Arquivo do autor:Ana Letícia

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Sobre Ana Letícia

@analeticia Autora do blog Mineiras, uai! desde 2004, nasceu em Belo Horizonte-MG. É advogada e sagitariana. Gosta de poesia, literatura, fotografia música boa e dança clássica, contemporânea, de salão, etc. Já quis ser bailarina, como toda menina, e até hoje fica nas pontas dos pés. Participou do Projeto Macabéa com outros escritores blogueiros do Brasil, e foi uma das editoras do Castelo do Poeta, junto com seu primo, o saudoso poeta João Lenjob.

Mistérios da Gastronomia

Padrão
Assim como todos os ramos do conhecimento humano, a gastronomia pode nos reservas muitas surpresas, pois o paladar é um dos sentidos mais aptos a nos proporcionar prazer e sensações indescritíveis.
No entanto, as surpresas proporcionadas pela gastronomia não se restringem ao sabor da combinação dos alimentos e da preparação dos mesmos. Ao contrário, a culinária pode ser muito mais surpreendente do que o singelo prazer de degustar uma apetitosa iguaria, a começar pela investigação dos ingredientes que compõe a sua guloseima preferida.
Mas, preste atenção, a surpresa da qual eu estou falando não é necessariamente boa ou ruim. Às vezes a gente simplesmente não sabe. Não entendeu? Acompanhe comigo e veja se você sabe do que são feitos ou de onde vêm os seguintes quitutes:

Pipoca Guri

Pipoca Guri é aquela pipoca doce que vem num saquinho cor de rosa choque e que todo mundo já deve ter provado, nem que seja na infância. E se não fez isso, não teve infância. Alguns acham que a pipoca é feita de arroz. Arroz? Não sei. Minha mãe diz que são feitas com milho de canjica. Eu só sei que as “pipocas” parecem molares super crescidos e tortos, mas também não sei explicar por qual razão algumas são crocantes e doces enquanto outras são duras, escuras e amargas. Porquê, heim?

Queijo Polenguinho

Na embalagem vem escrito que é queijo fundido. Fui pesquisar e descobri que o queijo fundido é “resultante da fusão de variados tipos de queijos, o que permite a obtenção, pelo calor e adição de sais especiais, de uma pasta homogênea, de grande brilho e sabor uniforme”. Pasta de queijos? Me pergunto: que queijos são esses? De onde vêm esses queijos? Para onde vão esses queijos? Sei que minhas perguntas permanecerão sem resposta, mas espero que o responsável pela indústria dos polenguinhos não tenha uma irmã como a minha cujo tênis tem o exato aroma de um queijo gorgonzola.

Cereja Maraschino

Alguns devem estar se perguntando o que é a cereja maraschino, mas calma, eu explico: trata-se daquela cereja redondinha, vermelho vivo, que geralmente é colocada em cima de sundaes e bolos de aniversário. Mas eu sei que aquilo não é cereja coisa nenhuma. Primeiro, porque a cereja maraschino é transparente, o que decididamente a cereja de verdade não é. Depois, eu amo cereja, e simplesmente odeeeeeeio cereja maraschino. Vai dizer que é a mesma coisa? Inclusive, aquilo pra mim não passa de uma bolinha de chuchu tingida e melecada de calda.

Torresmo

Acho que sei o que é, mas eu me recuso a acreditar que alguém em sã consciência possa se deliciar com pedaços de gordura e pele de porco fritos. É muito ruim para ser verdade. Alguns torresmos têm até pêlo! E o gosto indelével de borracha queimada que fica na boca? Estranho, muito estranho…

Tender

Que diabos vem a ser isso, um “tender”? Ou vocês acreditam na existência de um leitão super desenvolvido na forma de bolinha com casquinha crocante e vermelha que só dá o ar da sua graça no Natal? Pois eu prefiro acreditar em Papai Noel! Acho que o tender só pode se originar do mesmo porquinho de Chernobyl geneticamente modificado e cromossomicamente alterado usado na elaboração dos hambúrgueres daquela famosa lanchonete americana que todo mundo sabe o nome. Ou seriam os hambúrgueres de Minhocuçu? Mas espere aí, isso já é outra história…

Geléia de Mocotó

Alguém já foi numa delicatessen ou padaria e voltou com potinhos de geléia de morango, damasco, framboesa e… mocotó? Pois é, nem eu. O pior é que tal é o nome da infame substância semi-gelatinosa supostamente extraída de cascos de bovinos! Vai ver geléia de mocotó não é geléia mesmo, e só usam esse nome para enganar as criancinhas! Só sei que na minha única e remota experiência com a dita cuja descobri que tem cheiro e aspecto de pneu velho e aposto que a intragável mistura foi desenvolvida em alguma perigosa usina nuclear, talvez as mesmas dos porquinhos do Tender.

