Arquivo da tag: E a roda gira

Das mentiras que contaram para mim

Padrão

Enganar crianças sempre foi muito fácil, e os adultos sempre se utilizaram desse artifício para evitar responder perguntas embaraçosas, revelar verdades ainda “não apropriadas” à idade de seus rebentos, ou simplesmente para induzí-los a fazer sua vontade sem perder tempo em longas explicações.

Minha avó, por exemplo, me dizia que eu devia comer bastante verduras para que meus olhos ficassem verdes. E tudo isso para não ter que me explicar que as verduras são ricas em vitamina A e C, ferro, potássio, e que isso faria um bem danado para minha saúde… Ela também dizia que dormir de cabelo molhado fazia o nariz apodrecer, mas não me perguntem de onde ela tirou isso, eu só sei que eu acreditava piamente em tudo o que ela dizia.

Meus pais também já me enganaram de uma maneira bem sarcástica: aproveitaram-se da minha ignorância para se livrar de um pequeno problema e ainda rir às minhas costas.

Aos quatro anos de idade eu já manifestava sinais evidentes de hipocondria precoce. Era só me pedir para cantar uma música numa hora em que eu não estava afim que eu logo respondia: “ah, não, tô com febre” e sempre que eu era compelida a fazer algo que eu não queria (como ir à escolinha, por exemplo), eu aparecia com uma misteriosa dor de cabeça.

Então, meus pais me apresentaram ao Placebo, segundo eles, o melhor remédio do mundo. Assim que eu começava a reclamar de dor de cabeça, lá vinha o Placebo: um grande copo de um líquido esbranquiçado, ligeiramente adocicado, e que curava qualquer dor e febre quase que instantaneamente.

Quando tive idade suficiente para descobrir o significado da palavra “placebo”(muito antes de me empolgar com a banda batizada com este nome), meus pais confessaram que o remédio milagroso era apenas água com açúcar. Me vinguei dos anos de enganação apresentando o Placebo à minha irmã, só que para ela era água com sal! Doce vingança…ou melhor, salgada!

Outra enganação na qual eu acreditei foi que meu pai já foi um dos Menudo. Na época da febre dos garotos, ele me contou que já fez parte do grupo de adolescentes, e que teve de sair quando ficou mais velho. E eu, inocentemente, ainda contava essa fábula às minhas amiguinhas!

Hoje, já passei da idade em que posso ser passada pra trás facilmente, e chegou a minha vez de poder enganar as criancinhas. Mas, ao contrário do que eu imaginei quando comprovei empíricamente que comer quilos de alface não tornaria meus olhos verdes, cheguei à conclusão de que os adultos não fazem isso por maldade ou simplesmente para manipular as crianças.

Descobri isso quando meu priminho me perguntou:

Por que é assim: fica de dia, depois fica de noite?

Eu respondi: porque a gente tem que dormir, ué! Imagina se você ia conseguir dormir com o sol na sua cara???

Pode não ser a melhor explicação, mas pelo menos é a mais conveniente…

Bela.

Das mentiras que contaram para mim

Padrão

Enganar crianças sempre foi muito fácil, e os adultos sempre se utilizaram desse artifício para evitar responder perguntas embaraçosas, revelar verdades ainda “não apropriadas” à idade de seus rebentos, ou simplesmente para induzí-los a fazer sua vontade sem perder tempo em longas explicações.

Minha avó, por exemplo, me dizia que eu devia comer bastante verduras para que meus olhos ficassem verdes. E tudo isso para não ter que me explicar que as verduras são ricas em vitamina A e C, ferro, potássio, e que isso faria um bem danado para minha saúde… Ela também dizia que dormir de cabelo molhado fazia o nariz apodrecer, mas não me perguntem de onde ela tirou isso, eu só sei que eu acreditava piamente em tudo o que ela dizia.

Meus pais também já me enganaram de uma maneira bem sarcástica: aproveitaram-se da minha ignorância para se livrar de um pequeno problema e ainda rir às minhas costas.

