Arquivo da categoria: Causos

Trash 80´s

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Foi mal, aí, galera, mas eu não consegui me segurar!!!

Changeman: http://web.rjnet.com.br/rafael_lopes/changeband.swf
Jaspion:
http://www.inf.ufrgs.br/~jteichmann/jaspion/daileon.swf

Êta Anos 80 que deixaram saudades, sô!

Divirtam-se!

Ana Letícia

Trash 80´s

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Foi mal, aí, galera, mas eu não consegui me segurar!!!

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Êta Anos 80 que deixaram saudades, sô!

Divirtam-se!

Ana Letícia

O que aconteceu em BH na última sexta-feira?

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Não era uma “sexta-feira 13”, mas a bruxa estava solta em BH…

Já não bastasse a chuva de dois dias consecutivos, sem parar, sem parar mesmo, na última sexta-feira o trânsito de Belo Horizonte estava caótico, um horror, que tédio!
Feliz e sorridente, depois de sair do escritório em que trabalho (agora sem minhas companheiras Ana e Dô) fui ao IBGE, local em que trabalhei por 02 anos. Revi minha turma, conversei pra caramba, foi muito bom reencontrar velhos e grandes amigos. Fiquei lá das 15 às 17 horas, não foi muito tempo para quem estava sumida uns 04 anos…
Sai do IBGE às 17hs e desci até a Savassi com um amigo, o Thiago, que mora perto da minha casa. Resolvemos descer até lá porque o Thiago iria para a casa do irmão dele, no Palmares, e então, o ônibus 8106, que também passa perto de onde moro, serveria para nós dois.

Apesar da chuva constante, fomos conversando e rindo de várias coisas. O Thiago é um baianinho super legal, choro de rir com ele.
Pegamos o bus às 17:20hs e já na Av. João Pinheiro, em frente ao DETRAN/MG, o trânsito começou a engarrafar… até rimos, pois se em frente ao DETRAN o trânsito era ruim, imagina no resto da cidade… e como estava pior…
O trajeto na Av. João Pinheiro não era muito, uns 05 quarteirões, mas ficamos nada mais, nada menos do que 40 minutos num engarrafamento!
18hs e ainda no congestionamento… o pior ainda estava por vir…
Para o bus entrar na Av. Afonso Pena, gastamos em torno de 30 minutos… haja paciência… já estávamos fazendo aposta de quanto tempo chegaríamos em casa. Para o Thiago umas 19hs, mas eu achava que antes disso. Ledo engano!
Ao sair da Av. Afonso Pena, entramos no viaduto Santa Tereza. Então tudo parou… o motorista abriu as portas, muita gente desceu, ficamos parados lá até as 19horas sem andar nada. Por fim, alguns carros sumiram da pista e o bus chegou até a Av. do Contorno, na Floresta.
Como ali já era bem perto de casa, achei que seria mais rápido. Que nada! O bus não arredou o pé/o pneu. Nenhum carro tinha para onde andar, nem as motos, que disputavam espaço nos passeios com os pedestres que optaram por ir embora para casa à pé.
Eu e o Thiago ainda rindo… mas agora com um riso sarcástico… apreensivo… cansados do calor, da chuva, de ficar sentados naquele banco duro, sentindo fome… também resolvemos descer do bus… já não era sem tempo! Mais de 02 horas dentro do bus fechado (com esse tempo dava para eu sair de BH e chegar na minha querida cidade Curvelo).
Descemos. E a primeira coisa a fazer foi tomar uma cerveja estupidamente gelada no primeiro “butequim” que apareceu na frente. Neste momento, tivemos a noção de todo o congestionamento. Ao longe víamos os faróis ligados, motoristas sem paciência, uma buzinação infernal! Mas fazer o quê, não tinha para onde andar, o que teria acontecido em BH?
Nunca vi engarrafamento igual, já ouvi na TV algumas cenas de São Paulo e imaginei o que milhares de pessoas passam todos os dias. Deixa qualquer um maluco!
Depois de estar de barriga cheia e mais tranqüilos, eu e Thiago resolvemos nos juntar aos inúmeros belorizontinos que andavam pelas ruas e descer à pé o restante do caminho que faltava até em casa (neste momento o Thiago já tinha desistido de ir para a casa do irmão e só queria um banho).
Dei uma ligadinha para casa para avisar onde estava e minha irmã logo disse: “ – Lú, a Carol está presa no trânsito ai perto de você. Encontra com ela e pega carona.”
Beleza! Foi um alívio! Despedi-me do Thiago, que ainda tinha uma boa caminhada pela frente e fui me encontrar com a Carol.
Encontrar? Quase a perco… bem na hora que os agentes da BH Trans liberaram uma parte do trânsito, vi o Crizão namorado da Carol arrancando o carro. Tive que correr pra alcançá-los, mas consegui.
Agora estava tranqüila e segura. Confesso que sou um pouco nervosa e me estresso numa situação caótica como essa. Mas quem não se cansou neste trânsito?
Viemos conversando até em casa, tentando arrumar um jeito de sair do engarrafamento, mas todas as ruas que olhávamos estavam lotadas de carros… e ainda tinham aqueles que, desprevenidos, tiveram a gasolina esgotada. Não foi o nosso caso, graças a Deus, mas o Crizão ficou bem apreensivo quanto a isso.
Exatamente 21horas chegamos em casa.
Nossa, que dia, que trânsito! Quase 04 horas num engarrafamento monstro, gigante!
Nunca imaginei passar por coisa igual!
Explicação para o fato? Ninguém sabe! Uns dizem que deu pane no sistema geral de semáforos de Belo Horizonte, outros dizem que foi a própria chuva, mas vai saber?
Cheguei em casa morta, como se um trator tivesse passado por cima de mim, só tomei um banho e dormi. Todos os meus planos de assistir ao show do César Menotti e Fabiano na Floricultura (lugar super legal!) foram modificados. Não tinha forças para nada! Só queria dormir! E até agora me pergunto:
O que aconteceu em BH na última sexta-feira?
Beijos Lú