Champignon de Paris

Compramos em vidrinhos os simpáticos cogumelos que usamos em molhos, tortas, strogonoff, etc. Mas serão mesmos os champignons simples cogumelos? E mais, cogumelos de Paris? Acho que isso não passa de conversa fiada, pois os insípidos e borrachudos ingredientes são todos iguaizinhos entre si, e se parecem mesmo é com mini-clones de alguma espécie alienígena, com direito até a chapeuzinho! Alías, alguém já ouviu falar em plantação de champignons em Paris? Me engana que eu gosto!
Chips
Pra mim, isso não passa de um maligno experimento da Elma Chips. Só gostaria de saber quem teve a temerária idéia de combinar textura isopor com sabor artificial de algum queijo duvidoso, e, ainda, adicionar essência chulé antes de vender a gororoba resultante como salgadinho para crianças inocentes. Isso deveria ser crime hediondo, gente.

Isso tudo sem falar no ovo cozido que misteriosamente apresenta um tom arroxeado no limite entre clara (que deveria ser branca) e a gema. Essa anomalia geralmente é encontrada em pizzas sabor portuguesa encomendadas naquelas pizzarias de fundo de quintal, sabe-se lá porquê. E a Coca Cola? Dizem até que alguns usam para limpar motor de caminhão e desentupir pias. Bom, é melhor parar por aqui mesmo, pois já está chegando a hora do almoço.

Bom apetite para todos!

Bela

Mistérios da Gastronomia

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Assim como todos os ramos do conhecimento humano, a gastronomia pode nos reservas muitas surpresas, pois o paladar é um dos sentidos mais aptos a nos proporcionar prazer e sensações indescritíveis.
No entanto, as surpresas proporcionadas pela gastronomia não se restringem ao sabor da combinação dos alimentos e da preparação dos mesmos. Ao contrário, a culinária pode ser muito mais surpreendente do que o singelo prazer de degustar uma apetitosa iguaria, a começar pela investigação dos ingredientes que compõe a sua guloseima preferida.
Mas, preste atenção, a surpresa da qual eu estou falando não é necessariamente boa ou ruim. Às vezes a gente simplesmente não sabe. Não entendeu? Acompanhe comigo e veja se você sabe do que são feitos ou de onde vêm os seguintes quitutes:

Pipoca Guri

Pipoca Guri é aquela pipoca doce que vem num saquinho cor de rosa choque e que todo mundo já deve ter provado, nem que seja na infância. E se não fez isso, não teve infância. Alguns acham que a pipoca é feita de arroz. Arroz? Não sei. Minha mãe diz que são feitas com milho de canjica. Eu só sei que as “pipocas” parecem molares super crescidos e tortos, mas também não sei explicar por qual razão algumas são crocantes e doces enquanto outras são duras, escuras e amargas. Porquê, heim?

Queijo Polenguinho

Na embalagem vem escrito que é queijo fundido. Fui pesquisar e descobri que o queijo fundido é “resultante da fusão de variados tipos de queijos, o que permite a obtenção, pelo calor e adição de sais especiais, de uma pasta homogênea, de grande brilho e sabor uniforme”. Pasta de queijos? Me pergunto: que queijos são esses? De onde vêm esses queijos? Para onde vão esses queijos? Sei que minhas perguntas permanecerão sem resposta, mas espero que o responsável pela indústria dos polenguinhos não tenha uma irmã como a minha cujo tênis tem o exato aroma de um queijo gorgonzola.

Cereja Maraschino

Alguns devem estar se perguntando o que é a cereja maraschino, mas calma, eu explico: trata-se daquela cereja redondinha, vermelho vivo, que geralmente é colocada em cima de sundaes e bolos de aniversário. Mas eu sei que aquilo não é cereja coisa nenhuma. Primeiro, porque a cereja maraschino é transparente, o que decididamente a cereja de verdade não é. Depois, eu amo cereja, e simplesmente odeeeeeeio cereja maraschino. Vai dizer que é a mesma coisa? Inclusive, aquilo pra mim não passa de uma bolinha de chuchu tingida e melecada de calda.

