Arquivo da categoria: Causos

Conceito "A"!

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Deus ouviu minhas preces! Por quatro anos seguidos, não aguentava nem ouvir falar das calouradas do UNI-BH (faculdade onde estudo). O DCE daqui era o Mudança Já. Eles até fundaram uma ong….ÔÔÔÔ.
Fato importante: todos os integrantes do DCE Mudança Já, entraram para o “governo” com uma mão na frente e outra atrás, até que fizeram algumas benfeitorias, como: coloraram uma mesa de sinuca e de totó no galpão da faculdade, conseguiam uns 2 ou 3 ônibus por ano para “alguns” DAs , mas só para viagens próximas, isso sem falar das calouradas, era uma maravilha; altas bandinhas de Axé, Pagodão mulherada dã e os playboys então, só não tinham aplicado mais bombas no corpo por falta de espaço. Depois de lindos 4 aninhos com a mesma sinuca, as mesmas festinhas, o mesmo totó, eis que o presidente do DCE, Miguel não sei das quantas, resolve canditar-se para vereador de Belo Horizonte. Foi um dos candidatos que mais gastou com a campanha. Detalhe, tinha dito acima que eram todos “pobres”, cansei de encontrá-los no busão. Hoje? Todos de carrinho 0 bala. De onde eles tiraram dinheiro? Dos otários que contribuem com a taxa do DCE junto a mesalidade, na qual, estou incluida. Os de “esquerda”, nunca conseguiram chegar nem perto das votações, é claro, é difícil encontrar gente que pensa. Os modismos estão à solta.
Dia 18 de Novembro foi a votação para escolher o novo “conselho do DCE”. Mas, os “queridinhos” não se canditaram. Agora eles vão roubar na câmara, frequentaram a escolinha por 4 anos. Se formaram e vão disputar com os cachorros grandes lá na câmara. Teve uma única chapa: “CONCEITO”, digamos que, de esquerda. Ganharam!!!!! Também, eram eles e eles mesmos. Confesso que não dei muita importância, já estou saindo da faculdade e nem procurei saber das propostas, votação e etc.
Hoje, 08:00h, me senti extremamente arrependida, pois o novo presidente do DCE do UNI-BH, Fernando Augusto, saiu estampado na primeira página do Caderno de Cultura do EM. A reportagem entitulada, Da resistência ao Axé, fala um pouco dos anos 60, em que a mobilização política era priorizada para uma sociedade mais democrática, isso tudo através de movimentos estudantis, culturais. O primeiro presidente da UNE (União Nacional de Estudante) foi o poeta Ferreira Goulart, que fala sobre o “regresso”. Movimentos estes, que marcaram uma geração e lançaram muita gente importante (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque dentre outros).

Quando comentei sobre essa reportagem no escritório onde trabalho, dizendo que seria uma enorme felicidade, se o DCE desenvolvesse programas e projetos culturais que realmente valessem à pena participar, como: teatro, debates, mobilizações, shows que tenham fundamentos poéticos, políticos, atístico regional. Eis que o Gabriel (estudante de Direito, 19 anos e morador da zona Sul de Belo Horizonte), que trabalha comigo, deixou escapar essa asneira: ” Quê isso Dô, esse DCE tá por fora, não vai dar em nada pois, a outra chapa (Mudança Já) é que era bacana com os shows de axé. Era tão bacana que lotava e só de gente bonita. E esse DCE novo, não vai dar em nada… A moda é o axé, pagode, sertanejo…
Meu Deus, há uma distorção de valores? Ou eu estou ficando maluca?
“…sempre há forças que buscam a inovação responsável.”

(Fernando Conde, um dos coordenadores do DCE da UFMG.)

Aproveitando a oportunidade e o título. O meu curso foi aprovado pelo MEC, com conceito A . Olha que a minha turma vai se formar n final do ano e foi o único conceito A dos cursos de Turismo avalidados em Belo Horizonte.
Parabéns turma!
Beijos!
Donária

"Chapa Éguia" – Diários de uma viagem

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Roupas na mala, protetor solar na bolsa, “comida no papinho e pé no caminho”…

Partimos para uma viagem para Cabo Frio, prá variar.

O Uno “Milho” é valente, subiu e desceu Serras, ultrapassando caminhões, ônibus, respondendo bem ao ser acionado, economizando a “gasosa” prá nós.

