Não se apresse, a vida simplesmente acontece

Padrão
Esta semana levei um baita susto com a notícia que tive de uma grande amiga que sofreu um acidente de carro. Fernanda, minha amiga mais recente, no último domingo, dia 10, sofreu um acidente de carro em que quase morreu.
É sério!
Ela estava no carro de um amigo que trafegava na Av. Bernardo Vasconcelos, próximo ao Minas Shopping, numa velocidade, segundo ela, de 80 km/h. Esta avenida possui um córrego no centro, estilo a Av. dos Andradas com o Ribeirão Arrudas, e em seu trajeto a sinalização marca a velocidade limite de 60km/h.
Os apressadinhos já devem estar imaginando que nem tanto a mais o amigo da Nanda estava correndo, mas isso talvez não seria problema numa estrada deserta, sem curvas ou trânsito de pessoas. E mesmo assim tenho meus receios, pois nunca se sabe quando um animal silvestre aparecerá na frente do carro, no meio de uma estrada deserta.
De repente, após uma curva e ao lado de uma rotatória, ainda na mesma velocidade, o carro em que a Nanda estava foi fechado por outro motorista imprudente, e, para não bater certeiramente no veículo, o amigo da Nanda desviou e “voou” com seu carro sobre o córrego capotando no meio da água.

Digo voou porque de onde o carro estava até onde parou, só voando mesmo.
Não sei se vocês conseguem ter noção do ocorrido, mas imaginem essa avenida com um córrego no meio e o carro ultrapassando as grades que isolam o ribeirão do passeio, e vindo a colidir com um pilar de sustentação do córrego e depois caindo dentro dele. Se não imaginaram a cena terrível ai embaixo tem uma foto do local do acidente. Olhem só.


O carro saiu da pista e foi colidir no segundo pilar de sustentação do córrego. Viram o tanto que voou?

Não era mesmo a hora da Nanda, porque pelo impacto do acidente, ela poderia ter morrido ali mesmo, no meio daquela água suja que desce do Hospital Belo Horizonte.
Na quinta-feira estive na casa dela e pude ver o estrago que o acidente causou em seu corpo: olhos inchados e com vários pontos, pois cacos de vidro entraram em seus olhos; rosto, braços e pernas com muitos hematomas, muitos mesmo, que deformaram seu corpo; duas costelas quebradas. Além disso, ela passará por tratamento para não sofrer nenhuma contaminação grave em decorrência da água poluida que adentrou em seu corpo.
O pai dela disse: – Foi um milagre ter saído viva daquele carro!
O estado do carro? Perda total!


Vejam com seus próprios olhos prá verem que eu não tô mentindo…

Sei que acidentes acontecem até com as pessoas mais prudente, mas quero dizer que às vezes a gente pode andar com mais calma para viver, e com isso evitar que desastres aconteçam. Se você está dirigindo numa velocidade mais controlada, terá mais chance de se sair bem de uma situação inesperada.

Se numa placa está escrito que determinada coisa é proibida, porque violar? Só para desrespeitar a ordem? Para afrontar alguém, ou porque ninguém respeita, você também não deve respeitar? Idiotice!
Acho que normas sociais foram criadas para o bem estar da coletividade e algumas, como velocidade para tráfego de veículos ou não avançar em cemáforos fechados, devem ser respeitadas.

Não sei se lembram, mas no ano 2001 o Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte fez uma campanha contra acidentes de trânsito, e a forma que acharam de comover as pessoas foi colocando carcaças de carros batidos em vários pontos da cidade. “Se falar não adianta, então devem ser mostradas as conseqüências para ver se alguém se toca!”

Bem, ser imprudente, andar com pressa, não está com nada, já diz o ditado que “a pressa é inimiga da perfeição”, por isso, seja prudente, ame sua vida, veja como é bom estar aqui.

Beijos, Lú.

Anúncios

Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

COMENTE!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s