Torresmo

Acho que sei o que é, mas eu me recuso a acreditar que alguém em sã consciência possa se deliciar com pedaços de gordura e pele de porco fritos. É muito ruim para ser verdade. Alguns torresmos têm até pêlo! E o gosto indelével de borracha queimada que fica na boca? Estranho, muito estranho…

Tender

Que diabos vem a ser isso, um “tender”? Ou vocês acreditam na existência de um leitão super desenvolvido na forma de bolinha com casquinha crocante e vermelha que só dá o ar da sua graça no Natal? Pois eu prefiro acreditar em Papai Noel! Acho que o tender só pode se originar do mesmo porquinho de Chernobyl geneticamente modificado e cromossomicamente alterado usado na elaboração dos hambúrgueres daquela famosa lanchonete americana que todo mundo sabe o nome. Ou seriam os hambúrgueres de Minhocuçu? Mas espere aí, isso já é outra história…

Geléia de Mocotó

Alguém já foi numa delicatessen ou padaria e voltou com potinhos de geléia de morango, damasco, framboesa e… mocotó? Pois é, nem eu. O pior é que tal é o nome da infame substância semi-gelatinosa supostamente extraída de cascos de bovinos! Vai ver geléia de mocotó não é geléia mesmo, e só usam esse nome para enganar as criancinhas! Só sei que na minha única e remota experiência com a dita cuja descobri que tem cheiro e aspecto de pneu velho e aposto que a intragável mistura foi desenvolvida em alguma perigosa usina nuclear, talvez as mesmas dos porquinhos do Tender.

Champignon de Paris

Compramos em vidrinhos os simpáticos cogumelos que usamos em molhos, tortas, strogonoff, etc. Mas serão mesmos os champignons simples cogumelos? E mais, cogumelos de Paris? Acho que isso não passa de conversa fiada, pois os insípidos e borrachudos ingredientes são todos iguaizinhos entre si, e se parecem mesmo é com mini-clones de alguma espécie alienígena, com direito até a chapeuzinho! Alías, alguém já ouviu falar em plantação de champignons em Paris? Me engana que eu gosto!
Chips
Pra mim, isso não passa de um maligno experimento da Elma Chips. Só gostaria de saber quem teve a temerária idéia de combinar textura isopor com sabor artificial de algum queijo duvidoso, e, ainda, adicionar essência chulé antes de vender a gororoba resultante como salgadinho para crianças inocentes. Isso deveria ser crime hediondo, gente.

Isso tudo sem falar no ovo cozido que misteriosamente apresenta um tom arroxeado no limite entre clara (que deveria ser branca) e a gema. Essa anomalia geralmente é encontrada em pizzas sabor portuguesa encomendadas naquelas pizzarias de fundo de quintal, sabe-se lá porquê. E a Coca Cola? Dizem até que alguns usam para limpar motor de caminhão e desentupir pias. Bom, é melhor parar por aqui mesmo, pois já está chegando a hora do almoço.

Bom apetite para todos!

Bela

Vamos subir Galôôôô!

Padrão
Vamos subir Galôôôôô!

Coração Atleticano, ô ô…
Coração Atleticano.
Tem a força, tem a raça.
Tem a alma, desta MASSA!

Torcida

Mais fotos, aqui.
Mais torcida, aqui.
Mais textos, aqui.

Com um pé e meio na primeira divisão…

Ana.

(Lulis, foi mal, mas tive que fazer isso hj…)

Vamos subir Galôôôô!

Padrão
Vamos subir Galôôôôô!

Coração Atleticano, ô ô…
Coração Atleticano.
Tem a força, tem a raça.
Tem a alma, desta MASSA!

Torcida

Mais fotos, aqui.
Mais torcida, aqui.
Mais textos, aqui.

Com um pé e meio na primeira divisão…

Ana.

(Lulis, foi mal, mas tive que fazer isso hj…)

O Cavalo Livre de Tróia

Padrão
Taí uma excelente oportunidade para os bloggeiros / mineiros de plantão se encontrarem:
o “filho” do meu amigo, primo (e, após muita insistência, bloggeiro) JOÃO LENJOB finalmente, e após tanta promessa, vai nascer!