O que aconteceu em BH na última sexta-feira?

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Não era uma “sexta-feira 13”, mas a bruxa estava solta em BH…

Já não bastasse a chuva de dois dias consecutivos, sem parar, sem parar mesmo, na última sexta-feira o trânsito de Belo Horizonte estava caótico, um horror, que tédio!
Feliz e sorridente, depois de sair do escritório em que trabalho (agora sem minhas companheiras Ana e Dô) fui ao IBGE, local em que trabalhei por 02 anos. Revi minha turma, conversei pra caramba, foi muito bom reencontrar velhos e grandes amigos. Fiquei lá das 15 às 17 horas, não foi muito tempo para quem estava sumida uns 04 anos…
Sai do IBGE às 17hs e desci até a Savassi com um amigo, o Thiago, que mora perto da minha casa. Resolvemos descer até lá porque o Thiago iria para a casa do irmão dele, no Palmares, e então, o ônibus 8106, que também passa perto de onde moro, serveria para nós dois.

Apesar da chuva constante, fomos conversando e rindo de várias coisas. O Thiago é um baianinho super legal, choro de rir com ele.
Pegamos o bus às 17:20hs e já na Av. João Pinheiro, em frente ao DETRAN/MG, o trânsito começou a engarrafar… até rimos, pois se em frente ao DETRAN o trânsito era ruim, imagina no resto da cidade… e como estava pior…
O trajeto na Av. João Pinheiro não era muito, uns 05 quarteirões, mas ficamos nada mais, nada menos do que 40 minutos num engarrafamento!
18hs e ainda no congestionamento… o pior ainda estava por vir…
Para o bus entrar na Av. Afonso Pena, gastamos em torno de 30 minutos… haja paciência… já estávamos fazendo aposta de quanto tempo chegaríamos em casa. Para o Thiago umas 19hs, mas eu achava que antes disso. Ledo engano!
Ao sair da Av. Afonso Pena, entramos no viaduto Santa Tereza. Então tudo parou… o motorista abriu as portas, muita gente desceu, ficamos parados lá até as 19horas sem andar nada. Por fim, alguns carros sumiram da pista e o bus chegou até a Av. do Contorno, na Floresta.
Como ali já era bem perto de casa, achei que seria mais rápido. Que nada! O bus não arredou o pé/o pneu. Nenhum carro tinha para onde andar, nem as motos, que disputavam espaço nos passeios com os pedestres que optaram por ir embora para casa à pé.
Eu e o Thiago ainda rindo… mas agora com um riso sarcástico… apreensivo… cansados do calor, da chuva, de ficar sentados naquele banco duro, sentindo fome… também resolvemos descer do bus… já não era sem tempo! Mais de 02 horas dentro do bus fechado (com esse tempo dava para eu sair de BH e chegar na minha querida cidade Curvelo).
Descemos. E a primeira coisa a fazer foi tomar uma cerveja estupidamente gelada no primeiro “butequim” que apareceu na frente. Neste momento, tivemos a noção de todo o congestionamento. Ao longe víamos os faróis ligados, motoristas sem paciência, uma buzinação infernal! Mas fazer o quê, não tinha para onde andar, o que teria acontecido em BH?
Nunca vi engarrafamento igual, já ouvi na TV algumas cenas de São Paulo e imaginei o que milhares de pessoas passam todos os dias. Deixa qualquer um maluco!
Depois de estar de barriga cheia e mais tranqüilos, eu e Thiago resolvemos nos juntar aos inúmeros belorizontinos que andavam pelas ruas e descer à pé o restante do caminho que faltava até em casa (neste momento o Thiago já tinha desistido de ir para a casa do irmão e só queria um banho).
Dei uma ligadinha para casa para avisar onde estava e minha irmã logo disse: “ – Lú, a Carol está presa no trânsito ai perto de você. Encontra com ela e pega carona.”
Beleza! Foi um alívio! Despedi-me do Thiago, que ainda tinha uma boa caminhada pela frente e fui me encontrar com a Carol.
Encontrar? Quase a perco… bem na hora que os agentes da BH Trans liberaram uma parte do trânsito, vi o Crizão namorado da Carol arrancando o carro. Tive que correr pra alcançá-los, mas consegui.
Agora estava tranqüila e segura. Confesso que sou um pouco nervosa e me estresso numa situação caótica como essa. Mas quem não se cansou neste trânsito?
Viemos conversando até em casa, tentando arrumar um jeito de sair do engarrafamento, mas todas as ruas que olhávamos estavam lotadas de carros… e ainda tinham aqueles que, desprevenidos, tiveram a gasolina esgotada. Não foi o nosso caso, graças a Deus, mas o Crizão ficou bem apreensivo quanto a isso.
Exatamente 21horas chegamos em casa.
Nossa, que dia, que trânsito! Quase 04 horas num engarrafamento monstro, gigante!
Nunca imaginei passar por coisa igual!
