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Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

Tarde demais…

Padrão
Uma das maiores tristezas da vida é descobrir, tarde demais, que uma pessoa é insubstituível na sua vida…
Às vezes nos parece que um amor é meio morno, quase sem graça, e que se acabar, tanto faz.
Uma amizade que vemos sem grandes promessas, complicada e trabalhosa, nos parece desnecessária e até mesmo condenada ao fracasso.
E assim, com o desinteresse, o descuido, o descaso, a amizade e o amor acabam mesmo!
E, só daqui a muitos anos descobrimos que nada era mais forte e raro do que aqueles sentimentos, que essas pessoas que dispensamos sem nenhuma cerimônia são na verdade pessoas especiais, incomparáveis, insubstituíveis!
Tarde demais é uma expressão cruel.
Tarde demais é uma hora morta.
Tarde demais é uma página virada.

Nunca é tarde para pedir perdão, mas pode ser tarde demais para ser perdoado.

Nunca é tarde para reconhecer um erro, mas às vezes pode ser tarde demais para corrigir o mal que já foi feito.
Nunca é tarde para dizer “sinto sua falta”, mas a nossa ausência já pode ter sido suprida por outra pessoa, e não dá mais para recuperar aquele lugarzinho que já foi nosso.
Tarde demais é um lugar perdido no tempo. Não é lá que devemos deixar florescer nossas descobertas.
BELA

Tarde demais…

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Uma das maiores tristezas da vida é descobrir, tarde demais, que uma pessoa é insubstituível na sua vida…
Às vezes nos parece que um amor é meio morno, quase sem graça, e que se acabar, tanto faz.
Uma amizade que vemos sem grandes promessas, complicada e trabalhosa, nos parece desnecessária e até mesmo condenada ao fracasso.
E assim, com o desinteresse, o descuido, o descaso, a amizade e o amor acabam mesmo!
E, só daqui a muitos anos descobrimos que nada era mais forte e raro do que aqueles sentimentos, que essas pessoas que dispensamos sem nenhuma cerimônia são na verdade pessoas especiais, incomparáveis, insubstituíveis!
Tarde demais é uma expressão cruel.
Tarde demais é uma hora morta.
Tarde demais é uma página virada.

Nunca é tarde para pedir perdão, mas pode ser tarde demais para ser perdoado.

Nunca é tarde para reconhecer um erro, mas às vezes pode ser tarde demais para corrigir o mal que já foi feito.
Nunca é tarde para dizer “sinto sua falta”, mas a nossa ausência já pode ter sido suprida por outra pessoa, e não dá mais para recuperar aquele lugarzinho que já foi nosso.
Tarde demais é um lugar perdido no tempo. Não é lá que devemos deixar florescer nossas descobertas.
BELA

PALAVRAS, APENAS PALAVRAS

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“Palavras, apenas, palavras pequenas, palavras…
Momento…
Palavra, palavras, palavras…
Ao vento…”
(Cássia Eller)

Na maior parte do tempo, a maioria das pessoas pensa que palavras são “APENAS” palavras… Mas não pensam, ou não prestam atenção no que dizem, como agem e por quê, não percebem a influência e a imensa força que as suas próprias palavras ditas, escritas ou faladas, podem ter sobre suas vidas, ou sobre as vidas daqueles que os rodeiam.

“Ex abundanctia enim cordis os loquitur” – A boca fala do que está cheio coração, já disse o antigo provérbio em latim.

Existe uma ciência chamada NEUROLINGÜÍSTICA. Alguém aí nunca ouviu falar? É um campo de estudos que se interessa de uma maneira geral pela cognição humana (o que inclui seus aspectos sócio-culturais, neuropsicológicos, afetivos, biológicos, etc.), e de maneira mais específica pela linguagem e por processos afeitos a ela.

Resumindo: as palavras ditas exprimem uma vontade, que induzem a uma ação do indivíduo, ação esta que desencadeará um determinado resultado, que por sua vez gera um sentimento (ou sobre aquele que disse, ou sobre aquele para quem foi dito), que gerará uma outra ação, etc, etc, etc… O que pode, então, se tornar um círculo vicioso, um mau hábito, ou um círculo virtuoso, que só trará benefícios ao interlocutor, e que dependerá, é claro, do teor, da carga – positiva ou negativa – que tenham essas palavras.

A cada dia que passa percebo mais o poder que as nossas palavras têm em nossa mente, em nossos sentimentos, e como elas podem afetar toda uma vida, trazer doenças, ou promover a saúde, causar deturpações neurológicas, psiquiátricas, ou levar a grandes feitos e realizações, trazer desgraça ou sucesso. Ao dizer EU NÃO CONSIGO, ou EU NÃO POSSO FAZER, lembre-se que estará programando seu cérebro a NÃO FAZER, já que ele entende como EU NÃO QUERO! Ao invés, diga POR MAIS DIFÍCIL QUE SEJA, EU VOU TENTAR, E EU VOU CONSEGUIR.

