Arquivo mensal: novembro 2004

TODO MUNDO TEM MANIAS…

Padrão
Quem já disse que não tem manias mentiu, TODO MUNDO TEM MANIAS, umas mais normais, outras bastante esquisitas…

Quando eu era pequena, ops… mais nova, tinha uma vizinha, Dona Izolina, que não gostava de ver eu e as demais crianças da rua sentadas no passeio de sua casa. Sempre que estávamos lá, ela começava a lavar a calçada. Segundo ela, era mania de limpeza…

Minha tia Carminha tinha mania de ficar mexendo no cabelo das pessoas, era bom, fazia um cafuné bem gostoso…

Meu pai tem várias manias, como acordar de manhã e ir limpar e esquentar o carro, como meu irmão faz agora. Também se herda manias….

Minha mãe tem uma mania que não gosto: chamar a gente para almoçar batendo palmas. Isso me irrita, sempre falo com ela, basta falar: – Vamos almoçar!

Todos os dias quando vou para o cursinho vejo um cara na rua lendo um livro, de pé no passeio. Quando volto, às vezes ele ainda está no mesmo lugar, lendo sob a luz do poste. É super esquisito, mas é mania, não precisa ler tanto, precisa???

Na missa de domingo, tem um velhinho de aproximadamente 80 anos que só assiste missa de pé, quando tenho certeza que as pernas dele doem (pela idade se presume). Todo mundo oferece lugar para ele, mas nunca senta…

Na faculdade o Alísson da minha sala (leia o nome com o assento, ele não chama Alisson), um médico de uns 60 anos, tinha mania de dar uns tapinhas na minha cabeça ao me cumprimentar. Da mesma forma fazia o prof. Edimur. Será que é mania de velho???

Um senhor que mudou recentemente para perto da minha casa faz caminhada diariamente levando um passarinho numa gaiola. Para quê?

Em geral, os homens têm mania de por a mão no saco, parece que têm chato… será???

Quanto às manias intrínsecas homem X mulher, tive um professor que dizia que homem realmente tem a mania de cuspir na rua, mas é melhor do que a mulher que engole discretamente seu cuspe. Isso faz mal…

E eu? Manias? Muitas!!!

Na verdade tenho preferências… (ah, ah, ah)

Normalmente tomo banho com toalhas azul ou vermelha; antigamente meus pijamas, escovas de dente e chinelos só eram azuis ou lilás (isso já mudei). Gosto de sentar sempre no banco mais alto do bus (mania de gente pequena). Ainda tenho várias outras que não vai dar par citar, por falta de espaço no blog…



E tem gente que gosta de amarelo, outros de azul; de andar descalço ou calçado; tem gente que tem mania de sofrer, outros querem ajudar todo mundo…

Tem doido para tudo, tem mania para todo gosto!!!



E você? Qual a sua mania?



Beijos Lú

P.S.: tô falando de manias, não cacoetes…

TODO MUNDO TEM MANIAS…

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Quem já disse que não tem manias mentiu, TODO MUNDO TEM MANIAS, umas mais normais, outras bastante esquisitas…

Quando eu era pequena, ops… mais nova, tinha uma vizinha, Dona Izolina, que não gostava de ver eu e as demais crianças da rua sentadas no passeio de sua casa. Sempre que estávamos lá, ela começava a lavar a calçada. Segundo ela, era mania de limpeza…

Minha tia Carminha tinha mania de ficar mexendo no cabelo das pessoas, era bom, fazia um cafuné bem gostoso…

Meu pai tem várias manias, como acordar de manhã e ir limpar e esquentar o carro, como meu irmão faz agora. Também se herda manias….

Minha mãe tem uma mania que não gosto: chamar a gente para almoçar batendo palmas. Isso me irrita, sempre falo com ela, basta falar: – Vamos almoçar!

Todos os dias quando vou para o cursinho vejo um cara na rua lendo um livro, de pé no passeio. Quando volto, às vezes ele ainda está no mesmo lugar, lendo sob a luz do poste. É super esquisito, mas é mania, não precisa ler tanto, precisa???

