August

Padrão
Milhares e milhares de pessoas tabulam o mês de Agosto como o mês do azar! E não só os supersticiosos, mesmo os mais religiosos acreditam que neste mês acontecem coisas inusitadas.

Quando se aproxima agosto, as pessoas mais velhas já começam a prever coisas ruins que poderão acontecer… Uma vela acesa para Nossa Senhora guarda a casa e a família. Pelo menos este ano não temos uma sexta-feira 13 em Agosto!

Lembro da vovó falando que neste mês a gente tinha que evitar ver um gato preto, quebrar um espelho, passar por debaixo de uma escada… Até andar descanso poderia dar azar, cruzes!

Quarta-feira conversei com uma senhora cliente do escritório, Dona Francisca, que fica olhando tanto pras coisas passadas que sofre demais. Ela me disse que este mês Deus não está do lado dela. É o mal de August. Mas pelo contrário, Deus não quer nada de ruim para nós. Às vezes vem uma onda de má sorte e todo mundo, injustamente, logo põe a culpa em Deus…

Os mais jovens não têm tanta superstição assim. Ter uma sexta-feira 13 no mês é até bom, porque rola festas à fantasia. E passar debaixo de escada não diminui o crescimento, nem traz má sorte. A escada não tem culpa de ter sido colocada ali, alguém precisava trabalhar.

Outro fato que lembro e sempre fico rindo foi a notícia do fim do mundo. Lembram que marcaram dia e ano? Eu me lembro muito bem, diziam que o fim do mundo seria no dia 11 de agosto de 2000. Ai ai ai…
Dormi na noite anterior pensando se realmente alguém teria acreditado na história… de qualquer forma rezei para Deus iluminar a todos. Na manhã seguinte, o sol brilhante… (estou lembrando agora daquela minisérie “Família Dinossauros” episódio “Fim do Mundo” onde o Baby dizia amanheceu… é um novo dia… o mundo não acabou…)
Fui trabalhar tranqüila e a noite aula na faculdade. A professora Carmem Lúcia (atual Procuradora Geral do Estado de Minas Gerais) lecionava Direito Constitucional e começou a aula dizendo: só podia coincidir o fim do mundo com o Dia do Advogado, e quem acredita nessa história? E disparou a falar sobre várias coincidências…

Terço na roseira, alho e crucifixo nas portas de casa, vela acessa para Nossa Senhora, água benta no armário, comigo-ninguém-pode no jardim, tudo isso para evitar os maus olhados do mês de Agosto. Ainda tem gente que acredita nisso??? Talvez seja até melhor rezar para que nada de ruim aconteça neste mês ehehehehe.

Beijos Lú

August

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Milhares e milhares de pessoas tabulam o mês de Agosto como o mês do azar! E não só os supersticiosos, mesmo os mais religiosos acreditam que neste mês acontecem coisas inusitadas.

Quando se aproxima agosto, as pessoas mais velhas já começam a prever coisas ruins que poderão acontecer… Uma vela acesa para Nossa Senhora guarda a casa e a família. Pelo menos este ano não temos uma sexta-feira 13 em Agosto!

Lembro da vovó falando que neste mês a gente tinha que evitar ver um gato preto, quebrar um espelho, passar por debaixo de uma escada… Até andar descanso poderia dar azar, cruzes!

Quarta-feira conversei com uma senhora cliente do escritório, Dona Francisca, que fica olhando tanto pras coisas passadas que sofre demais. Ela me disse que este mês Deus não está do lado dela. É o mal de August. Mas pelo contrário, Deus não quer nada de ruim para nós. Às vezes vem uma onda de má sorte e todo mundo, injustamente, logo põe a culpa em Deus…

Os mais jovens não têm tanta superstição assim. Ter uma sexta-feira 13 no mês é até bom, porque rola festas à fantasia. E passar debaixo de escada não diminui o crescimento, nem traz má sorte. A escada não tem culpa de ter sido colocada ali, alguém precisava trabalhar.

Outro fato que lembro e sempre fico rindo foi a notícia do fim do mundo. Lembram que marcaram dia e ano? Eu me lembro muito bem, diziam que o fim do mundo seria no dia 11 de agosto de 2000. Ai ai ai…
Dormi na noite anterior pensando se realmente alguém teria acreditado na história… de qualquer forma rezei para Deus iluminar a todos. Na manhã seguinte, o sol brilhante… (estou lembrando agora daquela minisérie “Família Dinossauros” episódio “Fim do Mundo” onde o Baby dizia amanheceu… é um novo dia… o mundo não acabou…)
Fui trabalhar tranqüila e a noite aula na faculdade. A professora Carmem Lúcia (atual Procuradora Geral do Estado de Minas Gerais) lecionava Direito Constitucional e começou a aula dizendo: só podia coincidir o fim do mundo com o Dia do Advogado, e quem acredita nessa história? E disparou a falar sobre várias coincidências…

Terço na roseira, alho e crucifixo nas portas de casa, vela acessa para Nossa Senhora, água benta no armário, comigo-ninguém-pode no jardim, tudo isso para evitar os maus olhados do mês de Agosto. Ainda tem gente que acredita nisso??? Talvez seja até melhor rezar para que nada de ruim aconteça neste mês ehehehehe.

Beijos Lú

Prezado Emprego de Nove às Seis:

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Não se engane com o cumprimento cordial. Você bem sabe que nosso relacionamento já terminou. Mas a mágoa não cessa. Por isso eu, que nem sou de guardar rancor, decidi colocar tudo nesta carta para exorcizar o mal que me causaste – e causa ainda, agora através dos meus entes queridos. Não, não se manifeste, é minha vez de falar tudo! Para começar, esqueça o “prezado”. Eu acho mesmo que você é um tipinho muito do desprezível.

