Notícia que chega

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U2

No dia que a notícia chegou
E o homem falou
Quem não acreditava
Que o preto era branco
Ouvindo, falava:
O mundo acabou

E quando tudo ia bem
O governo era zen
E o povo não duvidava
Do dinheiro no banco
Um belo dia… a grana sumiu
E o homem faliu
Chorou e riu
Da sua vida desgraçada
Da mulher que ele não amava
Da bebida que ele não largava
E do trabalho que ele não gostava

E olhando tudo aquilo
De supetão, acordou
E percebeu que sonhou
Com um mundo que não existia
Que ele apenas sobrevivia
Numa mentirinha só
Uma aqui
Outra ali
Fazendo de conta que fez as contas
E assim se passaram anos a fio.

Mas a vida é assim:
Uns dias bela,
Noutros amarga
Cinzenta,
Tal qual o beijo que você roubou
Ou como a roupa que você usou
Quando o Brasil ganhou o penta
E você ainda era dela.

Ana

(Texto e foto: Ana Letícia.)

Os Cravos e as Rosas…

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Pintura de Celia LacayoMineiras, Uai!’s Flickr

Poderia ser mais uma daquelas histórias da nossa amiga Dô, contando os casos da Princesa e o Sapinho… mas prefiro chamar essa “fábula” de “O CRAVO E A ROSA”, mas no final vão ver que tem mais rosas e cravos por ai do que se pensa… e quantas vezes passamos por isso…

No carnaval deste ano, a Rosa conheceu o Cravo, e no meio daquele agito todo de folia não deu tanta importância a sua presença e carinho despendidos. A Rosa queria mais curtir com a turma e as pessoas que conheceu por lá… gente nova, tudo festa!

Aí o tempo passou… o carnaval acabou, a rotina voltou ao normal. Rosa cuidava da casa, do jardim, das outras amigas flores, Margarida e Azaléia (novata no jardim). O Cravo, com toda sua pose de galã de novela, claro que não se conformou com o NÃO da Rosa no carnaval, e deu um jeitinho de se infiltrar em seu jardim encantado. Para que não parecesse tão abusado, o Cravo veio acompanhado de outros dois cravinhos, que logo logo se aproximaram de Margarida e a Azaléia.

Hummm… nada mal três cravos e três flores… mas o destino começou a unir e desunir estes trios. A Rosa descobriu que uma flor estrangeira, que viera do outro lado do Ocidente, dona do coração do Cravo, voltou a frequentar o jardim onde ele era o rei. Murcha, a Rosa resolveu cuidar apenas de suas companheiras e deixou que o acaso desse um jeitinho em tudo…

Até que não demorou muito… a flor estrangeira não quis mais namorar o Cravo, na certa conheceu um cravo mais robusto do outro lado do Pacífico ou pensa em curtir com outras flores a juventude que tem. O certo é que o Cravo estava com o caminho livre para prosseguir em sua conquista à Rosa, e esta, apesar de decepcionada com o incidente e de aconselhada por muitos, resolveu dar uma nova chance ao Cravo.

Quando se pensava que a história iria dar certo, tudo se complicou. E desandou não só para a Rosa, mas para Margarida e Azaléia que já tinham entrado na paquera com os cravinhos… confusão no jardim!

Apesar de não estarem comprometidos com outras flores, descobriu-se que o cravinho que paquerava a Margarida ainda guardava em seu coração as flores antigas que nele habitavam. Só o tempo cura um amor perdido? Ou o tempo e outra paixão? Rosa e Margarida apostavam nessa segunda opção, mas ainda não conseguiram conquistar seus cravos…

De todas, a história da Azaléia é a menos complicada. O cravinho dela não está comprometido com ninguém, e disposto a entregar seu coração a ela. Só que no caso, a Azaléia é que queria ir com mais calma, para não levar uma rasteira do jardim. Então vinha apenas conversando com o cravinho e analisando se daria certo ou não. Até que resolveu entregar seu coração a ele. Ai que lindo!

Mas nunca se entende cabeça de cravo ou de rosa… Depois disso, vinham as três flores dando sempre um jeitinho de freqüentar o jardim dos cravos, nem que fosse de passagem. Mas eles começaram um joguinho de se fazer de difíceis, sabe-se lá para quê! Um dia eles amavam, no outro faziam de durões. Se um quer e o outro também, entreguem-se! Quem não arrisca não sabe o que vai acontecer!