Aos quatro anos de idade eu já manifestava sinais evidentes de hipocondria precoce. Era só me pedir para cantar uma música numa hora em que eu não estava afim que eu logo respondia: “ah, não, tô com febre” e sempre que eu era compelida a fazer algo que eu não queria (como ir à escolinha, por exemplo), eu aparecia com uma misteriosa dor de cabeça.

Então, meus pais me apresentaram ao Placebo, segundo eles, o melhor remédio do mundo. Assim que eu começava a reclamar de dor de cabeça, lá vinha o Placebo: um grande copo de um líquido esbranquiçado, ligeiramente adocicado, e que curava qualquer dor e febre quase que instantaneamente.

Quando tive idade suficiente para descobrir o significado da palavra “placebo”(muito antes de me empolgar com a banda batizada com este nome), meus pais confessaram que o remédio milagroso era apenas água com açúcar. Me vinguei dos anos de enganação apresentando o Placebo à minha irmã, só que para ela era água com sal! Doce vingança…ou melhor, salgada!

Outra enganação na qual eu acreditei foi que meu pai já foi um dos Menudo. Na época da febre dos garotos, ele me contou que já fez parte do grupo de adolescentes, e que teve de sair quando ficou mais velho. E eu, inocentemente, ainda contava essa fábula às minhas amiguinhas!

Hoje, já passei da idade em que posso ser passada pra trás facilmente, e chegou a minha vez de poder enganar as criancinhas. Mas, ao contrário do que eu imaginei quando comprovei empíricamente que comer quilos de alface não tornaria meus olhos verdes, cheguei à conclusão de que os adultos não fazem isso por maldade ou simplesmente para manipular as crianças.

Descobri isso quando meu priminho me perguntou:

Por que é assim: fica de dia, depois fica de noite?

Eu respondi: porque a gente tem que dormir, ué! Imagina se você ia conseguir dormir com o sol na sua cara???

Pode não ser a melhor explicação, mas pelo menos é a mais conveniente…

Bela.

Das mentiras que contaram para mim

Padrão

Enganar crianças sempre foi muito fácil, e os adultos sempre se utilizaram desse artifício para evitar responder perguntas embaraçosas, revelar verdades ainda “não apropriadas” à idade de seus rebentos, ou simplesmente para induzí-los a fazer sua vontade sem perder tempo em longas explicações.

Minha avó, por exemplo, me dizia que eu devia comer bastante verduras para que meus olhos ficassem verdes. E tudo isso para não ter que me explicar que as verduras são ricas em vitamina A e C, ferro, potássio, e que isso faria um bem danado para minha saúde… Ela também dizia que dormir de cabelo molhado fazia o nariz apodrecer, mas não me perguntem de onde ela tirou isso, eu só sei que eu acreditava piamente em tudo o que ela dizia.

Meus pais também já me enganaram de uma maneira bem sarcástica: aproveitaram-se da minha ignorância para se livrar de um pequeno problema e ainda rir às minhas costas.

Aos quatro anos de idade eu já manifestava sinais evidentes de hipocondria precoce. Era só me pedir para cantar uma música numa hora em que eu não estava afim que eu logo respondia: “ah, não, tô com febre” e sempre que eu era compelida a fazer algo que eu não queria (como ir à escolinha, por exemplo), eu aparecia com uma misteriosa dor de cabeça.

Então, meus pais me apresentaram ao Placebo, segundo eles, o melhor remédio do mundo. Assim que eu começava a reclamar de dor de cabeça, lá vinha o Placebo: um grande copo de um líquido esbranquiçado, ligeiramente adocicado, e que curava qualquer dor e febre quase que instantaneamente.

Quando tive idade suficiente para descobrir o significado da palavra “placebo”(muito antes de me empolgar com a banda batizada com este nome), meus pais confessaram que o remédio milagroso era apenas água com açúcar. Me vinguei dos anos de enganação apresentando o Placebo à minha irmã, só que para ela era água com sal! Doce vingança…ou melhor, salgada!

Outra enganação na qual eu acreditei foi que meu pai já foi um dos Menudo. Na época da febre dos garotos, ele me contou que já fez parte do grupo de adolescentes, e que teve de sair quando ficou mais velho. E eu, inocentemente, ainda contava essa fábula às minhas amiguinhas!