Lembra quando nos conhecemos? Tudo era uma festa. Eu era só uma menina pobre e você veio com aquelas promessas de dinheiro fácil, pouco esforço, reconhecimento e honorários… Todo fim de mês eu juntava as mãozinhas e agradecia por ter meu próprio e querido Emprego de Nove às Seis. Rá! Como fui ingênua. Não demorou nada para você fazer de mim uma garota oprimida e estressada.

Primeiro, me obrigava a usar as roupas que você queria. Vinha com aquela história de vetar o uso das calças jeans e camisetas de desenho animado. Fez com que passasse a comprar terninhos atrás de terninhos, camisa branca de botão e sapato, tirou minha individualidade. Só porque todos os homens advogados que andavam contigo eram assim? Precisava ser tão hermético?

Arrancando a criatividade das pessoas você se sente feliz. Depois fica indignado porque todos ao seu redor preferem jogar Paciência no computador… Pudera! Neste seu ambiente, a moçada perde a garra, a vontade. Mesas iguais, cadeiras iguais, baias minúsculas. Não podia grudar uma foto do meu namorado na parede e lá vinha você, ciumento, dizendo “isso não é comportamento profissional”.

No começo, confesso, caí na sua lábia. Prometias de tudo, lembra? Viagem de férias, décimo-terceiro, plano de saúde e até convênio odontológico. Suas armas de sedução funcionaram comigo e larguei o Mercado Informal, o rival de longa data, para cair em seus braços. Quanto arrependimento… Promessas, só promessas… Parecia mais político em campanha eleitoral. Temo nunca me recuperar de você, Emprego.

Vivi esperando que notasse minha dedicação e assumisse nosso compromisso. Que enxergasse a minha capacidade e o bom trabalho que estava fazendo. Que custava assinar os papéis? Colocar seu nome na minha Carteira de Trabalho seria um sacrifício tão grande? Tudo bem nunca ter enviado um panetone aos meus pais, mas nós estávamos firmes, você disse que tudo ficaria bem e que me daria até aumento! Canalha!

Já não posso sequer ouvir o seu nome. “Emprego de Nove às Seis”. Bah! Quero distância. Vejo muito bem o que você anda fazendo com a Fê minha amiga, viu? Não bastasse dominar a vida dela nos dias de semana, ainda faz questão de possuí-la aos sábados! Ela tem família, você não tem coração? Não tem vergonha de usar essa moça e depois descartá-la?

Como fez comigo, por sinal. Mal sabia eu que você só gosta mesmo é de variar de funcionários. Troca a equipe como quem troca de cueca!

Felizmente acordei daquele pesadelo. Deletei os arquivos que fiz para você, apanhei minha caneca de café e bati a porta sem olhar para trás. Nem precisa tentar me segurar, oferecendo mentiras como “carro da firma” e “seguro de vida”. Não caio mais. Já chega ter acreditado naquela promessa de “divisão de honorários”. Dividimos mesmo: você ficou com a grana, eu com a dor na coluna por conta da cadeira velha, e com a LER de tanto fazer suas preciosas peças naquela mesa totalmente não-ergonômica.

Saiba que estou agora muito feliz com seu primo, o Trabalho em Casa. Vivemos de modo humilde e precisamos ralar muito para quitar as contas. Mas estamos bem. Ele me dá liberdade e nem liga se coloco os pés na mesa enquanto faço as petições ou falo no telefone. Pretendemos inclusive gerar filhotes, sabe? Projeto de Vida e Sonho de Infância devem vir ao mundo daqui poucos anos. Serão lindos – e mal posso esperar para esfregar a foto deles nessa sua cara-de-pau.

Não que eu seja vingativa, ou já teria tomado medidas contra as suas comadres. Elas ficam me apontando, pensa que eu não sei? Onde passo, perguntam “trabalha em qual escritório?”. E quando respondo “nenhum específico, eu sou autônoma”, me vêm com aquele olhar. Assim que afasto, percebo os comentários: “autônoma, sei… Na minha terra isso tem outro nome… É aquela palavra com D… De-sem-pre-ga-da! Aposto que fica borboleteando o dia inteiro, essa aí”. Que ódio tenho disso, cara! Como se só fosse respeitável quem joga no seu time!

Mas olha, Senhor Emprego de Nove às Seis, todos merecem ser felizes de uma maneira ou outra. Se fosse mais esperto, saberia que está cercado de gente que precisa de ti, mas não te ama. Não custava ser mais flexível, permitir uma folga aqui e outra ali. Com essa postura rígida de cem anos atrás, só o que você consegue são mentiras. Sim, porque quando aquele garoto diz “preciso ir ao dentista” ou “minha avó faleceu”, ele cai mesmo é na farra! Vai ao cinema, viu? Não pense que você pode vigiar a todos por todo o tempo.

A mim, não engana mais. Um dia podemos nos encontrar de novo, porque… você sabe, eu gostava do pessoal. Das conversas durante o cafezinho, daquela dinâmica. Não, de você não! De você não tenho saudades. Te risquei da minha vida. E só escrevi para isso mesmo: dizer que você está demitido.

Passar bem.

*******************************************************************

Este texto é uma obra-prima da “Flá Wonka“, ou Flávia Pegorin, jornalista freelancer que se cansou da vida de empregada de Nove às Seis, e escreve no “Garotas que Dizem Ni“, o qual tomei a liberdade de fazer algumas adaptações…
Para ler o texto original sem adaptações, publicado em 01/08/2005, clique aqui.

