Arquivo do autor:Ana Letícia

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Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

Os Donos da Situação

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Já reparou como sempre existiram aquelas pessoas que se sentem os donos da situação? Em qualquer lugar, é impressionante…
Claro que você pode ser o dono da situação num bom sentido, e isso é muito muito, obviamente.
Quando falo dos “donos da situação” para dar título a este texto, poderia ter dito: “gostosão da bala Chita”, “poderoso chefão”, “todo poderoso”, etc, etc… Enfim, vocês entenderam.

Vejamos então:

O folgado

Este aí não está nem azul se você está com pressa e quer passar no corredor. Ele simplesmente pára bem no meio para bater papo com o seu coleguinha, e de forma que, ou você aguarda mais 5 minutos, ou pede licença educadamente – e o folgado finge não te escutar – e aí você espera os 5 minutos da mesma forma, ou você passa encostando no sujeito, o cara ainda te olha de lado e você derruba seus papéis no chão – já que precisou fazer contorcionismo pra poder se espremer no minúsculo espaço que te sobrou.

(Atenção! O sujeito acima descrito também está solto por aí no trânsito!!!)

O poderoso chefão


Vogon

Claro que ele não é chefe de nada, trata-se de um aspone ou mero burocrata de plantão, que se acha O Deus, ou melhor, se acha não, TEM CERTEZA!!! Tudo com eles é mais difícil, dá mais trabalho, sem contar no arzinho de superioridade que exala deles e que você percebe no ato!

(Atenção! O sujeito acima descrito não está adstrito só à Terra… Lembram-se dos “Vogons”?)

O Bonitão da Bala Chita

Tarzan & Chita

Não adianta o cara ser feio. Ele simplesmente não se olha no espelho! E o pior: ele se acha! Como uma metralhadora, ele dispara seu “charme” para todos os lados, e não se toca que, quando você é gentil, está apenas sendo gente boa, e não dando bola! Pra completar, o “bonitão da bala Chita” (para os leigos, a bala Chita traz na embalagem uma foto da CHITA, a macaca do TARZAN) se acha um ser superior (só se for em feiúra, mas ele não sabe!), e por isso, acha que não precisa ser educado, comprimentar, tratar bem as pessoas, etc, etc.

(Atenção! O sujeito acima identificado pode ser encontrado em qualquer camada social, no trabalho, na escola, na faculdade, no clube, etc…)

O dono da rua

Além de ter aquele que se acha o dono da rua e estaciona em frente a garagem do seu prédio, pára em fila dupla ou até tripla, conversa no meio da rua com outro motorista com o carro parado e uma fila de outros automóveis atrás sem dar a mínima, o tipo “qualificado” de dono da rua que me irrita todos os dias é outro: simplesmente, ele se acha o dono de todas as vagas do quarteirão. Para isso, pega as chaves de alguns motoristas (“donos da rua” também) e estaciona os carros de tal forma que ninguém mais pode estacionar, a não ser os “mensalistas” dele…

Haja!

Ana.

Ps.: Que os machos leitores deste blog não me levem a mal! Todos os “tipos” acima vêm em 3 padrões: Barbie, Ken ou Bonequicha!

Se é pra resumir…

Padrão

Eu bem sei que os afazeres triviais do dia a dia acabam por consumir quase todo o tempo livre do qual dispomos para nos distrair. E eu, assim como muitos dos que vêem nos visitar aqui no blog, costumo passar grande parte do meu tempo livre lendo!

Apesar de passar quase o dia inteiro lendo petições, artigos, leis, notícias, etc., sempre termino um dia com um livro na mão. É um costume antigo, um ritual quase mágico que já virou rotina: não importa a hora em que eu me deite, é sagrado ler algumas páginas de um livro antes de dormir. Teimo em dizer que sem essa leitura diária eu nem conseguiria cair no sono, mas a bem da verdade, às vezes acordo de madrugada com a luz acesa e o livro na cara.

Então, voltando ao que eu estava dizendo no início do texto, às vezes nos falta tempo para nos distrair, e, para quem gosta de ler, simplesmente falta tempo para ler! Pois, para se deleitar com este singelo afazer é necessária uma certa preparação: é preciso conjugar silêncio, conforto, e, claro um exemplar de uma excelente obra literária, porque, sem esse último, o que era para ser um prazer acaba se tornando uma grande perda de tempo… Realmente, não há nada pior do que um livro ruim, mas, em compensação, também é difícil descrever as delícias que apenas um bom livro pode nos proporcionar!