Hoje, já passei da idade em que posso ser passada pra trás facilmente, e chegou a minha vez de poder enganar as criancinhas. Mas, ao contrário do que eu imaginei quando comprovei empíricamente que comer quilos de alface não tornaria meus olhos verdes, cheguei à conclusão de que os adultos não fazem isso por maldade ou simplesmente para manipular as crianças.

Descobri isso quando meu priminho me perguntou:

Por que é assim: fica de dia, depois fica de noite?

Eu respondi: porque a gente tem que dormir, ué! Imagina se você ia conseguir dormir com o sol na sua cara???

Pode não ser a melhor explicação, mas pelo menos é a mais conveniente…

Bela.

Modernidades…

Padrão

O texto que vocês vão ler logo abaixo eu recebi por e-mail (sem qualquer citação de fonte)
Mas tendo em vista o festival de “velharias” que rolou por aqui no último post, achei por bem brincarmos com as possibilidades futurísticas numa situação que poderá ser considerada corriqueira daqui a alguns anos….

Nos vemos em 2015!!!

Ana.

Pedindo Pizza em 2015…
Telefonista : Pizza Hot, boa noite!
Cliente : Boa noite, quero encomendar pizzas…
Telefonista: Pode me dar o seu NIDN?
Cliente : Sim, o meu número de identificação nacional é 610204791993-8456-54632107.
Telefonista : Obrigada, Sr. Lewis. Seu endereço é 1742 Meadowland Drive, e o número de seu telefone é 494-2366, certo? O telefone do se escritório da Lincoln Insurance é o 745-2302 e o seu celular é 266-2566. De que número o Sr. ligou?
Cliente : Bem, estou em casa. Como você conseguiu essas informações todas?
Telefonista : Nós estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
Cliente : Ah, sim, é verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma quatro queijos e outra calabresa…
Telefonista : Talvez não seja uma boa idéia…
Cliente : O quê?
Telefonista : Consta na sua ficha médica que o Sr. sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a sua saúde.
Cliente : É, você tem razão! O que você sugere?
Telefonista : Porquê que o Sr. não experimenta a nossa pizza Superlight, com tofu e rabanetes? O Sr. vai adorar!
Cliente : Como é que você sabe que vou adorar?
Telefonista : O Sr. consultou o site “Recettes Gourmandes au Soja” da Biblioteca Municipal, dia 15 de janeiro, às 14:27h, onde permaneceu ligado à rede durante 36 minutos. Daí a minha sugestão…
Cliente : OK, está bem! Mande-me duas pizzas tamanho família!
Telefonista : É a escolha certa para o Sr., sua esposa e seus 4 filhos, pode ter certeza.
Cliente : Quanto é?
Telefonista : São $49,99.
Cliente : Você quer o número do meu cartão de crédito?
Telefonista : Lamento, mas o Sr. vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu cartão de crédito já foi ultrapassado.
Cliente : Tudo bem, eu posso ir ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a pizza.
Telefonista : Duvido que consiga, o Sr. está com o saldo negativo.
Cliente : Meta-se com a sua vida! Mande-me as pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?
Telefonista : Estamos um pouco atrasados, serão entregues em 45 minutos. Se o Sr. estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas pizzas na moto não é aconselhável, além de ser perigoso…
Cliente : Mas que história é essa, como é que você sabe que eu vou de moto?
Telefonista : Peço desculpas, apenas reparei que o Sr. não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga, e então pensei que fosse utilizá-la.
Cliente : @#%/§@&?#§/%#!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Telefonista : Gostaria de pedir ao Sr. para não me insultar… não se esqueça de que o Sr. já foi condenado em julho de 2009 por desacato em público a um Agente Regional.
Cliente : (Silêncio)
Telefonista : Mais alguma coisa?
Cliente : Não, é só isso… não, espere… não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
Telefonista : Senhor, o regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 3095423/12, nos proíbe de vender bebidas com açúcar a pessoas diabéticas…
Cliente : Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou me atirar pela janela!!!!!!!!!!!!!!!
Telefonista : E machucar o joelho? O Sr. mora no andar térreo…

Vai uma “pizzinha” aí?