Qualquer semelhança com a realidade será mera coincidência…
(ou não!)

Beijos a todos,

Ana Letícia.

Prezado Emprego de Nove às Seis:

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Não se engane com o cumprimento cordial. Você bem sabe que nosso relacionamento já terminou. Mas a mágoa não cessa. Por isso eu, que nem sou de guardar rancor, decidi colocar tudo nesta carta para exorcizar o mal que me causaste – e causa ainda, agora através dos meus entes queridos. Não, não se manifeste, é minha vez de falar tudo! Para começar, esqueça o “prezado”. Eu acho mesmo que você é um tipinho muito do desprezível.

Lembra quando nos conhecemos? Tudo era uma festa. Eu era só uma menina pobre e você veio com aquelas promessas de dinheiro fácil, pouco esforço, reconhecimento e honorários… Todo fim de mês eu juntava as mãozinhas e agradecia por ter meu próprio e querido Emprego de Nove às Seis. Rá! Como fui ingênua. Não demorou nada para você fazer de mim uma garota oprimida e estressada.

Primeiro, me obrigava a usar as roupas que você queria. Vinha com aquela história de vetar o uso das calças jeans e camisetas de desenho animado. Fez com que passasse a comprar terninhos atrás de terninhos, camisa branca de botão e sapato, tirou minha individualidade. Só porque todos os homens advogados que andavam contigo eram assim? Precisava ser tão hermético?

Arrancando a criatividade das pessoas você se sente feliz. Depois fica indignado porque todos ao seu redor preferem jogar Paciência no computador… Pudera! Neste seu ambiente, a moçada perde a garra, a vontade. Mesas iguais, cadeiras iguais, baias minúsculas. Não podia grudar uma foto do meu namorado na parede e lá vinha você, ciumento, dizendo “isso não é comportamento profissional”.

No começo, confesso, caí na sua lábia. Prometias de tudo, lembra? Viagem de férias, décimo-terceiro, plano de saúde e até convênio odontológico. Suas armas de sedução funcionaram comigo e larguei o Mercado Informal, o rival de longa data, para cair em seus braços. Quanto arrependimento… Promessas, só promessas… Parecia mais político em campanha eleitoral. Temo nunca me recuperar de você, Emprego.

Vivi esperando que notasse minha dedicação e assumisse nosso compromisso. Que enxergasse a minha capacidade e o bom trabalho que estava fazendo. Que custava assinar os papéis? Colocar seu nome na minha Carteira de Trabalho seria um sacrifício tão grande? Tudo bem nunca ter enviado um panetone aos meus pais, mas nós estávamos firmes, você disse que tudo ficaria bem e que me daria até aumento! Canalha!

Já não posso sequer ouvir o seu nome. “Emprego de Nove às Seis”. Bah! Quero distância. Vejo muito bem o que você anda fazendo com a Fê minha amiga, viu? Não bastasse dominar a vida dela nos dias de semana, ainda faz questão de possuí-la aos sábados! Ela tem família, você não tem coração? Não tem vergonha de usar essa moça e depois descartá-la?

Como fez comigo, por sinal. Mal sabia eu que você só gosta mesmo é de variar de funcionários. Troca a equipe como quem troca de cueca!

Felizmente acordei daquele pesadelo. Deletei os arquivos que fiz para você, apanhei minha caneca de café e bati a porta sem olhar para trás. Nem precisa tentar me segurar, oferecendo mentiras como “carro da firma” e “seguro de vida”. Não caio mais. Já chega ter acreditado naquela promessa de “divisão de honorários”. Dividimos mesmo: você ficou com a grana, eu com a dor na coluna por conta da cadeira velha, e com a LER de tanto fazer suas preciosas peças naquela mesa totalmente não-ergonômica.

Saiba que estou agora muito feliz com seu primo, o Trabalho em Casa. Vivemos de modo humilde e precisamos ralar muito para quitar as contas. Mas estamos bem. Ele me dá liberdade e nem liga se coloco os pés na mesa enquanto faço as petições ou falo no telefone. Pretendemos inclusive gerar filhotes, sabe? Projeto de Vida e Sonho de Infância devem vir ao mundo daqui poucos anos. Serão lindos – e mal posso esperar para esfregar a foto deles nessa sua cara-de-pau.

Não que eu seja vingativa, ou já teria tomado medidas contra as suas comadres. Elas ficam me apontando, pensa que eu não sei? Onde passo, perguntam “trabalha em qual escritório?”. E quando respondo “nenhum específico, eu sou autônoma”, me vêm com aquele olhar. Assim que afasto, percebo os comentários: “autônoma, sei… Na minha terra isso tem outro nome… É aquela palavra com D… De-sem-pre-ga-da! Aposto que fica borboleteando o dia inteiro, essa aí”. Que ódio tenho disso, cara! Como se só fosse respeitável quem joga no seu time!

Mas olha, Senhor Emprego de Nove às Seis, todos merecem ser felizes de uma maneira ou outra. Se fosse mais esperto, saberia que está cercado de gente que precisa de ti, mas não te ama. Não custava ser mais flexível, permitir uma folga aqui e outra ali. Com essa postura rígida de cem anos atrás, só o que você consegue são mentiras. Sim, porque quando aquele garoto diz “preciso ir ao dentista” ou “minha avó faleceu”, ele cai mesmo é na farra! Vai ao cinema, viu? Não pense que você pode vigiar a todos por todo o tempo.

A mim, não engana mais. Um dia podemos nos encontrar de novo, porque… você sabe, eu gostava do pessoal. Das conversas durante o cafezinho, daquela dinâmica. Não, de você não! De você não tenho saudades. Te risquei da minha vida. E só escrevi para isso mesmo: dizer que você está demitido.