A história ainda não uniu os pares… está tudo inacabado… esperando que o destino una esses corações amantes, estas flores perfumadas e estes cravos galãs.

Rosa, Margarida e Azaléia esperam um final bom para estas histórias, mas não têm como prever o que vai acontecer!

Aguardem próximos capítulos…

Beijos, Lú.

Os Cravos e as Rosas…

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Pintura de Celia LacayoMineiras, Uai!’s Flickr

Poderia ser mais uma daquelas histórias da nossa amiga Dô, contando os casos da Princesa e o Sapinho… mas prefiro chamar essa “fábula” de “O CRAVO E A ROSA”, mas no final vão ver que tem mais rosas e cravos por ai do que se pensa… e quantas vezes passamos por isso…

No carnaval deste ano, a Rosa conheceu o Cravo, e no meio daquele agito todo de folia não deu tanta importância a sua presença e carinho despendidos. A Rosa queria mais curtir com a turma e as pessoas que conheceu por lá… gente nova, tudo festa!

Aí o tempo passou… o carnaval acabou, a rotina voltou ao normal. Rosa cuidava da casa, do jardim, das outras amigas flores, Margarida e Azaléia (novata no jardim). O Cravo, com toda sua pose de galã de novela, claro que não se conformou com o NÃO da Rosa no carnaval, e deu um jeitinho de se infiltrar em seu jardim encantado. Para que não parecesse tão abusado, o Cravo veio acompanhado de outros dois cravinhos, que logo logo se aproximaram de Margarida e a Azaléia.

Hummm… nada mal três cravos e três flores… mas o destino começou a unir e desunir estes trios. A Rosa descobriu que uma flor estrangeira, que viera do outro lado do Ocidente, dona do coração do Cravo, voltou a frequentar o jardim onde ele era o rei. Murcha, a Rosa resolveu cuidar apenas de suas companheiras e deixou que o acaso desse um jeitinho em tudo…

Até que não demorou muito… a flor estrangeira não quis mais namorar o Cravo, na certa conheceu um cravo mais robusto do outro lado do Pacífico ou pensa em curtir com outras flores a juventude que tem. O certo é que o Cravo estava com o caminho livre para prosseguir em sua conquista à Rosa, e esta, apesar de decepcionada com o incidente e de aconselhada por muitos, resolveu dar uma nova chance ao Cravo.

Quando se pensava que a história iria dar certo, tudo se complicou. E desandou não só para a Rosa, mas para Margarida e Azaléia que já tinham entrado na paquera com os cravinhos… confusão no jardim!

Apesar de não estarem comprometidos com outras flores, descobriu-se que o cravinho que paquerava a Margarida ainda guardava em seu coração as flores antigas que nele habitavam. Só o tempo cura um amor perdido? Ou o tempo e outra paixão? Rosa e Margarida apostavam nessa segunda opção, mas ainda não conseguiram conquistar seus cravos…

De todas, a história da Azaléia é a menos complicada. O cravinho dela não está comprometido com ninguém, e disposto a entregar seu coração a ela. Só que no caso, a Azaléia é que queria ir com mais calma, para não levar uma rasteira do jardim. Então vinha apenas conversando com o cravinho e analisando se daria certo ou não. Até que resolveu entregar seu coração a ele. Ai que lindo!

Mas nunca se entende cabeça de cravo ou de rosa… Depois disso, vinham as três flores dando sempre um jeitinho de freqüentar o jardim dos cravos, nem que fosse de passagem. Mas eles começaram um joguinho de se fazer de difíceis, sabe-se lá para quê! Um dia eles amavam, no outro faziam de durões. Se um quer e o outro também, entreguem-se! Quem não arrisca não sabe o que vai acontecer!

A história ainda não uniu os pares… está tudo inacabado… esperando que o destino una esses corações amantes, estas flores perfumadas e estes cravos galãs.

Rosa, Margarida e Azaléia esperam um final bom para estas histórias, mas não têm como prever o que vai acontecer!

Aguardem próximos capítulos…

Beijos, Lú.

