depois conto tudo aqui, tá?



Abraços aos cinéfilos de plantão!



Ana Letícia.

ORKUT

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Segundo estatísticas, em junho deste ano, o Brasil foi invadido por uma febre chamada “ORKUT”.

É… ainda tem gente que não ouviu falar???

Para quem não sabe, o orkut é uma “panelinha virtual”, onde você pode reencontrar amigos, manter contato com pessoas distantes, arrumar pretendentes, discutir vários assuntos em comum, etc, etc, etc.

Digo “panelinha virtual” porque para acessar e fazer parte desta comunidade, as pessoas têm que, necessariamente, serem convidadas por algum associado. Viu, tem que ser convidado! Chic! Não é para qualquer um não!

Uma das coisas que o pessoal mais curte no iogurte (orkut popularizado) é encher sua janela de amigos. Daí a gente encontra amigo de amigo, de amigo, de amigo, de amigo…… e vê que todo mundo se conhece, eta mundinho pequeno!

Algumas pessoas até disputam ter mais amigos do que outras, vê se pode! Tem gente que nem se conhece, mas ta lá na lista! Eu, particularmente, prefiro colocar apenas amigos verdadeiros, sem adicionar pessoas a torto e a direito!

Outra brincadeira legal do iogurte é o “karma”, onde se pode colocar algumas sensações, opiniões e sentimentos sobre cada pessoa que tem como amigo. O coração, por exemplo, significa que a pessoa é sexy, gelinhos querem dizer que o amigo é legal, estrelinhas dizem que você é fã da pessoa… e por ai vai…

Você também pode escrever testimonials e scrapbook sobre a pessoa, textos curtos dizendo o que acha dela ou recados básicos e rápidos.

Nossa, tem tanta coisa!!!

Ainda tem as comunidades, que são grupos de discussão com diversos temas, como moda, música, esportes, colégios (aqui você encontra gente que nem sabe que está vivo!)

O orkut é super divertido! Quem tem, vicia!

Mas uma dica para os orkuteiros: não é bom colocar informações pessoais como endereço, telefone, lugares onde costuma ir… para que não facilite o trabalho de marginais ou pessoas mal-intencionadas.

Nessa brincadeira, eu sou amiga da Lê, que não é amiga da Dô, pois nós ainda não a convidamos (nem sei se ela sabe o que é orkut, mas esse post vai ajudá-la!), mas somos amigas de outras pessoas em comum do escritório, da facul, do Direito.

É isso, quem mais quer ser nossos amigos?

Será que nos encontram?

Beijos Lú

ORKUT

Padrão
Segundo estatísticas, em junho deste ano, o Brasil foi invadido por uma febre chamada “ORKUT”.

É… ainda tem gente que não ouviu falar???

Para quem não sabe, o orkut é uma “panelinha virtual”, onde você pode reencontrar amigos, manter contato com pessoas distantes, arrumar pretendentes, discutir vários assuntos em comum, etc, etc, etc.

Digo “panelinha virtual” porque para acessar e fazer parte desta comunidade, as pessoas têm que, necessariamente, serem convidadas por algum associado. Viu, tem que ser convidado! Chic! Não é para qualquer um não!

Uma das coisas que o pessoal mais curte no iogurte (orkut popularizado) é encher sua janela de amigos. Daí a gente encontra amigo de amigo, de amigo, de amigo, de amigo…… e vê que todo mundo se conhece, eta mundinho pequeno!

Algumas pessoas até disputam ter mais amigos do que outras, vê se pode! Tem gente que nem se conhece, mas ta lá na lista! Eu, particularmente, prefiro colocar apenas amigos verdadeiros, sem adicionar pessoas a torto e a direito!

Outra brincadeira legal do iogurte é o “karma”, onde se pode colocar algumas sensações, opiniões e sentimentos sobre cada pessoa que tem como amigo. O coração, por exemplo, significa que a pessoa é sexy, gelinhos querem dizer que o amigo é legal, estrelinhas dizem que você é fã da pessoa… e por ai vai…

Você também pode escrever testimonials e scrapbook sobre a pessoa, textos curtos dizendo o que acha dela ou recados básicos e rápidos.

Nossa, tem tanta coisa!!!

Ainda tem as comunidades, que são grupos de discussão com diversos temas, como moda, música, esportes, colégios (aqui você encontra gente que nem sabe que está vivo!)

O orkut é super divertido! Quem tem, vicia!

Mas uma dica para os orkuteiros: não é bom colocar informações pessoais como endereço, telefone, lugares onde costuma ir… para que não facilite o trabalho de marginais ou pessoas mal-intencionadas.

Nessa brincadeira, eu sou amiga da Lê, que não é amiga da Dô, pois nós ainda não a convidamos (nem sei se ela sabe o que é orkut, mas esse post vai ajudá-la!), mas somos amigas de outras pessoas em comum do escritório, da facul, do Direito.

É isso, quem mais quer ser nossos amigos?

Será que nos encontram?

Beijos Lú