Na missa de domingo, tem um velhinho de aproximadamente 80 anos que só assiste missa de pé, quando tenho certeza que as pernas dele doem (pela idade se presume). Todo mundo oferece lugar para ele, mas nunca senta…

Na faculdade o Alísson da minha sala (leia o nome com o assento, ele não chama Alisson), um médico de uns 60 anos, tinha mania de dar uns tapinhas na minha cabeça ao me cumprimentar. Da mesma forma fazia o prof. Edimur. Será que é mania de velho???

Um senhor que mudou recentemente para perto da minha casa faz caminhada diariamente levando um passarinho numa gaiola. Para quê?

Em geral, os homens têm mania de por a mão no saco, parece que têm chato… será???

Quanto às manias intrínsecas homem X mulher, tive um professor que dizia que homem realmente tem a mania de cuspir na rua, mas é melhor do que a mulher que engole discretamente seu cuspe. Isso faz mal…

E eu? Manias? Muitas!!!

Na verdade tenho preferências… (ah, ah, ah)

Normalmente tomo banho com toalhas azul ou vermelha; antigamente meus pijamas, escovas de dente e chinelos só eram azuis ou lilás (isso já mudei). Gosto de sentar sempre no banco mais alto do bus (mania de gente pequena). Ainda tenho várias outras que não vai dar par citar, por falta de espaço no blog…



E tem gente que gosta de amarelo, outros de azul; de andar descalço ou calçado; tem gente que tem mania de sofrer, outros querem ajudar todo mundo…

Tem doido para tudo, tem mania para todo gosto!!!



E você? Qual a sua mania?



Beijos Lú

P.S.: tô falando de manias, não cacoetes…

Esdrúxulo? Vocês acham?

Padrão

Será que é esdrúxulo?

Esdrúxulo? O quê?

Advinha?

DO-NÁ-RI-A. Isso aí, meu nome. Nossa, quantas vezes respondi em tom baixíssimo quando perguntavam meu nome… Morria de vergonha! Somente eu e minha vovó tivemos o “desprazer” de ter um nome tão diferente (pensava eu).
Lá em Cipotânea, minha vó é conhecida por todos. Ela é figura importante na cidade. Foi ela a primeira diretora formada, da primeira (e única) escola estadual que tem na cidade, que eu me formei e minha mãe deu aula.
Como a única pessoa que conheço com esse nome é a minha vó, sempre associei que era nome de velha. Isso não é coisa da minha cabeça não, até hoje, pelo telefone, algumas pessoas (desconhecidas) me chamam de senhora… fico p. da vida.
Minha vovó tem descendência italiana, por isso o nome. Mas, na verdade, segundo aqueles livrinhos de nome, Donária vem do latim que significa: “presente, dádiva”! E segundo algumas crenças, Donária era uma deusa grega que foi para o Sul da Itália. A família de minha vó veio da Sicília (Sul da Itália). Coincidência, não!?

Nossa, com tantos elogios: dádiva, presente, deusa…ulalá… Tô importante demais da conta! Mas, mesmo assim, não gostava muito.
Aprendi a gostar do meu nome: acho legal, tem fundamento, um porquê. Hoje falo com bastante orgulho, e nem ligo quando as pessoas brincam: canária, otária, doriana, Dona Maria…
Gosto mais ainda depois da crônica do Ziraldo, que foi publicada no Caderno de Cultura do Estado de Minas na última sexta-feira (05/11/2004). O título é “Uma Krônika Karinhosa(clique aqui para ler o texto na íntegra, no Acrobat Reader). Amo o Ziraldo, além de ser mineiro, é um excelente desenhista e escritor.
“Ter o nome que meu pai inventou pra mim não me fazia sentir diferente. Até um dia em que, numa escola de SP, estando a dar autógrafos, perguntei a um dos meninos seu nome e ele disse: “Schenazzi, com SC e dois ZZ”. Eu disse: “Isto é seu sobrenome, rapaz, quero saber o seu nome.” E ele: “Bota Schenazzi, pô, se não ninguém vai saber que é pra mim. Eu me chamo Bruno, mas tem mais de cem Brunos aqui nesta escola, caramba!” E tinha outros tantos Andrés, e Fredericos, os nomes da moda na época.” (Ziraldo)
Apesar do meu nome não ter sido inventado, acho-o único, porque não foi nada de modismo, foi uma homenagem. Não uma homenagem à cantores, poetas, artistas, e sim, uma homenagem simples a uma das pessoas que mais amo nesta vida. E confesso: tem um belo nome: Donária!

