Arquivo da categoria: Causos

"MULHERES E O DESARMAMENTO" – by RITA LEE

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“Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade, até porque elas são desarmadas pela própria natureza: nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas.Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem aos meninos, para fortalecer sua virilidade e violência.
As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência.
É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz. E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d’água e trouxas de roupa. Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas. São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer a ternura de suas mentes e a doçura de seus corações.”
Simplesmente maravilhoso…
Este também é um ponto que deve ser pensado ao votar no próximo domingo: a segurança nas ruas, a segurança das mulheres e de seus filhos.
Beijos a todos, em especial para todas as mulheres que se valorizam e sabem viver a feminilidade.

"MULHERES E O DESARMAMENTO" – by RITA LEE

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“Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade, até porque elas são desarmadas pela própria natureza: nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas.Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem aos meninos, para fortalecer sua virilidade e violência.
As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência.
É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz. E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d’água e trouxas de roupa. Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas. São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer a ternura de suas mentes e a doçura de seus corações.”
Simplesmente maravilhoso…
Este também é um ponto que deve ser pensado ao votar no próximo domingo: a segurança nas ruas, a segurança das mulheres e de seus filhos.
Beijos a todos, em especial para todas as mulheres que se valorizam e sabem viver a feminilidade.

Voto de Minerva

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Dia 23, domingo próximo, vamos exercer o que a Constituição Brasileira chamou de Soberania Popular.

Segundo nossos constituintes, a Soberania Popular é exercida de dois modos – pelo Sufrágio Universal e pelo Voto secreto e direto, com valor igual para todos – e em três momentos distintos: no PLEBISCITO, em que o povo é consultado para que delibere sobre matéria de acentuada relevância, de natureza constitucional, legislativa ou administrativa; REFERENDO, o povo não só é consultado, mas seu voto tem o poder de ratificar ou rejeitar o ato legislativo ou administrativo; e na INICIATIVA POPULAR, em que um projeto de lei é confeccionado pelo próprio povo e apresentado à Câmara dos Deputados para que se proceda à aprovação ou rejeição da lei.

Desta forma, decidiremos no Referendo do dia 23 sobre a aprovação ou rejeição das Disposições Finais da Lei nº 10.826/2003 (“Estatuto do Desarmamento”), que em seu artigo 35 proíbe o comércio de armas de fogo e munição no nosso país.

Caros amigos, a leitura atenta da legislação questionada se faz imprescindível a todos vocês que, assim como eu, são obrigados a votar no domingo.

Transcrevo aqui embaixo alguns artigos da Lei que merecem ser destacados.
Começemos com o fatídico art. 35:

Art. 35. É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no art. 6º desta Lei.”

Até aí, ‘tudo bem’ (tsc), pois é justamente este dispositivo que deverá ser aprovado ou rejeitado por todos nós no dia 23. Sem entrar no mérito da questão, que todos já estamos cansados de ver todos os dias no programa eleitoral gratuito – o alegado “direito de se poder comprar uma arma” bradado aos 05 ventos pela bancada do NÃO, e o “direito de matar de de morrer”, da mesma forma alegado pela bancada do SIM – mostrarei aqui apenas os detalhes formais da referida Lei.

Vejamos agora o tal artigo 6º da Lei nº 10.826/2003, que indica quais as entidades que estão autorizadas a comercializar armas de fogo e munição, pela própria redação do artigo 35 acima transcrito:

“Art. 6º É proibido o porte de arma de fogo em todo o território nacional, salvo para os casos previstos em legislação própria e para:

I – os integrantes das Forças Armadas;

II – os integrantes de órgãos referidos nos incisos do caput do art. 144 da Constituição Federal;

III – os integrantes das guardas municipais das capitais dos Estados e dos Municípios com mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, nas condições estabelecidas no regulamento desta Lei;

IV – os integrantes das guardas municipais dos Municípios com mais de 250.000 (duzentos e cinqüenta mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, quando em serviço;

V – os agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência e os agentes do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República;

VI – os integrantes dos órgãos policiais referidos no art. 51, IV, e no art. 52, XIII, da Constituição Federal;

VII – os integrantes do quadro efetivo dos agentes e guardas prisionais, os integrantes das escoltas de presos e as guardas portuárias;

VIII – as empresas de segurança privada e de transporte de valores constituídas, nos termos desta Lei;

IX – para os integrantes das entidades de desporto legalmente constituídas, cujas atividades esportivas demandem o uso de armas de fogo, na forma do regulamento desta Lei, observando-se, no que couber, a legislação ambiental.”