Os Cravos e as Rosas…

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Pintura de Celia LacayoMineiras, Uai!’s Flickr

Poderia ser mais uma daquelas histórias da nossa amiga Dô, contando os casos da Princesa e o Sapinho… mas prefiro chamar essa “fábula” de “O CRAVO E A ROSA”, mas no final vão ver que tem mais rosas e cravos por ai do que se pensa… e quantas vezes passamos por isso…

No carnaval deste ano, a Rosa conheceu o Cravo, e no meio daquele agito todo de folia não deu tanta importância a sua presença e carinho despendidos. A Rosa queria mais curtir com a turma e as pessoas que conheceu por lá… gente nova, tudo festa!

Aí o tempo passou… o carnaval acabou, a rotina voltou ao normal. Rosa cuidava da casa, do jardim, das outras amigas flores, Margarida e Azaléia (novata no jardim). O Cravo, com toda sua pose de galã de novela, claro que não se conformou com o NÃO da Rosa no carnaval, e deu um jeitinho de se infiltrar em seu jardim encantado. Para que não parecesse tão abusado, o Cravo veio acompanhado de outros dois cravinhos, que logo logo se aproximaram de Margarida e a Azaléia.

Hummm… nada mal três cravos e três flores… mas o destino começou a unir e desunir estes trios. A Rosa descobriu que uma flor estrangeira, que viera do outro lado do Ocidente, dona do coração do Cravo, voltou a frequentar o jardim onde ele era o rei. Murcha, a Rosa resolveu cuidar apenas de suas companheiras e deixou que o acaso desse um jeitinho em tudo…

Até que não demorou muito… a flor estrangeira não quis mais namorar o Cravo, na certa conheceu um cravo mais robusto do outro lado do Pacífico ou pensa em curtir com outras flores a juventude que tem. O certo é que o Cravo estava com o caminho livre para prosseguir em sua conquista à Rosa, e esta, apesar de decepcionada com o incidente e de aconselhada por muitos, resolveu dar uma nova chance ao Cravo.

Quando se pensava que a história iria dar certo, tudo se complicou. E desandou não só para a Rosa, mas para Margarida e Azaléia que já tinham entrado na paquera com os cravinhos… confusão no jardim!

Apesar de não estarem comprometidos com outras flores, descobriu-se que o cravinho que paquerava a Margarida ainda guardava em seu coração as flores antigas que nele habitavam. Só o tempo cura um amor perdido? Ou o tempo e outra paixão? Rosa e Margarida apostavam nessa segunda opção, mas ainda não conseguiram conquistar seus cravos…

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Mas nunca se entende cabeça de cravo ou de rosa… Depois disso, vinham as três flores dando sempre um jeitinho de freqüentar o jardim dos cravos, nem que fosse de passagem. Mas eles começaram um joguinho de se fazer de difíceis, sabe-se lá para quê! Um dia eles amavam, no outro faziam de durões. Se um quer e o outro também, entreguem-se! Quem não arrisca não sabe o que vai acontecer!

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Rosa, Margarida e Azaléia esperam um final bom para estas histórias, mas não têm como prever o que vai acontecer!

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Beijos, Lú.

NASCEU!!!

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  • O primeiro livro das Garotas que Dizem Ni, “É impossível ler um só” já está sendo vendido em livrarias, e promete!!! Se você NUNCA leu o Garotas, não sabe o que está perdendo… Pra quem não sabe, foi de lá que se concebeu a idéia para o nosso blog…


Compre
já o seu exemplar!

  • As filhotas (camisas) do Patrick e Penetra estão prontas! Foi um verdadeiro parto, mas o nosso amigo Velasco venceu a preguiça e as adversidades… Mais informações aqui!

  • O blog do “melhor blogueiro sem blog”(*) da blogosfera está no ar… Fazer o quê, Biajoni sem título! Vão lá conferir!

(*) Foi o “Instituto Viva de Pesquisas” que falou!

  • Saiu o resultado do concurso do “Casal Sensacional On-line”, promovido pelo Queiroz. Quem será que ganhou??? Leia a entrevista aqui.
  • Millôr da Semana:

“Estamos em pleno baile da Ilha Fiscal. Sem fiscal.
Todo cuidado é pouco. Quando políticos se reúnem e concordam em assumir posição ética comum, segure sua carteira. Eu já segurei a minha.”

Segurem suas carteiras!

Beijos,

Ana Letícia

NASCEU!!!