O parto de “O Cavalo Livre de Tróia”, livro de poemas do “Joãozinho de Nova Era”, já tem data e local marcados:

08 de Dezembro de 2006, às 20h, no Teatro Casanova

Av. Afonso Pena, nº 1.500, 18º andar.

Todos estão convidados, eu estarei lá!


O Cavalo Livre de Tróia

Vejo vocês lá!

Ana.

____________________________________________

Belo Horizonte
João Lenjob

Em cada esquina
Uma bela menina
Me beija
Em cada beijo
Uma bela cerveja
Me ensina
Posso subir a Bahia
Brincar na Pampulha
Conhecer o Mineirão
Fazer a arte e querer ser bom
Ir ao Mangabeiras, o parque
Talvez Municipal
E correr Floresta, Lourdes, Santa Teresa
Belo Horizonte real, minha nossa, sua.

O Cavalo Livre de Tróia

Padrão
Taí uma excelente oportunidade para os bloggeiros / mineiros de plantão se encontrarem:
o “filho” do meu amigo, primo (e, após muita insistência, bloggeiro) JOÃO LENJOB finalmente, e após tanta promessa, vai nascer!

O parto de “O Cavalo Livre de Tróia”, livro de poemas do “Joãozinho de Nova Era”, já tem data e local marcados:

08 de Dezembro de 2006, às 20h, no Teatro Casanova

Av. Afonso Pena, nº 1.500, 18º andar.

Todos estão convidados, eu estarei lá!


O Cavalo Livre de Tróia

Vejo vocês lá!

Ana.

____________________________________________

Belo Horizonte
João Lenjob

Em cada esquina
Uma bela menina
Me beija
Em cada beijo
Uma bela cerveja
Me ensina
Posso subir a Bahia
Brincar na Pampulha
Conhecer o Mineirão
Fazer a arte e querer ser bom
Ir ao Mangabeiras, o parque
Talvez Municipal
E correr Floresta, Lourdes, Santa Teresa
Belo Horizonte real, minha nossa, sua.

O Cavalo Livre de Tróia

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Taí uma excelente oportunidade para os bloggeiros / mineiros de plantão se encontrarem:
o “filho” do meu amigo, primo (e, após muita insistência, bloggeiro) JOÃO LENJOB finalmente, e após tanta promessa, vai nascer!

O parto de “O Cavalo Livre de Tróia”, livro de poemas do “Joãozinho de Nova Era”, já tem data e local marcados:

08 de Dezembro de 2006, às 20h, no Teatro Casanova

Av. Afonso Pena, nº 1.500, 18º andar.

Todos estão convidados, eu estarei lá!


O Cavalo Livre de Tróia

Vejo vocês lá!

Ana.

____________________________________________

Belo Horizonte
João Lenjob

Em cada esquina
Uma bela menina
Me beija
Em cada beijo
Uma bela cerveja
Me ensina
Posso subir a Bahia
Brincar na Pampulha
Conhecer o Mineirão
Fazer a arte e querer ser bom
Ir ao Mangabeiras, o parque
Talvez Municipal
E correr Floresta, Lourdes, Santa Teresa
Belo Horizonte real, minha nossa, sua.

Os donos da conversa

Padrão
Pegando uma carona no último texto da Ana, já perceberam como em qualquer reunião de mais de três pessoas sempre estará presente um ou mais dos tipos abaixo descritos?
Festa de família, reuniãozinha de amigos na mesa do bar, batizado de criança, enterro de cachorro, fila de cinema, e até encontros casuais no meio da rua, lá estão eles, disfarçados de bons samaritanos. Ou não.
Esclareço que esta não é uma obra de ficção: qualquer semelhança com a realidade é mais do que uma simples coincidência. Nomes não serão citados para evitar possíveis constrangimentos. As técnicas de repressão citadas foram testadas com grande índice de êxito, mas a autora se coloca aberta a novas sugestões.

