Coisas que só acontecem comigo

Padrão

Tem coisas que só acontecem comigo, é algo assim, simplesmente, inexplicável… Sem contar a quantidade invejável de micos e situações constrangedoras que já passei, tem certos fatos que, quando eu conto, ningém acredita…
Por exemplo, perder dois ônibus no mesmo dia: isso já é situação rotineira pra mim… Parece que a “Lei de Murphy” está estampada na minha cara… Já aconteceu de 2 vezes por semana isto ocorrer comigo. Aqui em casa o acesso é meio complicado, apesar de o bairro ser súper bem localizado, próximo do Centro, e tal, a minha ladeira é que f. as coisas. Então, aqui é fisicamente impossível passar ônibus. Pra pegar o bus pra ir ao trabalho, tenho que descer a rua (1 quarteirão “ladeiresco”) e andar mais 1 quarteirão (plano, a pé). Detalhe é que o ônibus só passa mais ou menos de 20 em 20 minutos, e me deixa distante do escritório mais uns 7 quarteirões… É pernas pra que te quero!!! (Pelo menos eu me mantenho em forma, obrigatoriamente).
No entanto, tem um outro ônibus que me deixa praticamente na porta do escritório, só que tenho que andar uns 08 quarteirões aqui dentro do bairro – entre descidas e subidas um tanto quanto íngremes – para chegar na tal avenida em que o dito passa. Quando estou empolgada, vou até lá, mesmo porque eu prefiro andar no meu bairro que no Barro Preto (bem mais centrão, onde fica o escritório). O problema é que ocorre freqüentemente de eu estar descendo a minha ladeira e o ônibus estar passando lá embaixo – e não dá pra descer correndo nem a pau, a não ser que eu queira chegar lá embaixo rolando. Aí é que eu penso: “tudo bem, lá na avenida passa o outro ônibus que me deixa bem na porta do escritório, e até melhor que eu faço uma caminhada”. Só que ocorre de eu estar chegando na esquina da avenida e o tal estar passando lá do outro lado… E é aí que você tem que fazer uma escolha entre chegar cedo no serviço – e correr risco de vida travessando uma avenida movimentada – OU chegar uns 15 minutinhos mais tarde, mas viva, com certeza. Eu fico com a segunda opção.
O problema é que o pessoal do escritório tem uma certa resistência em aceitar isso, e já aconteceu de eu chegar lá e nem receber um “Bom dia”… Fazer o quê, né? O transporte “ridicoletivo” daqui de BH não coopera!!! E assim a gente vai levando a nossa vida…
Hoje de manhã a cena presenciada foi meio surreal… Estava eu na tal avenida, esperando o busão, quando começo a ouvir uns apitos, uma gritaria… Só me faltava essa: PROTESTO! MANIFESTAÇÃO POPULAR! ESTUDANTES! Ninguém merece… quase 09 da manhã, não era pra esse povo estar estudando??? E olha que o ponto de ônibus fica muuuuuito longe da prefeitura e tudo, uns 10 quarteirões de distância da Assembléia Legislativa, nada a ver protestarem ali, e o pior, ocupando 2 pistas e 1/2 das 3 que a avenida possui. Resultado: 25 minutos de atraso no serviço, engarrafamento daqui até lá. Agora, vai contar isso pro chefe!? Quem vai acreditar? É por isso que eu digo, tem coisas que só acontecem comigo…
Hoje a chuva não deu trégua… Desde às 14h que está chovendo, sem parar. BH quando chove é uma merda. (Desculpem o palavreado de hoje, mas como podem ver, estou “um pouco” estressada.) Parece que fica todo mundo desesperado e, ao invés de terem mais cuidado, acabam dirigindo pior que aluno de auto-escola. O trânsito fica um caos, e hoje a coisa ficou preta por ser véspera de feriado… O pobre coitado do meu irmão, todo solícito, se ofereceu pra me buscar no serviço, já que a inteligência única aqui esqueceu o guarda-chuva em casa logo no único dia da semana que resolveu chover quase o dia inteiro. Tadinho, levou uns 45 minutos pra chegar no meu trabalho, sendo que em dias e horários “normais” o tempo que gastamos é 15 minutos, no máximo. A volta foi o pior, 1 hora e meia no trânsito, que não saía do lugar. Enfim, morar na capital é isso aí: muito stress, trâsito, buzinas, pessoas irritadas. Tem dias que me dá vontade de sumir e me enfiar numa grota, num lugar onde ninguém pudesse me achar e o único barulho existente fossem os pássaros cantando e o vento batendo nas folhas das árvores. Eu só teria um problema: não poderia viver sem internet.. Então, por enquanto, fico por aqui mesmo, tentando fazer a minha vida.
Como se não bastasse o engarrafamento de arrancar os cabelos, fui chegando em casa e dou de cara com minha mãe, desesperada, com cara de enterro. Pensei logo que alguém tivesse sofrido um acidente, meu coração até disparou. Adivinhem? Esqueceu a gaiolinha do hamster aberta, acabou cochilando, e quando foi ver, ele tinha fugido (o Adamastor mesmo, aquele que ela pensou que tinha morrido, no início deste ano). O pior é que ela estava sozinha em casa, a lâmpada do quarto queimou, e ela não pega nestes bichinhos nem se pagarem! Ainda bem que ele me ouviu chegar e saiu rapidinho do esconderijo, doido pra ganhar umas sementinhas e um colinho quentinho…
Pois é, se eu contar, fica difícil de acreditar, né não?
Êta diazinho estressante, sô!

E vocês? Também têm causos pra contar?

Beijos,

Ana Letícia.

