Arquivo da categoria: Causos

"CARAVANA DA CORAGEM"!

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Bom, meu assunto inicial seria sobre a 27ª REUNIÃO DA CÚPULA DO MERCOSUL que foi realizada na última sexta-feira (17/12/04) em Ouro Preto – MG. Na verdade, desde o início da semana passada foram realizadas várias reuniões com ministros, chanceleres e outras autoridades dos países que fazem parte do MERCOSUL, sendo que os chefes de Estado (9 presidentes) chegaram na sexta-feira e se hospedaram em BH.

Excelente assunto, inteligente, daria um belo texto se não fosse tão comentado. Falar de barreiras alfandegárias, Brasil X Argentina, Argentina X Brasil e salvaguardas é muito complexo. Por isso deixo para os profissionais de comunicação. Mas, não deixo de ter minhas opiniões críticas sobre o assunto.

Se vocês quiserem se informar melhor, podem encontrar tudo sobre a Cúpula na internet, jornais e revistas e etc. Acho que para quem não iria falar nada sobre o assunto, já falou demais, não é mesmo?!

É que, se sexta para sábado, cheguei em casa super tarde e fui direto para cama e tive um sonho muito estranho.

Sonhei que, de repente surgiram, numa estrada, uns ciclistas dispostos a fazer um trajeto não muito recomendável. Dentre as pessoas, estávamos eu, meu professor de História da Arte – El Bigodón (vulgo Magno). Porque El Bigodón? Ele morou 15 anos em Portugal, estava fazendo doutorado em História da Arte e deixou aquele bigode estranho, igualzinho aos portugueses legítimos, daí o apelido, continuando nos personagens do sonho, estavam também a Pê (minha amigona) e o meu melhor amigo que até agora não me lembro quem era.

Lembro-me que íamos sair de Belo Horizonte com destino à Brasília, de bicicleta!!!!!

Os outros integrantes da “CARAVANA DA CORAGEM” foram desistindo no meio do caminho, restando apenas eu, meu professor- El Bigodón, a Pê e o meu melhor amigo não identificado. Detalhe importantíssimo, no sonho a Pê e o El Bigodón tinham um, digamos que afeto especial que se restringia nos olhares.

No meio do caminho, depois de vários obstáculos fomos surpreendidos com Machu Pichu, isso aí pessoal encontramos Machu Pichu no Brasil e para melhorar no caminho de BH / Brasília.

É claro , que paramos lá, em meio à lembranças da civilização inca, espíritos rondando o local e meditações descobrimos uma caverna que tínhamos que rastejar por uma fenda para chegarmos no interior da mesma que tinha não sei o quê, acho que tinha algo bem inusitado, pois aí sim explicaria tanto esforço e literalmente, aperto para chegar lá, não íamos nos enfiar num lugar para nada.

Primeiro foi o Professor (El Bigodón), depois eu e meu melhor amigo (não sei onde a Pê estava, acho que estava meditando). Foi quando o professor encontrou um cara, que também estava rastejando, e de repente o professor começou a ter relações homossexuais com o tal sujeito. Estranhíssimo. Só sei que, depois da cena, não apropriada para nenhuma faixa etária, encontramos um lugar maravilhoso, mas como nem tudo é perfeito estava lotado de turistas, ficamos só um pouquinho e continuamos a nossa aventura.

Estávamos na estrada, pedalando até morrer, quando de repente fomos parar numa ferrovia, imaginem, que cena: a “CARAVANA DA CORAGEM” pedalando encima dos trilhos quase chegando em Brasília. Foi quando meu celular começou a tocar e acordei toda suada, molhada dos pés à cabeça.

Não me perguntem o que aconteceu depois. Nem imagino. Quem sabe um dia sonharei com o fim da história?!

Às vezes fico pensando que até nos sonhos sou maluca….rs!!!
Bjocas da Dodô!!!

"CARAVANA DA CORAGEM"!

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Bom, meu assunto inicial seria sobre a 27ª REUNIÃO DA CÚPULA DO MERCOSUL que foi realizada na última sexta-feira (17/12/04) em Ouro Preto – MG. Na verdade, desde o início da semana passada foram realizadas várias reuniões com ministros, chanceleres e outras autoridades dos países que fazem parte do MERCOSUL, sendo que os chefes de Estado (9 presidentes) chegaram na sexta-feira e se hospedaram em BH.