Passar bem.

*******************************************************************

Este texto é uma obra-prima da “Flá Wonka“, ou Flávia Pegorin, jornalista freelancer que se cansou da vida de empregada de Nove às Seis, e escreve no “Garotas que Dizem Ni“, o qual tomei a liberdade de fazer algumas adaptações…
Para ler o texto original sem adaptações, publicado em 01/08/2005, clique aqui.

Qualquer semelhança com a realidade será mera coincidência…
(ou não!)

Beijos a todos,

Ana Letícia.

A.N.I.V.E.R.S.Á.R.I.O!!!

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Nossa! Parece que foi ontem… o “Mineiras, Uai!” comemorando seu primeiro aniversário!!!

01 aninho, caminhando tranqüilo, graças aos acessos e comentários de todos os internautas. E olha que não temos acesso só do Brasil não: EUA, Uruguai, Estados Unidos, Itália, França, Portugal, Japão, Espanha, França… Estamos na lista 100 blogs brasileios mais acessados do ranking do Nedstat em Entretenimento Geral. Recebemos diversos comentários diários, e uma média de 80 acessos por dia. São as mineiras na parada!

E já que é mês de aniversário, traremos a cada semana alguns dos textos mais lidos durante o nosso primeiro ano de existência na blogosfera e faremos uma enquete: qual a melhor história? Ixi a parada vai ser dura…

Contamos com o participação de todos vocês e não esqueçam de deixar os comentários, porque “Mineiras, Uai!” tá dando pano pra manga!”

Abaixo já está o primeiro texto da disputa, escrito pela Dô. Foi também um dos primeiros e hilários textos que povoaram nosso blog, escrito pela Dô (a mineirinha mais sumida deste canto) na primeira semana de existência do “Mineiras”. Trata-se da história de uma calça cagada, um amigo ex-amigo que já virou amigo de novo e, claro, ela, a “Súper Dodô”!

Lá vem ela… “Super Dodô”!

Olá pessoal! Estava com saudade de escrever pra vocês!! (Olha, que mentira!!)rsrs. Vocês devem estar imaginando, porque eu não escrevo nada sério, tipo a Lê, que escreveu sobre Olimpíadas e cultura..”que menina chique”. E a Lú então, que falou sobre política, “nossa, que meninas comportadas e intelectualizadas, ai que meda que dá… rsrsrs!”. Não escrevo coisa tão importante, porque não gosto de ficar séria e o único momento de distração é quando eu estou escrevendo, (trabalhando, estudando e às vezes até nos sonhos) e também porque tem gente demais dando opiniões sobre esses assuntos polêmicos. Prefiro economizar….”metida eu, né”!!! E “às vezes” (sempre) me acho muito atrapalhada, e acho que minhas trapalhadas merecem ser compartilhadas. E não é que paguei o maior mico da minha vida outro dia ( uns 4 meses atrás)!?

Por favor não riam, pois foi traumático… tenho problemas até hoje depois do acontecido (brincadeirinhaaa).

Um amigo, ou melhor, hoje ele é um ex-amigo, num belo dia de sol me fez um convite para almoçarmos juntos. E eu aceitei. Nos encontramos e logo, logo começamos a discutir… o porquê eu não sei…(ah, ele é muito implicante e chato e ridículo, ele é uma “coisa”). Acho que sei sim! Tudo começou porque ele perguntou se eu tinha cagado na minha calça, “olha que antipático”! (Gente, eu tenho uma calça jeans manchada de marron na frente e atrás, ela é legal, juro que não é baranga…só é manchada)… Eu fiquei nervosa e foi uma discussão feia dentro do carro, até chegar no restaurante. A discussão virou uma bola de neve…

Quando descemos do carro, ele continuou resmungando de um lado e eu do outro, então, ele começou a andar rápido na minha frente, eeuuu odééééio isso, com todas as minhas forças. Íamos atravessar a rua (ele na frente) nem deu tempo dele sentir a minha falta, pois, tinha um carro branco do outro lado e um motorista dentro, (logo, o carro era um táxi) fiquei tão nervosa que já fui logo entrando.
Eu: Por favor, o senhor pode seguir para a Praça da Assembléia?
Motorista: Mas, e o moço alí?
Eu: Pode ir, ele já sabe! (pensei que ele tivesse visto a briga e resolvi não render conversa)

No final do percurso….

Eu: Posso pagar com cheque?
O motorista, com uma cara de maníaco, olhou pra mim pelo retrovisor e disse:
“ Sua louca, eu não sou taxista” (eu fiquei assustada, pensando que ele fosse um estuprador, ou sei lá, um palhaço fantasiado de motorista de táxi), e ele continuou falando: “Eu perguntei se você tinha falado com o moço lá dentro, você disse que tinha, era o meu chefe que estava almoçando…. e agora sua doida, vou perder o meu emprego!” Pedi mil desculpas….mas, acho que não adiandou, ele saiu furioso!!!

Pessoal, “dei pala” de tanto rir. O motorista todo nervoso e eu lá todo bonitona de motorista particular prá baixo e prá cima… Eu morrendo de rir e ele querendo acabar comigo…Coitado!!!
Alegria de pobre dura pouco. Pelo menos uma vez, tive o privilégio de ter um motorista particular por alguns minutos, sem ser o motorista do ônibus…

Ah, trem chique…

Bjocas da Donária.

(clique aqui para ler o texto no arquivo de Agosto/2004.)

Divirtam-se, comentem, deixem o seu recado e aguardem os próximos textos para votação, que serão postados aqui sempre às segundas-feiras do mês de Agosto!

