A Queda

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É sempre assim, grandes expectativas, maiores decepções
Acontece com uma festa que não é nada daquilo que você esperava, um almoço que nao aconteceu, um beijo que não se encaixou.
Quantos tombos terei de levar para aprender a não cair mais?
Quantas vezes mais me levantarei?
Fico cansada da vida, do tombo, do mundo
E então começa tudo de novo
A vida segue
Esqueço do tombo
Esqueço de mim
Caindo, levantando, entre erros e acertos.

Ana.

(Texto e foto: Ana Letícia.)

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  1. Ana,
    acabo de descobrir vc e este seu desabafo poético. Não é que é mesmo assim? Prometemo-nos nunca mais levar tombos, mas a promessa não impede a queda futura e entre joelhos e orgulho esfolados, seguimos…
    Muito bom! Bela escolha de imagem!
    Abraço!

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  2. Parabéns pelo belo texto/poema.
    Simples e sincero, como as melhores coisas da vida.

    Me lembrou a música Nada Sei, do kid Abelha, da qual transcrevo o trecho abaixo:

    Nada sei dessa vida
    Vivo sem saber
    Nunca soube, nada saberei
    Sigo sem saber…

    Que lugar me pertence
    Que eu possa abandonar
    Que lugar me contém
    Que possa me parar…

    Sou errada, sou errante
    Sempre na estrada
    Sempre distante
    Vou errando
    Enquanto tempo me deixar…

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