Coisas que só acontecem comigo

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Tem coisas que só acontecem comigo, é algo assim, simplesmente, inexplicável… Sem contar a quantidade invejável de micos e situações constrangedoras que já passei, tem certos fatos que, quando eu conto, ningém acredita…
Por exemplo, perder dois ônibus no mesmo dia: isso já é situação rotineira pra mim… Parece que a “Lei de Murphy” está estampada na minha cara… Já aconteceu de 2 vezes por semana isto ocorrer comigo. Aqui em casa o acesso é meio complicado, apesar de o bairro ser súper bem localizado, próximo do Centro, e tal, a minha ladeira é que f. as coisas. Então, aqui é fisicamente impossível passar ônibus. Pra pegar o bus pra ir ao trabalho, tenho que descer a rua (1 quarteirão “ladeiresco”) e andar mais 1 quarteirão (plano, a pé). Detalhe é que o ônibus só passa mais ou menos de 20 em 20 minutos, e me deixa distante do escritório mais uns 7 quarteirões… É pernas pra que te quero!!! (Pelo menos eu me mantenho em forma, obrigatoriamente).
No entanto, tem um outro ônibus que me deixa praticamente na porta do escritório, só que tenho que andar uns 08 quarteirões aqui dentro do bairro – entre descidas e subidas um tanto quanto íngremes – para chegar na tal avenida em que o dito passa. Quando estou empolgada, vou até lá, mesmo porque eu prefiro andar no meu bairro que no Barro Preto (bem mais centrão, onde fica o escritório). O problema é que ocorre freqüentemente de eu estar descendo a minha ladeira e o ônibus estar passando lá embaixo – e não dá pra descer correndo nem a pau, a não ser que eu queira chegar lá embaixo rolando. Aí é que eu penso: “tudo bem, lá na avenida passa o outro ônibus que me deixa bem na porta do escritório, e até melhor que eu faço uma caminhada”. Só que ocorre de eu estar chegando na esquina da avenida e o tal estar passando lá do outro lado… E é aí que você tem que fazer uma escolha entre chegar cedo no serviço – e correr risco de vida travessando uma avenida movimentada – OU chegar uns 15 minutinhos mais tarde, mas viva, com certeza. Eu fico com a segunda opção.
O problema é que o pessoal do escritório tem uma certa resistência em aceitar isso, e já aconteceu de eu chegar lá e nem receber um “Bom dia”… Fazer o quê, né? O transporte “ridicoletivo” daqui de BH não coopera!!! E assim a gente vai levando a nossa vida…
Hoje de manhã a cena presenciada foi meio surreal… Estava eu na tal avenida, esperando o busão, quando começo a ouvir uns apitos, uma gritaria… Só me faltava essa: PROTESTO! MANIFESTAÇÃO POPULAR! ESTUDANTES! Ninguém merece… quase 09 da manhã, não era pra esse povo estar estudando??? E olha que o ponto de ônibus fica muuuuuito longe da prefeitura e tudo, uns 10 quarteirões de distância da Assembléia Legislativa, nada a ver protestarem ali, e o pior, ocupando 2 pistas e 1/2 das 3 que a avenida possui. Resultado: 25 minutos de atraso no serviço, engarrafamento daqui até lá. Agora, vai contar isso pro chefe!? Quem vai acreditar? É por isso que eu digo, tem coisas que só acontecem comigo…
Hoje a chuva não deu trégua… Desde às 14h que está chovendo, sem parar. BH quando chove é uma merda. (Desculpem o palavreado de hoje, mas como podem ver, estou “um pouco” estressada.) Parece que fica todo mundo desesperado e, ao invés de terem mais cuidado, acabam dirigindo pior que aluno de auto-escola. O trânsito fica um caos, e hoje a coisa ficou preta por ser véspera de feriado… O pobre coitado do meu irmão, todo solícito, se ofereceu pra me buscar no serviço, já que a inteligência única aqui esqueceu o guarda-chuva em casa logo no único dia da semana que resolveu chover quase o dia inteiro. Tadinho, levou uns 45 minutos pra chegar no meu trabalho, sendo que em dias e horários “normais” o tempo que gastamos é 15 minutos, no máximo. A volta foi o pior, 1 hora e meia no trânsito, que não saía do lugar. Enfim, morar na capital é isso aí: muito stress, trâsito, buzinas, pessoas irritadas. Tem dias que me dá vontade de sumir e me enfiar numa grota, num lugar onde ninguém pudesse me achar e o único barulho existente fossem os pássaros cantando e o vento batendo nas folhas das árvores. Eu só teria um problema: não poderia viver sem internet.. Então, por enquanto, fico por aqui mesmo, tentando fazer a minha vida.
Como se não bastasse o engarrafamento de arrancar os cabelos, fui chegando em casa e dou de cara com minha mãe, desesperada, com cara de enterro. Pensei logo que alguém tivesse sofrido um acidente, meu coração até disparou. Adivinhem? Esqueceu a gaiolinha do hamster aberta, acabou cochilando, e quando foi ver, ele tinha fugido (o Adamastor mesmo, aquele que ela pensou que tinha morrido, no início deste ano). O pior é que ela estava sozinha em casa, a lâmpada do quarto queimou, e ela não pega nestes bichinhos nem se pagarem! Ainda bem que ele me ouviu chegar e saiu rapidinho do esconderijo, doido pra ganhar umas sementinhas e um colinho quentinho…
Pois é, se eu contar, fica difícil de acreditar, né não?
Êta diazinho estressante, sô!

E vocês? Também têm causos pra contar?

Beijos,

Ana Letícia.