O que me entristece é que existem tantos bons livros no mundo, muito mais do que eu poderei ler nessa vida, e é um grande desperdício de oportunidade eu não conseguir ler todos os livros que eu tenho vontade! Como seria bom se houvesse como resumir aqueles imensos volumes… Pensando nisso, imaginei como seria difícil a tarefa de resumir alguns dos grandes clássicos da literatura:

Guerra e Paz – Leon Tolstoi – 1340 páginas
Um rapaz não quer ir à guerra porque está apaixonado. Napoleão invade a Rússia. A mocinha casa-se com outro.

Os sofrimentos do jovem Wether – Goethe – 212 páginas
Rapaz sofre por um amor não correspondido. Não agüenta ver a sua amada noiva de outro e suicida-se.

Madame Bovary – Gustave Flaubert – 431 páginas
Um médico do interior se casa com um moça bem educada e bonita, criada num convento. Um dia eles vão a um baile da aristocracia. De volta à sua vida comum, ela entra em depressão, se endivida e arruma alguns amantes, até tudo perder a graça e ela se envenenar com arsênico.

Romeu e Julieta – Shakespeare – 223 folhas
Dois adolescentes se apaixonam, mas suas famílias são contra o romance. Um padre tem uma idéia idiota para tentar com que eles fiquem juntos, mas ambos não entendem o plano do padre e acabam se matando pensando que o outro tinha morrido.

Em busca do Tempo perdido – Marcel Proust – 1600 páginas
Um menino se entristesse profundamente por não receber um beijo da mãe antes de dormir. Quando adulto, ele come um bolinho molhado no chá e se lembra da sua infância. Ele frequenta muitas festas estranhas com gente esquisita e tudo termina num baile em que todos estão muito velhinhos.

Édipo Rei – Sófocles – 180 páginas
Rapaz mata o pai, casa com mãe e fura seus próprios olhos, tudo isso porquê ninguém prestou atenção numa profecia.

E o vento levou – Margareth Mitchell – 962 páginas
Uma garota rica e mimada apaixona-se por amigo de infância, mas não é correspondida. Ele se casa com outra. Todos ficam pobres, muitos parentes morrem. Ela se casa três vezes, e se descobre apaixonada pelo último marido quando ele não quer mais nada com ela.

***

Falem a verdade, perdeu toda a graça, não? Eu quero minhas 4.948 páginas de volta!

Bela

Se é pra resumir…

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Eu bem sei que os afazeres triviais do dia a dia acabam por consumir quase todo o tempo livre do qual dispomos para nos distrair. E eu, assim como muitos dos que vêem nos visitar aqui no blog, costumo passar grande parte do meu tempo livre lendo!

Apesar de passar quase o dia inteiro lendo petições, artigos, leis, notícias, etc., sempre termino um dia com um livro na mão. É um costume antigo, um ritual quase mágico que já virou rotina: não importa a hora em que eu me deite, é sagrado ler algumas páginas de um livro antes de dormir. Teimo em dizer que sem essa leitura diária eu nem conseguiria cair no sono, mas a bem da verdade, às vezes acordo de madrugada com a luz acesa e o livro na cara.

Então, voltando ao que eu estava dizendo no início do texto, às vezes nos falta tempo para nos distrair, e, para quem gosta de ler, simplesmente falta tempo para ler! Pois, para se deleitar com este singelo afazer é necessária uma certa preparação: é preciso conjugar silêncio, conforto, e, claro um exemplar de uma excelente obra literária, porque, sem esse último, o que era para ser um prazer acaba se tornando uma grande perda de tempo… Realmente, não há nada pior do que um livro ruim, mas, em compensação, também é difícil descrever as delícias que apenas um bom livro pode nos proporcionar!

O que me entristece é que existem tantos bons livros no mundo, muito mais do que eu poderei ler nessa vida, e é um grande desperdício de oportunidade eu não conseguir ler todos os livros que eu tenho vontade! Como seria bom se houvesse como resumir aqueles imensos volumes… Pensando nisso, imaginei como seria difícil a tarefa de resumir alguns dos grandes clássicos da literatura:

Guerra e Paz – Leon Tolstoi – 1340 páginas
Um rapaz não quer ir à guerra porque está apaixonado. Napoleão invade a Rússia. A mocinha casa-se com outro.

Os sofrimentos do jovem Wether – Goethe – 212 páginas
Rapaz sofre por um amor não correspondido. Não agüenta ver a sua amada noiva de outro e suicida-se.