Notem ainda os parágrafos 3º a 6º do artigo 4º da MESMA LEI, abaixo:

“Art. 4º. (…)
§ 3º A empresa que comercializar arma de fogo em território nacional é obrigada a comunicar a venda à autoridade competente, como também a manter banco de dados com todas as características da arma e cópia dos documentos previstos neste artigo.
§ 4º A empresa que comercializa armas de fogo, acessórios e munições responde legalmente por essas mercadorias, ficando registradas como de sua propriedade enquanto não forem vendidas.
§ 5º A comercialização de armas de fogo, acessórios e munições entre pessoas físicas somente será efetivada mediante autorização do Sinarm.
§ 6º A expedição da autorização a que se refere o § 1º será concedida, ou recusada com a devida fundamentação, no prazo de 30 (trinta) dias úteis, a contar da data do requerimento do interessado.”

Uai, mas a lei não era pra PROIBIR O COMÉRCIO DE ARMAS DE FOGO E MUNIÇÃO NO BRASIL?

Como pode a mesma lei que proíbe num artigo (art. 35), autorizar em outro (art. 4º)? Como um órgão administrativo (e, obviamente, POLÍTICO) de nosso país poderá AUTORIZAR ou negar a possibilidade de uma empresa (ou pessoa física, conforme diz a própria lei) de vender armas de fogo e munição?

E as entidades autorizadas a comercializar armas de fogo e munição, de acordo com a exceção aberta pelo art. 35: forças armadas, polícia federal, polícia rodoviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares, guardas municipais, Agência Brasileira de Inteligência e Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional do Presidente da República, órgãos policias da Câmara e do Senado Federais, guardas prisionais, empresas de segurança privada e esportistas… São elas que venderão armas de fogo para as pessoas que, pela mesma lei (Estatuto do Desarmamento) têm autorização para o porte de armas??? Não é um pouco estranho? Por que a lei não é clara quanto as reais empresas e entidades que poderão comercializar armas de fogo no país?

Será que não há nenhum interesse (político, econômico…) por trás disso tudo? E as propagandas políticas que NADA disso esclareceu para o povão que o único meio de educação e informação a que tem acesso é a TELEVISÃO e o RÁDIO???

Ora, nobres leitores, isto é, no mínimo, muito estranho, para não dizer que esta lei não faz o menor sentido, o que nos levaria ainda a concluir que o Referendo de 23 de Outubro é um esforço completamente INÚTIL de nossa parte!!!

Sinceramente, votar neste dia 23 será uma grande perda de tempo. Maior ainda para aqueles que terão de trabalhar como mesários no dia, assim como a Lú ou meu irmão Ângelo. Só lamento.

Enfim, não vou dizer a vocês para votarem nem SIM, nem NÃO. O meu objetivo não é de convencer ninguém de votar 01 (Não) ou 02 (Sim) na urna eletrônica. A única coisa que eu quero e que o Brasil precisa é que vocês que se informem, e muito bem, sobre o direito que estão prestes a exercer neste 23 de outubro, o que está em jogo. Será realmente a proibição do comércio de armas de fogo e munição no Brasil? Ou será o interesse de determinados grupos econômicos e políticos?

Pensem nisso. NÃO VOTEM COM O CORAÇÃO. Não se deixem enganar por apêlos sentimentalóides das propagandas políticas.

VOTEM COM A RAZÃO.

*******************************************************

Este assunto foi objeto de uma discussão na 2ª feira da semana passada em diversos blogs que fazem parte do genial “Nós na Rede”. Quem quiser ler mais opiniões a este respeito, é só clicar no ícone:

Abraços a todos,

Ana Letícia.

Voto de Minerva

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Dia 23, domingo próximo, vamos exercer o que a Constituição Brasileira chamou de Soberania Popular.

Segundo nossos constituintes, a Soberania Popular é exercida de dois modos – pelo Sufrágio Universal e pelo Voto secreto e direto, com valor igual para todos – e em três momentos distintos: no PLEBISCITO, em que o povo é consultado para que delibere sobre matéria de acentuada relevância, de natureza constitucional, legislativa ou administrativa; REFERENDO, o povo não só é consultado, mas seu voto tem o poder de ratificar ou rejeitar o ato legislativo ou administrativo; e na INICIATIVA POPULAR, em que um projeto de lei é confeccionado pelo próprio povo e apresentado à Câmara dos Deputados para que se proceda à aprovação ou rejeição da lei.

Desta forma, decidiremos no Referendo do dia 23 sobre a aprovação ou rejeição das Disposições Finais da Lei nº 10.826/2003 (“Estatuto do Desarmamento”), que em seu artigo 35 proíbe o comércio de armas de fogo e munição no nosso país.