Coisas que só acontecem comigo

Padrão

Tem coisas que só acontecem comigo, é algo assim, simplesmente, inexplicável… Sem contar a quantidade invejável de micos e situações constrangedoras que já passei, tem certos fatos que, quando eu conto, ningém acredita…
Por exemplo, perder dois ônibus no mesmo dia: isso já é situação rotineira pra mim… Parece que a “Lei de Murphy” está estampada na minha cara… Já aconteceu de 2 vezes por semana isto ocorrer comigo. Aqui em casa o acesso é meio complicado, apesar de o bairro ser súper bem localizado, próximo do Centro, e tal, a minha ladeira é que f. as coisas. Então, aqui é fisicamente impossível passar ônibus. Pra pegar o bus pra ir ao trabalho, tenho que descer a rua (1 quarteirão “ladeiresco”) e andar mais 1 quarteirão (plano, a pé). Detalhe é que o ônibus só passa mais ou menos de 20 em 20 minutos, e me deixa distante do escritório mais uns 7 quarteirões… É pernas pra que te quero!!! (Pelo menos eu me mantenho em forma, obrigatoriamente).
No entanto, tem um outro ônibus que me deixa praticamente na porta do escritório, só que tenho que andar uns 08 quarteirões aqui dentro do bairro – entre descidas e subidas um tanto quanto íngremes – para chegar na tal avenida em que o dito passa. Quando estou empolgada, vou até lá, mesmo porque eu prefiro andar no meu bairro que no Barro Preto (bem mais centrão, onde fica o escritório). O problema é que ocorre freqüentemente de eu estar descendo a minha ladeira e o ônibus estar passando lá embaixo – e não dá pra descer correndo nem a pau, a não ser que eu queira chegar lá embaixo rolando. Aí é que eu penso: “tudo bem, lá na avenida passa o outro ônibus que me deixa bem na porta do escritório, e até melhor que eu faço uma caminhada”. Só que ocorre de eu estar chegando na esquina da avenida e o tal estar passando lá do outro lado… E é aí que você tem que fazer uma escolha entre chegar cedo no serviço – e correr risco de vida travessando uma avenida movimentada – OU chegar uns 15 minutinhos mais tarde, mas viva, com certeza. Eu fico com a segunda opção.
O problema é que o pessoal do escritório tem uma certa resistência em aceitar isso, e já aconteceu de eu chegar lá e nem receber um “Bom dia”… Fazer o quê, né? O transporte “ridicoletivo” daqui de BH não coopera!!! E assim a gente vai levando a nossa vida…
Hoje de manhã a cena presenciada foi meio surreal… Estava eu na tal avenida, esperando o busão, quando começo a ouvir uns apitos, uma gritaria… Só me faltava essa: PROTESTO! MANIFESTAÇÃO POPULAR! ESTUDANTES! Ninguém merece… quase 09 da manhã, não era pra esse povo estar estudando??? E olha que o ponto de ônibus fica muuuuuito longe da prefeitura e tudo, uns 10 quarteirões de distância da Assembléia Legislativa, nada a ver protestarem ali, e o pior, ocupando 2 pistas e 1/2 das 3 que a avenida possui. Resultado: 25 minutos de atraso no serviço, engarrafamento daqui até lá. Agora, vai contar isso pro chefe!? Quem vai acreditar? É por isso que eu digo, tem coisas que só acontecem comigo…
Hoje a chuva não deu trégua… Desde às 14h que está chovendo, sem parar. BH quando chove é uma merda. (Desculpem o palavreado de hoje, mas como podem ver, estou “um pouco” estressada.) Parece que fica todo mundo desesperado e, ao invés de terem mais cuidado, acabam dirigindo pior que aluno de auto-escola. O trânsito fica um caos, e hoje a coisa ficou preta por ser véspera de feriado… O pobre coitado do meu irmão, todo solícito, se ofereceu pra me buscar no serviço, já que a inteligência única aqui esqueceu o guarda-chuva em casa logo no único dia da semana que resolveu chover quase o dia inteiro. Tadinho, levou uns 45 minutos pra chegar no meu trabalho, sendo que em dias e horários “normais” o tempo que gastamos é 15 minutos, no máximo. A volta foi o pior, 1 hora e meia no trânsito, que não saía do lugar. Enfim, morar na capital é isso aí: muito stress, trâsito, buzinas, pessoas irritadas. Tem dias que me dá vontade de sumir e me enfiar numa grota, num lugar onde ninguém pudesse me achar e o único barulho existente fossem os pássaros cantando e o vento batendo nas folhas das árvores. Eu só teria um problema: não poderia viver sem internet.. Então, por enquanto, fico por aqui mesmo, tentando fazer a minha vida.
Como se não bastasse o engarrafamento de arrancar os cabelos, fui chegando em casa e dou de cara com minha mãe, desesperada, com cara de enterro. Pensei logo que alguém tivesse sofrido um acidente, meu coração até disparou. Adivinhem? Esqueceu a gaiolinha do hamster aberta, acabou cochilando, e quando foi ver, ele tinha fugido (o Adamastor mesmo, aquele que ela pensou que tinha morrido, no início deste ano). O pior é que ela estava sozinha em casa, a lâmpada do quarto queimou, e ela não pega nestes bichinhos nem se pagarem! Ainda bem que ele me ouviu chegar e saiu rapidinho do esconderijo, doido pra ganhar umas sementinhas e um colinho quentinho…
Pois é, se eu contar, fica difícil de acreditar, né não?
Êta diazinho estressante, sô!

E vocês? Também têm causos pra contar?

Beijos,

Ana Letícia.

Ô Mico!

