"Diários de uma Viagem – Parte 2"

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Continuando a história da viagem, pessoal, com muita chuva na cuca, durante toda a estrada, chegamos em Cabo Frio.

Aliás, o detalhe da chuva eu tinha me esquecido de comentar…. Vcs acreditam que choveu desde a porta da minha casa, em BH, até chegar em Cabo Frio? É sério! Não tivemos um momento sequer de estiagem! Lá em CF, até o cair da noite de sexta, idem… chuva, chuva, chuva. Ficamos até um pouco preocupados, pois queríamos aproveitar a praia, pelo menos no sábado, e o tempo tava muuuuuito feio.

O sábado chegou e aí…. SOOOOLLLLLL! Muito sol! Aliás, não tinha uma nuvenzinha no céu sequer prá te contar a história… O mar estava de um verde azulado, cristalino, que não dá nem prá descrever. Deu prá ver os peixinhos nadando no rasinho, a areia branca (Ah! A areia branca e fina de CF é um show à parte!) no fundo, seus pés caminhando através da água… huuuummmm Só de lembrar lembro-me da deliciosa sensação de geladinho do mar refrescando a gente todo!

A noite de Cabo Frio é muito engraçada: tem o bobódromo oficial, e tem o Canal.

O Bobódromo Oficial é a orla da praia, avenida pavimentada e muito bem iluminada onde se tem, do lado da praia, um deque com parapeito, e do outro lado, restaurantes, botiques chiques, prédios de apartamentos de cair o queixo, hotéis, etc.

Resultado: a diversão do pessoal é ficar encostado no parapeito do deque (virado prá rua, é claro) e ver o “desfile”. Meninas com seus 13, 14 anos prá lá e prá cá, cochichando e dando risadinhas irritantes, geralmente de sainha, blusinha, plataforma, e uma bijoux comprada na feirinha perto da praia, ah, e é claro, o celular na mão.

Os meninos, geralmente usam um visual meio surfista, bermudão, boné, tênis skatista ou então havaianas.

Tá, tudo bem, isso daí é normal, até que ainda vai. Mas putz, ficar ali, sem fazer nada, horas e horas?! Ah, pelo amor de Deus, é muito sem graça, é muito BOBO, daí chamarmos de “Bobódromo”.

Mas os “boys” de CF é que são os maaaaais engraçados: TODOS tem um GOL, 1.0 L. O detalhe é que, também, TODOS incrementam o carro da mesma forma, parece até que foi combinado: dois canos de descarga à mostra prá parecer que o carro é turbo, rebaixam a suspensão, obrigando-os a circular a 2 km/h quando tem um “gelinho de bahiano” (ou “croquete”, como diz o “Zôi do Gú”) mínimo na pista, quebra-molas então, eles praticamente páram o carro. Além disso, insulfime pretão nas janelas, paradinha listradinha nos faróis baranguérrimas, e, prá tirar a tranqüilidade de qualquer um que esteja calmamente tentanto jantar ou conversar em um dos inúmeros restaurantes da orla, um mega som ligado “no talo”, tocando, obviamente, FUNK CARIOCA ou HIP HOP de péssima qualidade…. Sério mesmo? NINGUÉM MERECE!

Já o Canal, é mais chique, e tem restaurantes mais sofisticados, boates, etc. Tirando o cheiro, porque lá realmente tem um canal (do mar) passando, é muito legal ver os barcos de pescadores ancorados em meio a escunas turísticas incrementadas. O movimento por lá começa tarde, depois da meia-noite, horário em que os “bobos” do “Bobódromo” ficam tontos de tanto dar voltas em torno dos mesmos quarteirões e resolvem fazer o “footing” pros lados do Canal. Aí a coisa fica quente, a paquera rola solta. Entre aspas, é lá que as coisas acontecem, ou seja, as paqueras que rolaram no Bobódromo só se concretizam no Canal. Sacaram?

No domingo, nem curtimos praia, pois foi a prova da Prefeitura de Macaé, então saímos de casa bem cedo prá evitar trânsito, e nos dirigimos à cidade do “Ouro Negro” (p/ quem não sabe, é lá que fica a “Bacia de Campos”, e a Sede – de Extração de Petróleo – da Petrobrás).

Terminada a prova, estrada novamente, e aí adivinha quem nos acompanhou todo o trecho? A chuva, claro.

Dormimos em Juiz de Fora, pois já era bem tarde, e segunda de manhã pegamos a estrada, novamente com mais chuva.