Na baixada fluminense, eis que surge o Jolivan. Amigo, calmo, inesperado. Nos acompanhou um bom tempo na estrada reta e quente, margeada por fazendas com vacas, garças, urubus, mato, muito mato… enfim, os latifúndios de um Brasil que não cumpre a sua função social.

Jolivan era um caminhão, e por incrível que pareça, sua presença quase constante durante toda a estrada da baixada nos divertiu. Primeiro pelo nome, nada convencional. Pensamos inclusive em sugerí-lo a um amigo, cuja mulher está grávida, para dar nome ao bebê (sacanagem!)… Segundo, pelo tamanho da coisa: mais de 18m de comprimento. E terceiro, porque nos protegeu de alguns motoristas apressadinhos (pois foi graças ao Joliva´s que não nos colidimos), e um carro de polícia (isso mesmo!) que insistiu em ultrapassar-nos (ó Uno “Milho” e o Jolivan) na faixa contínua! (Temos foto para comprovar, é verdade!). Jolivan, amigo, nos deixou, ao passarmos por Magé. Ficou num engarrafamento monstro, graças ao péssimo planejamento da pista que colocou um ponto de ônibus bem na saída do trevo…. Vai entender. Melhor prá nós, porque pudemos acelerar até os 100 km/h, ao invés dos 60 km/h “seguros” que o Jô-jô nos deixava fazer, e assim chegamos mais rápido ao nosso destino: Região dos Lagos.

Durante toda a estrada, além das paisagens e dos animais que enfeitavam os terrenos às margens, várias placas com os mesmos dizeres nos intrigaram: “AQUI – CHAPA ÉGUIA”

Mas que diabos era aquilo? “Chapa éguia”? Não seria “chapa égüa”? Mas o que era “chapa égüa”, se fosse mesmo isso que as placas queriam dizer? Pensamos logo numa expressão mineiresca: “chapar os melão” = tomar todas, beber tudo que eu conseguir e mais um pouco, beber até cair, etc e etc. Vai ver que lá naquelas bandas cariocas “chapa égüa” (ou éguia) era o mesmo que “chapar os melão”, e que tinha um buteco na beira da estrada dos bons prá tomar daquela “água que passarinho não bebe”… Vai entender, né?

Foi aí que nos veio a luz: outra placa, desta vez industrializada, e não escrita à mão como as outras: “AQUI – CHAPA E GUIA”. Uai, mas não era “Chapa éguia”? Não minha gente, a pessoa que “cuidadosamente” manufaturou toscamente as outras placas esqueceu de dar um espaço entre o “e” e o “guia”, fazendo com que nós, exímios conhecedores da língua portuguesa (hã-hã, tá bom…), deduzíssemos de cara que ali haveria um acento agudo no “e”!!! Sacaram? Ligando ao fato de que haviam 10 caminhões para cada carro no local, CHAPA e GUIA são as pessoas que ajudam a fazer o carregamento do caminhão e que guiam os caminhoneiros, muitas vezes de outros estados longínqüos aos seus destinos… Aaaaaaahhhhhh booooooommmmm!

Acho que depois desta aula de português despedir-me-ei de vocês, mas semana que vem estarei de volta, ok?

Beijos,

Ana Letícia.

"Chapa Éguia" – Diários de uma viagem

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Roupas na mala, protetor solar na bolsa, “comida no papinho e pé no caminho”…

Partimos para uma viagem para Cabo Frio, prá variar.

O Uno “Milho” é valente, subiu e desceu Serras, ultrapassando caminhões, ônibus, respondendo bem ao ser acionado, economizando a “gasosa” prá nós.

Na baixada fluminense, eis que surge o Jolivan. Amigo, calmo, inesperado. Nos acompanhou um bom tempo na estrada reta e quente, margeada por fazendas com vacas, garças, urubus, mato, muito mato… enfim, os latifúndios de um Brasil que não cumpre a sua função social.

Jolivan era um caminhão, e por incrível que pareça, sua presença quase constante durante toda a estrada da baixada nos divertiu. Primeiro pelo nome, nada convencional. Pensamos inclusive em sugerí-lo a um amigo, cuja mulher está grávida, para dar nome ao bebê (sacanagem!)… Segundo, pelo tamanho da coisa: mais de 18m de comprimento. E terceiro, porque nos protegeu de alguns motoristas apressadinhos (pois foi graças ao Joliva´s que não nos colidimos), e um carro de polícia (isso mesmo!) que insistiu em ultrapassar-nos (ó Uno “Milho” e o Jolivan) na faixa contínua! (Temos foto para comprovar, é verdade!). Jolivan, amigo, nos deixou, ao passarmos por Magé. Ficou num engarrafamento monstro, graças ao péssimo planejamento da pista que colocou um ponto de ônibus bem na saída do trevo…. Vai entender. Melhor prá nós, porque pudemos acelerar até os 100 km/h, ao invés dos 60 km/h “seguros” que o Jô-jô nos deixava fazer, e assim chegamos mais rápido ao nosso destino: Região dos Lagos.

