Será que estou certa?

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Assisti ao debate entre os “presidenciáveis”(?) na 5ª à noite. Infelizmente, diga-se de passagem.
Fui no blog do D. Afonso ler o texto que a Luma falou.

Este foi o meu comentário:

“O debate foi mesmo ridículo. Aliás, estou tão desanimada com o 1º de Outubro que até hoje no final da tarde não sabia em quem ia votar, nem os números dos candidatos eu sei.
Pra vc ter uma idéia da gravidade da situação, o PT escolheu junto ao PMDB-MG para Senador pelo estado, ninguém mais, ninguém menos, que NEWTON CARDOSO!
Não dá pra ser louca ao ponto de votar no ômi pra reeleição, nem pra levar algo a sério, dá?
Tá difícil…

Mas ontem à noite gostei da Heloísa e do Cristóvam, ela deu show em todos, e ele foi muito calmo e coerente. No entanto, ambos pisaram na bola ao não atacar nem de leve o Alckmin. […]
Céus, onde vamos parar? É Afonso, acho que o seu imposto não vai ser devolvido este ano não!!!”

E aqui em Minas, que o candidato à reeleição, que está com mais de 70% das intenções de voto em todas as pesquisas – detalhe, do PSDB – também não se dignou a comparecer ao debate?
Aliás, debate não, ENTREVISTA! Pois o candidato do PT foi o único que compareceu… Isso é que é eleição de prestígio… pffff

E a esperança do Afonso, de que o seu imposto pudesse ser devolvido de alguma forma, em forma de investimentos na saúde ou serviço social ou educação?

É triste, mas até ele já constatou o papel de palhaços que nós, brasileiros, estamos desempenhando no meio deste circo todo, e terminou o seu texto de hoje, com a frase:
Infelizmente termino tendo que admitir que ela tem razão.”

E eu termino por aqui, recomendando as seguintes leituras aos cidadãos que aqui lêem minhas elucubrações:

O Caráter Geral do Brasileiro – por Cl.Costa do Pras Cabeças;

Ética na Política – por Yvonne do BlogGente.

“O Brasil não são os comensais do erário. Não são as ratazanas do Tesouro. Não são os mercadores do Parlamento. Não são as sanguessugas da riqueza pública. Não são os falsificadores de eleições. Não são os compradores de jornais. Não são os corruptores do sistema republicano … O Brasil não é essa nacionalidade fria, deliqüescente, cadaverizada, que receba na testa, sem estremecer, o carimbo de uma camarilha, como a messalina recebe no braço a tatuagem do amante, ou o calceta no dorso, a flor-de-lis do verdugo”.
Rui Barbosa, em 20 de Março de 1919, no Teatro Lírico, Rio de Janeiro.


Ana.

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