Desta vez, na volta, não tinha mais “Jolivan”´s prá nos acompanhar, apenas os motociclistas sem capacete, proteção nem nada, a nos ultrapassar pela esquerda e quase fazer merda…

Só sei que não tivemos maiores problemas, e chegando em BH, um sol maravilhoso se abriu no céu, e lembrei da beleza desta terra que eu amo, com seu MAR…. de MORROS e MONTANHAS, seu clima agradável, suas pessoas bonitas e, o mais importante, a minha caminha!

Abração a todos, até mais ver

Ana Letícia

"Ensinar a ensinar"

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Nossa Constituição Federal prevê que todos os brasileiros têm direito à educação, sendo que ao Estado cabe o dever de garantir o ensino fundamental e médio. Mas não é uma obrigação exclusiva do Estado, a iniciativa privada também pode “ensinar”.

Mas o problema está quando é necessário “ensinar a ensinar…”

Todos os noticiários dos últimos quinze dias têm falado sobre o vestibular e a reprovação dos estudantes de Direito na prova da OAB de São Paulo… daí decorreu questionamento sobre a aprendizagem dos alunos de Medicina… Mas a história não termina por ai… na verdade só está começando…

Antigamente, na época de nossos pais talvez, era status freqüentar uma faculdade e ser bacharel. Poucas pessoas tinham acesso ao ensino superior. Hoje faculdade virou comércio… em cada esquina uma… e a qualidade lá em baixo.

Para montar um curso superior não basta apenas a parte física, prédio, carteiras, quadro e pincel… é necessário professores qualificados para ensinar os alunos, os futuros profissionais que estarão no mercado de trabalho. Não se deve brincar com o ensino!

E não basta pensar que assim está bom… o nível intelectual do brasileiro vai de mau a pior!

Sei perfeitamente que o aluno não se faz sozinho e que a faculdade também depende da presença dele. Mas tem que ter um equilíbrio.

Eu estudei em duas faculdades (mas apenas no curso de Direito) e nas duas presenciei, em determinado período, reprovação dos cursos pelo MEC. Não porque as faculdades eram ruins ou porque a turma teve conceito baixo no Provão, mas porque no conjunto ainda faltava muita coisa.

Primeiro foi na Faculdade de Direito de Sete Lagoas, onde depois da reprovação pelo MEC, os professores da Universidade Federal começaram a dar aulas lá, levaram projetos para a faculdade, e assim ela melhorou. O segundo fato foi na PUC (e esta é uma ótima universidade de Minas), mas o MEC achou que algumas coisas como biblioteca e salas de aula estavam precisando de reformas. Foi só arrumar (o que ocorreu rapidamente) que logo a faculdade foi aprovada. Algum órgão tem que fiscalizar, sem dúvidas!

Mas não se pode deixar o trabalho todo para o MEC. Diante das inúmeras faculdades e do baixo padrão de ensino, outros órgãos, como a OAB e o CRC, promovem provas para avaliar se os bacharéis realmente aprenderam alguma coisa na faculdade.

O resultado é assustador… sempre muitas reprovações. O que fizeram nos cinco anos de faculdades? Só passearam? Não nego que tinha dia que eu ia à faculdade e não estava com vontade de assistir aula, então dava uma volta… na pracinha da PUC… mas sempre fiz minha parte, fui uma aluna muito estudiosa. Meu lema na faculdade era “não há aluno bom para faculdade ruim, não há faculdade boa, para aluno medíocre”.

O resultado? Hoje tenho orgulho de dizer que passei na prova da OAB, diante de tantos reprovados.

Na verdade, quando fiz a prova, achava que não precisava ser uma avaliação tão difícil, com matérias do curso todo, mas hoje penso que todos os cursos devem ter uma prova para registro em conselhos.

Quem não tem tato para a profissão, não deve ser irresponsável em colocar outras pessoas em risco patrimonial ou de vida.

Faculdade não é para brincar, gasta-se tempo e dinheiro…

Beijos Lú

"Ensinar a ensinar"

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Nossa Constituição Federal prevê que todos os brasileiros têm direito à educação, sendo que ao Estado cabe o dever de garantir o ensino fundamental e médio. Mas não é uma obrigação exclusiva do Estado, a iniciativa privada também pode “ensinar”.