Excelente assunto, inteligente, daria um belo texto se não fosse tão comentado. Falar de barreiras alfandegárias, Brasil X Argentina, Argentina X Brasil e salvaguardas é muito complexo. Por isso deixo para os profissionais de comunicação. Mas, não deixo de ter minhas opiniões críticas sobre o assunto.

Se vocês quiserem se informar melhor, podem encontrar tudo sobre a Cúpula na internet, jornais e revistas e etc. Acho que para quem não iria falar nada sobre o assunto, já falou demais, não é mesmo?!

É que, se sexta para sábado, cheguei em casa super tarde e fui direto para cama e tive um sonho muito estranho.

Sonhei que, de repente surgiram, numa estrada, uns ciclistas dispostos a fazer um trajeto não muito recomendável. Dentre as pessoas, estávamos eu, meu professor de História da Arte – El Bigodón (vulgo Magno). Porque El Bigodón? Ele morou 15 anos em Portugal, estava fazendo doutorado em História da Arte e deixou aquele bigode estranho, igualzinho aos portugueses legítimos, daí o apelido, continuando nos personagens do sonho, estavam também a Pê (minha amigona) e o meu melhor amigo que até agora não me lembro quem era.

Lembro-me que íamos sair de Belo Horizonte com destino à Brasília, de bicicleta!!!!!

Os outros integrantes da “CARAVANA DA CORAGEM” foram desistindo no meio do caminho, restando apenas eu, meu professor- El Bigodón, a Pê e o meu melhor amigo não identificado. Detalhe importantíssimo, no sonho a Pê e o El Bigodón tinham um, digamos que afeto especial que se restringia nos olhares.

No meio do caminho, depois de vários obstáculos fomos surpreendidos com Machu Pichu, isso aí pessoal encontramos Machu Pichu no Brasil e para melhorar no caminho de BH / Brasília.

É claro , que paramos lá, em meio à lembranças da civilização inca, espíritos rondando o local e meditações descobrimos uma caverna que tínhamos que rastejar por uma fenda para chegarmos no interior da mesma que tinha não sei o quê, acho que tinha algo bem inusitado, pois aí sim explicaria tanto esforço e literalmente, aperto para chegar lá, não íamos nos enfiar num lugar para nada.

Primeiro foi o Professor (El Bigodón), depois eu e meu melhor amigo (não sei onde a Pê estava, acho que estava meditando). Foi quando o professor encontrou um cara, que também estava rastejando, e de repente o professor começou a ter relações homossexuais com o tal sujeito. Estranhíssimo. Só sei que, depois da cena, não apropriada para nenhuma faixa etária, encontramos um lugar maravilhoso, mas como nem tudo é perfeito estava lotado de turistas, ficamos só um pouquinho e continuamos a nossa aventura.

Estávamos na estrada, pedalando até morrer, quando de repente fomos parar numa ferrovia, imaginem, que cena: a “CARAVANA DA CORAGEM” pedalando encima dos trilhos quase chegando em Brasília. Foi quando meu celular começou a tocar e acordei toda suada, molhada dos pés à cabeça.

Não me perguntem o que aconteceu depois. Nem imagino. Quem sabe um dia sonharei com o fim da história?!

Às vezes fico pensando que até nos sonhos sou maluca….rs!!!
Bjocas da Dodô!!!

Novo patrimônio histórico de BH

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Quem já passou por BH com certeza deu uma paradinha na Feira de Artes e Artesanato que funciona na Av. Afonso Pena (acho que ninguém precisa de referência, quem nunca passou por lá?)

Tudo bem, vamos informar a quem não conhece: é a maior feira de artesanato que já vi… e olha que já rodei o Nordeste e conheço vários mercados que vendem de tudo, como aqui. A feira começa na esquina da Av. Carandaí e termina na esquina da Rua da Bahia e tem de tudo, TUDO mesmo!!!

São 2,5 mil barracas coloridas que oferecem sapatos, bolsas, carteiras, chinelos, cintos, colares, brincos, anéis, roupa masculina, feminina e infantil, artigos de decoração, enfeites para casa de madeira, de plástico, de papel, de tudo quanto é jeito e gosto, e comidas, churrasquinho, acarajé, salgados, cerveja, refri, suco e muito, muito mais…

E não dá para andar tudo num domingo só não (a feira só funciona aos domingos). Você tem que fazer escolhas: de preferência chegar na feira entre 5 e 6 horas da manhã… Cedo? Que isso! Depois de uma noitada de sábado? “Deus ajuda a quem cedo madruga!”