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  • O primeiro livro das Garotas que Dizem Ni, “É impossível ler um só” já está sendo vendido em livrarias, e promete!!! Se você NUNCA leu o Garotas, não sabe o que está perdendo… Pra quem não sabe, foi de lá que se concebeu a idéia para o nosso blog…


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(*) Foi o “Instituto Viva de Pesquisas” que falou!

  • Saiu o resultado do concurso do “Casal Sensacional On-line”, promovido pelo Queiroz. Quem será que ganhou??? Leia a entrevista aqui.
  • Millôr da Semana:

“Estamos em pleno baile da Ilha Fiscal. Sem fiscal.
Todo cuidado é pouco. Quando políticos se reúnem e concordam em assumir posição ética comum, segure sua carteira. Eu já segurei a minha.”

Segurem suas carteiras!

Beijos,

Ana Letícia

Entre boas e más notícias…

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E Foi no meu Sonho

João Lenjob

Vieste participar dos meus sonhos
E eu dormindo, pensando estar contigo
Que coisa! Momento inesquecível que vivi
Pintaste o céu de dourado para mim
Deixaste o mesmo estrelado para eu entender.
Eu sei que a vida não é fácil assim
E sem doenças, problemas, dores, vivendo-te enfim.
Aquele teu sorriso de deusa feliz
Aquela alegria em teu rosto que eu quis para mim
No abstrato a lembrança eu senti
É como se eu não quisesse acordar
E só estando ao teu lado o tempo que desejar
E eu cumpri com o meu sonho a alegria, a vontade de viver.


E Foi no teu Sonho
João Lenjob

Num certo dia em que em teu sonho entrei
Estavas dormindo, pensando e eu estava ali
Eu não pensava ser inesquecível assim
E nem artista alada dum sonho sem fim
E na aquarela estrelada que guardaste para mim
E nas dificuldades da vida a vitória estou certa que haverá
Mesmo as doenças, problemas, dores, vivendo-te enfim.
Do teu sorriso humano que me faz feliz
A alegria eu digo para sempre, por ti
E na verdade o teu abstrato senti
É como se quisesse deixar-te a dormir
Eu estarei ao teu lado o tempo que desejares
Só para cumprir o teu sonho a minha alegria, a vontade de viver.

(O João Lenjob, autor destes poemas, é meu primo, lá de “New Age City” – Nova Era, “a capital do Vale do Aço” – risos – cidade onde reside até hoje meu ilustre avô, e onde nasceu meu pai. João andou um pouco sumido, mas voltou com a força toda, nos presentando, semanalmente com seus poemas, que distribui generosamente aos seus amigos pelo Orkut afora.)

************************************************

CURTAS:

– Sem comentários as denúncias de corrupção nos Correios, falta de licitação, etc e etc. Semana passada, a E.C.T distribuiu a todos seus funcionários uma camiseta verde, com um coração amarelo e azul no meio, para que usassem em protesto pela mancha no nome da empresa que esta denúncia causou (eu acho). Agora vocês imaginem: a E.C.T tem mais de 100.000 empregados em todo o Brasil, e foram distribuídas uma camiseta a cada um deles… Aí eu pergunto: e a empresa que as forneceu, passou por um procedimento licitação lícito? Agora eu quero só ver quando começarem a investigar a CEF e o Banco do Brasil

– Sem comentários também a denúncia do “mensalão”, da Amazônia vendida, etc e etc. Nem vou falar mais senão eu passo mal, de verdade.

– Pra quem viu, tenho certeza que não gostou de ver nem um pouco o Tango estilo “Piazolla” que a seleção Argentina dançou massacrando a nossa seleção. Neste quesito, bato palmas pro Idelber, e faço das palavras dele, as minhas.

Grande beijo a todos,

“Inté mais ver”.

Ana Letícia.

Entre boas e más notícias…

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E Foi no meu Sonho

João Lenjob

Vieste participar dos meus sonhos
E eu dormindo, pensando estar contigo
Que coisa! Momento inesquecível que vivi
Pintaste o céu de dourado para mim
Deixaste o mesmo estrelado para eu entender.
Eu sei que a vida não é fácil assim
E sem doenças, problemas, dores, vivendo-te enfim.
Aquele teu sorriso de deusa feliz
Aquela alegria em teu rosto que eu quis para mim
No abstrato a lembrança eu senti
É como se eu não quisesse acordar
E só estando ao teu lado o tempo que desejar
E eu cumpri com o meu sonho a alegria, a vontade de viver.