Explicação para o fato? Ninguém sabe! Uns dizem que deu pane no sistema geral de semáforos de Belo Horizonte, outros dizem que foi a própria chuva, mas vai saber?
Cheguei em casa morta, como se um trator tivesse passado por cima de mim, só tomei um banho e dormi. Todos os meus planos de assistir ao show do César Menotti e Fabiano na Floricultura (lugar super legal!) foram modificados. Não tinha forças para nada! Só queria dormir! E até agora me pergunto:
O que aconteceu em BH na última sexta-feira?
Beijos Lú

Desejo hedonista

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Sem dúvidas este é o século em que as pessoas mais vivem em busca de prazer, desligando-se um pouco da vida material.
Antigamente este privilégio era dado apenas aos ricos, ricos não, milionários! Hoje em dia, o hedonismo não é mais privilégio de meia dúzia de nascidos “com a bunda prá lua”. Ele já é costume da classe média mundial. Basta vontade e também um pouco de dinheiro (pois tudo pode ser pago em suaves prestações) para se ter a arte de cultivar o prazer.
O crescimento do hedonismo decorre da geração do “eu mereço”.
Eu mereço uma vida boa, tranqüilidade, um dia de paz, massagens relaxantes, terapias, escutar músicas agradáveis, conversar com pessoas legais e interessantes, rir à toa“(…) eu quero uma casa no campo do tamanho ideal, pau a pique, sapê (…) onde eu possa guardar meus amigos, meus discos e livros e nada mais…”
A Revista Época desta semana, nº 354, traz o prazer como matéria de capa, como o bem supremo da vida, o qual possui adeptos que, mesmo sem nunca ter ouvido falar de seu maior defensor, o filósofo Epicuro (não me perguntem de que época é este filósofo), estavam dispostos a colocar sua teoria em prática. Todas as épocas tiveram bon-vivants que não pouparam dinheiro para comer, beber, viajar, ter amantes e dar festas. Mas a atual geração é que mais sabe aproveitar os prazeres.
Gostar e apreciar vinho está na moda, interessar-se por gastronomia também. Fazer massagem é um direito que as pessoas se dão com freqüência, haja vista o tanto de spas que se tem notícia todos os dias, não só com fins de emagrecimento, mas de proporcionar grande relaxamento às pessoas.
Ai quem me dera passar alguns dias num spa, por conta do ócio… sem pensar em nada… sentindo o cheiro do dia, o calor do sol, adorando o simples fato de viver!
Na busca por uma vida que parece com um filme ou uma novela, as pessoas vão atrás de cenários perfeitos, querem unir o charme de uma praia deserta com o conforto de um hotel cinco-estrelas. Aproveitar a vida, sentir-se bem é o maior desafio e a melhor conquista!
Vera Aldrighi, da Vera Aldrighi Clínica de Comunicação e Marketing diz que “Atualmente é mais importante ser que ter. É mais bonito alguém dizer que entende de vinho que trocar de carro todo ano. As pessoas estão revendo o que vale a pena, valorizando o prazer, o tempo. Muitos profissionais preferem ter mais férias a mais dinheiro.”
Eu concordo plenamente com ela. Muitas pessoas já não se importam tanto em poupar dinheiro e adquirir bens exorbitantes e exóticos, mas preferem gastar o dinheiro que ganham com a sua autogratificação. A tradicional ética protestante, que previa poupar primeiro para gastar depois, já não tem mais vez. Tudo bem que devemos sempre pensar no futuro, não podemos esquecer que amanhã seremos velhos, aposentados e que a previdência social no Brasil e no mundo vai de mal a pior. Mas aproveitar a vida AGORA é o ideal!
Estamos no fim da mentalidade patrimonialista: melhor ter viajado para cem países que ter um apartamento maior. E diga a verdade, como é bom desfrutar das delícias de um bom restaurante, tomando um vinho delicioso, num país novo, ouvindo uma música clássica ao fundo ou mesmo nossa Bossa Nova, com Vinícios e Tom… ai que vontade, ainda mais neste dia de chuva fina que está em BH…
Não é raro ver as pessoas buscando prazeres e momentos especiais e aproveitando ao máximo novas experiências. Isso porque, apesar de uma vida tumultuada de coisas para fazer, as pessoas estão carentes de autogratificação. Trabalham demais, estão sujeitas à violência, seus relacionamentos vão mal e elas ainda pegam trânsito. Isso tudo “ninguém merece”. Mercemos carinho… Às vezes o apoio que não se recebe do chefe, do marido/esposa ou dos filhos, busca-se na comida, na bebida, nos perfumes gostosos, no prazer de escutar uma música…
O que importa é o bem-estar, e sou adepta a ele. Desfrutar o melhor da vida, tudo como se fosse o último dia… só com PRAZER!

