Sweet December

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Dezembro pra mim é um mês feliz. Tem cheiro de chuva, de sol, de verão, de ficar com a pele douradinha de sol, cheiro de flor (pelo resquício da primavera), cheiro de festa, de bolo de chocolate, de comida gostosa, cheiro de casa de vó, de perfume novo, de mudança de vida, de fim de ano, de planos mil (a começar onde será passada a noite do dia 24 pro dia 25, onde se festejará a passagem de ano, tirarei férias ou não, quais as metas para o ano que vem…), cheiro de pipoca e de cinema, cheiro de shopping, de roupa nova, de dama-da-noite e laranja lima…

Claro que tem a chatice do excesso de trabalho do final do ano… Parece que o mundo inteiro se esquece dos outros meses e deixa tudo para o último furo, o último instante, a última hora, o último suspiro. Quem manda pode, obedece quem se fode. E vamo que vamo!

Este ainda é o mês da engorda, pois com tanta festa por aí, haja malhação no dia seguinte… É ainda o mês da falência, pois sempre tem que dar uma lembrancinha pra fulano, outra pra ciclano… E aí, de grão em grão, o seu bolso fica vazio. E haja consumismo nesta época do ano… Espírito natalino uma ova!

É o mês dos “amigos ocultos” (ou “amigos secretos”, como preferirem). Me diz uma coisa: há algo mais constrangedor e chato que amigo oculto? Pelo menos em festa de final de ano, não há não. Claro que não sou anti-social ao ponto de não participar, quando o povo todo do trabalho está dentro, mas que é chato, isso é. Melhor estar dentro que ficar só assistindo. (Leiam mais chatices sobre o amigo oculto no blog do Nando.)

É ainda o mês das datas mais importantes do ano (juntamente com o final de Novembro, é claro), quando aniversariam as pessoas mais legais da face da Terra: OS SAGITARIANOS!!! Vejam aí se uma criatura assim não é mesmo a mais jóia de todas?

“[…] Sendo tão versáteis e possuindo tantos talentos, os sagitarianos seguem uma grande variedade de ocupações em sua busca da verdade e autoconhecimento. Mesmo quando a astrologia tenta diminuir suas tendências profissionais mais prevalecentes e preferidas, a lista é longa. […]
Não obstante, Sagitário é um daqueles signos paradoxais de dualidade, de modo que sempre existe algo de contraditório em sua natureza. […] Alguns Arqueiros são joviais e brincalhões, outros são sérios e estudiosos. Uns são quietos e reflexivos, quase tão graves quanto os capricornianos. Em sua maioria, contudo, os sagitarianos são criaturas despreocupadas, que adoram brincadeiras fortes, não demonstrando receios ou preocupações, e para quem a vida é um grande jogo ou uma droga. […]
Consiste em pesquisar uma verdade em primeiro lugar, depois reconhecê-la e, por fim, ser compelido a expressá-la sem temor, o que é válido tanto para os Arqueiros saltitantes como para os introvertidos e quietos, extremamente raros. É como querer alcançar a argola de latão e cair do cavalo no processo, formular um desejo a uma estrela cadente e cruzar os dedos das mãos e dos pés para dar sorte. Todo sagitariano é idealista e jogador ao mesmo tempo, em doses iguais. Eles gostam de cantar, desenhar e dançar, de jogar e arriscar-se. Também gostam de ler, estudar, observar, aprender, ensinar e viajar. Quando dois deles estão envolvidos em todas estas coisas (ou menos parte delas), a vida nunca é enfadonha. Pode ser exaustiva, mas de modo algum enfadonha. […]
O perdão é uma virtude que os sagitarianos partilham […]. Contudo, perdoar é uma coisa, pedir desculpas é outra. Dois arqueiros não terão facilidade para desculpar-se um com o outro, inclusive com outras pessoas. No entanto, eles sentem o arrependimento um do outro e, em vez de forçarem o assunto, simplesmente ficam dizendo coisas amáveis a torto e a direito, para indicar que não houve ressentimentos. Os Arqueiros jamais guardam ressentimentos. Eles admitem francamente que estiveram errados (quando acreditam nisso de verdade), porém o fazem com mais freqüência através de atos e não em muitas palavras, ou tornando a sorrir jovialmente, desta forma convidando a outra pessoa a esquecer o desentendimento, para que voltem a ser amigos. Sagitário encontra maneiras de expressar um “sinto muito”, sem que palavras reais sejam ditas. Isto evita que se humilhem, mantém seu orgulho intacto e permite que as pazes, após uma briga, sejam mais ou menos indolores.”
Tá bom, beleza. Muitos vão dizer que astrologia é uma merda. Mas na boa, quem me conhece, ou é sagitariano, arrepia quando lê essas coisas, pois parece que a autora me conheceu pessoalmente para escrever este livro…
Hoje é aniversário de BH, 110 aninhos. Da Marília Alvarenga também, e ainda da Fê, uma amiga de infância da época de colégio (não falarei as idades pois não quero criar controvérsias aqui, honestidade é uma coisa, sacanagem é outra!). Agora invertam a ordem dos números e encontrarão o dia do meu aniversário, que, obviamente, tinha que ser o dia do solstício do verão, o início da estação mais quente do ano… 🙂

Ana.

Ps.: O nome do livro é “Os Astros Comandam o Amor“, da Linda Goodman, Ed. Best Seller. Tem só 1064 páginas, que eu já li de trás pra frente e de frente pra trás…
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Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

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