Mas quando estou em lugares agitados, com música alta, para facilitar prefiro falar Dô, porque, caso contrário, corro o risco de ficar de ficar metade da noite repetindo e explicando o meu nome, e a outra metade aguentando risadinhas e erros, ai, é um saco!!!
Às vezes, falo que me chamo Maria, porque é simples e fácil. E a pessoas ficam insistindo: “Só Maria?” . Aí eu falo: “Sim”. Elas não acreditam e perguntam de novo. Quando resolvo falar a verdade, só ouço isso: “Pô garota pára de fazer hora com a minha cara com esse nome esdrúxulo aí!” Se é simples, não acreditam. Se é complicado, acreditam menos ainda…

Beijos da DONÁRIA!



Menino Maluquinho, by Ziraldo.

Esdrúxulo? Vocês acham?

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Será que é esdrúxulo?

Esdrúxulo? O quê?

Advinha?

DO-NÁ-RI-A. Isso aí, meu nome. Nossa, quantas vezes respondi em tom baixíssimo quando perguntavam meu nome… Morria de vergonha! Somente eu e minha vovó tivemos o “desprazer” de ter um nome tão diferente (pensava eu).
Lá em Cipotânea, minha vó é conhecida por todos. Ela é figura importante na cidade. Foi ela a primeira diretora formada, da primeira (e única) escola estadual que tem na cidade, que eu me formei e minha mãe deu aula.
Como a única pessoa que conheço com esse nome é a minha vó, sempre associei que era nome de velha. Isso não é coisa da minha cabeça não, até hoje, pelo telefone, algumas pessoas (desconhecidas) me chamam de senhora… fico p. da vida.
Minha vovó tem descendência italiana, por isso o nome. Mas, na verdade, segundo aqueles livrinhos de nome, Donária vem do latim que significa: “presente, dádiva”! E segundo algumas crenças, Donária era uma deusa grega que foi para o Sul da Itália. A família de minha vó veio da Sicília (Sul da Itália). Coincidência, não!?

Nossa, com tantos elogios: dádiva, presente, deusa…ulalá… Tô importante demais da conta! Mas, mesmo assim, não gostava muito.
Aprendi a gostar do meu nome: acho legal, tem fundamento, um porquê. Hoje falo com bastante orgulho, e nem ligo quando as pessoas brincam: canária, otária, doriana, Dona Maria…
Gosto mais ainda depois da crônica do Ziraldo, que foi publicada no Caderno de Cultura do Estado de Minas na última sexta-feira (05/11/2004). O título é “Uma Krônika Karinhosa(clique aqui para ler o texto na íntegra, no Acrobat Reader). Amo o Ziraldo, além de ser mineiro, é um excelente desenhista e escritor.
“Ter o nome que meu pai inventou pra mim não me fazia sentir diferente. Até um dia em que, numa escola de SP, estando a dar autógrafos, perguntei a um dos meninos seu nome e ele disse: “Schenazzi, com SC e dois ZZ”. Eu disse: “Isto é seu sobrenome, rapaz, quero saber o seu nome.” E ele: “Bota Schenazzi, pô, se não ninguém vai saber que é pra mim. Eu me chamo Bruno, mas tem mais de cem Brunos aqui nesta escola, caramba!” E tinha outros tantos Andrés, e Fredericos, os nomes da moda na época.” (Ziraldo)
Apesar do meu nome não ter sido inventado, acho-o único, porque não foi nada de modismo, foi uma homenagem. Não uma homenagem à cantores, poetas, artistas, e sim, uma homenagem simples a uma das pessoas que mais amo nesta vida. E confesso: tem um belo nome: Donária!