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E por falar em situações inusitadas, muitas vezes eu acho que sou a rainha dos micos! Se bem que, pelo menos aqui no blog já tenho a Donária como minha forte concorrente… (aquela do taxi que não era taxi pra mim foi o cúmulo!) Tem uma amiga da época do Colégio, então, que era “palosa” demais, até a gente que não tinha nada a ver com a “pála” acabava entrando no meio da história, eu mesma já fui vítima das pálas antológicas da Fê.
Teve um dia em que descíamos juntas as escadas do Loyola, conversando, a Fê gesticulando as mãos e os braços para todas as direções (coisa de italiano, né – a família dela tem raízes na “bota”). Lá de baixo, vinha subindo um garoto uns 2 anos mais velho que a gente – nós devíamos ser do 1º ano e ele do 3º – ao qual chamávamos de “Luquinhas” (apesar de ele nunca ter notado a nossa existência, até aquele dia pelo menos, nós sabíamos o seu nome), achávamos gatinho e coisa e tal. Fernanda se empolgou, e contava o caso cada vez mais de forma mais enfática e, é claro, gesticulando mais.
No exato momento em que cruzamos com ele na escadaria, a Fê, de tanto gesticular, acabou batendo a mão na bunda do menino (e eu prefiro pensar que realmente foi sem querer). Só que já estávamos mais pro final das escadas, e na portaria do Colégio tinha uma grande multidão, querendo ir embora. Pois não é que a Fernanda me bate a mão no bumbum do dito cujo, sai correndo e se enfia no meio da multidão, e eu lá, parada, sem entender nada do disparo da dona Fernanda, e o menino olhando prá mim com uma cara… pensando que eu é que tinha “passado a mão” nele, quase me batendo. Só quando eu consegui me enfiar na multidão e sair para a calçada do lado de fora, foi que eu dei de frente com a Fê, com a cara mais vermelha deste mundo, passando mal de tanto rir de mim, me explicando o ocorrido. Vocação para pagar micos, é comigo mesmo!
Há alguns anos antes do fato acima, estava eu, minha mãe e meu pai fazendo caminhada na Praça da Liberdade numa fim de tarde de um agradável domingo. Meu pai, piadista que é, resolveu dar a volta pela ‘contra-mão’ na praça, no intuito de “ver se achava alguém conhecido’ – pois andando na ‘contra-mão’ a gente vê os rostos das pessoas, né.
Eu e mamãe continuamos na mesma direção, prá marcar o tempo que íamos demorar prá reencontrar com o papai na praça. Demos uma volta e nada. Duas, nada. Três, nada de Cláudio Costa. Na quarta volta, resolvemos ficar paradas no mesmo lugar, tentando localizá-lo no meio do povo. Olhei para a minha direita e vi o papai, lá na frente, caminhando conversando com uma mulher, loura.
– “Olha o papai ali, mãe!” E saí correndo na direção, no intuito de “dar um flagrante” nele, que muito animadamente conversava com aquela mulher, que nunca tínhamos visto antes.
Tomei distância e saí em disparada, e chegando perto, de um pulo só agarrei o papai pelas costas. Momento slow motion: eu no ar, pulando pra alcançar as costas do meu pai, pensando ” nossa, o papai tá mais alto, mais cabeludo, com as costas mais largas!” Falei, agarrada às costas como se fosse um macaquinho:
– “Ê pai, te peguei no flagra, heim? Quem é essa aí?”
Foi quando os dois pararam (o “meu pai” e a loura) e fui tirada das costas, o homem tentando se explicar prá mulher, que eu não era filha dele, e eu olhando prá cara do homem, assustada “Uai, você não é o meu pai”!
Na mesma velocidade em que corri em direção do homem, virei e corri em direção da mamãe, e foi quando eu vi, ela e meu pai, dando gargalhadas de tanto rir de mim confundindo meu pai com outro homem. Todos me olhando, sem exceção. Ai, que vergonha, que mico!!!
E o Chevete do meu pai? Teve uma época que tínhamos um Chevete branco, muito arrumadinho, era o xodó da casa, até meu pai comprar o Monza (que está conosco desde 1987 – já é peça de museu!). O Chevete, meio enciumado, começou a dar problema atrás de problema, vivia na oficina. Num belo dia, resolveu disparar a buzina, e por onde a gente passava era:
– Pan-pan-paaaaaaannnnnn! Pan-pan-paaaaaaaannnnn! (Detalhe que a gente nem encostava na buzina, ela tinha vontade própria!)
Eu, no auge da minha aborrecência (lá pros 13, 14 anos), fazia todas as ginásticas e esgotava todos os argumentos possíveis para que meu pai me levasse no colégio de Monza, e não de Chevete. Mesmo assim, eu descia do carro no quarteirão de cima, prá ninguém me ver chegando no Colégio de carona com o “papai”.
Só que, como sempre, naquele dia em específico, o Monza é que foi parar na oficina, e meu pai foi me levar de Chevete com a buzina disparada no Colégio. Obviamente que eu pedi prá descer antes, mas parece que meu pai queria me ver com vergonha, e insistiu prá me deixar na porta!
O pior: era dia de Olimpíadas do Colégio, e estava todo mundo na porta, fazendo torcida, concentração, etc, e a minha chegada sendo anunciada:
– Pan-pan-paaaaaaannnnnnnnnn! Pan-pan-paaaaaaannnnnnnn! Tchau, filhinha, dá um beijo no pai!
O que eu queria era dar um soco nele e desaparecer!
Pois é, pessoal, com esse histórico aí, nem precisa de diploma de bacharel em pagar micos, né não?

Beijos

Ana Letícia

Ô Mico!