Mas o problema está quando é necessário “ensinar a ensinar…”

Todos os noticiários dos últimos quinze dias têm falado sobre o vestibular e a reprovação dos estudantes de Direito na prova da OAB de São Paulo… daí decorreu questionamento sobre a aprendizagem dos alunos de Medicina… Mas a história não termina por ai… na verdade só está começando…

Antigamente, na época de nossos pais talvez, era status freqüentar uma faculdade e ser bacharel. Poucas pessoas tinham acesso ao ensino superior. Hoje faculdade virou comércio… em cada esquina uma… e a qualidade lá em baixo.

Para montar um curso superior não basta apenas a parte física, prédio, carteiras, quadro e pincel… é necessário professores qualificados para ensinar os alunos, os futuros profissionais que estarão no mercado de trabalho. Não se deve brincar com o ensino!

E não basta pensar que assim está bom… o nível intelectual do brasileiro vai de mau a pior!

Sei perfeitamente que o aluno não se faz sozinho e que a faculdade também depende da presença dele. Mas tem que ter um equilíbrio.

Eu estudei em duas faculdades (mas apenas no curso de Direito) e nas duas presenciei, em determinado período, reprovação dos cursos pelo MEC. Não porque as faculdades eram ruins ou porque a turma teve conceito baixo no Provão, mas porque no conjunto ainda faltava muita coisa.

Primeiro foi na Faculdade de Direito de Sete Lagoas, onde depois da reprovação pelo MEC, os professores da Universidade Federal começaram a dar aulas lá, levaram projetos para a faculdade, e assim ela melhorou. O segundo fato foi na PUC (e esta é uma ótima universidade de Minas), mas o MEC achou que algumas coisas como biblioteca e salas de aula estavam precisando de reformas. Foi só arrumar (o que ocorreu rapidamente) que logo a faculdade foi aprovada. Algum órgão tem que fiscalizar, sem dúvidas!

Mas não se pode deixar o trabalho todo para o MEC. Diante das inúmeras faculdades e do baixo padrão de ensino, outros órgãos, como a OAB e o CRC, promovem provas para avaliar se os bacharéis realmente aprenderam alguma coisa na faculdade.

O resultado é assustador… sempre muitas reprovações. O que fizeram nos cinco anos de faculdades? Só passearam? Não nego que tinha dia que eu ia à faculdade e não estava com vontade de assistir aula, então dava uma volta… na pracinha da PUC… mas sempre fiz minha parte, fui uma aluna muito estudiosa. Meu lema na faculdade era “não há aluno bom para faculdade ruim, não há faculdade boa, para aluno medíocre”.

O resultado? Hoje tenho orgulho de dizer que passei na prova da OAB, diante de tantos reprovados.

Na verdade, quando fiz a prova, achava que não precisava ser uma avaliação tão difícil, com matérias do curso todo, mas hoje penso que todos os cursos devem ter uma prova para registro em conselhos.

Quem não tem tato para a profissão, não deve ser irresponsável em colocar outras pessoas em risco patrimonial ou de vida.

Faculdade não é para brincar, gasta-se tempo e dinheiro…

Beijos Lú

“Não basta ter um corpinho bonito, tem que ter muita cuca no lance”

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O calor vai chegando, o verão apontando e as academias começam a ficar cada vez mais cheias… eu mesma já reclamei na academia que freqüento “Marilu Dias” onde está cada vez mais difícil seguir a seqüência dos exercícios (apesar que isso não é essencial), pois sempre tenho que esperar um aparelho desocupar para malhar… Ai o Beto (coordenador da academia) sempre diz que todo verão é assim, ou melhor, todo mundo começa a malhar em outubro para estar em forma e pegar praia em janeiro (eta mineirada…).

Mas “não basta ter um corpinho bonito, tem que ter muita cuca no lance…”

Para emagrecer, firmar o corpinho, acabar com aquelas gordurinhas localizadas e incômodas (que até os homens reclamam), não basta só malhar, tem que seguir também uma dieta equilibrada. Além disso, ter um “certo controle” sobre o corpo, entendendo seu funcionamento. Tudo começa seguindo certos horários…

Lendo um texto de Yvan Touitou, Cronobiologista da Faculdade de Medicina Pité-Salpêtrière, aprendi coisas interessantes, que vocês também devem saber:

Horário para despertar: Entre 7 e 8hs, pois o corpo produz um hormônio que faz acordar, o cortisol, que neste horário está em sua concentração máxima. Ideal para acordar com facilidade e com o pé direito.
Prazer: das 9hs às 10hs: a hora certa para as folias amorosas, já que a taxa de serotonina (neuro-transmissor ligado ao prazer) está em seu apogeu.