Mas quando estou em lugares agitados, com música alta, para facilitar prefiro falar Dô, porque, caso contrário, corro o risco de ficar de ficar metade da noite repetindo e explicando o meu nome, e a outra metade aguentando risadinhas e erros, ai, é um saco!!!
Às vezes, falo que me chamo Maria, porque é simples e fácil. E a pessoas ficam insistindo: “Só Maria?” . Aí eu falo: “Sim”. Elas não acreditam e perguntam de novo. Quando resolvo falar a verdade, só ouço isso: “Pô garota pára de fazer hora com a minha cara com esse nome esdrúxulo aí!” Se é simples, não acreditam. Se é complicado, acreditam menos ainda…

Beijos da DONÁRIA!



Menino Maluquinho, by Ziraldo.

Esdrúxulo? Vocês acham?

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Será que é esdrúxulo?

Esdrúxulo? O quê?

Advinha?

DO-NÁ-RI-A. Isso aí, meu nome. Nossa, quantas vezes respondi em tom baixíssimo quando perguntavam meu nome… Morria de vergonha! Somente eu e minha vovó tivemos o “desprazer” de ter um nome tão diferente (pensava eu).
Lá em Cipotânea, minha vó é conhecida por todos. Ela é figura importante na cidade. Foi ela a primeira diretora formada, da primeira (e única) escola estadual que tem na cidade, que eu me formei e minha mãe deu aula.
Como a única pessoa que conheço com esse nome é a minha vó, sempre associei que era nome de velha. Isso não é coisa da minha cabeça não, até hoje, pelo telefone, algumas pessoas (desconhecidas) me chamam de senhora… fico p. da vida.
Minha vovó tem descendência italiana, por isso o nome. Mas, na verdade, segundo aqueles livrinhos de nome, Donária vem do latim que significa: “presente, dádiva”! E segundo algumas crenças, Donária era uma deusa grega que foi para o Sul da Itália. A família de minha vó veio da Sicília (Sul da Itália). Coincidência, não!?

Nossa, com tantos elogios: dádiva, presente, deusa…ulalá… Tô importante demais da conta! Mas, mesmo assim, não gostava muito.
Aprendi a gostar do meu nome: acho legal, tem fundamento, um porquê. Hoje falo com bastante orgulho, e nem ligo quando as pessoas brincam: canária, otária, doriana, Dona Maria…
Gosto mais ainda depois da crônica do Ziraldo, que foi publicada no Caderno de Cultura do Estado de Minas na última sexta-feira (05/11/2004). O título é “Uma Krônika Karinhosa(clique aqui para ler o texto na íntegra, no Acrobat Reader). Amo o Ziraldo, além de ser mineiro, é um excelente desenhista e escritor.
“Ter o nome que meu pai inventou pra mim não me fazia sentir diferente. Até um dia em que, numa escola de SP, estando a dar autógrafos, perguntei a um dos meninos seu nome e ele disse: “Schenazzi, com SC e dois ZZ”. Eu disse: “Isto é seu sobrenome, rapaz, quero saber o seu nome.” E ele: “Bota Schenazzi, pô, se não ninguém vai saber que é pra mim. Eu me chamo Bruno, mas tem mais de cem Brunos aqui nesta escola, caramba!” E tinha outros tantos Andrés, e Fredericos, os nomes da moda na época.” (Ziraldo)
Apesar do meu nome não ter sido inventado, acho-o único, porque não foi nada de modismo, foi uma homenagem. Não uma homenagem à cantores, poetas, artistas, e sim, uma homenagem simples a uma das pessoas que mais amo nesta vida. E confesso: tem um belo nome: Donária!

