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Olá, pessoas… Muito tempo sem postar aqui… estou meio enferrujada… Só pra não dizerem que eu não escrevi NADA, vou postar duas BATATAS QUENTES MOFADAS, bolorentas, que, de tanto adiar a hora, a corrente se quebrou.
Quanto às “correntes”, lembro-me bem de sua existência desde quando era criança, e não existia internet nem computador pessoal (existia, mas ninguém podia ter). Então, minha infância e pré-adolescência foi preenchida por agendas e caderninhos de correntes. Estes eram o maior mico que alguém poderia ter, mas todo mundo tinha. Geralmente cada página tinha uma pergunta beeeem indiscreta (indiscreta, pra nós, na época, por favor, não pensem que éramos muito “prafrentex” não), e em cada linha uma amiga da turma escrevia sua resposta. Geralmente, cada uma escrevia sua resposta com uma cor de caneta, já que todas usávamos daquelas de dez cores cheirosas do paraguai, e no final, a última pergunta era sempre um pedido pra deixar um recado para a dona do caderninho. Nem é preciso dizer que tais mensagens eram repletas de carinhas sorridentes, corações, adesivos brilhantes e, claro, frases do tipo “TE ADORO D+++++“, “TE AMODORO“, “VOCÊ É D+“, etc e etc.
Já as correntes virtuais, quem me conhece há mais tempo sabe que eu sou mestra em arrebentá-las, então, por favor, não se sintam ignorados ou pensem mal de mim, simplesmente tenho um bloqueio com relação a elas!
Desta forma, as duas que seguem abaixo, (respondidas por mim após muito esforço emocional, diga-se de passagem), só servem mesmo pra “inglês ver”, pois como já são antigas, e todos que conheço do mundo virtual já as respondeu, não passarei pra frente. Digamos que é um atestado da minha habilidade como quebradeira de correntes, e eu assino embaixo!

(Só o Queiroz mesmo pra me passar esta…)

a) Quantos gigabytes usados com músicas? Gigabytes não, são 957 Megabytes. Há muito tempo não baixo músicas na internet, e a maioria que está no PC é coletânea de CD’s que eu salvei pra não ter que ficar trocando de disco toda hora.

b) Último CD que comprei: How to Dismantle an Atomic Bomb, U2 (na verdade, ganhei do Daniel, aquela versão que veio com DVD tb).

c) Música tocando no momento: Cara Valente, Maria Rita.

d) Cinco músicas que tenho escutado bastante:
1) Thank You – Jimmy Page & Robert Plant Unledded
2) The Battle of Evermore – Jimmy Page & Robert Plant Unledded.
3) Whatever Lola Wants – Verve Remixed 2
4) Vertigo – How to Dismantle an Atomic Bomb, U2
5) Não Vale à pena – Maria Rita

e) 5 pessoas p/ passar a batata quente: NÃO VOU PASSAR PRA FRENTE, QUEBREI A CORRENTE, ASSUMO, PRONTO.


(Esta aqui é obra da Krika…)

A) Quantos perfumes vc tem? Nossa, primeira vez que paro pra contar…. rssss: 15 mais uma caixinha com 05 miniaturas, da Natura.
B) Usa todos?
Não, só uso uns 09 com mais freqüência, e os importados guardo para ocasiões especiais…
C) Doce ou cítrico? Não gosto de perfumes doces demais nem cítricos demais. Se quiser me deixar enjoada e com dor de cabeça, é só passar aquele “Lou-Lou” (ou Lu-lu, sei lá como escreve isso) horrendo. Gosto de perfumes florais, suaves, com um leve toque de cítrico.
D) Masculino ou feminino? Feminino, claro!
E) Qual foram os 2 últimos que vc comprou?As mais recentes aquisições foram 3: 2 presentes, “Amor Amor” (Cacharel) do Daniel, que ganhei quando fizemos 04 anos de namoro, e Eau du Bonheur (Fragonard) que meu amigo Thiago Zanini trouxe da França; e Carezza, um perfume maravilhoso que comprei na Uni-Yôga, do Mestre De-Rose, que a gente utiliza também para catalizar melhor a energia em nossas práticas de Swásthya Yôga.
F) 4 pessoas cheirosinhas pra passar a batata: COMO JÁ DISSE ANTES, NÃO PASSAREI PRA FRENTE…

Beijos a todos,

Ana Letícia

Ps.: Vem aí o aniversário do blog… Algumas surpresas estão reservadas. Aguardem!

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Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

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