Trabalho: das 10hs às 12hs: O estado de vigilância atinge o seu pico e a memória de curto prazo (que guarda coisas como um número de telefone que olha na lista, é retido por alguns segundos e esquecido na seqüência) está mais ativa. Depois que as endorfinas presentes entre 9hs e 10hs desaparecem, o organismo atinge a sua velocidade ideal. É o momento certo para refletir, discutir idéias e encontrar inspiração.

Descanso: das 13hs às 14 hs: por isso que dá aquela moleza depois do almoço… devido à queda de adrenalina que acelera o ritmo cardíaco. Para retomar a disposição, basta 20 minutos de descanso.

Movimento: das 15hs às 16hs: A forma física encontra o seu apogeu no meio da tarde, ao mesmo tempo em que a capacidade intelectual diminui. Como não há produção de hormônios específicos nesse horário, os cronobiologistas ainda não encontraram uma explicação para o fato.

Rush: das 18hs às 19hs: À partir das 18h, o organismo fica particularmente vulnerável à poluição e ao monóxido de carbono. Convém então limitar o consumo de cigarros e evitar se possível, os engarrafamentos. Também é nesse horário que a atividade intelectual e o estado de vigilância atingem um novo pico, é a hora de desenvolver idéias..

Pileque: toda hora é hora, mas o melhor seria das 20hs às 21hs. Mas cuidado é também o momento em que as enzimas do fígado estão menos ativas, o que faz com que se fique bêbado bem mais rápido.

Sono: à partir das 20hs… ai ai.. só mais tarde… A melatonina (hormônio do sono) invade progressivamente o corpo a partir das 18h. Mas é as 20hs que aparece o primeiro momento ideal para dormir, sucedido por outros iguais a cada duas horas. Para ajudar a cair no sono, fazer amor é uma excelente idéia: o prazer sexual desencadeia a secreção de endorfinas no cérebro, favorecendo o adormecimento.

Hummmm nada mal estes horários, né? Apesar que nesta vida corre-corre não dá para cumprir à risca tudo isso…

Beijos Lú

“Não basta ter um corpinho bonito, tem que ter muita cuca no lance”

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O calor vai chegando, o verão apontando e as academias começam a ficar cada vez mais cheias… eu mesma já reclamei na academia que freqüento “Marilu Dias” onde está cada vez mais difícil seguir a seqüência dos exercícios (apesar que isso não é essencial), pois sempre tenho que esperar um aparelho desocupar para malhar… Ai o Beto (coordenador da academia) sempre diz que todo verão é assim, ou melhor, todo mundo começa a malhar em outubro para estar em forma e pegar praia em janeiro (eta mineirada…).

Mas “não basta ter um corpinho bonito, tem que ter muita cuca no lance…”

Para emagrecer, firmar o corpinho, acabar com aquelas gordurinhas localizadas e incômodas (que até os homens reclamam), não basta só malhar, tem que seguir também uma dieta equilibrada. Além disso, ter um “certo controle” sobre o corpo, entendendo seu funcionamento. Tudo começa seguindo certos horários…

Lendo um texto de Yvan Touitou, Cronobiologista da Faculdade de Medicina Pité-Salpêtrière, aprendi coisas interessantes, que vocês também devem saber:

Horário para despertar: Entre 7 e 8hs, pois o corpo produz um hormônio que faz acordar, o cortisol, que neste horário está em sua concentração máxima. Ideal para acordar com facilidade e com o pé direito.
Prazer: das 9hs às 10hs: a hora certa para as folias amorosas, já que a taxa de serotonina (neuro-transmissor ligado ao prazer) está em seu apogeu.

Trabalho: das 10hs às 12hs: O estado de vigilância atinge o seu pico e a memória de curto prazo (que guarda coisas como um número de telefone que olha na lista, é retido por alguns segundos e esquecido na seqüência) está mais ativa. Depois que as endorfinas presentes entre 9hs e 10hs desaparecem, o organismo atinge a sua velocidade ideal. É o momento certo para refletir, discutir idéias e encontrar inspiração.

Descanso: das 13hs às 14 hs: por isso que dá aquela moleza depois do almoço… devido à queda de adrenalina que acelera o ritmo cardíaco. Para retomar a disposição, basta 20 minutos de descanso.