Madame Bovary – Gustave Flaubert – 431 páginas
Um médico do interior se casa com um moça bem educada e bonita, criada num convento. Um dia eles vão a um baile da aristocracia. De volta à sua vida comum, ela entra em depressão, se endivida e arruma alguns amantes, até tudo perder a graça e ela se envenenar com arsênico.

Romeu e Julieta – Shakespeare – 223 folhas
Dois adolescentes se apaixonam, mas suas famílias são contra o romance. Um padre tem uma idéia idiota para tentar com que eles fiquem juntos, mas ambos não entendem o plano do padre e acabam se matando pensando que o outro tinha morrido.

Em busca do Tempo perdido – Marcel Proust – 1600 páginas
Um menino se entristesse profundamente por não receber um beijo da mãe antes de dormir. Quando adulto, ele come um bolinho molhado no chá e se lembra da sua infância. Ele frequenta muitas festas estranhas com gente esquisita e tudo termina num baile em que todos estão muito velhinhos.

Édipo Rei – Sófocles – 180 páginas
Rapaz mata o pai, casa com mãe e fura seus próprios olhos, tudo isso porquê ninguém prestou atenção numa profecia.

E o vento levou – Margareth Mitchell – 962 páginas
Uma garota rica e mimada apaixona-se por amigo de infância, mas não é correspondida. Ele se casa com outra. Todos ficam pobres, muitos parentes morrem. Ela se casa três vezes, e se descobre apaixonada pelo último marido quando ele não quer mais nada com ela.

***

Falem a verdade, perdeu toda a graça, não? Eu quero minhas 4.948 páginas de volta!

Bela

UM BOM CONSELHO!

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Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, sou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.
E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: “Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.” E ela responde: “Eu também não, meu filho”. Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansear, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios. O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso.
Autor Nizan Guanaes
Recebi esse texto de um amigo, Leandro Ribeiro, e combina perfeitamente com o momento que estou vivendo, a transição de empregos e a convivência com pessoas gananciosas que só pessam em dinheiro, querem cada dia mais e esquecem dos verdadeiros valores morais e da própria vida.
Resolvi compartilhar com vocês,
Beijos a todos,

UM BOM CONSELHO!

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Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, sou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.
E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: “Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.” E ela responde: “Eu também não, meu filho”. Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansear, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios. O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso.
Autor Nizan Guanaes
Recebi esse texto de um amigo, Leandro Ribeiro, e combina perfeitamente com o momento que estou vivendo, a transição de empregos e a convivência com pessoas gananciosas que só pessam em dinheiro, querem cada dia mais e esquecem dos verdadeiros valores morais e da própria vida.
Resolvi compartilhar com vocês,
Beijos a todos,

Será que estou certa?

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Assisti ao debate entre os “presidenciáveis”(?) na 5ª à noite. Infelizmente, diga-se de passagem.
Fui no blog do D. Afonso ler o texto que a Luma falou.

Este foi o meu comentário:

“O debate foi mesmo ridículo. Aliás, estou tão desanimada com o 1º de Outubro que até hoje no final da tarde não sabia em quem ia votar, nem os números dos candidatos eu sei.
Pra vc ter uma idéia da gravidade da situação, o PT escolheu junto ao PMDB-MG para Senador pelo estado, ninguém mais, ninguém menos, que NEWTON CARDOSO!
Não dá pra ser louca ao ponto de votar no ômi pra reeleição, nem pra levar algo a sério, dá?
Tá difícil…

Mas ontem à noite gostei da Heloísa e do Cristóvam, ela deu show em todos, e ele foi muito calmo e coerente. No entanto, ambos pisaram na bola ao não atacar nem de leve o Alckmin. […]
Céus, onde vamos parar? É Afonso, acho que o seu imposto não vai ser devolvido este ano não!!!”

E aqui em Minas, que o candidato à reeleição, que está com mais de 70% das intenções de voto em todas as pesquisas – detalhe, do PSDB – também não se dignou a comparecer ao debate?
Aliás, debate não, ENTREVISTA! Pois o candidato do PT foi o único que compareceu… Isso é que é eleição de prestígio… pffff

E a esperança do Afonso, de que o seu imposto pudesse ser devolvido de alguma forma, em forma de investimentos na saúde ou serviço social ou educação?

É triste, mas até ele já constatou o papel de palhaços que nós, brasileiros, estamos desempenhando no meio deste circo todo, e terminou o seu texto de hoje, com a frase:
Infelizmente termino tendo que admitir que ela tem razão.”

E eu termino por aqui, recomendando as seguintes leituras aos cidadãos que aqui lêem minhas elucubrações:

O Caráter Geral do Brasileiro – por Cl.Costa do Pras Cabeças;

Ética na Política – por Yvonne do BlogGente.