Durante toda a estrada, além das paisagens e dos animais que enfeitavam os terrenos às margens, várias placas com os mesmos dizeres nos intrigaram: “AQUI – CHAPA ÉGUIA”

Mas que diabos era aquilo? “Chapa éguia”? Não seria “chapa égüa”? Mas o que era “chapa égüa”, se fosse mesmo isso que as placas queriam dizer? Pensamos logo numa expressão mineiresca: “chapar os melão” = tomar todas, beber tudo que eu conseguir e mais um pouco, beber até cair, etc e etc. Vai ver que lá naquelas bandas cariocas “chapa égüa” (ou éguia) era o mesmo que “chapar os melão”, e que tinha um buteco na beira da estrada dos bons prá tomar daquela “água que passarinho não bebe”… Vai entender, né?

Foi aí que nos veio a luz: outra placa, desta vez industrializada, e não escrita à mão como as outras: “AQUI – CHAPA E GUIA”. Uai, mas não era “Chapa éguia”? Não minha gente, a pessoa que “cuidadosamente” manufaturou toscamente as outras placas esqueceu de dar um espaço entre o “e” e o “guia”, fazendo com que nós, exímios conhecedores da língua portuguesa (hã-hã, tá bom…), deduzíssemos de cara que ali haveria um acento agudo no “e”!!! Sacaram? Ligando ao fato de que haviam 10 caminhões para cada carro no local, CHAPA e GUIA são as pessoas que ajudam a fazer o carregamento do caminhão e que guiam os caminhoneiros, muitas vezes de outros estados longínqüos aos seus destinos… Aaaaaaahhhhhh booooooommmmm!

Acho que depois desta aula de português despedir-me-ei de vocês, mas semana que vem estarei de volta, ok?

Beijos,

Ana Letícia.

Nova rotina de Posts – Mineiras, Uai!

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Pessoal,

Sabemos que estamos meio em falta com vocês… Mas é que realmente na semana passada as coisas ficaram um pouco confusas com relação a nossa nova rotina de posts no Mineiras.

Estava ficando muito cansativo e desgastante postar todos os dias, já que nós três trabalhamos (e muito!), estudamos, etc. Mesmo sendo cada uma num dia da semana, a inspiração estava nos pregando peças por causa do cansaço.

Sendo assim, resolvemos fazer 3 posts por semana, às 2as, 4as e 6as feiras. Será feito um rodízio para que todas nós possamos escrever em todos os dias da semana, ou seja, não haverá um dia fixo para cada uma.

Também, não “folgaremos” nos feriados, para não deixar o blog abandonado como ficou na semana passada, e para que não haja mais confusão também.

Sendo assim, hoje, segunda-feira, seria o meu dia, mas como estou completamente atolada de serviço, só vou ter tempo de escrever isto aqui mesmo, sobre a nossa nova rotina. Amanhã venho com um post legal, sobre a viagem do final de semana.

No mais, é isto mesmo.

Estamos abertas a sugestões e reclamações nos comments ou pelo nosso SAC, ok?

Abraços a todos,

Ana Letícia, pelas Mineiras, Uai!

Nova rotina de Posts – Mineiras, Uai!

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Pessoal,

Sabemos que estamos meio em falta com vocês… Mas é que realmente na semana passada as coisas ficaram um pouco confusas com relação a nossa nova rotina de posts no Mineiras.

Estava ficando muito cansativo e desgastante postar todos os dias, já que nós três trabalhamos (e muito!), estudamos, etc. Mesmo sendo cada uma num dia da semana, a inspiração estava nos pregando peças por causa do cansaço.

Sendo assim, resolvemos fazer 3 posts por semana, às 2as, 4as e 6as feiras. Será feito um rodízio para que todas nós possamos escrever em todos os dias da semana, ou seja, não haverá um dia fixo para cada uma.

Também, não “folgaremos” nos feriados, para não deixar o blog abandonado como ficou na semana passada, e para que não haja mais confusão também.