Movimento: das 15hs às 16hs: A forma física encontra o seu apogeu no meio da tarde, ao mesmo tempo em que a capacidade intelectual diminui. Como não há produção de hormônios específicos nesse horário, os cronobiologistas ainda não encontraram uma explicação para o fato.

Rush: das 18hs às 19hs: À partir das 18h, o organismo fica particularmente vulnerável à poluição e ao monóxido de carbono. Convém então limitar o consumo de cigarros e evitar se possível, os engarrafamentos. Também é nesse horário que a atividade intelectual e o estado de vigilância atingem um novo pico, é a hora de desenvolver idéias..

Pileque: toda hora é hora, mas o melhor seria das 20hs às 21hs. Mas cuidado é também o momento em que as enzimas do fígado estão menos ativas, o que faz com que se fique bêbado bem mais rápido.

Sono: à partir das 20hs… ai ai.. só mais tarde… A melatonina (hormônio do sono) invade progressivamente o corpo a partir das 18h. Mas é as 20hs que aparece o primeiro momento ideal para dormir, sucedido por outros iguais a cada duas horas. Para ajudar a cair no sono, fazer amor é uma excelente idéia: o prazer sexual desencadeia a secreção de endorfinas no cérebro, favorecendo o adormecimento.

Hummmm nada mal estes horários, né? Apesar que nesta vida corre-corre não dá para cumprir à risca tudo isso…

Beijos Lú

Conceito "A"!

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Deus ouviu minhas preces! Por quatro anos seguidos, não aguentava nem ouvir falar das calouradas do UNI-BH (faculdade onde estudo). O DCE daqui era o Mudança Já. Eles até fundaram uma ong….ÔÔÔÔ.
Fato importante: todos os integrantes do DCE Mudança Já, entraram para o “governo” com uma mão na frente e outra atrás, até que fizeram algumas benfeitorias, como: coloraram uma mesa de sinuca e de totó no galpão da faculdade, conseguiam uns 2 ou 3 ônibus por ano para “alguns” DAs , mas só para viagens próximas, isso sem falar das calouradas, era uma maravilha; altas bandinhas de Axé, Pagodão mulherada dã e os playboys então, só não tinham aplicado mais bombas no corpo por falta de espaço. Depois de lindos 4 aninhos com a mesma sinuca, as mesmas festinhas, o mesmo totó, eis que o presidente do DCE, Miguel não sei das quantas, resolve canditar-se para vereador de Belo Horizonte. Foi um dos candidatos que mais gastou com a campanha. Detalhe, tinha dito acima que eram todos “pobres”, cansei de encontrá-los no busão. Hoje? Todos de carrinho 0 bala. De onde eles tiraram dinheiro? Dos otários que contribuem com a taxa do DCE junto a mesalidade, na qual, estou incluida. Os de “esquerda”, nunca conseguiram chegar nem perto das votações, é claro, é difícil encontrar gente que pensa. Os modismos estão à solta.
Dia 18 de Novembro foi a votação para escolher o novo “conselho do DCE”. Mas, os “queridinhos” não se canditaram. Agora eles vão roubar na câmara, frequentaram a escolinha por 4 anos. Se formaram e vão disputar com os cachorros grandes lá na câmara. Teve uma única chapa: “CONCEITO”, digamos que, de esquerda. Ganharam!!!!! Também, eram eles e eles mesmos. Confesso que não dei muita importância, já estou saindo da faculdade e nem procurei saber das propostas, votação e etc.
Hoje, 08:00h, me senti extremamente arrependida, pois o novo presidente do DCE do UNI-BH, Fernando Augusto, saiu estampado na primeira página do Caderno de Cultura do EM. A reportagem entitulada, Da resistência ao Axé, fala um pouco dos anos 60, em que a mobilização política era priorizada para uma sociedade mais democrática, isso tudo através de movimentos estudantis, culturais. O primeiro presidente da UNE (União Nacional de Estudante) foi o poeta Ferreira Goulart, que fala sobre o “regresso”. Movimentos estes, que marcaram uma geração e lançaram muita gente importante (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque dentre outros).