Caros amigos, a leitura atenta da legislação questionada se faz imprescindível a todos vocês que, assim como eu, são obrigados a votar no domingo.

Transcrevo aqui embaixo alguns artigos da Lei que merecem ser destacados.
Começemos com o fatídico art. 35:

Art. 35. É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no art. 6º desta Lei.”

Até aí, ‘tudo bem’ (tsc), pois é justamente este dispositivo que deverá ser aprovado ou rejeitado por todos nós no dia 23. Sem entrar no mérito da questão, que todos já estamos cansados de ver todos os dias no programa eleitoral gratuito – o alegado “direito de se poder comprar uma arma” bradado aos 05 ventos pela bancada do NÃO, e o “direito de matar de de morrer”, da mesma forma alegado pela bancada do SIM – mostrarei aqui apenas os detalhes formais da referida Lei.

Vejamos agora o tal artigo 6º da Lei nº 10.826/2003, que indica quais as entidades que estão autorizadas a comercializar armas de fogo e munição, pela própria redação do artigo 35 acima transcrito:

“Art. 6º É proibido o porte de arma de fogo em todo o território nacional, salvo para os casos previstos em legislação própria e para:

I – os integrantes das Forças Armadas;

II – os integrantes de órgãos referidos nos incisos do caput do art. 144 da Constituição Federal;

III – os integrantes das guardas municipais das capitais dos Estados e dos Municípios com mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, nas condições estabelecidas no regulamento desta Lei;

IV – os integrantes das guardas municipais dos Municípios com mais de 250.000 (duzentos e cinqüenta mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, quando em serviço;

V – os agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência e os agentes do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República;

VI – os integrantes dos órgãos policiais referidos no art. 51, IV, e no art. 52, XIII, da Constituição Federal;

VII – os integrantes do quadro efetivo dos agentes e guardas prisionais, os integrantes das escoltas de presos e as guardas portuárias;

VIII – as empresas de segurança privada e de transporte de valores constituídas, nos termos desta Lei;

IX – para os integrantes das entidades de desporto legalmente constituídas, cujas atividades esportivas demandem o uso de armas de fogo, na forma do regulamento desta Lei, observando-se, no que couber, a legislação ambiental.”

Notem ainda os parágrafos 3º a 6º do artigo 4º da MESMA LEI, abaixo:

“Art. 4º. (…)
§ 3º A empresa que comercializar arma de fogo em território nacional é obrigada a comunicar a venda à autoridade competente, como também a manter banco de dados com todas as características da arma e cópia dos documentos previstos neste artigo.
§ 4º A empresa que comercializa armas de fogo, acessórios e munições responde legalmente por essas mercadorias, ficando registradas como de sua propriedade enquanto não forem vendidas.
§ 5º A comercialização de armas de fogo, acessórios e munições entre pessoas físicas somente será efetivada mediante autorização do Sinarm.
§ 6º A expedição da autorização a que se refere o § 1º será concedida, ou recusada com a devida fundamentação, no prazo de 30 (trinta) dias úteis, a contar da data do requerimento do interessado.”

Uai, mas a lei não era pra PROIBIR O COMÉRCIO DE ARMAS DE FOGO E MUNIÇÃO NO BRASIL?

Como pode a mesma lei que proíbe num artigo (art. 35), autorizar em outro (art. 4º)? Como um órgão administrativo (e, obviamente, POLÍTICO) de nosso país poderá AUTORIZAR ou negar a possibilidade de uma empresa (ou pessoa física, conforme diz a própria lei) de vender armas de fogo e munição?

E as entidades autorizadas a comercializar armas de fogo e munição, de acordo com a exceção aberta pelo art. 35: forças armadas, polícia federal, polícia rodoviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares, guardas municipais, Agência Brasileira de Inteligência e Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional do Presidente da República, órgãos policias da Câmara e do Senado Federais, guardas prisionais, empresas de segurança privada e esportistas… São elas que venderão armas de fogo para as pessoas que, pela mesma lei (Estatuto do Desarmamento) têm autorização para o porte de armas??? Não é um pouco estranho? Por que a lei não é clara quanto as reais empresas e entidades que poderão comercializar armas de fogo no país?

Será que não há nenhum interesse (político, econômico…) por trás disso tudo? E as propagandas políticas que NADA disso esclareceu para o povão que o único meio de educação e informação a que tem acesso é a TELEVISÃO e o RÁDIO???

Ora, nobres leitores, isto é, no mínimo, muito estranho, para não dizer que esta lei não faz o menor sentido, o que nos levaria ainda a concluir que o Referendo de 23 de Outubro é um esforço completamente INÚTIL de nossa parte!!!