Casos concretos ao nosso redor não faltam! Basta conhecer um pouco seu amigo ou colega de trabalho e prestar mais atenção no que ele diz e faz. Querem exemplos?

– Uma pessoa que conheço que foi criada vendo o pai desmoralizar e bater na mãe, e essa mãe passou a se sentir uma incapaz, tendo tanto sofrimento psicológico com esse tipo de tratamento que desenvolveu até câncer, além de outros problemas de ordem neurológica, psicológica, etc. Enfim, esta filha tanto aprendeu errado que hoje em dia não consegue ver a mãe como uma pessoa, e acha normal tratá-la pior que a um cachorro, como também pensa ser a coisa mais normal do mundo, agora que seus pais se separaram, ser desmoralizada e maltratada fisicamente e verbalmente pelo próprio pai e pela irmã…

– Uma mãe de 5 filhos, de mal com a vida, com o marido que a traía, nervosa e deprimida, só brigava com os filhos, a ponto de falar a eles, todos os dias, que se fizessem tal e tal coisa, ela os mataria e enterraria no quintal da casa, todo dia, todo dia. Hoje, dos 05 filhos – 3 homens e 2 mulheres – já adultos, 4 estão presos por homicídio.

– Uma senhora de 80 anos com graves problemas cardíacos sofreu um enfarte. Mesmo com tudo para não operar – glicose alta, veias e artérias entupidas, idade avançada, etc – com os médicos falando que ela correria riscos demais, ela respondia que isso NÃO ACONTECERIA COM ELA, que ELA FICARIA BOA e que a CIRURGIA SERIA UM SUCESSO, pois CONFIAVA PLENAMENTE NA CAPACIDADE DOS MÉDICOS E NA SUA PLENA RECUPERAÇÃO. Hoje esta senhora já tem 85 anos e tem uma vida normal, mesmo após trocar uma válvula sua por outra de porco, e trocar parte necrosada de seu coração por parte de um coração de boi.


Moral das histórias: Vamos prestar mais atenção no que falamos e escrevemos, e até mesmo no que pensamos? Não dê desculpas para tudo, não reclame de tudo, não torne um probleminha num problemão. Não piore a sua vida. Aprenda com seus erros e com as piores situações por que passar. Qualquer situação, por pior que seja, terá um lado positivo, trará algum aprendizado.

Exercite a Pollyanna que existe em você!!! (Se nunca leu este livro, LEIA-O JÁ!!!)

Ana.

PALAVRAS, APENAS PALAVRAS

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“Palavras, apenas, palavras pequenas, palavras…
Momento…
Palavra, palavras, palavras…
Ao vento…”
(Cássia Eller)

Na maior parte do tempo, a maioria das pessoas pensa que palavras são “APENAS” palavras… Mas não pensam, ou não prestam atenção no que dizem, como agem e por quê, não percebem a influência e a imensa força que as suas próprias palavras ditas, escritas ou faladas, podem ter sobre suas vidas, ou sobre as vidas daqueles que os rodeiam.

“Ex abundanctia enim cordis os loquitur” – A boca fala do que está cheio coração, já disse o antigo provérbio em latim.

Existe uma ciência chamada NEUROLINGÜÍSTICA. Alguém aí nunca ouviu falar? É um campo de estudos que se interessa de uma maneira geral pela cognição humana (o que inclui seus aspectos sócio-culturais, neuropsicológicos, afetivos, biológicos, etc.), e de maneira mais específica pela linguagem e por processos afeitos a ela.

Resumindo: as palavras ditas exprimem uma vontade, que induzem a uma ação do indivíduo, ação esta que desencadeará um determinado resultado, que por sua vez gera um sentimento (ou sobre aquele que disse, ou sobre aquele para quem foi dito), que gerará uma outra ação, etc, etc, etc… O que pode, então, se tornar um círculo vicioso, um mau hábito, ou um círculo virtuoso, que só trará benefícios ao interlocutor, e que dependerá, é claro, do teor, da carga – positiva ou negativa – que tenham essas palavras.

A cada dia que passa percebo mais o poder que as nossas palavras têm em nossa mente, em nossos sentimentos, e como elas podem afetar toda uma vida, trazer doenças, ou promover a saúde, causar deturpações neurológicas, psiquiátricas, ou levar a grandes feitos e realizações, trazer desgraça ou sucesso. Ao dizer EU NÃO CONSIGO, ou EU NÃO POSSO FAZER, lembre-se que estará programando seu cérebro a NÃO FAZER, já que ele entende como EU NÃO QUERO! Ao invés, diga POR MAIS DIFÍCIL QUE SEJA, EU VOU TENTAR, E EU VOU CONSEGUIR.

Casos concretos ao nosso redor não faltam! Basta conhecer um pouco seu amigo ou colega de trabalho e prestar mais atenção no que ele diz e faz. Querem exemplos?