Sendo assim, hoje, segunda-feira, seria o meu dia, mas como estou completamente atolada de serviço, só vou ter tempo de escrever isto aqui mesmo, sobre a nossa nova rotina. Amanhã venho com um post legal, sobre a viagem do final de semana.

No mais, é isto mesmo.

Estamos abertas a sugestões e reclamações nos comments ou pelo nosso SAC, ok?

Abraços a todos,

Ana Letícia, pelas Mineiras, Uai!

Dias melhores virão…

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Há dias em que tudo com a gente dá errado… aqueles típicos dias em que se diz que “levantou com o pé esquerdo”…

No entanto, há outros dias que estamos bem, acordamos felizes, mas que outras pessoas estão com a macaca… ai parece que descontam tudo em nós…

Eu e a Dó estamos vivendo isso, por motivos éticos não vou dizer detalhes, mas escutamos cada grosseria…

Sei que é difícil separar problemas pessoais (namoro, financeiro…), problemas de casa e problemas de trabalho… o que tento fazer é desligar o botãozinho “casa”, quando saio para ir trabalhar, e logo que saio do escritório coloco o botão “trabalho” no off.

Bem, nem todo mundo consegue, eu mesma não consigo todos os dias… mas tô querendo dizer que tem gente descontando problemas pessoais nos outros… ai é falta de respeito! Isso não acontece só com nós duas, com certeza você já passou por isso.

Por falar em falta de respeito… esta semana aconteceu fato horrível com uma amiga… só porque ela é mais humilde exploram dela… ei, ser humano tem valor… não se pode mandar e desmandar numa pessoa como se fosse bicho.

Mas tudo bem, a vida continua, a gente vai rezando… para nós e para os outros, porque dias melhores virão…

A gente vai tentando engolir o que pode, quando dá… porque precisamos ou porque nossa educação manda, mas quando não dá, manda para aquele lugar (não é Dô?). Tolerância zero!

Depois de todo estress, o consolo é saber que hoje é sexta-feira e o que isso quer dizer???

Farra, bagunça, descanso, namoro, paquera, saídas, bares, boates, festas, amigos, sol, clube, diversão, arte, cinema, shopping, compras, comidas, bebedeira e mais mil coisas que podemos inventar com nossa rica imaginação!!!



Um excelente final de semana a todos.

Beijos Lú

Dias melhores virão…

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Há dias em que tudo com a gente dá errado… aqueles típicos dias em que se diz que “levantou com o pé esquerdo”…

No entanto, há outros dias que estamos bem, acordamos felizes, mas que outras pessoas estão com a macaca… ai parece que descontam tudo em nós…

Eu e a Dó estamos vivendo isso, por motivos éticos não vou dizer detalhes, mas escutamos cada grosseria…

Sei que é difícil separar problemas pessoais (namoro, financeiro…), problemas de casa e problemas de trabalho… o que tento fazer é desligar o botãozinho “casa”, quando saio para ir trabalhar, e logo que saio do escritório coloco o botão “trabalho” no off.

Bem, nem todo mundo consegue, eu mesma não consigo todos os dias… mas tô querendo dizer que tem gente descontando problemas pessoais nos outros… ai é falta de respeito! Isso não acontece só com nós duas, com certeza você já passou por isso.

Por falar em falta de respeito… esta semana aconteceu fato horrível com uma amiga… só porque ela é mais humilde exploram dela… ei, ser humano tem valor… não se pode mandar e desmandar numa pessoa como se fosse bicho.

Mas tudo bem, a vida continua, a gente vai rezando… para nós e para os outros, porque dias melhores virão…

A gente vai tentando engolir o que pode, quando dá… porque precisamos ou porque nossa educação manda, mas quando não dá, manda para aquele lugar (não é Dô?). Tolerância zero!

Depois de todo estress, o consolo é saber que hoje é sexta-feira e o que isso quer dizer???

Farra, bagunça, descanso, namoro, paquera, saídas, bares, boates, festas, amigos, sol, clube, diversão, arte, cinema, shopping, compras, comidas, bebedeira e mais mil coisas que podemos inventar com nossa rica imaginação!!!



Um excelente final de semana a todos.

Beijos Lú

TODO MUNDO TEM MANIAS…

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Quem já disse que não tem manias mentiu, TODO MUNDO TEM MANIAS, umas mais normais, outras bastante esquisitas…

Quando eu era pequena, ops… mais nova, tinha uma vizinha, Dona Izolina, que não gostava de ver eu e as demais crianças da rua sentadas no passeio de sua casa. Sempre que estávamos lá, ela começava a lavar a calçada. Segundo ela, era mania de limpeza…

Minha tia Carminha tinha mania de ficar mexendo no cabelo das pessoas, era bom, fazia um cafuné bem gostoso…

Meu pai tem várias manias, como acordar de manhã e ir limpar e esquentar o carro, como meu irmão faz agora. Também se herda manias….