Beijos Lú

Desejo hedonista

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Sem dúvidas este é o século em que as pessoas mais vivem em busca de prazer, desligando-se um pouco da vida material.
Antigamente este privilégio era dado apenas aos ricos, ricos não, milionários! Hoje em dia, o hedonismo não é mais privilégio de meia dúzia de nascidos “com a bunda prá lua”. Ele já é costume da classe média mundial. Basta vontade e também um pouco de dinheiro (pois tudo pode ser pago em suaves prestações) para se ter a arte de cultivar o prazer.
O crescimento do hedonismo decorre da geração do “eu mereço”.
Eu mereço uma vida boa, tranqüilidade, um dia de paz, massagens relaxantes, terapias, escutar músicas agradáveis, conversar com pessoas legais e interessantes, rir à toa“(…) eu quero uma casa no campo do tamanho ideal, pau a pique, sapê (…) onde eu possa guardar meus amigos, meus discos e livros e nada mais…”
A Revista Época desta semana, nº 354, traz o prazer como matéria de capa, como o bem supremo da vida, o qual possui adeptos que, mesmo sem nunca ter ouvido falar de seu maior defensor, o filósofo Epicuro (não me perguntem de que época é este filósofo), estavam dispostos a colocar sua teoria em prática. Todas as épocas tiveram bon-vivants que não pouparam dinheiro para comer, beber, viajar, ter amantes e dar festas. Mas a atual geração é que mais sabe aproveitar os prazeres.
Gostar e apreciar vinho está na moda, interessar-se por gastronomia também. Fazer massagem é um direito que as pessoas se dão com freqüência, haja vista o tanto de spas que se tem notícia todos os dias, não só com fins de emagrecimento, mas de proporcionar grande relaxamento às pessoas.
Ai quem me dera passar alguns dias num spa, por conta do ócio… sem pensar em nada… sentindo o cheiro do dia, o calor do sol, adorando o simples fato de viver!
Na busca por uma vida que parece com um filme ou uma novela, as pessoas vão atrás de cenários perfeitos, querem unir o charme de uma praia deserta com o conforto de um hotel cinco-estrelas. Aproveitar a vida, sentir-se bem é o maior desafio e a melhor conquista!
Vera Aldrighi, da Vera Aldrighi Clínica de Comunicação e Marketing diz que “Atualmente é mais importante ser que ter. É mais bonito alguém dizer que entende de vinho que trocar de carro todo ano. As pessoas estão revendo o que vale a pena, valorizando o prazer, o tempo. Muitos profissionais preferem ter mais férias a mais dinheiro.”
Eu concordo plenamente com ela. Muitas pessoas já não se importam tanto em poupar dinheiro e adquirir bens exorbitantes e exóticos, mas preferem gastar o dinheiro que ganham com a sua autogratificação. A tradicional ética protestante, que previa poupar primeiro para gastar depois, já não tem mais vez. Tudo bem que devemos sempre pensar no futuro, não podemos esquecer que amanhã seremos velhos, aposentados e que a previdência social no Brasil e no mundo vai de mal a pior. Mas aproveitar a vida AGORA é o ideal!
Estamos no fim da mentalidade patrimonialista: melhor ter viajado para cem países que ter um apartamento maior. E diga a verdade, como é bom desfrutar das delícias de um bom restaurante, tomando um vinho delicioso, num país novo, ouvindo uma música clássica ao fundo ou mesmo nossa Bossa Nova, com Vinícios e Tom… ai que vontade, ainda mais neste dia de chuva fina que está em BH…
Não é raro ver as pessoas buscando prazeres e momentos especiais e aproveitando ao máximo novas experiências. Isso porque, apesar de uma vida tumultuada de coisas para fazer, as pessoas estão carentes de autogratificação. Trabalham demais, estão sujeitas à violência, seus relacionamentos vão mal e elas ainda pegam trânsito. Isso tudo “ninguém merece”. Mercemos carinho… Às vezes o apoio que não se recebe do chefe, do marido/esposa ou dos filhos, busca-se na comida, na bebida, nos perfumes gostosos, no prazer de escutar uma música…
O que importa é o bem-estar, e sou adepta a ele. Desfrutar o melhor da vida, tudo como se fosse o último dia… só com PRAZER!