Mas para comprar tem que ir cedo mesmo, escolher os melhores artigos, antes que uma multidão invada a feira, a média é de 100 mil habitantes por domingo. Às 10 horas é impossível de se trafegar por lá.

Os feirantes da Av. Afonso Pena são tradicionais, têm lugar garantido há anos e não trocam a barraca por nada! Ainda mais agora que ganharam um presente: a FEIRA DE ARTES E ARTESANATO DA AFONSO PENA É PATRIMÔNIO CULTURAL DE BELO HORIZONTE. Chique? Demais!

A lei de tombamento da Feira Hippie (seu nome vulgar) foi aprovada pelos vereadores de Belo Horizonte e está aguardando sanção do prefeito Fernando Pimentel. Há quem diga que a feira não ficará neste local por muito tempo… discute-se que deve ser localizada num lugar onde dê para ser construídos banheiros populares, com mais espaço entre as barracas… talvez mude para a rodoviária, Praça da Estação, Estádio Independência, ou para o estacionamento do Mineirão.

Mas se tirarem a feira da Av. Afonso Pena ela pode acabar! Não tem graça ser em outro lugar!

Voltando ao tombamento, a idéia do projeto de lei é preservar o movimento cultural, que começou em 1969, com encontros semanais de artistas e intelectuais na Praça da Liberdade (antes a feira acontecia na Praça da Liberdade, toda quinta-feria e domingo). A manifestação de arte e saber ganhou ares de comércio e precisou ser transferida para a Av. Afonso Pena, que abriga milhares de artesãos.

Quem ainda não conhece, vale a pena passar por lá, por este ponto turístico de BH!

Beijos a todos!



Papo Sério

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Cultura Geral no Mineiras, Uai! – O BRASIL NA ONU

Pois é, pessoal, depois de a Dôdô contar causos de bebedeiras, da vida e afins, a Lú falar de preconceito e da situação do ensino em nosso país, cá estou eu, atrasada como sempre com o meu post da semana (era prá ter publicado algo na 2a feira), e com um texto um tanto quanto sério…

Achei importante fazer este texto hoje, não apenas pela brilhante aula do Prof. Márcio Luíz (UFMG e Praetorium) de hoje, mas também porque ultimamente tive algumas discussões com amigos/colegas sobre o posicionamento do Brasil e sua insistência para ser membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. O problema é que este assunto está sendo muito falado pela mídia, pelos políticos, desde a “era” FHC… E agora, o governo Lula despirocou geral, e quer porque quer por o país naquele lugar (no bom sentido, é claro… ou será que o sentido figurado não cabe aí também?) 😉

E aí, como é tão falado e “refalado”, o POVO acha que é uma coisa boa… As pessoas estão “rezando na conta benta”, fazendo figa e enchendo a boca prá falar que é “importantíssimo” o Brasil ser membro do Conselho, etc, e etc, mas na verdade NEM SABEM O QUE É ESTE CONSELHO, PARA QUÊ SERVE E EM QUAIS TERMOS SERIA A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL!!!

Como o blog é público, e atrai visitas do mundo inteiro, é importante divulgar a REALIDADE dos fatos por aqui, não é meninas (Dô e Lú)?

Então, o “negó” é o “seguin”: O Conselho de Segurança da ONU é o órgão das Nações Unidas encarregado de salvaguardar (pô, falei bonito!!!) a PAZ mundial. O que ele faz? Manda os exércitos dos países que o compõem para outras nações que estejam em guerra civil ou com outros países, etc, etc. Aí vem o Brasil e manda soldado pro HAITI, igualzinho ao que foi feito há algum tempo atrás, mandando exércitos nacionais pro Timor Leste. Se o Brasil entra pro Conselho de vez, como membro permanente, tudo quanto é país que estiver nestas situações, prá lá irão as tropas brasileiras. Até aí, mais ou menos ok.

O problema é que os atuais membros – dentre eles, claro, o país do “bucho” (EUA, claro) – querem que estes novos membros (sim, serão mais 05 novos membros permanentes no Conselho, BR + 4) entrem mas SEM DIREITO A VETO! Ou seja, não podem “discordar” das decisões do Conselho, não teriam voz praticamente nenhuma! E o nosso governo está aceitando isso!