O pedante

Descrição: Inicia todas suas frases com “no curso de francês medieval que eu fiz…” ou “na minha última viagem a Londres eu…”. Não deixa passar a oportunidade de comentar detalhadamente o último filme do Almodóvar (mesmo que seu interlocutor não tenha visto a película) e simula espasmos de incredulidade quando descobre que uma pessoa não leu a obra completa de Bukowski. Tem opinião formada para todos os temas e assuntos, exceto futebol e a nova temporada do Big Brother, e sempre que pode critica o Paulo Coelho e o Código Da Vinci.
Como reconhecer: Anda sempre com um livro na mão, de preferência com um título complicado e autor de nome impronunciável. O tipo qualificado anda com um livro em língua estrangeira. Costuma usar óculos de aros pretos, e ostenta orgulhosamente aquele tom branco-escritório de quem não vê um solzinho há séculos.
Como se proteger dele: Apresente-se para ele como “Fulano/fulana, PhD”. Isso já será um balde de água fria para o ânimo do Pedante. Quando ele iniciar algum assunto que você ignora, diga que se recusa a discutir o tema desde a publicação do artigo de Hijstch (pode ser qualquer nome com muitas consoantes e poucas vogais que lhe vier à mente). No mínimo, isso vai calá-lo até a próxima vez que vocês se encontrarem.

O Experiente

Descrição: Sempre tem uma história para contar, um episódio super interessante que aconteceu com ele. Desde viagens incríveis a experiências amorosas complicadas, tudo, absolutamente tudo já foi vivenciado por este agraciado cidadão. Por isso ele não poupa relatos exclusivos de suas experiências sensacionais e sempre tem um “ótimo” conselho para dar.
Como reconhecer: Costuma se disfarçar bem em festas de família e mesas de bar. Denuncia-se quando pergunta “Quer um conselho?” e se entrega quando o conselho seguido não surte os efeitos desejados.
Como se proteger dele: Treine em casa o relato detalhado de uma operação de mudança de sexo, recheando o seu discurso com descrições de imagens, sem esquecer das metáforas e outros estilos de linguagem. Ou pergunte-lhe quando será lançada sua autobiografia.

O monopolizador hipocondríaco


Descrição: Esse tipo simplesmente desconhece o real sentido da palavra “diálogo”. Se você, inadvertidamente sacar um singelo “tudo bem?, mesmo que a entonação interrogativa no final seja leve, o monopolizador hipocondríaco aproveitará a oportunidade para contar minuciosamente como sofre com suas dores nas costas, como ocorreu cada consulta médica sobre isso, além de relatar os constrangedores efeitos colaterais dos remédios receitados. E se por um infeliz acaso você tiver tentado iniciar esse diálogo na casa dele, ainda será obrigado a assistir o vídeo da operação na coluna do dito-cujo. Haja estômago.
Como reconhecer: Esta anomalia da comunicação se manifesta principalmente nos indivíduos na faixa dos 60 (sessenta) anos ou mais.
Como se proteger dele: Simplesmente desista do gentil e quase automático “tudo bem?”.
… E uma boa dose de sorte para escapar deles.
Bela

Os Donos da Situação

Padrão
Já reparou como sempre existiram aquelas pessoas que se sentem os donos da situação? Em qualquer lugar, é impressionante…
Claro que você pode ser o dono da situação num bom sentido, e isso é muito muito, obviamente.
Quando falo dos “donos da situação” para dar título a este texto, poderia ter dito: “gostosão da bala Chita”, “poderoso chefão”, “todo poderoso”, etc, etc… Enfim, vocês entenderam.

Vejamos então:

O folgado

Este aí não está nem azul se você está com pressa e quer passar no corredor. Ele simplesmente pára bem no meio para bater papo com o seu coleguinha, e de forma que, ou você aguarda mais 5 minutos, ou pede licença educadamente – e o folgado finge não te escutar – e aí você espera os 5 minutos da mesma forma, ou você passa encostando no sujeito, o cara ainda te olha de lado e você derruba seus papéis no chão – já que precisou fazer contorcionismo pra poder se espremer no minúsculo espaço que te sobrou.

(Atenção! O sujeito acima descrito também está solto por aí no trânsito!!!)

O poderoso chefão


Vogon

Claro que ele não é chefe de nada, trata-se de um aspone ou mero burocrata de plantão, que se acha O Deus, ou melhor, se acha não, TEM CERTEZA!!! Tudo com eles é mais difícil, dá mais trabalho, sem contar no arzinho de superioridade que exala deles e que você percebe no ato!

(Atenção! O sujeito acima descrito não está adstrito só à Terra… Lembram-se dos “Vogons”?)