– Uma pessoa que conheço que foi criada vendo o pai desmoralizar e bater na mãe, e essa mãe passou a se sentir uma incapaz, tendo tanto sofrimento psicológico com esse tipo de tratamento que desenvolveu até câncer, além de outros problemas de ordem neurológica, psicológica, etc. Enfim, esta filha tanto aprendeu errado que hoje em dia não consegue ver a mãe como uma pessoa, e acha normal tratá-la pior que a um cachorro, como também pensa ser a coisa mais normal do mundo, agora que seus pais se separaram, ser desmoralizada e maltratada fisicamente e verbalmente pelo próprio pai e pela irmã…

– Uma mãe de 5 filhos, de mal com a vida, com o marido que a traía, nervosa e deprimida, só brigava com os filhos, a ponto de falar a eles, todos os dias, que se fizessem tal e tal coisa, ela os mataria e enterraria no quintal da casa, todo dia, todo dia. Hoje, dos 05 filhos – 3 homens e 2 mulheres – já adultos, 4 estão presos por homicídio.

– Uma senhora de 80 anos com graves problemas cardíacos sofreu um enfarte. Mesmo com tudo para não operar – glicose alta, veias e artérias entupidas, idade avançada, etc – com os médicos falando que ela correria riscos demais, ela respondia que isso NÃO ACONTECERIA COM ELA, que ELA FICARIA BOA e que a CIRURGIA SERIA UM SUCESSO, pois CONFIAVA PLENAMENTE NA CAPACIDADE DOS MÉDICOS E NA SUA PLENA RECUPERAÇÃO. Hoje esta senhora já tem 85 anos e tem uma vida normal, mesmo após trocar uma válvula sua por outra de porco, e trocar parte necrosada de seu coração por parte de um coração de boi.


Moral das histórias: Vamos prestar mais atenção no que falamos e escrevemos, e até mesmo no que pensamos? Não dê desculpas para tudo, não reclame de tudo, não torne um probleminha num problemão. Não piore a sua vida. Aprenda com seus erros e com as piores situações por que passar. Qualquer situação, por pior que seja, terá um lado positivo, trará algum aprendizado.

Exercite a Pollyanna que existe em você!!! (Se nunca leu este livro, LEIA-O JÁ!!!)

Ana.

PALAVRAS, APENAS PALAVRAS

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“Palavras, apenas, palavras pequenas, palavras…
Momento…
Palavra, palavras, palavras…
Ao vento…”
(Cássia Eller)

Na maior parte do tempo, a maioria das pessoas pensa que palavras são “APENAS” palavras… Mas não pensam, ou não prestam atenção no que dizem, como agem e por quê, não percebem a influência e a imensa força que as suas próprias palavras ditas, escritas ou faladas, podem ter sobre suas vidas, ou sobre as vidas daqueles que os rodeiam.

“Ex abundanctia enim cordis os loquitur” – A boca fala do que está cheio coração, já disse o antigo provérbio em latim.

Existe uma ciência chamada NEUROLINGÜÍSTICA. Alguém aí nunca ouviu falar? É um campo de estudos que se interessa de uma maneira geral pela cognição humana (o que inclui seus aspectos sócio-culturais, neuropsicológicos, afetivos, biológicos, etc.), e de maneira mais específica pela linguagem e por processos afeitos a ela.

Resumindo: as palavras ditas exprimem uma vontade, que induzem a uma ação do indivíduo, ação esta que desencadeará um determinado resultado, que por sua vez gera um sentimento (ou sobre aquele que disse, ou sobre aquele para quem foi dito), que gerará uma outra ação, etc, etc, etc… O que pode, então, se tornar um círculo vicioso, um mau hábito, ou um círculo virtuoso, que só trará benefícios ao interlocutor, e que dependerá, é claro, do teor, da carga – positiva ou negativa – que tenham essas palavras.

A cada dia que passa percebo mais o poder que as nossas palavras têm em nossa mente, em nossos sentimentos, e como elas podem afetar toda uma vida, trazer doenças, ou promover a saúde, causar deturpações neurológicas, psiquiátricas, ou levar a grandes feitos e realizações, trazer desgraça ou sucesso. Ao dizer EU NÃO CONSIGO, ou EU NÃO POSSO FAZER, lembre-se que estará programando seu cérebro a NÃO FAZER, já que ele entende como EU NÃO QUERO! Ao invés, diga POR MAIS DIFÍCIL QUE SEJA, EU VOU TENTAR, E EU VOU CONSEGUIR.

Casos concretos ao nosso redor não faltam! Basta conhecer um pouco seu amigo ou colega de trabalho e prestar mais atenção no que ele diz e faz. Querem exemplos?