Quando comentei sobre essa reportagem no escritório onde trabalho, dizendo que seria uma enorme felicidade, se o DCE desenvolvesse programas e projetos culturais que realmente valessem à pena participar, como: teatro, debates, mobilizações, shows que tenham fundamentos poéticos, políticos, atístico regional. Eis que o Gabriel (estudante de Direito, 19 anos e morador da zona Sul de Belo Horizonte), que trabalha comigo, deixou escapar essa asneira: ” Quê isso Dô, esse DCE tá por fora, não vai dar em nada pois, a outra chapa (Mudança Já) é que era bacana com os shows de axé. Era tão bacana que lotava e só de gente bonita. E esse DCE novo, não vai dar em nada… A moda é o axé, pagode, sertanejo…
Meu Deus, há uma distorção de valores? Ou eu estou ficando maluca?
“…sempre há forças que buscam a inovação responsável.”

(Fernando Conde, um dos coordenadores do DCE da UFMG.)

Aproveitando a oportunidade e o título. O meu curso foi aprovado pelo MEC, com conceito A . Olha que a minha turma vai se formar n final do ano e foi o único conceito A dos cursos de Turismo avalidados em Belo Horizonte.
Parabéns turma!
Beijos!
Donária

Conceito "A"!

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Deus ouviu minhas preces! Por quatro anos seguidos, não aguentava nem ouvir falar das calouradas do UNI-BH (faculdade onde estudo). O DCE daqui era o Mudança Já. Eles até fundaram uma ong….ÔÔÔÔ.
Fato importante: todos os integrantes do DCE Mudança Já, entraram para o “governo” com uma mão na frente e outra atrás, até que fizeram algumas benfeitorias, como: coloraram uma mesa de sinuca e de totó no galpão da faculdade, conseguiam uns 2 ou 3 ônibus por ano para “alguns” DAs , mas só para viagens próximas, isso sem falar das calouradas, era uma maravilha; altas bandinhas de Axé, Pagodão mulherada dã e os playboys então, só não tinham aplicado mais bombas no corpo por falta de espaço. Depois de lindos 4 aninhos com a mesma sinuca, as mesmas festinhas, o mesmo totó, eis que o presidente do DCE, Miguel não sei das quantas, resolve canditar-se para vereador de Belo Horizonte. Foi um dos candidatos que mais gastou com a campanha. Detalhe, tinha dito acima que eram todos “pobres”, cansei de encontrá-los no busão. Hoje? Todos de carrinho 0 bala. De onde eles tiraram dinheiro? Dos otários que contribuem com a taxa do DCE junto a mesalidade, na qual, estou incluida. Os de “esquerda”, nunca conseguiram chegar nem perto das votações, é claro, é difícil encontrar gente que pensa. Os modismos estão à solta.
Dia 18 de Novembro foi a votação para escolher o novo “conselho do DCE”. Mas, os “queridinhos” não se canditaram. Agora eles vão roubar na câmara, frequentaram a escolinha por 4 anos. Se formaram e vão disputar com os cachorros grandes lá na câmara. Teve uma única chapa: “CONCEITO”, digamos que, de esquerda. Ganharam!!!!! Também, eram eles e eles mesmos. Confesso que não dei muita importância, já estou saindo da faculdade e nem procurei saber das propostas, votação e etc.
Hoje, 08:00h, me senti extremamente arrependida, pois o novo presidente do DCE do UNI-BH, Fernando Augusto, saiu estampado na primeira página do Caderno de Cultura do EM. A reportagem entitulada, Da resistência ao Axé, fala um pouco dos anos 60, em que a mobilização política era priorizada para uma sociedade mais democrática, isso tudo através de movimentos estudantis, culturais. O primeiro presidente da UNE (União Nacional de Estudante) foi o poeta Ferreira Goulart, que fala sobre o “regresso”. Movimentos estes, que marcaram uma geração e lançaram muita gente importante (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque dentre outros).

Quando comentei sobre essa reportagem no escritório onde trabalho, dizendo que seria uma enorme felicidade, se o DCE desenvolvesse programas e projetos culturais que realmente valessem à pena participar, como: teatro, debates, mobilizações, shows que tenham fundamentos poéticos, políticos, atístico regional. Eis que o Gabriel (estudante de Direito, 19 anos e morador da zona Sul de Belo Horizonte), que trabalha comigo, deixou escapar essa asneira: ” Quê isso Dô, esse DCE tá por fora, não vai dar em nada pois, a outra chapa (Mudança Já) é que era bacana com os shows de axé. Era tão bacana que lotava e só de gente bonita. E esse DCE novo, não vai dar em nada… A moda é o axé, pagode, sertanejo…
Meu Deus, há uma distorção de valores? Ou eu estou ficando maluca?
“…sempre há forças que buscam a inovação responsável.”