Desta forma, os 05 novos membros (provavelmente Brasil, Japão, Índia, Alemanha e África do Sul ou Egito) compartilhariam apenas os ÔNUS de ser do Coselho: envio de tropas, segurança nas fronteiras com os outros países, investimento pesado em poderio militar, perigo de sofrer ameaças terroristas, etc etc. COMO SE JÁ NÃO BASTASSEM TODOS OS PROBLEMAS QUE TEMOS EM NOSSO PAÍS, AGORA AINDA TERÍAMOS QUE PREOCUPAR COM GUERRAS DOS OUTROS!!!? Isso sem contar nos milhares de jovens brasileiros a partir dos seus 18 anos que virão a morrer em tais guerras… E suas famílias, o sofrimento delas, de suas mães, etc? E SUAS VIDAS???

Bom, gente, é isso! Meu papel é de informar, e, claro, expor minha opinião pessoal, que acho que ficou bem clara aqui. Agora, se houver algum plebiscito (consulta ao povo brasileiro) sobre a participação do Brasil no Conselho de Segurança da ONU, vocês todos já sabem do que se trata, e se pensarem bem a respeito, e refletirem sobre minhas palavras, tenho certeza, votarão NÃO!

Abraços a todos,

Ana Letícia.

Ps: E aí, Zanini, falei certo? Qualquer coisa comenta aí e dá aula prá gente, tá?

Papo Sério

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Cultura Geral no Mineiras, Uai! – O BRASIL NA ONU

Pois é, pessoal, depois de a Dôdô contar causos de bebedeiras, da vida e afins, a Lú falar de preconceito e da situação do ensino em nosso país, cá estou eu, atrasada como sempre com o meu post da semana (era prá ter publicado algo na 2a feira), e com um texto um tanto quanto sério…

Achei importante fazer este texto hoje, não apenas pela brilhante aula do Prof. Márcio Luíz (UFMG e Praetorium) de hoje, mas também porque ultimamente tive algumas discussões com amigos/colegas sobre o posicionamento do Brasil e sua insistência para ser membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. O problema é que este assunto está sendo muito falado pela mídia, pelos políticos, desde a “era” FHC… E agora, o governo Lula despirocou geral, e quer porque quer por o país naquele lugar (no bom sentido, é claro… ou será que o sentido figurado não cabe aí também?) 😉

E aí, como é tão falado e “refalado”, o POVO acha que é uma coisa boa… As pessoas estão “rezando na conta benta”, fazendo figa e enchendo a boca prá falar que é “importantíssimo” o Brasil ser membro do Conselho, etc, e etc, mas na verdade NEM SABEM O QUE É ESTE CONSELHO, PARA QUÊ SERVE E EM QUAIS TERMOS SERIA A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL!!!

Como o blog é público, e atrai visitas do mundo inteiro, é importante divulgar a REALIDADE dos fatos por aqui, não é meninas (Dô e Lú)?

Então, o “negó” é o “seguin”: O Conselho de Segurança da ONU é o órgão das Nações Unidas encarregado de salvaguardar (pô, falei bonito!!!) a PAZ mundial. O que ele faz? Manda os exércitos dos países que o compõem para outras nações que estejam em guerra civil ou com outros países, etc, etc. Aí vem o Brasil e manda soldado pro HAITI, igualzinho ao que foi feito há algum tempo atrás, mandando exércitos nacionais pro Timor Leste. Se o Brasil entra pro Conselho de vez, como membro permanente, tudo quanto é país que estiver nestas situações, prá lá irão as tropas brasileiras. Até aí, mais ou menos ok.

O problema é que os atuais membros – dentre eles, claro, o país do “bucho” (EUA, claro) – querem que estes novos membros (sim, serão mais 05 novos membros permanentes no Conselho, BR + 4) entrem mas SEM DIREITO A VETO! Ou seja, não podem “discordar” das decisões do Conselho, não teriam voz praticamente nenhuma! E o nosso governo está aceitando isso!