Beijos, beijos, das Mineiras, Uai!

Ana, Lú, Dô.

A.N.I.V.E.R.S.Á.R.I.O!!!

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Nossa! Parece que foi ontem… o “Mineiras, Uai!” comemorando seu primeiro aniversário!!!

01 aninho, caminhando tranqüilo, graças aos acessos e comentários de todos os internautas. E olha que não temos acesso só do Brasil não: EUA, Uruguai, Estados Unidos, Itália, França, Portugal, Japão, Espanha, França… Estamos na lista 100 blogs brasileios mais acessados do ranking do Nedstat em Entretenimento Geral. Recebemos diversos comentários diários, e uma média de 80 acessos por dia. São as mineiras na parada!

E já que é mês de aniversário, traremos a cada semana alguns dos textos mais lidos durante o nosso primeiro ano de existência na blogosfera e faremos uma enquete: qual a melhor história? Ixi a parada vai ser dura…

Contamos com o participação de todos vocês e não esqueçam de deixar os comentários, porque “Mineiras, Uai!” tá dando pano pra manga!”

Abaixo já está o primeiro texto da disputa, escrito pela Dô. Foi também um dos primeiros e hilários textos que povoaram nosso blog, escrito pela Dô (a mineirinha mais sumida deste canto) na primeira semana de existência do “Mineiras”. Trata-se da história de uma calça cagada, um amigo ex-amigo que já virou amigo de novo e, claro, ela, a “Súper Dodô”!

Lá vem ela… “Super Dodô”!

Olá pessoal! Estava com saudade de escrever pra vocês!! (Olha, que mentira!!)rsrs. Vocês devem estar imaginando, porque eu não escrevo nada sério, tipo a Lê, que escreveu sobre Olimpíadas e cultura..”que menina chique”. E a Lú então, que falou sobre política, “nossa, que meninas comportadas e intelectualizadas, ai que meda que dá… rsrsrs!”. Não escrevo coisa tão importante, porque não gosto de ficar séria e o único momento de distração é quando eu estou escrevendo, (trabalhando, estudando e às vezes até nos sonhos) e também porque tem gente demais dando opiniões sobre esses assuntos polêmicos. Prefiro economizar….”metida eu, né”!!! E “às vezes” (sempre) me acho muito atrapalhada, e acho que minhas trapalhadas merecem ser compartilhadas. E não é que paguei o maior mico da minha vida outro dia ( uns 4 meses atrás)!?

Por favor não riam, pois foi traumático… tenho problemas até hoje depois do acontecido (brincadeirinhaaa).

Um amigo, ou melhor, hoje ele é um ex-amigo, num belo dia de sol me fez um convite para almoçarmos juntos. E eu aceitei. Nos encontramos e logo, logo começamos a discutir… o porquê eu não sei…(ah, ele é muito implicante e chato e ridículo, ele é uma “coisa”). Acho que sei sim! Tudo começou porque ele perguntou se eu tinha cagado na minha calça, “olha que antipático”! (Gente, eu tenho uma calça jeans manchada de marron na frente e atrás, ela é legal, juro que não é baranga…só é manchada)… Eu fiquei nervosa e foi uma discussão feia dentro do carro, até chegar no restaurante. A discussão virou uma bola de neve…

Quando descemos do carro, ele continuou resmungando de um lado e eu do outro, então, ele começou a andar rápido na minha frente, eeuuu odééééio isso, com todas as minhas forças. Íamos atravessar a rua (ele na frente) nem deu tempo dele sentir a minha falta, pois, tinha um carro branco do outro lado e um motorista dentro, (logo, o carro era um táxi) fiquei tão nervosa que já fui logo entrando.
Eu: Por favor, o senhor pode seguir para a Praça da Assembléia?
Motorista: Mas, e o moço alí?
Eu: Pode ir, ele já sabe! (pensei que ele tivesse visto a briga e resolvi não render conversa)

No final do percurso….

Eu: Posso pagar com cheque?
O motorista, com uma cara de maníaco, olhou pra mim pelo retrovisor e disse:
“ Sua louca, eu não sou taxista” (eu fiquei assustada, pensando que ele fosse um estuprador, ou sei lá, um palhaço fantasiado de motorista de táxi), e ele continuou falando: “Eu perguntei se você tinha falado com o moço lá dentro, você disse que tinha, era o meu chefe que estava almoçando…. e agora sua doida, vou perder o meu emprego!” Pedi mil desculpas….mas, acho que não adiandou, ele saiu furioso!!!

Pessoal, “dei pala” de tanto rir. O motorista todo nervoso e eu lá todo bonitona de motorista particular prá baixo e prá cima… Eu morrendo de rir e ele querendo acabar comigo…Coitado!!!
Alegria de pobre dura pouco. Pelo menos uma vez, tive o privilégio de ter um motorista particular por alguns minutos, sem ser o motorista do ônibus…

Ah, trem chique…

Bjocas da Donária.

(clique aqui para ler o texto no arquivo de Agosto/2004.)

Divirtam-se, comentem, deixem o seu recado e aguardem os próximos textos para votação, que serão postados aqui sempre às segundas-feiras do mês de Agosto!

Beijos, beijos, das Mineiras, Uai!

Ana, Lú, Dô.

A.N.I.V.E.R.S.Á.R.I.O!!!

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Nossa! Parece que foi ontem… o “Mineiras, Uai!” comemorando seu primeiro aniversário!!!

01 aninho, caminhando tranqüilo, graças aos acessos e comentários de todos os internautas. E olha que não temos acesso só do Brasil não: EUA, Uruguai, Estados Unidos, Itália, França, Portugal, Japão, Espanha, França… Estamos na lista 100 blogs brasileios mais acessados do ranking do Nedstat em Entretenimento Geral. Recebemos diversos comentários diários, e uma média de 80 acessos por dia. São as mineiras na parada!