(Fernando Conde, um dos coordenadores do DCE da UFMG.)

Aproveitando a oportunidade e o título. O meu curso foi aprovado pelo MEC, com conceito A . Olha que a minha turma vai se formar n final do ano e foi o único conceito A dos cursos de Turismo avalidados em Belo Horizonte.
Parabéns turma!
Beijos!
Donária

"Chapa Éguia" – Diários de uma viagem

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Roupas na mala, protetor solar na bolsa, “comida no papinho e pé no caminho”…

Partimos para uma viagem para Cabo Frio, prá variar.

O Uno “Milho” é valente, subiu e desceu Serras, ultrapassando caminhões, ônibus, respondendo bem ao ser acionado, economizando a “gasosa” prá nós.

Na baixada fluminense, eis que surge o Jolivan. Amigo, calmo, inesperado. Nos acompanhou um bom tempo na estrada reta e quente, margeada por fazendas com vacas, garças, urubus, mato, muito mato… enfim, os latifúndios de um Brasil que não cumpre a sua função social.

Jolivan era um caminhão, e por incrível que pareça, sua presença quase constante durante toda a estrada da baixada nos divertiu. Primeiro pelo nome, nada convencional. Pensamos inclusive em sugerí-lo a um amigo, cuja mulher está grávida, para dar nome ao bebê (sacanagem!)… Segundo, pelo tamanho da coisa: mais de 18m de comprimento. E terceiro, porque nos protegeu de alguns motoristas apressadinhos (pois foi graças ao Joliva´s que não nos colidimos), e um carro de polícia (isso mesmo!) que insistiu em ultrapassar-nos (ó Uno “Milho” e o Jolivan) na faixa contínua! (Temos foto para comprovar, é verdade!). Jolivan, amigo, nos deixou, ao passarmos por Magé. Ficou num engarrafamento monstro, graças ao péssimo planejamento da pista que colocou um ponto de ônibus bem na saída do trevo…. Vai entender. Melhor prá nós, porque pudemos acelerar até os 100 km/h, ao invés dos 60 km/h “seguros” que o Jô-jô nos deixava fazer, e assim chegamos mais rápido ao nosso destino: Região dos Lagos.

Durante toda a estrada, além das paisagens e dos animais que enfeitavam os terrenos às margens, várias placas com os mesmos dizeres nos intrigaram: “AQUI – CHAPA ÉGUIA”

Mas que diabos era aquilo? “Chapa éguia”? Não seria “chapa égüa”? Mas o que era “chapa égüa”, se fosse mesmo isso que as placas queriam dizer? Pensamos logo numa expressão mineiresca: “chapar os melão” = tomar todas, beber tudo que eu conseguir e mais um pouco, beber até cair, etc e etc. Vai ver que lá naquelas bandas cariocas “chapa égüa” (ou éguia) era o mesmo que “chapar os melão”, e que tinha um buteco na beira da estrada dos bons prá tomar daquela “água que passarinho não bebe”… Vai entender, né?

Foi aí que nos veio a luz: outra placa, desta vez industrializada, e não escrita à mão como as outras: “AQUI – CHAPA E GUIA”. Uai, mas não era “Chapa éguia”? Não minha gente, a pessoa que “cuidadosamente” manufaturou toscamente as outras placas esqueceu de dar um espaço entre o “e” e o “guia”, fazendo com que nós, exímios conhecedores da língua portuguesa (hã-hã, tá bom…), deduzíssemos de cara que ali haveria um acento agudo no “e”!!! Sacaram? Ligando ao fato de que haviam 10 caminhões para cada carro no local, CHAPA e GUIA são as pessoas que ajudam a fazer o carregamento do caminhão e que guiam os caminhoneiros, muitas vezes de outros estados longínqüos aos seus destinos… Aaaaaaahhhhhh booooooommmmm!

Acho que depois desta aula de português despedir-me-ei de vocês, mas semana que vem estarei de volta, ok?

Beijos,

Ana Letícia.

"Chapa Éguia" – Diários de uma viagem

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Roupas na mala, protetor solar na bolsa, “comida no papinho e pé no caminho”…

Partimos para uma viagem para Cabo Frio, prá variar.

O Uno “Milho” é valente, subiu e desceu Serras, ultrapassando caminhões, ônibus, respondendo bem ao ser acionado, economizando a “gasosa” prá nós.