Mas quando estou em lugares agitados, com música alta, para facilitar prefiro falar Dô, porque, caso contrário, corro o risco de ficar de ficar metade da noite repetindo e explicando o meu nome, e a outra metade aguentando risadinhas e erros, ai, é um saco!!!
Às vezes, falo que me chamo Maria, porque é simples e fácil. E a pessoas ficam insistindo: “Só Maria?” . Aí eu falo: “Sim”. Elas não acreditam e perguntam de novo. Quando resolvo falar a verdade, só ouço isso: “Pô garota pára de fazer hora com a minha cara com esse nome esdrúxulo aí!” Se é simples, não acreditam. Se é complicado, acreditam menos ainda…

Beijos da DONÁRIA!



Menino Maluquinho, by Ziraldo.

Sabedoria de Mãe…

Padrão
Há algum tempo atrás, fiquei sabendo que a avó da Goretti faleceu, no alto de seus 102 anos. A Goretti é médica psiquiatra, é amiga e colega de trabalho de meu pai, como Preceptora da Residência em Psiquiatria Infantil do CPP (Centor PsicoPedagógico), da FHEMIG.
Tive a alegria de conhecer a Dona Maria Pena ainda em vida, em sua casa em Belo Horizonte, há uns 08 anos atrás ou mais. Na época, a vivacidade daquela velha senhora muito me impressionou, apesar de já estar um pouco doente, deitada na cama. Mas ela contava casos de sua juventude, que nos prendiam, e eu ficava só imaginando aquela época, e seus olhos tinham um brilho de vida que era impressionante. Imaginem o que é uma “menina” de 16 anos se sentar ao lado de uma pessoa que atravessou 1 século inteiro de vida!? Pura emoção…
Hoje eu li, por acaso, no e-mail de papai um e-mail muito emocionado que a Goretti mandou, e por curiosidade entrei no site de seu irmão, que conta um pouco sobre a história de Itapecerica-MG e sobre a “vó Maria Pena”.
Ela foi pessoa importante em Minas Gerais, a primeira mulher a ser eleita deputada no Estado, entrando para a vida política após o afastamento de seu marido, que também era pessoa pública e influente. Trinta anos antes de falecer, deixou uma carta escrita, endereçada aos filhos, que só poderia ser aberta na ocasião de seu falecimento. Ao ler tal fato, fiquei pensando como uma pessoa pode ser tão forte, e se doar tanto aos filhos, e ao mesmo tempo ser tão serena ao ponto de escrever, de forma maravilhosamente emocionante, sobre sua própria morte.
Este post é uma homenagem à Sra. Maria Pena, que muito significou, e ainda significa, na vida de Goretti, João Maurício, Luíza, Cândido e Ludmila. Mais ainda, uma homenagem a toda a família, que ela tão bem soube criar e passar os valores mais importantes que existem na vida, que é o amor ao próximo, o respeito e a união.
É uma homenagem também a minha avó Aparecida, que criou 9 filhos junto de vovô Ismael, dando-lhes todo o amor e carinho que uma mãe pode dar. Tenho a sorte de tê-los ainda comigo, brindando à vida e à alegria de viver com saúde e harmonia!
É… sabedoria de Mãe…
Um grande abraço a todos,
Ana Letícia.
“Quero um enterro simples aqui, ou onde morrer. O que tiver de ser gasto com a terra, deixem ao Abrigo dos Velhos em Itapecerica. Perdoem-me as faltas cometidas inadvertidamente, levando em conta o muito que os amei, como Mãe, sogra e avó. (…) Que Deus os abençôe, e que em mim possam continuar vivendo, se amando e se integrando.Obrigado,Mamãe.Janeiro de 74, na rua Cícero Ferreira.” (Maria Pena, em 1974)



Vovó Aparecida, ao teclado! (O vovô Ismael não está na foto pois foi ele que fez a fotografia…) Vó pianista e vô fotógrafo… Ô trem bão!