Modernidades…

Padrão

O texto que vocês vão ler logo abaixo eu recebi por e-mail (sem qualquer citação de fonte)
Mas tendo em vista o festival de “velharias” que rolou por aqui no último post, achei por bem brincarmos com as possibilidades futurísticas numa situação que poderá ser considerada corriqueira daqui a alguns anos….

Nos vemos em 2015!!!

Ana.

Pedindo Pizza em 2015…
Telefonista : Pizza Hot, boa noite!
Cliente : Boa noite, quero encomendar pizzas…
Telefonista: Pode me dar o seu NIDN?
Cliente : Sim, o meu número de identificação nacional é 610204791993-8456-54632107.
Telefonista : Obrigada, Sr. Lewis. Seu endereço é 1742 Meadowland Drive, e o número de seu telefone é 494-2366, certo? O telefone do se escritório da Lincoln Insurance é o 745-2302 e o seu celular é 266-2566. De que número o Sr. ligou?
Cliente : Bem, estou em casa. Como você conseguiu essas informações todas?
Telefonista : Nós estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
Cliente : Ah, sim, é verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma quatro queijos e outra calabresa…
Telefonista : Talvez não seja uma boa idéia…
Cliente : O quê?
Telefonista : Consta na sua ficha médica que o Sr. sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a sua saúde.
Cliente : É, você tem razão! O que você sugere?
Telefonista : Porquê que o Sr. não experimenta a nossa pizza Superlight, com tofu e rabanetes? O Sr. vai adorar!
Cliente : Como é que você sabe que vou adorar?
Telefonista : O Sr. consultou o site “Recettes Gourmandes au Soja” da Biblioteca Municipal, dia 15 de janeiro, às 14:27h, onde permaneceu ligado à rede durante 36 minutos. Daí a minha sugestão…
Cliente : OK, está bem! Mande-me duas pizzas tamanho família!
Telefonista : É a escolha certa para o Sr., sua esposa e seus 4 filhos, pode ter certeza.
Cliente : Quanto é?
Telefonista : São $49,99.
Cliente : Você quer o número do meu cartão de crédito?
Telefonista : Lamento, mas o Sr. vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu cartão de crédito já foi ultrapassado.
Cliente : Tudo bem, eu posso ir ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a pizza.
Telefonista : Duvido que consiga, o Sr. está com o saldo negativo.
Cliente : Meta-se com a sua vida! Mande-me as pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?
Telefonista : Estamos um pouco atrasados, serão entregues em 45 minutos. Se o Sr. estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas pizzas na moto não é aconselhável, além de ser perigoso…
Cliente : Mas que história é essa, como é que você sabe que eu vou de moto?
Telefonista : Peço desculpas, apenas reparei que o Sr. não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga, e então pensei que fosse utilizá-la.
Cliente : @#%/§@&?#§/%#!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Telefonista : Gostaria de pedir ao Sr. para não me insultar… não se esqueça de que o Sr. já foi condenado em julho de 2009 por desacato em público a um Agente Regional.
Cliente : (Silêncio)
Telefonista : Mais alguma coisa?
Cliente : Não, é só isso… não, espere… não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
Telefonista : Senhor, o regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 3095423/12, nos proíbe de vender bebidas com açúcar a pessoas diabéticas…
Cliente : Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou me atirar pela janela!!!!!!!!!!!!!!!
Telefonista : E machucar o joelho? O Sr. mora no andar térreo…

Vai uma “pizzinha” aí?

Modernidades…

Padrão

O texto que vocês vão ler logo abaixo eu recebi por e-mail (sem qualquer citação de fonte)
Mas tendo em vista o festival de “velharias” que rolou por aqui no último post, achei por bem brincarmos com as possibilidades futurísticas numa situação que poderá ser considerada corriqueira daqui a alguns anos….

Nos vemos em 2015!!!

Ana.