Minha mãe tem uma mania que não gosto: chamar a gente para almoçar batendo palmas. Isso me irrita, sempre falo com ela, basta falar: – Vamos almoçar!

Todos os dias quando vou para o cursinho vejo um cara na rua lendo um livro, de pé no passeio. Quando volto, às vezes ele ainda está no mesmo lugar, lendo sob a luz do poste. É super esquisito, mas é mania, não precisa ler tanto, precisa???

Na missa de domingo, tem um velhinho de aproximadamente 80 anos que só assiste missa de pé, quando tenho certeza que as pernas dele doem (pela idade se presume). Todo mundo oferece lugar para ele, mas nunca senta…

Na faculdade o Alísson da minha sala (leia o nome com o assento, ele não chama Alisson), um médico de uns 60 anos, tinha mania de dar uns tapinhas na minha cabeça ao me cumprimentar. Da mesma forma fazia o prof. Edimur. Será que é mania de velho???

Um senhor que mudou recentemente para perto da minha casa faz caminhada diariamente levando um passarinho numa gaiola. Para quê?

Em geral, os homens têm mania de por a mão no saco, parece que têm chato… será???

Quanto às manias intrínsecas homem X mulher, tive um professor que dizia que homem realmente tem a mania de cuspir na rua, mas é melhor do que a mulher que engole discretamente seu cuspe. Isso faz mal…

E eu? Manias? Muitas!!!

Na verdade tenho preferências… (ah, ah, ah)

Normalmente tomo banho com toalhas azul ou vermelha; antigamente meus pijamas, escovas de dente e chinelos só eram azuis ou lilás (isso já mudei). Gosto de sentar sempre no banco mais alto do bus (mania de gente pequena). Ainda tenho várias outras que não vai dar par citar, por falta de espaço no blog…



E tem gente que gosta de amarelo, outros de azul; de andar descalço ou calçado; tem gente que tem mania de sofrer, outros querem ajudar todo mundo…

Tem doido para tudo, tem mania para todo gosto!!!



E você? Qual a sua mania?



Beijos Lú

P.S.: tô falando de manias, não cacoetes…

TODO MUNDO TEM MANIAS…

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Quem já disse que não tem manias mentiu, TODO MUNDO TEM MANIAS, umas mais normais, outras bastante esquisitas…

Quando eu era pequena, ops… mais nova, tinha uma vizinha, Dona Izolina, que não gostava de ver eu e as demais crianças da rua sentadas no passeio de sua casa. Sempre que estávamos lá, ela começava a lavar a calçada. Segundo ela, era mania de limpeza…

Minha tia Carminha tinha mania de ficar mexendo no cabelo das pessoas, era bom, fazia um cafuné bem gostoso…

Meu pai tem várias manias, como acordar de manhã e ir limpar e esquentar o carro, como meu irmão faz agora. Também se herda manias….

Minha mãe tem uma mania que não gosto: chamar a gente para almoçar batendo palmas. Isso me irrita, sempre falo com ela, basta falar: – Vamos almoçar!

Todos os dias quando vou para o cursinho vejo um cara na rua lendo um livro, de pé no passeio. Quando volto, às vezes ele ainda está no mesmo lugar, lendo sob a luz do poste. É super esquisito, mas é mania, não precisa ler tanto, precisa???

Na missa de domingo, tem um velhinho de aproximadamente 80 anos que só assiste missa de pé, quando tenho certeza que as pernas dele doem (pela idade se presume). Todo mundo oferece lugar para ele, mas nunca senta…

Na faculdade o Alísson da minha sala (leia o nome com o assento, ele não chama Alisson), um médico de uns 60 anos, tinha mania de dar uns tapinhas na minha cabeça ao me cumprimentar. Da mesma forma fazia o prof. Edimur. Será que é mania de velho???

Um senhor que mudou recentemente para perto da minha casa faz caminhada diariamente levando um passarinho numa gaiola. Para quê?

Em geral, os homens têm mania de por a mão no saco, parece que têm chato… será???