Desta forma, os 05 novos membros (provavelmente Brasil, Japão, Índia, Alemanha e África do Sul ou Egito) compartilhariam apenas os ÔNUS de ser do Coselho: envio de tropas, segurança nas fronteiras com os outros países, investimento pesado em poderio militar, perigo de sofrer ameaças terroristas, etc etc. COMO SE JÁ NÃO BASTASSEM TODOS OS PROBLEMAS QUE TEMOS EM NOSSO PAÍS, AGORA AINDA TERÍAMOS QUE PREOCUPAR COM GUERRAS DOS OUTROS!!!? Isso sem contar nos milhares de jovens brasileiros a partir dos seus 18 anos que virão a morrer em tais guerras… E suas famílias, o sofrimento delas, de suas mães, etc? E SUAS VIDAS???

Bom, gente, é isso! Meu papel é de informar, e, claro, expor minha opinião pessoal, que acho que ficou bem clara aqui. Agora, se houver algum plebiscito (consulta ao povo brasileiro) sobre a participação do Brasil no Conselho de Segurança da ONU, vocês todos já sabem do que se trata, e se pensarem bem a respeito, e refletirem sobre minhas palavras, tenho certeza, votarão NÃO!

Abraços a todos,

Ana Letícia.

Ps: E aí, Zanini, falei certo? Qualquer coisa comenta aí e dá aula prá gente, tá?

Eu quero é uma pinga!

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“Eu bebo sim, estou vivendo, tem gente que não bebe está morrendo. Eu bebo sim…”

Essa música estimula a veia alcoolica, fala sério! A acho sugestiva para um bom porre sem culpa. Falando nisso, no domingo passado fiquei o dia todo em casa, não parou de chover nem um segundinho. Mas, à noite fui dar uma volta em Macacos e quando retornei fui fazer companhia para minha irmã, que estava assistindo TV (É FANTÁSTCO – GLOBO). Parece que esta estreando um quadro com a Fernanda Torres, era mais ou menos assim:

“Ela acordava no sofá, com aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca, a blusa toda errada e tudo rodando. Resultado de vários copos de cerveja do dia anterior. Então, ela começa a se lembrar, vagamente, de alguns vexames cometidos no dia anterior, devido ao abuso do álcool… engraçadíssimo!”

Esse episódio me fez lembrar quando fui para Trancoso – Bahia, em janeiro de 2003, com minha amiga Jujú.

Um belo dia, saímos do “complexo” do quadrado e fomos para um bar de uns argentinos (eu acho), e bebemos 02 doses de cachaças, cada uma, (era mais barato) e claro, ficamos daquele jeito. Enquanto eu dançava loucamente, a Dona Juliana sumiu… Fui embora sozinha e por volta das 08:00h da madrugada, eis que aparece a Jujú, chapada ainda e bodou. Depois de uns 40 minutos, a garotinha acordou, então eu perguntei onde ela estava e ela disse que não sabia, perguntei com quem, ela também não sabia, aí ela me disse: “não sei, não sei, não sei quem me trouxe, onde eu estava, quem sou eu…” crises existenciais. Até hoje ela não sabe o que aconteceu, mas, podemos imaginar. Rimos para não chorar.

No outro dia, foi a minha vez. Ai, que mico! Encontramos com uns amigos meus, da minha sala na faculdade e fomos (à noite) para a casa deles, que por sinal tinham conhecido um garoto de Salvador e outro de Porto Alegre que estavam velejando com a família, e resolveram parar em Trancoso.

Só sei que esses garotos chegaram na casa e começaram a fazer a danada da caipirinha. Eu enchi a cara, dancei, tentei ensinar o gaúcho a dançar forró, foi aquela maravilha, falei tanta asneira e com aquela voz mole, que é ridícula, tive que ir embora carregada. Que vergonha! No outro dia, só de levantar a cabeça já queria vomitar. Resultado, fiquei o dia inteiro vomitando, nem dei as caras na praia. Pedi um pouco de boldo a uma senhora que tinha uma casinha ao lado do camping, e ainda pedi, com a cara mais lavada do mundo, que ela fizesse o chá pra mim (dá um desconto, eu estava acampando, né!).

No outro dia, ainda havia um resquício de dor de cabeça. Eu, Jujú e o Lopam estávamos sentados num restaurante do quadrado, almoçando.

Eis que eu comento que a última pessoa que eu gostaria de ver na minha vida era aquele gaúcho, ainda bem que ele é de tão longe. Êta boquinha, viu! Só lembro do Lopam dizendo:

“Ô Dô, não é por nada não, mas aquele garoto vindo em nossa direção não é o Léo (o gaúcho)?”