– Uma pessoa que conheço que foi criada vendo o pai desmoralizar e bater na mãe, e essa mãe passou a se sentir uma incapaz, tendo tanto sofrimento psicológico com esse tipo de tratamento que desenvolveu até câncer, além de outros problemas de ordem neurológica, psicológica, etc. Enfim, esta filha tanto aprendeu errado que hoje em dia não consegue ver a mãe como uma pessoa, e acha normal tratá-la pior que a um cachorro, como também pensa ser a coisa mais normal do mundo, agora que seus pais se separaram, ser desmoralizada e maltratada fisicamente e verbalmente pelo próprio pai e pela irmã…

– Uma mãe de 5 filhos, de mal com a vida, com o marido que a traía, nervosa e deprimida, só brigava com os filhos, a ponto de falar a eles, todos os dias, que se fizessem tal e tal coisa, ela os mataria e enterraria no quintal da casa, todo dia, todo dia. Hoje, dos 05 filhos – 3 homens e 2 mulheres – já adultos, 4 estão presos por homicídio.

– Uma senhora de 80 anos com graves problemas cardíacos sofreu um enfarte. Mesmo com tudo para não operar – glicose alta, veias e artérias entupidas, idade avançada, etc – com os médicos falando que ela correria riscos demais, ela respondia que isso NÃO ACONTECERIA COM ELA, que ELA FICARIA BOA e que a CIRURGIA SERIA UM SUCESSO, pois CONFIAVA PLENAMENTE NA CAPACIDADE DOS MÉDICOS E NA SUA PLENA RECUPERAÇÃO. Hoje esta senhora já tem 85 anos e tem uma vida normal, mesmo após trocar uma válvula sua por outra de porco, e trocar parte necrosada de seu coração por parte de um coração de boi.


Moral das histórias: Vamos prestar mais atenção no que falamos e escrevemos, e até mesmo no que pensamos? Não dê desculpas para tudo, não reclame de tudo, não torne um probleminha num problemão. Não piore a sua vida. Aprenda com seus erros e com as piores situações por que passar. Qualquer situação, por pior que seja, terá um lado positivo, trará algum aprendizado.

Exercite a Pollyanna que existe em você!!! (Se nunca leu este livro, LEIA-O JÁ!!!)

Ana.

O MUNDO ANDA, CORRE, VOA… E MUDA…

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Você pode não fazer nada o dia todo, ou fazer milhões de coisas o tempo inteiro, e quando percebe o tempo passou…
E passa mesmo… e as vezes muda sua vida.

6:30: Peeennnnnnnnnnnnnnnnnnnnn!!! O dia já começa corrido, daqui meia hora tenho que sair para a academia, afinal minha barriguinha e meu colesterol agradecem.
Mas claro que um café com meio pãozinho de sal e pouca manteiga não podem faltar. Ah, e claro, uma banana ou mamão e muita água na garrafinha.
7:00: Camilaaaaaaaa!!! Antes de ir à academia, chamo minha amiga Camila, para animar na malhação.
7:10: “1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10… Vamos lá meninas, o bumbum tem que ficar bem gostoso”. Esse é o ritual de todo dia, aula de ginástica localizada, step, jamp e a Eunice nos forçando a fazer mais exercícios.
8:00: Tchau, tchau que já estou atrasada. Teria que estar no escritório às 8:30, no máximo, mas antes de 9:15 não dá. Até tomar banho, trocar de roupa e pegar o busão… Mas está bom, porque também antes de 18:00 não saio do trabalho.
9:15: Bom dia, gente! Bom dia! Bom dia! Lá vem a Jamile correndo com vários recados para mim, porque cliente problemático acorda cedo e quer nos ver trabalhando cada vez mais. E se não retornar as ligações rapidamente, escuto desaforo. Mas nem todo dia dá para retornar, no último mês então, isso aconteceu poucas vezes. E tenho que levar xingo calada, o cliente tem razão.
10:40: O estômago já começa a roncar, mas nada de ir almoçar tão cedo, como o Hênio faz no escritório (11:00 para ele é hora sagrada, o despertador do estômago é pontualíssimo). Uma maçã meiada com a Magna, um biscoitinho para despistar a fome, ou café pra resistir mais um pouco até a hora do almoço.
12:15: Quase sempre saio para almoçar com a Magna neste horário, já conhecemos a comida gostosa do restaurante, os atendentes, garçons, etc. E depois do almoço aquele chazinho de abacaxi ou maçã com ervas, delicioso…
13:00: Estou naquele ritmo pós almoço, meio preguiça, meio sono, mas o trabalho continua e um café pra acordar.
14:00 às 17:00: Terminar aquele prazo fatal, atender clientes, sair correndo para audiências ou despachar com juízes no Fórum ou Justiça Federal… e as horas passando…
17:15: Ai, pausa para o lanche! O tradicional pãozinho do MartPlus, gostoso né, Gleice? O cafezinho feito na hora pela Jamis e a posterior “barriga de pãozinho” como diz a Magna, essa é boa…
18:00: “É hora de dar tchau, é hora de dar tchau” (vocês se lembram dos Teletubs?), chega a hora sagrada… mas nada de ir descansar em casa. Saio correndo para o cursinho, pegar um lugar na frente e prestar atenção em tudo, afinal, o concurso está chegando…
19:00 às 22:30: Atenção, muita atenção! Legislação, apostila, concorrência, matéria, exercício, professores tentando manter a concentração depois de um dia corrido. Eu tiro o chapéu para eles.
22:30: Correr para casa, de bus ou de carona, pra dormir as 23:30 e acordar às 6:30 de amanhã…