Sinceramente, votar neste dia 23 será uma grande perda de tempo. Maior ainda para aqueles que terão de trabalhar como mesários no dia, assim como a Lú ou meu irmão Ângelo. Só lamento.

Enfim, não vou dizer a vocês para votarem nem SIM, nem NÃO. O meu objetivo não é de convencer ninguém de votar 01 (Não) ou 02 (Sim) na urna eletrônica. A única coisa que eu quero e que o Brasil precisa é que vocês que se informem, e muito bem, sobre o direito que estão prestes a exercer neste 23 de outubro, o que está em jogo. Será realmente a proibição do comércio de armas de fogo e munição no Brasil? Ou será o interesse de determinados grupos econômicos e políticos?

Pensem nisso. NÃO VOTEM COM O CORAÇÃO. Não se deixem enganar por apêlos sentimentalóides das propagandas políticas.

VOTEM COM A RAZÃO.

*******************************************************

Este assunto foi objeto de uma discussão na 2ª feira da semana passada em diversos blogs que fazem parte do genial “Nós na Rede”. Quem quiser ler mais opiniões a este respeito, é só clicar no ícone:

Abraços a todos,

Ana Letícia.

O RETORNO!!!

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Amanha vai ser outro dia….
Pois é, como foi o combinado, hoje é meu dia de escrever. Preparados meus amiguinhos… pediram, então lá vai:
Depois de tanto tempo sem passar por aqui, eis que chegou o grande dia. Primeiramente, peço desculpas pelo total desaparecimento, é que estava organizando os papéis para mandar para a Embaixada inglesa para conseguir o tal “visto”. Foram meses que passei atrás de papéis e bla bla bla…
Enquanto isso, minha vida amorosa resolveu desapontar de vez. Comecei a namorar e quando estava no auge do amor, da certeza que encontrei a pessoa certa, de até fazer planos para o futuro, o bendito “visto” chega. Consegui o visto de estudante de 1 ano e 2 meses. Os planos continuam, mas, vão ter que esperar um pouquinho e o amor continua o mesmo.
Bom, embarquei (ou melhor, eu e minha amiga Marcinha looooouca looooura) para Londres. Primeira escala: Sao Paulo – 03 benditas horas de espera e apenas um pão de queijo que custou R$2,00 (o olho da cara). Eram meus últimos reais.
Proximo destino: Buenos Aires. Chegamos na terra do Maradona as 13:30 e iriamos pegar o outro vôo somente as 21:00. Enquanto isso, tinhamos que conhecer “A casa rosada” e a “Rua Florida“. Mas, teriamos que pagar 20 dólares para sairmos do aeroporto…. tudo bem… pegamos um ônibus, no qual ficamos duas horas e trinta minutos… até chegarmos no ponto de destino… andamos, ou melhor, corremos o centro inteiro de Buenos Aires, tiramos algumas fotos… valeu muito a pena… é tudo lindo… o tango na Rua Florida… a arquitetura é perfeita. Pegamos um táxi de volta, completamente mortas de cansada… mas tudo bem.
Madrid, que nos aguarde. Entrei no avião e sentei na janela. Do meu lado foi uma garotinha linda e sua mãe (espanholas). A menina era muito fofa, até chegar a noite e ela dormir e esticar todo seu corpo em cima de mim, ai foi péssimo… menininha folgada. Mas, desfarçadamente eu dava uns chega pra lá…
Chegamos em Madrid e tivemos que passar pela polícia espanhola. E a confusão tinha que acontecer comigo, né? Eu estava com uma bota gigante e que tinha uns botõezinhos. Quando eu ia passar no detector de metais, a pooorra apitava, ai eu toda ingenua mostrei que eram os benditos botões. O filadaputa do policial parou toda a fila, me fez tirar a bota passar a bota onde põe as bolsas e euzinha só de meia no detector de metais… mico em Madrid…
Enfim, destino Londres. Sentei e logo veio um americano do meu lado com uma garrafa de Jack Daniel’s enchendo a cara… Quando já era hora de apertar os cintos para aterrisar, eis que me deu uma vontade imensa de ir ao banheiro. Todo mundo voltando as cadeiras para a posicão normal e apertando os cintos e euzinha tirando o cinto pra ir ao banheiro. Outro desentendimento com a aeromoça. Será que ela era burra ou estava fazendo hora com a minha cara!!! Eu só queria fazer muito xixi… Mas consegui. Chegando no aeroporto, fui para a fila da imigracão, peguei um ga-ga-ga-gaguinho que achava que falava espanhol e português. Detalhe ele falava português, espanhol e inglês tudo misturado… era muito engraçado… Demorei uns três minutinhos e já fui logo embora (ufa, ufa, ufa).
A Juju estava nos esperando no saguão do aeroporto. Pegamos metrô com uma mochila gigante nas costas, uma mala de rodinha que não sei pra que tinha rodinha. Levei mais ou menos uns 4 tombos em cima daquela mala. Estou com uma bola rocha na perna até hoje. Depois de suarmos, enfim chegamos…
Eu já tenho mil aventuras e mil coisas pra contar… Mas, numa outra oportunidade.
Detalhe, o meu bairro só tem indiano e jamaicano… nem parece que estou em Londres… Daqui umas semanas já vou mudar…
Beijos para todos… Estou morrendo de saudade de todos vocês….
Bjoca da Do!