O Bonitão da Bala Chita

Tarzan & Chita

Não adianta o cara ser feio. Ele simplesmente não se olha no espelho! E o pior: ele se acha! Como uma metralhadora, ele dispara seu “charme” para todos os lados, e não se toca que, quando você é gentil, está apenas sendo gente boa, e não dando bola! Pra completar, o “bonitão da bala Chita” (para os leigos, a bala Chita traz na embalagem uma foto da CHITA, a macaca do TARZAN) se acha um ser superior (só se for em feiúra, mas ele não sabe!), e por isso, acha que não precisa ser educado, comprimentar, tratar bem as pessoas, etc, etc.

(Atenção! O sujeito acima identificado pode ser encontrado em qualquer camada social, no trabalho, na escola, na faculdade, no clube, etc…)

O dono da rua

Além de ter aquele que se acha o dono da rua e estaciona em frente a garagem do seu prédio, pára em fila dupla ou até tripla, conversa no meio da rua com outro motorista com o carro parado e uma fila de outros automóveis atrás sem dar a mínima, o tipo “qualificado” de dono da rua que me irrita todos os dias é outro: simplesmente, ele se acha o dono de todas as vagas do quarteirão. Para isso, pega as chaves de alguns motoristas (“donos da rua” também) e estaciona os carros de tal forma que ninguém mais pode estacionar, a não ser os “mensalistas” dele…

Haja!

Ana.

Ps.: Que os machos leitores deste blog não me levem a mal! Todos os “tipos” acima vêm em 3 padrões: Barbie, Ken ou Bonequicha!

Os Donos da Situação

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Já reparou como sempre existiram aquelas pessoas que se sentem os donos da situação? Em qualquer lugar, é impressionante…
Claro que você pode ser o dono da situação num bom sentido, e isso é muito muito, obviamente.
Quando falo dos “donos da situação” para dar título a este texto, poderia ter dito: “gostosão da bala Chita”, “poderoso chefão”, “todo poderoso”, etc, etc… Enfim, vocês entenderam.

Vejamos então:

O folgado

Este aí não está nem azul se você está com pressa e quer passar no corredor. Ele simplesmente pára bem no meio para bater papo com o seu coleguinha, e de forma que, ou você aguarda mais 5 minutos, ou pede licença educadamente – e o folgado finge não te escutar – e aí você espera os 5 minutos da mesma forma, ou você passa encostando no sujeito, o cara ainda te olha de lado e você derruba seus papéis no chão – já que precisou fazer contorcionismo pra poder se espremer no minúsculo espaço que te sobrou.

(Atenção! O sujeito acima descrito também está solto por aí no trânsito!!!)

O poderoso chefão


Vogon

Claro que ele não é chefe de nada, trata-se de um aspone ou mero burocrata de plantão, que se acha O Deus, ou melhor, se acha não, TEM CERTEZA!!! Tudo com eles é mais difícil, dá mais trabalho, sem contar no arzinho de superioridade que exala deles e que você percebe no ato!

(Atenção! O sujeito acima descrito não está adstrito só à Terra… Lembram-se dos “Vogons”?)

O Bonitão da Bala Chita

Tarzan & Chita

Não adianta o cara ser feio. Ele simplesmente não se olha no espelho! E o pior: ele se acha! Como uma metralhadora, ele dispara seu “charme” para todos os lados, e não se toca que, quando você é gentil, está apenas sendo gente boa, e não dando bola! Pra completar, o “bonitão da bala Chita” (para os leigos, a bala Chita traz na embalagem uma foto da CHITA, a macaca do TARZAN) se acha um ser superior (só se for em feiúra, mas ele não sabe!), e por isso, acha que não precisa ser educado, comprimentar, tratar bem as pessoas, etc, etc.

(Atenção! O sujeito acima identificado pode ser encontrado em qualquer camada social, no trabalho, na escola, na faculdade, no clube, etc…)

O dono da rua

Além de ter aquele que se acha o dono da rua e estaciona em frente a garagem do seu prédio, pára em fila dupla ou até tripla, conversa no meio da rua com outro motorista com o carro parado e uma fila de outros automóveis atrás sem dar a mínima, o tipo “qualificado” de dono da rua que me irrita todos os dias é outro: simplesmente, ele se acha o dono de todas as vagas do quarteirão. Para isso, pega as chaves de alguns motoristas (“donos da rua” também) e estaciona os carros de tal forma que ninguém mais pode estacionar, a não ser os “mensalistas” dele…

Haja!

Ana.

Ps.: Que os machos leitores deste blog não me levem a mal! Todos os “tipos” acima vêm em 3 padrões: Barbie, Ken ou Bonequicha!