E Foi no teu Sonho
João Lenjob

Num certo dia em que em teu sonho entrei
Estavas dormindo, pensando e eu estava ali
Eu não pensava ser inesquecível assim
E nem artista alada dum sonho sem fim
E na aquarela estrelada que guardaste para mim
E nas dificuldades da vida a vitória estou certa que haverá
Mesmo as doenças, problemas, dores, vivendo-te enfim.
Do teu sorriso humano que me faz feliz
A alegria eu digo para sempre, por ti
E na verdade o teu abstrato senti
É como se quisesse deixar-te a dormir
Eu estarei ao teu lado o tempo que desejares
Só para cumprir o teu sonho a minha alegria, a vontade de viver.

(O João Lenjob, autor destes poemas, é meu primo, lá de “New Age City” – Nova Era, “a capital do Vale do Aço” – risos – cidade onde reside até hoje meu ilustre avô, e onde nasceu meu pai. João andou um pouco sumido, mas voltou com a força toda, nos presentando, semanalmente com seus poemas, que distribui generosamente aos seus amigos pelo Orkut afora.)

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CURTAS:

– Sem comentários as denúncias de corrupção nos Correios, falta de licitação, etc e etc. Semana passada, a E.C.T distribuiu a todos seus funcionários uma camiseta verde, com um coração amarelo e azul no meio, para que usassem em protesto pela mancha no nome da empresa que esta denúncia causou (eu acho). Agora vocês imaginem: a E.C.T tem mais de 100.000 empregados em todo o Brasil, e foram distribuídas uma camiseta a cada um deles… Aí eu pergunto: e a empresa que as forneceu, passou por um procedimento licitação lícito? Agora eu quero só ver quando começarem a investigar a CEF e o Banco do Brasil

– Sem comentários também a denúncia do “mensalão”, da Amazônia vendida, etc e etc. Nem vou falar mais senão eu passo mal, de verdade.

– Pra quem viu, tenho certeza que não gostou de ver nem um pouco o Tango estilo “Piazolla” que a seleção Argentina dançou massacrando a nossa seleção. Neste quesito, bato palmas pro Idelber, e faço das palavras dele, as minhas.

Grande beijo a todos,

“Inté mais ver”.

Ana Letícia.

Entre boas e más notícias…

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E Foi no meu Sonho

João Lenjob

Vieste participar dos meus sonhos
E eu dormindo, pensando estar contigo
Que coisa! Momento inesquecível que vivi
Pintaste o céu de dourado para mim
Deixaste o mesmo estrelado para eu entender.
Eu sei que a vida não é fácil assim
E sem doenças, problemas, dores, vivendo-te enfim.
Aquele teu sorriso de deusa feliz
Aquela alegria em teu rosto que eu quis para mim
No abstrato a lembrança eu senti
É como se eu não quisesse acordar
E só estando ao teu lado o tempo que desejar
E eu cumpri com o meu sonho a alegria, a vontade de viver.


E Foi no teu Sonho
João Lenjob

Num certo dia em que em teu sonho entrei
Estavas dormindo, pensando e eu estava ali
Eu não pensava ser inesquecível assim
E nem artista alada dum sonho sem fim
E na aquarela estrelada que guardaste para mim
E nas dificuldades da vida a vitória estou certa que haverá
Mesmo as doenças, problemas, dores, vivendo-te enfim.
Do teu sorriso humano que me faz feliz
A alegria eu digo para sempre, por ti
E na verdade o teu abstrato senti
É como se quisesse deixar-te a dormir
Eu estarei ao teu lado o tempo que desejares
Só para cumprir o teu sonho a minha alegria, a vontade de viver.

(O João Lenjob, autor destes poemas, é meu primo, lá de “New Age City” – Nova Era, “a capital do Vale do Aço” – risos – cidade onde reside até hoje meu ilustre avô, e onde nasceu meu pai. João andou um pouco sumido, mas voltou com a força toda, nos presentando, semanalmente com seus poemas, que distribui generosamente aos seus amigos pelo Orkut afora.)