Padrão
E por falar em situações inusitadas, muitas vezes eu acho que sou a rainha dos micos! Se bem que, pelo menos aqui no blog já tenho a Donária como minha forte concorrente… (aquela do taxi que não era taxi pra mim foi o cúmulo!) Tem uma amiga da época do Colégio, então, que era “palosa” demais, até a gente que não tinha nada a ver com a “pála” acabava entrando no meio da história, eu mesma já fui vítima das pálas antológicas da Fê.
Teve um dia em que descíamos juntas as escadas do Loyola, conversando, a Fê gesticulando as mãos e os braços para todas as direções (coisa de italiano, né – a família dela tem raízes na “bota”). Lá de baixo, vinha subindo um garoto uns 2 anos mais velho que a gente – nós devíamos ser do 1º ano e ele do 3º – ao qual chamávamos de “Luquinhas” (apesar de ele nunca ter notado a nossa existência, até aquele dia pelo menos, nós sabíamos o seu nome), achávamos gatinho e coisa e tal. Fernanda se empolgou, e contava o caso cada vez mais de forma mais enfática e, é claro, gesticulando mais.
No exato momento em que cruzamos com ele na escadaria, a Fê, de tanto gesticular, acabou batendo a mão na bunda do menino (e eu prefiro pensar que realmente foi sem querer). Só que já estávamos mais pro final das escadas, e na portaria do Colégio tinha uma grande multidão, querendo ir embora. Pois não é que a Fernanda me bate a mão no bumbum do dito cujo, sai correndo e se enfia no meio da multidão, e eu lá, parada, sem entender nada do disparo da dona Fernanda, e o menino olhando prá mim com uma cara… pensando que eu é que tinha “passado a mão” nele, quase me batendo. Só quando eu consegui me enfiar na multidão e sair para a calçada do lado de fora, foi que eu dei de frente com a Fê, com a cara mais vermelha deste mundo, passando mal de tanto rir de mim, me explicando o ocorrido. Vocação para pagar micos, é comigo mesmo!
Há alguns anos antes do fato acima, estava eu, minha mãe e meu pai fazendo caminhada na Praça da Liberdade numa fim de tarde de um agradável domingo. Meu pai, piadista que é, resolveu dar a volta pela ‘contra-mão’ na praça, no intuito de “ver se achava alguém conhecido’ – pois andando na ‘contra-mão’ a gente vê os rostos das pessoas, né.
Eu e mamãe continuamos na mesma direção, prá marcar o tempo que íamos demorar prá reencontrar com o papai na praça. Demos uma volta e nada. Duas, nada. Três, nada de Cláudio Costa. Na quarta volta, resolvemos ficar paradas no mesmo lugar, tentando localizá-lo no meio do povo. Olhei para a minha direita e vi o papai, lá na frente, caminhando conversando com uma mulher, loura.
– “Olha o papai ali, mãe!” E saí correndo na direção, no intuito de “dar um flagrante” nele, que muito animadamente conversava com aquela mulher, que nunca tínhamos visto antes.
Tomei distância e saí em disparada, e chegando perto, de um pulo só agarrei o papai pelas costas. Momento slow motion: eu no ar, pulando pra alcançar as costas do meu pai, pensando ” nossa, o papai tá mais alto, mais cabeludo, com as costas mais largas!” Falei, agarrada às costas como se fosse um macaquinho:
– “Ê pai, te peguei no flagra, heim? Quem é essa aí?”
Foi quando os dois pararam (o “meu pai” e a loura) e fui tirada das costas, o homem tentando se explicar prá mulher, que eu não era filha dele, e eu olhando prá cara do homem, assustada “Uai, você não é o meu pai”!
Na mesma velocidade em que corri em direção do homem, virei e corri em direção da mamãe, e foi quando eu vi, ela e meu pai, dando gargalhadas de tanto rir de mim confundindo meu pai com outro homem. Todos me olhando, sem exceção. Ai, que vergonha, que mico!!!
E o Chevete do meu pai? Teve uma época que tínhamos um Chevete branco, muito arrumadinho, era o xodó da casa, até meu pai comprar o Monza (que está conosco desde 1987 – já é peça de museu!). O Chevete, meio enciumado, começou a dar problema atrás de problema, vivia na oficina. Num belo dia, resolveu disparar a buzina, e por onde a gente passava era:
– Pan-pan-paaaaaaannnnnn! Pan-pan-paaaaaaaannnnn! (Detalhe que a gente nem encostava na buzina, ela tinha vontade própria!)
Eu, no auge da minha aborrecência (lá pros 13, 14 anos), fazia todas as ginásticas e esgotava todos os argumentos possíveis para que meu pai me levasse no colégio de Monza, e não de Chevete. Mesmo assim, eu descia do carro no quarteirão de cima, prá ninguém me ver chegando no Colégio de carona com o “papai”.
Só que, como sempre, naquele dia em específico, o Monza é que foi parar na oficina, e meu pai foi me levar de Chevete com a buzina disparada no Colégio. Obviamente que eu pedi prá descer antes, mas parece que meu pai queria me ver com vergonha, e insistiu prá me deixar na porta!
O pior: era dia de Olimpíadas do Colégio, e estava todo mundo na porta, fazendo torcida, concentração, etc, e a minha chegada sendo anunciada:
– Pan-pan-paaaaaaannnnnnnnnn! Pan-pan-paaaaaaannnnnnnn! Tchau, filhinha, dá um beijo no pai!
O que eu queria era dar um soco nele e desaparecer!
Pois é, pessoal, com esse histórico aí, nem precisa de diploma de bacharel em pagar micos, né não?

Beijos

Ana Letícia

Ô Mico!