Pessoal, só não cai pra trás, porque eu fiquei dura. Eu queria enfiar em qualquer buraquinho que existisse por ali e nunca mais sair. E não é que o menino atrasou a viagem dos pais para me buscar para velejar com eles!

O Lopam, até hoje enche o saco que o meu príncipe é tão chique que largou a tradição do cavalo branco e, modestamente veio de veleiro e eu dispensei.

Detalhe, que até hoje, eu o Léo nos correspondemos por e-mail.

Bom, as histórias das cachaças da vida não parou por aí, virão vários episódios, o próximo será com a pinguça da Manú… a maioria das minhas amigas são cachaceiras… Aguardem…

Beijos da Dodô.

Eu quero é uma pinga!

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“Eu bebo sim, estou vivendo, tem gente que não bebe está morrendo. Eu bebo sim…”

Essa música estimula a veia alcoolica, fala sério! A acho sugestiva para um bom porre sem culpa. Falando nisso, no domingo passado fiquei o dia todo em casa, não parou de chover nem um segundinho. Mas, à noite fui dar uma volta em Macacos e quando retornei fui fazer companhia para minha irmã, que estava assistindo TV (É FANTÁSTCO – GLOBO). Parece que esta estreando um quadro com a Fernanda Torres, era mais ou menos assim:

“Ela acordava no sofá, com aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca, a blusa toda errada e tudo rodando. Resultado de vários copos de cerveja do dia anterior. Então, ela começa a se lembrar, vagamente, de alguns vexames cometidos no dia anterior, devido ao abuso do álcool… engraçadíssimo!”

Esse episódio me fez lembrar quando fui para Trancoso – Bahia, em janeiro de 2003, com minha amiga Jujú.

Um belo dia, saímos do “complexo” do quadrado e fomos para um bar de uns argentinos (eu acho), e bebemos 02 doses de cachaças, cada uma, (era mais barato) e claro, ficamos daquele jeito. Enquanto eu dançava loucamente, a Dona Juliana sumiu… Fui embora sozinha e por volta das 08:00h da madrugada, eis que aparece a Jujú, chapada ainda e bodou. Depois de uns 40 minutos, a garotinha acordou, então eu perguntei onde ela estava e ela disse que não sabia, perguntei com quem, ela também não sabia, aí ela me disse: “não sei, não sei, não sei quem me trouxe, onde eu estava, quem sou eu…” crises existenciais. Até hoje ela não sabe o que aconteceu, mas, podemos imaginar. Rimos para não chorar.

No outro dia, foi a minha vez. Ai, que mico! Encontramos com uns amigos meus, da minha sala na faculdade e fomos (à noite) para a casa deles, que por sinal tinham conhecido um garoto de Salvador e outro de Porto Alegre que estavam velejando com a família, e resolveram parar em Trancoso.

Só sei que esses garotos chegaram na casa e começaram a fazer a danada da caipirinha. Eu enchi a cara, dancei, tentei ensinar o gaúcho a dançar forró, foi aquela maravilha, falei tanta asneira e com aquela voz mole, que é ridícula, tive que ir embora carregada. Que vergonha! No outro dia, só de levantar a cabeça já queria vomitar. Resultado, fiquei o dia inteiro vomitando, nem dei as caras na praia. Pedi um pouco de boldo a uma senhora que tinha uma casinha ao lado do camping, e ainda pedi, com a cara mais lavada do mundo, que ela fizesse o chá pra mim (dá um desconto, eu estava acampando, né!).

No outro dia, ainda havia um resquício de dor de cabeça. Eu, Jujú e o Lopam estávamos sentados num restaurante do quadrado, almoçando.

Eis que eu comento que a última pessoa que eu gostaria de ver na minha vida era aquele gaúcho, ainda bem que ele é de tão longe. Êta boquinha, viu! Só lembro do Lopam dizendo:

“Ô Dô, não é por nada não, mas aquele garoto vindo em nossa direção não é o Léo (o gaúcho)?”

Pessoal, só não cai pra trás, porque eu fiquei dura. Eu queria enfiar em qualquer buraquinho que existisse por ali e nunca mais sair. E não é que o menino atrasou a viagem dos pais para me buscar para velejar com eles!

O Lopam, até hoje enche o saco que o meu príncipe é tão chique que largou a tradição do cavalo branco e, modestamente veio de veleiro e eu dispensei.

Detalhe, que até hoje, eu o Léo nos correspondemos por e-mail.