Sabedoria de Mãe…

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Há algum tempo atrás, fiquei sabendo que a avó da Goretti faleceu, no alto de seus 102 anos. A Goretti é médica psiquiatra, é amiga e colega de trabalho de meu pai, como Preceptora da Residência em Psiquiatria Infantil do CPP (Centor PsicoPedagógico), da FHEMIG.
Tive a alegria de conhecer a Dona Maria Pena ainda em vida, em sua casa em Belo Horizonte, há uns 08 anos atrás ou mais. Na época, a vivacidade daquela velha senhora muito me impressionou, apesar de já estar um pouco doente, deitada na cama. Mas ela contava casos de sua juventude, que nos prendiam, e eu ficava só imaginando aquela época, e seus olhos tinham um brilho de vida que era impressionante. Imaginem o que é uma “menina” de 16 anos se sentar ao lado de uma pessoa que atravessou 1 século inteiro de vida!? Pura emoção…
Hoje eu li, por acaso, no e-mail de papai um e-mail muito emocionado que a Goretti mandou, e por curiosidade entrei no site de seu irmão, que conta um pouco sobre a história de Itapecerica-MG e sobre a “vó Maria Pena”.
Ela foi pessoa importante em Minas Gerais, a primeira mulher a ser eleita deputada no Estado, entrando para a vida política após o afastamento de seu marido, que também era pessoa pública e influente. Trinta anos antes de falecer, deixou uma carta escrita, endereçada aos filhos, que só poderia ser aberta na ocasião de seu falecimento. Ao ler tal fato, fiquei pensando como uma pessoa pode ser tão forte, e se doar tanto aos filhos, e ao mesmo tempo ser tão serena ao ponto de escrever, de forma maravilhosamente emocionante, sobre sua própria morte.
Este post é uma homenagem à Sra. Maria Pena, que muito significou, e ainda significa, na vida de Goretti, João Maurício, Luíza, Cândido e Ludmila. Mais ainda, uma homenagem a toda a família, que ela tão bem soube criar e passar os valores mais importantes que existem na vida, que é o amor ao próximo, o respeito e a união.
É uma homenagem também a minha avó Aparecida, que criou 9 filhos junto de vovô Ismael, dando-lhes todo o amor e carinho que uma mãe pode dar. Tenho a sorte de tê-los ainda comigo, brindando à vida e à alegria de viver com saúde e harmonia!
É… sabedoria de Mãe…
Um grande abraço a todos,
Ana Letícia.
“Quero um enterro simples aqui, ou onde morrer. O que tiver de ser gasto com a terra, deixem ao Abrigo dos Velhos em Itapecerica. Perdoem-me as faltas cometidas inadvertidamente, levando em conta o muito que os amei, como Mãe, sogra e avó. (…) Que Deus os abençôe, e que em mim possam continuar vivendo, se amando e se integrando.Obrigado,Mamãe.Janeiro de 74, na rua Cícero Ferreira.” (Maria Pena, em 1974)



Vovó Aparecida, ao teclado! (O vovô Ismael não está na foto pois foi ele que fez a fotografia…) Vó pianista e vô fotógrafo… Ô trem bão!