Pedindo Pizza em 2015…
Telefonista : Pizza Hot, boa noite!
Cliente : Boa noite, quero encomendar pizzas…
Telefonista: Pode me dar o seu NIDN?
Cliente : Sim, o meu número de identificação nacional é 610204791993-8456-54632107.
Telefonista : Obrigada, Sr. Lewis. Seu endereço é 1742 Meadowland Drive, e o número de seu telefone é 494-2366, certo? O telefone do se escritório da Lincoln Insurance é o 745-2302 e o seu celular é 266-2566. De que número o Sr. ligou?
Cliente : Bem, estou em casa. Como você conseguiu essas informações todas?
Telefonista : Nós estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.
Cliente : Ah, sim, é verdade! Eu queria encomendar duas pizzas, uma quatro queijos e outra calabresa…
Telefonista : Talvez não seja uma boa idéia…
Cliente : O quê?
Telefonista : Consta na sua ficha médica que o Sr. sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a sua saúde.
Cliente : É, você tem razão! O que você sugere?
Telefonista : Porquê que o Sr. não experimenta a nossa pizza Superlight, com tofu e rabanetes? O Sr. vai adorar!
Cliente : Como é que você sabe que vou adorar?
Telefonista : O Sr. consultou o site “Recettes Gourmandes au Soja” da Biblioteca Municipal, dia 15 de janeiro, às 14:27h, onde permaneceu ligado à rede durante 36 minutos. Daí a minha sugestão…
Cliente : OK, está bem! Mande-me duas pizzas tamanho família!
Telefonista : É a escolha certa para o Sr., sua esposa e seus 4 filhos, pode ter certeza.
Cliente : Quanto é?
Telefonista : São $49,99.
Cliente : Você quer o número do meu cartão de crédito?
Telefonista : Lamento, mas o Sr. vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu cartão de crédito já foi ultrapassado.
Cliente : Tudo bem, eu posso ir ao Multibanco sacar dinheiro antes que chegue a pizza.
Telefonista : Duvido que consiga, o Sr. está com o saldo negativo.
Cliente : Meta-se com a sua vida! Mande-me as pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?
Telefonista : Estamos um pouco atrasados, serão entregues em 45 minutos. Se o Sr. estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas pizzas na moto não é aconselhável, além de ser perigoso…
Cliente : Mas que história é essa, como é que você sabe que eu vou de moto?
Telefonista : Peço desculpas, apenas reparei que o Sr. não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga, e então pensei que fosse utilizá-la.
Cliente : @#%/§@&?#§/%#!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Telefonista : Gostaria de pedir ao Sr. para não me insultar… não se esqueça de que o Sr. já foi condenado em julho de 2009 por desacato em público a um Agente Regional.
Cliente : (Silêncio)
Telefonista : Mais alguma coisa?
Cliente : Não, é só isso… não, espere… não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
Telefonista : Senhor, o regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 3095423/12, nos proíbe de vender bebidas com açúcar a pessoas diabéticas…
Cliente : Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou me atirar pela janela!!!!!!!!!!!!!!!
Telefonista : E machucar o joelho? O Sr. mora no andar térreo…

Vai uma “pizzinha” aí?

História dos Pintos

Padrão

Meus caros leitores,

Não se espantem! A história que vou lhes contar é a história dos PINTOS. Sim, dos pintos! Vocês não leram errado não, mentes poluídas! Estou falando dos pintos, daqueles pequenos, arredondados e amarelos… Até agora estão pensando besteira? Ok, vocês venceram, vou abrir o jogo! Pintinhos de galinha, que nascem do ovo, e fazem piu-piu…

E já vou avisando… Não me assustarei caso uns de vocês se se lembrem de casos parecidos, de um tio de um amigo da prima da sua vizinha… Mas não hesitem em compartilhar conosco suas experiências, utilizando nossos comentários!

Ok, ok, sem mais enrolação, vamos ao que interessa!
Meus irmãos, Ângelo e Léo, quando eram crianças peraltas, ganharam 02 pintinhos (filhotes de galinha, gente, por favor!) numa feira de filhotes de animais, que todo ano acontecia no estacionamento do BH Shopping. (Isto naquela época, em que ainda fazíamos fila pra assistir “E.T” ou “Os Trapalhões no Rabo do Cometa” nos já extintos Center 01 ou Center 02…)