Bom, as histórias das cachaças da vida não parou por aí, virão vários episódios, o próximo será com a pinguça da Manú… a maioria das minhas amigas são cachaceiras… Aguardem…

Beijos da Dodô.

Viver sem medo de ser feliz!

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Olá crianças! Sentiram minha falta? Pois é, passei por alguns momentos conturbados essas duas últimas semanas. Detalhe, que não parou por aí, pois, o problema disso tudo vai se resolver somente na terça-feira da semana que vem (14/12/2004- data inesquecível). Estou falando da bendita monografia, galera… Depois da 8ª versão, só falta a apresentação, que será na terça. ALELUIA! Rezem por mim!

Mas, no mais trabalhei muito e passei por mementos bem agradáveis… que delícia… conto pra vocês numa outra oportunidade…

Nossa, gostaria de escrever sobre tanta coisa e ao mesmo tempo, não sei por onde começar. Brincadeira, né! Depois de 02 semanas sem postar e ainda não tenho inspiração, que espécie de ser sou eu? Vai saber! Por isso tudo, acho que uma bela poesia diz tudo, ainda mais quando ela se encaixa nos acontecimentos… lá vai…

Sossegue coração

Ainda não é agora

A confusão prossegue

Sonhos afora

Calma, calma

Logo mais a gente goza

Perto do osso

A carne é mais gostosa

Paulo Leminski



Olha o nível de inspiração da garota aqui!!!

Às vezes, passamos por coisas inesquecíveis que merecem ser ditas, pensadas, amadas, desejadas e lembradas até o fim de nossas vidas. Essa semana fui surpreendida com alguns acontecimentos que deixou meu coração sem sossego. Engraçado, eu falar isso, mesmo porque estava completamente quieta e tranqüila. De repente tudo mudou. Mas, o mais importante disso tudo é que saibamos dialogar e expressar o que sentimos e o que estamos com vontade de dizer, jamais guardar coisas que tem que ser faladas. Eu não corro o risco de morrer engasgada, a menos que seja com alguma comida…

Só sei que estou feliz, porque me sinto uma pessoa capaz de resolver alguns de meus inúmeros problemas e também estou feliz porque eu amo tudo e todos…

Mas, que o meu coração tem que sossegar, isso ele tem… Sei que não estou dizendo nada com nada, é exatamente como está a minha vida e confesso que está maravilhosa. Vou dar um conselho: Arriscar é a melhor coisa a ser feita!

Vivam com intensidade e façam muita loucura!!! Vocês nunca irão se arrepender!



Beijos meus amores!!! Saudades!

Viver sem medo de ser feliz!

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Olá crianças! Sentiram minha falta? Pois é, passei por alguns momentos conturbados essas duas últimas semanas. Detalhe, que não parou por aí, pois, o problema disso tudo vai se resolver somente na terça-feira da semana que vem (14/12/2004- data inesquecível). Estou falando da bendita monografia, galera… Depois da 8ª versão, só falta a apresentação, que será na terça. ALELUIA! Rezem por mim!

Mas, no mais trabalhei muito e passei por mementos bem agradáveis… que delícia… conto pra vocês numa outra oportunidade…

Nossa, gostaria de escrever sobre tanta coisa e ao mesmo tempo, não sei por onde começar. Brincadeira, né! Depois de 02 semanas sem postar e ainda não tenho inspiração, que espécie de ser sou eu? Vai saber! Por isso tudo, acho que uma bela poesia diz tudo, ainda mais quando ela se encaixa nos acontecimentos… lá vai…

Sossegue coração

Ainda não é agora

A confusão prossegue

Sonhos afora

Calma, calma

Logo mais a gente goza

Perto do osso

A carne é mais gostosa

Paulo Leminski



Olha o nível de inspiração da garota aqui!!!

Às vezes, passamos por coisas inesquecíveis que merecem ser ditas, pensadas, amadas, desejadas e lembradas até o fim de nossas vidas. Essa semana fui surpreendida com alguns acontecimentos que deixou meu coração sem sossego. Engraçado, eu falar isso, mesmo porque estava completamente quieta e tranqüila. De repente tudo mudou. Mas, o mais importante disso tudo é que saibamos dialogar e expressar o que sentimos e o que estamos com vontade de dizer, jamais guardar coisas que tem que ser faladas. Eu não corro o risco de morrer engasgada, a menos que seja com alguma comida…

Só sei que estou feliz, porque me sinto uma pessoa capaz de resolver alguns de meus inúmeros problemas e também estou feliz porque eu amo tudo e todos…

Mas, que o meu coração tem que sossegar, isso ele tem… Sei que não estou dizendo nada com nada, é exatamente como está a minha vida e confesso que está maravilhosa. Vou dar um conselho: Arriscar é a melhor coisa a ser feita!