“O Brasil não são os comensais do erário. Não são as ratazanas do Tesouro. Não são os mercadores do Parlamento. Não são as sanguessugas da riqueza pública. Não são os falsificadores de eleições. Não são os compradores de jornais. Não são os corruptores do sistema republicano … O Brasil não é essa nacionalidade fria, deliqüescente, cadaverizada, que receba na testa, sem estremecer, o carimbo de uma camarilha, como a messalina recebe no braço a tatuagem do amante, ou o calceta no dorso, a flor-de-lis do verdugo”.
Rui Barbosa, em 20 de Março de 1919, no Teatro Lírico, Rio de Janeiro.


Ana.

A Propaganda é a Alma do Negócio (ou não…)

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Este ano o blog está meio apolítico, confesso. Mas a cada dia que nos aproximamos das eleições, dá uma angústia maior no peito e um desespero, uma sensação de estar presa num labirinto…

Em quem votar? Sabemos em quem NÃO votar, mas sobra algum candidato que preste no final das contas?

O que é a ética, afinal, se tudo o que aprendi com os ensinamentos de meus pais e avós, no colégio, na faculdade, não passou de uma teoria muito bonita, e se o que vemos, na prática, é que a ética – pelo menos na política – simplesmente NÃO EXISTE?!

Juro que não assisti NENHUM horário político obrigatório, confesso que preferi me alienar com “enlatados americanos” na Warner e Sony, ou com documentários e entrevistas no GNT. Menos frustrante, sim.

Mas, para não dizer que não falei nada de eleições por aqui, transcrevo abaixo os 8 piores slogans de campanhas eleitorais, que recebi por e-mail (portanto não atesto a veracidade dos fatos, e nem sei quem foi o autor do texto)…

Afinal, rir é o melhor remédio, né?

Vejam o que um candidato não faz pra chamar a atenção…

8º lugar
Guilherme Bouças, com o slogan:
“Chega de malas, vote em Bouças”

7º lugar
Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP):
“Lingüiça Neles!”

6º lugar
Em Descalvado (AL), tem uma candidata chamada Dinha cujo slogan é:
“Tudo Pela Dinha”

5º lugar
Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê:
“Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê”

4º lugar
Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé:
“Não vote sentado, vote em Pé”

3º lugar
E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu:
“Aquele que dá o que promete”

2º lugar
A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan:
“Vote com prazer” (E foi a vereadora mais votada de Fortaleza).

1º lugar
Candidato a prefeito de Aracati (CE):
“Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição”

Pfff! Sem comentários…

E vamos pro 1º de Outubro que não tem outro jeito, votar com o coração, pois a razão está difícil encontrar…

Ana.

A Propaganda é a Alma do Negócio (ou não…)

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Este ano o blog está meio apolítico, confesso. Mas a cada dia que nos aproximamos das eleições, dá uma angústia maior no peito e um desespero, uma sensação de estar presa num labirinto…

Em quem votar? Sabemos em quem NÃO votar, mas sobra algum candidato que preste no final das contas?

O que é a ética, afinal, se tudo o que aprendi com os ensinamentos de meus pais e avós, no colégio, na faculdade, não passou de uma teoria muito bonita, e se o que vemos, na prática, é que a ética – pelo menos na política – simplesmente NÃO EXISTE?!

Juro que não assisti NENHUM horário político obrigatório, confesso que preferi me alienar com “enlatados americanos” na Warner e Sony, ou com documentários e entrevistas no GNT. Menos frustrante, sim.

Mas, para não dizer que não falei nada de eleições por aqui, transcrevo abaixo os 8 piores slogans de campanhas eleitorais, que recebi por e-mail (portanto não atesto a veracidade dos fatos, e nem sei quem foi o autor do texto)…

Afinal, rir é o melhor remédio, né?

Vejam o que um candidato não faz pra chamar a atenção…

8º lugar
Guilherme Bouças, com o slogan:
“Chega de malas, vote em Bouças”

7º lugar
Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP):
“Lingüiça Neles!”

6º lugar
Em Descalvado (AL), tem uma candidata chamada Dinha cujo slogan é:
“Tudo Pela Dinha”

5º lugar
Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê:
“Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê”

4º lugar
Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé:
“Não vote sentado, vote em Pé”

3º lugar
E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu:
“Aquele que dá o que promete”

2º lugar
A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan:
“Vote com prazer” (E foi a vereadora mais votada de Fortaleza).