O ponto alto da tal feira para nós, crianças da década de 80, era exatamente o final – quando eram distribuídos os tais pintinhos – motivo pelo qual meus irmãos sempre passavam correndo pelo labirinto de stands da feira sem ver nada só pra pegar o “melhor pintinho”! (Nossa, meus pais passavam cada vergonha tendo de se desculpar ás vítimas que eles derrubavam no chão pelo caminho…)
Pois de tanto escolher, eis que chegamos em casa com os amigos Adolpho e Wellington, que piavam sem parar! Já chegaram com toda a pose, ganhando um “apartamento” próprio para pintos: uma caixa grande de papelão que minha mãe elaborou junto com Ângelo e Léo, andares, escadas, quartos, banheiro, etc, só para que Wellington e Adolpho se sentirem bem confortáveis. E não é que os dois só iam dormir depois que mamãe se despedia deles?

Até que o tempo passa, o tempo voa… E Adolpho e Wellington começam a querer explorar a região além muro de papelão – a nossa sala e os sofás brancos de mamãe. Já eram dois franguinhos simpáticos, brancos (suas penas antes eram amarelas), mas os meninos se recusavam a doá-los para nossa tia Ziláh, que até hoje tem um galinheiro no quintal de sua casa, no Nova Floresta. No entanto, a situação meio que fugiu do controle, e após muita conversa e negociação, a mudança de Adolpho e Wellington para a casa de Tia Ziláh se concretizou num sábado, com um almoço bem farto na casa dela, festinha de despedida para os franguinhos e uma ou outra cara fechada por parte de meus irmãos.

Um belo dia, tia Ziláh liga:
– Tenho um anúnio a fazer, não sei se vocês vão gostar muito…
– Ai meu Deus do céu! Adolpho e Wellington morreram, tia Ziláh? Perguntou minha mãe, já entrando em desespero.
– Não, não! hihihihihi É que não é Adolpho e Wellington não, Amélia, porque o Wellington é mulher! Ou melhor, o Wellington é uma galinha! Ele botou um ovo hoje de manhã!

E então Wellington virou Erundina, a namorada do Adolpho. O nome dela foi inspirado na ex-prefeita de São Paulo. Não, elas não se pareciam, e nem foi no intuito de fazer qualquer piadinha política, mesmo porque, naquela época, nem consciência política tínhamos. O nome meus irmãos gostaram e pronto!

Íamos todos os sábados na casa da Tia Ziláh para almoçarmos com ela e os meninos brincarem com Adolpho e Erundina. Até que, num sábado qualquer, após o almoço – um frango com quiabo muito gostoso que a Tia Ziláh fez – os meninos descem para o quintal… Até que Ângelo vem correndo, gritando, muito vermelho após subir os 30 degraus de cimento que levam a área de serviço ao quintal.
– Mãe! Pai! O Adolpho sumiu! Adolpho sumiu!
– Uai, eu vi ele lá hoje de manhã, Ângelo, quando fui pegar o ovo da Erundina… Ele estava aí até agorinha mesmo, você não viu não? Disse tia Ziláh, com a cara mais lavada do mundo…

Mamãe lança um olhar fulminante pra ela! Então entendemos tudo…
O frango com quiabo era galo com quiabo! Ou melhor, Adolpho com quiabo!

Houve algum choro, sim, claro, mas a barriga cheia de comida gostosa confortou os olhares lacrimosos de Ângelo e Léo.

Tia Ziláh ficou feliz porque ganhou uma galinha e não teve mais o galo cantando toda madrugada, e tentando “molestar sexualmente” suas colegas de galinheiro.

Erundina viveu bastante, botou muito, e acabou morrendo de velha.

Ângelo e Léo continaram dando nomes estranhos aos seus animais de estimação… Vide Adamastor Pitaco e cia ltda…

11/11/2005 *Juanita*
Vai entender!

**********************************************************************

Texto inspirado na Maricota da Roma Dewey!

Becitos a todos!

Ana Letícia

Ps.: Esta semana promete! Relatos de uma “virgem no Rio“, com Lu e suas impressões e aventuras sobre a cidade maravilhosa; e Dô, uma cipotanense nas “Oropa” (mais precisamente na terra da Rainha ElizabethLondres, U.K) prometeu um texto com notícias… Vamos ver se a promessa será cumprida!