Ufa, obrigada à Deus pelo dia, pelo trabalho prestado, pela saúde mantida, pelo din din no final do mês.
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O MUNDO ANDA, CORRE, VOA… E MUDA…

E de repente, depois de várias tentativas, vou conseguir que esse meu ritmo mude.

Amigos do blog, estou muito feliz por ter sido chamada para assumir um cargo público no Fórum de BH, depois de horas, dias e meses de estudo, passei no concurso público e fui nomeada no último dia 04 de setembro.
Meu coração está a mil, ansiedade pra começar a trabalhar, expectativa de viver mais tranqüila e melhor.
Parar de estudar, não! Até passar num concurso melhor, aquele dos sonhos… Mas isso vai ser outra história…

Beijos a todos, é muito bom poder dividir minha alegria com essa turma interativa do blog!

Um sorriso de 500 anos

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Mona Lisa, a mais famosa e extraordinária obra do pintor renascentista Leonardo da Vinci está fazendo aniversário!

Especula-se que Leonardo começou o retrato em 1503 e levou três anos para terminá-lo. Hoje, a pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, onde foi projetada uma elaborada sala especialmente para abrigá-la, a “Salle des États”.

Quem teve a chance de ver pessoalmente essa pintura com certeza já se perguntou sobre a razão de seu sucesso: de fato, a Mona Lisa, também conhecida como La Gioconda ou, em francês, La Joconde, é uma pintura de dimensões modestas, e os estragos do tempo são perceptíveis a olho nu, nos pigmentos escurecidos e nas pequenas fissuras da madeira.

Acontece que o que torna a Mona Lisa uma obra notável não é percebido apenas com uma análise estética. Nunca uma obra de arte foi tão reproduzida, comentada, estudada, e sobre nenhuma obra de arte existem tantas controvérsias!

A começar pela identidade de seu “sujeito”, pois não se sabe ao certo quem a Mona Lisa retrata. Alguns estudiosos italianos dizem que a mulher de expressão introspectiva e um pouco tímida, para não dizer conservadora, foi a esposa de Francesco del Giocondo, um rico comerciante de seda de Florença e uma figura proeminente no governo florentino na época do renascimento.

Para a cientista Lillian Schwartz, a Mona Lisa nada mais é do que um auto-retrato de Leonardo, porém, travestido (?) de mulher. Esta teoria baseia-se no estudo da análise digital das características faciais do rosto de Leonardo e dos traços da modelo. Dizem que ao comparar um auto-retrato de Leonardo com a mulher do quadro, ficou evidente que as características dos dois rostos se alinham perfeitamente. Os críticos desta teoria sugerem que as similaridades são devidas ao fato de que ambos os retratos usados para a comparação foram pintados pela mesma pessoa, ou seja, a técnica e o próprio estilo de Leonardo ensejaram a similitude entre as duas figuras. Essa constatação não impediu essa teoria de se tornar famosa, pelo contrário: a afirmação de que Mona Lisa é na verdade um auto-retrato foi citada até por Dan Brown no livro O Código Da Vinci!
Já para o historiador Maike Vogt-Lüerssen, que se dedicou ao estudo da iconografia da Mona Lisa por 17 anos, a mulher por trás do famoso sorriso só pode ser a Duquesa de Milão, Isabel de Aragão, na corte de quem Leonardo da Vinci trabalhou como pintor por 11 anos. O estudioso chegou a essa conclusão ao verificar que o padrão do vestido verde escuro de Mona Lisa indica que a modelo é um membro da casa de Visconti-Sforza, família à qual pertencia a Duquesa. Além disso, alega que ao comparar cerca de 50 retratos de Isabel de Aragão, representada como a Virgem ou Santa Catarina de Alexandria, para o qual ela serviu de modelo, conclui que a semelhança com a Mona Lisa que conhecemos hoje é evidente, o que o leva a concluir que a Mona Lisa é o primeiro retrato oficial da nova Duquesa de Milão.
Como vocês podem ver, não há nenhum estudo conclusivo sobre a identidade da modelo da Mona Lisa, o que sem dúvida contribui para cercá-la de uma aura de mistério e assegurar a sua fama mundial.
Num curso de história da Arte que eu fiz há alguns anos atrás, o professor também apresentou uma teoria para explicar o fascínio que a Mona Lisa exerce sobre quem dela se aproxima. Segundo ele, Leonardo, que além de pintor e desenhista talentoso também foi um exímio inventor e cientista (quando não se entretinha com ocupações menos “nobres” como inventar jogos de salão e roupas extravagantes para a aristocracia), criou, nada mais, nada menos, que um efeito inusitado na pintura, capaz de reter a atenção do apreciador sem, no entanto, chamar a sua atenção especificamente para este fato. Explico: Leonardo da Vinci criou um cenário irreal para a modelo, que posa, descontraída em primeiro plano, enquanto no fundo, não há continuidade na paisagem retratada, onde vemos uma espécie de cachoeira, árvores mirabolantes e vegetação extravagante, estradas tortuosas que não levam a lugar algum. Segundo meu professor, é esse cenário, esse “fundo” da pintura que nos atrai para a contemplação, e não o sorriso da Mona Lisa, e isso não passou de um “artifício” do original Leonardo para atrair a admiração de seu público.