AMANHÃ

Padrão

Então,

AMANHÃ, dia 13/10/2005, 5ª feira terá, um post aqui no blog com notícias da Dô, escrito por ela mesma.
(Agora ela terá que escrever, pois este foi o trato!)

“Muda o meu perfil agora pra mim?” (detalhe, nem bom dia, boa tarde, boa noite a danada me dá)
“Que perfil, santa, ficou doida?”
“O meu perfil do blog…”
“Ah! Eu não mudo.”
“Ana, muda sim, anda, vai lá!”
“Não, só se você escrever amanhã no blog!

“Tá bom, sua mala!”
(nossa, que boa vontade heim? Não vou falar é mais nada, este papel é da Lu… rsss)

Querem saber o porquê da mudança?
Eu não vou contar. Sou mala mesmo!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Não vou contar pq a mala é a Dô, que me pediu pra eu não contar senão ela não escreveria no blog… Haja santa paciência!!! Então tá, né! Toma destraída! 😀

AMANHÃ

Padrão

Então,

AMANHÃ, dia 13/10/2005, 5ª feira terá, um post aqui no blog com notícias da Dô, escrito por ela mesma.
(Agora ela terá que escrever, pois este foi o trato!)

“Muda o meu perfil agora pra mim?” (detalhe, nem bom dia, boa tarde, boa noite a danada me dá)
“Que perfil, santa, ficou doida?”
“O meu perfil do blog…”
“Ah! Eu não mudo.”
“Ana, muda sim, anda, vai lá!”
“Não, só se você escrever amanhã no blog!

“Tá bom, sua mala!”
(nossa, que boa vontade heim? Não vou falar é mais nada, este papel é da Lu… rsss)

Querem saber o porquê da mudança?
Eu não vou contar. Sou mala mesmo!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Não vou contar pq a mala é a Dô, que me pediu pra eu não contar senão ela não escreveria no blog… Haja santa paciência!!! Então tá, né! Toma destraída! 😀

AMANHÃ

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Então,

AMANHÃ, dia 13/10/2005, 5ª feira terá, um post aqui no blog com notícias da Dô, escrito por ela mesma.
(Agora ela terá que escrever, pois este foi o trato!)

“Muda o meu perfil agora pra mim?” (detalhe, nem bom dia, boa tarde, boa noite a danada me dá)
“Que perfil, santa, ficou doida?”
“O meu perfil do blog…”
“Ah! Eu não mudo.”
“Ana, muda sim, anda, vai lá!”
“Não, só se você escrever amanhã no blog!

“Tá bom, sua mala!”
(nossa, que boa vontade heim? Não vou falar é mais nada, este papel é da Lu… rsss)

Querem saber o porquê da mudança?
Eu não vou contar. Sou mala mesmo!

Beijos

Ana Letícia

Ps.: Não vou contar pq a mala é a Dô, que me pediu pra eu não contar senão ela não escreveria no blog… Haja santa paciência!!! Então tá, né! Toma destraída! 😀

Padrão
“Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa.

Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor..

Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.

Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância.

Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.

Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.”
(Vinícius de Moraes)

Quando li este texto lembrei de vários amigos, de momentos juntos, de troca de conselhos, de risadas, de muitos choros, de abraços, de dizer te adoro e te amo

Muita coisa boa na vida a gente conquista com os amigos. Amo a todos, cada um com sua característica peculiar, uma palavra, um silêncio… saudades…

Beijos no coração,

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“Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa.

Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor..

Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.

Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância.

Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.

Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.”
(Vinícius de Moraes)

Quando li este texto lembrei de vários amigos, de momentos juntos, de troca de conselhos, de risadas, de muitos choros, de abraços, de dizer te adoro e te amo

Muita coisa boa na vida a gente conquista com os amigos. Amo a todos, cada um com sua característica peculiar, uma palavra, um silêncio… saudades…

Beijos no coração,