"No reino animal…

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Tem uns ‘bicho interessante’, imaginem só como é o (piíííí) de um elefante…”



Quem não se lembra desta música dos Mamonas???

Nííííi! Desenterrei essa, né? Só sei que eu “rachava muito os bico” quando ouvia aqueles 5 peças raras “cantando” daquele jeito! 😀



Só sei que estes lances do reino animal são, realmente, muito interessantes. Tenho um irmão que é estudante de Medicina Veterinária, o Ângelo, que me conta cada coisa!

Outro dia fiquei sabendo que, de uma população inteira de papagaios, aproximadamente 1/3 é heterossexual, 1/3 é gay e 1/3 é lésbico! Pode isso, gente?! E para o que consta para os estudiosos dos Psitacídeos, os exemplares lésbicos são os melhores chocadores de ovos!!! Fiquei abismada… E eles ainda fazem experiências com isso, e tudo. Não sei se vocês já sabem, mas os animais desta espécie (araras, papagaios, periquitos, etc) são monogâmicos. Mas segundo o Ângelo, a “monogamia” desses animais silvestres em muito se assemelha à da raça humana… Em outras palavras, dão lá suas escapadinhas, machos e fêmeas. O problema maior ocorre quando há uma separação do casal (que nem nós, né?)… Os especialistas sugerem que o antigo par seja colocado em local diferente do seu companheiro, caso contrário pode haver briga, suicídio, desinteresse do par que restou pelo novo par, etc… Mas quando se fala em local diferente, minha gente, não basta ser em outro cômodo, em outra gaiola, por exemplo, pois não podemos esquecer que estes nossos amiguinhos verdes FALAM! É verdade, eles se comunicam entre si, rolam boatos, gozações, rola falazada sobre tudo, sem contar que sua audição também é apuradíssima… e um não vai querer ficar escutando o seu amado papear com outra gaiata qualquer, nem virar alvo de chacota dos vizinhos, né? Então, os casais separados devem ser colocados beeeeeeeeem longe mesmo, de prefência em outro bairro da cidade, para que a notícia da “traição” não chegue muito rápido, e dê tempo de achar um novo amor enquanto isso!



Agora, a notícia que me acaba de chegar, é que os perus não transam mais com as peruas! É isso mesmo! Não, eles não ficaram impotentes, nem viraram todos gays, apenas perderam o “tesão” pela perua…. perderam o instinto de fazer neném no xenhenhém! Sabem porque????? (claro que tinha que ter uma mão do homem neste caso, né?) De tanto o pessoal das granjas fazerem inseminação artificial nestes animais. Os machos desaprenderam a cruzar com as fêmeas. Vocês devem estar pensando como é feita a “coleta do sêmen”, não é? Se não estavam, eu conto assim mesmo: alguém tem que ir lá e “fazer o serviço” (se é que vocês me entendem) no peruzinho do peru macho, minha gente! Meu Deus, e tem gente que trabalha com isso?… vai entender! (Detalhe: segundo o Ângelo, a professora vai enviar um VÍDEO mostrando a “coleta”… ECA!)



É isso que dá o bicho homem ficar metendo muito a mão (literalmente falando, hehehehe) na natureza dos bichinhos… Imaginem só se a inseminação artifical em humanos fica muito popular, e passa a ser a principal forma de reprodução humana, à frente dos métodos “convencionais”? Vixi, não gosto nem de pensar…



Bem, como a proposta do texto de hoje é divertir e informar, para aqueles que curtem um Karaokê, vão aí dois links óóóóóóóótimos que, farão vocês rirem muito, tá? Prometo!



O primeiro (copiei do Keep Walking):

http://planeta.terra.com.br/arte/nokiahits/backup/mamu.html

O segundo (não tem nada a ver com o mundo animal, mas é muuuuuuiiiiiiitoooooo engraçado!):

http://www.rio.com.br/animation/volare.htm



Viram? MineirasUai também é cultura!



iiiihhhhhh, será que estes dois aí brigaram? Posted by Hello

Ana Letícia

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Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

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