Vivam com intensidade e façam muita loucura!!! Vocês nunca irão se arrepender!



Beijos meus amores!!! Saudades!

Não me venha falar de flores

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Hoje eu iria escrever um texto sobre o HAITI. A Veja desta semana trouxe uma extensa reportagem sobre este país precaríssimo, que abriga, já há 08 meses, mais de 1200 homens brasileiros, tropas do exército que foram em missão de paz pela ONU. A reportagem é fantástica, mas meus comentários e impressões ficarão para ser discutidas posteriormente.

O fato é que terei de tocar num assunto que vem gerando revolta nos belorizontinos nos últimos 3 anos, pelo menos: a violência e a impunidade em BH.

Final de semana que passou ocorreu uma tragédia: um seqüestro relâmpago que terminou em acidente, morte e tristeza. Para que vocês se inteirem do assunto, nada melhor que reproduzir aqui a mensagem transmitida pelo Orkut pela minha amiga Bárbara, que era amiga das vítimas, e escreveu de forma muito lúcida sobre o luto, e sobre o mal-estar que se espalha entre os cidadãos desta metrópole:

“Recebi muitos scraps perguntando qualé essa do luto. No dia 28 de novembro, ao sair da festa da Telemig Celular na antiga fábrica da Skol, um amigão do meu irmão, Víctor, e sua amiga, Gabes, foram seqüestrados por quatro meliantes. Esses marginais os colocaram no carro do Vitinho e saíram em alta velocidade pela BR ameaçando com uma arma outros carros que por lá circulavam. Houve uma colisão com outro carro e o carro do Vitinho, dirigido pelos meliantes, capotou, a Gabes ficou bem machucada e o Vitinho faleceu no local. Os quatro meliantes fugiram.

Até agora nada foi feito, nenhuma autoridade se importou com o assunto. A família do Vitinho está péssima, minha família está péssima, eu estou péssima. Ele era um rapaz de 23 anos, quase formando em engenharia elétrica, super alto astral e um irmão pro meu irmão. Nessas circunstâncias vemos que direitos humanos só existem para os bandidos, os marginais.

Cadê o meu direito de sair na rua, ir a festas, namorar? Se um bandido agride uma pessoa, ele comete lesão corporal, se a polícia agride este mesmo meliante, é tortura. Se um pivete me assalta, tudo bem, se eu dou uma porrada na orelha dele, ele é protegido pelo ECA e eu me ferro!!!! O mundo está todo torto, a violência contra pessoas que trabalham, estudam e nada mais querem que viver sua vida, está cada vez mais banalizada!!! EU SÓ QUERO ME SENTIR SEGURA!!!!!!!!! O que, convenhamos, está cada vez mais difícil. E olha que BH ainda é uma das melhores no quesito segurança. Só quero deixar meu grito de indignação.

BASTA! BASTA!BASTA! Que país é este onde não podemos mais ser jovens?

Obrigado a todos os meus amigos que me deram apoio nesta hora e a todos aqueles que nunca deixam de dar. Beijos indignados, Ba.”

É isso. Preciso falar mais alguma coisa? Não sei o que podemos fazer. Pelo menos espalhar a notícia através do Blog, espalhar a minha indignação, a revolta, o medo… Não quero que a minha cidade se transforme num Rio, no Rio do tráfico, das mortes, da violência, e o pior, da impunidade.

Belo Horizonte é uma das cidades mais belas que conheço, seu clima é encantador, suas paisagens, de tirar o fôlego, suas pessoas especiais e acolhedoras, sua comida, farta e saborosa, marcante… Não deixemos que ela se torne amarga e cruel, inabitável! Isso aqui não é o HAITI! E o nosso direito de ir e vir? E a nossa liberdade de expressão?

“Eu sou da América do Sul. Eu sei, vocês não vão saber. Mas agora eu sou cowboy, sou do ouro, eu sou vocês, sou do mundo, sou Minas Gerais!” (Clube da Esquina)

Um abraço

Ana Letícia