Enfim, apesar das inúmeras lendas que pairam sobre ela (e aqui abordamos apenas algumas), a única conclusão a que podemos chegar é que olhar persistente, o sorriso enigmático da Mona Lisa, apesar de sua idade, continua a seduzir a multidão e a fascinar os mais desprevenidos. Uma pintura inestimável, símbolo do maior museu do mundo e de um grande e talentoso artista.

Parabéns, Leonardo!
Parabéns, Mona Lisa!

Bela

Um sorriso de 500 anos

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Mona Lisa, a mais famosa e extraordinária obra do pintor renascentista Leonardo da Vinci está fazendo aniversário!

Especula-se que Leonardo começou o retrato em 1503 e levou três anos para terminá-lo. Hoje, a pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, onde foi projetada uma elaborada sala especialmente para abrigá-la, a “Salle des États”.

Quem teve a chance de ver pessoalmente essa pintura com certeza já se perguntou sobre a razão de seu sucesso: de fato, a Mona Lisa, também conhecida como La Gioconda ou, em francês, La Joconde, é uma pintura de dimensões modestas, e os estragos do tempo são perceptíveis a olho nu, nos pigmentos escurecidos e nas pequenas fissuras da madeira.

Acontece que o que torna a Mona Lisa uma obra notável não é percebido apenas com uma análise estética. Nunca uma obra de arte foi tão reproduzida, comentada, estudada, e sobre nenhuma obra de arte existem tantas controvérsias!

A começar pela identidade de seu “sujeito”, pois não se sabe ao certo quem a Mona Lisa retrata. Alguns estudiosos italianos dizem que a mulher de expressão introspectiva e um pouco tímida, para não dizer conservadora, foi a esposa de Francesco del Giocondo, um rico comerciante de seda de Florença e uma figura proeminente no governo florentino na época do renascimento.

Para a cientista Lillian Schwartz, a Mona Lisa nada mais é do que um auto-retrato de Leonardo, porém, travestido (?) de mulher. Esta teoria baseia-se no estudo da análise digital das características faciais do rosto de Leonardo e dos traços da modelo. Dizem que ao comparar um auto-retrato de Leonardo com a mulher do quadro, ficou evidente que as características dos dois rostos se alinham perfeitamente. Os críticos desta teoria sugerem que as similaridades são devidas ao fato de que ambos os retratos usados para a comparação foram pintados pela mesma pessoa, ou seja, a técnica e o próprio estilo de Leonardo ensejaram a similitude entre as duas figuras. Essa constatação não impediu essa teoria de se tornar famosa, pelo contrário: a afirmação de que Mona Lisa é na verdade um auto-retrato foi citada até por Dan Brown no livro O Código Da Vinci!
Já para o historiador Maike Vogt-Lüerssen, que se dedicou ao estudo da iconografia da Mona Lisa por 17 anos, a mulher por trás do famoso sorriso só pode ser a Duquesa de Milão, Isabel de Aragão, na corte de quem Leonardo da Vinci trabalhou como pintor por 11 anos. O estudioso chegou a essa conclusão ao verificar que o padrão do vestido verde escuro de Mona Lisa indica que a modelo é um membro da casa de Visconti-Sforza, família à qual pertencia a Duquesa. Além disso, alega que ao comparar cerca de 50 retratos de Isabel de Aragão, representada como a Virgem ou Santa Catarina de Alexandria, para o qual ela serviu de modelo, conclui que a semelhança com a Mona Lisa que conhecemos hoje é evidente, o que o leva a concluir que a Mona Lisa é o primeiro retrato oficial da nova Duquesa de Milão.
Como vocês podem ver, não há nenhum estudo conclusivo sobre a identidade da modelo da Mona Lisa, o que sem dúvida contribui para cercá-la de uma aura de mistério e assegurar a sua fama mundial.
Num curso de história da Arte que eu fiz há alguns anos atrás, o professor também apresentou uma teoria para explicar o fascínio que a Mona Lisa exerce sobre quem dela se aproxima. Segundo ele, Leonardo, que além de pintor e desenhista talentoso também foi um exímio inventor e cientista (quando não se entretinha com ocupações menos “nobres” como inventar jogos de salão e roupas extravagantes para a aristocracia), criou, nada mais, nada menos, que um efeito inusitado na pintura, capaz de reter a atenção do apreciador sem, no entanto, chamar a sua atenção especificamente para este fato. Explico: Leonardo da Vinci criou um cenário irreal para a modelo, que posa, descontraída em primeiro plano, enquanto no fundo, não há continuidade na paisagem retratada, onde vemos uma espécie de cachoeira, árvores mirabolantes e vegetação extravagante, estradas tortuosas que não levam a lugar algum. Segundo meu professor, é esse cenário, esse “fundo” da pintura que nos atrai para a contemplação, e não o sorriso da Mona Lisa, e isso não passou de um “artifício” do original Leonardo para atrair a admiração de seu público.