Quanto às manias intrínsecas homem X mulher, tive um professor que dizia que homem realmente tem a mania de cuspir na rua, mas é melhor do que a mulher que engole discretamente seu cuspe. Isso faz mal…

E eu? Manias? Muitas!!!

Na verdade tenho preferências… (ah, ah, ah)

Normalmente tomo banho com toalhas azul ou vermelha; antigamente meus pijamas, escovas de dente e chinelos só eram azuis ou lilás (isso já mudei). Gosto de sentar sempre no banco mais alto do bus (mania de gente pequena). Ainda tenho várias outras que não vai dar par citar, por falta de espaço no blog…



E tem gente que gosta de amarelo, outros de azul; de andar descalço ou calçado; tem gente que tem mania de sofrer, outros querem ajudar todo mundo…

Tem doido para tudo, tem mania para todo gosto!!!



E você? Qual a sua mania?



Beijos Lú

P.S.: tô falando de manias, não cacoetes…

Esdrúxulo? Vocês acham?

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Será que é esdrúxulo?

Esdrúxulo? O quê?

Advinha?

DO-NÁ-RI-A. Isso aí, meu nome. Nossa, quantas vezes respondi em tom baixíssimo quando perguntavam meu nome… Morria de vergonha! Somente eu e minha vovó tivemos o “desprazer” de ter um nome tão diferente (pensava eu).
Lá em Cipotânea, minha vó é conhecida por todos. Ela é figura importante na cidade. Foi ela a primeira diretora formada, da primeira (e única) escola estadual que tem na cidade, que eu me formei e minha mãe deu aula.
Como a única pessoa que conheço com esse nome é a minha vó, sempre associei que era nome de velha. Isso não é coisa da minha cabeça não, até hoje, pelo telefone, algumas pessoas (desconhecidas) me chamam de senhora… fico p. da vida.
Minha vovó tem descendência italiana, por isso o nome. Mas, na verdade, segundo aqueles livrinhos de nome, Donária vem do latim que significa: “presente, dádiva”! E segundo algumas crenças, Donária era uma deusa grega que foi para o Sul da Itália. A família de minha vó veio da Sicília (Sul da Itália). Coincidência, não!?

Nossa, com tantos elogios: dádiva, presente, deusa…ulalá… Tô importante demais da conta! Mas, mesmo assim, não gostava muito.
Aprendi a gostar do meu nome: acho legal, tem fundamento, um porquê. Hoje falo com bastante orgulho, e nem ligo quando as pessoas brincam: canária, otária, doriana, Dona Maria…
Gosto mais ainda depois da crônica do Ziraldo, que foi publicada no Caderno de Cultura do Estado de Minas na última sexta-feira (05/11/2004). O título é “Uma Krônika Karinhosa(clique aqui para ler o texto na íntegra, no Acrobat Reader). Amo o Ziraldo, além de ser mineiro, é um excelente desenhista e escritor.
“Ter o nome que meu pai inventou pra mim não me fazia sentir diferente. Até um dia em que, numa escola de SP, estando a dar autógrafos, perguntei a um dos meninos seu nome e ele disse: “Schenazzi, com SC e dois ZZ”. Eu disse: “Isto é seu sobrenome, rapaz, quero saber o seu nome.” E ele: “Bota Schenazzi, pô, se não ninguém vai saber que é pra mim. Eu me chamo Bruno, mas tem mais de cem Brunos aqui nesta escola, caramba!” E tinha outros tantos Andrés, e Fredericos, os nomes da moda na época.” (Ziraldo)
Apesar do meu nome não ter sido inventado, acho-o único, porque não foi nada de modismo, foi uma homenagem. Não uma homenagem à cantores, poetas, artistas, e sim, uma homenagem simples a uma das pessoas que mais amo nesta vida. E confesso: tem um belo nome: Donária!

Mas quando estou em lugares agitados, com música alta, para facilitar prefiro falar Dô, porque, caso contrário, corro o risco de ficar de ficar metade da noite repetindo e explicando o meu nome, e a outra metade aguentando risadinhas e erros, ai, é um saco!!!
Às vezes, falo que me chamo Maria, porque é simples e fácil. E a pessoas ficam insistindo: “Só Maria?” . Aí eu falo: “Sim”. Elas não acreditam e perguntam de novo. Quando resolvo falar a verdade, só ouço isso: “Pô garota pára de fazer hora com a minha cara com esse nome esdrúxulo aí!” Se é simples, não acreditam. Se é complicado, acreditam menos ainda…

Beijos da DONÁRIA!



Menino Maluquinho, by Ziraldo.