Beijos Lú

Gregos e Troianos

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Amigos e Leitores,

Em meu último post, recebi um comentário da Yvonne, o qual transcrevo abaixo:

“Meninas mineiras, essa é a primeira vez que apareço por aqui. Li o texto sobre o infeliz carnaval de vocês na minha cidade e fiquei na dúvida se ficava zangada ou com pena. Sou uma carioca completamente apaixonada pela minha cidade e pelo meu estado também. Não gosto quando alguém fala mal daqui. Esse privilégio eu só reservo para as pessoas que aqui nasceram ou adotaram o Rio como sua cidade.
Foi ingenuidade de vocês fazerem uma viagem dessa em pleno carnaval. Vocês não deviam saber que a Região dos Lagos vira um verdadeiro inferno com gente para tudo quanto é lado. O Rio também fica muito tumultuado com turistas. Aliás, 97% deles afirmam que adoraram vir para cá e recomendariam para seus parentes e amigos (essa informação saiu no jornal O Globo).
É uma pena que vocês fazem parte dos 3% que não gostaram. Da próxima vez, experimente ir para Salvador que lá vocês deverão ter bastante tranquilidade, sem tumulto ou assalto. Sim, em lugar nenhum do Brasil existe violência, apenas aqui no Rio.” (Grifos nossos)
Yvonne e demais leitores,
Apesar de meu Carnaval no estado do Rio ter sido um “inferno” (como você mesma disse), eu não disse (como não o farei) que não gostei, nem escrevi o texto para falar mal do Rio, muito antes pelo contrário! Foi um dos carnavais mais divertidos que já vivi, apesar dos pesares! Não é à toa que já voltei!!!
Eu amo o Rio, acho a cidade mais linda do mundo, as pessoas muito simpáticas, engraçadas e acolhedoras, a cultura e a música cheias de ginga e brasilidade. (Por favor, leia o meu texto “O Rio de Janeiro Continua Lindo” – já que esta foi a 1ª vez que você esteve por aqui, não creio que possa julgar a MINHA OPINIÃO PESSOAL sobre o Rio de Janeiro, quanto menos a das minhas amigas companheiras de blog, lendo apenas um texto sobre um episódio ocorrido COMIGO em sua cidade).

Não sei se vc notou ao ler o texto (pelo seu comentário, pareceu-me que não), mas em momento algum eu falei mal da cidade, ou do Carnaval que aí acontece, mesmo porque eu sempre frequentei o Rio desde criança e também a Região dos Lagos (Cabo Frio, Rio das Ostras, Búzios).

Meu namorado é de BH mas mora em Macaé há 2 anos e 1/2. Ele não ama aquela cidade, mas não pode reclamar pois é dali que tira seu sustento. Ele, assim como eu, também ama o Rio e tem vários amigos que moram na “Cidade Maravilhosa”.

O problema com aquele Carnaval foi que tudo o que planejamos deu errado, ou pela nossa inocência (por não ter planejado melhor) ou até mesmo por fatos ocorridos alheios a nossa vontade, fatos estes que poderiam acontecer em qualquer lugar do Brasil ou do mundo.