Sabedoria de Mãe…

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Há algum tempo atrás, fiquei sabendo que a avó da Goretti faleceu, no alto de seus 102 anos. A Goretti é médica psiquiatra, é amiga e colega de trabalho de meu pai, como Preceptora da Residência em Psiquiatria Infantil do CPP (Centor PsicoPedagógico), da FHEMIG.
Tive a alegria de conhecer a Dona Maria Pena ainda em vida, em sua casa em Belo Horizonte, há uns 08 anos atrás ou mais. Na época, a vivacidade daquela velha senhora muito me impressionou, apesar de já estar um pouco doente, deitada na cama. Mas ela contava casos de sua juventude, que nos prendiam, e eu ficava só imaginando aquela época, e seus olhos tinham um brilho de vida que era impressionante. Imaginem o que é uma “menina” de 16 anos se sentar ao lado de uma pessoa que atravessou 1 século inteiro de vida!? Pura emoção…
Hoje eu li, por acaso, no e-mail de papai um e-mail muito emocionado que a Goretti mandou, e por curiosidade entrei no site de seu irmão, que conta um pouco sobre a história de Itapecerica-MG e sobre a “vó Maria Pena”.
Ela foi pessoa importante em Minas Gerais, a primeira mulher a ser eleita deputada no Estado, entrando para a vida política após o afastamento de seu marido, que também era pessoa pública e influente. Trinta anos antes de falecer, deixou uma carta escrita, endereçada aos filhos, que só poderia ser aberta na ocasião de seu falecimento. Ao ler tal fato, fiquei pensando como uma pessoa pode ser tão forte, e se doar tanto aos filhos, e ao mesmo tempo ser tão serena ao ponto de escrever, de forma maravilhosamente emocionante, sobre sua própria morte.
Este post é uma homenagem à Sra. Maria Pena, que muito significou, e ainda significa, na vida de Goretti, João Maurício, Luíza, Cândido e Ludmila. Mais ainda, uma homenagem a toda a família, que ela tão bem soube criar e passar os valores mais importantes que existem na vida, que é o amor ao próximo, o respeito e a união.
É uma homenagem também a minha avó Aparecida, que criou 9 filhos junto de vovô Ismael, dando-lhes todo o amor e carinho que uma mãe pode dar. Tenho a sorte de tê-los ainda comigo, brindando à vida e à alegria de viver com saúde e harmonia!
É… sabedoria de Mãe…
Um grande abraço a todos,
Ana Letícia.
“Quero um enterro simples aqui, ou onde morrer. O que tiver de ser gasto com a terra, deixem ao Abrigo dos Velhos em Itapecerica. Perdoem-me as faltas cometidas inadvertidamente, levando em conta o muito que os amei, como Mãe, sogra e avó. (…) Que Deus os abençôe, e que em mim possam continuar vivendo, se amando e se integrando.Obrigado,Mamãe.Janeiro de 74, na rua Cícero Ferreira.” (Maria Pena, em 1974)



Vovó Aparecida, ao teclado! (O vovô Ismael não está na foto pois foi ele que fez a fotografia…) Vó pianista e vô fotógrafo… Ô trem bão!

Eu queria ser CRIANÇA…

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Pegando um gancho no post da Ana em que ela queria eu na verdade queria ser uma eterna criança…

Ter uma mente pura, nada de preocupações, responsabilidades, pensar apenas em brincar, em receber carinho e ser feliz!!!

Isso é que é vida!
Na verdade em alguns momentos me sinto uma criança, grande tudo bem… (ok, não estou falando em tamanho, sei que sou pequena), porque graças a Deus tenho o dom de gostar de crianças.

Digo dom, pois conheço muita gente que não gosta nem de olhar crianças de longe.

Minha mãe teve um jardim de infância durante 18 anos, o qual eu freqüentava diariamente e amava cada um dos meninos. Na verdade eu fui uma das primeiras alunas, e cresci dentro da escola. Quando minha mãe fechou o jardim, eu continuei olhando uma menininha, a Camila, durante um ano, na minha casa mesmo.

Vocês não imaginam como é gostoso conquistar o carinho de uma criança. Naquela época a Camilinha era como minha filha. Eu esperava a manhã toda pela chegada dela, e ela me abraçava tão gostoso que eu delirava. Ainda encontro com ela, que hoje está com 06 anos.

Além da Camilinha, tenho uma filhinha emprestada (filha da minha tia Valéria já falecida) que é o amor da minha vida. É a Flavinha (um beijão para ela, que também é minha fã neste blog).

A Flavinha tem 12 anos, e é a menina mais amável deste mundo. Ela é esperta, acho até que herdou isso de mim… (modéstia) Inteligente, mas às vezes preguiçosa quando o assunto é estudar. Mas amo de paixão essa pretinha (na verdade ela é branquinha e loura, eu a chamo de pretinha).