E já que é mês de aniversário, traremos a cada semana alguns dos textos mais lidos durante o nosso primeiro ano de existência na blogosfera e faremos uma enquete: qual a melhor história? Ixi a parada vai ser dura…

Contamos com o participação de todos vocês e não esqueçam de deixar os comentários, porque “Mineiras, Uai!” tá dando pano pra manga!”

Abaixo já está o primeiro texto da disputa, escrito pela Dô. Foi também um dos primeiros e hilários textos que povoaram nosso blog, escrito pela Dô (a mineirinha mais sumida deste canto) na primeira semana de existência do “Mineiras”. Trata-se da história de uma calça cagada, um amigo ex-amigo que já virou amigo de novo e, claro, ela, a “Súper Dodô”!

Lá vem ela… “Super Dodô”!

Olá pessoal! Estava com saudade de escrever pra vocês!! (Olha, que mentira!!)rsrs. Vocês devem estar imaginando, porque eu não escrevo nada sério, tipo a Lê, que escreveu sobre Olimpíadas e cultura..”que menina chique”. E a Lú então, que falou sobre política, “nossa, que meninas comportadas e intelectualizadas, ai que meda que dá… rsrsrs!”. Não escrevo coisa tão importante, porque não gosto de ficar séria e o único momento de distração é quando eu estou escrevendo, (trabalhando, estudando e às vezes até nos sonhos) e também porque tem gente demais dando opiniões sobre esses assuntos polêmicos. Prefiro economizar….”metida eu, né”!!! E “às vezes” (sempre) me acho muito atrapalhada, e acho que minhas trapalhadas merecem ser compartilhadas. E não é que paguei o maior mico da minha vida outro dia ( uns 4 meses atrás)!?

Por favor não riam, pois foi traumático… tenho problemas até hoje depois do acontecido (brincadeirinhaaa).

Um amigo, ou melhor, hoje ele é um ex-amigo, num belo dia de sol me fez um convite para almoçarmos juntos. E eu aceitei. Nos encontramos e logo, logo começamos a discutir… o porquê eu não sei…(ah, ele é muito implicante e chato e ridículo, ele é uma “coisa”). Acho que sei sim! Tudo começou porque ele perguntou se eu tinha cagado na minha calça, “olha que antipático”! (Gente, eu tenho uma calça jeans manchada de marron na frente e atrás, ela é legal, juro que não é baranga…só é manchada)… Eu fiquei nervosa e foi uma discussão feia dentro do carro, até chegar no restaurante. A discussão virou uma bola de neve…

Quando descemos do carro, ele continuou resmungando de um lado e eu do outro, então, ele começou a andar rápido na minha frente, eeuuu odééééio isso, com todas as minhas forças. Íamos atravessar a rua (ele na frente) nem deu tempo dele sentir a minha falta, pois, tinha um carro branco do outro lado e um motorista dentro, (logo, o carro era um táxi) fiquei tão nervosa que já fui logo entrando.
Eu: Por favor, o senhor pode seguir para a Praça da Assembléia?
Motorista: Mas, e o moço alí?
Eu: Pode ir, ele já sabe! (pensei que ele tivesse visto a briga e resolvi não render conversa)

No final do percurso….

Eu: Posso pagar com cheque?
O motorista, com uma cara de maníaco, olhou pra mim pelo retrovisor e disse:
“ Sua louca, eu não sou taxista” (eu fiquei assustada, pensando que ele fosse um estuprador, ou sei lá, um palhaço fantasiado de motorista de táxi), e ele continuou falando: “Eu perguntei se você tinha falado com o moço lá dentro, você disse que tinha, era o meu chefe que estava almoçando…. e agora sua doida, vou perder o meu emprego!” Pedi mil desculpas….mas, acho que não adiandou, ele saiu furioso!!!

Pessoal, “dei pala” de tanto rir. O motorista todo nervoso e eu lá todo bonitona de motorista particular prá baixo e prá cima… Eu morrendo de rir e ele querendo acabar comigo…Coitado!!!
Alegria de pobre dura pouco. Pelo menos uma vez, tive o privilégio de ter um motorista particular por alguns minutos, sem ser o motorista do ônibus…

Ah, trem chique…

Bjocas da Donária.

(clique aqui para ler o texto no arquivo de Agosto/2004.)

Divirtam-se, comentem, deixem o seu recado e aguardem os próximos textos para votação, que serão postados aqui sempre às segundas-feiras do mês de Agosto!

Beijos, beijos, das Mineiras, Uai!

Ana, Lú, Dô.

“O Cravo e a Rosa” – Último capítulo

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Para uma história que rendia desde o último carnaval, e que era regada com muita amizade, amor e boas saídas, seu final foi bem estranho. Igual à música: “o Cravo brigou com a Rosa, debaixo de uma sacada. O Cravo saiu ferido e a Rosa despedaçada…” Mas nem tanto, não houve violência física…

Caminhava tudo bem na história até que num final de semana o Cravo chamou Rosa para ir num show sertanejo. O Cravo, como sempre, dando uma de machão fazia de tudo pra chamar a atenção da Rosa e de outros convidados do evento. Numa dessas, três flores perdidas cruzaram a dança do Cravo e da Rosa: duas sensatas, que não se metem onde não são chamadas, e uma mais petulante, Ibisco (só pelo nome já se imagina: Ibisco/biscate). As sensatas até curtiram a noite numa boa, dançaram, beberam e ainda paqueraram. A Ibisco, mesmo estando há poucos dias separada da sua flor macho, não perdeu tempo e jogou charmes para o Cravo, numa atitude de bastante desrespeito com a Rosa, que via tudo a olho nu.