Eu não tenho a menor vontade de ir para Salvador
no Carnaval. Detesto muvuca e Axé (apesar de admitir gostar da Ivete, pela artista e pessoa que ela é, não por seu gênero musical) – soteropolitanos, por favor, não me julguem mal, pois sou louca para conhecer Salvador, mas não no Carnaval, ok?

Não era planejado ficarmos no Rio por 02 dias durante o carnaval, e o cansaço atrapalhou nossos dias seguintes na Região dos Lagos, pois acordávamos tarde e, por isso, pegávamos muito engarrafamento.

Este ano voltei pra Macaé e Região dos Lagos no Carnaval, e foi ótimo!
Mais descansados, saíamos bem mais cedo de casa e nada de engarrafamentos (só mesmo na entrada e saída de Cabo Frio – que já é de praxe, e nós mineiros já estamos mais que acostumados com isso, pois já adotamos aquela cidade como “nossa praia“).

Sendo assim, espero que esta minha resposta esclareça aqui, de uma vez por todas, a minha visão do Rio de Janeiro. Os fatos narrados no “Carnahell” ocorreram há 2 anos e nunca mudaram o que eu penso da sua cidade, do seu estado, do seu povo.

Yvonne, não podemos ser “bairristas”, e eu, de modo algum, o sou com minha Minas Gerais, ou com qualquer outro lugar do Brasil. Não admito que falem mal do meu país, mas reconheço os problemas que ele tem. Reconheço também que há uma propaganda negativa sobre o Rio de Janeiro, a violência, o tráfico de drogas. Sempre defendi o meu Estado, a minha cidade, contra preconceitos externos, e sempre defendi o Rio, quando pessoas falam comigo mal da cidade ou dos cariocas – e já ouvi isso de paulistas e até mesmo de outros mineiros!

Sendo assim, fico por aqui. Espero ter sido deixado a situação devidamente esclarecida, para que não haja más interpretações.

Um grande abraço a todos da mineira, e antes de tudo, BRASILEIRA,

Ana.

"OBSESSÃO !"

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EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!
EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!

E você, acredita? Não diga que não, pois, toda vez que uma pessoa diz que não acredita em fadas, morre uma fadinha num lugar desse mundo!

Toda essa obsessão por quem? SININHO, a mais linda de todas as fadas!

Desde pequena, ou melhor, quando era mais novinha, delirava cada vez que lia ou assistia algum desenho/estória/filme do Peter Pan, só por causa da Sininho.

E vocês acreditam, que eu sonho até hoje em ser essa fadinha e sair voando para a Terra do Nunca? Terra do Nunca, meu sonho de consumo, viver nesse lugar perfeito, onde todos são felizes, ninguém cresce e/ou envelhece e até o temido Capitão Gancho a torna mais interessante, proporcionando aventuras sensacionais àquele povo todo, e ele acaba se tornando um mal necessário.

Bom, ela é pequena, verde, espalha brilho por onde passa e tem o pozinho mágico…Pirlimpimpim… Pozinho, esse, que faz qualquer um voar.

Ano passado, fui à primeira festa à fantasia de minha vida. E, adivinhem com que fantasia??? SININHO é claro. Não tirei a fantasia do meu corpo um só instante, desde quando aluguei até a hora da entrega. Modéstia à parte, estava linda e muito feliz, e com purpurina verde até no dedão do pé. Estava me sentindo a própria fadinha. Foda foi quando bebi um pouquinho a mais, e cismei que queria voar! Êta, que problemão, viu!

Sou cheia de fantasias e acho isso ótimo! Num mundo de pedras em que vivemos é sempre bom sonhar um pouco, o problema é que eu sonho muito! Ah, mas tá valendo! O bom é saber que existem pessoas que admiram isso tudo e com a maior inocência, são capazes de fazer o mesmo!

Semana passada estava conversando com um amigo e horrorizei, prestem atenção no diálogo:
-Eu: Se você pudesse escolher, o que você gostaria de ser?
-Cabeção: Eu? Sei lá! Como assim? Ta doida, Dô?
-Eu: Não. Por exemplo, eu gostaria de ser a Sininho!
-Cabeção: Que Sininho? (muito grave não saber quem é a Sininho)
-Eu: Aquela fadinha linda e verde da estória do Peter Pan.
-Cabeção: rs…Porquê?
-Eu: blá blá blá…(expliquei tudinho, a minha admiração)!
-Cabeção: Então tá! Vamos ao que interessa, ela fica com o Peter Pan no final?
-Eu: Não! O Peter Pan fica com a Wendy.
-Cabeção: Então, a Sininho fica sozinha? Você vai ficar pra titia?rs…

…Silêncio…(música triste no fundo)…Aí, levantei a cabeça e disse:
-A estória nunca vai acabar, a Terra do Nunca existe e a Sininho nunca vai envelhecer ou morrer, ela encontra a felicidade de outras maneiras e ainda vai encontrar algum duende brilhante por aí! Ufa… saí bem dessa!