Na baixada fluminense, eis que surge o Jolivan. Amigo, calmo, inesperado. Nos acompanhou um bom tempo na estrada reta e quente, margeada por fazendas com vacas, garças, urubus, mato, muito mato… enfim, os latifúndios de um Brasil que não cumpre a sua função social.

Jolivan era um caminhão, e por incrível que pareça, sua presença quase constante durante toda a estrada da baixada nos divertiu. Primeiro pelo nome, nada convencional. Pensamos inclusive em sugerí-lo a um amigo, cuja mulher está grávida, para dar nome ao bebê (sacanagem!)… Segundo, pelo tamanho da coisa: mais de 18m de comprimento. E terceiro, porque nos protegeu de alguns motoristas apressadinhos (pois foi graças ao Joliva´s que não nos colidimos), e um carro de polícia (isso mesmo!) que insistiu em ultrapassar-nos (ó Uno “Milho” e o Jolivan) na faixa contínua! (Temos foto para comprovar, é verdade!). Jolivan, amigo, nos deixou, ao passarmos por Magé. Ficou num engarrafamento monstro, graças ao péssimo planejamento da pista que colocou um ponto de ônibus bem na saída do trevo…. Vai entender. Melhor prá nós, porque pudemos acelerar até os 100 km/h, ao invés dos 60 km/h “seguros” que o Jô-jô nos deixava fazer, e assim chegamos mais rápido ao nosso destino: Região dos Lagos.

Durante toda a estrada, além das paisagens e dos animais que enfeitavam os terrenos às margens, várias placas com os mesmos dizeres nos intrigaram: “AQUI – CHAPA ÉGUIA”

Mas que diabos era aquilo? “Chapa éguia”? Não seria “chapa égüa”? Mas o que era “chapa égüa”, se fosse mesmo isso que as placas queriam dizer? Pensamos logo numa expressão mineiresca: “chapar os melão” = tomar todas, beber tudo que eu conseguir e mais um pouco, beber até cair, etc e etc. Vai ver que lá naquelas bandas cariocas “chapa égüa” (ou éguia) era o mesmo que “chapar os melão”, e que tinha um buteco na beira da estrada dos bons prá tomar daquela “água que passarinho não bebe”… Vai entender, né?

Foi aí que nos veio a luz: outra placa, desta vez industrializada, e não escrita à mão como as outras: “AQUI – CHAPA E GUIA”. Uai, mas não era “Chapa éguia”? Não minha gente, a pessoa que “cuidadosamente” manufaturou toscamente as outras placas esqueceu de dar um espaço entre o “e” e o “guia”, fazendo com que nós, exímios conhecedores da língua portuguesa (hã-hã, tá bom…), deduzíssemos de cara que ali haveria um acento agudo no “e”!!! Sacaram? Ligando ao fato de que haviam 10 caminhões para cada carro no local, CHAPA e GUIA são as pessoas que ajudam a fazer o carregamento do caminhão e que guiam os caminhoneiros, muitas vezes de outros estados longínqüos aos seus destinos… Aaaaaaahhhhhh booooooommmmm!

Acho que depois desta aula de português despedir-me-ei de vocês, mas semana que vem estarei de volta, ok?

Beijos,

Ana Letícia.

Nova rotina de Posts – Mineiras, Uai!

Padrão

Pessoal,

Sabemos que estamos meio em falta com vocês… Mas é que realmente na semana passada as coisas ficaram um pouco confusas com relação a nossa nova rotina de posts no Mineiras.

Estava ficando muito cansativo e desgastante postar todos os dias, já que nós três trabalhamos (e muito!), estudamos, etc. Mesmo sendo cada uma num dia da semana, a inspiração estava nos pregando peças por causa do cansaço.

Sendo assim, resolvemos fazer 3 posts por semana, às 2as, 4as e 6as feiras. Será feito um rodízio para que todas nós possamos escrever em todos os dias da semana, ou seja, não haverá um dia fixo para cada uma.

Também, não “folgaremos” nos feriados, para não deixar o blog abandonado como ficou na semana passada, e para que não haja mais confusão também.

Sendo assim, hoje, segunda-feira, seria o meu dia, mas como estou completamente atolada de serviço, só vou ter tempo de escrever isto aqui mesmo, sobre a nossa nova rotina. Amanhã venho com um post legal, sobre a viagem do final de semana.

No mais, é isto mesmo.

Estamos abertas a sugestões e reclamações nos comments ou pelo nosso SAC, ok?

Abraços a todos,

Ana Letícia, pelas Mineiras, Uai!