Junto com a Flavinha, tenho mais três priminhos super legais: André, Thiago e Luiz Alberto. Ah, tem a Bárbara também, mas ela anda com raiva de mim, coisas de criança enciumada (como a Do!)

Na terça-feira, dia 02/11, chamei todos eles para verem filme aqui em casa e curtir o dia. Tudo bem que o filme que peguei na locadora não era nada legal: “O Canguru Jack”, eles detestaram, mas o bom foi rir, brincar de Detetive X Assassino, zoar um com o outro, dar muitos beijos na Flavinha e marcar outros encontros. De vez em quando eu costumo levá-los ao cinema também, e essa era a intensão do feriado, mas em “dia dos mortos” dizem que não é bom sair de casa (os supersticiosos que o digam…).

Outro feriado está chegando… outras oportunidades virão…

Criança tem um pique muito grande, às vezes nos cansa, mas como é bom chegar no final de um dia de brincadeiras e ver que tudo foi feito como alegria e pureza.

Deus conserve a ingenuidade das crianças, principalmente dos meus filhotinhos.

Beijos a todos, Lú.

Eu queria ser CRIANÇA…

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Pegando um gancho no post da Ana em que ela queria eu na verdade queria ser uma eterna criança…

Ter uma mente pura, nada de preocupações, responsabilidades, pensar apenas em brincar, em receber carinho e ser feliz!!!

Isso é que é vida!
Na verdade em alguns momentos me sinto uma criança, grande tudo bem… (ok, não estou falando em tamanho, sei que sou pequena), porque graças a Deus tenho o dom de gostar de crianças.

Digo dom, pois conheço muita gente que não gosta nem de olhar crianças de longe.

Minha mãe teve um jardim de infância durante 18 anos, o qual eu freqüentava diariamente e amava cada um dos meninos. Na verdade eu fui uma das primeiras alunas, e cresci dentro da escola. Quando minha mãe fechou o jardim, eu continuei olhando uma menininha, a Camila, durante um ano, na minha casa mesmo.

Vocês não imaginam como é gostoso conquistar o carinho de uma criança. Naquela época a Camilinha era como minha filha. Eu esperava a manhã toda pela chegada dela, e ela me abraçava tão gostoso que eu delirava. Ainda encontro com ela, que hoje está com 06 anos.

Além da Camilinha, tenho uma filhinha emprestada (filha da minha tia Valéria já falecida) que é o amor da minha vida. É a Flavinha (um beijão para ela, que também é minha fã neste blog).

A Flavinha tem 12 anos, e é a menina mais amável deste mundo. Ela é esperta, acho até que herdou isso de mim… (modéstia) Inteligente, mas às vezes preguiçosa quando o assunto é estudar. Mas amo de paixão essa pretinha (na verdade ela é branquinha e loura, eu a chamo de pretinha).

Junto com a Flavinha, tenho mais três priminhos super legais: André, Thiago e Luiz Alberto. Ah, tem a Bárbara também, mas ela anda com raiva de mim, coisas de criança enciumada (como a Do!)

Na terça-feira, dia 02/11, chamei todos eles para verem filme aqui em casa e curtir o dia. Tudo bem que o filme que peguei na locadora não era nada legal: “O Canguru Jack”, eles detestaram, mas o bom foi rir, brincar de Detetive X Assassino, zoar um com o outro, dar muitos beijos na Flavinha e marcar outros encontros. De vez em quando eu costumo levá-los ao cinema também, e essa era a intensão do feriado, mas em “dia dos mortos” dizem que não é bom sair de casa (os supersticiosos que o digam…).

Outro feriado está chegando… outras oportunidades virão…

Criança tem um pique muito grande, às vezes nos cansa, mas como é bom chegar no final de um dia de brincadeiras e ver que tudo foi feito como alegria e pureza.

Deus conserve a ingenuidade das crianças, principalmente dos meus filhotinhos.

Beijos a todos, Lú.