Como se não bastasse, estava louca pra ir ao cinema assistir ao filme: “Em busca da Terra do Nunca”. Então comentei com uma amiga que eu estava súper ansiosa para ver o filme, só por causa, de novo, da minha obsessão – SININHO. Ela ficou calada, abaixou a cabeça, pensou e disse: “Dodô, se eu fosse você não se iludia muito, pois a Sininho, no filme, não é ninguém, ela é uma luz!” Foi a pior notícia que já recebi nesses últimos dias! Eu desabei! Como que um diretor pode ter a capacidade e falta de sensibilidade, de não colocar uma atriz maravilhosa para fazer a Sininho, se pelo menos fosse uma luz verde…Mas, nem isso.

Acho que não vou ter a coragem de assistir ao filme! Achei um absurdo! Se eu pudesse, organizaria até uma passeata em prol da: “Sininho como gente!” e linchar esse tal diretor insensível!

E, viva à nossa imaginação!!!

Bjoca da Dodô!

"OBSESSÃO !"

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EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!
EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!

E você, acredita? Não diga que não, pois, toda vez que uma pessoa diz que não acredita em fadas, morre uma fadinha num lugar desse mundo!

Toda essa obsessão por quem? SININHO, a mais linda de todas as fadas!

Desde pequena, ou melhor, quando era mais novinha, delirava cada vez que lia ou assistia algum desenho/estória/filme do Peter Pan, só por causa da Sininho.

E vocês acreditam, que eu sonho até hoje em ser essa fadinha e sair voando para a Terra do Nunca? Terra do Nunca, meu sonho de consumo, viver nesse lugar perfeito, onde todos são felizes, ninguém cresce e/ou envelhece e até o temido Capitão Gancho a torna mais interessante, proporcionando aventuras sensacionais àquele povo todo, e ele acaba se tornando um mal necessário.

Bom, ela é pequena, verde, espalha brilho por onde passa e tem o pozinho mágico…Pirlimpimpim… Pozinho, esse, que faz qualquer um voar.

Ano passado, fui à primeira festa à fantasia de minha vida. E, adivinhem com que fantasia??? SININHO é claro. Não tirei a fantasia do meu corpo um só instante, desde quando aluguei até a hora da entrega. Modéstia à parte, estava linda e muito feliz, e com purpurina verde até no dedão do pé. Estava me sentindo a própria fadinha. Foda foi quando bebi um pouquinho a mais, e cismei que queria voar! Êta, que problemão, viu!

Sou cheia de fantasias e acho isso ótimo! Num mundo de pedras em que vivemos é sempre bom sonhar um pouco, o problema é que eu sonho muito! Ah, mas tá valendo! O bom é saber que existem pessoas que admiram isso tudo e com a maior inocência, são capazes de fazer o mesmo!

Semana passada estava conversando com um amigo e horrorizei, prestem atenção no diálogo:
-Eu: Se você pudesse escolher, o que você gostaria de ser?
-Cabeção: Eu? Sei lá! Como assim? Ta doida, Dô?
-Eu: Não. Por exemplo, eu gostaria de ser a Sininho!
-Cabeção: Que Sininho? (muito grave não saber quem é a Sininho)
-Eu: Aquela fadinha linda e verde da estória do Peter Pan.
-Cabeção: rs…Porquê?
-Eu: blá blá blá…(expliquei tudinho, a minha admiração)!
-Cabeção: Então tá! Vamos ao que interessa, ela fica com o Peter Pan no final?
-Eu: Não! O Peter Pan fica com a Wendy.
-Cabeção: Então, a Sininho fica sozinha? Você vai ficar pra titia?rs…

…Silêncio…(música triste no fundo)…Aí, levantei a cabeça e disse:
-A estória nunca vai acabar, a Terra do Nunca existe e a Sininho nunca vai envelhecer ou morrer, ela encontra a felicidade de outras maneiras e ainda vai encontrar algum duende brilhante por aí! Ufa… saí bem dessa!

Como se não bastasse, estava louca pra ir ao cinema assistir ao filme: “Em busca da Terra do Nunca”. Então comentei com uma amiga que eu estava súper ansiosa para ver o filme, só por causa, de novo, da minha obsessão – SININHO. Ela ficou calada, abaixou a cabeça, pensou e disse: “Dodô, se eu fosse você não se iludia muito, pois a Sininho, no filme, não é ninguém, ela é uma luz!” Foi a pior notícia que já recebi nesses últimos dias! Eu desabei! Como que um diretor pode ter a capacidade e falta de sensibilidade, de não colocar uma atriz maravilhosa para fazer a Sininho, se pelo menos fosse uma luz verde…Mas, nem isso.

