Xeque-Mate!

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Pode parecer prepotência escrever sobre algo de que não tenho conhecimento. É assim mesmo, que me sinto ao falar sobre o xadrez, um jogo tão charmoso, difícil e destacado pelo poder. Mas só preciso do “xeque-mate” – expressão usada para encurralar o rei ou matá-lo. Para tanto, alguém precisa fazê-lo, ou melhor, alguém está encurralando, vencendo, derrubando o adversário, matando, massacrando, se dando bem.

Bem, onde estou querendo chegar? É fácil, é que esse fim de semana, eu e Anita, acompanhadas de 2 taças de vinho, assistimos ao filme escrito e dirigido pelo expert , Woody Allen: simplesmente, perfect, brilliant, marvellous, lovely and 100% english -“Macht Point”!

A vida é mesmo um jogo, me sinto numa partida, em que você tem a sorte de tomar decisões que vão te fazer feliz e também poderá correr o risco da má sorte, em que certas decisões precipitadas podem trazer felicidades instantâneas, aparentes, e na verdade poderá ser a coisa mais errônea da sua vida, trazendo dores de cabeça futuras regadas de muita insônia, arrependimento e até uma insatisfação eterna… Enquanto, por outro lado, quem aparentemente saiu perdendo, pode ser grato toda a vida por uma atitude que o adversário, supostamente vencedor, tomou, e o ganhador acabou sendo você, o perdedor oficial.

Ai, ai, esta vida de meu Deus! Será que é tão complicado assim ou o ser humano é quem complica tudo? Mas também acho que o que acontece tem que acontecer, é necessário para crescimento e para fortalecimento.

É bem isso mesmo! Imagine só, você numa partida de tênis, onde você, o jogador, está no completo equilíbrio e seguro, e de repende a bola toca na rede e por alguns segundos, ela fica no ar, e logo vem a insegurança, a ansiedade, o medo, pois, se cair de um lado você ganha, ou se for do outro, você perde.

Mas por outro ângulo, na vitória você perde momentos simples da sua vida que poderia proporcionar a felicidade mais completa. Por exemplo, se você ganha sempre, torna-se famoso, ganha poder, dinheiro, mas por outro lado, perde o conforto, tranqüilidade e a vontade de querer fazer o que consideramos pequeno, mas, inesquecível. Como tomar um sorvete a dois, dar um beijão no seu amor em pleno sinal de trânsito, quando ouve uma música e olha ao seu lado o amor da sua vida dando pulos de alegria , dizendo que a música é mais linda do mundo e achar lindo (ouvindo isso, com quase todas as outras músicas, e a freqüência que só você suporta! rs), adorar ver os desastres atrapalhados do seu lindo amor e por aí vai. Acaba perdendo também a sua própria liberdade, a menos que tudo seja agendado e ponto. Do outro lado, você perde oficialmente, não se torna tão poderoso, não se torna milionário, mas é privilegiado por usufruir de momentos tão simples da vida, que nem precisam ser citados por aqui, e podemos falar com letras bem maiúsculas – NÃO TROCARÍAMOS POR NADA!

Macht Point“, mostra exatamente isso tudo que escrevi acima. Resumindo:

O mocinho, levado pela covardia, ambição e poder, acaba dando um tiro no escuro, comprometendo-se em ser, o poderoso, o estável, o milionário, o ganhador e ao mesmo tempo está sujeito à infelicidade, uma dor que ele poderá dividir consigo mesmo e mais ninguém.
Submetido ao esteriótipo de família, onde todos pensam ser, ideal.
Mas a consciência só sossega quando você morre e às vezes, nem assim!
Então, numa partida, você ganha ou perde, ou não, necessariamante….

Por isso: “AME E VALORIZE AS COISAS SIMPLES DA VIDA!”

Observação: Não galera, essa aí na foto, não é a atriz do filme não, pode até parecer… hahaha Ai ai, quisera, Scarlett Jonhansson, ser eu. Ela iria amar. Ela até que se parece um pouquinho com a Dodozinha aqui, não é? hahaha!!!! Mas, na fotita a cima, sou eu mesma na cidade cinzenta de Londres…

Bjocas da Dod´s!!!!

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Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

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