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CURTAS:

– Sem comentários as denúncias de corrupção nos Correios, falta de licitação, etc e etc. Semana passada, a E.C.T distribuiu a todos seus funcionários uma camiseta verde, com um coração amarelo e azul no meio, para que usassem em protesto pela mancha no nome da empresa que esta denúncia causou (eu acho). Agora vocês imaginem: a E.C.T tem mais de 100.000 empregados em todo o Brasil, e foram distribuídas uma camiseta a cada um deles… Aí eu pergunto: e a empresa que as forneceu, passou por um procedimento licitação lícito? Agora eu quero só ver quando começarem a investigar a CEF e o Banco do Brasil

– Sem comentários também a denúncia do “mensalão”, da Amazônia vendida, etc e etc. Nem vou falar mais senão eu passo mal, de verdade.

– Pra quem viu, tenho certeza que não gostou de ver nem um pouco o Tango estilo “Piazolla” que a seleção Argentina dançou massacrando a nossa seleção. Neste quesito, bato palmas pro Idelber, e faço das palavras dele, as minhas.

Grande beijo a todos,

“Inté mais ver”.

Ana Letícia.

"AH, AH, AH, AH, AH, MAS EU TÔ RINDO À TOA…"

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“Não que a vida esteja assim tão boa,
Mas um sorriso ajuda a melhorar…ah, ah, ah, ah”

Claro que a vida é boa, é ou não é?
E para melhorar a vida da gente, contamos com a ajuda de eventos muito legais, como foi a final do “Comida de Buteco” que noticiei para vocês no meu último post. Gente, simplesmente, estava MARAVILHOSO!

Já tinha ido em outros eventos na Casa do Conde, como o Bazar do Cem e shows, mas nenhum foi igual a este. Ao entrar, imaginei que eu estivesse numa típica festa do interior (êta, que daqui há alguns dias estarei no Forró de Curvelo!). Aquelas barracas arrumadinhas, comidas e bebidas típicas dos butecos mineiros, gente bonita, bota, calça jeans e casaco. Um friozinho que esquentava com pinga… que noite!

Apesar de ser véspera de dia dos namorados, nenhum solteiro se deu ao desprazer de ficar em casa sábado à noite, com dor de cotovelo. Resolveram sair de casa, e isso que animou a festa: bandas tocando nos ritmos de samba, forró, chorinho… na boate, ops, na danceteria (como estava escrito na faixa) só músicas legais, mais antigas, nada de techno, dj Paco Pigalle fez a festa (quem numa freqüentou o Paco?). Só musicão!

Pela emplogação deste relato já viram que a festa estava ótima! Tanto estava que eu só tinha comprado ingresso para sábado e acordei no domingo pensando: vou ou não vou? Fui! Já estava lá com minha irmã Ju e amigas Lets, Carol e Lu pequena. A Flávia, Claudinha e Lu prima que foram no sábado não voltaram no domingo. Estão vendo o tanto de Lu que tem na minha turma? Até brincamos com um carinha que metade da turma chamava Lu e a outra Carol, hilárico!

Agora vou dizer: sábado tinha muita gente bonita, mas muita mesmo, tanto homens quanto mulheres. A Flávia disse que nem podia ficar olhando muito para os lados de tanto homem bonito que tinha, então as solteiras de plantão paqueraram mesmo! Só não paquerou quem não quis! Domingo o pessoal estava diferente, meio misturado, mas na mesma animação.

E quantas comidas legais… pé de porco com não sei o quê, frango com catupiry e batata sotê, pastel de lingüiça, espetinho com queijo, caldos, macaxeira com carne de sol e molho, pernil com batata e molho rosê, ixi… um tanto de coisa que nem lembro… sei que eram 31 pratos diferentes e para experimentar todos, só mesmo participando do evento nos três dias (esse é o meu objetivo do ano que vem). E ainda vieram barracas convidadas de Brasília, São Paulo e Rio. Muito legal!

Gente bonita, gente diferente, até um alemão conhecemos por lá. Encontrei vários conhecidos, meus amigos de faculdade – Denis, Rafa e Moema, os meninos de Curvelo – Dolfinho, Henrique e Sadan, a turma do Jaraguá – Léo, Clebin e Afonsin, as meninas do carnaval – Lú, Carla e Robertinha, do colégio – Gui e Érico, além dos perdidos de turmas Thaís, Lu, Eric, Gisa, Augusto, Cris… muita gente.

Amei mesmo!!! Ano que vem, com certeza, estarei lá. A gente se esbarra!

Beijos Lú