1º lugar
Candidato a prefeito de Aracati (CE):
“Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição”

Pfff! Sem comentários…

E vamos pro 1º de Outubro que não tem outro jeito, votar com o coração, pois a razão está difícil encontrar…

Ana.

A Praia de Belô

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(Atualizado 2ª Feira, 25/09/2006 – Resposta sobre o alimento, veja no final do texto…)

Huum… Cabo Frio? Não. Guarapari? Não. Vitória? Rio de Janeiro? Porto Seguro? Não, não, e… não.

A praia de BH é mesmo o SHOPPING CENTER. (Ou o botequim, é bem verdade, que está presente em 11 de cada 10 esquinas da capital.)

Mas uma pesquisa realizada em 6 capitais do Brasil – São Paulo, Rio, Brasília, Salvador, Porto Alegre e BH – comprovou o que já era um consenso entre a população mineira: Mineiro não vai à praia, vai ao Shopping!

Para se ter uma idéia, somos os campeões nos gastos com: compras (R$ 138,00 contra a média nacional de R$ 95,00), comida, ou seja, fast food – para mim, uma triste constatação e um péssimo gosto – (R$ 17,00 contra a média nacional de R$ 13,00), e no motivo de se ir ao shopping: PASSEIO! (26% contra a média nacional de 19%).

Bizarrices mineiras à parte, o novo Guiness Book Edição 2007 chegará às bancas em Outubro
E não é que os nossos hermanos do sul também são muito comilões? Ganharam destaque nos quesitos ‘porcentagem diária de alimentos consumida acima das recomendações mínimas da FAO’ e ‘consumo de carne por pessoa’: 183% e 56,3 kg, respectivamente, por pessoa, por ano!!!

Bizarro, não?

Aliás, alguém aí sabe o que é BIZARRO?

O CL já explicou… Quem quiser conferir isso, e saber de mais uns recordes tão ou mais bizarros quanto esses, é só clicar AQUI.

Ah! E qual o alimento mais consumido no mundo todo? (Segundo o Guiness 2007)
Quatro chances:

a) Arroz
b) Trigo
c) Ovo
d) Banana

–>> Pensou TRIGO? Errou! OVO ou ARROZ? Também NÃO!
NINGUÉM ACERTOU!!!
O alimento mais consumido no mundo – segundo o Guiness Book 2007 – é a BANANA!!!!!
E depois falam que não somos descendentes dos MACACOS!!! 😉


[ ]s

Ana.

A Praia de Belô

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(Atualizado 2ª Feira, 25/09/2006 – Resposta sobre o alimento, veja no final do texto…)

Huum… Cabo Frio? Não. Guarapari? Não. Vitória? Rio de Janeiro? Porto Seguro? Não, não, e… não.

A praia de BH é mesmo o SHOPPING CENTER. (Ou o botequim, é bem verdade, que está presente em 11 de cada 10 esquinas da capital.)

Mas uma pesquisa realizada em 6 capitais do Brasil – São Paulo, Rio, Brasília, Salvador, Porto Alegre e BH – comprovou o que já era um consenso entre a população mineira: Mineiro não vai à praia, vai ao Shopping!

Para se ter uma idéia, somos os campeões nos gastos com: compras (R$ 138,00 contra a média nacional de R$ 95,00), comida, ou seja, fast food – para mim, uma triste constatação e um péssimo gosto – (R$ 17,00 contra a média nacional de R$ 13,00), e no motivo de se ir ao shopping: PASSEIO! (26% contra a média nacional de 19%).

Bizarrices mineiras à parte, o novo Guiness Book Edição 2007 chegará às bancas em Outubro
E não é que os nossos hermanos do sul também são muito comilões? Ganharam destaque nos quesitos ‘porcentagem diária de alimentos consumida acima das recomendações mínimas da FAO’ e ‘consumo de carne por pessoa’: 183% e 56,3 kg, respectivamente, por pessoa, por ano!!!

Bizarro, não?

Aliás, alguém aí sabe o que é BIZARRO?

O CL já explicou… Quem quiser conferir isso, e saber de mais uns recordes tão ou mais bizarros quanto esses, é só clicar AQUI.

Ah! E qual o alimento mais consumido no mundo todo? (Segundo o Guiness 2007)
Quatro chances:

a) Arroz
b) Trigo
c) Ovo
d) Banana

–>> Pensou TRIGO? Errou! OVO ou ARROZ? Também NÃO!
NINGUÉM ACERTOU!!!
O alimento mais consumido no mundo – segundo o Guiness Book 2007 – é a BANANA!!!!!
E depois falam que não somos descendentes dos MACACOS!!! 😉


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Ana.