Enfim, apesar das inúmeras lendas que pairam sobre ela (e aqui abordamos apenas algumas), a única conclusão a que podemos chegar é que olhar persistente, o sorriso enigmático da Mona Lisa, apesar de sua idade, continua a seduzir a multidão e a fascinar os mais desprevenidos. Uma pintura inestimável, símbolo do maior museu do mundo e de um grande e talentoso artista.

Parabéns, Leonardo!
Parabéns, Mona Lisa!

Bela

O Futuro da Língua Portuguesa…

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(Mais uma da série: Gramáticas da Vida…)

Eis aqui um programa de cinco anos para resolver o problema da falta de autoconfiança do brasileiro na sua capacidade gramatical e ortográfica. Em vez de melhorar o ensino, vamos facilitar as coisas, afinal, o português é difícil demais mesmo.

Para não assustar os poucos que sabem escrever, nem deixar mais confusos os que ainda tentam acertar, faremos tudo de forma gradual.

No primeiro ano, o “Ç” vai substituir o “S” e o “C” sibilantes, e o “Z” o “S” suave. Peçoas que açeçam a internet com freqüênçia vão adorar, prinçipalmente os adoleçentes. O “C” duro e o “QU” em que o “U” não é pronunçiado çerão trokados pelo “K”, já ke o çom é ekivalente. Iço deve akabar kom a konfuzão, e os teklados de komputador terão uma tekla a menos, olha çó ke koiza prátika e ekonômika.

Haverá um aumento do entuziasmo por parte do públiko no çegundo ano, kuando o problemátiko “H” mudo e todos os acentos, inkluzive o til, seraum eliminados. O “CH” çera çimplifikado para “X” e o “LH” pra “LI” ke da no mesmo e e mais façil. Iço fara kom ke palavras como “onra” fikem 20% mais kurtas e akabara kom o problema de çaber komo çe eskreve xuxu, xa e xatiçe.

Da mesma forma, o “G” ço çera uzado kuando o çom for komo em “gordo”, e çem o “U” porke naum çera preçizo, ja ke kuando o çom for igual ao de “G” em “tigela”, uza-çe o “J” pra façilitar ainda mais a vida da jente.

No terçeiro ano, a açeitaçaum publika da nova ortografia devera atinjir o estajio em ke mudanças mais komplikadas serão poçiveis. O governo vai enkorajar a remoçaum de letras dobradas que alem de desneçeçarias çempre foraum um problema terivel para as peçoas, que akabam fikando kom teror de soletrar. Alem diço, todos konkordaum ke os çinais de pontuaçaum komo virgulas dois pontos aspas e traveçaum tambem çaum difíçeis de uzar e preçizam kair e olia falando çerio já vaum tarde.

No kuarto ano todas as peçoas já çeraum reçeptivas a koizas komo a eliminaçaum do plural nos adjetivo e nos substantivo e a unificaçaum do U nas palavra toda ke termina kom L como fuziu xakau ou kriminau ja ke afinau a jente fala tudo iguau e açim fika mais faciu. Os karioka talvez naum gostem de akabar com os plurau porke eles gosta de eskrever xxx nos finau das palavra mas vaum akabar entendendo. Os paulista vaum adorar. Os goiano vaum kerer aproveitar pra akabar com o D nos jerundio mas ai tambem ja e eskuliambaçaum.

No kinto ano akaba a ipokrizia de çe kolokar R no finau dakelas palavra no infinitivo ja ke ningem fala mesmo e tambem U ou I no meio das palavra ke ningem pronunçia komo por exemplo roba toca e enjenhero e de uzar O ou E em palavra ke todo mundo pronunçia como U ou I, i ai im vez di çi iskreve pur ezemplu kem ker falar kom ele vamu iskreve kem ke fala kum eli ki e muito milio çertu ? os çinau di interogaçaum i di isklamaçaum kontinuam pra jente çabe kuandu algem ta fazendu uma pergunta ou ta isclamandu ou gritandu kom a jenti e o pontu pra jenti sabe kuandu a fraze akabo.