Padrão
E por falar em situações inusitadas, muitas vezes eu acho que sou a rainha dos micos! Se bem que, pelo menos aqui no blog já tenho a Donária como minha forte concorrente… (aquela do taxi que não era taxi pra mim foi o cúmulo!) Tem uma amiga da época do Colégio, então, que era “palosa” demais, até a gente que não tinha nada a ver com a “pála” acabava entrando no meio da história, eu mesma já fui vítima das pálas antológicas da Fê.
Teve um dia em que descíamos juntas as escadas do Loyola, conversando, a Fê gesticulando as mãos e os braços para todas as direções (coisa de italiano, né – a família dela tem raízes na “bota”). Lá de baixo, vinha subindo um garoto uns 2 anos mais velho que a gente – nós devíamos ser do 1º ano e ele do 3º – ao qual chamávamos de “Luquinhas” (apesar de ele nunca ter notado a nossa existência, até aquele dia pelo menos, nós sabíamos o seu nome), achávamos gatinho e coisa e tal. Fernanda se empolgou, e contava o caso cada vez mais de forma mais enfática e, é claro, gesticulando mais.
No exato momento em que cruzamos com ele na escadaria, a Fê, de tanto gesticular, acabou batendo a mão na bunda do menino (e eu prefiro pensar que realmente foi sem querer). Só que já estávamos mais pro final das escadas, e na portaria do Colégio tinha uma grande multidão, querendo ir embora. Pois não é que a Fernanda me bate a mão no bumbum do dito cujo, sai correndo e se enfia no meio da multidão, e eu lá, parada, sem entender nada do disparo da dona Fernanda, e o menino olhando prá mim com uma cara… pensando que eu é que tinha “passado a mão” nele, quase me batendo. Só quando eu consegui me enfiar na multidão e sair para a calçada do lado de fora, foi que eu dei de frente com a Fê, com a cara mais vermelha deste mundo, passando mal de tanto rir de mim, me explicando o ocorrido. Vocação para pagar micos, é comigo mesmo!
Há alguns anos antes do fato acima, estava eu, minha mãe e meu pai fazendo caminhada na Praça da Liberdade numa fim de tarde de um agradável domingo. Meu pai, piadista que é, resolveu dar a volta pela ‘contra-mão’ na praça, no intuito de “ver se achava alguém conhecido’ – pois andando na ‘contra-mão’ a gente vê os rostos das pessoas, né.
Eu e mamãe continuamos na mesma direção, prá marcar o tempo que íamos demorar prá reencontrar com o papai na praça. Demos uma volta e nada. Duas, nada. Três, nada de Cláudio Costa. Na quarta volta, resolvemos ficar paradas no mesmo lugar, tentando localizá-lo no meio do povo. Olhei para a minha direita e vi o papai, lá na frente, caminhando conversando com uma mulher, loura.
– “Olha o papai ali, mãe!” E saí correndo na direção, no intuito de “dar um flagrante” nele, que muito animadamente conversava com aquela mulher, que nunca tínhamos visto antes.
Tomei distância e saí em disparada, e chegando perto, de um pulo só agarrei o papai pelas costas. Momento slow motion: eu no ar, pulando pra alcançar as costas do meu pai, pensando ” nossa, o papai tá mais alto, mais cabeludo, com as costas mais largas!” Falei, agarrada às costas como se fosse um macaquinho:
– “Ê pai, te peguei no flagra, heim? Quem é essa aí?”
Foi quando os dois pararam (o “meu pai” e a loura) e fui tirada das costas, o homem tentando se explicar prá mulher, que eu não era filha dele, e eu olhando prá cara do homem, assustada “Uai, você não é o meu pai”!
Na mesma velocidade em que corri em direção do homem, virei e corri em direção da mamãe, e foi quando eu vi, ela e meu pai, dando gargalhadas de tanto rir de mim confundindo meu pai com outro homem. Todos me olhando, sem exceção. Ai, que vergonha, que mico!!!
E o Chevete do meu pai? Teve uma época que tínhamos um Chevete branco, muito arrumadinho, era o xodó da casa, até meu pai comprar o Monza (que está conosco desde 1987 – já é peça de museu!). O Chevete, meio enciumado, começou a dar problema atrás de problema, vivia na oficina. Num belo dia, resolveu disparar a buzina, e por onde a gente passava era:
– Pan-pan-paaaaaaannnnnn! Pan-pan-paaaaaaaannnnn! (Detalhe que a gente nem encostava na buzina, ela tinha vontade própria!)
Eu, no auge da minha aborrecência (lá pros 13, 14 anos), fazia todas as ginásticas e esgotava todos os argumentos possíveis para que meu pai me levasse no colégio de Monza, e não de Chevete. Mesmo assim, eu descia do carro no quarteirão de cima, prá ninguém me ver chegando no Colégio de carona com o “papai”.
Só que, como sempre, naquele dia em específico, o Monza é que foi parar na oficina, e meu pai foi me levar de Chevete com a buzina disparada no Colégio. Obviamente que eu pedi prá descer antes, mas parece que meu pai queria me ver com vergonha, e insistiu prá me deixar na porta!
O pior: era dia de Olimpíadas do Colégio, e estava todo mundo na porta, fazendo torcida, concentração, etc, e a minha chegada sendo anunciada:
– Pan-pan-paaaaaaannnnnnnnnn! Pan-pan-paaaaaaannnnnnnn! Tchau, filhinha, dá um beijo no pai!
O que eu queria era dar um soco nele e desaparecer!
Pois é, pessoal, com esse histórico aí, nem precisa de diploma de bacharel em pagar micos, né não?