Claro que a Rosa não teve sangue de barata. Apesar de em várias oportunidades ter demonstrando seu amor pelo Cravo, paciência tem limites e o mínimo que se esperava da relação era respeito mútuo. Ao perguntar à Ibisco porque agia assim, ainda teve a audácia de dizer à Rosa que de forma alguma estava gostando do Cravo.

O Cravo, com toda sua pose, também se galanteou para Ibisco e, num conflito de sentimentos, passou seu telefone para ela, mesmo com toda a bronca que havia recebido de Rosa. Uma palhaçada!

Três dias depois, o Cravo procurou a Rosa e mostrou que em seu celular havia o telefone da biscateira Ibisco. A Rosa não conseguiu compreender como uma flor dessas, não das mais belas, separada de um marido ou companheiro há poucos dias, podia já querer se aventurar no mundo dos solteiros, e ainda perturbar uma história que não lhe dizia respeito… vai saber o que passa em sua mente, dinheiro, carro, sexo, companhia…

O pior ainda estava por vir…
Numa história que virou um telefone sem fio (quem conta um conto aumenta um ponto), chegou aos ouvidos do Cravo que a Rosa teria combinado de sair com as outras amigas de Ibisco, as sensatas da festa. Mas o que Cravo não sabia é que uma dessas flores tinha amigos em comum com Rosa e outras afinidades que não deu tempo de serem contadas.

Numa atitude infantil de Cravo, num único telefonema à Rosa, despejou uma raiva sem limites. Algo parecido como “você não quer que eu paquere Ibisco… e … não vá a determinado lugar (diga-se de passagem público) porque estarei com a Ibisco”. Puft, desligou-se o telefone.

Ai ai ai.. ninguém merece!

Graças a Deus a Rosa não se deixa abalar por qualquer coisa, ainda mais por uma situação onde pôde averiguar a falta de respeito que Cravo tinha no relacionamento, a impaciência para conversar, raciocinar e ai sim tomar uma atitude.

Rosa deu boas gargalhadas com a história, mas não guarda raiva de pessoas como o Cravo, que se deixam influenciar por um momento, um rabo de saia biscateiro e acabam perdendo não só um amor, mas uma amizade, queimando completamente o filme perante inúmeras pessoas. O que Rosa não pode ensinar, a vida faz aprender por bem ou por mal.

Rosa finalmente descobriu que Cravo não lhe merece, e várias pessoas do relacionamento dos dois vieram a seu encontro para dizer o mesmo, e ainda relembrar de outras atitudes imaturas que compõem a vida de Cravo, as quais Rosa não presenciou.

Águas passadas… claro que momentos bons aconteceram entre os dois, fatos que não serão esquecidos, e sorrisos ao lembrar da palhaçada final. Ninguém merece!

The End

“O Cravo e a Rosa” – Último capítulo

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Para uma história que rendia desde o último carnaval, e que era regada com muita amizade, amor e boas saídas, seu final foi bem estranho. Igual à música: “o Cravo brigou com a Rosa, debaixo de uma sacada. O Cravo saiu ferido e a Rosa despedaçada…” Mas nem tanto, não houve violência física…

Caminhava tudo bem na história até que num final de semana o Cravo chamou Rosa para ir num show sertanejo. O Cravo, como sempre, dando uma de machão fazia de tudo pra chamar a atenção da Rosa e de outros convidados do evento. Numa dessas, três flores perdidas cruzaram a dança do Cravo e da Rosa: duas sensatas, que não se metem onde não são chamadas, e uma mais petulante, Ibisco (só pelo nome já se imagina: Ibisco/biscate). As sensatas até curtiram a noite numa boa, dançaram, beberam e ainda paqueraram. A Ibisco, mesmo estando há poucos dias separada da sua flor macho, não perdeu tempo e jogou charmes para o Cravo, numa atitude de bastante desrespeito com a Rosa, que via tudo a olho nu.

Claro que a Rosa não teve sangue de barata. Apesar de em várias oportunidades ter demonstrando seu amor pelo Cravo, paciência tem limites e o mínimo que se esperava da relação era respeito mútuo. Ao perguntar à Ibisco porque agia assim, ainda teve a audácia de dizer à Rosa que de forma alguma estava gostando do Cravo.

O Cravo, com toda sua pose, também se galanteou para Ibisco e, num conflito de sentimentos, passou seu telefone para ela, mesmo com toda a bronca que havia recebido de Rosa. Uma palhaçada!

Três dias depois, o Cravo procurou a Rosa e mostrou que em seu celular havia o telefone da biscateira Ibisco. A Rosa não conseguiu compreender como uma flor dessas, não das mais belas, separada de um marido ou companheiro há poucos dias, podia já querer se aventurar no mundo dos solteiros, e ainda perturbar uma história que não lhe dizia respeito… vai saber o que passa em sua mente, dinheiro, carro, sexo, companhia…

O pior ainda estava por vir…
Numa história que virou um telefone sem fio (quem conta um conto aumenta um ponto), chegou aos ouvidos do Cravo que a Rosa teria combinado de sair com as outras amigas de Ibisco, as sensatas da festa. Mas o que Cravo não sabia é que uma dessas flores tinha amigos em comum com Rosa e outras afinidades que não deu tempo de serem contadas.

Numa atitude infantil de Cravo, num único telefonema à Rosa, despejou uma raiva sem limites. Algo parecido como “você não quer que eu paquere Ibisco… e … não vá a determinado lugar (diga-se de passagem público) porque estarei com a Ibisco”. Puft, desligou-se o telefone.