Acho que não vou ter a coragem de assistir ao filme! Achei um absurdo! Se eu pudesse, organizaria até uma passeata em prol da: “Sininho como gente!” e linchar esse tal diretor insensível!

E, viva à nossa imaginação!!!

Bjoca da Dodô!

"OBSESSÃO !"

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EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!
EU ACREDITO EM FADAS! ACREDITO! ACREDITO!

E você, acredita? Não diga que não, pois, toda vez que uma pessoa diz que não acredita em fadas, morre uma fadinha num lugar desse mundo!

Toda essa obsessão por quem? SININHO, a mais linda de todas as fadas!

Desde pequena, ou melhor, quando era mais novinha, delirava cada vez que lia ou assistia algum desenho/estória/filme do Peter Pan, só por causa da Sininho.

E vocês acreditam, que eu sonho até hoje em ser essa fadinha e sair voando para a Terra do Nunca? Terra do Nunca, meu sonho de consumo, viver nesse lugar perfeito, onde todos são felizes, ninguém cresce e/ou envelhece e até o temido Capitão Gancho a torna mais interessante, proporcionando aventuras sensacionais àquele povo todo, e ele acaba se tornando um mal necessário.

Bom, ela é pequena, verde, espalha brilho por onde passa e tem o pozinho mágico…Pirlimpimpim… Pozinho, esse, que faz qualquer um voar.

Ano passado, fui à primeira festa à fantasia de minha vida. E, adivinhem com que fantasia??? SININHO é claro. Não tirei a fantasia do meu corpo um só instante, desde quando aluguei até a hora da entrega. Modéstia à parte, estava linda e muito feliz, e com purpurina verde até no dedão do pé. Estava me sentindo a própria fadinha. Foda foi quando bebi um pouquinho a mais, e cismei que queria voar! Êta, que problemão, viu!

Sou cheia de fantasias e acho isso ótimo! Num mundo de pedras em que vivemos é sempre bom sonhar um pouco, o problema é que eu sonho muito! Ah, mas tá valendo! O bom é saber que existem pessoas que admiram isso tudo e com a maior inocência, são capazes de fazer o mesmo!

Semana passada estava conversando com um amigo e horrorizei, prestem atenção no diálogo:
-Eu: Se você pudesse escolher, o que você gostaria de ser?
-Cabeção: Eu? Sei lá! Como assim? Ta doida, Dô?
-Eu: Não. Por exemplo, eu gostaria de ser a Sininho!
-Cabeção: Que Sininho? (muito grave não saber quem é a Sininho)
-Eu: Aquela fadinha linda e verde da estória do Peter Pan.
-Cabeção: rs…Porquê?
-Eu: blá blá blá…(expliquei tudinho, a minha admiração)!
-Cabeção: Então tá! Vamos ao que interessa, ela fica com o Peter Pan no final?
-Eu: Não! O Peter Pan fica com a Wendy.
-Cabeção: Então, a Sininho fica sozinha? Você vai ficar pra titia?rs…

…Silêncio…(música triste no fundo)…Aí, levantei a cabeça e disse:
-A estória nunca vai acabar, a Terra do Nunca existe e a Sininho nunca vai envelhecer ou morrer, ela encontra a felicidade de outras maneiras e ainda vai encontrar algum duende brilhante por aí! Ufa… saí bem dessa!

Como se não bastasse, estava louca pra ir ao cinema assistir ao filme: “Em busca da Terra do Nunca”. Então comentei com uma amiga que eu estava súper ansiosa para ver o filme, só por causa, de novo, da minha obsessão – SININHO. Ela ficou calada, abaixou a cabeça, pensou e disse: “Dodô, se eu fosse você não se iludia muito, pois a Sininho, no filme, não é ninguém, ela é uma luz!” Foi a pior notícia que já recebi nesses últimos dias! Eu desabei! Como que um diretor pode ter a capacidade e falta de sensibilidade, de não colocar uma atriz maravilhosa para fazer a Sininho, se pelo menos fosse uma luz verde…Mas, nem isso.

Acho que não vou ter a coragem de assistir ao filme! Achei um absurdo! Se eu pudesse, organizaria até uma passeata em prol da: “Sininho como gente!” e linchar esse tal diretor insensível!

E, viva à nossa imaginação!!!

Bjoca da Dodô!