Beijos

Ana Letícia

SITUAÇÕES INUSITADAS

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Acontecem fatos em nossa vida que até Deus duvida… situações realmente inusitadas, que na hora levamos um susto, ficamos ressabiados, mas depois não passam de boas histórias cômicas.

Já deve ter acontecido com você também:
– parar uma pessoa na rua para cumprimentar achando que é alguém conhecido, ledo engando;
– dar aquele tchauzinho básico para alguém ao longe, e sequer a pessoa olha para você (vulgo perder o tchau);
– andar por aí cantarolando uma música brega que não sai da sua cabeça, todo mundo achando que você é doido;
– correr para pegar o ônibus que está arrancando do ponto e dar de cara com a porta fechada, ou dar sinal para o ônibus e ele não parar para você;
– dar risadas do tombo de outra pessoa e depois ganhar uma “sentada” por causa disso.
E tantas outras coisas que poderia enumerar, que acabaria o espaço deste post… de qualquer forma, passamos por cada situação vexatória, que não gostaríamos nem de lembrar (mas enquanto lêem este post, vão lembrando das suas aí…)

Algumas histórias nos marcam tanto, que dariam um bom “Retrato Falado” (quadro humorístico da Denise Fraga no Fantático), como o caso que discuti com a Ana na semana passada, fato hilário, mas que gerou um processo judicial. Olha o que aconteceu!

Um casal de noivos se preparando para o casório, tudo bonito, perfeito, amor sem limites, gastos com tudo do bom e do melhor para marcar a união. Não restam dúvidas de que casar custa caro (lembrando que separar mais ainda), mas é o sonho de toda noiva vestir aquele vestido branco, véu e grinalda, damas, a Igreja linda e uma festa prefeita. Perfeita? Eu disse isso? Seria, claro, se o buffet contratado para a recepção aparecesse na hora do evento.
Gente, foi isso mesmo que aconteceu! Não foi uma festa com buffet escasso (recomendo a todos assistir a peça teatral “Como sobreviver em festas e recepções com buffet escasso”), foi uma festa SEM buffet!
Imaginem só que horror, você sair do casamento, depois do ato consumado, e achar que vai se deliciar numa festa e não encontra nem água para tomar! O serviço de buffet contratado não apareceu no evento. Os noivos e convidados mais chegados tiveram a brilhante idéia de comparar pizza, cortada à palito, porque outra solução não tinham, num sábado às onze horas da noite. Cerveja e refri? Tudo dos butecos próximos ao evento. Imaginem o preço! Bolo, bombons e etc, nem pensar… Todo mundo se mobilizou para as compras e por fim a festa saiu. As pizzas salvaram a noite!
Hoje, o casal de noivos processam judicialmente o cerimonial contratado requerendo reparação de danos materiais e morais.
Um verdadeiro vexame, mas hoje já dá para rir da história.

Rir da desgraça dos outros é fácil, mas e da nossa própria? Quero comentar o que aconteceu comigo, neste final de semana, na festa “Os Normais II”, na Academia Alta Energia, no bairro Ouro Preto. Estava eu e a Lets, minha fiel amiga, dançando, bebendo, paquerando, na maior alegria quando, de repente, senti que afundei num buraco. Mas como, se estávamos na parte coberta do salão, sem ao menos sinal de piso quebrado? Buraco, que nada! Estava eu de botas e o salto de um pé resolve quebrar no meio daquela festa de arromba, pode??? Ai ai ai… só comigo!
Eu desesperei quando vi, chamei a Lets com pressa e desci para o banheiro, andando na ponta dos pés, com o salto na mão. Chegando no banheiro lotado (como sempre é o feminino) a faxineira tentou de toda forma me ajudar, mas a única solução seria agora quebrar o outro salto para ficar na mesma altura. Ai que vexame!
A minha sorte, no entanto, foi que a Raissa, outra amiga, estava descalça porque tinha cansado da sandália dela. Ai eu pedi emprestada e foi a minha salvação, apesar de ser um número a mais do que eu calço, mas deu certo! Imaginem eu, já pequena deste jeito, com um pé cambeta ou dois saltos quebrados?
Mas a estória ainda não terminou… a Raissa ainda deixou eu ir embora para casa com a sandália, e ela foi descalça para a dela (isso é que é amiga). Cheguei e coloquei a sandália no chão… quando acordo pela manhã está o Xuxuco, meu novo cãozinho, com o sapato na boca, já mordido… ai meu Deus, não poderia ser pior! Lá fui eu na casa da Raissa contar o ocorrido, pedir desculpas, a agora ter que levar a sandália e minha bota ao sapateiro.
Que comédia!

Viver é uma arte, passar por situações inusitadas é um vexame, superar tudo é uma dádiva!
Beijos Lú

O que faz bem a sua saúde?

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Essa semana eu li um texto excelente do Luís Fernando Veríssimo sobre o que faz bem a saúde. Desde que nascemos nossos pais nos dizem que devemos comer verduras e legumes para ter uma vida saudável. Que não devemos comer bobagens como balas, diminuir nos biscoitos, chiclets faz mal para os dentes e tal… Tanta coisa que a gente até diz: “ah, oh mãe, que saco!”
Muita coisa pode ser até verdade, mas tudo depende de experiências, estatísticas, lembrando que cada pessoa tem um corpo que rejeita ou absorve as coisas de determinada forma.