Ai ai ai.. ninguém merece!

Graças a Deus a Rosa não se deixa abalar por qualquer coisa, ainda mais por uma situação onde pôde averiguar a falta de respeito que Cravo tinha no relacionamento, a impaciência para conversar, raciocinar e ai sim tomar uma atitude.

Rosa deu boas gargalhadas com a história, mas não guarda raiva de pessoas como o Cravo, que se deixam influenciar por um momento, um rabo de saia biscateiro e acabam perdendo não só um amor, mas uma amizade, queimando completamente o filme perante inúmeras pessoas. O que Rosa não pode ensinar, a vida faz aprender por bem ou por mal.

Rosa finalmente descobriu que Cravo não lhe merece, e várias pessoas do relacionamento dos dois vieram a seu encontro para dizer o mesmo, e ainda relembrar de outras atitudes imaturas que compõem a vida de Cravo, as quais Rosa não presenciou.

Águas passadas… claro que momentos bons aconteceram entre os dois, fatos que não serão esquecidos, e sorrisos ao lembrar da palhaçada final. Ninguém merece!

The End

MOFO

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Olá, pessoas… Muito tempo sem postar aqui… estou meio enferrujada… Só pra não dizerem que eu não escrevi NADA, vou postar duas BATATAS QUENTES MOFADAS, bolorentas, que, de tanto adiar a hora, a corrente se quebrou.
Quanto às “correntes”, lembro-me bem de sua existência desde quando era criança, e não existia internet nem computador pessoal (existia, mas ninguém podia ter). Então, minha infância e pré-adolescência foi preenchida por agendas e caderninhos de correntes. Estes eram o maior mico que alguém poderia ter, mas todo mundo tinha. Geralmente cada página tinha uma pergunta beeeem indiscreta (indiscreta, pra nós, na época, por favor, não pensem que éramos muito “prafrentex” não), e em cada linha uma amiga da turma escrevia sua resposta. Geralmente, cada uma escrevia sua resposta com uma cor de caneta, já que todas usávamos daquelas de dez cores cheirosas do paraguai, e no final, a última pergunta era sempre um pedido pra deixar um recado para a dona do caderninho. Nem é preciso dizer que tais mensagens eram repletas de carinhas sorridentes, corações, adesivos brilhantes e, claro, frases do tipo “TE ADORO D+++++“, “TE AMODORO“, “VOCÊ É D+“, etc e etc.
Já as correntes virtuais, quem me conhece há mais tempo sabe que eu sou mestra em arrebentá-las, então, por favor, não se sintam ignorados ou pensem mal de mim, simplesmente tenho um bloqueio com relação a elas!
Desta forma, as duas que seguem abaixo, (respondidas por mim após muito esforço emocional, diga-se de passagem), só servem mesmo pra “inglês ver”, pois como já são antigas, e todos que conheço do mundo virtual já as respondeu, não passarei pra frente. Digamos que é um atestado da minha habilidade como quebradeira de correntes, e eu assino embaixo!

(Só o Queiroz mesmo pra me passar esta…)

a) Quantos gigabytes usados com músicas? Gigabytes não, são 957 Megabytes. Há muito tempo não baixo músicas na internet, e a maioria que está no PC é coletânea de CD’s que eu salvei pra não ter que ficar trocando de disco toda hora.

b) Último CD que comprei: How to Dismantle an Atomic Bomb, U2 (na verdade, ganhei do Daniel, aquela versão que veio com DVD tb).

c) Música tocando no momento: Cara Valente, Maria Rita.

d) Cinco músicas que tenho escutado bastante:
1) Thank You – Jimmy Page & Robert Plant Unledded
2) The Battle of Evermore – Jimmy Page & Robert Plant Unledded.
3) Whatever Lola Wants – Verve Remixed 2
4) Vertigo – How to Dismantle an Atomic Bomb, U2
5) Não Vale à pena – Maria Rita

e) 5 pessoas p/ passar a batata quente: NÃO VOU PASSAR PRA FRENTE, QUEBREI A CORRENTE, ASSUMO, PRONTO.


(Esta aqui é obra da Krika…)

A) Quantos perfumes vc tem? Nossa, primeira vez que paro pra contar…. rssss: 15 mais uma caixinha com 05 miniaturas, da Natura.
B) Usa todos?
Não, só uso uns 09 com mais freqüência, e os importados guardo para ocasiões especiais…
C) Doce ou cítrico? Não gosto de perfumes doces demais nem cítricos demais. Se quiser me deixar enjoada e com dor de cabeça, é só passar aquele “Lou-Lou” (ou Lu-lu, sei lá como escreve isso) horrendo. Gosto de perfumes florais, suaves, com um leve toque de cítrico.
D) Masculino ou feminino? Feminino, claro!
E) Qual foram os 2 últimos que vc comprou?As mais recentes aquisições foram 3: 2 presentes, “Amor Amor” (Cacharel) do Daniel, que ganhei quando fizemos 04 anos de namoro, e Eau du Bonheur (Fragonard) que meu amigo Thiago Zanini trouxe da França; e Carezza, um perfume maravilhoso que comprei na Uni-Yôga, do Mestre De-Rose, que a gente utiliza também para catalizar melhor a energia em nossas práticas de Swásthya Yôga.
F) 4 pessoas cheirosinhas pra passar a batata: COMO JÁ DISSE ANTES, NÃO PASSAREI PRA FRENTE…

Beijos a todos,

Ana Letícia

Ps.: Vem aí o aniversário do blog… Algumas surpresas estão reservadas. Aguardem!