Naum vai te mais problema ningem vai te mais eça barera pra çua açençaum çoçiau e çegurança pçikolojika todu mundu vai iskreve sempri çertu i çi intende muitu melio i di forma mais façiu e finaumenti todu mundu no Braziu vai çabe iskreve direitu ate us jornalista us publiçitario us blogeru us adivogado us iskrito i ate us pulitiko i u prezidenti olia ço ki maravilia.

Iço s/ fala di abrevçs, q eh mto baum, a gte vai tkla rpdaum, blz?

Ps.: Recebi este texto por e-mail sem citação de fonte.
Ps.2: Tomara que isso nunca aconteça!

Ana.

O Futuro da Língua Portuguesa…

Padrão
(Mais uma da série: Gramáticas da Vida…)

Eis aqui um programa de cinco anos para resolver o problema da falta de autoconfiança do brasileiro na sua capacidade gramatical e ortográfica. Em vez de melhorar o ensino, vamos facilitar as coisas, afinal, o português é difícil demais mesmo.

Para não assustar os poucos que sabem escrever, nem deixar mais confusos os que ainda tentam acertar, faremos tudo de forma gradual.

No primeiro ano, o “Ç” vai substituir o “S” e o “C” sibilantes, e o “Z” o “S” suave. Peçoas que açeçam a internet com freqüênçia vão adorar, prinçipalmente os adoleçentes. O “C” duro e o “QU” em que o “U” não é pronunçiado çerão trokados pelo “K”, já ke o çom é ekivalente. Iço deve akabar kom a konfuzão, e os teklados de komputador terão uma tekla a menos, olha çó ke koiza prátika e ekonômika.

Haverá um aumento do entuziasmo por parte do públiko no çegundo ano, kuando o problemátiko “H” mudo e todos os acentos, inkluzive o til, seraum eliminados. O “CH” çera çimplifikado para “X” e o “LH” pra “LI” ke da no mesmo e e mais façil. Iço fara kom ke palavras como “onra” fikem 20% mais kurtas e akabara kom o problema de çaber komo çe eskreve xuxu, xa e xatiçe.

Da mesma forma, o “G” ço çera uzado kuando o çom for komo em “gordo”, e çem o “U” porke naum çera preçizo, ja ke kuando o çom for igual ao de “G” em “tigela”, uza-çe o “J” pra façilitar ainda mais a vida da jente.

No terçeiro ano, a açeitaçaum publika da nova ortografia devera atinjir o estajio em ke mudanças mais komplikadas serão poçiveis. O governo vai enkorajar a remoçaum de letras dobradas que alem de desneçeçarias çempre foraum um problema terivel para as peçoas, que akabam fikando kom teror de soletrar. Alem diço, todos konkordaum ke os çinais de pontuaçaum komo virgulas dois pontos aspas e traveçaum tambem çaum difíçeis de uzar e preçizam kair e olia falando çerio já vaum tarde.

No kuarto ano todas as peçoas já çeraum reçeptivas a koizas komo a eliminaçaum do plural nos adjetivo e nos substantivo e a unificaçaum do U nas palavra toda ke termina kom L como fuziu xakau ou kriminau ja ke afinau a jente fala tudo iguau e açim fika mais faciu. Os karioka talvez naum gostem de akabar com os plurau porke eles gosta de eskrever xxx nos finau das palavra mas vaum akabar entendendo. Os paulista vaum adorar. Os goiano vaum kerer aproveitar pra akabar com o D nos jerundio mas ai tambem ja e eskuliambaçaum.

No kinto ano akaba a ipokrizia de çe kolokar R no finau dakelas palavra no infinitivo ja ke ningem fala mesmo e tambem U ou I no meio das palavra ke ningem pronunçia komo por exemplo roba toca e enjenhero e de uzar O ou E em palavra ke todo mundo pronunçia como U ou I, i ai im vez di çi iskreve pur ezemplu kem ker falar kom ele vamu iskreve kem ke fala kum eli ki e muito milio çertu ? os çinau di interogaçaum i di isklamaçaum kontinuam pra jente çabe kuandu algem ta fazendu uma pergunta ou ta isclamandu ou gritandu kom a jenti e o pontu pra jenti sabe kuandu a fraze akabo.

Naum vai te mais problema ningem vai te mais eça barera pra çua açençaum çoçiau e çegurança pçikolojika todu mundu vai iskreve sempri çertu i çi intende muitu melio i di forma mais façiu e finaumenti todu mundu no Braziu vai çabe iskreve direitu ate us jornalista us publiçitario us blogeru us adivogado us iskrito i ate us pulitiko i u prezidenti olia ço ki maravilia.

Iço s/ fala di abrevçs, q eh mto baum, a gte vai tkla rpdaum, blz?

Ps.: Recebi este texto por e-mail sem citação de fonte.
Ps.2: Tomara que isso nunca aconteça!

Ana.