Sempre me disseram que cenoura fazia bem para a visão. Amo e como cenoura e, no entanto, minha miopia não estabilizou até hoje…
Leite com manga? Acho que é lenda… mas também ninguém come os dois ao mesmo tempo, a não ser em suco, e nunca ouvi dizer que alguém tenha passado mal por causa disso.
Comer ovo ou banana à noite: ai tenho minhas dúvidas… porque acho banana pesado para comer à noite, se como, tenho uma sonhação danada… podem rir, mas é sério.
Maçã, tomate e mussarela são bons preventivos para o câncer; alho e pimenta para o coração; água é bom para emagrecer, mas se tomar em horário errado, muda o efeito; folhas como alface e couve fazem bem para a pele, elimina os cravos; laranja é bom para o intestino. Chocolate faz bem ou faz mal???
E tantas coisas mais, receitinhas que até Deus duvida!

Mas devemos comer de forma moderada, porque o exagero também não faz bem. O mais seguro, como disse o Veríssimo é não mudar de hábitos, porque cada um sabe o que faz bem ou faz mal para sua saúde, seu intestino… para não precisar sair correndo pela tangente…

Coisa boa para a saúde mesmo é dormir bem, acordar bem disposto, amar, sentir felicidade com você e com os outros, ler um bom livro, fazer uma viagem inesquecível ou apenas para relaxar, sentir prazer, estar em paz, dançar e cantar até a voz acabar, dar bons beijos e um abraço bem caloroso!

Porque estar com raiva e sentir-se mal não vai ter maça, tomate, mussarela, alho, pimenta, água, alface, couve, laranja, chocolate ou qualquer outra simpatia que faça melhorar. Muitos males estão em nossa cabeça ou no coração guardados… extravasar é sempre o melhor remédio!

Confesso que eu estou em paz e por mais que o mundo apresente dificuldades, acho que tudo vai ficar bem no final! Estou apreendendo isso nas aulas de Yôga, onde descobri que tenho uma paz interior maior do que tudo. Sinto-me muito bem, descobri que me amar é fundamental!

Já que falei do Fernando Veríssimo, termino o texto fazendo minhas as palavras dele:

“Conversa é melhor do que piada.
Beijar é melhor do que fumar.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.”

Beijos a todos, Lú

O que faz bem a sua saúde?

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Essa semana eu li um texto excelente do Luís Fernando Veríssimo sobre o que faz bem a saúde. Desde que nascemos nossos pais nos dizem que devemos comer verduras e legumes para ter uma vida saudável. Que não devemos comer bobagens como balas, diminuir nos biscoitos, chiclets faz mal para os dentes e tal… Tanta coisa que a gente até diz: “ah, oh mãe, que saco!”
Muita coisa pode ser até verdade, mas tudo depende de experiências, estatísticas, lembrando que cada pessoa tem um corpo que rejeita ou absorve as coisas de determinada forma.

Sempre me disseram que cenoura fazia bem para a visão. Amo e como cenoura e, no entanto, minha miopia não estabilizou até hoje…
Leite com manga? Acho que é lenda… mas também ninguém come os dois ao mesmo tempo, a não ser em suco, e nunca ouvi dizer que alguém tenha passado mal por causa disso.
Comer ovo ou banana à noite: ai tenho minhas dúvidas… porque acho banana pesado para comer à noite, se como, tenho uma sonhação danada… podem rir, mas é sério.
Maçã, tomate e mussarela são bons preventivos para o câncer; alho e pimenta para o coração; água é bom para emagrecer, mas se tomar em horário errado, muda o efeito; folhas como alface e couve fazem bem para a pele, elimina os cravos; laranja é bom para o intestino. Chocolate faz bem ou faz mal???
E tantas coisas mais, receitinhas que até Deus duvida!

Mas devemos comer de forma moderada, porque o exagero também não faz bem. O mais seguro, como disse o Veríssimo é não mudar de hábitos, porque cada um sabe o que faz bem ou faz mal para sua saúde, seu intestino… para não precisar sair correndo pela tangente…

Coisa boa para a saúde mesmo é dormir bem, acordar bem disposto, amar, sentir felicidade com você e com os outros, ler um bom livro, fazer uma viagem inesquecível ou apenas para relaxar, sentir prazer, estar em paz, dançar e cantar até a voz acabar, dar bons beijos e um abraço bem caloroso!

Porque estar com raiva e sentir-se mal não vai ter maça, tomate, mussarela, alho, pimenta, água, alface, couve, laranja, chocolate ou qualquer outra simpatia que faça melhorar. Muitos males estão em nossa cabeça ou no coração guardados… extravasar é sempre o melhor remédio!

Confesso que eu estou em paz e por mais que o mundo apresente dificuldades, acho que tudo vai ficar bem no final! Estou apreendendo isso nas aulas de Yôga, onde descobri que tenho uma paz interior maior do que tudo. Sinto-me muito bem, descobri que me amar é fundamental!

Já que falei do Fernando Veríssimo, termino o texto fazendo minhas as palavras dele:

“Conversa é melhor do que piada.
Beijar é melhor do que fumar.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.”

Beijos a todos, Lú

Mãe

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“Mamãe,

Você é ‘tan’ linda, mas ‘tan’ linda, que parece mais uma ‘tolipa’ vermelha no meu ‘gardim’!

Eu te amo!”

Dicionário: ‘tan’ = tão
‘tolipa’ = tulipa, flor européia muito comum na Holanda e em países de clima
temperado da América do Sul, como a Argentina.
‘gardim’ = jardim

Este poeminha (tsc) eu escrevi prá minha mãe no dia das mães, quando eu tinha uns 06 anos de idade, e abaixo fiz um desenho muito fofo de um jardim florido… Pena que o scanner de casa está quebrado, pois a mamãe guarda até hoje este bilhetinho…

Homenagem das “Mineiras, Uai!” a todas as mamães do mundo!

E mãe, você continua linda do mesmo jeito, tá?

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Desculpem o atraso do post… pelo menos saiu, né?